in Wikipédia
segunda-feira, setembro 28, 2026
El-Rei D. Carlos I nasceu há 163 anos...
in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 16:30 0 comentários
Marcadores: D. Carlos I, D. Manuel II, dinastia de Bragança, Dona Amélia, El-Rei, Monarquia, pintura, regicídio
quinta-feira, setembro 24, 2026
El-Rei D. Pedro IV de Portugal, que no Brasil foi o Imperador D. Pedro I, morreu há 192 anos...
(...)
Apesar de ter reconquistado o trono português para a sua filha, D. Pedro voltou tuberculoso da campanha e morreu a 24 de setembro de 1834, pouco depois da Convenção de Évoramonte (que selara a vitória da causa liberal, de que se fizera paladino), no palácio de Queluz, no mesmo quarto e na mesma cama onde nascera, 35 anos antes. Ao seu lado, na hora da morte, estavam a esposa, a jovem Imperatriz Amélia, e a filha, a Rainha D. Maria II.
in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 19:20 0 comentários
Marcadores: Brasil, D. Pedro IV, El-Rei, Imperador, Imperador D. Pedro I, Monarquia Constitucional
quarta-feira, setembro 16, 2026
El-Rei D. Pedro V nasceu há 189 anos...
Postado por Fernando Martins às 18:09 0 comentários
Marcadores: D. Pedro V, dinastia de Bragança, El-Rei, Monarquia Constitucional
sábado, setembro 12, 2026
El-Rei D. Afonso VI morreu há trezentos e quarenta e três anos...
Postado por Fernando Martins às 03:43 0 comentários
Marcadores: Afonso VI, El-Rei, Guerra da Restauração, Monarquia, tuberculose
quarta-feira, setembro 09, 2026
O Rei D. Duarte I faleceu há 588 anos...
Postado por Fernando Martins às 00:58 0 comentários
Marcadores: D. Duarte I, D. João I, El-Rei, Filipa de Lencastre, Ínclita geração, Monarquia, Viseu
D. Duarte I morreu há 588 anos...
Postado por Fernando Martins às 00:58 0 comentários
Marcadores: D. Duarte I, dinastia de Avis, El-Rei, Ínclita geração
sexta-feira, agosto 28, 2026
El-Rei D. Afonso V morreu há 545 anos...
Postado por Fernando Martins às 05:45 0 comentários
Marcadores: D. Afonso V, dinastia de Avis, El-Rei
terça-feira, agosto 04, 2026
Poema adequado à data...
RAZÓN PARA EL REY DON SEBASTIÁN
Quien teme a sus sueños es sabio,
y el que escucha la fuente y observa sus peces
y en ellos posa su pequeña vida
para descubrir en sí mismo el hechizo inmaculado
de la quietud y el retoño.
Pero quien rehuye a los sueños prepara ya su muerte,
cada día sube hasta su casa sabiendo que hace tiempo
su casa es un sudario y su rostro en el espejo
el frío rostro de una estatua esculpida en el aire.
Y quizás fueran tus sueños, devastadores, locos,
del todo irrealizables, los que aún retumben en las calles
y den a tu figura el lustre que la vida niega siempre.
La muerte a todos cumple, pero limpios y dorados
son los sueños que nunca se realizan.
Todos en el fondo lo intuimos:
empezamos a morir justo ese día
que decidimos aceptar nuestro fracaso
y horrorizados olvidamos en el campo de batalla
nuestros sueños.
Manuel Moya
Razão para El-Rei D. Sebastião
Quem teme seus sonhos é sábio,
e também o que escuta a fonte e observa seus peixes
e neles pousa sua pequena vida
para descobrir em si mesmo o feitiço imaculado
da quietude e do renovo.
Mas quem evita os sonhos prepara já sua morte,
cada dia entra em casa sabendo que há muito
sua casa é um sudário e seu rosto no espelho
o frio rosto de uma estátua lavrada no ar.
E talvez fossem teus sonhos, loucos, devastadores,
de todo irrealizáveis, os que ainda retumbem na sruas
e dêem a teu perfil o lustro que a vida nega sempre.
A morte a todos cumpre, mas limpos e dourados
são os sonhos que nunca se realizam.
Todos no fundo o intuímos:
começamos a morrer justo no dia
em que decidimos aceitar o nosso fracasso
e como horror esquecemos no campo de batalha
nossos sonhos.
Manuel Moya - tradução Albino M.
Postado por Pedro Luna às 11:11 0 comentários
Marcadores: D. Sebastião, dinastia de Avis, El-Rei, Manuel Moya, música, poesia, sebastianismo
sexta-feira, julho 31, 2026
El-Rei D. João V morreu há 276 anos...
Postado por Fernando Martins às 00:27 0 comentários
Marcadores: D. João V, dinastia de Bragança, El-Rei, Monarquia
sábado, julho 25, 2026
A Batalha de Ourique foi há 887 anos
Postado por Fernando Martins às 08:08 0 comentários
Marcadores: Batalha de Ourique, D. Afonso Henriques, D. Afonso I, dinastia de Borgonha, El-Rei
sexta-feira, julho 24, 2026
Os Liberais conquistaram Lisboa há 193 anos...
Postado por Fernando Martins às 19:30 0 comentários
Marcadores: 24 de julho de 1833, absolutismo, constitucionalismo, D. Maria II, D. Miguel I, D. Pedro IV, dinastia de Bragança, Duque da Terceira, Duque do Cadaval, El-Rei, guerra civil, Lisboa, Monarquia Constitucional
domingo, julho 12, 2026
D. Pedro III nasceu há 309 anos

De seu casamento com Maria I de Portugal, tiveram os seguintes filhos:
- José, Príncipe do Brasil (20 de agosto de 1761 - 11 de setembro de 1788), casou com a sua tia, Maria Benedita de Bragança, não tiveram filhos;
- João Francisco de Bragança (16 de setembro de 1763 - 10 de outubro de 1763), morreu com três semanas de idade;
- João VI de Portugal (13 de maio de 1767 - 10 de março de 1826), casou-se com Carlota Joaquina de Bourbon, tiveram nove filhos;
- Mariana Vitória de Bragança (15 de dezembro de 1768 - 2 de novembro de 1788), casou-se com Gabriel de Bourbon, tiveram três filhos;
- Maria Clementina de Bragança (9 de junho de 1774 - 27 de junho de 1776), morreu com dois anos de idade;
- Maria Isabel de Bragança (12 de dezembro de 1776 - 14 de janeiro de 1777), morreu com um mês de idade.
Postado por Fernando Martins às 04:09 2 comentários
Marcadores: D. Maria I, D. Pedro III, dinastia de Bragança, El-Rei
segunda-feira, julho 06, 2026
El-Rei D. José I nasceu há 312 anos
D. José I (Lisboa, 6 de junho de 1714 – Sintra, 24 de fevereiro de 1777), cognominado o Reformador, foi Rei de Portugal e Algarves de 1750 até sua morte. Era o terceiro filho do rei João V e a sua esposa, a rainha Maria Ana da Áustria. O seu reinado foi marcado sobretudo pelas políticas do seu secretário de Estado, o Marquês de Pombal, que reorganizou as leis, a economia e a sociedade portuguesa, transformando Portugal num país moderno.
Quando subiu ao trono, José I tinha à sua disposição os mesmos meios de ação governativa que os seus antecessores do século XVII, apesar do progresso económico realizado no país, na primeira metade do século XVIII. Esta inadaptação das estruturas administrativas, jurídicas e políticas do país, juntamente com as condições económicas deficientes herdadas dos últimos anos do reinado de João V, vai obrigar o monarca a escolher os seus colaboradores entre aqueles que eram conhecidos pela sua oposição à política seguida no reinado anterior.
A 1 de novembro de 1755, José I e a sua família sobrevivem à destruição do Paço Real no sismo de Lisboa por se encontrarem na altura a passear em Santa Maria de Belém. Depois desta data, José I ganhou uma fobia a edifícios de pedra e cal, vivendo o resto da sua vida num complexo luxuoso de tendas no Alto da Ajuda, em Lisboa. Outro acontecimento notável do seu reinado foi a tentativa de regicídio que sofreu, a 3 de setembro de 1758, e o subsequente processo dos Távoras. Os Marqueses de Távora, o Duque de Aveiro e familiares próximos, acusados da sua organização, foram executados ou colocados na prisão, enquanto que a Companhia de Jesus foi declarada ilegal e os jesuítas expulsos de Portugal e das colónias.
D. José I faleceu no dia 24 de fevereiro de 1777. Jaz no Panteão dos Braganças, no mosteiro de São Vicente de Fora em Lisboa.
![]()
in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 03:12 0 comentários
Marcadores: D. José I, D. Maria I, dinastia de Bragança, El-Rei, Marquês de Pombal
quinta-feira, julho 02, 2026
Saudades de D. Manuel II...
Regulus
Não há sombra para nela abrigares
o olhar das estilhas da luz no amanhecer.
Nenhuma trama nasce dos teus passos
que o vento não apague, com o andar.
Sem passado, tens por céu um alvo
neutro como o horizonte. Não há intenção
por detrás do sono dos teus passos,
posto que é tudo deserto à tua volta.
As cidades foram o lugar de uma morte espaçosa
enquanto a chama ia medrando no calor.
in As Esperas e outros poemas (1997) - Paulo Teixeira
Postado por Pedro Luna às 19:32 1 comentários
Marcadores: D. Manuel II, El-Rei, Monarquia Constitucional, Paulo Teixeira, poesia, Rei-Saudade
D. Manuel II e Sophia - dia de dupla saudade...
Ausência
in No mar novo (1958) - Sophia de Mello Breyner Andresen
(imagem daqui)
Nunca mais
Caminharás nos caminhos naturais.
Nunca mais te poderás sentir
Invulnerável, real e densa -
Para sempre está perdido
O que mais do que tudo procuraste
A plenitude de cada presença.
E será sempre o mesmo sonho, a mesma ausência.
in Poesia I (1944) - Sophia de Mello Breyner Andresen
Postado por Pedro Luna às 13:13 0 comentários
Marcadores: D. Manuel II, dignidade, El-Rei, literatura, Monarquia, poesia, saudades, Sophia de Mello Breyner Andresen
Não te esquecemos...
EL-REI
Longe da luz
A que sonhou na infância
Em vez de predomínio e de conquista
Sonhos de amor
Entre visões de artista
Morreu de desconsolo e de distância.
Caminho aberto
À morte por essa ânsia
Que mais se exalta
Quanto mais contrista
De quem recorda o lar que nunca avista
E se consome em lúcida constância.
Porque acima do trono e da realeza
Havia o céu azul, a claridade
Da sua amada Terra Portuguesa
Havia a Pátria, e dizem, que impiedade
Dizem que não se morre de tristeza
Dizem que não se morre de saudade.
Branca Gonta Colaço
Postado por Pedro Luna às 00:00 0 comentários
Marcadores: Branca de Gonta Colaço, D. Manuel II, El-Rei, José Campos e Sousa, Monarquia, música, poesia, Saudade, tristeza
quinta-feira, junho 11, 2026
El-Rei D. João III morreu há 469 anos...

D. João III de Portugal (Lisboa, 6 de junho de 1502 - Lisboa, 11 de junho de 1557) foi o décimo quinto Rei de Portugal, cognominado O Piedoso ou O Pio, pela sua devoção religiosa. Filho do rei D. Manuel I de Portugal, sucedeu-lhe em 1521, aos 19 anos. Herdou um império vastíssimo e disperso, nas ilhas atlânticas, costas ocidental e oriental de África, Índia, Malásia, ilhas do Pacífico, China e Brasil. Continuou a política centralizadora do seu pai. Durante o seu reinado foi obrigado a negociar as Molucas com Espanha, no tratado de Saragoça, adquiriu novas colónias na Ásia - Chalé, Diu, Bombaim, Baçaim e Macau e um grupo de portugueses chegou pela primeira vez ao Japão, em 1543, estendendo a presença portuguesa de Lisboa até Nagasaki. Para fazer face à pirataria, iniciou a colonização efetiva do Brasil, que dividiu em capitanias hereditárias, estabelecendo o governo central em 1548. Ao mesmo tempo, abandonou diversas cidades fortificadas em Marrocos, devido ao custos da sua defesa face aos ataques muçulmanos. Extremamente religioso, permitiu a introdução da inquisição em Portugal em 1536, obrigando à fuga muitos mercadores judeus e cristãos-novos, forçando o recurso a empréstimos estrangeiros. Inicialmente destacado entre as potências europeias económicas e diplomáticas, viu a rota do Cabo fraquejar, pois a rota do Levante recuperava, e em 1548 teve de mandar fechar a feitoria portuguesa de Antuérpia. Viu morrer os dez filhos que gerou e a crise iniciada no seu reinado amplificou-se sob o governo do seu neto e sucessor, o Rei D. Sebastião de Portugal.
Postado por Fernando Martins às 00:46 0 comentários
Marcadores: D. João III, descobrimentos, dinastia de Avis, El-Rei, Gil Vicente, teatro
.png)








