Entre suas obras mais famosas está o romance O Último dos Moicanos, que muitos consideram a sua obra-prima.
O Curso de Geologia de 85/90 da Universidade de Coimbra escolheu o nome de Geopedrados quando participou na Queima das Fitas. Ficou a designação, ficaram muitas pessoas com e sobre a capa intemporal deste nome, agora com oportunidade de partilhar as suas ideias, informações e materiais sobre Geologia, Paleontologia, Mineralogia, Vulcanologia/Sismologia, Ambiente, Energia, Biologia, Astronomia, Ensino, Fotografia, Humor, Música, Cultura, Coimbra e AAC, para fins de ensino e educação.
Entre suas obras mais famosas está o romance O Último dos Moicanos, que muitos consideram a sua obra-prima.
Postado por Fernando Martins às 17:50 0 comentários
Marcadores: James Fenimore Cooper, literatura, O último dos moicanos
Postado por Fernando Martins às 17:40 0 comentários
Marcadores: Duque de Wellington, guerras napoleónicas
"Isadora Duncan, a dançarina americana, morreu tragicamente esta noite em Nice, na Riviera. De acordo com as informações chegadas de Nice, Miss Duncan foi lançada de maneira extraordinária de um automóvel aberto que dirigia e teve morte imediata, devido ao impacto contra o pavimento de pedra."New York Times
Postado por Fernando Martins às 09:09 0 comentários
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Escreveu muitos temas para telenovelas, dentre elas Pigmalião 70 e Os Ossos do Barão, além de ser co-autor da canção de Natal da Rede Globo "Um novo tempo" ("Hoje é um novo dia / de um novo tempo / que começou...").
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Postado por Fernando Martins às 08:30 0 comentários
Marcadores: Bossa nova, Brasil, Estrelar, jazz, Marcos Valle, música, pop, Rock, rock psicadélico
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Leão XIV (em inglês: Leo XIV; em castelhano: León XIV; em latim: Leo XIV), nascido Robert Francis Prevost; O.S.A., (Chicago, 14 de setembro de 1955) é o atual Papa da Igreja Católica, Bispo de Roma e soberano da Cidade do Vaticano desde 8 de maio de 2025. Antes de eleito era Frei, Bispo emérito de Chiclayo, no Peru, e Cardeal da Cúria Romana da Igreja Católica. Foi nomeado Prefeito do Dicastério para os Bispos, em janeiro de 2023, e substituiu o seu antecessor, o cardeal Marc Ouellet, em abril do mesmo ano.
Trabalhou no Peru, de 1985 a 1986 e de 1988 a 1998, como pároco, funcionário diocesano, professor de seminário e administrador. Passou de 1987 a 1988 e de 1998 a 2001 nos Estados Unidos, radicado em Chicago, a sua cidade natal, e trabalhou na ordem agostiniana. Foi nomeado cardeal por Papa Francisco em 30 de setembro de 2023 e eleito Papa em 8 de maio de 2025, adotando o nome Leão XIV.
O seu nome papal foi inspirado pelo Papa Leão XIII, que desenvolveu o ensino social católico moderno no meio da Segunda Revolução Industrial. Leão XIV acredita que a Quarta Revolução Industrial, em curso, particularmente os avanços em inteligência artificial e robótica, representa "novos desafios para a defesa da dignidade humana, da justiça e do trabalho". Leão XIV é o primeiro Papa a ter nascido na América do Norte, o primeiro a ter cidadania peruana (tendo-o a obtido em 2015), o segundo papa das Américas (depois de seu antecessor, Francisco) e o primeiro da Ordem de Santo Agostinho.
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Neill teve os seus primeiros papéis principais em filmes como Omen III: The Final Conflict e Dead Calm e na televisão com Reilly, Ace of Spies. Ele ganhou proeminência internacional em 1993, por seus papéis como Alisdair Stewart em The Piano e como o Dr. Alan Grant em Jurassic Park, um papel que repetiu em 2001 em Jurassic Park III. Neill também teve papéis notáveis em Merlin, A Caçada ao Outubro Vermelho, The Tudors e Peaky Blinders.
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Postado por Fernando Martins às 07:09 0 comentários
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Postado por Fernando Martins às 07:05 0 comentários
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Postado por Pedro Luna às 07:00 0 comentários
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Eduardo Moga Bayona (Barcelona, 14 de septiembre de 1962) es un poeta, traductor y crítico literario español, licenciado en Derecho y licenciado y doctor en Filología Hispánica por la Universidad de Barcelona.
Es autor de varios libros de poemas; el tercero, La luz oída, mereció el Premio Adonáis de Poesía en 1995, y con Insumisión recibió en Estados Unidos el International Latino Book Award en 2014.
Ha traducido a numerosos autores, entre ellos Frank O'Hara, Yoel Hoffmann, Évariste Parny, Carl Sandburg, Charles Bukowski, Richard Aldington, Billy Collins, Tess Gallagher, Ramon Llull, Arthur Rimbaud, William Faulkner, Walt Whitman, Penelope Fitzgerald, Evan S. Connell o Harold Norse.
Practica la crítica literaria en revistas como Letras Libres, Cuadernos Hispanoamericanos, Revista de Occidente, Quimera, Turia, El Cuaderno, Ínsula y Nayagua, entre otros medios.
Codirigió la colección de poesía de DVD ediciones desde 2003 hasta 2012.
En 2016 fue nombrado director de la Editora Regional de Extremadura y coordinador del Plan de Fomento de la Lectura en Extremadura. En abril de 2018 dimitió de su puesto.
En 2024 más de ochenta autores de España y América le dedicaron como homenaje el volumen misceláneo Mago Moga.
Mantiene el blog Corónicas de Españia.
in Wikipédia
POESÍA PARA...
(Letanía a modo de poética)
Poesía para desnudar la palabra.
Poesía para que se encienda la piel.
Poesía para conjurar el miedo.
Poesía para interpretar el caos.
Poesía para razonar los sueños.
Poesía para hacer exacta la alucinación.
Poesía para ver lo invisible.
Poesía inútil.
Poesía para la belleza.
Poesía contra la estupidez.
Poesía frente a la intemperie.
Poesía para llegar al día siguiente.
Poesía para tener tema de conversación.
Poesía para respirar.
Poesía para sustituir al grito.
Poesía para follarnos al lector.
Poesía para que el poema nos folle.
Poesía porque es lo único que sé hacer.
Poesía para que la oscuridad sea luz y la luz, oscuridad.
Poesía para vivir más.
Poesía para decir "te quiero".
Poesía para eyacular.
Poesía sin poéticas.
Poesía para la revolución.
Poesía para la nada.
Poesía para todas las palabras.
Poesía en silencio.
Poesía para que no nos engañen.
Poesía porque no se vende.
Poesía para el poema.
Poesía para ser libre.
Poesía para los amigos (y los enemigos).
Poesía de lo inverosímil y de lo cotidiano.
Poesía para crear otra realidad.
Poesía porque de algo hay que morir.
Poesía para no pensar en la muerte.
Poesía porque es divertido.
Poesía para llevar la contraria.
Poesía para tener razón.
Poesía porque no me da la gana escribir prosa.
Poesía porque no sé escribir prosa.
Poesía para rezar.
Poesía para que nos quieran más.
Poesía para preservar el espíritu.
Poesía por facilidad de palabra.
Poesía porque suena bien.
Poesía para que la palabra diga lo que dice.
Poesía para que la palabra diga lo que no dice.
Poesía para comprenderme.
Poesía para convivir con la contradicción.
Poesía para vencer al pudor.
Poesía para olvidar el tiempo.
Poesía para sentirnos diferentes.
Poesía para que nos pregunten: "¿Qué ha querido Ud. decir con...?"
Poesía porque no rima.
Poesía para recordar.
Poesía por imitación.
Poesía para tener algo que hacer los fines de semana.
Poesía como prótesis.
Poesía como consuelo.
Poesía para entretener la espera.
Poesía para seguir escribiendo "poesía para..."
Poesía por vanidad.
Poesía poro.
Poesía para que se nos ocurran versos al acostarnos
(y no los recordemos
al despertarnos).
Poesía para que nos deseen las mujeres (o los hombres).
Poesía para que nuestro padre nos apruebe.
Poesía para que nuestro padre nos repruebe.
Poesía para cagarnos en alguien.
Poesía, siempre, para la emoción.
Poesía porque poesía.
Eduardo Moga
POESIA PARA...
(Litania a modo de poética)
Poesia para desnudar a palavra.
Poesia para incendiar a pele.
Poesia para conjurar o medo.
Poesia para interpretar o caos.
Poesia para explicar os sonhos.
Poesia para tornar exacta a alucinação.
Poesia para ver o invisível.
Poesia inútil.
Poesia para a beleza.
Poesia contra a estupidez.
Poesia frente à intempérie.
Poesia para chegar ao dia seguinte.
Poesia para ter tema de conversa.
Poesia para respirar.
Poesia para substituir o grito.
Poesia para foder o leitor.
Poesia para o poema nos foder.
Poesia porque não sei fazer outra coisa.
Poesia para que a escuridão seja luz e a luz escuridão.
Poesia para viver mais.
Poesia para dizer ‘amo-te’.
Poesia para ejacular.
Poesia sem poéticas.
Poesia para a revolução.
Poesia para o nada.
Poesia para todas as palavras.
Poesia em silêncio.
Poesia para não nos enganarem.
Poesia porque não se vende.
Poesia para o poema.
Poesia para ser livre.
Poesia para os amigos (e inimigos).
Poesia do inverosímil e do quotidiano.
Poesia para criar outra realidade.
Poesia porque de algo se tem de morrer.
Poesia para não pensar na morte.
Poesia porque é divertido.
Poesia para fazer o contrário.
Poesia para ter razão.
Poesia porque não me dá na gana a prosa.
Poesia porque prosa não sei escrever.
Poesia para rezar.
Poesia para que nos queiram mais.
Poesia para preservar o espírito.
Poesia por facilidade de palavra.
Poesia porque parece bem.
Poesia para a palavra dizer o que diz.
Poesia para a palavra dizer o que não diz.
Poesia para me compreender.
Poesia para conviver com a contradição.
Poesia para vencer o pudor.
Poesia para olvidar o tempo.
Poesia para nos sentirmos diferentes.
Poesia para nos perguntarem: ‘Que quis você dizer com…?’
Poesia porque não rima.
Poesia para recordar.
Poesia por imitação.
Poesia para ter algo que fazer no fim de semana.
Poesia como prótese.
Poesia como consolo.
Poesia para entreter a espera.
Poesia para continuar a escrever «poesia para…’
Poesia por vaidade.
Poesia poro.
Poesia para nos virem versos ao deitar
(e não os recordar ao
acordar).
Poesia para as mulheres nos desejarem (ou os homens).
Poesia para ter a aprovação do pai.
Poesia para ter do pai reprovação.
Poesia para cagar em alguém.
Poesia, sempre, para a emoção.
Poesia porque poesia.
Eduardo Moga - tradução Albino M.
Postado por Fernando Martins às 06:40 0 comentários
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Postado por Fernando Martins às 06:07 0 comentários
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Postado por Pedro Luna às 05:00 0 comentários
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Postado por Pedro Luna às 04:30 0 comentários
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Postado por Fernando Martins às 03:14 0 comentários
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Postado por Fernando Martins às 00:44 0 comentários
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Postado por Fernando Martins às 00:43 0 comentários
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