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quinta-feira, julho 02, 2026
Christoph Willibald Gluck nasceu há 312 anos
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terça-feira, junho 30, 2026
Walter Ulbricht, o camarada que mandou construir o Muro de Berlim, nasceu há 133 anos
Walter Ulbricht (Leipzig, 30 de junho de 1893 – Berlim Oriental, 1 de agosto de 1973) foi um político alemão, membro do Partido Comunista da Alemanha (KPD) e depois secretário-geral do Partido Socialista Unificado (SED), que resultou da fusão, forçada pelos soviéticos, do Partido Social-Democrata da Alemanha (SDP) com o Partido Comunista da Alemanha (KDP), na República Democrática Alemã. Ocupou o cargo de Presidente do Conselho de Estado da República Democrática Alemã entre 12 de setembro de 1960 e 1 de agosto de 1973. Foi o responsável por mandar fazer o Muro de Berlim, embora dois meses antes tivesse negado tal intenção. Apoiou a intervenção soviética na Checoslováquia, durante a Primavera de Praga, mandando inclusive tropas da RDA para pôr fim ao levantamento democrático na Checoslováquia.

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Marcadores: Alemanha, assassinos, Muro de Berlim, Partido Comunista da Alemanha, RDA, República Democrática Alemã, SED, Walter Ulbricht
domingo, junho 28, 2026
A Alemanha foi forçada a assinar o Tratado de Versalhes há 107 anos
- Alsácia-Lorena, os territórios cedidos à Alemanha no acordo de Paz assinado em Versalhes em 26 de janeiro de 1871 e no Tratado de Frankfurt em 10 de Maio de 1871, seriam devolvidos a França (área 14.522 km², 1.815.000 habitantes, 1905).
- A Sonderjutlândia seria devolvida a Dinamarca se assim fosse decidido por um plebiscito na região (toda a região da Schleswig-Holstein teve o plebiscito, sendo a Sonderjutlândia a única região a decidir-se pela separação - 3.984 km², 163.600 habitantes, 1920).
- As províncias de Posen e Prússia Oriental, que a Prússia Ocidental tinha conquistado nas Partições da Polónia eram devolvidas, após a população local ter ganho a liberdade na Revolução da Grande Polónia (área 53.800 km², 4.224.000 habitantes, 1931).
- Hlučínsko, região da Alta Silésia, para a Checoslováquia (316 ou 330 km² e 49.000 habitantes)
- Parte leste da Alta Silésia para a Polónia (área 3.214 km², 965 000 habitantes) apesar do plebiscito ter apontado que 60% população preferia ficar sob domínio da Alemanha.
- As cidades alemãs de Eupen e Malmedy para a Bélgica.
- A região de Soldau da Prússia Oriental à Polónia (área de 492 km²).
- Parte setentrional da Prússia Ocidental, Klaipėda, sob o controle francês, depois transferida para a Lituânia.
- Na parte oriental da Prússia Ocidental e na parte sul da Prússia Oriental, Vármia e Masúria, pequenas partes para a Polónia.
- A província de Sarre ficou às ordens da Liga das Nações durante 15 anos.
- A cidade de Danzig (hoje Gdańsk, Polónia) com o delta do Rio Vístula, foi transformada na Cidade Livre de Danzig, sobre o controlo da Liga das Nações (área de 1.893 km², 408.000 habitantes, 1929).
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Marcadores: Alemanha, Áustria, I Grande Guerra, República de Weimar, Tratado de Versalhes
sexta-feira, junho 26, 2026
Ich bin ein Berliner - Kennedy fez um emblemático discurso em Berlim há 63 anos
Há dois mil anos, não havia frase que se dissesse com mais orgulho do que Civis Romanus sum ("Sou um cidadão romano"). Hoje, no mundo da liberdade, não há frase que se diga com mais orgulho que 'Ich bin ein Berliner'... Todos os homens livres, onde quer que vivam, são cidadãos de Berlim, e, portanto, como um homem livre, eu orgulho-me das palavras 'Ich bin ein Berliner'!
Alguns relatos alegam que Kennedy teria inventado a frase na última hora, bem como a ideia de dizê-la em alemão, e que teria pedido ao seu intérprete, Robert H. Lochner, que traduzisse "eu sou um berlinense" apenas ao subir as escadas da Rathaus (Prefeitura). Com a ajuda de Lochner, Kennedy praticou a frase no gabinete do então presidente da Câmara da cidade, Willy Brandt, e teria anotado uma pronúncia fonética num cartão. Um professor do Departamento de Estado americano, no entanto, escreveu em 1997 um relato sobre a visita que teria feito a Kennedy na Casa Branca algumas semanas antes da viagem a Berlim para ajudá-lo a escrever o discurso e ensinar-lhe a pronúncia correta.
Placa homenageando o discurso de Kennedy, ao lado da entrada principal da Rathaus Schöneberg
Postado por Fernando Martins às 06:30 0 comentários
Marcadores: Alemanha, Berlim, Guerra Fria, Ich bin ein Berliner, John Fitzgerald Kennedy, Kennedy, Muro de Berlim, RDA, RFA, URSS, USA
quarta-feira, junho 24, 2026
O bloqueio da URSS a Berlim-Ocidental começou há 78 anos...
(imagem daqui)

Postado por Fernando Martins às 07:08 0 comentários
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terça-feira, junho 23, 2026
Porque hoje é dia de ouvir música de Carl Reinecke
Postado por Pedro Luna às 20:20 0 comentários
Marcadores: Alemanha, Carl Reinecke, Dinamarca, música, Ondina, romantismo
Carl Reinecke nasceu há duzentos e dois anos

Carl Heinrich Carsten Reinecke (Altona, Hamburgo, 23 de junho de 1824 - Leipzig, 10 de março de 1910) foi um compositor, professor e pianista alemão.
Postado por Fernando Martins às 02:02 0 comentários
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segunda-feira, junho 22, 2026
Wilhelm von Humboldt nasceu há 259 anos
Postado por Fernando Martins às 02:59 0 comentários
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sábado, junho 20, 2026
Música adequada à data...
Postado por Pedro Luna às 20:07 0 comentários
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Jacques Offenbach nasceu há 207 anos...
Jacques Offenbach (Colónia, Alemanha, 20 de junho de 1819 - Paris, França, 5 de outubro de 1880), foi um compositor e violoncelista franco-prussiano. Foi um paladino da opereta e um precursor do teatro musical moderno. Ele é lembrado pelas suas quase 100 operetas das décadas de 1850 a 1870, e pela sua ópera incompleta Les contes d'Hoffmann. Offenbach teve uma grande influência em compositores do género opereta, particularmente Johann Strauss II e Arthur Sullivan. As suas obras mais conhecidas foram continuamente tocadas durante o século XX, e muitas das suas operetas continuam a ser encenadas no século XXI. Les contes d'Hoffmann continuam a fazer parte do repertório de ópera padrão.
Nascido em Colónia, Reino da Prússia, filho de um cantor de sinagoga, Offenbach mostrou desde cedo talento musical. Aos 14 anos, ele foi aceite como aluno no Conservatório de Paris, mas considerou os estudos académicos insatisfatórios e saiu passado um ano. De 1835 a 1855, ganhou a vida como violoncelista, alcançando fama internacional, e como maestro. A sua ambição, contudo, era compor peças cómicas para o teatro musical. Vendo que a direção da companhia Opéra-Comique de Paris não estava interessada em encenar as suas obras, em 1855 arrendou um pequeno teatro nos Champs-Élysées. Ali, apresentou uma série das suas próprias pequenas peças, muitas das quais se tornaram populares.
Em 1858, Offenbach produziu a sua primeira opereta completa, Orphée aux enfers (Orfeu no Submundo) que foi excepcionalmente bem recebida, e que continua a ser uma das suas obras mais tocadas. Durante a década de 1860, ele produziu pelo menos 18 operetas completas, bem como mais peças de um acto apenas. As suas obras deste período incluem La belle Hélène (1864), La Vie parisienne (1866), La Grande-Duchesse de Gérolstein (1867) e La Périchole (1868). O humor picante (muitas vezes sobre intriga sexual) e as gentis farpas satíricas nessas peças, juntamente com a facilidade melódica de Offenbach, tornaram-nas internacionalmente conhecidas, e versões traduzidas fizeram sucesso em Viena, Londres e em outros lugares da Europa.
Offenbach tornou-se associado ao Segundo Império Francês de Napoleão III; o imperador e a sua corte foram genialmente satirizados em muitas das operetas de Offenbach. Napoleão III concedeu-lhe pessoalmente a cidadania francesa e a Legião de Honra. Com a eclosão da Guerra Franco-Prussiana em 1870, Offenbach viu-se em desvantagem em Paris devido às suas ligações imperiais e ao seu nascimento alemão. No entanto, continuou a ter sucesso em Viena e Londres. Offenbach foi viver para Paris durante a década de 1870, onde apresentou alguns dos seus primeiros trabalhos favoritos e uma série de novas obras, e empreendeu uma popular turnê pelos Estados Unidos. Nos seus últimos anos, fez os possíveis por terminar Les contes d'Hoffmann, mas morreu antes da estreia da ópera, que entrou para o repertório padrão em versões completadas ou editadas por outros músicos.
in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 02:07 0 comentários
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quarta-feira, junho 17, 2026
Heinz Guderian, um dos criadores da Blitzkrieg, nasceu há 138 anos
No começo da II Grande Guerra, Guderian liderou um corpo de blindados na invasão da Polónia, em 1939. No ano seguinte, durante a invasão da França, ele comandou as unidades blindadas que atacaram os franceses pela floresta das Ardenas e sobrepujaram as forças Aliadas na Batalha de Sedan. Ele liderou o 2º Exército Panzer durante a Operação Barbarossa, a invasão alemã da União Soviética. A operação terminou em fracasso na Batalha de Moscovo e Guderian foi dispensado do serviço ativo.
No começo de 1943, Adolf Hitler apontou Guderian para a nova posição de Inspetor-Geral de Tropas Motorizadas. Neste papel, ele tinha a responsabilidade de reconstruir e treinar novas Divisões Panzer mas teve pouco sucesso devido ao declínio e deterioração da economia de guerra alemã. Em 1944, Guderian foi apontado então como Chefe Interino do Estado-Maior do Alto Comando do Exército, imediatamente após o atentado de 20 de julho contra Hitler. Ele negou envolvimento com movimentos antinazis dentro do exército, embora houvesse evidências circunstanciais de que ele de facto os apoiasse. Contudo, Guderian foi um nazi fervoroso, tendo afirmado, no fim da guerra, que os princípios básicos da teoria nazi tinham sido "ótimos".
Em 1944, Guderian foi colocado no comando da "Corte de Honra" de Hitler, que, após a tentativa de assassinato de Hitler, foi usada para demitir oficiais das forças armadas para que pudessem ser julgados no "Tribunal do Povo" e executados. Segundo vários historiadores, ele teria tido conhecimento da conjura contra Hitler, e convidado a integrá-la, recusou, seguindo o método de "esperar para ver". Ele passou então a ser o conselheiro pessoal de Hitler para a Frente Oriental e ficou, à vista popular, extremamente associado ao regime nazi. As tropas de Guderian executaram com cruel precisão a chamada "Ordem dos Comissários" durante a Operação Barbarossa, e ele foi implicado na comissão de represálias após a Revolta de Varsóvia de 1944.
Heinz Guderian rendeu-se às forças dos Estados Unidos, em 10 de maio de 1945, e permaneceu sob custódia até 1948. Ele foi solto sem ser indiciado por qualquer crime e aposentou-se do serviço ativo e começou a escrever as suas memórias. Intitulada Erinnerungen eines Soldaten (traduzido literalmente como "Memórias de um Soldado", mas em inglês foi lançado como Panzer Leader, ou "Líder de Tanque"). A sua autobiografia tornou-se um bestseller que é um sucesso de vendas até os dias atuais. Os livros de Guderian perpetuaram vários mitos do pós-guerra, incluindo o da teoria da "Wehrmacht limpa". No seu livro, Guderian apresenta-se como o único originador das doutrinas de blindados das forças panzer alemãs, enquanto omite qualquer menção da sua relação com Hitler e o regime nazi, ou de seu envolvimento com crimes de guerra. Guderian faleceu em 1954 e foi enterrado na cidade de Goslar.Postado por Fernando Martins às 01:38 0 comentários
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quinta-feira, junho 11, 2026
Porque hoje é preciso recordar Richard Strauss...
Postado por Pedro Luna às 16:00 0 comentários
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Richard Strauss nasceu há cento e sessenta anos...
Postado por Fernando Martins às 00:16 0 comentários
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quarta-feira, junho 10, 2026
Rainer Werner Fassbinder morreu há 44 anos...
Postado por Fernando Martins às 00:44 0 comentários
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terça-feira, junho 09, 2026
Carl Otto Nicolai nasceu há 216 anos
Postado por Fernando Martins às 02:16 0 comentários
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segunda-feira, junho 08, 2026
Hoje é dia de recordar Robert Schumann...
Postado por Pedro Luna às 21:06 0 comentários
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Robert Schumann nasceu há 216 anos...
Postado por Fernando Martins às 02:16 0 comentários
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sábado, junho 06, 2026
Thomas Mann nasceu há 151 anos
Paul Thomas Mann (Cidade Livre de Lübeck, 6 de junho de 1875 - Zurique, 12 de agosto de 1955) foi um escritor, romancista, ensaísta, contista e crítico social alemão.
Tendo recebido o Nobel de Literatura de 1929, é considerado um dos maiores romancistas do século XX. Irmão mais novo do também romancista Heinrich Mann, Thomas Mann teve seis filhos: o escritor Klaus, a atriz Erika, o historiador Golo Mann, a ensaísta Monika Mann, o violinista e literato Michael Thomas Mann e a cientista Elisabeth Mann.
(...)
Emigrou da Alemanha nazi para Küsnacht, próximo de Zurique, na Suíça, em 1933, ano da chegada de Hitler ao poder. Durante o regime nazi, o jornal Völkischer Beobachter
(Observador Popular) publicava as chamadas listas de expatriados. Os
nomes de Thomas Mann, da sua mulher e dos seus filhos mais novos constavam da
lista número 7.
Postado por Fernando Martins às 01:51 0 comentários
Marcadores: Alemanha, literatura, Nobel, Thomas Mann
sexta-feira, junho 05, 2026
Hoje é dia para recordar Carl Maria von Weber...
Postado por Pedro Luna às 02:00 0 comentários
Marcadores: Alemanha, Carl Maria von Weber, música, Ópera, Piano Concerto No.1 in C-major, romantismo
Carl Maria von Weber morreu há dois séculos...
Postado por Fernando Martins às 00:02 0 comentários
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