sábado, março 07, 2026
Hoje é dia de recordar Ali Farka Touré...
Postado por Pedro Luna às 20:00 0 comentários
Marcadores: África, Ali Farka Touré, blues, Diaraby, folk, guitarra, Mali, world music
O médico Sousa Martins nasceu há cento e oitenta e três anos...

Postado por Fernando Martins às 18:30 0 comentários
Marcadores: Medicina, Sousa Martins, tuberculose
O domingo passou a ser, oficialmente, o dia de descanso semanal há 1705 anos
Cabeça do Colosso de Constantino, Museus Capitolinos
- "Que todos os juízes, e todos os habitantes da Cidade, e todos os mercadores e artífices descansem no venerável dia do Sol. Não obstante, atendam os lavradores com plena liberdade ao cultivo dos campos; visto acontecer amiúde que nenhum outro dia é tão adequado à semeadura do grão ou ao plantio da vinha; daí o não se dever deixar passar o tempo favorável concedido pelo céu." (in Codex Justinianus, lib. 13, it. 12, par. 2.)
Postado por Fernando Martins às 17:05 0 comentários
Marcadores: Constantino I, Dia do Sol, DOMINGO, Édito de Constantino, Imperador, Império Romano
Hoje é dia de ouvir Ravel...
Postado por Pedro Luna às 15:10 0 comentários
Marcadores: França, La Valse, Maurice Ravel, música, música clássica, piano, Ravel
Saudades de Peter Banks...
Postado por Pedro Luna às 13:00 0 comentários
Marcadores: improvisation, Looking around me, Peter Banks, progressive rock, Rock, Yes
Stanley Miller nasceu há 96 anos...

Postado por Fernando Martins às 09:06 0 comentários
Marcadores: bioquímica, experiência de Urey-Miller, Origem da Vida, Química, sopa primordial, Stanley Miller
Hoje é dia de escutar música de Matthew Fisher...
Postado por Pedro Luna às 08:00 0 comentários
Marcadores: Can't You Feel My Love, Matthew Fisher, música, órgão, Procol Harum
Danilo Caymmi - 78 anos
É filho de Dorival Caymmi e Stella Maris, e irmão de Dori e Nana Caymmi. É pai de Alice Caymmi, de seu casamento com Simone Malagutti; Gabriel (designer) e Juliana Caymmi (cantora e advogada), frutos de sua relação com a primeira esposa, Ana Terra; e Martin Caymmi fruto da sua relação com a cineasta Tarsilla Alves. Começou a tocar flauta e violão na adolescência. Estudou Arquitetura até o último período na FAU-RJ, tendo abandonado o curso quando a sua canção, Andança, em parceria com Edmundo Souto e Paulinho Tapajós, ficou em terceiro lugar no Festival da Canção de 1968, tornando-se um grande sucesso.
Andança - Danilo Caymmi, Edmundo Souto e Paulinho Tapajós
Vim, tanta areia andei
Da Lua cheia, eu sei
Uma saudade imensa
Vagando em verso, eu vim
Vestido de cetim
Na mão direita, rosas
Vou levar
Olha a Lua mansa a se derramar (me leva, amor)
Ao luar descansa, meu caminhar (amor)
Meu caminho em festa se fez feliz (me leva, amor)
Lembrando a seresta que um dia eu fiz
(Por onde for, quero ser seu par)
Já me fiz a guerra por não saber (me leva, amor)
Que esta terra encerra meu bem-querer (amor)
E jamais termina meu caminhar (me leva, amor)
Só o amor me ensina onde vou chegar
(Por onde for, quero ser seu par)
Rodei na roda, andei
Dança da moda, eu sei
Cansei de ser sozinho
Verso encantado, usei
Meu namorado é rei
Nas lendas dos caminhos
Onde andei
No passo da estrada, só faço andar (me leva, amor)
Tenho minha amada a me acompanhar (amor)
Vim de longe léguas, cantando, eu vim (me leva, amor)
Vou, não faço tréguas, sou mesmo assim
(Por onde, for quero ser seu par)
Já me fiz a guerra por não saber (me leva, amor)
Que esta terra encerra meu bem-querer (amor)
E jamais termina meu caminhar (me leva, amor)
Só o amor me ensina onde vou chegar
(Por onde for, quero ser seu par)
Já me fiz a guerra por não saber (me leva, amor)
Que esta terra encerra meu bem-querer (amor)
E jamais termina meu caminhar (me leva, amor)
Só o amor me ensina onde vou chegar
(Por onde for, quero ser seu par)
No passo da estrada, só faço andar (me leva, amor)
Tenho minha amada a me acompanhar (amor)
Vim de longe léguas, cantando, eu vim (me leva, amor)
Vou, não faço tréguas, sou mesmo assim
(Por onde, for quero ser seu par)
Olha a Lua mansa a se derramar (me leva, amor)
Ao luar descansa, meu caminhar (amor)
Meu caminho em festa se fez feliz (me leva, amor)
Lembrando a seresta que um dia eu fiz
(Por onde for, quero ser seu par)
Já me fiz a guerra por não saber (me leva, amor)
Que esta terra encerra meu bem-querer (amor)
E jamais termina meu caminhar (me leva, amor)
Só o amor me ensina onde vou chegar
(Por onde for, quero ser seu par)
Postado por Fernando Martins às 07:08 0 comentários
Marcadores: Andança, Brasil, Danilo Caymmi, Dorival Caymmi, MPB, música
Warrel Dane, o desaparecido vocalista dos Nevermore, nasceu há 65 anos...
Dane era formado em filosofia, teologia e sociologia e usava várias referências dessa formação em letras (muitas vezes polémicas) dos Nevermore e dos Sanctuary. Dane Também era um chefe de cozinha graduado e no começo dos anos noventa teve, com o baixista Jim Sheppard, dos Sanctuary e Nevermore, um restaurante em Seattle.
Dane gravou um álbum a solo, chamado Praises to the War Machine, lançado a 13 de maio de 2008, pela Century Media Records.
Dane estava em São Paulo, Brasil,
gravando o seu segundo disco a solo e faleceu enquanto dormia, no apartamento onde
se encontrava hospedado. O socorro não chegou a tempo, vindo a falecer
no dia 13 de dezembro de 2017, de enfarte do miocárdio. Dane também tinha diabetes.
Postado por Fernando Martins às 06:50 0 comentários
Marcadores: Nevermore, Progressive Metal, Sanctuary, Thrash metal, Warrel Dane, When We Pray
Maria de Aragão e Castela, mãe de El-Rei D. João III, morreu há 509 anos
Maria de Aragão e Castela ou Dª Maria de Trastâmara y Trastâmara (Córdova, 29 de junho de 1482 - Lisboa, 7 de março de 1517) foi uma infanta aragonesa, segunda esposa do Rei D. Manuel I de Portugal, a qual viria a ser Rainha de Portugal desde 1501 até à sua morte.
Postado por Fernando Martins às 05:09 0 comentários
Marcadores: D. Filipe I, D. Henrique I, D. João III, D. Manuel I, dinastia de Avis, Maria de Aragão e Castela, Rainha de Portugal
Hoje é dia de recordar Frankie Carle...
Postado por Pedro Luna às 02:50 0 comentários
Marcadores: Big Band, easy listening, Frankie Carle, música, One More Tomorrow, piano, pop standard
António Nunes Ribeiro Sanches nasceu há 227 anos
Na medicina, onde se distinguiu na venereologia, sendo por isso também chamado o médico dos males de amor, escreveu a pedido de D'Alembert e Diderot para a Enciclopédia. O seu nome está na primeira fila dos grandes mestres do pensamento europeu da sua época, o Marquês de Pombal como Secretário de Estado vai aproveitar muito do seu saber para implementar a sua ação cultural e científica, na sua tarefa de modernização de Portugal.
Vida
Filho de Simão Nunes Flamengo, de Penamacor, e de sua mulher Ana Nunes Ribeiro, de Idanha-a-Nova, abastados comerciantes cristãos-novos da Beira Baixa, e irmão de Diogo, Isabel e Maria, era descendente doutro famoso médico, Francisco Sanches (1551-1623).
Por influência dum tio, jurisconsulto, parte ainda jovem para estudar Direito na Faculdade de Leis da Universidade de Coimbra, onde se inscreve em 1716. De débil constituição física, mas com viva inteligência e espírito observador, Ribeiro Sanches era um leitor incansável, sendo fortemente influenciado pelos Aforismos de Hipócrates.
Insatisfeito com os estudos em Coimbra, transfere-se para a Faculdade de Medicina da Universidade de Salamanca, onde viria a receber o título de Doutor em Medicina no ano de 1724.
Era cristão-novo, mas secretamente judeu, e temia a Inquisição: "Quando eu nasci, já a fogueira da Santa Inquisição fazia arder corpos e almas no Rossio de Lisboa e Évora, assim como nos Paços de Coimbra e Goa.".
Depois de exercer em Benavente, Guarda e Amarante, Ribeiro Sanches é denunciado por um primo à Inquisição, pela prática do judaísmo. Conseguiu escapar ao cárcere, exilando-se para o resto da vida.
Após passagem por Génova, Montpellier, Bordéus e Londres, onde exerceu medicina, fixa-se em Leiden, na Holanda, onde estuda com o célebre médico Hermann Boerhaave (1668-1738), considerado o maior professor de medicina do seu tempo e a quem se dirigiam muitos estudantes e doentes de toda a Europa.
Com recomendação de Boerhaave, parte para a Rússia em 1731, onde exerceu funções de médico militar com assinalável êxito. Nomeado clínico do Corpo Imperial dos Cadetes de São Petersburgo, a sua fama torna-o médico da czarina Ana Ivanovna. Em 1739 foi nomeado membro da Academia de Ciências de São Petersburgo e, no mesmo mesmo ano, igual distinção da Academia de Ciências de Paris.
Após mais de 15 anos de permanência na Rússia, durante os quais se tornou Conselheiro de Estado, em 1747 parte para Paris, fugindo às intrigas da corte czarista. É recebido por Frederico o Grande da Prússia e recebe uma tença de Catarina II da Rússia. Termina os seus dias na Cidade das Luzes, onde colaborou com os maiores intelectuais da época, exercendo medicina e dedicando-se aos estudos e à escrita.
Durante toda a sua longa vida manteve uma normal relação epistolar com diversas personalidades eminentes da sociedade intelectual europeia além de promover bons vínculos a instituições importantes da cultura internacional, como seja a de ser correspondente da Academia Internacional de Paris, membro da Sociedade Real de Londres e membro da Academia de São Petersburgo.
A imperatriz Catarina a Grande deu-lhe um brasão de armas com o mote Acreditava ter nascido para ser útil, não a si próprio, mas ao Mundo todo.
Postado por Fernando Martins às 02:27 0 comentários
Marcadores: António Nunes Ribeiro Sanches, cristãos-novos, enciclopédia, judeus, marranos, Medicina, polímata
Saudades de Ali Farka Touré...
Postado por Pedro Luna às 02:00 0 comentários
Marcadores: África, Ali Farka Touré, blues, Boubacar Traoré, Duna Ma Yelema, folk, guitarra, Mali, world music
Piet Mondrian nasceu há 154 anos
Piet Mondrian, View from the Dunes with Beach and Piers, Domburg, 1909
Postado por Fernando Martins às 01:54 0 comentários
Marcadores: modernismo, Mondrian, Países Baixos, Piet Mondrian, pintura
Maurice Ravel nasceu há cento e cinquenta e um anos...
Postado por Fernando Martins às 01:51 0 comentários
Marcadores: Bolero, França, Maurice Ravel, música, música clássica, piano, Ravel
Stuart Carvalhais nasceu há 139 anos
(imagem daqui)
José Herculano Stuart Torrie de Almeida Carvalhais (Vila Real, 7 de março de 1887 - Lisboa, 2 de março de 1961), mais conhecido por Stuart Carvalhais, foi um artista português multifacetado: fez carreira sobretudo como pintor, desenhador, ilustrador, caricaturista, autor de banda desenhada e artista gráfico, mas dedicou-se também à fotografia, decoração, cenografia e mesmo ao cinema.
Guardado está o café para quem o há de pagar, tinta-da-china e grafite sobre papel - Sempre Fixe, 23.06.27
Postado por Fernando Martins às 01:39 0 comentários
Marcadores: banda desenhada, caricatura, desenho, Quim e Manecas, Stuart Carvalhais
Stanley Kubrick morreu há vinte e sete anos...
Postado por Fernando Martins às 00:27 0 comentários
Marcadores: 2001 - Odisseia no Espaço, cinema, Dr. Strangelove, Laranja Mecânica, realizador, Shining, Stanley Kubrick
Antônio Houaiss morreu há 27 anos
Antônio Houaiss (Rio de Janeiro, 15 de outubro de 1915 – Rio de Janeiro, 7 de março de 1999) foi um destacado intelectual brasileiro - filólogo, crítico literário, tradutor, diplomata, enciclopedista e ministro da cultura do Brasil no governo Itamar Franco.
Houaiss era o quinto de sete filhos de um casal de imigrantes libaneses, Habib Assad Houaiss e Malvina Farjalla, radicados no Rio de Janeiro. Com dezasseis anos, começou a lecionar português, atividade que exerceu durante toda sua vida.
Autor de dezanove livros, Houaiss organizou e elaborou duas das enciclopédias mais importantes já feitas no Brasil, a Delta-Larousse e a Mirador Internacional. Publicou dois dicionários bilíngues inglês-português, organizou a primeira edição do Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (VOLP), da Academia Brasileira de Letras. Entre seus trabalhos de tradução está o romance Ulisses, de James Joyce. Ocupou diversos cargos importantes como presidente da Academia Brasileira de Letras, ministro da Cultura no governo do presidente Itamar Franco e membro da Academia das Ciências de Lisboa. A revista Veja chegou a defini-lo como o "maior estudioso das palavras da língua portuguesa nos tempos modernos".
Em fevereiro de 1986, iniciou o projeto do Grande Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, a sua magnum opus. Houve uma interrupção de cinco anos, por falta de recursos financeiros, de 1992 até março de 1997, quando então fundou o Instituto Antônio Houaiss de Lexicografia e Banco de Dados da Língua Portuguesa S/C Ltda, com Francisco Manoel de Mello Franco e Mauro de Salles Villar. Antônio Houaiss faleceu em 7 de março de 1999, sendo os trabalhos lexicográficos concluídos pelo Instituto, em dezembro de 2000. O Grande Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa veio a lume em 2001.
Postado por Fernando Martins às 00:27 0 comentários
Marcadores: Antônio Houaiss, enciclopédia
Frankie Carle morreu há vinte e cinco anos...
Como compositor, teve várias composições instrumentais como "Falling Leaves", "Roses in the Rain", "Lover's Lullaby", "Carle Boogie", "Sunrise Boogie", "Sunrise in Napoli", "Georgianna", "Blue Fantasy", "I Didn't Know", "The Golden Touch" e "The Apple Valley Waltz".
Foi um líder popular da banda nas décadas de 40 e 50. Trabalhou para diferentes bandas de dança. Carle deixou a orquestra de Heidt em 1944, formando o seu próprio grupo. A sua filha, Marjorie Hughes, era a vocalista. Carle tem vários hits nos anos 40 e início dos anos 50, incluindo a sua canção de autoria, "Sunrise Serenade" e "Oh! What It Seemed To Be!". Depois que a sua banda se dissolveu, em 1955, Frankie Carle seguiu uma carreira a solo, como pianista. Em 1989, ele foi introduzido no Big Band and Jazz Hall of Fame. Além disso, teve direito a uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood, em 1951.
in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 00:25 0 comentários
Marcadores: Big Band, easy listening, Frankie Carle, Hindustan, música, piano, pop standard
Ali Farka Touré morreu há vinte anos...
Ali Ibrahim Touré, dit Ali Farka Touré, est un musicien et chanteur malien, né le à Kanau et mort le à Bamako. Il est l'une des figures musicales les plus importantes d'Afrique.
Ses compositions sont marquées par une volonté d'associer musique malienne traditionnelle et blues. Martin Scorsese affirme la relation étroite entre les deux genres, considérant la musique de Touré comme étant l'« ADN du blues ». Le genre musical d'Ali Farka Touré s'inscrit dans la longue tradition songhaïe du « wallahidu », un genre musical que l'on retrouve au Sahel. Dans ses morceaux, Touré chante en plusieurs langues africaines, notamment en songhaï, en peul, en touareg et en bambara.
Les trois Grammy Awards qu'il reçoit, le dernier posthume, confirment le succès international de Touré, notamment en Amérique du Nord. Il est classé 71e par Rolling Stone et 37e par Spin dans leur liste des 100 meilleurs guitaristes de tous les temps.
Touré explique lui-même l'origine du nom traditionnel « Farka », signifiant « âne », qui n'a rien de péjoratif car cet animal est admiré pour sa force et sa ténacité : « J'ai perdu neuf frères du même père et de la même mère. Le nom que je porte est Ali Ibrahim. Mais il est une tradition en Afrique de donner un surnom étrange à votre unique enfant si vous avez perdu tous les autres… laissez-moi vous dire clairement une chose, je suis l'âne sur lequel personne ne peut monter. ».
Ali Farka Touré est originaire de Kanau, un village proche du fleuve Niger, à environ 65 km de Tombouctou. Il appartient à une famille noble de l’ethnie Arma, elle-même issue de l’ethnie Songhaï. Son père militaire meurt pendant la II Guerre mondiale. Sa famille s’installe alors à Niafunké (situé 250 km au sud-ouest de Tombouctou). Il ne fréquente pas l’école et passe ses journées à travailler aux champs. Déjà, il s’intéresse à la musique, et plus particulièrement à certains instruments : le gurkel, petite guitare traditionnelle, le njarka, violon populaire, la flûte peul ou le luth ngoni à quatre cordes.
En 1956, il assiste au concert de Fodéba Keïta, musicien guinéen. Parallèlement à sa profession (il est chauffeur), il reprend des airs traditionnels. Il rencontre l’écrivain Amadou Hampâté Bâ avec qui il parcourt le Mali à la découverte des musiques traditionnelles. En 1960, Ali Farka Touré fonde et dirige son premier groupe, La Troupe 117 avec laquelle il parcourt le Mali à travers les festivals. En 1968, il effectue son premier voyage hors d’Afrique pour se rendre au festival international des arts à Sofia (Bulgarie). Il entre en 1970 dans l’orchestre de Radio Mali tout en travaillant comme ingénieur du son dans la même radio. En 1973, l’orchestre est dissous par le gouvernement.
Farka Touré commence alors une carrière solo en donnant des concerts dans toute l’Afrique de l’Ouest. Son premier disque Farka sort en 1976. Dans les années 1980, il effectue plusieurs tournées internationales en Europe, au Japon et aux États-Unis. Après quelques albums à succès, il enregistre en 1991 The Source avec le bluesman Taj Mahal et s’ouvre ainsi à la fusion de la World music. La sortie en 1993 de l’album Talking Timbuktu en duo avec Ry Cooder, le guitariste américain, le propulse sur la scène internationale avec succès : il reçoit un Grammy Award pour cet album.
En 1996, un album en songhaï, en peul et en tamasheq, qu’il intitule Radio Mali est publié. Il réunit des titres sélectionnés parmi de nombreuses bandes enregistrées et diffusées à la radio nationale malienne en 1973-1978. En 1997, Ali Farka Touré annonce qu’il veut se consacrer à l’agriculture dans son village, Niafunké. Son investissement principal est de faire installer des pompes à eau puisant dans le Niger pour l’irrigation des champs alentour. Son investissement pour le développement local fait qu’il est élu maire de la ville de Niafunké sur une liste de l’Union pour la république et la démocratie. En corollaire, il sort l’album intitulé Niafunké, où il aborde à travers les chansons le travail de la terre, l’éducation, la justice et l’apartheid.
En 2005, Ali Farka Touré publie In the Heart of the Moon, avec Toumani Diabaté. Cet album obtient le le Grammy Award du meilleur album traditionnel de musique du monde, offrant ainsi à Ali un deuxième Grammy Award. En , il crée une fondation portant son nom qui a pour but d’organiser un festival biannuel de jazz à Niafunké et créer un centre de formation de jeunes artistes en instruments traditionnels locaux.
Ali Farka Touré décède le , au matin, à Bamako. Il souffrait d’un cancer depuis plusieurs années et était paralysé depuis quelque temps. Il est inhumé à Niafunké. Selon sa maison d’édition, World Circuit, Ali Farka Touré venait de terminer le travail sur un dernier album en solo. Ce sera Savane, album posthume, héritage d’Ali Farka Touré que Ry Cooder qualifie « d’absolument parfait ».
Le , un album enregistré en 2005 par Touré avec Toumani Diabaté, intitulé Ali and Toumani (en) remporte le Grammy Award du « meilleur album de World music traditionnelle » lors de la 53e cérémonie à Los Angeles.
Son fils reprend le flambeau musical : Vieux Farka Touré.
Postado por Fernando Martins às 00:20 0 comentários
Marcadores: África, Ali Farka Touré, blues, folk, guitarra, Mali, Savane, world music
.jpg)






