sábado, maio 26, 2018

Música adequada à data..

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A cantora Mamie Smith nasceu há 135 anos

Mamie Smith (Cincinnati, 26 de maio de 1883Nova Iorque, 16 de setembro de 1946) foi uma norte-americana cantora de vaudeville, dançarina, pianista e actriz, figurando em vários filmes numa fase mais avançada da sua carreira. Como cantora de vaudeville executou vários estilos, incluindo jazz e blues. Entrou para a história dos blues ao ser a primeira afro-americana a gravar blues vocais em 1920.

Primeiros anos
Mamie Robinson nasceu a 26 de maio de 1883, provavelmente em Cincinnati, Ohio, embora não exista registo do seu nascimento. Enquanto adolescente, dançou no Salem Tutt Whitney's Smart Set.
  
Carreira musical 
A 10 de agosto de 1920 Mamie Smith gravou em Nova Iorque um conjunto de canções, todas escritas pelo experiente compositor afro-americano Perry Bradford, incluindo "Crazy Blues" e "It's Right Here For You (If You Don't Get It, 'Tain't No Fault of Mine)". Estas foram as primeiras gravações de blues vocais por uma cantora afro-americana, tendo o disco se tornado um best-seller explosivo, vendendo um milhão de cópias num ano. Para surpresa das gravadoras, grande número de discos foi comprado por afro-americanos, um mercado até aí negligenciado pela indústria de gravação. "Crazy Blues" em particular foi realçado como um número distintamente "de cor" executado por uma cantora também "de cor". Devido à importância histórica de "Crazy Blues", foi indicado para o Grammy Hall of Fame em 1994 e em 2005 foi seleccionada para conservação permanente no National Recording Registry da Biblioteca do Congresso.
Embora outros afro-americanos tenham gravado antes dela, tais como George W. Johnson na década de 1890, todos eram artistas negros, que tinham um substancial número de seguidores entre as audiências euro-americanas. O sucesso das gravações de Smith fez com que as gravadoras procurassem outras cantoras de blues, dando início à chamada era do blues clássico feminino. Também abriu a indústria de gravação a gravações por e para afro-americanos noutros géneros.
Mamie Smith continuou a fazer uma série de gravações populares para a Okeh ao longo da década de 1920. Fez também algumas gravações para a Victor. Fez tournées pelos Estados Unidos e Europa com a sua banda "Mamie Smith & Her Jazz Hounds" como parte do "Mamie Smith's Struttin' Along Review". Foi promovida como "A Rainha dos Blues". Esta promoção de Mamie Smith depressa foi superada por Bessie Smith, que se designava a si própria como "A Imperatriz dos Blues."
Mamie Smith figurou num dos primeiros filmes sonoros, Jail House Blues, em 1929. Aposentou-se da gravação e actuação em 1931. Voltou a actuar em 1939, figurando no filme Paradise in Harlem produzido pelo seu marido Jack Goldberg. Surgiu em filmes posteriores, incluindo Mystery in Swing, Sunday Sinners (1940), Stolen Paradise (1941), Murder on Lenox Avenue (1941), e Because I Love You (1943). Morreu no final de 1946, em Nova Iorque.
   
   

O ator Peter Cushing nasceu há 105 anos

Cushing em The brides of Dracula (1960)

Peter Cushing (Surrey, 26 de maio de 1913 - Cantuária, 11 de agosto de 1994) foi um premiado ator britânico de cinema, teatro e televisão.

Vida
Filho de George Edward Cushing e Nellie Marie, nasceu em Kenley, no condado de Surrey. Ele e seu irmão mais velho, David, mudaram-se para Dulwich Village, um subúrbio de Londres, voltando posteriormente para Surrey com a mãe e o pai, que era agrimensor.
Desde cedo afeito à representação, a que foi levado por uma tia, que era atriz, dedicou-se ainda ao desenho. Trabalhou como ajudante de agrimensura, usando os dotes para o desenho, ao tempo em que atuava no teatro local. Mudando-se para Londres, estuda na Escola Municipal de Música e Drama.
Atuou no teatro londrino até mudar-se para Hollywood, em 1939, onde atuou em The Man in the Iron Mask, no mesmo ano. Outros filmes nos quais participou foram Chump at Oxford (1939), com Stan Laurel e Oliver Hardy, Vigil in the Night (1940), e They dare not love (1941). Entretanto, depois de uma curta estada, Cushing voltou à Inglaterra.
Em Nova York interpretou na Broadway e ainda no Canadá. Em apoio à sua pátria, contribuiu para o esforço de guerra durante a Segunda Guerra Mundial unindo-se à Associação de Serviços Militares de Entretenimento.
Após a guerra, teve uma grande aparição com Laurence Olivier no filme Hamlet, no qual o seu futuro amigo e companheiro de filmagens, Christopher Lee, teve um pequeno papel. Ambos também apareceram em Moulin Rouge, porém só se voltariam a reunir nos clássicos filmes de terror. Durante a década de 50 chegou a se tornar familiar na televisão inglesa, aparecendo em numerosos filmes, iniciando um trabalho com a lendária Hammer Film Productions nas suas novas versões do terror clássico de 1930. O seu trabalho na produtora está intimamente relacionado ao diretor Terence Fisher, realizando papéis relevantes em filmes, tais quais, The Curse of Frankenstein, Drácula, The Hound of the Baskervilles e The Mummy. Os seus papéis mais notáveis foram os de Sherlock Holmes, Barão Frankeinstein e Van Helsing. Cushing ficou bem conhecido por interpretar o Barão Victor Frankenstein e o Professor Van Helsing numa longa série de filmes de terror produzidos pela Hammer Film Productions nas décadas de 50, 60 e 70. Várias vezes encenou com Christopher Lee, de quem se tornou o melhor amigo.
Mais tarde, declarou que as suas escolhas acerca de papéis se baseavam no que achava que seria aceite pelo público. "Quem quer me ver como Hamlet? Muitos poucos. Mas milhões de pessoas querem me ver como Frankenstein, de modo que é o que eu faço".
Continuou interpretando os papéis de Doutor Frankenstein e Van Helsing, assim como outros personagens de horror nos vinte anos posteriores. Destacou-se também em filmes de outra grande produtora de cinema de terror, a rival Amicus Productions, incluindo películas como Dr. Terror's House of Horrors (1965) e Torture Garden (1967).
Em meados da década de 70 as companhias haviam parado a produção, porém Cushing já se estabelecera como uma estrela do género.
Em 1971, Cushing retirou-se das filmagens de Blood from the Mummy's Tomb após a morte da sua esposa, a atriz Violet Helene Beck (8 de fevereiro de 1905 - 14 de janeiro de 1971), com quem estava casado desde 1943. No ano seguinte declarou à Rádio Times:
Desde que Helen se foi, não consigo encontrar nada. O tempo é interminável, a solidão é quase insuportável e a única coisa que me faz continuar é saber que minha querida Helen e eu vamos nos reunir algum dia. Para continuar, portanto, Helen é a minha única ambição. Você tem a minha permissão para publicar isso ... realmente, você sabe, meu caro, é tudo apenas para matar o tempo. Por favor, publique isso.
Atuou no filme Star Wars Episode IV: A New Hope (1977), no papel de Grand Moff Tarkin, comandante de Darth Vader na "Estrela da Morte", apesar de ter sido originalmente considerado para o papel de Obi-Wan Kenobi.
Durante a produção, Cushing foi presenteado com botas de montaria que apertavam seus pés. George Lucas então lhe deu permissão para desempenhar o papel usando ténis. Os operadores de câmara o filmaram acima dos joelhos ou de pé atrás da mesa da sala de conferências.
Para Star Wars Episódio III: A Vingança dos Sith, Lucas queria Cushing, já falecido, para reprisar seu papel como Tarkin através do uso de imagens de arquivo e da tecnologia digital, mas a qualidade do filme fizera o feito impossível. Além disso, a cena exigiria o corpo cheio de Tarkin, que não estava disponível devido à falta de uso de botas por parte do ator. Em vez disso, Wayne Pygram assumiu o papel porque se considerou que se assemelhava fortemente a Cushing.
Em 1985, o diretor Tom Holland inspirou-se nele e em Vincent Price para criar o caçador de vampiros Peter Vincent, do filme A Hora do Espanto (Fright Night).
Em 1989, foi nomeado Oficial do Império Britânico em reconhecimento de suas contribuições para a profissão de ator no Reino Unido e internacionalmente.
Cushing foi diagnosticado com cancro da próstata em 1982, mas conseguiu sobreviver 12 anos, sem cirurgia, apesar do seu estado de saúde permanecer frágil. Em 1989, foi-lhe concedido o título de Oficial da Ordem do Império Britânico, embora o seu amigo Christopher Lee tenha opinado publicamente que a honra vinha "muito tarde". Cushing retirou-se para Whitstable, no Kent, onde tinha comprado uma casa à beira-mar, em 1959, e continuou o seu hobby de criação de aves e escreveu duas autobiografias. Também trabalhou como pintor, especializado em aguarelas, e escreveu e ilustrou o livro infantil de Lewis Carroll. Foi patrono da Sociedade Vegetariana de 1987 até à morte.
 
À direita com seu parceiro costumeiro de filmagens, Christopher Lee, numa cena de O Expresso do Horror, de (1973)

O realizador Sydney Pollack morreu há dez anos

Pollack teve os seus dois grandes sucessos de bilheteira, aclamados pela crítica, com Tootsie, com Dustin Hoffman, e África Minha, com Meryl Streep e Robert Redford, um de seus actores preferidos, que ganhou o Óscar de melhor filme de 1985 e deu a Pollack o de melhor diretor.
Ele dirigiu, além de outros inúmeros filmes, os episódios das séries de TV "O Fugitivo" e "The Alfred Hitchcock Hour".
Morreu de cancro aos 73 anos, em maio de 2008, na sua casa de Pacific Palisades, distrito de Los Angeles, Califórnia.

O Dr. Morte nasceu há noventa anos

Kevorkian é mundialmente conhecido pela sua luta para fazer do suicídio assistido um direito de todos. Médico patologista aposentado que inventou a “máquina do suicídio”, deu apoio a mais de 130 doentes terminais dos Estados Unidos para porem fim às suas vidas com a eutanásia, ganhando a alcunha de Dr. Morte.

(...)

Em 1988 construiu uma máquina do suicídio e denominou o aparelho de "Thanatron" (de thanatos, morte, em grego) que possibilitava aos pacientes a cometer suicídio apertando um botão que libertava uma série de drogas no organismo. Após as autoridades médicas de Michigan revogarem a licença médica de Kervokian em 1991, não pôde mais prescrever drogas e passou a usar o "Mercytron" (de mercy, misericórdia, em inglês), aparelho controlado pelo próprio paciente para libertar monóxido de carbono numa uma máscara buconasal nos seus suicídios assistidos.
Em junho de 1990 prestou assistência ao suicídio da sua primeira paciente, Janet Adkins, de Portland, Oregon. Ela tinha 54 anos e sofria de Alzheimer. Alguns dias depois, um juiz de Michigan indiciou Kevorkian. Em dezembro de 1990 as denúncias de assassinato contra Kevorkian pela morte de Janet Adkins foram arquivadas, o que encorajou Kevorkian a ajudar mais de 130 pessoas a morrer.
Um dos casos deixou muitas dúvidas na opinião pública quanto aos critérios adotados pelo médico. Rebecca Lou Badger, 39 anos, era tida como portadora de esclerose múltipla. Morreu assistida por Kevorkian. Feita a autópsia, não foi constatada qualquer evidência da doença que teria sido utilizada como justificativa para terminar com a sua vida.

Ações judiciais
Legisladores e promotores tentaram criar obstáculos às ações de Kevorkian. Em 1993 o Poder Legislativo de Michigan criou uma lei que tornava crime alguém fornecer conscientemente a outra pessoa os meios para cometer suicídio, com pena de quatro anos de prisão. O Supremo Tribunal de Michigan declarou, em dezembro de 1994, que a lei era constitucional. Kevorkian enfrentou julgamento por quatro vezes, por denúncias de suicídio assistido, sendo absolvido em três processos e tendo um julgamento anulado, por falhas processuais.
No entanto, em março de 1999, Kevorkian enfrentou um julgamento por acusações de homicídio em vez de suicídio assistido. Thomas Youk estava a morrer duma doença que não lhe permitia,  a ele próprio, administrar as drogas, o que teve que ser feito por Kervokian. O médico documentou a morte do seu paciente em vídeo, que foi ao ar num dos programas de maior audiência da televisão americana, o 60 Minutes, no dia 22 de novembro de 1998. Kevorkian foi denunciado por homicídio qualificado três dias depois.
Neste julgamento, Kevorkian dispensou o advogado que o havia defendido nos casos anteriores e insistiu em se defender pessoalmente. Quando o juiz decidiu que a viúva e o irmão de Thomas Youk não podiam depor como testemunhas, Kevorkian ficou sem argumentos de defesa e foi condenado pelo júri, por homicídio simples, a 25 anos de prisão, mas com direito a liberdade condicional a partir de 2007, por causa de sua idade avançada. Kevorkian admitiu ter ajudado mais de 130 pessoas a se suicidar, mas insistiu em afirmar que não havia matado ninguém diretamente.
  

A cantora Stevie Nicks faz hoje setenta anos!

Stevie Nicks em show dos Fleetwood Mac na Alemanha (Frankfurt - 1977)
  
Stephanie Lynn "Stevie" Nicks (Phoenix, 26 de maio de 1948) é uma cantora e compositora norte-americana que, na sua carreira como cantora da banda de rock Fleetwood Mac e como cantora a solo, já vendeu mais de 140 milhões de discos no mundo. Batizada de "Rainha Reinante do Rock and Roll" em 1981 pela revista Rolling Stone, é considerada um(a) dos "100 Maiores Cantores de todos os Tempos" pela mesma revista. Colocada no Rock and Roll Hall of Fame juntamente com os seus companheiros dos Fleetwood Mac em 1998, teve treze indicações ao Grammy, divididos entre a banda e como cantora a solo.
Nicks juntou-se aos Fleetwood Mac em 1974, juntamente com o seu companheiro Lindsey Buckingham. O segundo álbum da banda com a dupla, Rumours, lançado em 1977, foi aclamado pela crítica e tornou-se o álbum mais vendido de todos os tempos até o ano de seu lançamento e, ainda hoje, ocupa a oitava posição nesta lista, com mais de 40 milhões de cópias vendidas. Rumours manteve-se em nº1 nas paradas norte-americanas durante 31 semanas não consecutivas, alcançou a mesma posição em vários países do mundo e conquistou o Prémio Grammy de Álbum do Ano. Ele produziu quatro canções que fizeram parte do Top 10 da Billboard, com a canção Dreams, escrita e cantada por ela, atingindo o nº 1 na parada de singles.
Em 1981 começou uma carreira a solo com o álbum Bella Donna, que alcançou o disco de platina três meses após lançado e hoje já acumula o certificado de 4 vezes platina. Nicks já gravou mais sete álbuns solo de estúdio até hoje, e seu mais recente trabalho chama-se In Your Dreams, lançado em 2011. Superando o vício em cocaína e dependência de tranquilizantes, continua sendo uma das mais populares cantoras no seu país. É conhecida pela sua voz característica, estilo visual místico e letras simbólicas, assim como por sua famosa (e tensa) química com seu ex-companheiro de vida e de banda, Lindsey Buckingham.
  
 

sexta-feira, maio 25, 2018

Klaus Meine, vocalista dos Scorpions, faz hoje setenta anos!

Klaus Meine (nascido em 25 de maio de 1948, em Hannover) é um cantor e compositor, integrante da banda Scorpions.
  
Klaus Meine foi vocalista e guitarrista de duas bandas, a primeira chamava-se The Mushrooms e a segunda Copernicus, isso no começo dos anos 60, antes de ingressar na banda Scorpions.
A carreira nos Scorpions começou quando Klaus conheceu Rudolf Schenker, fundador da banda, juntamente com o seu irmão Michael Schenker, em 1969, de modo que juntos formaram a banda com Lothar Heimberg (baixo) e Wolfgang Dziony (bateria).  
Quando era adolescente Klaus Meine ouvia muito rock dos anos 50 e 60, principalmente o dos Beatles (o que ele confirma no DVD Unbreakable "One Night in Vienna") que o influenciou a cantar, tocar e criar a sua primeira banda: The Mushrooms.
Ao lado de Rudolf Schenker, Klaus Meine jamais deixou os Scorpions e, juntamente com ele, é responsável pela maioria das composições da banda. Nascido em 1948, Klaus é natural de Hannover, cidade no sudeste da Alemanha, sempre esteve ligado à música, por influência do pai, Hugo Meine. Começou a tocar em pubs alemães e, em 1969, conheceu Rudolf, que lhe apresentou seu irmão, o guitarrista Michael Schenker e o indicou para tocar na banda que Klaus tinha na época, os Copernicus. Um ano mais tarde os dois juntaram-se aos Scorpions.
Os Scorpions passaram os sete primeiros anos de carreira tentando conquistar o público em bares locais, vindo a gravar seu primeiro disco em 1972, com Klaus Meine nos vocais, logo após isso Lothar Heimberg e Wolfgang Dziony resolvem abandonar o grupo e Michael Schenker passa a ser o guitarrista da banda londrina UFO, sozinho com Rudolf, Klaus dá continuidade ao trabalho, entrando em contato com o guitarrista Uli Jon Roth, que convida o baixista Francis Buchholz, lançando o segundo disco Fly To The Rainbow em 1974, logo após convida Rudy Lenners para assumir a bateria e lançam o terceiro disco In Trance fazendo sucesso em toda a Europa
Klaus e Rudolf, reformulam o Scorpions. Com a entrada do guitarrista Ulrich Roth os Scorpions fazem grande sucesso na Europa, graças aos ótimos álbuns que lança, a voz marcante de Klaus e as suas composições ao lado de Rudolf.
Em 1981, Klaus perdeu sua voz após a Animal Magnetism Tour, como consequência do aparecimento de nódulos nas suas cordas vocais. Ele chegou a pensar em abandonar a banda, com receio de não poder mais cantar. E foi aí que Meine recebeu a maior prova de amizade de seus companheiros que aguardaram Klaus recuperasse da delicada cirurgia que sofreu às cordas vocais para prosseguirem. 
  
Após consultar um fonoaudiologista sobre o problema, Klaus Meine foi aconselhado a deixar de lado a carreira, recorrendo à ajuda de um famoso especialista em Viena, que tratava cantores de ópera, passou por duas cirurgias e um treino vocal intenso, tratamento tão eficiente que Klaus Meine voltou com amplitude vocal ainda maior do que tinha anteriormente.
Três anos após as cirurgias e o tratamento, Klaus Meine gravou em 1984 "Still Loving You", um dos hinos do rock mundial, o grande sucesso, até hoje, do álbum "Love at First Sting".
  
Klaus Meine canta desde os nove anos de idade, e além disso toca instrumentos como violão, viola de 12 cordas, guitarras elétricas e acústicas. Também foi responsável pela maioria das composições do grupo, como "Still loving you", Wind of Change, "Send me an Angel", "Rhythm of Love", "In Trance", "Rock you like a Hurricane", "When the smoke is going down", "Blackout", "Dynamite", "Big City Nights", "Can't live without you", "No one like you", entre outras.
  
Possui mais de 50 anos de carreira, pois começou a cantar aos nove anos. Considerado um alemão simpático, gosta de ler biografias; de praticar desportos como futebol, ténis e basquetebol; de viajar para lugares como Berlim, Los Angeles, Paris e Nova york e de dirigir carros como os da marca Mercedes. É motivado por novos desafios, pessoas e música. É casado com Gabi Meine, que conheceu depois de um show em 1972. Na época, Gabi tinha apenas 16 anos. São casados desde 1972. O casal tem um filho: Christian Julian, nascido em 1985. Faz ações sociais com a Nordoff Robbins e com a Unicef. Antes de ser músico vendia cortinas para ganhar a vida.
 

A Organização da Unidade Africana foi criada há 55 anos

(imagem daqui)
   
A Organização da Unidade Africana (OUA) foi criada a 25 de maio de 1963 em Adis Abeba, Etiópia, por iniciativa do Imperador etíope, Haile Selassie através da assinatura da sua Constituição por representantes de 32 governos de países africanos independentes. A OUA foi substituída pela União Africana a 9 de julho de 2002.
Bandeira da União Africana
  
Os objetivos da OUA, expressos na sua Constituição eram:
  • Promover a unidade e solidariedade entre os estados africanos;
  • Coordenar e intensificar a cooperação entre os estados africanos, no sentido de atingir uma vida melhor para os povos de África;
  • Defender a soberania, integridade territorial e independência dos estados africanos;
  • Erradicar todas as formas de colonialismo da África;
  • Promover a cooperação internacional, respeitando a Carta das Nações Unidas e a Declaração Universal dos Direitos Humanos;
  • Coordenar e harmonizar as políticas dos estados membros nas esferas política, diplomática, económica, educacional, cultural, da saúde, bem estar, ciência, técnica e de defesa.
 
Africa Day is the annual commemoration on May 25 of the 1963 founding of the Organisation of African Unity (OAU). On this day, leaders of 30 of the 32 independent African states signed a founding charter in Addis Ababa, Ethiopia. In 1991, the OAU established the African Economic Community, and in 2002 the OAU established its own successor, the African Union. However, the name and date of Africa Day has been retained as a celebration of African unity. 2012's theme of Africa Day is "Africa and the Diaspora." The New York celebration was held in New York City on May 31, 2011. In Nairobi, it was celebrated at Uhuru Park Recreational Park. It should also be noted that Africa Day is observed as a public holiday in only five African countries, that is, Ghana , Mali, Namibia, Zambia and Zimbabwe. However, celebrations are held in some African countries, as well as by Africans in the diaspora.

Hoje é o Dia da Toalha...!

O Dia da Toalha é celebrado no dia 25 de maio como uma homenagem dos fãs ao autor da série The Hitchhiker's Guide to the Galaxy (no Brasil O Guia do Mochileiro das Galáxias, em Portugal À Boleia Pela Galáxia), Douglas Adams.


(imagem daqui)
  
O Dia do Orgulho Lusista e Reintegrata celebra-se a 25 de maio e é um festejo lúdico criado em 2007 na Galiza por pessoas que seguem a linha reintegracionista para a língua galega, isto é, que defendem que o galego e o português são uma só língua.
A data foi escolhida em homenagem à série À Boleia pela Galáxia, de Douglas Adams, que assinalava a toalha como um dos utensílios imprescindíveis. É precisamente a toalha o motivo pelo qual muitos galegos travaram o seu primeiro contacto com as localidades do norte de Portugal. Por estas razões, o Dia do Orgulho Lusista e Reintegrata coincide propositadamente com o Dia da Toalha, reafirmando o caráter lúdico do evento.


Towel Day 2005, Innsbruck, Austria, where, by his own account, Adams got the inspiration to write the Guide

Towel Day is celebrated every year on 25 May as a tribute to the author Douglas Adams by his fans. On this day, fans carry a towel with them to demonstrate their appreciation for the books and the author, as referred to in Adams' The Hitchhiker's Guide to the Galaxy. The commemoration was first held in 2001, two weeks after Adams' death on 11 May 2001.
 
The original quotation that explained the importance of towels is found in Chapter 3 of Adams' work The Hitchhiker's Guide to the Galaxy.
A towel, it says, is about the most massively useful thing an interstellar hitchhiker can have. Partly it has great practical value. You can wrap it around you for warmth as you bound across the cold moons of Jaglan Beta; you can lie on it on the brilliant marble-sanded beaches of Santraginus V, inhaling the heady sea vapours; you can sleep under it beneath the stars which shine so redly on the desert world of Kakrafoon; use it to sail a miniraft down the slow heavy River Moth; wet it for use in hand-to-hand-combat; wrap it round your head to ward off noxious fumes or avoid the gaze of the Ravenous Bugblatter Beast of Traal (such a mind-bogglingly stupid animal, it assumes that if you can't see it, it can't see you); you can wave your towel in emergencies as a distress signal, and of course dry yourself off with it if it still seems to be clean enough. More importantly, a towel has immense psychological value. For some reason, if a strag (strag: non-hitch hiker) discovers that a hitchhiker has his towel with him, he will automatically assume that he is also in possession of a toothbrush, face flannel, soap, tin of biscuits, flask, compass, map, ball of string, gnat spray, wet weather gear, space suit etc., etc. Furthermore, the strag will then happily lend the hitch hiker any of these or a dozen other items that the hitch hiker might accidentally have "lost." What the strag will think is that any man who can hitch the length and breadth of the galaxy, rough it, slum it, struggle against terrible odds, win through, and still knows where his towel is, is clearly a man to be reckoned with.
Hence a phrase that has passed into hitchhiking slang, as in "Hey, you sass that hoopy Ford Prefect? There's a frood who really knows where his towel is." (Sass: know, be aware of, meet, have sex with; hoopy: really together guy; frood: really amazingly together guy.)
Douglas Adams, The Hitchhiker's Guide to the Galaxy
The emphasis on towels is a reference to Hitch-hiker's Guide to Europe by Ken Welsh, which inspired Adams' fictional guidebook and also stresses the importance of towels.
The original article that began Towel Day was posted at "Binary Freedom", a short-lived open source forum.
  

quinta-feira, maio 24, 2018

Copérnico morreu há 475 anos

Nicolau Copérnico (Toruń, 19 de fevereiro de 1473 - Frauenburgo, 24 de maio de 1543) foi um astrónomo e matemático polaco que desenvolveu a teoria heliocêntrica. Foi também cónego da Igreja Católica, governador e administrador, jurista, astrólogo e médico.
A sua teoria do Heliocentrismo, que colocava o Sol como o centro do Sistema Solar, contrariando a então vigente teoria geocêntrica (que considerava a Terra como o centro), é tida como uma das mais importantes hipóteses científicas de todos os tempos, tendo constituído o ponto de partida da astronomia moderna.
  
(...)
  
A teoria do modelo heliocêntrico, a maior teoria de Copérnico, foi publicada em seu livro, De revolutionibus orbium coelestium ("Da revolução de esferas celestes"), durante o ano da sua morte, 1543. Apesar disso, ele já havia desenvolvido sua teoria algumas décadas antes.
O livro marcou o começo de uma mudança de um universo geocêntrico, ou antropocêntrico, com a Terra em seu centro. Copérnico acreditava que a Terra era apenas mais um planeta que concluía uma órbita em torno de um sol fixo todo ano e que girava em torno de seu eixo todo dia. Ele chegou a essa correta explicação do conhecimento de outros planetas e explicou a origem dos equinócios corretamente, através da vagarosa mudança da posição do eixo rotacional da Terra. Ele também deu uma clara explicação da causa das estações: o eixo de rotação da Terra não é perpendicular ao plano de sua órbita.
Em sua teoria, Copérnico descrevia mais círculos, os quais tinham os mesmos centros, do que a teoria de Ptolomeu (modelo geocêntrico). Apesar de Copérnico colocar o Sol como centro das esferas celestiais, ele não fez do Sol o centro do universo, mas perto dele.
  
(...)
  
Em 24 de maio de 1543 morre Copérnico, em Frauenburgo, no mesmo dia da publicação da sua obra "Da revolução de esferas celestes".

quarta-feira, maio 23, 2018

Cornell Capa, o fotógrafo e irmão mais novo de Robert Capa, morreu há dez anos

(imagem daqui)

Cornell Capa (10 de abril de 1918, Budapeste - 23 de maio de 2008, Nova Iorque) foi um fotógrafo americano, membro da Agência Magnum e o irmão mais novo do fotojornalista e famoso fotógrafo de guerra, Robert Capa.
Nascido como Cornell Friedmann, Cornel Friedmann ou Kornel Friedmann em Budapeste, Hungria, a 10 de abril de 1918, ele era o filho mais novo de Dezso e Julia Berkovits Friedmann, um casal judeu que não praticava nenhuma religião. Os seus pais eram donos de uma próspera alfaiataria onde Dezso era o chefe dos alfaiates. Em 1931,o seu irmão Robert foi forçado a deixar o país por causa de atividades de estudante esquerdistas que tinham sofrido a atenção de funcionários do ditador húngaro anti-semita, Miklós Horthy. Em 1935, o seu irmão mais velho, Laszlo, morreu de febre reumática.
Em 1936, aos 18 anos de idade, Cornell foi para Paris para trabalhar com seu irmão Robert, um notável fotojornalista. Em 1937, Cornell Capa se mudou para Nova Iorque para trabalhar no darkroom da revista Life. Depois de servir na Força Aérea dos Estados Unidos, Capa tornou-se fotógrafo da revista Life em 1946. As muitas capas que Capa tirou para a revista incluem retratos como os da celebridade Jack Paar, da artista Grandma Moses e do ator Clark Gable.
Em maio de 1954, o irmão Robert Capa foi morto por uma mina durante as tensões que levaram à Guerra do Vietname. Naquele mesmo ano, Cornell Capa juntou-se à Agência Magnum, a agência de fotografia co-fundada pelo seu irmão. Para a Magnum, Capa cobriu a União Soviética, a Guerra dos Seis Dias e políticos americanos.
Começando em 1967, Cornell Capa montou uma série de exibições e livros com o título de The Concerned Photographer ("O Fotografo Preocupado", numa tradução literal). As exibições levaram ao estabelecimento em 1974 do International Center of Photography (Centro Internacional de Fotografia) em Nova Iorque. Capa serviu por muitos anos como diretor do Centro. Ele publicou varias coleções de fotografias suas, incluindo JFK for President ("JFK para Presidente"), uma série de fotografias sobre a campanha presidencial de 1960 que ele fez para a revista Life. Capa também publicou um livro sobre os primeiros 100 dias da presidência de Kennedy, com Henri Cartier-Bresson e Elliott Erwitt, seus colegas fotógrafos da Magnum.
Capa escreveu prefácios para diversas coleções das fotografias do seu irmão e foi conhecido como um protetor da memória e reputação de Robert Capa. Por exemplo, quando foi referido que a famosa fotografia de Robert Capa de um soldado espanhol caído durante a Guerra Civil Espanhola era falsa e não tirada no "momento da morte", Cornell Capa entrou numa longa batalha para estabelecer a legitimidade da fotografia, e até localizou o nome do soldado e a data de sua morte.
Capa morreu na cidade de Nova Iorque em 23 de maio de 2008, apenas dois dias antes do aniversário da morte (54 anos) do seu irmão.

Cornell Capa © International Center of Photography

Georges Moustaki morreu há cinco anos

Georges Moustaki (Alexandria, 3 de maio de 1934 - Nice, 23 de maio de 2013), nascido Giuseppe Mustacchi, foi um compositor e cantor francês.
Nascido no Egito, de pais judeus gregos originários de Corfu, cresceu num ambiente multicultural (judeu, grego, italiano, árabe e francês) e cedo se apaixonou pela literatura e pela canção francesas - particularmente por Édith Piaf.
Transfere-se para Paris em 1951, onde trabalha como jornalista e depois barman num piano-bar, o que o leva a conhecer personalidades do mundo musical da época, como Georges Brassens, que terá grande influência sobre a sua carreira e de quem adota o nome.
Em 1958, encontrará Édith Piaf. Para ela escreverá uma das suas canções mais conhecidas - Milord - e com ela viverá um rápido e intenso romance.
Em 1974 gravou a canção Portugal, versão do Fado Tropical de Chico Buarque, dedicada à Revolução dos Cravos.
  
 

terça-feira, maio 22, 2018

A EXPO'98 começou há vinte anos

A EXPO'98, Exposição Mundial de 1998, ou, oficialmente, Exposição Internacional de Lisboa de 1998, cujo tema foi "Os oceanos: um património para o futuro", realizou-se em Lisboa, Portugal de 22 de maio a 30 de setembro de 1998.
A zona escolhida para albergar o recinto foi o limite oriental da cidade junto ao rio Tejo. Foram construídos diversos pavilhões, alguns dos quais ainda permanecem ao serviço dos habitantes e visitantes, integrados no agora designado Parque das Nações, destacando-se o Oceanário (o maior aquário do Mundo com a reprodução de 5 oceanos distintos e numerosas espécies de mamíferos e peixes, do arquitecto Peter Chermayeff) um pavilhão de múltiplas utilizações (Pavilhão Atlântico, do arquitecto Regino Cruz) e um complexo de transportes com metropolitano e ligações ferroviárias (Estação do Oriente, do arquitecto Santiago Calatrava).
A EXPO'98 atraiu cerca de 11 milhões de visitantes, apesar de previsões iniciais apontarem para cerca de 15 milhões, o que veio a justificar algumas opções de gestão de carácter duvidoso, e, acima de tudo, ruinosas para a empresa e seus accionistas. Parte do seu sucesso ficou a dever-se à vitalidade cultural que demonstrou - por exemplo, os seus cerca de 5000 eventos musicais constituíram um dos maiores festivais musicais da história da humanidade. Arquitectonicamente, a Expo revolucionou esta parte da cidade e influenciou os hábitos de conservação urbana dos portugueses - pode dizer-se que o Parque das Nações é um exemplo de conservação bem-sucedida dum espaço urbano.
Foi considerado pelo BIE (o organismo internacional que elege as cidades a receberem as exposições) como a melhor Exposição Mundial de sempre.
A utilização pioneira de ferramentas de design para grandes projectos de arquitectura, engenharia e construção transformou a EXPO'98 num caso de estudo internacional na área do desenho assistido por computador (CAD). O exemplo pegou e outras obras seguiram também a mesma metodologia, desta experiência transformada já em «case study».
O pioneirismo da EXPO foi, aliás, ressaltado por um trabalho de reportagem intitulado 'A Tale of Two Cities' publicado na edição de junho de 1999, da Computer Graphics World (volume 22, nº6), a revista de referência internacional do sector.
«Os clássicos estiradores foram substituídos por estações de trabalho. Estávamos em 1993, o que provocou uma verdadeira revolução no modo de trabalhar típico deste sector e representou uma situação ímpar na história de grandes projectos no nosso país». O homem no centro desta operação foi José da Conceição Silva, um especialista de Informática da área de CAD/AEC, do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), de Lisboa, requisitado para a Parque Expo para responsável pelo Departamento de CAD, GIS, Web e Multimédia.


Vista geral do zona central da EXPO'98

Antes da Expo
A ideia de organizar uma Exposição Internacional em Portugal surgiu em 1989, da parte de António Mega Ferreira e Vasco Graça Moura. Ambos estavam à frente da comissão para as comemorações dos 500 anos dos Descobrimentos portugueses, liderada por Francisco Faria Paulino, director do Pavilhão de Portugal na Exposição de Sevilha, tendo também desempenhado as funções de Secretário-Executivo e Comissário-Geral Adjunto da Comissão Nacional para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses entre 1988 e 1996 e com as funções de director do Pavilhão de Portugal na Exposição Universal de Sevilha e de Comissário-Geral Adjunto do Pavilhão de Portugal na Exposição Internacional de Génova em 1992. Em 2008, foi também Comissário Executivo das Comemorações dos 500 anos da Cidade do Funchal.
Uma vez obtido o apoio do Governo, Mega Ferreira apresentou o projecto ao Bureau International d'Expositions. A candidatura de Lisboa ganhou à de Toronto. Criou-se uma empresa, Parque Expo, com vista a criar um evento auto-sustentável que obtivesse receitas de bilhetes vendidos e pela venda de terrenos adjacentes à exposição.
O primeiro comissário da EXPO'98 foi António Cardoso e Cunha. Foi substituído em 1997 por José de Melo Torres Campos, já sob o governo do Partido Socialista.
Decidiu-se construir a exposição na zona oriental de Lisboa, que vira através dos anos uma degradação crescente. A antiga Doca dos Olivais, contacto privilegiado com o rio onde outrora atracavam hidroaviões, estava transformada num terreno industrial bastante degradado. A zona de 50 hectares onde hoje está o recinto era, no fim dos anos oitenta, um campo de contentores, matadouros e indústrias poluentes. Toda a exposição foi construída do zero. A torre da refinaria da Petrogal, única estrutura conservada, ficou como lembrança do espaço antes da intervenção. Houve um grande cuidado para que quase todos os equipamentos do recinto tivessem utilização posterior, evitando assim o seu abandono e a degradação, como aconteceu em Sevilha em 1992.
Em paralelo, lançaram-se grandes obras públicas. Entre as maiores estão a Ponte Vasco da Gama (a maior da Europa à data), uma nova linha de metro com sete estações e um interface rodo-ferroviário, a Gare do Oriente.
  
Bilhetes
Foram emitidos bilhetes de um dia (5.000$00 - 25 euros), três dias (12.500$00 - 62,35 euros), e bilhetes diários apenas para a parte da noite (2500$00–12,50 euros). Existia também um passe livre com acesso ilimitado à exposição durante três meses (50.000$00 - 250 euros).
A Swatch lançou alguns meses antes da exposição o modelo Adamastor, que continha um chip carregado com um bilhete de um dia. Para entrar, bastava encostar o relógio ao sensor presente em todos os molinetes de entrada.
Símbolos
O tema musical da exposição foi composto em 1996 por Nuno Rebelo. A peça, de seu nome "Pangea" (o nome do super-continente mesozóico de onde derivaram os atuais), misturava sobre guitarras portuguesas e uma base sinfónica de cariz épico muitas e díspares sonoridades, reminiscentes dos quatro cantos do mundo.
O logótipo da EXPO'98, representando o mar e o sol, foi concebido por Augusto Tavares Dias, director criativo de publicidade.
A mascote, concebida pelo pintor António Modesto e pelo escultor Artur Moreira, foi seleccionada de entre 309 propostas e baptizada de Gil (em homenagem a Gil Eanes), por José Luís Coelho, um estudante do 2º ciclo, num concurso que envolveu escolas de todo o país.


Pavilhões
Durante a EXPO'98 houve dois tipos de pavilhões; os temáticos da responsabilidade da Parque EXPO (Departamento de Conteúdos), e os pavilhões das Regiões Autónomas, entidades convidadas e patrocinadores.

Pavilhões temáticos:
  1. Pavilhão do Futuro
  2. Pavilhão da Realidade Virtual
  3. Pavilhão da Utopia
  4. Pavilhão de Portugal
  5. Pavilhão do Conhecimento dos Mares
  6. Pavilhão dos Oceanos
  7. Pavilhão do Território
  8. Pavilhão da Água
  9. Exibição Náutica
Outros pavilhões:
  1. Pavilhão dos Açores
  2. Pavilhão da Guiné-Bissau
  3. Pavilhão de Macau
  4. Pavilhão da Madeira
Pavilhões dos países participantes
África
América
Ásia
Europa
Oceânia
Depois da Expo
A exposição fechou as portas já ao nascer do dia 1 de outubro de 1998. A última noite viu a maior enchente da sua história, tendo entrado no recinto depois das 20 horas cerca de 215 mil pessoas. A certo ponto da noite, e por razões de segurança, tiveram de ser destrancados os molinetes de acesso, o que faz com que nunca tenha havido um número certo para a quantidade de gente que se concentrou para ver o fogo-de-artifício de encerramento, o maior alguma vez realizado em Portugal.
De 1 a 15 de outubro de 1998, o recinto esteve fechado ao público. Reabriu, já como Parque das Nações, recebendo nesse primeiro fim-de-semana mais de 100 mil visitantes. O Oceanário, o Pavilhão do Futuro, do Conhecimento dos Mares, permaneceram com as exposições que exibiram durante a EXPO'98 até ao dia 31 de dezembro de 1998. Em fevereiro de 1999 já era possível encontrar algumas alterações no Parque das Nações, tais como:
Muitas zonas do Parque das Nações foram sendo gradualmente vendidas para habitação e escritórios. No fim do processo de venda de terrenos, as receitas tinham superado o custo da exposição em oito vezes.
A zona oriental de Lisboa é hoje o bairro mais moderno da cidade, concentrando áreas comerciais, culturais e de lazer com uma vista privilegiada do rio Tejo. A zona atraiu uma série de instituições e empresas de grande nome, que aí basearam as suas sedes ou representações (Agência Europeia de Segurança Marítima, Vodafone, Sonae.com, Sony etc.). Cerca de 28 mil pessoas habitam nas suas áreas residenciais, "Norte" e "Sul".