sábado, abril 13, 2024
Gunter Grass morreu há nove anos...
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Marcadores: Alemanha, Gunter Grass, literatura, Nobel
Eduardo Galeano morreu há nove anos...
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ESTRANGEIRO
Num jornal do bairro do Raval, em Barcelona, uma mão anónima escreveu:
O teu deus é judeu, a tua música é negra, o teu carro é japonês, a tua pizza é italiana, o teu gás é argelino, a tua democracia é grega, os teus números são árabes, as tuas letras são latinas.
Eu sou teu vizinho. E ainda me chamas estrangeiro?
Eduardo Galeano
Postado por Fernando Martins às 00:09 0 comentários
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sexta-feira, abril 12, 2024
Novidades de um asteroide estranho...
O estranho asteroide 3200 Phaeton acabou de ficar um pouco menos estranho

Asteroide 3200 Phaethon
Uma equipa de investigadores finlandeses descobriu a composição do 3200 Faetonte, o estranho asteroide que mais parece um cometa.
O asteroide 3200 Faetonte (3200 Phaethon, em inglês), que tem 5 km de diâmetro, há muito que intriga os investigadores.
Uma cauda semelhante à de um cometa é visível durante alguns dias, quando o asteroide passa mais perto do Sol durante a sua órbita.
No entanto, as caudas dos cometas são normalmente formadas pela vaporização de gelo e dióxido de carbono, o que não pode explicar esta cauda. A cauda deveria ser visível já à distância de Júpiter em torno do Sol.
Quando a camada superficial de um asteroide se quebra, o cascalho e a poeira desprendidos continuam a viajar na mesma órbita e dão origem a um enxame de estrelas cadentes quando encontram a Terra.
Faetonte provoca a chuva de meteoros das Geminídeas, que aparece nos céus todos os anos em meados de dezembro. Pelo menos de acordo com a hipótese prevalente, porque é nessa altura que a Terra atravessa o percurso do asteroide.
Até à data, as teorias sobre o que acontece à superfície de Faetonte, perto do Sol, permaneceram puramente hipotéticas. O que é que sai do asteroide? Como?
A resposta a este enigma foi encontrada através da compreensão da composição de Faetonte.
Um grupo raro de meteoritos
Num estudo recentemente publicado na revista Nature Astronomy por investigadores da Universidade de Helsínquia, o espetro infravermelho de Faetonte, anteriormente medido pelo telescópio espacial Spitzer da NASA, foi reanalisado e comparado com espetros infravermelhos de meteoritos medidos em laboratório.
Os investigadores descobriram que o espetro de Faetonte corresponde exatamente a um certo tipo de meteorito, o chamado condrito carbonáceo CY. Trata-se de um tipo de meteorito muito raro, do qual apenas se conhecem seis exemplares.
Os asteroides também podem ser estudados através da recolha de amostras no espaço, mas os meteoritos podem ser estudados sem missões espaciais dispendiosas. Os asteroides Ryugu e Bennu, alvos de recentes missões de recolha de amostras da JAXA e da NASA, pertencem aos meteoritos CI e CM.
Os três tipos de meteoritos têm origem no nascimento do Sistema Solar e assemelham-se parcialmente uns aos outros, mas apenas o grupo CY mostra sinais de secagem e decomposição térmica devido a um aquecimento recente.
Todos os três grupos mostram sinais de uma mudança que ocorreu durante a evolução inicial do Sistema Solar, onde a água se combina com outras moléculas para formar minerais de filossilicatos e carbonato.
No entanto, os meteoritos do tipo CY diferem dos outros devido ao seu elevado teor de sulfureto de ferro, o que sugere a sua própria origem.
Espetros dos condritos carbonáceos CY
A análise do espetro infravermelho de Faetonte mostrou que o asteroide era composto de pelo menos olivina, carbonatos, sulfuretos de ferro e minerais de óxido. Todos estes minerais apoiam a ligação aos meteoritos CY, especialmente o sulfureto de ferro.
Os carbonatos sugerem alterações no conteúdo de água que se enquadram na composição primitiva, enquanto a olivina é um produto da decomposição térmica de filossilicatos a temperaturas extremas.
Na investigação, foi possível mostrar com modelação térmica quais as temperaturas que prevalecem na superfície do asteroide e quando certos minerais se decompõem e libertam gases.
Quando Faetonte passa perto do Sol, a temperatura da sua superfície aumenta para cerca de 800°C. O grupo de meteoritos CY encaixa-se bem nesta situação.
A temperaturas semelhantes, os carbonatos produzem dióxido de carbono, os filossilicatos libertam vapor de água e os sulfuretos o gás enxofre.
O investigador pós-doutoramento Eric MacLennan segura nas mãos um tipo muito raro de meteorito, o chamado condrito carbonáceo CY. Só se conhecem seis exemplares do mesmo tipo. A amostra foi emprestada pelo Museu de História Natural de Londres
De acordo com o estudo, todos os minerais identificados em Faetonte parecem corresponder aos minerais dos meteoritos do tipo CY. As únicas exceções foram os óxidos portlandita e brucita, que não foram detetados nos meteoritos.
No entanto, estes minerais podem formar-se quando os carbonatos são aquecidos e destruídos na presença de vapor de água.
Cauda e chuva de meteoros têm uma explicação
A composição e a temperatura do asteroide explicam a formação de gás perto do Sol, mas será que também explicam a poeira e o cascalho que formam os meteoros das Geminídeas? Será que o asteroide tinha pressão suficiente para levantar poeira e rocha da sua superfície?
Os investigadores utilizaram dados experimentais de outros estudos em conjunto com os seus modelos térmicos e, com base neles, estimaram que, quando o asteroide passa mais perto do Sol, é libertado gás da estrutura mineral do asteroide, o que pode provocar a desagregação da rocha.
Além disso, a pressão produzida pelo dióxido de carbono e pelo vapor de água é suficientemente elevada para levantar pequenas partículas de poeira da superfície do asteroide.
“A emissão de sódio pode explicar a fraca cauda que observamos perto do Sol, e a decomposição térmica pode explicar a forma como a poeira e o cascalho são libertados de Faetonte”, diz o autor principal do estudo, o investigador de pós-doutoramento Eric MacLennan, da Universidade de Helsínquia.
“Foi fantástico ver como cada um dos minerais descobertos parecia encaixar-se e também explicar o comportamento do asteroide”, resume o professor associado Mikael Granvik, da Universidade de Helsínquia.
in ZAP
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Marcadores: 3200 Faetonte, asteróide, chuvas de estrelas, condrito carbonáceo, Geminídeas
A Guerra da Secessão, entre o Norte e o Sul dos Estados Unidos, começou há 163 anos
A Batalha do Fort Sumter é o termo utilizado para se referir ao bombardeamento realizado entre 12 e a 13 de abril de 1861 pelo exército dos Estados Confederados da América com a intenção de expulsar as tropas federais que ocupavam a fortificação do Fort Sumter, situada na entrada da baía de Charleston, na Carolina do Sul. A importância desta batalha, que não causou muitas baixas, provem do facto de ter sido o rastilho que desencadeou a Guerra da Secessão ou Guerra Civil Americana (1861-1865), o conflito mais sangrento ocorrido no território dos Estados Unidos.
Postado por Fernando Martins às 16:30 0 comentários
Marcadores: Batalha do Fort Sumter, Confederados, guerra civil, Guerra Civil Americana, Guerra da Secessão, USA
Novidade sobre o ancestral de todos os tetrápodes...
O mítico Tiktaalik revelou mais um segredo: em terra, as costelas são essenciais

Tiktaalik rosae, o mítico peixe de quatro patas que um dia, há 375 milhões de anos, decidiu dar um um passeio em terra
A análise do fóssil do famoso Tiktaalik, encontrado há 20 anos, revelou novos pormenores que podem explicar como os vertebrados evoluíram para andar em terra, há cerca de 400 milhões de anos.
O mítico Tiktaalik roseae, o peixe de quatro patas que deu o primeiro passo em direção a terra, foi descoberto há 20 anos, no Canadá.
Popularizado na Internet graças aos memes do peixe que chega a terra e volta para trás, o Tiktaalik é um “fishapod” — um elo perdido entre os peixes e os primeiros tetrápodes de quatro patas que andaram na Terra.
Os cientistas acreditam que todos os animais terrestres com espinha dorsal, desde os dinossauros, sapos e aves até aos seres humanos, bem como os que evoluíram para se tornarem novamente habitantes da água, como as baleias, remontam a peixes pioneiros como o Tiktaalik.
Uma nova análise da estrutura do esqueleto do Tiktaalik, publicada a semana passada na Proceedings of the National Academy of Sciences, revelou agora novos pormenores que podem explicar como os vertebrados evoluíram para andar em terra, há cerca de 400 milhões de anos.
“O Tiktaalik foi descoberto em 2004, mas partes importantes do seu esqueleto eram desconhecidas”, afirma Tom Stewart, investigador da Universidade Estatal da Pensilvânia e primeiro autor do artigo, citado pela Cosmos.
“Novos exames de micro-CT de alta resolução mostram-nos as vértebras e as costelas do Tiktaalik e permitem-nos fazer uma reconstrução completa do seu esqueleto, o que é vital para compreender como se deslocava pelo mundo“, diz Stewart.
A reconstrução mostra que as costelas do Tiktaalik estavam provavelmente ligadas à sua pélvis. Esta configuração, consideram os autores do estudo, ajudou o peixe a suportar o seu corpo em terra, o que teria sido crucial para a eventual evolução da marcha.

Esqueleto do Tiktaalik
A maioria dos peixes tem vértebras e costelas com o mesmo comprimento ao longo da coluna vertebral. Mas os vertebrados com membros têm costelas de tamanhos muito diferentes.
Este facto permitiu funções especializadas em diferentes partes do tronco, incluindo uma ligação mecânica entre as costelas e a pélvis e os membros posteriores que suportam o corpo.
As barbatanas pélvicas dos peixes estão evolutivamente relacionadas com os membros posteriores dos tetrápodes. Os autores do estudo descobriram que a marcha se desenvolveu com a ajuda de uma pélvis maior, que fazia parte da coluna vertebral, para apoiar o corpo das novas forças resultantes da marcha em terra.
“O Tiktaalik é notável porque nos dá um vislumbre desta grande transição evolutiva”, explica Stewart. “Em todo o seu esqueleto, vemos uma combinação de traços típicos dos peixes e da vida na água, bem como traços que são vistos em animais terrestres”.
“A partir de estudos anteriores, sabíamos que a pélvis era grande e tínhamos a sensação de que as barbatanas posteriores também eram grandes, mas até agora não podíamos dizer se ou como a pélvis interagia com o esqueleto axial”, acrescenta Stewart.
“Esta reconstrução mostra, pela primeira vez, como tudo se encaixa - e dá-nos pistas sobre como o andar pode ter evoluído”, conclui o investigador.
Andamos então cá todos graças ao Tiktaalik - que, ao contrário do seu primo que espreitou terra firme e decidiu mesmo voltar para trás, se atreveu a dar os primeiros passos fora de água. Graças às suas boas costelas.
in ZAP
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Música adequada à data...
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Genocídios nunca mais - o Massacre de Xangai foi há 97 anos...
Postado por Fernando Martins às 09:07 0 comentários
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Herbie Hancock celebra hoje 84 anos
Uma década adiante, emergindo do universo de Miles Davis, Herbie Hancock monta um grupo com maiores aproximações à tradição popular afro-americana, de uma sonoridade bem mais acessível ao grande público e de grande sucesso. No álbum de título homónimo deste grupo, Head Hunters (1973), Hancock alterna bem sucedidas experimentações pelo eletrofunk com pitadas daquele espírito do quinteto de Miles.
Postado por Fernando Martins às 08:40 0 comentários
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FDR morreu há 79 anos...
Postado por Fernando Martins às 07:09 0 comentários
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Há sessenta e três anos Yuri Gagarin tornou-se o primeiro cosmonauta...!
| A Terra é azul. Como é maravilhosa. Ela é incrível! | - Iuri Gagarin |
Esteve em órbita durante 108 minutos, a uma altura de 315 Km, num voo totalmente automatizado, com uma velocidade aproximada de 28.000 km/h. Pela proeza, recebeu a medalha da Ordem de Lenine.
A Viagem
A nave espacial entrou em órbita, e o foguete se separou, a gravidade deixou de se sentir.. No início, a sensação era de algo incomum, mas eu adaptei-me logo ... Eu tive em contacto com a Terra com diferentes canais: por telefone e telégrafo. | - Iuri Gagarin |
| “ | A Terra é azul | ” |
| “ | Olhei para todos os lados, mas não vi Deus. | ” |
A União Soviética negou esse facto durante anos, com medo de o voo não ser reconhecido pelas entidades internacionais, já que o piloto não acompanhou a nave até ao final.
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Postado por Fernando Martins às 06:30 0 comentários
Marcadores: astronauta, cosmonauta, URSS, Vostok 1, Yuri Gagarin
Vince Gill - 67 anos
Postado por Fernando Martins às 06:07 0 comentários
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Pietro Nardini nasceu há 302 anos
Pietro Nardini (Fibiana, 12 de abril de 1722 - Florença, 7 de maio de 1793) foi um compositor e violinista italiano.
Nardini nasceu em Livorno e estudou música em Livorno, tornando-se mais tarde aluno de Giuseppe Tartini. Ele mudou-se para a Alemanha, onde se juntou à capela da corte em Stuttgart, tornando-se regente em 1762. No entanto, ele abandonou suas funções lá em 1765 para se tornar Kapellmeister, em 1770, para o Grão-Duque da Toscana em Florença.
Nardini é mencionada nas Observações e reflexões feitas no curso de uma viagem pela França, Itália e Alemanha
(1789), do escritor inglês Hester Lynch Piozzi, como tocando um solo
num concerto que a Senhora Piozzi e o seu marido, Gabriele Piozzi, deram
em
Florença em julho de 1785.
Como amigo de Leopold Mozart, ele testemunhou a chegada de Wolfgang Amadeus Mozart na sua primeira visita à Itália e suas tentativas de encontrar uma posição sustentável em 1770-1771. Também conheceu o compositor boémio Václav Pichl, Kapellmeister do arquiduque Ferdinand d'Este, governador austríaco da Lombardia. Foi professor de Bartolomeo Campagnoli, Giovanni Francesco Giuliani e provavelmente também de Gaetano Brunetti. Morreu em Florença, a 7 de maio de 1793, aos 71 anos.
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O pintor Robert Delaunay nasceu há 139 anos
Robert Delaunay est un peintre français né le à Paris et mort le à Montpellier. Avec sa femme Sonia Delaunay et quelques autres, il est le fondateur et le principal artisan du mouvement orphiste, branche du cubisme et important mouvement d'avant-garde du début du XXe siècle. Ses travaux sur la couleur prennent pour origine plusieurs théories de la loi du contraste simultané des couleurs, formulées par Michel-Eugène Chevreul. Par un travail concentré sur l'agencement des couleurs sur la toile, il cherche l'harmonie picturale.
Delaunay fait partie d'une génération d'avant-garde, particulièrement prolifique sur le plan artistique entre 1912 et 1914. Il est très lié (en correspondance, en art, voire en amitié) avec les poètes Guillaume Apollinaire et Blaise Cendrars, les peintres russes Vassily Kandinsky et Michel Larionov, les peintres allemands August Macke ou Franz Marc, le peintre slovaque Geza Szobel.
Après la guerre, il se lie d'amitié avec les artistes du mouvement surréaliste, dont il réalise plusieurs portraits, sans pour autant adopter leurs points de vue et leurs visions artistiques. Il aura notamment une amitié forte et durable avec le poète Tristan Tzara.
Son nom est également associé à la tour Eiffel,
dont il a vu la construction alors qu'il avait quatre ans, et qu'il a
peinte de nombreuses fois dans sa carrière, en utilisant des méthodes
différentes, d'abord néo-impressionniste puis cubiste, et ensuite avec
sa méthode simultanéiste.
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O escultor Mario Cravo nasceu há cento e um anos...
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Marcadores: Brasil, escultura, Mario Cravo, modernismo, pintura
Josephine Baker morreu há 49 anos...
Josephine Baker, nome artístico de Freda Josephine McDonald, (Saint Louis, 3 de junho de 1906 - Paris, 12 de abril de 1975) foi uma célebre cantora e dançarina norte-americana, naturalizada francesa em 1937, e conhecida pelas alcunhas de Vénus Negra, Pérola Negra e ainda Deusa Crioula.
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Guy Berryman, o baixo dos Coldplay, faz hoje 46 anos
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Marcadores: baixo, Clocks, Coldplay, Guy Berryman, música, Rock alternativo
O primeiro voo de um vaivém espacial foi há quarenta e três anos anos
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Marcadores: astronautas, astronáutica, astronomia, Columbia, NASA, vaivém espacial
O álbum de estreia dos R.E.M. foi lançado há 41 anos
Murmur is the debut studio album by American alternative rock band R.E.M., released on April 12, 1983, by I.R.S. Records. Murmur drew critical acclaim upon its release for its unusual sound, defined by lead singer Michael Stipe's cryptic lyrics, guitarist Peter Buck's jangly guitar style, and bass guitarist Mike Mills's melodic basslines.
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Postado por Fernando Martins às 00:41 0 comentários
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Brendon Urie, dos Panic! at the Disco, comemora hoje 37 anos
Brendon Boyd Urie (St. George, 12 de abril de 1987), também conhecido como Brendon Urie, é um cantor e compositor norte-americano. Ele é um dos fundadores, vocalista e atualmente o único membro da formação original da banda Panic! At the Disco.
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Marcadores: Brendon Urie, High Hopes, música, Panic! at the Disco, pop, Rock alternativo
A Disneyland de Paris faz hoje trinta e dois anos
A Disneyland Paris, originalmente Euro Disney Resort, é um resort de entretenimento em Marne-la-Vallée, uma cidade planeada localizada 32 km a leste do centro de Paris, sendo a atração mais visitada em toda a França e Europa. A sua proprietária e administradora é a Euro Disney S.C.A. uma empresa de capital aberto na qual a The Walt Disney Company possui uma participação minoritária. O resort cobre uma área de 19 km² e compreende dois parques temáticos, alguns hotéis resort, um complexo de compras, alimentação e entretenimento e um campo de golfe, além de alguns locais de entretenimento. O Disneyland Park é o parque temático original do complexo e foi aberto com o resort em 12 de abril de 1992. Um segundo parque temático, o Walt Disney Studios Park, foi aberto em 2002. O parque é o segundo mais visitado da Disney em número de visitantes, com 15,6 milhões de pessoas em 2013, colocando-o entre a Disneyland de Anaheim na Califórnia e o Walt Disney World na Flórida, Estados Unidos.
O resort é o segundo parque da Disney a abrir fora dos Estados Unidos, após o Tokyo Disney Resort, e o primeiro a ser operado pela Disney (através da Euro Disney S.C.A.). O resort foi projetado especificamente para seguir o modelo estabelecido pelo Walt Disney World na Flórida.
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Um ditador abandonou o dólar zimbabuano há quinze anos...
Como uma das moedas mais desvalorizadas do mundo, devido ao colapso da economia do país, em julho de 2007, foi lançada a nota de 200 mil dólares zimbabueanos, que, apesar do elevado valor de face, era capaz de comprar pouco mais do que um quilo de açúcar. No mercado paralelo, a moeda, aquando do seu lançamento, era cotada a um dólar americano. Menos de um ano depois foi necessário o lançamento de uma moeda com valor de face de 500 milhões.
Em janeiro de 2009, foram emitidas notas da família "trillion dollar", que já eram impressas com valores nominais de 10, 20, 50 e 100 triliões de dólares zimbabueanos.
Esta moeda sofreu duas reformas monetárias, sendo que na primeira houve o corte de três zeros e na segunda, ocorrida em agosto de 2008, foi efetuado o corte de dez zeros, medida insuficiente para o controle da hiperinflação, que estava a um nível de descontrole tão alto a ponto de superar o fenómeno hiperinflacionário ocorrido na Hungria logo após a Segunda Guerra Mundial.
O dólar zimbabueano foi suspenso oficialmente pelo governo em 2009, devido à hiperinflação, sendo substituído oficialmente pelo dólar dos Estados Unidos (US$). Contudo, usualmente são adotados o rand sul-africano (R), o pula do Botswana (P), a libra esterlina (£) e o euro (€).
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Marcadores: Dólar do Zimbabwe, dólar zimbabueano, hiperinflação, Zimbabué
Montserrat Caballé nasceu há 91 anos...
Postado por Fernando Martins às 00:09 0 comentários
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quinta-feira, abril 11, 2024
Notícia sobre a evolução da geologia da Lua...
A Lua virou do avesso quando ainda era jovem

Cúmulos de ilmenite em ilmenite e o padrão gravitacional produzido na superfície lunar
Um novo estudo do mapa gravitacional da Lua mostra evidências de que há 4,2 mil milhões de anos, o manto do nosso satélite sofreu, literalmente, uma reviravolta.
Um estudo inédito, conduzido pelos cientistas planetários Weigang Liang e Adrien Broquet, da Universidade do Arizona, e publicado esta segunda-feira na Nature Geoscience, pode ter desvendado um dos mistérios mais antigos da Lua.
A sua investigação, centrada nas anomalias gravitacionais da Lua e apoiada por simulações, sugere um acontecimento monumental na história lunar: o manto do satélite da Terra sofreu uma reviravolta dramática há milhares de milhões de anos.
A teoria da reviravolta do manto postula que o manto da Lua se inverteu completamente, trazendo para a superfície o que antes estava enterrado e vice-versa.
Esta hipótese há muito que intriga os cientistas lunares, mas só agora surgiram provas tangíveis que a apoiam, aponta o Science Alert.
As descobertas da equipa, que se alinham com o mapa gravitacional da Lua, apontam para a presença de minerais e rochas densas no lado próximo da Lua, remanescentes dos primeiros tempos do nosso satélite.
Estes materiais densos, especificamente cúmulos de ilmenite ricos em titânio e ferro, fazem parte do “geoquimicamente estranho” Terreno KREEP da Lua. Esta região, que também se sobrepõe aos mares lunares vulcânicos, tem intrigado os cientistas devido à sua composição inesperada de potássio, elementos de terras raras e fósforo.
A compreensão tradicional da densidade sugeriria que estes materiais densos deveriam afundar-se, mas permanecem perto da superfície, um fenómeno explicado pelo revolvimento do manto.
O estudo sugere que, pouco depois de a Lua se ter formado a partir dos destroços de uma colisão colossal entre a Terra e outro corpo celeste, o seu exterior ainda em fusão começou a arrefecer.
Durante este processo de arrefecimento, seria de esperar que a ilmenite mais pesada se afundasse em direção ao núcleo. No entanto, o modelo proposto no estudo indica que estes materiais contribuíram para uma enorme agitação, trazendo-os para a superfície e explicando o Terreno KREEP e as planícies basálticas ricas em ilmenite.
Uma prova crucial que apoia esta teoria foi fornecida da missão GRAIL da NASA, que fez o mapa da gravidade da Lua com um pormenor sem precedentes.
Os dados da missão revelaram anomalias gravitacionais distintas que correspondem aos padrões previstos pelos modelos dos investigadores de revolvimento do manto, confirmando a ocorrência deste evento - há cerca de 4,22 mil milhões de anos.
Postado por Fernando Martins às 17:41 0 comentários
Marcadores: big splash, Crusta, formação do sistema solar, geologia planetária, ilmenite, Lua, Manto, Theia
Mais uma notícia triste para os malucos da "terra jovem"...
Há fósseis marinhos no topo do Evereste (e não, não é culpa de uma grande inundação)

O monte Evereste, a montanha mais alta do Mundo
No topo do Monte Evereste, na cordilheira dos Himalaias, há fósseis de animais marinhos no calcário sedimentar. Mas como?
No cume da montanha mais alta do mundo existem fósseis de animais marinhos, mais concretamente no calcário sedimentar, conhecido como o Calcário de Qomolangma.
Segundo o IFL Science, depois de esta informação ter sido disseminada pela Internet, vários internautas ficaram intrigados com a questão: como teriam estes restos de criaturas do mar chegado ao topo da montanha?
Os fósseis são de criaturas do período Ordovícico, entre 488 milhões e 443 milhões de anos atrás, e incluem trilobites, braquiópodes, ostracodes e crinóides, todos organismos já extintos.
Vários utilizadores apontaram, no Facebook, que o mistério é explicado por uma grande inundação, mas não. A presença dos fósseis é resultado da dinâmica das placas tectónicas, na altura em que os Himalaias ainda não eram uma cordilheira.
Quase todas as rochas sedimentares são formadas pela erosão hídrica, que tritura os minerais ao longo de milhares ou milhões de anos, antes de serem compactados e transformados sob pressão em rochas sedimentares.
A rocha e a presença de antigas criaturas marinhas são um sinal de que o cume do Monte Evereste já esteve submerso e que algo aconteceu para que aquela rocha alcançasse os mais de oito mil metros de altura.
O Evereste e os Himalaias foram formados após uma colisão entre as placas continentais da Eurásia e da Índia, que chocaram há cerca de 40-50 milhões de anos.
A placa da Eurásia foi parcialmente amassada e curvada acima da placa indiana, mas, como ambas têm uma baixa densidade e alta flutuabilidade, nenhuma pôde entrar em subducção, isto é, nenhuma delas mergulhou sob o manto.
Isso fez com que a crosta continental engrossasse e criasse falhas devido às forças de compressão, elevando os Himalaias e o planalto tibetano.
Esta é a razão que explica a presença de fósseis marinhos na montanha.
O Monte Evereste é a montanha de maior altitude do nosso planeta, com o seu pico a posicionar-se a 8849 metros acima do nível do mar. Contudo, há outras montanhas a crescer a um ritmo mais elevado, o que significa que vão ultrapassar o Evereste mais tarde ou mais cedo.
Nanga Parbat, uma montanha localizada na parte paquistanesa da cordilheira dos Himalaias, é a que se encontra mais perto de o ultrapassar. Atualmente, tem 8126 metros de altitude e cresce a um ritmo de sete milímetros por ano.
As previsões indicam que se torne a montanha mais alta do mundo numa questão de um quarto de milhão de anos.
in ZAP
Postado por Fernando Martins às 12:04 0 comentários
Marcadores: Evereste, Himalaias, Ordovícico, Paleontologia, subdução
Poema para recordar um grande Rei...
Túmulo de El-Rei D. João I e da Rainha D. Filipa de Lencastre - Mosteiro da Batalha
O homem e a hora são um só
Quando Deus faz e a história é feita.
O mais é carne, cujo pó
A terra espreita.
Mestre, sem o saber, do Templo
Que Portugal foi feito ser,
Que houveste a glória e deste o exemplo
De o defender.
Teu nome, eleito em sua fama,
É, na ara da nossa alma interna,
A que repele, eterna chama,
A sombra eterna.
in Mensagem (1934) - Fernando Pessoa
Postado por Pedro Luna às 06:06 0 comentários
Marcadores: D. João I, dinastia de Avis, El-Rei, Fernando Pessoa, Filipa de Lencastre, Ínclita geração, Mestre de Avis, poesia

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