domingo, outubro 04, 2026
Max Planck morreu há 79 anos...
Postado por Fernando Martins às 07:09 0 comentários
Marcadores: Alemanha, Física, física quântica, Max Planck, Prémio Nobel
Jon Secada comemora hoje sessenta e quatro anos

Postado por Fernando Martins às 06:40 0 comentários
Marcadores: funk, Jon Secada, Just Another Day, música, pop, Pop latino, rythm and blues contemporâneo, soul
O Sputnik 1 foi lançado há 69 anos
Postado por Fernando Martins às 06:09 0 comentários
Marcadores: astronomia, satélites, Sputnik 1, URSS
Hoje é precisou ouvir uma fadista cantar...
Postado por Pedro Luna às 05:20 0 comentários
Marcadores: Amor abre a Janela, Fado, Mafalda Arnauth, música
Piece Of My Heart...
Postado por Pedro Luna às 05:06 0 comentários
Marcadores: acid rock, blues rock, clube dos 27, country, folk, hard rock, Janis Joplin, jazz blues, música, overdose, Piece of my heart, rock psicadélico, soul
Hoje é preciso recordar um Poeta...
Seria Eterno
Seria eterno, se não fosse entrando
por aquele país de solidão,
aonde ver a luz alarga, quando
e alarga, à volta, a vinda do verão.
Seria eterno. Assim somente o brando
movimento de entrar se lhe mensura,
conforme ver, ao ir-se dilatando,
amplia o campo útil da ternura.
E, enquanto entra, um cântico de brisa
lembra quanto por campos foi outrora
tempo apagando a sua face lisa,
qual se alisando, se apagasse a hora.
E, indo entrando, a solidão se irisa
e o vai esquecendo pelo tempo fora.
in Figuras (1987) - Fernando Echevarría
Postado por Pedro Luna às 05:00 0 comentários
Marcadores: Fernando Echevarría, poesia
Teresa de Ávila morreu há 444 anos...
Depois da sua morte, o culto a Santa Teresa espalhou-se pela Espanha, durante a década de 1620, principalmente durante o debate nacional pela escolha dum padroeiro, juntamente com Santiago Matamoros.
Terra...
Era em Ávila da Ibéria a minha terra...
Terra!
Mas eu não vi a terra que me teve!
Nem lhe dei o calor que um filho deve
A sua Mãe!
Terra!
Nem lhe sabia o nome verdadeiro!
Nem a cor! nem o gosto! nem o cheiro!
Nem calculava o peso que ela tem!
Terra...
Vai-se embaçando o brilho dos meus olhos!
Apodrece o tutano dos meus ossos!
Crescem as unhas doidas nos meus dedos
Contra a palma da mão encarquilhada!
Medra o livor em mim de tal maneira
Que me babo de nojo do meu nada!
Terra!...
E andei eu a morrer a vida inteira!
E andei eu a secar a seiva da raiz
Que do Céu ou do Inferno me prendia
A ti, humana terra de Castela!
Terra!
E andei eu a viver a morte que vivia
Disfarçada em amor na minha cela!
Terra!...
E andei eu a negar o amor do mundo,
Quando de pólo a pólo o meu amor podia
Ser sem limites como a alma quer!...
E ser fecundo como a luz do dia!
E dar um filho, porque eu fui mulher!
Terra!...
E andei eu a legar este legado:
“Vivo morrendo primeiro”,
Derradeiro Castelo a que subi!...
Terra...
E Deus, que prometeu ter-me a seu lado,
Tem-me aqui.
in Poemas Ibéricos (1965) - Miguel Torga
Postado por Fernando Martins às 04:44 0 comentários
Marcadores: carmelitas descalços, contrarreforma, Espanha, Igreja Católica, Miguel Torga, poesia, Santa Teresa de Ávila, Santos
Rembrandt morreu há 357 anos...
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O Martírio de São Estevão, 1625
Postado por Fernando Martins às 03:57 0 comentários
Marcadores: barroco, pintura, Rembrandt, Século de Ouro dos Países Baixos
Hoje é preciso ver Monty Python's Flying Circus...
Postado por Pedro Luna às 03:07 0 comentários
Marcadores: Graham Chapman, homossexuais, Humor, humorista, Monty Python
Richard Sorge, o espião soviético que Estaline traiu e abandonou, nasceu há 131 anos...
Postado por Fernando Martins às 01:31 0 comentários
Marcadores: espião, Estaline, heróis, II Grande Guerra, II Guerra Mundial, Japão, Richard Sorge, URSS
Alfredo Keil morreu há 119 anos...
Alfredo Cristiano Keil (Lisboa, 3 de julho de 1850 - Hamburgo, 4 de outubro de 1907) foi um compositor, pintor, poeta, arqueólogo e colecionador de arte português. Keil é conhecido como o compositor do hino nacional português (A Portuguesa).
Vida e obra
Alfredo Cristiano Keil era filho do alfaiate Hans-Christian Keil (mais tarde João Cristiano Keil) e da alsaciana Maria Josefina Stellflug, ambos de origem alemã e radicados em Portugal. A sua educação básica deu-se igualmente na Alemanha, berço do romantismo. Esta foi, talvez, uma das razões pelas quais o artista seguia a reboque das novas tendências, já estabelecidas na Europa.
Estudou desenho e música em Nuremberga, numa academia dirigida pelo pintor Wilhelm von Kaulbach e August von Kreling. Em 1870, devido à guerra Franco-Prussiana, regressa a Portugal. Em 1890, o ultimato inglês a Portugal ofereceu a Alfredo Keil a inspiração para a composição do canto patriótico "A Portuguesa", com versos de Henrique Lopes de Mendonça. A cantiga tornou-se popular em todo o país e seria mais tarde feita hino nacional de Portugal - A Portuguesa.
Pintor do romantismo, numa época em que a arte mundial ia em direção do realismo. Músico e compositor lírico, escritor e poeta, Keil não era um pintor de tempo integral, embora também não fosse um artista de fins-de-semana, pois pintava regularmente e deixou centenas de quadros com impressão fina e delicada, de excelente qualidade.
Em Portugal, a sua presença como pintor foi ofuscada pelo brilhantismo com que se destacou na música e na poesia. Foi na música, sobretudo, que ele obteve seu maior sucesso, havendo composto o hino pátrio A Portuguesa. A sua mais conhecida composição, todavia, foi a Marcha Fúnebre. E, entre os livros que publicou, destaca-se «Tojos e Rosmaninhos» (poesias, 1908), obra tríplice inspirada nas lendas e tradições de Ferreira do Zêzere, concelho no qual, a partir da famosa Estalagem dos Vales (uma espécie de Barbizon Portuguesa), Keil, José Campas, José Ferreira Chaves, Teixeira Lopes, Taborda (ator), António Saúde, Simões de Almeida, o próprio rei D. Carlos I e muitos outros artistas do final do século XIX frequentavam esta paragem.
O artista morreu em Hamburgo (Alemanha) em 4 de outubro de 1907.
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Leitura de uma carta (1874) - Museu do Chiado
Era um pintor de paisagens, mas também de interiores requintados, como o quadro Leitura de uma Carta, trazido a público em 1874 e recebido com entusiasmo, tanto pela aristocracia ainda dominante, como pelos burgueses endinheirados, a quem a arte singela do romantismo sensibilizava mais fortemente.
O seu trabalho encontrou e conquistou um apreciável segmento do mercado. Em 1890, realizou uma exposição individual em Lisboa, bastante concorrida, na qual expôs cerca de trezentos quadros. Foi a consagração em seu país, após o reconhecimento que lhe fora dado por outros países.
Em 1878, inscreveu-se na Exposição Internacional de Paris; em 1879, esteve no Brasil, expondo no Salão Nacional de Bellas-Artes, onde conquistou medalha de ouro; em 1886, participou da Exposição de Madrid, recebendo a Condecoração da Ordem de Carlos III de Espanha.
Como compositor, ganharam destaque as óperas Donna Bianca (1888), Irene (1893) e Serrana (1899), esta considerada até então a melhor ópera portuguesa.
Alfredo compôs a música de A Portuguesa, o hino nacional, em 1891, com letra do poeta e dramaturgo Henrique Lopes de Mendonça, aprovada em 1911, após a proclamação da República no ano anterior. Ironicamente, ele tinha morrido exatamente três anos antes do primeiro dia da Revolução.
Encontra-se colaboração da sua autoria na revista Serões (1901-1911).Um Rebanho em Sintra (1898) - Alfredo Keil
Postado por Fernando Martins às 01:19 0 comentários
Marcadores: A portuguesa, Alfredo Keil, literatura, monárquicos, música, pintura, romantismo
Porque é preciso lembrar os Animais...

Os cães, tantos. Sem cuidarem
da torpeza
lambem as nossas mãos.
Misteriosa religião a deles.
O rosto do seu Deus não temem
e contemplam lado a lado.
Nem a Moisés tal foi consentido.
in A Ignorância da Morte (1982) - António Osório
Postado por Pedro Luna às 01:10 0 comentários
Marcadores: animais, António Osório, Dia Mundial dos Animais, Ecologia, poesia
Violeta Parra nasceu há 109 anos...
Em 1966, viajou para a Bolívia, onde realizou apresentações em conjunto com Gilbert Favré e gravou seu último disco: "Ultimas composiciones", considerado como o seu melhor disco, que contém canções como: "Maldigo del alto cielo", "Gracias a la vida", "El albertío", "Run Run se fue pa’l norte" e "Volver a los 17".
Cometeu suicídio em 5 de fevereiro de 1967, na tenda de La Reina.
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Postado por Fernando Martins às 01:09 0 comentários
Marcadores: Chile, folclore, Gracias a la Vida, música, Violeta Parra, world music
Charlton Heston nasceu há 103 anos...
Charlton Heston, nome artístico de John Charles Carter, (Evanston, Illinois, 4 de outubro de 1923 - Beverly Hills, 5 de abril de 2008) foi um ator norte-americano notabilizado no cinema por papéis heróicos em superproduções da época de ouro de Hollywood, como Moisés de Os Dez Mandamentos, Judah Ben-Hur de Ben-Hur, o lendário cavaleiro espanhol El Cid no filme homónimo e Robert Neville em A Última Esperança da Terra.
Postado por Fernando Martins às 01:03 0 comentários
Marcadores: actor, Charlton Heston, cinema, Óscar
Janis Joplin morreu há 56 anos...
Postado por Fernando Martins às 00:56 0 comentários
Marcadores: acid rock, blues rock, clube dos 27, country, Cry baby, folk, hard rock, Janis Joplin, jazz blues, música, overdose, rock psicadélico, soul
Mafalda Arnauth faz hoje cinquenta e dois anos
(imagem daqui)
Postado por Fernando Martins às 00:52 0 comentários
Marcadores: Fado, Mafalda Arnauth, música, O Mar Fala de Ti
Nada te turbe...
NADA TE TURBE
Jacques Berthier - Teresa de Ávila
Nada te turbe,
nada te espante;
quien a Dios tiene,
nada le falta.
Nada te turbe,
nada te espante;
solo Dios basta.
Todo se pasa,
Dios no se muda,
la paciencia todo lo alcanza.
En Cristo mi confianza
y de Él solo, mi asimiento.
En Sus cansancios, mi aliento
y en Su imitación, mi holganza.
Aquí estriba mi firmeza,
aquí mi seguridad.
La prueba de mi verdad,
la muestra de mi firmeza.
Postado por Pedro Luna às 00:44 0 comentários
Marcadores: Comunidade de Taizé, Igreja Católica, Jacques Berthier, música, poesia, Santa Teresa de Ávila, Taizé
Graham Chapman, membro do grupo Monty Python, morreu há trinta e sete anos...
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Postado por Fernando Martins às 00:37 0 comentários
Marcadores: Graham Chapman, homossexuais, Humor, humorista, Monty Python
A Guerra Civil Moçambicana acabou há trinta e quatro anos
Postado por Fernando Martins às 00:34 0 comentários
Marcadores: Acordo Geral de Paz, Comunidade de Santo Egídio, FRELIMO, Guerra Civil Moçambicana, Moçambique, RENAMO
Mercedes Sosa morreu há 17 anos...
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Postado por Fernando Martins às 00:17 0 comentários
Marcadores: Argentina, Gracias a la Vida, Mercedes Sosa, música, Nueva canción, world music
Hoje é dia de ouvir música de Jon Secada...
Postado por Pedro Luna às 00:06 0 comentários
Marcadores: Do You Believe In Us, funk, Jon Secada, música, pop, Pop latino, rythm and blues contemporâneo, soul
Fernando Echevarría morreu há cinco anos...
rodear no teu nome a sua ausência.
E a si se coroavam, e tingiam
a apenas sombra de sua transparência.
Coroavam-se a si. Ou no teu nome
a mágoa que vestiam madrugava
até que a bruma dissipasse o bosque
e ambos surgissem só lugar de mágoa.
Mágoa não de antes ou de depois. Presente
sempre actual de cada bruma ou rosa,
relativos ou não no espelho ausente.
E ausente só porque, se não repousa,
é nome rodopio que, na mente,
em bruma a brisa em que se aviva a rosa.
Fernando Echevarría
Postado por Fernando Martins às 00:05 0 comentários
Marcadores: Fernando Echevarría, poesia





