quarta-feira, novembro 04, 2026
Rachel de Queiroz morreu há vinte e três anos...
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terça-feira, novembro 03, 2026
O poeta Gonçalves Dias morreu há 162 anos...
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá;
As aves, que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá.
Nosso céu tem mais estrelas,
Nossas várzeas têm mais flores,
Nossos bosques têm mais vida,
Nossa vida mais amores.
Em cismar, sozinho, à noite,
Mais prazer encontro eu lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
Minha terra tem primores,
Que tais não encontro eu cá;
Em cismar - sozinho, à noite -
Mais prazer encontro eu lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
Não permita Deus que eu morra,
Sem que eu volte para lá;
Sem que desfrute os primores
Que não encontro por cá;
Sem qu´inda aviste as palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
Gonçalves Dias
Postado por Fernando Martins às 16:20 0 comentários
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João Só nasceu há oitenta e três anos...

(imagem daqui)
Menina da Ladeira - João Só
Menina que mora na ladeira
E desce a ladeira sem parar
Debaixo do pé da laranjeira
Se senta p'ra poder descansar
Menina que mora na ladeira
E desce a ladeira sem parar
Debaixo do pé da laranjeira
Se senta p'ra poder descansar
Silêncio profundo, a menina dormiu
Alguém que esperava tão logo partiu, partiu
Partiu para sempre, para o infinito
Um grito ouviu
Chorando, levanta a menina
Correndo ligeiro, sem parar
Debaixo do pé da laranjeira
Há sempre alguém a esperar
Violeiro tocando, estrela a brilhar
Violeiro em prece
Em prece ao luar, luar
Tal noite vazia espere a menina
Tão linda não, não vá
Chorando, levanta a menina
Correndo ligeiro, sem parar
Debaixo do pé da laranjeira
Há sempre alguém a esperar
Debaixo do pé da laranjeira
Postado por Fernando Martins às 08:30 0 comentários
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sábado, outubro 31, 2026
Saudades de Drummond de Andrade...

(imagem daqui)
Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta.
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência.
A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,
que rio e danço e invento exclamações alegres,
porque a ausência, essa ausência assimilada,
ninguém a rouba mais de mim.
in Corpo (1984) - Carlos Drummond de Andrade
Postado por Pedro Luna às 12:40 0 comentários
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Carlos Drummond de Andrade nasceu há 124 anos
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- Eu maior que o mundo - marcada pela poesia irónica;
- Eu menor que o mundo - marcada pela poesia social;
- Eu igual ao mundo - abrange a poesia metafísica.
O tempo passa? Não passa
no abismo do coração.
Lá dentro, perdura a graça
do amor, florindo em canção.
O tempo nos aproxima
cada vez mais, nos reduz
a um só verso e uma rima
de mãos e olhos, na luz.
Não há tempo consumido
nem tempo a economizar.
O tempo é todo vestido
de amor e tempo de amar.
O meu tempo e o teu, amada,
transcendem qualquer medida.
Além do amor, não há nada,
amar é o sumo da vida.
São mitos de calendário
tanto o ontem como o agora,
e o teu aniversário
é um nascer toda a hora.
E nosso amor, que brotou
do tempo, não tem idade,
pois só quem ama
escutou o apelo da eternidade.
in Amar se Aprende Amando (1985) - Carlos Drummond de Andrade
Postado por Fernando Martins às 01:24 0 comentários
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sexta-feira, outubro 30, 2026
Ayrton Senna tornou-se campeão mundial de F1 pela primeira vez há trinta e oito anos
Postado por Fernando Martins às 00:38 0 comentários
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quinta-feira, outubro 29, 2026
Hoje é preciso recordar Nelson Cavaquinho...
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Flávio Lemos, baixo dos Capital Inicial, comemora hoje 63 anos
Postado por Fernando Martins às 06:30 0 comentários
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Adalgisa Nery nasceu há cento e vinte e um anos...
Adalgisa Maria Feliciana Noel Cancela Ferreira (Rio de Janeiro, DF, 29 de outubro de 1905 - Rio de Janeiro, RJ, 7 de junho de 1980), mais conhecida como Adalgisa Nery, foi uma poetisa modernista e jornalista brasileira, mais conhecida por suas obras Ar do Deserto, de 1943, Mundos Oscilantes publicado entre 1937 e 1952, e A Imaginária, de 1959.
Infância
Nascida na rua Sebastião Lacerda, no bairro Laranjeiras, Adalgisa era filha do advogado Gualter José Ferreira, natural do Mato Grosso, mas baseado no Rio de Janeiro, e da portuguesa Rosa Cancella Ferreira. Sensível e imaginativa desde cedo, ela ficou órfã de mãe aos oito anos de idade, o que lhe foi um grande impacto, registado mais tarde em sua obra.
O segundo casamento de seu pai tornou-se motivo de conflitos emocionais, pois Adalgisa não se adaptou ao temperamento difícil da madrasta. Estudou como interna num colégio de freiras e, naquela época, já era vista como "subversiva" por defender as "órfãs" (categoria comum nos colégios religiosos da época), consideradas subalternas e maltratadas. Por essa razão, acabou sendo expulsa da escola. Portanto, a única educação formal que ela recebeu em vida foi a do ensino primário.
Adalgisa era tia e madrinha da Miss Brasil Adalgisa Colombo, filha de sua irmã Percília Olga Ferreira. Sobre a tia ela declarava ser de personalidade forte, e que lhe dizia: "minha filhinha, você também é Adalgisa, porém a segunda!"
Vida com Ismael Nery
Aos quinze anos, Adalgisa se apaixonou por seu vizinho, o pintor Ismael Nery, um dos precursores do modernismo no Brasil, com quem casou aos dezasseis anos. O casamento durou doze anos, até à morte do pintor em 1934. A partir do casamento, Adalgisa Nery mergulhou numa vida trepidante, que lhe proporcionou a entrada em um sofisticado circuito intelectual graças a frequentes reuniões em sua casa, uma estada de dois anos na Europa com o marido, e a consequente aquisição de cultura. Porém a vida de Adalgisa foi também muito marcada pelo sofrimento e pela relação conflituosa, muitas vezes violenta, com o marido. O casal teve sete filhos, todos homens, mas somente o mais velho, Ivan, e o benjamin, Emmanuel, sobreviveram.
Em 1959 Adalgisa Nery publicou o romance autobiográfico A Imaginária, que se tornou seu maior sucesso editorial. Adalgisa, usando como alter ego a personagem Berenice, descreveu como o fascínio que sentia pelo marido no início do casamento foi substituído por um verdadeiro sentimento de terror pela violência que ele podia assumir na vida quotidiana.
Viúva aos vinte e nove anos, sem muitos recursos financeiros e com dois filhos para criar, Adalgisa foi trabalhar primeiro na Caixa Económica Federal, mas depois conseguiu arranjar um cargo no Conselho do Comércio Exterior do Itamaraty. Em 1937 lançou o seu primeiro livro de poesia, intitulado Poemas.
Vida com Lourival Fontes
Em 1940 Adalgisa casou com o jornalista e advogado Lourival Fontes, que era o diretor do Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP), criado por Getúlio Vargas em 1939, para difundir a ideologia do Estado Novo brasileiro.
Seguiu o segundo marido em funções diplomáticas em Nova Iorque, de 1943 a 1945, e como embaixador no México em 1945. No México desenvolveu amizade com os pintores Diego Rivera, José Orozco (ambos a retrataram), Frida Kahlo, David Siqueiros e Rufino Tamayo. Em 1952 viajou novamente àquele país, como embaixadora plenipotenciária, para representar o Brasil na posse do presidente Adolfo Ruiz Cortines. Recebeu a Ordem da Águia Asteca, nunca antes concedida a uma mulher, em virtude de suas conferências sobre Juana Inés de la Cruz.
O casamento com Lourival durou treze anos, e a separação ocorreu quando ele se apaixonou por outra mulher.
Jornalista e política
Em razão do grande sofrimento causado pelo abandono de Lourival Fontes, e apesar de seu valor literário ser reconhecido não só no Brasil como na França, onde uma coletânea de poemas foi traduzida por Pierre Seghers, Adalgisa resolveu destruir a própria fama e renegar a sua obra. A partir daí, tornou-se jornalista, escrevendo para o jornal Última Hora e política. Foi eleita deputada três vezes, primeiro pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB) e depois, no tempo do bipartidarismo, pelo Movimento Democrático Brasileiro (MDB). Em 1969 teve o mandato e seus direitos políticos cassados.
Encontra-se colaboração da sua autoria na revista luso-brasileira Atlântico.
Últimos anos
Pobre e desamparada, sem ter onde morar, após em vida ter doado tudo para os filhos, Adalgisa passou a residir, entre 1974 e 1975, numa casa do comunicador Flávio Cavalcanti, em Petrópolis, onde viveu como reclusa. Contrariando o seu propósito de nunca mais dedicar-se à literatura, escreveu e publicou ainda dois livros de poesia, dois de contos, um de artigos e um romance, Neblina. O romance foi dedicado a Cavalcanti, considerado "dedo-duro" pela Ditadura, em gratidão pelo acolhimento que lhe dera. No conflito entre o que seria "politicamente correto" e a lealdade a um amigo, Adalgisa escolheu, sem hesitar, o caminho do afeto. Em razão disso, o livro foi ignorado pela crítica.
Em 1975 passou a morar na casa de seu filho mais novo, Emmanuel. Em maio de 1976, deixou um bilhete para o filho e se internou sozinha, por livre e espontânea vontade, sem ter doença alguma, numa casa de repouso para idosos, em Jacarepaguá. Emmanuel, quando chegou em casa, surpreso, não encontrou mais a mãe. Um ano mais tarde, ela sofreu um acidente vascular cerebral e ficou afásica e hemiplégica. Três anos mais tarde, aos setenta e quatro anos, faleceu.
O seu percurso literário e imagético como mulher admirada, escritora, política e jornalista combativa e perseguida, cuja imagem sofreu um apagamento (damnatio memoriae), foi abordado na tese académica Damnatio memoriae: Adalgisa Nery, do paraíso perdido das Laranjeiras ao esquecimento, de Geraldo Gomes Brandão Junior.
Poema da Amante
Antes e depois de todos os acontecimentos
Na profunda imensidade do vazio
E a cada lágrima dos meus pensamentos.
Eu te amo
Em todos os ventos que cantam,
Em todas as sombras que choram,
Na extensão infinita dos tempos
Até a região onde os silêncios moram.
Eu te amo
Em todas as transformações da vida,
Em todos os caminhos do medo,
Na angústia da vontade perdida
E na dor que se veste em segredo.
Eu te amo
Em tudo que estás presente,
No olhar dos astros que te alcançam
E em tudo que ainda estás ausente.
Eu te amo
Desde a criação das águas, desde a ideia do fogo
E antes do primeiro riso e da primeira mágoa.
Eu te amo perdidamente
Desde a grande nebulosa
Até depois que o universo cair sobre mim
Suavemente.
Adalgisa Nery
Postado por Fernando Martins às 01:21 0 comentários
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Nelson Cavaquinho nasceu há 115 anos...
Biografia
O seu envolvimento com a música inicia-se na família. O seu pai, Brás Antônio da Silva, era músico da banda da Polícia Militar e seu tio Elvino tocava violino. Depois, morando na Gávea, passou a frequentar as rodas de choro. Foi nessa época que surge o apelido que o acompanharia por toda a vida.
Casou-se por volta dos seus 20 anos com Alice Ferreira Neves, com quem teria quatro filhos e na mesma época consegue, graças a seu pai, um trabalho na polícia fazendo rondas noturnas a cavalo. E foi assim, durante as rondas, que conheceu e passou a frequentar o morro da Mangueira, onde conheceu sambistas como Cartola e Carlos Cachaça.
Deixou mais de quatrocentas composições, entre elas clássicos como "A Flor e o Espinho" e "Folhas Secas", ambas em parceria com Guilherme de Brito, seu parceiro mais frequente. Por falta de dinheiro, depois de deixar a polícia, Nelson eventualmente "vendia" parcerias de sambas que compunha sozinho, o que fez com que Cartola optasse por abandonar a parceria e manter a amizade.
A sua primeira canção gravada foi "Não Faça Vontade a Ela", em 1939, por Alcides Gerardi, mas não teve muita repercussão. Anos mais tarde foi descoberto por Cyro Monteiro que fez várias gravações de suas músicas. Começou a se apresentar em público apenas na década de 60, no Zicartola, bar de Cartola e Dona Zica no centro do Rio. Em 1970 lançou o seu primeiro LP, "Depoimento de Poeta", pela gravadora Castelinho.
As suas canções eram feitas com extrema simplicidade e letras quase sempre remetendo a questões como o violão, mulheres, botequins e, principalmente, a morte, como em "Rugas", "Quando Eu me Chamar Saudade", "Luto", "Eu e as Flores" e "Juízo Final".
Com mais de 50 anos de idade, conheceria Durvalina, trinta anos mais nova do que ele, a sua companheira pelo resto da vida. Morreu na madrugada de 18 de fevereiro de 1986, aos 74 anos, vítima de um enfisema pulmonar.
No carnaval de 2011 a escola de samba G.R.E.S. Estação Primeira de Mangueira homenageou Nelson Cavaquinho pelo seu centenário. "O Filho Fiel, Sempre Mangueira" é o nome do enredo que a agremiação levou para a avenida. O músico era torcedor da escola de samba carioca.
in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 01:15 0 comentários
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A poetisa Ana Cristina Cesar suicidou-se há 43 anos...
Abri curiosa
o céu.
Assim, afastando de leve as cortinas.
Eu queria entrar,
coração ante coração,
inteiriça
ou pelo menos mover-me um pouco,
com aquela parcimônia que caracterizava
as agitações me chamando
Eu queria até mesmo
saber ver,
e num movimento redondo
como as ondas
que me circundavam, invisíveis,
abraçar com as retinas
cada pedacinho de matéria viva.
Eu queria
(só)
perceber o invislumbrável
no levíssimo que sobrevoava.
Eu queria
apanhar uma braçada
do infinito em luz que a mim se misturava.
Eu queria
captar o impercebido
nos momentos mínimos do espaço
nu e cheio
Eu queria
ao menos manter descerradas as cortinas
na impossibilidade de tangê-las
Eu não sabia
que virar pelo avesso
era uma experiência mortal.
Ana Cristina Cesar
Postado por Fernando Martins às 00:43 0 comentários
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Hoje é dia de ouvir Capital Inicial...
Postado por Pedro Luna às 00:06 0 comentários
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quarta-feira, outubro 28, 2026
Hoje é preciso ouvir cantar Zélia Duncan...
Postado por Pedro Luna às 11:11 0 comentários
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Zélia Duncan comemora hoje sessenta e dois anos
Postado por Fernando Martins às 06:20 0 comentários
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Nora Ney morreu há vinte e três anos...
Nora Ney, com Ciro Monteiro e Clementina de Jesus, em 1968
Nora Ney, nome artístico de Iracema de Sousa Ferreira, (Rio de Janeiro, 20 de março de 1922 - Rio de Janeiro, 28 de outubro de 2003) foi uma cantora brasileira.
(...)
Em 1979 passou por sérios problemas de saúde por conta de um cancro na bexiga, do qual se recuperou. Em 6 de julho de 2001, devido a uma insuficiência respiratória, da qual sofria de doença pulmonar obstrutiva crónica há anos, Ney foi internada no centro de tratamento intensivo do Hospital Samaritano, no Rio de Janeiro.
A cantora morreu aos 81 anos, em 28 de outubro de 2003, por falência múltipla dos órgãos, no Hospital Samaritano, onde estava internada havia três meses. O seu enterro ocorreu no Cemitério Parque Jardim da Saudade, em Sulacap.
Postado por Fernando Martins às 00:23 0 comentários
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terça-feira, outubro 27, 2026
Mauricio de Sousa celebra hoje noventa e um anos
Mauricio Araújo de Sousa (Santa Isabel, 27 de outubro de 1935) é um cartunista, empresário e escritor brasileiro. É um dos mais famosos cartunistas do Brasil, criador da Turma da Mônica e membro da Academia Paulista de Letras.
in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 09:10 0 comentários
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Lula da Silva faz hoje oitenta e um anos
Luiz Inácio Lula da Silva (nascido Luiz Inácio da Silva; Garanhuns, 27 de outubro de 1945), conhecido mononimamente como Lula, é um ex-metalúrgico, ex-sindicalista e político brasileiro, filiado ao Partido dos Trabalhadores (PT). É o 39.º presidente do Brasil desde 2023, tendo sido também o 35.º a ocupar o cargo, entre 2003 e 2011.
in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 08:10 0 comentários
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Pery Ribeiro nasceu há 89 anos...
Postado por Fernando Martins às 08:09 0 comentários
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Graciliano Ramos nasceu há 134 anos...
Graciliano Ramos de Oliveira (Quebrangulo, 27 de outubro de 1892 - Rio de Janeiro, 20 de março de 1953) foi um romancista, cronista, contista, jornalista, político e memorialista brasileiro do século XX, mais conhecido pelo seu livro Vidas Secas (1938).
Postado por Fernando Martins às 01:34 0 comentários
Marcadores: Brasil, comunistas, Graciliano Ramos, literatura, Vidas Secas
segunda-feira, outubro 26, 2026
Música para celebrar o aniversário de Milton Nascimento...
Postado por Pedro Luna às 11:11 0 comentários
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