O Curso de Geologia de 85/90 da Universidade de Coimbra escolheu o nome de Geopedrados quando participou na Queima das Fitas.
Ficou a designação, ficaram muitas pessoas com e sobre a capa intemporal deste nome, agora com oportunidade de partilhar as suas ideias, informações e materiais sobre Geologia, Paleontologia, Mineralogia, Vulcanologia/Sismologia, Ambiente, Energia, Biologia, Astronomia, Ensino, Fotografia, Humor, Música, Cultura, Coimbra e AAC, para fins de ensino e educação.
É de sonho e de pó O destino de um só Feito eu perdido Em pensamentos Sobre o meu cavalo É de laço e de nó De jibeira o jiló Dessa vida Cumprida a só
Sou caipira, pirapora Nossa Senhora de Aparecida Ilumina a mina escura e funda O trem da minha vida
Sou caipira, pirapora Nossa Senhora de Aparecida Ilumina a mina escura e funda O trem da minha vida
O meu pai foi peão Minha mãe solidão Meus irmãos Perderam-se na vida À custa de aventuras Descasei, joguei Investi, desisti Se há sorte Eu não sei, nunca vi
Sou caipira, Pirapora Nossa Senhora de Aparecida Ilumina a mina escura e funda O trem da minha vida
ou caipira, pirapora Nossa Senhora de Aparecida Ilumina a mina escura e funda O trem da minha vida
Me disseram, porém Que eu viesse aqui Prá pedir de Romaria e prece Paz nos desaventos Como eu não sei rezar Só queria mostrar Meu olhar, meu olhar Meu olhar
Sou caipira, pirapora Nossa Senhora de Aparecida Ilumina a mina escura e funda O trem da minha vida
Sou caipira, pirapora Nossa Senhora de Aparecida Ilumina a mina escura e funda O trem da minha vida
Joaquim Cláudio Corrêa de Mello Júnior (São Paulo, 16 de março de 1962), mais conhecido como Branco Mello, é um cantor e compositorbrasileiro, integrante dos Titãs, cuja voz se destaca em sucessos como Televisão, Cabeça Dinossauro, Flores e A Melhor Banda de todos os Tempos da última Semana.
Nasceu na fazenda Cabaceiras, a sete léguas (42 km) da vila de Nossa Senhora da Conceição de "Curralinho", hoje Castro Alves, no estado da Bahia.
As suas poesias mais conhecidas são marcadas pelo combate à escravatura, motivo pelo qual é conhecido como o "Poeta dos Escravos".
Escreveu clássicos como Espumas Flutuantes e Hinos do Equador, que o alçaram à posição de maior entre seus contemporâneos, bem como versos de poemas como "Os Escravos" e "A Cachoeira de Paulo Afonso", além da peça Gonzaga, que lhe valeram epítetos como "poeta dos escravos" e "poeta republicano" por Machado de Assis, ou descrições de ser "poeta nacional, se não mais, nacionalista, poeta social, humano e humanitário", no dizer de Joaquim Nabuco, de ser "o maior poeta brasileiro, lírico e épico", no dizer de Afrânio Peixoto, ou ainda de ser o "apóstolo andante do condoreirismo" e "um talento
vulcânico, o mais arrebatado de todos os poetas brasileiros", no dizer
de José Marques da Cruz. Integrou o movimento romântico, fazendo parte no país daquilo que os estudiosos chamam de "terceira geração romântica".
Começou sua produção maior aos dezasseis anos de idade, e seus versos
de "Os Escravos" foram iniciados aos dezassete (1865), com ampla
divulgação no país, onde eram publicados nos jornais e declamados,
ajudando a formar a geração que viria a conquistar a abolição. Ao lado
de Luís Gama, Nabuco, Ruy Barbosa e José do Patrocínio, destacou-se na campanha abolicionista, "em especial, a figura do grande poeta baiano Castro Alves". José de Alencar
disse dele, quando ainda em vida, que "palpita em sua obra o poderoso
sentimento de nacionalidade, essa alma que faz os grandes poetas, como
os grandes cidadãos". Teve por maiores influências os escritores românticos Victor Hugo, Lord Byron, Lamartine, Alfred de Musset e Heinrich Heine.
O historiador Armando Souto Maior disse que o poeta, "como assinala Soares Amora, 'por um lado marca o ponto de chegada da poesia romântica, por outro já anuncia, nalguns processos poéticos, em certas imagens, nas ideias políticas e sociais, o Realismo.'
Não obstante, deve ser considerado o maior poeta romântico brasileiro;
sua poesia social contra a escravidão galvanizou a sensibilidade da
época". Diz Manuel Bandeira que "o único e autêntico condor
nesses Andes bombásticos da poesia brasileira foi Castro Alves, criança
verdadeiramente sublime, cuja glória se revigora nos dias de hoje pela
intenção social que pôs na sua obra". No dizer de Archimimo Ornelas, "Temos Castro Alves, o revolucionário;
Castro Alves, o abolicionista; Castro Alves, o republicano; Castro
Alves, o artista; Castro Alves, o paisagista
da natureza americana; Castro Alves, o poeta da mocidade; Castro Alves,
poeta universal; Castro Alves, o vidente; Castro Alves, o poeta
nacional por excelência; enfim, em todas as manifestações humanas
poderemos encontrar essa força revolucionária que foi Castro Alves" e,
sobretudo, "Castro Alves como o homem que amou e foi amado".
A Duas Flores São duas flores unidas, São duas rosas nascidas Talvez do mesmo arrebol, Vivendo no mesmo galho, Da mesma gota de orvalho, Do mesmo raio de sol. Unidas, bem como as penas Das duas asas pequenas De um passarinho do céu… Como um casal de rolinhas, Como a tribo de andorinhas Da tarde no frouxo véu. Unidas, bom como os prantos, Que em parelha descem tantos Das profundezas do olhar… Como o suspiro e o desgosto, Como as covinhas do rosto, Como as estrelas do mar. Unidas… Ai quem pudera Numa eterna primavera Viver, qual vive esta flor. Juntar as rodas da vida, Na rama verde e florida, Na verde rama do amor!
Dª Teresa Cristina de Bourbon-Duas Sicílias, cujo nome completo em italiano era Teresa
Cristina Maria Giuseppa Gasparre Baltassarre Melchiore Gennara Rosalia
Lucia Francesca d'Assisi Elisabetta Francesca di Padova Donata Bonosa
Andrea d'Avelino Rita Liutgarda Geltruda Venancia Taddea Spiridione
Rocca Matilde di Borbone-Due Sicilie (Nápoles, 14 de março de 1822 - Porto, 28 de dezembro de 1889), foi uma princesa do reino das Duas Sicílias, do ramo italiano da Casa de Bourbon, e a quarta e última imperatriz-consorte do Brasil, esposa do imperador D. Pedro II. Foi a mãe das princesas Isabel e Leopoldina.
Formou-se na Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais do Rio de
Janeiro, em 1919. Problemas de saúde obrigaram-no a mudar-se para Campos do Jordão, no interior de São Paulo, não sem antes tomar parte na Semana de Arte Moderna de 1922.
Em 1925 nova transferência, por causa da saúde, desta vez para Pouso Alto, Minas Gerais, onde ficou até 1928. Naquele ano voltou ao Rio de Janeiro para trabalhar como redator no Jornal do Brasil e, logo depois, seguiu para Marselha, onde assumiria o posto de vice-cônsul honorário, a convite do cônsul Mateus de Albuquerque. De Marselha foi para Paris, onde ocupou o cargo de adido do consulado-geral. Logo o ministro Afrânio de Melo Franco o promoveu a cônsul de terceira classe (1932).
Foi agraciado com a Ordem Militar de Sant'Iago da Espada, de Portugal, no grau de Oficial, a 28 de março de 1935, e no grau de Grande-Oficial, a 24 de agosto de 1945.
Paralelamente à carreira de escritor e jornalista, não deixou de colaborar com o Jornal do Brasil, nem com O Globo, nem com A Província (Pernambuco), seguiu uma carreira diplomática bem-sucedida, até tornar-se embaixador do Brasil na Jugoslávia, em 1952, cargo que ocupava quando se aposentou. Para os jornais, enviava sobre literatura e acontecimentos na Europa.
Em 1958 conquistou, em Paris, o prémio internacional de poesia outorgado a estrangeiros, pelo livro Le jour est long (que escreveu em francês).
A sua obra mais famosa é Cabocla, adaptada duas vezes para a televisão. Muitos dos seus livros foram traduzidos para o francês, o italiano, o húngaro, o servo-croata e o sueco. Os seus romances retratam o dia a dia das pessoas humildes e anónimas dos subúrbios.
Que quer o vento?
A cada instante
Este lamento
Passa na porta
Dizendo: abre...
Vento que assusta
Nas horas frias
Na noite feia,
Vindo de longe,
Das ermas praias.
Andam de ronda
Nesse violento
Longo queixume,
As invisíveis
Bocas dos mortos.
Também um dia,
Estando eu morto,
Virei queixar-me
Na tua porta
Virei no vento
Mas não de inverno,
Nas horas frias
Das noites feias.
Virei no vento
Da primavera.
Em tua boca
Serei carícia,
Cheiro de flores
Que estão lá fora
Na noite quente.
Virei no vento...
Direi: acorda...
De 2011 a 2018, atuou como embaixador da Organização da ONU para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO). Nas eleições de 2018, foi eleito segundo suplente de senador na lista encabeçada por Major Olímpio. Em 31 de outubro de 2018, aceitou, infelizmente, o convite do então presidente eleito Jair Bolsonaro para assumir o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações.
Um dos últimos representantes do absolutismo,
D. João VI viveu num período tumultuoso, e seu reinado nunca conheceu
uma paz duradoura. Ora era a situação portuguesa ou europeia a
degenerar,
ora era a brasileira. Não esperara vir a ser rei; só ascendeu à posição
de herdeiro da Coroa pela morte de seu irmão mais velho, D. José. Assumiu a regência quando a sua mãe, a rainha D.ª Maria I,
foi declarada mentalmente incapaz. Teve de lidar com a constante
ingerência nos assuntos do reino de nações mais poderosas, nomeadamente a
Espanha, França e Inglaterra. Obrigado a fugir de Portugal quando as tropas napoleónicas invadiram o país, chegando à colónia enfrentou revoltas liberais
que refletiam eventos similares na metrópole, e foi compelido a
retornar à Europa em meio a novos conflitos. Perdeu o Brasil quando seu
filho D. Pedro proclamou a independência e viu o seu outro filho, D. Miguel, rebelar-se, procurando depô-lo. O seu casamento foi da mesma forma acidentado, e a esposa, Dª Carlota Joaquina, repetidas vezes conspirou contra o marido em favor de interesses pessoais ou da Espanha, o seu país natal.
Não obstante as atribulações, deixou uma marca duradoura, especialmente no Brasil,
criando inúmeras instituições e serviços que criaram a autonomia
nacional, sendo considerado por muitos pesquisadores o verdadeiro
mentor do moderno estado brasileiro.
Apesar disso, é até hoje um dos personagens mais caricatos da história
luso-brasileira, sendo acusado de indolência, falta de tino político e
constante indecisão, sem falar em sua pessoa, retratada amiúde como
grotesca, o que, segundo a historiografia mais recente, na maior parte
dos casos, é uma imagem injusta.
Brasão de monarca do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves
Pedro Álvares Cabral (Belmonte, 1467 ou 1468 - Santarém, circa1520) foi um fidalgo, comandante militar, navegador e exploradorportuguês considerado o descobridor do Brasil. Cabral realizou a primeira exploração significativa da costa nordeste da América do Sul,
reivindicando-a para Portugal. Embora os detalhes da vida de Cabral
sejam esparsos, sabe-se que veio de uma família nobre de grandeza
secundária e recebeu uma boa educação formal. Foi nomeado para chefiar
uma expedição à Índia em 1500, seguindo a rota recém-inaugurada por Vasco da Gama, contornando a África.
O objetivo deste empreendimento era retornar com especiarias valiosas
e estabelecer relações comerciais na Índia - contornando o monopólio
sobre o comércio de especiarias, então nas mãos de comerciantes árabes, turcos e italianos.
A sua frota, de 13 navios, afastou-se bastante da costa africana no Oceano Atlântico, talvez intencionalmente, desembarcando no que ele inicialmente achou tratar-se de uma grande ilha. Como o novo território se encontrava dentro do hemisfério português de acordo com o Tratado de Tordesilhas,
Cabral reivindicou-o para a Coroa Portuguesa. Explorou o litoral e
percebeu que a grande massa de terra era provavelmente um continente,
despachando em seguida um navio para notificar o rei D. Manuel I
da descoberta das terras. Havia desembarcado na América do Sul, e as
terras que havia reivindicado para Portugal mais tarde constituiriam o Brasil. A frota reabasteceu-se e continuou rumo ao leste, com a finalidade de retomar a viagem rumo à Índia.
(...)
A frota, sob o comando de Cabral, então com 32-33 anos de idade, partiu de Lisboa,
em 9 de março de 1500, ao meio-dia. No dia anterior, a tripulação tinha
recebido uma despedida pública que incluíra uma missa e comemorações
com a presença do rei, da corte e de uma enorme multidão. Na manhã de 14 de março, a frota passou pela Grã Canária, a maior das Ilhas Canárias. Em seguida, partiu rumo a Cabo Verde,
uma colónia portuguesa situada na costa oeste da África, que foi
alcançada em 22 de março. No dia seguinte, uma nau com 150 homens,
comandada por Vasco de Ataíde, desapareceu sem deixar vestígios. A frota cruzou a Linha do Equador
em 9 de abril e navegou rumo a oeste afastando-se o mais possível do
continente africano, utilizando uma técnica de navegação conhecida como a
volta do mar. Os marujos avistaram algas-marinhas
no dia 21 de abril, o que os levou a acreditar que estavam próximos da
costa. Provou-se estarem certos na tarde do dia seguinte,
quarta-feira, 22 de abril de 1500, quando a frota ancorou perto do que
Cabral batizou de Monte Pascoal (uma vez que aquela era a semana da Páscoa). O monte localiza-se no que hoje é a costa nordestina do Brasil.
É filho de Dorival Caymmi e Stella Maris, e irmão de Dori e Nana Caymmi. É pai de Alice Caymmi,
de seu casamento com Simone Malagutti; Gabriel (designer) e Juliana
Caymmi (cantora e advogada), frutos de sua relação com a primeira
esposa, Ana Terra; e Martin Caymmi fruto da sua relação com a cineasta
Tarsilla Alves. Começou a tocar flauta e violão na adolescência. Estudou
Arquitetura até o último período na FAU-RJ, tendo abandonado o curso
quando a sua canção, Andança,
em parceria com Edmundo Souto e Paulinho Tapajós, ficou em terceiro
lugar no Festival da Canção de 1968, tornando-se um grande sucesso.
Andança - Danilo Caymmi, Edmundo Souto e Paulinho Tapajós
Vim, tanta areia andei Da Lua cheia, eu sei Uma saudade imensa
Vagando em verso, eu vim Vestido de cetim Na mão direita, rosas Vou levar
Olha a Lua mansa a se derramar (me leva, amor) Ao luar descansa, meu caminhar (amor) Meu caminho em festa se fez feliz (me leva, amor) Lembrando a seresta que um dia eu fiz (Por onde for, quero ser seu par)
Já me fiz a guerra por não saber (me leva, amor) Que esta terra encerra meu bem-querer (amor) E jamais termina meu caminhar (me leva, amor) Só o amor me ensina onde vou chegar (Por onde for, quero ser seu par)
Rodei na roda, andei Dança da moda, eu sei Cansei de ser sozinho
Verso encantado, usei Meu namorado é rei Nas lendas dos caminhos Onde andei
No passo da estrada, só faço andar (me leva, amor) Tenho minha amada a me acompanhar (amor) Vim de longe léguas, cantando, eu vim (me leva, amor) Vou, não faço tréguas, sou mesmo assim (Por onde, for quero ser seu par)
Já me fiz a guerra por não saber (me leva, amor) Que esta terra encerra meu bem-querer (amor) E jamais termina meu caminhar (me leva, amor) Só o amor me ensina onde vou chegar (Por onde for, quero ser seu par)
Já me fiz a guerra por não saber (me leva, amor) Que esta terra encerra meu bem-querer (amor) E jamais termina meu caminhar (me leva, amor) Só o amor me ensina onde vou chegar (Por onde for, quero ser seu par)
No passo da estrada, só faço andar (me leva, amor) Tenho minha amada a me acompanhar (amor) Vim de longe léguas, cantando, eu vim (me leva, amor) Vou, não faço tréguas, sou mesmo assim (Por onde, for quero ser seu par)
Olha a Lua mansa a se derramar (me leva, amor) Ao luar descansa, meu caminhar (amor) Meu caminho em festa se fez feliz (me leva, amor) Lembrando a seresta que um dia eu fiz (Por onde for, quero ser seu par)
Já me fiz a guerra por não saber (me leva, amor) Que esta terra encerra meu bem-querer (amor) E jamais termina meu caminhar (me leva, amor) Só o amor me ensina onde vou chegar (Por onde for, quero ser seu par)
Alexandre Magno Abrão (São Paulo, 9 de abril de 1970 - São Paulo, 6 de março de 2013), mais conhecido pelo nome artístico de Chorão, foi um cantor, compositor, cineasta, roteirista e empresáriobrasileiro. Foi o vocalista, principal letrista e co-fundador da banda santista Charlie Brown Jr., formada em 1992 com Renato Pelado, Marcão, Champignon e Thiago Castanho,
sendo o único integrante a participar de todas as formações. Com os
Charlie Brown Jr. lançou dez discos, que venderam mais de cinco milhões de
cópias. Teve uma infância e adolescência difícil,
vivia na rua, ia pouco à escola e frequentemente tinha problemas com a
polícia. Com 21 anos, foi convidado a integrar uma banda com Champignon, chamada What's Up, e que acabou por não dar certo. Então montou os Charlie Brown Jr. Chorão, em 2007, fez o roteiro e dirigiu o filme O Magnata. Em 2009 lançou a sua marca de roupas, a DO.CE. Foi encontrado morto no seu apartamento, a 6 de março de 2013, na cidade de São Paulo, vítima de uma overdose de cocaína.
Destaca-se por ter sido o principal responsável pela descoberta de uma
linguagem peculiarmente brasileira em música, sendo considerado o
maior expoente da música do modernismo no Brasil, compondo obras que contém nuances das culturas regionais brasileiras, com os elementos das canções populares e indígenas.
Após pouco mais de sete meses de sucesso com os Mamonas Assassinas, Dinho faleceu tragicamente num acidente aéreo que matou toda a banda, um segurança, o seu primo Isaac Souto, que era um dos roadies da banda, além dos comandantes do avião. A tragédia ocorreu na Serra da Cantareira, na noite do dia 2 de março de 1996, após realizarem um show no Estádio Mané Garrincha em Brasília.