Isaac Albéniz (Camprodón, 29 de maio de 1860 - Cambo-les-Bains, 18 de maio de 1909) foi um compositor, pianista e dramaturgo espanhol.

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O Curso de Geologia de 85/90 da Universidade de Coimbra escolheu o nome de Geopedrados quando participou na Queima das Fitas. Ficou a designação, ficaram muitas pessoas com e sobre a capa intemporal deste nome, agora com oportunidade de partilhar as suas ideias, informações e materiais sobre Geologia, Paleontologia, Mineralogia, Vulcanologia/Sismologia, Ambiente, Energia, Biologia, Astronomia, Ensino, Fotografia, Humor, Música, Cultura, Coimbra e AAC, para fins de ensino e educação.
Isaac Albéniz (Camprodón, 29 de maio de 1860 - Cambo-les-Bains, 18 de maio de 1909) foi um compositor, pianista e dramaturgo espanhol.

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Casou primeira vez com a jornalista Maria Armanda de Saint-Maurice Ferreira Esteves, filha de Odette de Saint-Maurice, autora juvenil e locutora de rádio, de quem tem duas filhas, as atrizes Maria de Medeiros e Inês de Medeiros. Inês estreou-se com dez anos no filme que o pai realizou (1980 - A Culpa).
Casou segunda vez com Sylvine Harlé, de quem tem uma filha, a violinista e compositora Anne Victorino de Almeida.
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Éric Alfred Leslie Satie, assinando como Erik Satie a partir de 1884, (Honfleur, 17 de maio de 1866 - Paris, 1 de julho de 1925) foi um compositor e pianista francês. Relevante no cenário de vanguarda parisiense do começo do século XX, foi o precursor de movimentos artísticos como minimalismo, música repetitiva e teatro do absurdo.
Tornou-se admirado entre os jovens compositores, que eram atraídos pelos títulos bem-humorados de suas peças, e exerceu grande influência nos seus amigos, os notáveis contemporâneos Debussy e Ravel, mudando assim o curso da história da música. Foi ainda inovador por ter sido um dos precursores do ragtime, estilo de pré-jazz, com as estruturas minimalistas que ele propôs.
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Over 1,000 different artists have recorded Bacharach's songs. From 1961 to 1972, most of Bacharach and David's hits were written specifically for and performed by Dionne Warwick, but earlier associations (from 1957 to 1963) saw the composing duo work with Marty Robbins, Perry Como, Gene McDaniels, and Jerry Butler. Following the initial success of these collaborations, Bacharach wrote hits for singers such as Gene Pitney, Cilla Black, Dusty Springfield, Tom Jones, and B. J. Thomas.
Bacharach wrote seventy-three U.S. and fifty-two UK Top 40 hits. Those that topped the Billboard Hot 100 include "This Guy's in Love with You" (Herb Alpert, 1968), "Raindrops Keep Fallin' on My Head" (Thomas, 1969), "(They Long to Be) Close to You" (the Carpenters, 1970), "Arthur's Theme (Best That You Can Do)" (Christopher Cross, 1981), "That's What Friends Are For" (Warwick, 1986), and "On My Own" (Carole Bayer Sager, 1986). His accolades include six Grammy Awards, three Academy Awards, and one Emmy Award.
Bacharach is described by writer William Farina as "a composer whose venerable name can be linked with just about every other prominent musical artist of his era"; in later years, his songs were newly appropriated for the soundtracks of major feature films, by which time "tributes, compilations, and revivals were to be found everywhere". A significant figure in easy listening, he influenced later musical movements such as chamber pop and Shibuya-kei. In 2015, Rolling Stone ranked Bacharach and David at number 32 for their list of the 100 Greatest Songwriters of All Time. In 2012, the duo received the Library of Congress Gershwin Prize for Popular Song, the first time the honor has been given to a songwriting team.Postado por Fernando Martins às 09:08 0 comentários
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(imagem daqui)
Bernardo da Costa Sassetti Pais, conhecido apenas por Bernardo Sassetti (Lisboa, 24 de junho de 1970 - Praia do Abano, Alcabideche, Cascais, 10 de maio de 2012), foi um compositor e pianista português.
Era o filho mais novo de Sidónio de Freitas Branco Pais (Lisboa, Mercês, 11 de novembro de 1925 - Lisboa, São Mamede, 4 de dezembro de 2006) e de sua mulher e prima em 2.º e 3.º graus (casados a 8 de novembro de 1951) Maria de Lourdes da Costa de Sousa de Macedo Sassetti (15 de junho de 1929), de ascendência italiana. O seu pai era neto paterno de Sidónio Pais, sobrinho materno de Luís de Freitas Branco e Pedro de Freitas Branco, primo-irmão de João de Freitas Branco, bisneto do 1.º Conde de Vila Franca do Campo e sobrinho-trineto do 1.º Visconde das Nogueiras. A sua mãe era prima-sobrinha de Luís de Freitas Branco e Pedro de Freitas Branco, prima em 2.º grau de João de Freitas Branco, bisneta do 5.º Visconde de Mesquitela e 3.º Conde de Mesquitela e sobrinha-trineta do 1.º Visconde das Nogueiras.
Iniciou os seus estudos de piano clássico aos nove anos com a professora Maria Fernanda Costa e, mais tarde, com o professor António Menéres Barbosa, tendo frequentado também a Academia dos Amadores de Música. Dedicou-se ao jazz, estudando com Zé Eduardo, Horace Parlan e Sir Roland Hanna. Em 1987 começa a sua carreira profissional, em concertos e clubes locais, com o quarteto de Carlos Martins e o Moreiras Jazztet; participa em inúmeros festivais com músicos tais como Al Grey, John Stubblefield, Frank Lacy e Andy Sheppard. Desde então, nos primeiros quinze anos de carreira, apresenta-se por todo o mundo ao lado de Art Farmer, Kenny Wheeler, Freddie Hubbard, Paquito D'Rivera, Benny Golson, Curtis Fuller, Eddie Henderson, Charles McPherson, Steve Nelson, integrado na United Nations Orchestra e no quinteto de Guy Barker com o qual gravou o CD "Into the blue" (Verve), nomeado para os Mercury Awards 95- Ten álbuns of the year. Em novembro de 1997, também com Guy Barker, gravou "What Love is", acompanhado pela Orquestra Filarmónica de Londres e tendo como convidado especial o cantor Sting.
Como compositor destacam-se as suites "Ecos de África", "Sons do Brasil", "Mundos", "Fragments (Of Cinematic Illusion)", "Entropé" (para piano e orquestra) e "4 Movimentos Soltos" (para piano, vibrafone, marimba e orquestra). O seu primeiro trabalho discográfico como líder, Salsetti (Groove/Movieplay), foi gravado em abril de 1994 com a participação de Paquito D'Rivera, o segundo, Mundos (Emarcy/Polygram), em janeiro de 1996.
"Nocturno", lançado pela editora Clean Feed em 2002, foi distinguido com o 1.º Prémio Carlos Paredes. "Índigo" e "Livre" são outras das suas mais recentes gravações de piano solo para a mesma editora.
A 30 de janeiro de 2006 foi feito Comendador da Ordem do Infante D. Henrique.
Bernardo Sassetti foi casado com a atriz Beatriz Batarda, com a qual teve duas filhas, Maria e Leonor Batarda Fernandes Sassetti Pais, de 8 e 6 anos, à data da sua morte.
Faleceu no dia 10 de maio de 2012, na sequência de uma queda de 20 metros duma falésia no Guincho. A Capitania do Porto de Cascais recebeu uma chamada às 15.15 de quinta-feira, 10 de maio, para socorrer “um indivíduo caído numas pedras a norte da Praia do Abano”.
Música para cinema
Dedicava-se regularmente à música para cinema, tendo realizado vários trabalhos, de entre os quais se destaca a sua participação no filme do realizador Anthony Minguella - "The Talented Mr. Ripley" (Paramount/Miramax). Para este projeto gravou "My Funny Valentine" com o ator Matt Damon, entre outros temas. Compôs igualmente, em parceria com o trompetista Guy Barker, uma série de temas para serem apresentados na estreia deste filme realizada em Los Angeles, Nova Iorque, Chicago, Berlim, Paris Londres e Roma.
Os seus mais importantes trabalhos de composição para cinema são os seguintes: "Maria do Mar" de Leitão Barros, "Facas e Anjos" de Eduardo Guedes, "Quaresma" de José Álvaro Morais, "O Milagre Segundo Salomé" de Mário Barroso, "A Costa dos Murmúrios" de Margarida Cardoso, "Alice" de Marco Martins, o documentário "Noite em Branco" de Olivier Blanc e a curta-metragem "As Terças da Bailarina Gorda" de Jeanne Waltz. Como solista, participou também no filme "Pax" de Eduardo Guedes e na curta-metragem "Bloodcount" de Bernard McLoughlan.
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Recital Dia Mundial da Voz
Teatro Miguel Franco (LEIRIA) - 16.04.26 - 19.30 horas
Canções Pagãs, álbum lançado em 2016 por Nuno Dias e Luís Figueiredo, chega agora em formato recital como homenagem ao cancioneiro de Luiz Goes, figura central da Canção de Coimbra. Reinterpretando 16 faixas gravadas entre 1967 e 1971, o projeto adota uma abordagem erudita e minimalista, retirando as composições do contexto tradicional da guitarra de Coimbra para as transformar em autênticas canções de câmara.
Programa:
Canções Pagãs, Nuno Dias
Biografias:
Nuno Afonso Dias é licenciado em canto pela Universidade de Aveiro, na classe da professora Isabel Alcobia. Foi Docente Assistente nesta Universidade no ano letivo 2013/14. Desenvolveu os seus estudos com Alan Watt, Tom Krause e Michael Rhodes. Foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian para o projeto enoa (European Network of Opera Academies). Fez parte da Academia de Ópera do Festival de Verbier, onde trabalhou com Barbara Bonney, Claudio Desderi, Tomas Quastoff e Tim Caroll, tendo-se destacado com o Prémio Jovem Promessa Thierry Marmod.
Como solista, tem-se apresentado em concerto com diversas orquestras nacionais e internacionais, cantando obras de referência do repertório coral-sinfónico. No domínio da ópera interpretou, no Teatro Nacional de São Carlos, ao longo das últimas temporadas, diversos personagens do repertório lírico, abrangendo obras de compositores consagrados como Puccini, Donizetti, Rossini ou Bizet, entre outros. Do seu repertório, que interpretou em palcos nacionais e internacionais, fazem também parte compositores como Verdi, Mozart, Busoni, Stravinsky ou Britten.
Da discografia de Nuno Dias destaca-se o disco Canções Pagãs, inteiramente dedicado ao cancioneiro de Luiz Goes, trabalho esse que foi reconhecido como de Utilidade Cultural pelo Ministério da Cultura. Foi cantor residente no Stadttheater Bern, na Suíça, durante a temporada 2014/15.
Luis Figueiredo iniciou os estudos musicais com 8 anos. Depois de dois anos de aulas particulares de Piano, em 1989 ingressou no Conservatório de Música de Coimbra, onde completou o curso de Piano.
Em 2005 concluiu a Licenciatura em Piano na Universidade de Aveiro, estudando com Vitali Dotsenko, Fausto Neves, António Chagas Rosa, Vasco Negreiros, entre outros. No mesmo ano, estudou no Hot Clube de Portugal em Lisboa com Filipe Melo, Bernardo Moreira, Ricardo Pinheiro e Bruno Santos. Em 2016 concluiu o Doutoramento em Música na Universidade de Aveiro, sob orientação de Susana Sardo e Mário Laginha. Durante este período, frequentou diversas classes de aperfeiçoamento e workshops com Álvaro Teixeira Lopes, Andrezej Pikul, Roy Howatt, Liv Glaser, Mário Laginha, Valery Starodubrovsky, Dave Liebman e Hervé N’Kaoua, entre inúmeros outros.
Participou também em diversos eventos científicos nas áreas da performance musical e musicologia, tais como Congresso SIBE – Sociedade Ibérica de Etnomusicologia (Salamanca e Lisboa), Rhythm Changes International Jazz Conference (Amesterdão), Leeds International Jazz Conference (Reino Unido), Jazz Talks – Aveiro International Jazz Conference, ENIM – Encontros Nacionais de Investigação em Música (Portugal, várias localidades), Post-ip Post in Progress (Aveiro, Portugal).
Foi convidado como orador em variadas ocasiões, incluindo o evento TED (Aveiro), Escola Superior de Educação de Coimbra (Fórum das Artes e Tecnologias), Congresso EPTA – European Piano Teachers Association (Portugal), Academia de Música de Castelo de Paiva, Academia de Música de Torre de Moncorvo, Conservatório de Música de Coimbra, entre vários outros.
Entre 2005 e 2015, lecionou em instituições como o Conservatório de Música de Coimbra, o Conservatório de Música da Jobra, o Conservatório de Música de S. José da Guarda e a Tone Music School, em Coimbra. Pontualmente orientou masterclasses e workshops nas áreas da música erudita, do jazz e da composição em inúmeras instituições em Portugal e também fora do país.
Entre 2011 e 2019 desempenhou funções nos Mestrados em Música e Ensino de Música na Universidade de Aveiro, sendo coordenador da variante de jazz e vice-diretor do Mestrado em Música, e leccionando as disciplinas de piano, música de câmara, combo, composição e jazz studies.
Luís Figueiredo está ativo profissionalmente desde 2004 nas áreas da performance de música escrita e improvisada, da composição e arranjo, e da produção e direção musical. Editou o seu primeiro álbum como líder em 2010 (Manhã, JACC Records). Desde então, assinou participações em cerca de 30 edições discográficas.
Trabalhou e/ou gravou com Cristina Branco, Bruno Pedroso, Carlos Bica, André Fernandes, Luísa Sobral, Alexandre Frazão, Reinier Baas, João Moreira, Ana Bacalhau, Mário Delgado, Bernardo Moreira, David Binney, João Hasselberg, Perico Sambeat, Mário Laginha, Marta Hugon, Ricardo Toscano, Eduardo Raon, Rita Maria, Diogo Duque, Márcia, Mário Franco, Diabo na Cruz, Carlos Barretto, Jorge Moniz, Gisela João e Jeffery Davis, entre vários outros.
Trabalhou com a Orquestra Filarmonia das Beiras, Orquestra Metropolitana, Orquestra Clássica do Sul, Orquestra XXI, Hr Frankfurt Rundfunk Big Band (DE), Het Gelders Orkester (NL), para além de vários ensembles de música de câmara, sob a direção de Cesário Costa, Dinis Sousa, Jamie Philips, Rui Pinheiro e António Lourenço.
Na sua agenda registam-se concertos, masterclasses e residências artísticas em inúmeros países, como Espanha, França, Alemanha, Áustria, Luxemburgo, Holanda, Suécia, Noruega, Dinamarca, Finlândia, Sérvia, Grécia, Turquia, México, Marrocos e Brasil.
Desde 2008, tem colaborado em várias produções de teatro e cinema, como compositor, intérprete ou diretor musical. Neste âmbito, trabalhou com Tiago Cravidão, O Teatrão (Coimbra), Sandra Barata Belo, Patrícia André e Teatro Praga (Lisboa).
Luís Figueiredo foi o arranjador da canção vencedora do Festival Eurovisão da Canção 2017, “Amar Pelos Dois” (autoria: Luísa Sobral), e foi também o compositor da banda sonora original da edição de 2018 do mesmo festival.
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Postado por Fernando Martins às 08:06 0 comentários
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