quarta-feira, abril 15, 2026
Lincoln morreu há 161 anos...
Postado por Fernando Martins às 16:10 0 comentários
Marcadores: abolição da escravatura, Abraham Lincoln, assassinato, Guerra Civil Americana, John Wilkes Booth, Presidente dos EUA
terça-feira, abril 14, 2026
Lincoln foi a última vez ao teatro há 161 anos...
Postado por Fernando Martins às 16:10 0 comentários
Marcadores: Abraham Lincoln, assassinato, Confederados, Guerra Civil Americana, Guerra da Secessão, Presidente dos EUA
domingo, abril 12, 2026
Franklin Delano Roosevelt morreu há oitenta e um anos...
Postado por Fernando Martins às 08:10 0 comentários
Marcadores: FDR, Franklin Delano Roosevelt, Grande Depressão, II Grande Guerra, II Guerra Mundial, New Deal, Presidente dos EUA
segunda-feira, março 30, 2026
Ronald Reagan foi alvo de um atentado há quarenta e cinco anos...
Postado por Fernando Martins às 00:45 0 comentários
Marcadores: assassinato, Presidente dos EUA, Ronald Reagan, USA, Washington DC
domingo, fevereiro 22, 2026
George Washington nasceu há 294 anos
Postado por Fernando Martins às 00:29 0 comentários
Marcadores: George Washington, Presidente dos EUA, USA
sexta-feira, fevereiro 20, 2026
Nixon iniciou a sua histórica visita à China há 54 anos...
Postado por Fernando Martins às 00:54 0 comentários
Marcadores: China, Presidente dos EUA, Richard Nixon
quinta-feira, fevereiro 12, 2026
Lincoln nasceu há 217 anos...
![]()
Um político excecionalmente astuto e profundamente envolvido com questões de poder em cada estado, Lincoln apoiou os War Democrats e conseguiu a sua reeleição em 1864. Como líder de um fação moderada do Partido Republicano, Lincoln notou que suas políticas e personalidade haviam "explodido para todos os lados": os "Republicanos Radicais" exigiam um severo tratamento com o Sul, os War Democrats desejavam um maior comprometimento (os "Copperheads", democratas pacifistas, desprezavam os membros do seu partido que defendiam o conflito), e os secessionistas irreconciliáveis tramaram o seu assassinato. Politicamente, Lincoln reagiu, colocando os seus oponentes uns contra os outros, e apelando ao povo americano com o seu poder de oratória. O seu Discurso de Gettysburg, de 1863, tornou-se um dos discursos mais citados na história desta Nação, e é um ícone de demonstração dos princípios de nacionalismo, republicanismo, igualdade, liberdade e democracia. No fim da guerra, Lincoln teve uma visão moderada sobre a reconstrução, buscando reunir a nação rapidamente através de uma política de reconciliação generosa, em face da persistente e amarga divisão. Seis dias depois de o general Robert E. Lee das forças confederadas se render, Lincoln foi assassinado pelo ator e simpatizante confederado John Wilkes Booth, sendo o primeiro presidente dos Estados Unidos a ser assassinado e fazendo o país entrar em luto. Lincoln tem sido consistentemente considerado por estudiosos e pelo povo como um dos três maiores presidentes dos Estados Unidos (em conjunto com George Washington e Franklin D. Roosevelt, pela opinião de estudiosos, e Ronald Reagan e Bill Clinton, pela avaliação popular).
Postado por Fernando Martins às 02:17 0 comentários
Marcadores: abolição da escravatura, Abraham Lincoln, Guerra Civil Americana, Presidente dos EUA
sexta-feira, janeiro 30, 2026
Franklin Delano Roosevelt nasceu há 144 anos
Postado por Fernando Martins às 01:44 0 comentários
Marcadores: FDR, Franklin Delano Roosevelt, II Grande Guerra, II Guerra Mundial, New Deal, Presidente dos EUA, USA
sexta-feira, janeiro 09, 2026
Richard Nixon nasceu há cento e treze anos
Postado por Fernando Martins às 01:13 0 comentários
Marcadores: caso Watergate, Presidente dos EUA, Richard Nixon, Watergate
segunda-feira, dezembro 29, 2025
O presidente Jimmy Carter morreu há um ano...
Nascido e criado em Plains, Geórgia, Carter formou-se na Academia Naval dos Estados Unidos em 1946 e juntou-se à marinha, servindo em submarinos. Após a morte do seu pai em 1953, ele abandonou o serviço naval e voltou para Plains, onde assumiu o controle do negócio de cultivo de amendoim da sua família. Carter herdou comparativamente pouco devido ao perdão de dívidas de seu pai e à divisão da propriedade entre ele e seus irmãos. Mesmo assim, a sua ambição de expandir e cultivar a quinta de amendoim da família foi cumprida. Durante este período, Carter foi encorajado a se opor à segregação racial e apoiar o crescente movimento pelos direitos civis, tornando-se um ativista dentro do Partido Democrata. De 1963 a 1967, Carter serviu no Senado estadual da Geórgia e em 1970 foi eleito governador do estado, derrotando Carl Sanders nas primárias do partido. Ele permaneceu como governador até 1975. Embora não fosse conhecido nos círculos políticos fora da Geórgia, Carter conquistou a nomeação do Partido Democrata para a eleição presidencial de 1976. Ele acabou vencendo de forma apertada contra o presidente republicano Gerald Ford, assumindo a presidência em janeiro de 1977, num período em que o país estava a meio de uma recessão.
A presidência de Carter foi marcada por estagnação económica e inflação. No âmbito interno, ele perdoou todos os desertores da Guerra do Vietname. Criou ainda dois novos gabinetes no governo, o Departamento de Energia e o Departamento de Educação. Ele estabeleceu uma nova política nacional de energia que incluía conservação, controle de preços e investimento em novas tecnologias. Em questões externas, Carter assinou os Acordos de Camp David, os Tratados Torrijos-Carter, a segunda rodada das Conversações sobre Limites para Armas Estratégicas (SALT II) e o retorno da Zona do Canal do Panamá ao controle das autoridades panamenhas. Ele tentou, sem muito sucesso, combater a "estagflação", o alto desemprego e o crescimento fraco do PIB. Contudo, os dois anos finais do seu governo foram marcados pela Crise dos reféns no Irão, a crise energética de 1979, o acidente de Three Mile Island e o desenrolar dos eventos iniciais da invasão soviética do Afeganistão. Em resposta à invasão dos soviéticos ao Afeganistão, Carter acabou com a détente, intensificou a Guerra Fria e liderou um boicote aos Jogos Olímpicos de 1980 em Moscou. Em 1980, ele enfrentou um desafio à sua nomeação pelo Partido Democrata por Ted Kennedy, mas se manteve como o candidato do partido para tentar a reeleição. Carter acabou perdendo a eleição presidencial para o republicano Ronald Reagan. Pesquisas de historiadores e cientistas políticos consideram Carter como um presidente "fraco". As atividades de Carter, desde que deixou a Casa Branca, foram vistas de forma mais favorável do que a sua própria presidência.
Em 2012, Carter passou Herbert Hoover como o ex-presidente mais velho e chegou a comemorar os 40 anos da sua posse no cargo. Em novembro de 2018, tornou-se o ex-presidente dos Estados Unidos mais longevo, após a morte de George H. W. Bush. Desde que deixou a presidência, trabalhou principalmente em questões de direitos humanos. Ele viajou pelo mundo, advogando acordos de paz, observando eleições e trabalhando para a prevenção e erradicação de doenças em várias nações. Carter também era defensor da reforma política nos Estados Unidos e foi um crítico da política externa agressiva do presidente George W. Bush.Postado por Fernando Martins às 01:00 0 comentários
Marcadores: Jimmy Carter, paz, Prémio Nobel, Presidente dos EUA




