segunda-feira, fevereiro 23, 2026
Bezerra da Silva nasceu há 99 anos...
Postado por Fernando Martins às 09:09 0 comentários
Marcadores: Bezerra da Silva, Brasil, MPB, música, Safado é Safado Mesmo, samba
Wilson Simonal nasceu há 88 anos...
Wilson Simonal de Castro (Rio de Janeiro, 23 de fevereiro de 1938 - São Paulo, 25 de junho de 2000) foi um cantor brasileiro de muito sucesso nas décadas de 60 e 70, chegando a comandar um programa na TV Tupi, Spotlight, e dois programas na TV Record, Show em Si... Monal e Vamos S'imbora, e a assinar o que foi considerado na época o maior contrato de publicidade de um artista brasileiro, com a empresa anglo-holandesa Shell.
Postado por Fernando Martins às 08:08 0 comentários
Marcadores: Bossa nova, Brasil, calipso, Chá-chá-chá, Doo-Wop, MPB, música, País Tropical, samba, soul, Wilson Simonal
quinta-feira, fevereiro 19, 2026
José Carlos Capinan - 85 anos

José Carlos Capinan, mais conhecido como Capinan ou Capinam (Entre Rios, 19 de fevereiro de 1941), é um poeta, letrista e dramaturgo brasileiro, integrante da Academia de Letras da Bahia. Da geração de fundadores do Centro Popular de Cultura (CPC), da União Nacional dos Estudantes, é autor do livro "Inquisitorial" (1966), considerado um marco da poesia participante no Brasil.
Poeta do Tropicalismo, foi do grupo criador do movimento de vanguarda renovador da cultura brasileira em 1967 e 1968, e integrou o álbum "Tropicalia ou Panis et Circensis" com "Miserere Nobis", sua parceria com Gilberto Gil.
É um dos principais poetas de sua geração e se tornou um letrista central na história da modernização da música popular brasileira, vencendo o Festival de Música Popular de 1967 com a canção "Ponteio", parceria com Edu Lobo. "Soy loco por ti, América", canção com sua letra e música de Gilberto Gil, virou uma das grandes expressões poéticas do tropicalismo.
Autor de canções clássicas, Capinan tem como parceiros Gilberto Gil, Caetano Veloso, Edu Lobo, Tom Zé, Jards Macalé, Paulinho da Viola, Fagner, João Bosco, Francis Hime, Geraldo Azevedo, Zé Ramalho, Roberto Mendes, Cézar Mendes e Paquito, entre outros.
É o presidente de honra do Museu Nacional da Cultura Afro-brasileira, em Salvador.
Em 2024, lançou a sua poesia completa na antologia "Cancioneiro Geral" (Círculo de Poemas), organizada por Claudio Leal e Leonardo Gandolfi. Em 2025, o Selo Sesc lançou o disco ao vivo "Cancioneiro Geral - Tributo a Capinan", com a participação do poeta ao lado de Jards Macalé e Renato Braz.
in Wikipédia
Miserere Nobis - Gilberto Gil
Letra de José Carlos Capinan e música de Gilberto Gil
Miserere nobis
Ora, ora pro nobis
É no sempre será, ô, iaiá
É no sempre, sempre serão
Já não somos como na chegada
Calados e magros, esperando o jantar
Na borda do prato se limita a janta
As espinhas do peixe de volta pro mar
Miserere nobis
Ora, ora pro nobis
É no sempre será, ô, iaiá
É no sempre, sempre serão
Tomara que um dia de um dia seja
Para todos e sempre a mesma cerveja
Tomara que um dia de um dia não
Para todos e sempre metade do pão
Tomara que um dia de um dia seja
Que seja de linho a toalha da mesa
Tomara que um dia de um dia não
Na mesa da gente tem banana e feijão
Miserere nobis
Ora, ora pro nobis
É no sempre será, ô, iaiá
É no sempre, sempre serão
Já não somos como na chegada
O sol já é claro nas águas quietas do mangue
Derramemos vinho no linho da mesa
Molhada de vinho e manchada de sangue
Miserere nobis
Ora, ora pro nobis
É no sempre será, ô, iaiá
É no sempre, sempre serão
Bê, rê, a – Bra
Zê, i, lê – zil
Fê, u – fu
Zê, i, lê – zil
Ora pro nobis
Postado por Fernando Martins às 08:50 0 comentários
Marcadores: Brasil, Gilberto Gil, José Carlos Capinan, Miserere Nobis, música, poesia, Tropicalismo
Evandro Mesquita, o cantor, compositor e ator, faz hoje 74 anos

Evandro Nahid de Mesquita (Rio de Janeiro, 19 de fevereiro de 1952) é um cantor, compositor e ator brasileiro, conhecido por ser o vocalista da banda de rock Blitz e pelos diversos trabalhos no cinema e na televisão, incluindo o mecânico Paulo "Paulão" Wilson na série A Grande Família, entre 2006 e 2014.
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Postado por Fernando Martins às 07:40 0 comentários
Marcadores: actor, Blitz, Brasil, Evandro Mesquita, MPB, música, new wave, pop rock, Rock, Você Não Soube Me Amar
quarta-feira, fevereiro 18, 2026
Christiane Torloni faz hoje 69 anos
Postado por Fernando Martins às 06:09 0 comentários
Marcadores: actriz, Brasil, Christiane Torloni, La Torloni
Fagundes Varella morreu há 151 anos...
-
- "...uma das mais belas e sentidas nênias da poesia em língua portuguesa. Nela, pela força do sentimento sincero, o Poeta atingiu aos vinte anos uma altura que, não igualada depois, permaneceu como um cimo isolado em toda a sua poesia."
A flor do maracujá
Pelas rosas, pelos lírios,
Pelas abelhas, sinhá,
Pelas notas mais chorosas
Do canto do sabiá,
Pelo cálice de angústias
Da flor do maracujá!
Pelo jasmim, pelo goivo,
Pelo agreste manacá,
Pelas gotas do sereno
Nas folhas de gravatá,
Pela coroa de espinhos
Da flor do maracujá!
Pelas tranças da mãe-d'água
Que junto da fonte está,
Pelos colibris que brincam
Nas alvas plumas do ubá,
Pelos cravos desenhados
Na flor do maracujá!
Pelas azuis borboletas
Que descem do Panamá,
Pelos tesouros ocultos
Nas minas do Sincorá,
Pelas chagas roxeadas
Da flor do maracujá!
Pelo mar, pelo deserto,
Pelas montanhas, sinhá!
Pelas florestas imensas
Que falam de Jeová!
Pela lança ensanguentada
Da flor do maracujá!
Por tudo o que o céu revela!
Por tudo o que a terra dá
Eu te juro que minh'alma
De tua alma escrava está!...
Guarda contigo esse emblema
Da flor do maracujá!
Não se enojem teus ouvidos
De tantas rimas em — a —
Mas ouve meus juramentos,
Meus cantos ouve, sinhá!
Te peço pelos mistérios
Da flor do maracujá!
Fagundes Varella
Postado por Fernando Martins às 01:51 0 comentários
Marcadores: Brasil, Fagundes Varella, poesia, romantismo
Nelson Cavaquinho morreu há quarenta anos...
Nelson Cavaquinho, nome artístico de Nelson Antônio da Silva, (Rio de Janeiro, 29 de outubro de 1911 - Rio de Janeiro, 18 de fevereiro de 1986) foi um importante músico brasileiro. Sambista carioca, compositor e tocador de cavaquinho na juventude, na maturidade optou pela viola, desenvolvendo um estilo inimitável de tocá-la, utilizando apenas dois dedos da mão direita.
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Postado por Fernando Martins às 00:40 0 comentários
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Saudades de Nelson Cavaquinho...
Postado por Pedro Luna às 00:04 0 comentários
Marcadores: Brasil, cavaquinho, guitarra, música, Nelson Cavaquinho, Quando Eu Me Chamar Saudade, samba
terça-feira, fevereiro 17, 2026
Pixinguinha morreu há 53 anos...
Alfredo da Rocha Vianna Filho, conhecido como Pixinguinha (Rio de Janeiro, 23 de abril de 1897 - Rio de Janeiro, 17 de fevereiro de 1973), foi um flautista, saxofonista, compositor e arranjador brasileiro.
domingo, fevereiro 15, 2026
Ronald de Carvalho morreu há 91 anos...
Ronald de Carvalho (Rio de Janeiro, 16 de maio de 1893 - Rio de Janeiro, 15 de fevereiro de 1935) foi um poeta e político brasileiro.
- «Terminou-se a impressão deste livro em Novembro do anno de MCMXIII, nas officinas graphicas da Casa Crès et Cie, Paris.»
- «Para as mãos de Fernando Pessôa, fraternalmente Ronaldo de Carvalho. Rio MCMXIV»
- «O seu livro é dos mais belos que recentemente tenho lido. Digo-lhe isto para que, não me conhecendo, me não julgue posto a severidade sem atenção às belezas do seu Livro. Há em si o com que os grandes poetas se fazem. De vez em quando a mão do escultor faz falar as curvas irreais da sua Matéria. E então é o seu poema sobre o Cais e a sua impressão do Outono, e este e aquele verso, caído dos deuses como o que é azul no céu nos intervalos da tormenta. Exija de si o que sabe que não pode fazer. Não é outro o caminho da Beleza.»
- in Correspondência (1905-1922) - Fernando Pessoa
A crítica de Fernando Pessoa parece ter influenciado o escritor brasileiro, que iria aderir ao modernismo, destacando-se a sua intervenção na Semana de Arte Moderna. cinco anos mais novo do que Fernando Pessoa, Ronald de Carvalho viria a morrer, por coincidência, no mesmo ano do escritor português.
Orpheu – Revista Trimestral de Literatura
DIRECÇÃO
PORTUGAL
Luiz de Montalvor - 17, Caminho do Forno do Tijolo - LISBOA
BRAZIL
Ronald de Carvalho -104, Rua Humaytá - RIO DE JANEIRO
- Luz Gloriosa (1913)
- Pequena História da Literatura Brasileira (1919)
- Poemas e Sonetos (1919)
- Epigramas Irônicos e Sentimentais (1922)
- Toda a América (1926)
- O Mercador de Prata, de Ouro e Esmeralda
- Epigrama
- Uma noite em Los Andes
- Sabedoria
- Brasil
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A Fernando Haroldo
Palmas paradas
Pedras polidas
Claridades
Faíscas
Cintilações
Eu ouço o canto enorme do Brasil!
Eu ouço o tropel dos cavalos de Iguaçu correndo na ponta
das rochas nuas, empinando-se no ar molhado, batendo
com as patas de água na manhã de bolhas e pingos verdes;
Eu ouço a tua grave melodia, a tua bábara e grave melodia,
Amazonas, melodia da tua onda lenta de óleo espesso que
se avoluma e se avoluma, lambe o barro das barrancas, morde
raízes, puxa ilhas e empurra o oceano mole como um touro
picado de farpas, varas, galhos e folhagens;
Eu ouço a terra que estala no ventre quente do Nordeste,
a terra que ferve na planta do pé de bronze do cangaceiro,
a terra que se esboroa e rola em surdas bolas pelas
estradas de Juazeiro, e quebra-se em crostas secas,
esturricadas no Crato chato;
Eu ouço o chiar das caatingas — trilos, pios, pipios, trinos,
assobios, zumbidos, bicos que picam, bordões que ressoam
retesos, tímpanos que vibram, límpidos papos que estufam,
asas que zinem, rezinem, cris-cris, cicios, cismas, cismas
longas, langues — caatingas debaixo do céu!
Eu ouço os arroios que riem, pulando na garupa dos dourados
gulosos, mexendo com os bagres no limo da luras e das locas;
Eu ouço as moendas espremendo canas, o gluglu do mel
escorrendo nas tachas, o tinir da tigelinhas nas serigueiras;
E machados que disparam caminhos,
E serras que toram troncos,
E matilhas de “Corta Vento”, “Rompe-Ferro”, “Faíscas”
e “Tubarões” acuando suçuaranas e maçarocas,
E mangues borbulhando na luz,
E caititus tatalando as queixadas para os jacarés que
dormem no tejuco morno dos igapós...
Eu ouço todo o Brasil cantando, zumbindo, gritando, vociferando!
Redes que balançam,
Sereias que apitam,
Usinas que rangem, martelam, arfam, estridulam, ululam e roncam,
Tubos que explodem,
Guindastes que giram,
Rodas que batem,
Trilhos que trepidam.
Rumor de coxilhas e planaltos, campainhas, relinchos
aboiados e mugidos,
Repiques de sinos, estouros de foguetes, Ouro Preto,
Bahia, Congonhas, Sabará,
Vaias de Bolsas empinando números como papagaios,
Tumulto de ruas que saracoteiam sob arranha-céus,
Vozes de todas as raças que a maresia dos portos joga no sertão!
Nesta hora de sol puro eu ouço o Brasil.
Todas as tuas conversas, pátria morena, correm pelo ar...
A conversa dos fazendeiros nos cafezais,
A conversa dos mineiros nas galerias de ouro,
A conversa dos operários nos fornos de aço,
A conversa dos garimpeiros, peneirando as bateias,
A conversa dos coronéis nas varandas das roças...
Mas o que eu ouço, antes de tudo, nesta hora de sol puro
Palmas paradas
Pedras polidas
Claridades
Brilhos
Faíscas
Cintilações
É o canto dos teus berços, Brasil, de todos esses teus berços,
onde dorme, com a boca escorrendo leite,
moreno, confiante, o homem de amanhã!
in Toda a América (1926) - Ronald de Carvalho
Postado por Fernando Martins às 09:10 0 comentários
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sábado, fevereiro 14, 2026
Reginaldo Rossi, o falecido Rei do Brega, nasceu há oitenta e dois anos...
Morte
No dia 9 de dezembro de 2013, Rossi passou por um procedimento chamado toracocentese, que retirou dois litros de líquido, acumulados entre a pleura e o pulmão. O resultado da biopsia, divulgado dois dias depois, confirmou o diagnóstico de cancro de pulmão.
Reginaldo Rossi morreu na manhã do dia 20 de dezembro de 2013, aos 70 anos, de falência múltipla de órgãos, em decorrência do cancro do pulmão que foi detetado dias antes. O seu corpo foi sepultado no Cemitério Morada da Paz, em Paulista, Região Metropolitana do Recife, ao som de Recife, Minha Cidade, música que compôs em homenagem à sua terra natal.
Postado por Fernando Martins às 08:20 0 comentários
Marcadores: Brasil, brega, Leviana, música, Reginaldo Rossi, Rei do Brega, Rock
Jacob do Bandolim nasceu há 108 anos...
Jacob Pick Bittencourt, mais conhecido como Jacob do Bandolim (Rio de Janeiro, 14 de fevereiro de 1918 - Rio de Janeiro, 13 de agosto de 1969) foi um músico, compositor e bandolinista brasileiro de choro. Filho do capixaba Francisco Gomes Bittencourt e da judia polaca Raquel Pick, nascida na cidade de Łódź, morou durante a infância no bairro da Lapa, no Rio de Janeiro.
Postado por Fernando Martins às 01:08 0 comentários
Marcadores: bandolim, Brasil, choro, Jacob do Bandolim, judeus, música, Noites Cariocas
Carmélia Alves, a Rainha do Baião, nasceu há 103 anos
Postado por Fernando Martins às 01:03 0 comentários
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Dicró nasceu há oitenta anos...
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sexta-feira, fevereiro 13, 2026
Música adequada à data...
Reconvexo - Maria Bethânia
Sou a chuva que lança a areia do Saara
Sobre os automóveis de Roma
Sou a sereia que dança, a destemida Iara
Água e folha da Amazônia
Sou a sombra da voz da matriarca da Roma Negra
Você não me pega, você nem chega a me ver
Meu som te cega, careta, quem é você?
Que não sentiu o suingue de Henri Salvador
Que não seguiu o Olodum balançando o Pelô
E que não riu com a risada de Andy Warhol
Que não, que não, e nem disse que não
Eu sou o preto norte-americano forte
Com um brinco de ouro na orelha
Eu sou a flor da primeira música
A mais velha, mais nova espada e seu corte
Sou o cheiro dos livros desesperados, sou Gita Gogóia
Seu olho me olha, mas não me pode alcançar
Não tenho escolha, careta, vou descartar
Quem não rezou a novena de Dona Canô
Quem não seguiu o mendigo Joãozinho Beija-Flor
Quem não amou a elegância sutil de Bobô
Quem não é recôncavo e nem pode ser reconvexo
Sou a chuva que lança a areia do Saara
Sobre os automóveis de Roma
Sou a sereia que dança, a destemida Iara
Água e folha da Amazônia
Sou a sombra da voz da matriarca da Roma Negra
Você não me pega, você nem chega a me ver
Meu som te cega, careta, quem é você?
Que não sentiu o suingue de Henri Salvador
Que não seguiu o Olodum balançando o Pelô
E que não riu com a risada de Andy Warhol
Que não, que não, e nem disse que não
Eu sou o preto norte-americano forte
Com um brinco de ouro na orelha
Eu sou a flor da primeira música
A mais velha, mais nova espada e seu corte
Sou o cheiro dos livros desesperados, sou Gita Gogóia
Seu olho me olha, mas não me pode alcançar
Não tenho escolha, careta, vou descartar
Quem não rezou a novena de Dona Canô
Quem não seguiu o mendigo Joãozinho Beija-Flor
Quem não amou a elegância sutil de Bobô
Quem não é recôncavo e nem pode ser reconvexo
Quem não rezou a novena de Dona Canô
Quem não seguiu o mendigo Joãozinho Beija-Flor
Quem não amou a elegância sutil de Bobô
Quem não é recôncavo e nem pode ser reconvexo
Postado por Pedro Luna às 18:00 0 comentários
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Radamés Gnattali morreu há trinta e oito anos...
Postado por Fernando Martins às 00:38 0 comentários
Marcadores: Brasil, choro, música, piano, Radamés Gnattali
Henri Salvador morreu há dezoito anos...

Postado por Fernando Martins às 00:18 0 comentários
Marcadores: Brasil, Dans mon île, França, Henri Salvador, música
quinta-feira, fevereiro 12, 2026
Canta, Canta Minha Gente...!
Postado por Pedro Luna às 22:22 0 comentários
Marcadores: Brasil, calango, Canta Canta Minha Gente, capoeira, Casa de Bamba, ciranda, frevo, Martinho da Vila, MPB, música, samba, samba de roda, samba-enredo, toada
Dominguinhos nasceu há oitenta e cinco anos...
Postado por Fernando Martins às 08:50 0 comentários
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