O Curso de Geologia de 85/90 da Universidade de Coimbra escolheu o nome de Geopedrados quando participou na Queima das Fitas.
Ficou a designação, ficaram muitas pessoas com e sobre a capa intemporal deste nome, agora com oportunidade de partilhar as suas ideias, informações e materiais sobre Geologia, Paleontologia, Mineralogia, Vulcanologia/Sismologia, Ambiente, Energia, Biologia, Astronomia, Ensino, Fotografia, Humor, Música, Cultura, Coimbra e AAC, para fins de ensino e educação.
Burt Freeman Bacharach (Kansas City, Missouri,
May 12, 1928 – Los Angeles, California, February 8, 2023) was an American composer, songwriter, record
producer, and pianist who is widely regarded as one of the most
important and influential figures of 20th-century popular music. Starting in the 1950s, he composed hundreds of pop songs, many in collaboration with lyricist Hal David. Bacharach's music is characterized by unusual chord progressions and time signature changes, influenced by his background in jazz, and uncommon selections of instruments for small orchestras. He arranged, conducted, and produced much of his recorded output.
Bacharach is described by writer William Farina
as "a composer whose venerable name can be linked with just about every
other prominent musical artist of his era"; in later years, his songs
were newly appropriated for the soundtracks of major feature films, by
which time "tributes, compilations, and revivals were to be found
everywhere". A significant figure in easy listening, he influenced later musical movements such as chamber pop and Shibuya-kei. In 2015, Rolling Stone ranked Bacharach and David at number 32 for their list of the 100 Greatest Songwriters of All Time. In 2012, the duo received the Library of CongressGershwin Prize for Popular Song, the first time the honor has been given to a songwriting team.
Era o filho mais novo de Sidónio de Freitas Branco Pais (Lisboa, Mercês, 11 de novembro de 1925 - Lisboa, São Mamede,
4 de dezembro de 2006) e de sua mulher e prima em 2.º e 3.º graus
(casados a 8 de novembro de 1951) Maria de Lourdes da Costa de Sousa de
Macedo Sassetti (15 de junho de 1929), de ascendência italiana. O seu pai era neto paterno de Sidónio Pais, sobrinho materno de Luís de Freitas Branco e Pedro de Freitas Branco, primo-irmão de João de Freitas Branco, bisneto do 1.º Conde de Vila Franca do Campo e sobrinho-trineto do 1.º Visconde das Nogueiras.
A sua mãe era prima-sobrinha de Luís de Freitas Branco e Pedro de
Freitas Branco, prima em 2.º grau de João de Freitas Branco, bisneta do
5.º Visconde de Mesquitela e 3.º Conde de Mesquitela e sobrinha-trineta do 1.º Visconde das Nogueiras.
Iniciou os seus estudos de piano
clássico aos nove anos com a professora Maria Fernanda Costa e,
mais tarde, com o professor António Menéres Barbosa, tendo frequentado
também a Academia dos Amadores de Música. Dedicou-se ao jazz,
estudando com Zé Eduardo, Horace Parlan e Sir Roland Hanna. Em 1987
começa a sua carreira profissional, em concertos e clubes locais, com o
quarteto de Carlos Martins e o Moreiras Jazztet; participa em inúmeros
festivais com músicos tais como Al Grey, John Stubblefield, Frank Lacy e
Andy Sheppard. Desde então, nos primeiros quinze anos de carreira,
apresenta-se por todo o mundo ao lado de Art Farmer, Kenny Wheeler, Freddie Hubbard, Paquito D'Rivera, Benny Golson, Curtis Fuller, Eddie Henderson, Charles McPherson, Steve Nelson, integrado na United Nations Orchestra e no quinteto de Guy Barker
com o qual gravou o CD "Into the blue" (Verve), nomeado para os Mercury
Awards 95- Ten álbuns of the year. Em novembro de 1997, também com Guy
Barker, gravou "What Love is", acompanhado pela Orquestra Filarmónica de Londres e tendo como convidado especial o cantor Sting.
Como compositor destacam-se as suites "Ecos de África", "Sons do
Brasil", "Mundos", "Fragments (Of Cinematic Illusion)", "Entropé" (para
piano e orquestra) e "4 Movimentos Soltos" (para piano, vibrafone,
marimba e orquestra). O seu primeiro trabalho discográfico como líder,
Salsetti (Groove/Movieplay), foi gravado em abril de 1994 com a
participação de Paquito D'Rivera, o segundo, Mundos (Emarcy/Polygram), em janeiro de 1996.
"Nocturno", lançado pela editora Clean Feed em 2002, foi distinguido com o 1.º Prémio Carlos Paredes. "Índigo" e "Livre" são outras das suas mais recentes gravações de piano solo para a mesma editora.
Bernardo Sassetti foi casado com a atriz Beatriz Batarda, com a qual teve duas filhas, Maria e Leonor Batarda Fernandes Sassetti Pais, de 8 e 6 anos, à data da sua morte.
Faleceu no dia 10 de maio de 2012, na sequência de uma queda de 20 metros duma falésia no Guincho.
A Capitania do Porto de Cascais recebeu uma chamada às 15.15 de
quinta-feira, 10 de maio, para socorrer “um indivíduo caído numas pedras a
norte da Praia do Abano”.
Música para cinema
Dedicava-se
regularmente à música para cinema, tendo realizado vários trabalhos, de
entre os quais se destaca a sua participação no filme do realizador Anthony Minguella - "The Talented Mr. Ripley" (Paramount/Miramax). Para este projeto gravou "My Funny Valentine" com o ator Matt Damon,
entre outros temas. Compôs igualmente, em parceria com o trompetista
Guy Barker, uma série de temas para serem apresentados na estreia deste filme realizada em Los Angeles, Nova Iorque, Chicago, Berlim, Paris Londres e Roma.
Os seus mais importantes trabalhos de composição para cinema são
os seguintes: "Maria do Mar" de Leitão Barros, "Facas e Anjos" de
Eduardo Guedes, "Quaresma" de José Álvaro Morais, "O Milagre Segundo
Salomé" de Mário Barroso, "A Costa dos Murmúrios" de Margarida Cardoso,
"Alice" de Marco Martins, o documentário "Noite em Branco" de Olivier
Blanc e a curta-metragem "As Terças da Bailarina Gorda" de Jeanne Waltz.
Como solista, participou também no filme "Pax" de Eduardo Guedes e na
curta-metragem "Bloodcount" de Bernard McLoughlan.
Edward Kennedy "Duke" Ellington (Washington, D.C., 29 de abril de 1899 - Nova Iorque, 24 de maio de 1974) foi um compositor de jazz, pianista e líder de orquestra norte-americano eternizado com a alcunha de "The Duke" e distinguido com a Presidential Medal of Freedom (condecoração americana) em 1969 e com a Legião de Honra (condecoração francesa) em 1973,
sendo ambas as distinções as mais elevadas que um civil pode receber.
Foi ainda o primeiro músico de jazz a entrar para a Academia Real de
Música de Estocolmo, e foi doutor honoris causa nalgumas das mais importantes universidades do mundo.
Melcer estudou Matemática na Universidade de Varsóvia e Música no Instituto de Música de Varsóvia. Continuou os seus estudos em Viena, onde foi aluno de Theodor Leschetizky. É autor de dois concertos para piano e orquestra, onde a influência de Brahms
é evidente. Outras suas composições incluem uma sinfonia, alguma
música de câmara, canções, peças para piano e duas óperas, uma delas
incompleta.
Teatro Miguel Franco (LEIRIA) - 16.04.26 - 19.30 horas
Canções Pagãs, álbum lançado em 2016 por Nuno Dias e Luís Figueiredo,
chega agora em formato recital como homenagem ao cancioneiro de Luiz
Goes, figura central da Canção de Coimbra. Reinterpretando 16 faixas
gravadas entre 1967 e 1971, o projeto adota uma abordagem erudita e
minimalista, retirando as composições do contexto tradicional da
guitarra de Coimbra para as transformar em autênticas canções de câmara.
Programa:
Canções Pagãs, Nuno Dias
Biografias:
Nuno Afonso Dias é licenciado em canto pela
Universidade de Aveiro, na classe da professora Isabel Alcobia. Foi
Docente Assistente nesta Universidade no ano letivo 2013/14. Desenvolveu
os seus estudos com Alan Watt, Tom Krause e Michael Rhodes. Foi
bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian para o projeto enoa (European
Network of Opera Academies). Fez parte da Academia de Ópera do Festival
de Verbier, onde trabalhou com Barbara Bonney, Claudio Desderi, Tomas
Quastoff e Tim Caroll, tendo-se destacado com o Prémio Jovem Promessa
Thierry Marmod.
Como solista, tem-se apresentado em concerto com diversas orquestras
nacionais e internacionais, cantando obras de referência do repertório
coral-sinfónico. No domínio da ópera interpretou, no Teatro Nacional de
São Carlos, ao longo das últimas temporadas, diversos personagens do
repertório lírico, abrangendo obras de compositores consagrados como
Puccini, Donizetti, Rossini ou Bizet, entre outros. Do seu repertório,
que interpretou em palcos nacionais e internacionais, fazem também parte
compositores como Verdi, Mozart, Busoni, Stravinsky ou Britten.
Da discografia de Nuno Dias destaca-se o disco Canções Pagãs,
inteiramente dedicado ao cancioneiro de Luiz Goes, trabalho esse que foi
reconhecido como de Utilidade Cultural pelo Ministério da Cultura. Foi
cantor residente no Stadttheater Bern, na Suíça, durante a temporada
2014/15.
Luis Figueiredo iniciou os estudos musicais com 8
anos. Depois de dois anos de aulas particulares de Piano, em 1989
ingressou no Conservatório de Música de Coimbra, onde completou o curso
de Piano.
Em 2005 concluiu a Licenciatura em Piano na Universidade de Aveiro,
estudando com Vitali Dotsenko, Fausto Neves, António Chagas Rosa, Vasco
Negreiros, entre outros. No mesmo ano, estudou no Hot Clube de Portugal
em Lisboa com Filipe Melo, Bernardo Moreira, Ricardo Pinheiro e Bruno
Santos. Em 2016 concluiu o Doutoramento em Música na Universidade de
Aveiro, sob orientação de Susana Sardo e Mário Laginha. Durante este
período, frequentou diversas classes de aperfeiçoamento e workshops com
Álvaro Teixeira Lopes, Andrezej Pikul, Roy Howatt, Liv Glaser, Mário
Laginha, Valery Starodubrovsky, Dave Liebman e Hervé N’Kaoua, entre
inúmeros outros.
Participou também em diversos eventos científicos nas áreas da
performance musical e musicologia, tais como Congresso SIBE – Sociedade
Ibérica de Etnomusicologia (Salamanca e Lisboa), Rhythm Changes
International Jazz Conference (Amesterdão), Leeds International Jazz
Conference (Reino Unido), Jazz Talks – Aveiro International Jazz
Conference, ENIM – Encontros Nacionais de Investigação em Música
(Portugal, várias localidades), Post-ip Post in Progress (Aveiro,
Portugal).
Foi convidado como orador em variadas ocasiões, incluindo o evento
TED (Aveiro), Escola Superior de Educação de Coimbra (Fórum das Artes e
Tecnologias), Congresso EPTA – European Piano Teachers Association
(Portugal), Academia de Música de Castelo de Paiva, Academia de Música
de Torre de Moncorvo, Conservatório de Música de Coimbra, entre vários
outros.
Entre 2005 e 2015, lecionou em instituições como o Conservatório de
Música de Coimbra, o Conservatório de Música da Jobra, o Conservatório
de Música de S. José da Guarda e a Tone Music School, em Coimbra.
Pontualmente orientou masterclasses e workshops nas áreas da música
erudita, do jazz e da composição em inúmeras instituições em Portugal e
também fora do país.
Entre 2011 e 2019 desempenhou funções nos Mestrados em Música e
Ensino de Música na Universidade de Aveiro, sendo coordenador da
variante de jazz e vice-diretor do Mestrado em Música, e leccionando as
disciplinas de piano, música de câmara, combo, composição e jazz
studies.
Luís Figueiredo está ativo profissionalmente desde 2004 nas áreas da
performance de música escrita e improvisada, da composição e arranjo, e
da produção e direção musical. Editou o seu primeiro álbum como líder em
2010 (Manhã, JACC Records). Desde então, assinou participações em cerca
de 30 edições discográficas.
Trabalhou e/ou gravou com Cristina Branco, Bruno Pedroso, Carlos
Bica, André Fernandes, Luísa Sobral, Alexandre Frazão, Reinier Baas,
João Moreira, Ana Bacalhau, Mário Delgado, Bernardo Moreira, David
Binney, João Hasselberg, Perico Sambeat, Mário Laginha, Marta Hugon,
Ricardo Toscano, Eduardo Raon, Rita Maria, Diogo Duque, Márcia, Mário
Franco, Diabo na Cruz, Carlos Barretto, Jorge Moniz, Gisela João e
Jeffery Davis, entre vários outros.
Trabalhou com a Orquestra Filarmonia das Beiras, Orquestra
Metropolitana, Orquestra Clássica do Sul, Orquestra XXI, Hr Frankfurt
Rundfunk Big Band (DE), Het Gelders Orkester (NL), para além de vários
ensembles de música de câmara, sob a direção de Cesário Costa, Dinis
Sousa, Jamie Philips, Rui Pinheiro e António Lourenço.
Na sua agenda registam-se concertos, masterclasses e residências
artísticas em inúmeros países, como Espanha, França, Alemanha, Áustria,
Luxemburgo, Holanda, Suécia, Noruega, Dinamarca, Finlândia, Sérvia,
Grécia, Turquia, México, Marrocos e Brasil.
Desde 2008, tem colaborado em várias produções de teatro e cinema,
como compositor, intérprete ou diretor musical. Neste âmbito, trabalhou
com Tiago Cravidão, O Teatrão (Coimbra), Sandra Barata Belo, Patrícia
André e Teatro Praga (Lisboa).
Luís Figueiredo foi o arranjador da canção vencedora do Festival
Eurovisão da Canção 2017, “Amar Pelos Dois” (autoria: Luísa Sobral), e
foi também o compositor da banda sonora original da edição de 2018 do
mesmo festival.
Herbie Hancock (Chicago, 12 de abril de 1940) é um pianista norte-americano, teclista, líder de banda, compositor e ator, considerado um dos mestres do jazz.
Tocou ao lado de grandes músicos, com destaque para sua colaboração com Miles Davis nos anos 60, num quinteto que se tornou antológico na história do jazz. Ali, Hancock foi introduzido ao piano elétrico Fender Rhodes, ao qual se adaptou imediatamente e logo experimentou a improvisada adaptação de um pedal de wah-wah e uma câmara de eco (um Echoplex). Harold Rhodes,
pai do piano elétrico, ao noticiar essas estranhas e até então
originais conexões, providencia para que esses conectores constem em
todos os novos modelos deste piano.
Uma década adiante, emergindo do universo de Miles Davis,
Herbie Hancock monta um grupo com maiores aproximações à tradição
popular afro-americana, de uma sonoridade bem mais acessível ao grande
público e de grande sucesso. No álbum de título homónimo deste grupo, Head Hunters (1973), Hancock alterna bem sucedidas experimentações pelo eletrofunk com pitadas daquele espírito do quinteto de Miles.
A sua discografia inclui discos voltados para o jazz, assim como algumas incursões pelo fusion, funk e música clássica.
Poucos pianistas têm ou tiveram uma carreira tão fecunda quanto
Hancock, que já atravessa algumas décadas como um dos maiores pianistas
da história do jazz. Gravou, em 1978, com Chick Corea um dos mais belos e surreais trabalhos de dupla ao piano: An Evening with Herbie Hancock & Chick Corea: In Concert.
Estudando inicialmente sob a orientação de seu pai, posteriormente ingressou no Royal College of Music em Londres, onde foi aluno de Sullivan e Pauer. Seguiu os seus estudos de piano com Liszt em Weimar, onde o seu imenso talento se tornou evidente. Posteriormente d'Albert seria admirado por Liszt, que o chamava de Albertus Magnus. Nascido na Escócia, d'Albert, que pouco falava inglês, adotaria a Alemanha como a sua pátria.
A sua ópera Tiefland (Terra-Baixa), representada pela primeira vez em 1903, foi, na época, reconhecida como de mérito indiscutível. Prosseguiu escrevendo óperas: Flauto solo, Die toten Augen, e muitas outras, sendo que a de nº 21, Mister Wu (1932), ficou incompleta.
É autor de uma Sinfonia, dois Quartetos, dois Concertos para piano, um
Concerto para violoncelo, 58 canções e várias obras para piano, entre
elas uma Sonata.
D'Albert era concertista de renome e no seu reportório figuravam composições de Beethoven, Chopin, Liszt e Brahms.
Interpretou várias vezes a Sonata em Fá menor de Brahms, além de ter
sido o solista em apresentações dos dois concertos para piano do
mestre de Hamburgo.
Casou-se seis vezes, tendo sido um destes matrimónios com a pianista venezuelana Teresa Carreño.
Ígor Fiódorovitch Stravinsky (Oranienbaum, 17 de junho de 1882 – Nova Iorque, 6 de abril de 1971) foi um compositor, pianista e maestrorusso, considerado por muitos um dos compositores mais importantes e influentes do século XX. Foi o arquétipo do russo cosmopolita, escolhido pela revista Time
como uma das 100 pessoas mais influentes do século. Além do
reconhecimento, que obteve pelas suas composições, ficou ainda famoso
como pianista e maestro, estando nessa condição muitas vezes nas
estreias das suas obras.
Rachmaninoff é tido como um dos pianistas mais influentes do século XX. Os seus trejeitos técnicos e rítmicos são lendários e as suas mãos largas eram capazes de cobrir um intervalo de uma 13ª no teclado (um palmo esticado de cerca de 30 centímetros). Especula-se se ele era ou não portador da Síndrome de Marfan,
já que se pode dizer que o tamanho de suas mãos correspondia à sua
estatura, algo entre 1,91 e 1,98 m. Ele também possuía a habilidade de
executar composições complexas à primeira audição. Muitas gravações foram feitas pela Victor Talking Machine Company, com Rachmaninoff executando composições próprias ou de reportórios populares.
(...)
Rachmaninov morreu em 28 de março de 1943, em Beverly Hills, na Califórnia, apenas alguns dias antes de seu 70º aniversário, e foi enterrado em 1 de junho
no cemitério de Kensico, em Valhalla. Nas horas finais de sua vida, ele
insistia que podia ouvir música tocando em algum lugar por perto. Após
lhe ser repetidamente assegurado de que não era o caso, ele disse: "Então a música está na minha cabeça...".
Neil Sedaka nasceu em 1939 no Brooklyn, filho de pai taxista de origem judaica-libanesa e mãe judia de ascendência polaca e russa. Cresceu em Brighton Beach
e demonstrou talento musical ainda criança. A sua mãe trabalhou para
comprar um piano e ele ganhou uma bolsa para estudar na Juilliard
School, com incentivo para seguir carreira na música clássica.
Apesar disso, Sedaka interessou-se por música pop, e a sua mãe
passou a apoiá-lo quando ele teve sucesso financeiro com suas composições.
Aos 13 anos, conheceu Howard Greenfield, com quem formou uma importante
parceria como compositor no Brill Building. Ele estudou na Abraham
Lincoln High School e formou-se em 1956, aos 17 anos.
Neil Sedaka fez parcerias com Howard Greenfield para compor
muitos de seus sucessos, tanto para si como para outros cantores. A voz
de Sedaka é identificada com a de tenor. O seu maior sucesso foi a canção "Oh! Carol", de 1959. Além dessa, outras de suas canções fizeram sucesso entre o final da década de 50 e início da década de 60. "The Diary" (provavelmente de 1958) fez parte da banda sonora da novela Esplendor, da TV Globo.
As músicas "Breakin' Up Is Hard To Do" e "Calendar Girl", esta última
de 1961 e a primeira de 1962, além de "Laughter in the Rain", são outros
sucessos do cantor. Sedaka e Greenfield também escreveram para outros artistas, como Connie Francis e Jimmy Clanton.
Quando o grupo suecoABBA
estava no início de carreira, Sedaka ajudou a fazer a versão em inglês
de uma das primeiras canções do grupo nessa língua. A canção é Ring Ring, incluída no álbum de mesmo nome, de 1973.
Em 27 de fevereiro de 2026, Neil Sedaka foi hospitalizado em Los Angeles após ter sofrido uma emergência médica não divulgada. O cantor acabou morrendo no mesmo dia, aos 86 anos.
Textos, músicas, fotos e outros materiais aqui publicados, parte sem prévia autorização, são propriedade de seus autores, que são, sempre que possível, identificados e creditados. O seu uso deve-se a razões culturais, científicas e didáticas, sem objetivo comercial ou usurpação de autoria. Pretendemos apenas expressar admiração pelos autores, contribuindo para a sua divulgação, respeitando inteiramente pedidos de retirar os seus materiais.