sexta-feira, julho 31, 2026
Guitarra Toca Baixinho...
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O cantor Francisco José morreu há 38 anos...
Postado por Fernando Martins às 00:38 0 comentários
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sábado, julho 04, 2026
Henrique Viana morreu há dezanove anos...
Henrique Viana (Lisboa, 29 de junho de 1936 - Lisboa, 4 de julho de 2007) foi um ator português.
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sábado, junho 13, 2026
Música duplamente adequada à data...
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Hermínia Silva morreu há trinta e três anos...
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quarta-feira, junho 03, 2026
Dance Josie, Dance...
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Hoje é dia de recordar Josephine Baker...
Postado por Pedro Luna às 01:20 0 comentários
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Josephine Baker nasceu há cento e vinte anos...
Josephine Baker, nome artístico de Freda Josephine McDonald, (Saint Louis, 3 de junho de 1906 - Paris, 12 de abril de 1975) foi uma célebre cantora e dançarina norte-americana, naturalizada francesa em 1937, e conhecida pelas alcunhas de Vénus Negra, Pérola Negra e ainda Deusa Crioula.
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sexta-feira, maio 29, 2026
Saudades de Max...
Postado por Pedro Luna às 04:06 0 comentários
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Max morreu há quarenta e seis anos...
Maximiano de Sousa ou Max (Funchal, Madeira, 20 de janeiro de 1918 - 29 de maio de 1980) foi um cantor e fadista português.
Postado por Fernando Martins às 00:46 0 comentários
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domingo, maio 10, 2026
Hoje é dia de recordar João Villaret...
Postado por Pedro Luna às 11:30 0 comentários
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João Villaret nasceu há cento e treze anos...
- O Pai Tirano, de António Lopes Ribeiro (1941), numa breve aparição, como pedinte mudo;
- Inês de Castro, de Leitão de Barros (1945), onde representa Martim, o bobo;
- Camões, de Leitão de Barros (1946);
- Três Espelhos, de Ladislao Vadja (1947), onde representa o inspector;
- Frei Luís de Sousa, de António Lopes Ribeiro (1950), no papel de criado;
- O Primo Basílio, de António Lopes Ribeiro (1959).
Declamador
Postado por Fernando Martins às 01:13 0 comentários
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quarta-feira, abril 15, 2026
Saudades de Beatriz Costa...
Postado por Pedro Luna às 03:00 0 comentários
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Beatriz Costa morreu há trinta anos...
Beatriz Costa, pseudónimo de Beatriz da Conceição (Charneca do Milharado, Mafra, 14 de dezembro de 1907 - Lisboa, 15 de abril de 1996) foi uma atriz de teatro e cinema portuguesa, sendo um ícone da cultura popular portuguesa.

Postado por Fernando Martins às 00:30 0 comentários
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domingo, abril 12, 2026
Hoje é dia de recordar Josephine Baker...
Postado por Pedro Luna às 05:10 0 comentários
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Josephine Baker morreu há cinquenta e um anos...
Josephine Baker, nome artístico de Freda Josephine McDonald, (Saint Louis, 3 de junho de 1906 - Paris, 12 de abril de 1975) foi uma célebre cantora e dançarina norte-americana, naturalizada francesa em 1937, e conhecida pelas alcunhas de Vénus Negra, Pérola Negra e ainda Deusa Crioula.
Postado por Fernando Martins às 00:51 0 comentários
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quarta-feira, janeiro 21, 2026
João Villaret morreu há 65 anos...
João Villaret nasceu em Lisboa, em 1913, filho do médico Frederico Villaret e de Josefina Gouveia da Silva Pereira. Frequentou o colégio inglês na Rua Marquês de Abrantes e depois o Liceu de Passos Manuel, onde foi bom aluno. Desde cedo revelou interesse pelas artes. Aos 15 anos ingressou no Conservatório Nacional de Lisboa. Amélia Rey Colaço e Robles Monteiro tiveram um papel preponderante na sua iniciação teatral. Em 1930 concluiu o curso e a 16 de outubro de 1931 estreava-se interpretando um papel na peça Leonor Teles, de Marcelino Mesquita.
Trabalhou no teatro, cinema e foi um grande declamador de poesia, a sua maior paixão. Era um actor ecléctico, pois além do teatro clássico também se dedicou ao teatro de revista. Fez várias digressões a África e ao Brasil, onde esteve sete vezes. Nos últimos anos, aos domingos, tinha um programa na RTP, onde declamava poesia e contava histórias curiosas do mundo cultural. Num desses episódios referiu que o seu amigo António Botto o apresentou a Fernando Pessoa, encontro que muito o impressionou.
Villaret era diabético, mas era avesso a tratamentos e dietas. Em 1958, quando esteve em Nova Lisboa consultou um calista que ao extrair-lhe uma calosidade lhe provocou uma ferida num pé, o que viria a ter consequências funestas. Viria a morrer de insuficiência renal em 1961, aos 47 anos.- O Pai Tirano, de António Lopes Ribeiro (1941), numa breve aparição, como pedinte mudo e cego;
- Inês de Castro, de Leitão de Barros (1945), onde representa Martin, o bobo;
- Camões, de Leitão de Barros (1946);
- Três Espelhos, de Ladislao Vadja (1947), onde representa o inspector;
- Frei Luís de Sousa, de António Lopes Ribeiro (1950), no papel de criado;
- O Primo Basílio, de António Lopes Ribeiro (1959).
Declamador
- Procissão, de António Lopes Ribeiro (1955);
- Cântico negro, de José Régio;
- O menino de sua mãe, de Fernando Pessoa.
Na música, Villaret também deu cartas, sendo criador de grandes sucessos, como "Rosa Araújo", "Santo António" (proibidos pela Censura do Estado Novo) e "Sinfonia do Ribatejo", na revista "Não Faças Ondas", em 1956, e do poema-canção "Recado a Lisboa", que até hoje predomina como um verdadeiro clássico da história da Música Portuguesa.
A sua mais conhecida obra, devido à sua originalidade, é a seguinte:
Em Lisboa o Teatro Villaret recebeu o seu nome como homenagem pela sua carreira.
Em Loures há uma escola com o nome de João Villaret. A escola ensina crianças desde o 5.º até ao 9.º ano.
Postado por Fernando Martins às 06:50 0 comentários
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domingo, janeiro 11, 2026
Hoje é dia de ouvir cantar fado...!
Postado por Pedro Luna às 04:10 0 comentários
Marcadores: cinema, Fado, música, Raquel Tavares, Teatro de Revista, world music, Zanguei me com meu amor
Raquel Tavares faz hoje quarenta e um anos
Raquel Tavares nasceu em 11 de janeiro de 1985 em Lisboa. Oriunda de uma família com ligação ao panorama musical da canção de Lisboa, Raquel, desde muito cedo, frequentava os "cantos e recantos" das tertúlias do fado.
O seu nome ganhou uma notoriedade nacional no fado pela primeira vez em 1997, ano em que, com 12 anos, venceu na Grande Noite do Fado, iniciativa da Casa da Imprensa.
Em 2004, regista-se a estreia no cinema com Raquel a desempenhar um pequeno papel de fadista, no filme de Mário Barroso denominado O Milagre Segundo Salomé.
Ainda antes de de lançar o seu álbum homónimo foi a "atração nacional" na revista do ano de 2005 "Arre Potter que é demais!", no Parque Mayer, mais concretamente no Teatro Maria Vitória.
O seu álbum Raquel Tavares chegaria ao mercado, em 2006, pela editora Movieplay Portuguesa. Na produção esteve Jorge Fernando, que também tocou viola. Acompanham ainda a fadista Custódio Castelo na guitarra portuguesa, Diogo Clemente na viola e Filipe Larsen na viola baixo.Ainda em 2006 Raquel Tavares recebeu o "Prémio Amália Rodrigues" para "Revelação Feminina", da Fundação Amália Rodrigues. Já em 2007 seria a vez da Casa da Imprensa lhe atribuir o "Prémio Revelação".
Na primavera de 2008, também pela editora discográfica Movieplay, saiu Bairro, o álbum de estúdio seguinte produzido por Diogo Clemente que também toca viola de fado. Este trabalho inclui ainda um DVD com realização de Aurélio Vasques e Ana Rocha de Sousa.
Temas de Raquel Tavares surgem em diversas compilações, como "Manjerico", presente na secção "Hoje" de Fado: Sempre! Ontem, Hoje e Amanhã = Always! Yesterday, Today and Tomorrow, da iPlay, de 2008, ou "Meditando Eu a Vi", tema de 2004 do álbum Fado Sentido de João Pedro que seria incluído em Novo Fado da editora Difference, em 2006.
A fadista foi uma das vozes escolhidas para participar na homenagem a Adriano Correia de Oliveira, no CD e DVD da Movieplay, Adriano, Aqui e Agora: O Tributo, de 2007, interpretando "Cantar Para Um Pastor", com arranjo de Diogo Clemente, tendo ainda participado noutro tributo no mesmo ano, neste caso no documentário de João Pedro Moreira Não me Obriguem a Vir para a Rua Gritar : Tributo a Zeca Afonso, da SubFilmes.Raquel Tavares passou por várias casas de fados ("Café Luso", "Senhor Vinho", "Arcadas do Faia", "Adega Mesquita", "Adega Machado"), sendo em 2009 uma presença regular na Casa de Linhares "Bacalhau De Molho", onde se podiam também encontrar nomes como Celeste Rodrigues, Maria da Nazaré, Ana Moura, Jorge Fernando, Manuel Bastos, Maria do Carmo ou Vânia Duarte.
Por esta altura, as actuações de Raquel estendem-se além fronteiras, com visitas registadas a vários países e cidades como Paris, Roma, Madrid e até a Santiago do Chile.
Raquel Tavares participou no documentário O Fado da Bia (2012), realizado por Diogo Varela Silva, tendo com figura central a Beatriz da Conceição.
Em 2016 foi lançado Raquel, um álbum que contou com participações especiais de Rui Massena, Carlão, Rui Veloso e de António Serrano.
Assinala a fadista Beatriz da Conceição como uma das suas maiores referências.Postado por Fernando Martins às 00:41 0 comentários
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quinta-feira, janeiro 08, 2026
José Viana morreu há vinte e três anos...
José Viana recebeu por seis vezes o Prémio Bordalo, ou Prémio da Imprensa, atribuídos pela Casa da Imprensa, metade deles como ator e a outra metade como autor, sempre na categoria "Teatro de Revista":
- Prémio Bordalo (1963), como ator, acompanhado pela atriz Aida Baptista, dos autores Fernando Santos e Nelson de Barros e da Companhia de Hermes Portela.
- Prémio Bordalo (1967), partilhado com Aníbal Nazaré e Eugénio Salvador, pela peça Pão, Pão, Queijo, Queijo, considerada "Melhor espetáculo". Nessa mesma ocasião seriam galardoados os atores Mariema e Raul Solnado.
- Dois Prémio Bordalo (1968), um como ator, acompanhado pela atriz Florbela Queirós, e outro, como autor, novamente partilhado com Aníbal Nazaré e Eugénio Salvador, agora pela peça Grande Poeta é o Zé, considerada "Melhor espetáculo".
- Mais dois Prémio Bordalo (1970), um como ator na peça Pimenta na Língua, acompanhado desta feita pela atriz Maria do Céu Guerra, e outro, como autor, agora apenas repete parceria com Aníbal Nazaré, nesta ocasião pela peça Pimenta na Língua. Desta vez seria ainda premiado o cenógrafo Mário Alberto.
Em 1997 José Viana foi elevado, a 9 de junho, a Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique.
Faleceu, vítima de um acidente de automóvel, aos oitenta anos.Postado por Fernando Martins às 00:23 0 comentários
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