sexta-feira, outubro 02, 2026
A Insurreição de Varsóvia terminou há 82 anos...
Postado por Fernando Martins às 08:20 0 comentários
Marcadores: cortina de ferro, Estaline, II Grande Guerra, II Guerra Mundial, Insurreição de Varsóvia, nazis, Polónia, Rússia, traição, URSS, vergonha
terça-feira, setembro 29, 2026
O massacre nazi de Babi Yar foi há 85 anos...
| “ | Ordena-se a todos os judeus residentes de Kiev e suas vizinhanças que compareçam à esquina das ruas Melnyk e Dokterivsky, às 8 horas da manhã de segunda-feira, 29 de setembro de 1941 trazendo documentos, dinheiro, roupa interior, etc. Aqueles que não comparecerem serão fuzilados. Aqueles que entrarem nas casas evacuadas por judeus e roubarem pertences destas casas serão fuzilados. | ” |
| “ | As testemunhas oculares disseram que, meses após as mortes, o solo de Babi Yar continuava a esguichar geyseres de sangue.
| ” |
Postado por Fernando Martins às 08:50 1 comentários
Marcadores: Babi Yar, Holocausto, II Grande Guerra, II Guerra Mundial, judeus, massacre, nazis, Ucrânia, URSS
O desastre de Kyshtym foi há 69 anos...
Por causa do sigilo em torno de Mayak, as populações das áreas afetadas não foram inicialmente informados do acidente. Uma semana mais tarde (a 6 de outubro), uma operação foi realizada para evacuar 10.000 pessoas da área afetada, ainda sem dar uma explicação das razões da evacuação.
Relatos vagos de um "acidente catastrófico" causando "precipitação radioativa sobre a URSS e muitos estados vizinhos" começaram a aparecer na imprensa ocidental entre 13 e 14 de abril de 1958 e os primeiros detalhes surgiram no jornal vienense Die Presse, em 17 de março de 1959. Mas foi apenas em 1976 que Zhores Medvedev fez com que a natureza e a extensão do desastre fossem conhecidas pelo mundo. Na ausência de informações verificáveis, foram dados valores exagerados da catástrofe. As pessoas ficaram histéricas com medo de doenças "misteriosas". As vítimas foram vistas com a pele de seus rostos, mãos e outras partes expostas de seus corpos "escamando". A descrição de Medvedev do desastre no New Scientist foi inicialmente ridicularizada por fontes da indústria nuclear ocidental, mas o núcleo da sua história foi logo confirmado pelo professor Leo Tumerman, ex-chefe do Instituto de Biologia Molecular, em Moscovo.
O verdadeiro número de mortos permanece incerto, devido ao facto de que o cancro induzido por radiação ser clinicamente indistinguível de qualquer outro cancro, e a sua taxa de incidência só pode ser medido por meio de estudos epidemiológicos. Um livro afirma que "em 1992, um estudo realizado pelo Instituto de Biofísica do antigo Ministério da Saúde Soviético em Chelyabinsk descobriu que 8.015 pessoas morreram nos últimos 32 anos, como resultado do acidente." Por outro lado, apenas 6.000 atestados de óbito foram encontrados por residentes do rio Techa entre 1950 e 1982 de todas as causas de morte, embora talvez o estudo soviético considerasse uma área geográfica maior afetada pela pluma aerotransportada. A estimativa mais citada é de 200 mortes por cancro, mas a origem desse número não está clara. Estudos epidemiológicos mais recentes sugerem que cerca de 49 a 55 mortes por cancro entre residentes ribeirinhos podem ser associadas à exposição à radiação. Isso incluiria os efeitos de todas as libertações radioativas no rio, 98% das quais ocorreram muito antes do acidente de 1957, mas não incluiria os efeitos da pluma transportada pelo ar, que foi levada para o nordeste. A área mais próxima do acidente produziu 66 casos diagnosticados de síndrome de radiação crónica, fornecendo a maior parte dos dados sobre esta condição.
Para reduzir a disseminação de contaminação radioativa após o acidente, o solo contaminado foi escavado e armazenados em áreas fechadas, que eram chamados de "cemitérios de terra". O governo soviético, em 1968, disfarçou o evento, criando a Reserva Natural Ural Oriental, que proibiu qualquer acesso não autorizado à área afetada.
Postado por Fernando Martins às 06:09 0 comentários
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sexta-feira, setembro 25, 2026
Shostakovich nasceu há cento e vinte anos
Postado por Fernando Martins às 00:12 0 comentários
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sexta-feira, setembro 18, 2026
Estaline desistiu de conquistar toda a Finlândia há oitenta e dois anos...
Postado por Fernando Martins às 08:20 0 comentários
Marcadores: Alemanha, Armistício de Moscovo, Carélia, Estaline, II Grande Guerra, II Guerra Mundial, nazis, Pacto Molotov-Ribbentrop, URSS
quinta-feira, setembro 17, 2026
Como acordado por Hitler e Estaline, a URSS atacou a Polónia há 87 anos
Estaline atacou a Polónia no dia 17 de setembro de 1939. De 1939 até 1941, os soviéticos deportaram 500.000 polacos (os funcionários públicos, a nobreza polaca, os padres católicos e os camponeses mais ricos) para a Sibéria. Também assassinaram, barbaramente, 30.000 soldados polacos em Katyn, Ostaszkowo e Charkow. Em 1941 a Alemanha atacou o território soviético.
Postado por Fernando Martins às 08:07 0 comentários
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sexta-feira, setembro 11, 2026
Khrushchev, o homem que denunciou os crimes de Estaline, morreu há 55 anos...
Nikita Sergueievitch Khrushchov (também grafado Khrushchev, Kalinovka, Oblast de Kursk, 17 de abril de 1894 - Moscovo, 11 de setembro de 1971) foi secretário-geral do Partido Comunista da União Soviética (PCUS) entre 1953 e 1964 e líder político do mundo comunista até ser afastado do poder, por causa da sua perspetiva reformista e substituído na direção da URSS pelo político conservador Leonid Brejnev.
(...)
Postado por Fernando Martins às 00:55 0 comentários
Marcadores: comunismo, Leonid Brejnev, Nikita SKhrushchov, Stalin, terror, URSS
terça-feira, setembro 01, 2026
Bobby Fischer obteve o título de campeão do mundo de Xadrez há 54 anos
Postado por Fernando Martins às 00:54 0 comentários
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O Voo 007 da Korean Airlines foi abatido pela União Soviética há 43 anos...
O avião caiu no mar a 55 km da ilha Moneron, matando todos a bordo. Inicialmente, foi informado que o avião tinha sido forçado a pousar na ilha de Sacalina, mas depois foi provado que isso era falso.
As transcrições recuperadas da caixa negra do avião indicam que a companhia não estava atenta, que eles estavam fora de curso e violando o espaço de ar soviético (ao fim eles estavam mais de 312,5 milhas [500 km] para o oeste da rota planeada). Depois do ataque ao avião, a aeronave desceu em espiral de emergência devido à descompressão rápida às 18.26 GMT, até ao fim da gravação às 18.27.46 GMT. Porém, as autoridades soviéticas negaram algum conhecimento que tinham recuperado essa informação. Eles só as deram depois da administração de Yeltsin tomar o poder na Rússia.
domingo, agosto 30, 2026
Gorbatchov morreu há quatro anos...
De origens russas e ucranianas, Gorbatchov nasceu em Privolnoye, Krai de Stavropol, numa família pobre camponesa. Nascido e criado durante o governo de Estaline, operava ceifeiras numa fazenda coletiva durante a sua juventude, antes de filiar-se no Partido Comunista, que, à época, governava a União Soviética sob um regime unipartidário de orientação marxista-leninista. Durante os seus estudos na Universidade Estatal de Moscovo, casou-se com sua colega de faculdade Raíssa Titarenko em 1953, dois anos antes de formar-se em Direito. Ao mudar-se para Stavropol, trabalhou para a Komsomol, organização juvenil do PCUS e, após a morte de Estaline, tornou-se um forte apoiante das reformas desestalinizadoras do líder soviético Nikita Khrushchov. Foi nomeado Primeiro Secretário do Comité Regional de Stavropol do PCUS em 1970, posição na qual supervisionou a construção do Grande Canal de Stavropol. Em 1978, retornou a Moscovo para tornar-se Secretário do Comité Central do PCUS e, em 1979, entrou para o Politburo. Após os três anos que se seguiram desde a morte do líder soviético Leonid Brezhnev, após os breves governos de Yuri Andropov e Konstantin Chernenko, o Politburo elegeu Gorbatchov Secretário-Geral, tornando-o chefe de governo de facto, em 1985.
Apesar de seu compromisso de preservar o estado soviético e seus ideais socialistas, Gorbatchov acreditava que reformas políticas significativas eram necessárias, especialmente após o acidente nuclear de Chernobyl de 1986. Ordenou a retirada soviética da guerra do Afeganistão e participou de diversos encontros com o presidente dos Estados Unidos Ronald Reagan para limitar a proliferação de armas nucleares e acabar com a Guerra Fria. No que diz respeito à política interna, implementou a glasnost ("transparência"), política que aumentava as liberdades de expressão e imprensa, e a perestroika ("reestruturação"), política que objetivava descentralizar a tomada de decisões no âmbito económico, com o propósito de aumentar a eficiência económica. As suas medidas democratizantes e a formação do Congresso dos Deputados do Povo enfraqueceram o sistema estatal unipartidário. Gorbatchov recusou-se a intervir militarmente nos vários países do Bloco do Leste que abandonaram as suas orientações marxistas-leninistas nos anos de 1989 e 1990. Um sentimento nacionalista crescente ameaçava o colapso da União Soviética, levando partidários marxistas-leninistas a tentarem um golpe de Estado contra o governo de Gorbatchov em agosto de 1991. Subsequentemente, houve a dissolução da União Soviética contra o desejo de Gorbatchov, levando-o a renunciar em dezembro. Após deixar o cargo, criou a Fundação Gorbatchov, tornou-se crítico dos governos dos presidentes russos Boris Yeltsin e Vladimir Putin, e fez campanha pelo movimento social-democrata russo.
Considerado uma das figuras mais importantes da segunda metade do século XX, Gorbatchov continua uma figura controversa. Galardoado com um grande número de prémios, incluindo o Prémio Nobel da Paz, foi amplamente elogiado por seu papel pelo fim da Guerra Fria, pela redução dos abusos de direitos humanos na União Soviética e por sua tolerância tanto à queda dos governos socialistas do leste europeu quanto à reunificação da Alemanha. Por outro lado, na Rússia, é constantemente escarnecido por não ter impedido o colapso soviético, evento que resultou num declínio da influência russa no mundo e precedeu uma crise económica.
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Postado por Fernando Martins às 00:04 0 comentários
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sábado, agosto 29, 2026
O Partido Comunista da União Soviética (PCUS) foi (finalmente) extinto há 35 anos...!
Postado por Fernando Martins às 00:35 0 comentários
Marcadores: comunistas, comunistas ortodoxos, estalinismo, Partido Comunista da União Soviética, URSS
domingo, agosto 23, 2026
Os nazis foram derrotados na Batalha de Kursk há 83 anos
Postado por Fernando Martins às 08:30 0 comentários
Marcadores: Batalha de Kursk, II Grande Guerra, II Guerra Mundial, nazis, URSS
Os povos bálticos deram as mãos, para acabar com a ocupação soviética, há 37 anos...!
Postado por Fernando Martins às 00:37 0 comentários
Marcadores: Alemanha, comunismo, direitos humanos, Estónia, Letónia, Lituânia, nazis, Pacto Molotov-Ribbentrop, países bálticos, URSS
Estaline comprou os Países Bálticos e parte da Finlândia e Polónia e deu autorização a Hitler para começar a Guerra há 87 anos...
Antecedentes
Postado por Fernando Martins às 00:08 0 comentários
Marcadores: direitos humanos, Estaline, Estónia, Finlândia, Hitler, Letónia, Lituânia, nazis, ocupação, Pacto Molotov-Ribbentrop, Pacto Ribbentrop-Molotov, países bálticos, URSS


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