sábado, julho 25, 2026
Hoje é dia de se cantar em galego...
Postado por Fernando Martins às 11:11 0 comentários
Marcadores: Adufeiras de Salitre, Cantiga da Montaña, Dia Nacional da Galiza, galego, Galiza, Santiago de Compostela, Santiago Matamoros, Xabier Díaz
A Batalha de Ourique foi há 887 anos
Postado por Fernando Martins às 08:08 0 comentários
Marcadores: Batalha de Ourique, D. Afonso Henriques, D. Afonso I, dinastia de Borgonha, El-Rei
Eduardo Souto de Moura comemora hoje setenta e quatro anos
Postado por Fernando Martins às 07:40 0 comentários
Marcadores: Arquitectura, Eduardo Souto de Moura
O cantor sertanejo Leonardo faz hoje 63 anos
Postado por Fernando Martins às 06:30 0 comentários
Marcadores: Brasil, Leandro e Leonardo, Leonardo, música, música sertaneja, Não Aprendi Dizer Adeus
A Batalha da Salga foi há 445 anos...
Monumento em memória da batalha, na baía da Salga, Terceira
A Batalha da Salga foi um recontro travado a 25 de julho de 1581 na baía da Salga, em São Sebastião, na jurisdição do extinto concelho da vila de São Sebastião, Terceira, Açores, entre uma força de desembarque espanhola e as forças portuguesas que, em nome de D. António I, defendiam a ilha, em oposição à união pessoal com Espanha, no contexto da crise de sucessão de 1580.
(...)
Escapariam a nado pouco mais de 50 soldados, e o mar desde a costa até a bordo da armada estava tinto de sangue, oferecendo uma horrorosa perspetiva a toda a gente nobre e de entendimento que se puderam dar vida a todos depois de vencidos o fizeram; mas não podiam com a muita gente do povo.
Morreram de terra somente 17 homens; houve muitos feridos e queimados. Alguns elevam o número dos mortos a pouco menos de 30 (Antonio de Herrera é desta opinião). E suposto Herrera dizer que dos castelhanos morreram 400 somente, este número não é exato, pelo que temos visto em diferentes relações, que, dando o desembarque de mil homens para cima, dizem que só destes escapariam a nado 50, ou pouco mais.
Por meio desta vitória, não só os portugueses recobraram a artilharia que os castelhanos lhes tinham tomado ao entrar da ilha, mas também a que trouxeram, riquíssimas armas com que vinham, bandeiras e caixas, e em fim tudo o que tinham roubado na terra.
Postado por Fernando Martins às 04:45 0 comentários
Marcadores: Açores, Batalha da Salga, D. António I, Prior de Crato, Terceira
Hoje é dia de ouvir Fado de Coimbra...
Postado por Pedro Luna às 03:07 0 comentários
Marcadores: Canção da Beira, Coimbra, Fado de Coimbra, José Manuel dos Santos, música
Matt LeBlanc nasceu há 59 anos
Postado por Fernando Martins às 00:59 0 comentários
Marcadores: actor, Friends, Matt LeBlanc, televisão
O primeiro bebé-proveta nasceu há 48 anos
Postado por Fernando Martins às 00:48 0 comentários
Marcadores: bebé-proveta, bebés, caixa de Petri, cesariana, fecundação in vitro, FIV, Louise Brown, Medicina, Prémio Nobel, Robert Edwards
O álbum Back in Black foi lançado pelos AC/DC há quarenta e seis anos
Back In Black é o sétimo álbum de estúdio da banda australiana de hard rock AC/DC, lançado a 25 de julho de 1980, cinco meses depois do falecimento do vocalista Bon Scott, o qual foi substituído por Brian Johnson. É o álbum de rock mais vendido de todos os tempos e encontra-se na lista dos álbuns mais vendidos do mundo, na segunda posição, ficando atrás apenas de Thriller, de Michael Jackson. O álbum até hoje já vendeu cerca de 50 milhões de cópias em todo o mundo e 22 milhões nos Estados Unidos. Este álbum está na lista dos 200 álbuns definitivos no Rock and Roll Hall of Fame.
Depois do sucesso de Highway to Hell, a banda começou a desenvolver o álbum, após a morte de seu vocalista, Bon Scott, cuja causa da morte foi de "intoxicação alcoólica aguda". Quando Scott foi substituído por Brian Johnson, o álbum foi totalmente refeito, com hits como "Hells Bells", "You shook me All Night Long" e a faixa que dá título ao álbum, "Back in Black". O álbum se tornou um enorme sucesso nos Estados Unidos e em outras partes do mundo. O álbum foi remasterizado, e relançado duas vezes no box Bonfire de (1997), e em 2003, como parte da série de remasterizados da banda.
Postado por Fernando Martins às 00:46 0 comentários
Marcadores: AC/DC, Back in Black, hard rock, heavy metal, música
Viva Santiago - hoje é o Dia da Galiza...!

Postado por Fernando Martins às 00:40 0 comentários
Marcadores: Dia Nacional da Galiza, galego, Galiza, Santiago de Compostela, Santiago Matamouros
José Manuel dos Santos morreu há 37 anos...
Faz hoje, dia 16 de fevereiro de 2013, 70 anos que nasceu em Coimbra, JOSÉ MANUEL DOS SANTOS. Faleceu na sua cidade natal, a 25 de julho de 1989.
José Manuel Martins dos Santos, nasceu em Coimbra, fez a instrução primária na sua terra, e curso liceal no Liceu D. João III. A seguir, matriculou-se em Engenharia Civil, na Universidade de Coimbra, depois no curso de Psicologia, nunca tendo avançado significativamente em nenhum deles. A canção de Coimbra, a vida académica, e a boémia saudável que quase todo o estudante adora viver, eram superiores à vontade de estudar. Os seus pais, com um pequeno comércio na Rua Ferreira Borges, na Baixa de Coimbra, e com uma venda de bilhetes no teatro Avenida, lá iam assegurando o tipo de vida, que o Zé Manel gostava de viver. Calcorreava a Coimbra nas serenatas de rua, nos espetáculos organizados pelos diferentes Organismos e Instituições, onde a Canção de Coimbra, era presença indispensável, e onde a sua voz se identificava pela diferença qualitativa.
Vivia a mística do Penedo da Saudade, e o simbolismo da sua Sé Velha, emprestando com a sua voz maviosa, e um estilo muito próprio de cantar. A sua dimensão estética invulgar, ao cantar de Coimbra, sem romantismos retrógrados, respeitando a tradição, mas inserido num movimento de modernidade e de mudança, marcavam uma diferença significativa para os demais. Tomando por base o escrito por José Niza, JOSÉ MANUEL DOS SANTOS, acompanha pelo país e pelo estrangeiro, o Coro Misto da Universidade de Coimbra, a Tuna Académica, e o Orfeon, do qual fez parte como 1º tenor, nos anos de 1966 a 1968.
Cantou com Rui Nazaré, José Niza, Eduardo Melo, Ernesto Melo, Durval Moreirinhas, Rui Borralho, Manuel Borralho, Jorge Godinho, Hermínio Menino, António Bernardino, José Miguel Baptista, Jorge Rino, António Portugal, Rui Pato, Jorge Cravo, José Ferraz, António Andias, Manuel Dourado, Octávio Sérgio e muitos outros, igualmente importantes na divulgação da Canção de Coimbra. Refere ainda José Niza no mesmo livro, que o Dr. Rui Pato, no Jornal de Coimbra, de Setembro de 1989, escreve que José Manuel dos Santos, terá sido o único que teve a honra de interpretar a obra poética de José Nuno Guimarães. Pelo Dr. Rui Pato sabemos do agradecimento comovido da sua viúva, quando da leitura do artigo em causa, pouco tempo após a partida do amigo Zé Manel, aos 46 anos de idade. O seu filho médico em Coimbra terá talvez outra visão e relação, com a música e o canto de Coimbra, não tendo sofrido o encantamento que a voz de seu pai ajudou a construir, e que no fundo não foi uma contribuição activa, para uma de carreira profissional consolidada.
Gravou dois fonogramas. Vamo-nos socorrer do trabalho do Prof. Doutor Armando Luís de Carvalho Homem, sob o título “NUNO GUIMARÃES (1942 – 1973), e a Guitarra de Coimbra nos anos 60: - impressões perante uma re–audição de cinco 45 RPM”. O autor aborda aquilo que considera que foi o caminho seguido por ele, e pelos seus companheiros, nas suas vivências académicas, inseridas nas preocupações estéticas dos mesmos, no domínio da Canção de Coimbra. Atende-se preferencialmente no contexto social e político envolvente, à época, na Academia do Porto, e num tempo de mudança, de lutas sociais e políticas dos anos 60. ALCH aborda a discografia de Nuno Guimarães, com base na sua experiência da sua vida de jovem compositor e violista, a nosso ver, estruturada em dois pilares fundamentais:
- A dimensão cimeira, do que foram o saber, a experiência na composição e interpretação da música e da canção de Coimbra, da lavra do seu saudoso Pai, o Dr. Armando de Carvalho Homem (1923 – 1991), e a sua passagem enriquecedora pela Academia de Coimbra.
A propósito dos fonogramas gravados por JOSÉ MANUEL DOS SANTOS, ALCH, escreveu:
- Coimbra Antiga: Fados por José Manuel dos Santos, EP AM 4.069; instrumentistas: Nuno Guimarães/ Manuel Borralho (gg), Rui Pato/Jorge Rino (vv); contém os temas “Adeus Minho Encantador”, “Fado das Penumbras”, “Canção da Beira” e o “Fado Manassés”.
JOSÉ MANUEL DOS SANTOS, partiu muito novo. Tinha 46 anos e a cidade que o viu nascer, também o viu partir naquele dia 25 de julho de 1989.
in Guitarra de Coimbra V (Cithara Conimbrigensis)
Postado por Fernando Martins às 00:37 0 comentários
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O tratado de paz Israel-Jordânia foi assinado há trinta e dois anos...
Em 1987, o ministro israelita das Relações Exteriores, Shimon Peres, e o rei Hussein tentaram secretamente arranjar um acordo de paz no qual Israel concederia a Cisjordânia à Jordânia. Os dois assinaram um acordo que define uma estrutura para uma conferência de paz no Oriente Médio. A proposta não foi consumada devido à objeção do primeiro-ministro israelita Yitzhak Shamir. No ano seguinte, a Jordânia abandonou a sua reivindicação à Cisjordânia em favor de uma resolução pacífica entre Israel e a OLP.
As discussões começaram em 1994. O primeiro-ministro israelita Yitzhak Rabin e o ministro das Relações Exteriores Shimon Peres informaram ao rei Hussein que, após os acordos de Oslo com a OLP, a Jordânia poderia ser "deixada de fora do grande jogo". Hussein consultou o presidente egípcio Hosni Mubarak e o presidente sírio Hafez al-Assad. Mubarak encorajou-o, mas Assad disse-lhe apenas para "falar" e não assinar nenhum acordo. O presidente dos EUA Bill Clinton pressionou Hussein para iniciar negociações de paz e assinar um tratado de paz com Israel e prometeu-lhe que as dívidas da Jordânia seriam perdoadas. Os esforços tiveram sucesso e a Jordânia assinou um acordo de não beligerância com Israel. Rabin, Hussein e Clinton assinaram a Declaração de Washington em Washington, D.C., em 25 de julho de 1994. A Declaração diz que Israel e Jordânia acabaram com o estado oficial de inimizade e iniciariam negociações para alcançar o "fim do derramamento de sangue e tristeza "e uma paz justa e duradoura.Postado por Fernando Martins às 00:32 0 comentários
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O acidente que acabou com os voos do Concorde foi há vinte e seis anos...

O Voo Air France 4590 correspondia a um voo regular da companhia Air France, de Paris a Nova Iorque, feito com uma aeronave modelo Concorde.
O dia 25 de julho de 2000 ficou marcado na história aeronáutica pela ocorrência de um acidente envolvendo essa rota. Uma fuga de combustível, devido à rutura do tanque n.º 5, provocou um grande incêndio sob a asa esquerda da aeronave. Depois de uma sequência de falhas, a aeronave não conseguiu ganhar altitude e caiu, instantes depois da descolagem.
Após o acidente, o Concorde sofreu algumas modificações e 15 meses depois do acidente ele voltou ao serviço de passageiros. Porém, em 10 de abril de 2003, Air France e British Airways decidiram, conjuntamente, encerrar os voos comerciais do Concorde. A Air France encerrou os voos do Concorde em 31 de maio de 2003 enquanto que a British Airways encerrou os voos em 24 de outubro de 2003.
(...)
Apurou-se nas investigações que a rutura do tanque ocorreu durante a
descolagem, tendo sido causada pelo violento choque de um pedaço do pneu
nº 2 (localizado no trem de aterragem principal esquerdo) que rebentou devido ao contacto com uma peça de um DC-10 da companhia Continental,
caída na pista do aeroporto Charles de Gaulle. Logo em seguida houve
perda de potência no motor nº 2 e em seguida no motor nº 1. O DC-10
havia descolado cinco minutos antes do Concorde. Após 18 meses de
investigações, foi apresentado o relatório final sobre o acidente.
A aeronave envolvida no acidente, estacionada no Aeroporto Charles de Gaulle em 5 de julho de 1985 | |
| Sumário | |
|---|---|
| Data | 25 de julho de 2000 (24 anos) |
| Causa | Falha dos motores e perda de controle devido a incêndio na estrutura da aeronave durante a decolagem. |
| Local | Gonesse, |
| Coordenadas | 48° 59′ 08″ N, 2° 28′ 20″ L |
| Origem | Aeroporto Internacional Charles de Gaulle, Paris, |
| Destino | Aeroporto Internacional John F. Kennedy, Nova Iorque, |
| Passageiros | 100 |
| Tripulantes | 9 |
| Total de mortos | 113 (4 pessoas em solo) |
| Total de feridos | 0 |
| Total de sobreviventes | 0 (nenhum) |
Postado por Fernando Martins às 00:26 0 comentários
Marcadores: acidente, Air France, aviação, British Airways, Concorde
Fernanda Baptista morreu há dezoito anos...
Fernanda Baptista (Lisboa, 7 de maio de 1919 - Cascais, 25 de julho de 2008), foi uma fadista e atriz portuguesa, presença assídua no Teatro de Revista.
Postado por Fernando Martins às 00:18 0 comentários
Marcadores: actriz, Fado, Fado da carta, Fernanda Baptista, música teatro de revista
Mota Pinto nasceu há noventa anos...
(...)
Professor da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, onde se licenciou e doutorou (1970) em Ciências Jurídicas, com uma tese sobre Cessão da Posição Contratual.
Foi um teórico influente no campo do Direito Civil, lecionando naquela Faculdade as disciplinas de Teoria Geral do Direito Civil, Direito das Obrigações, Direitos Reais e Direito Público da Economia.
(...)
Depois do 25 de Abril de 1974, Mota Pinto ajudou a fundar o Partido Popular Democrático (PPD), atual Partido Social Democrata (PPD/PSD), aderindo assim ao projeto de Francisco Sá Carneiro, Francisco Pinto Balsemão e Joaquim Magalhães Mota de criar um partido político social-democrata em Portugal.
Pelo mesmo partido, Mota Pinto foi eleito deputado à Assembleia Constituinte e, novamente eleito à Assembleia da República, cuja designação se deve, aliás, a uma proposta legislativa por si apresentada, durante os próprios trabalhos da Constituinte.
Foi presidente do Grupo Parlamentar do PSD.
Ao PSD deu também o slogan «Hoje somos muitos, amanhã seremos milhões», incluído no seu discurso no primeiro comício do partido, realizado no Pavilhão dos Desportos, em Lisboa, em 1974.
Entrou em rutura com Sá Carneiro, no Congresso de Aveiro, em dezembro de 1975, tendo-se posteriormente reconciliado com ele e com o partido. À data da morte de Sá Carneiro era mandatário nacional da candidatura presidencial do candidato da AD, o general Soares Carneiro.
Foi igualmente ministro do Comércio e Turismo no I Governo Constitucional (Mário Soares, 1976–1977), 152.º primeiro-ministro do IV Governo Constitucional (1978-1979), nomeado por iniciativa presidencial de Ramalho Eanes, e ainda vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa Nacional do IX Governo Constitucional (Mário Soares, 1983–1985).
Liderou a Comissão Política Nacional do PSD, entre 1984 e 1985, depois de, entre 1983 e 1984, ter liderado o partido, juntamente com Nascimento Rodrigues e Eurico de Melo, na chamada "troika".
Dado como provável vencedor das eleições que se disputariam no final de maio de 1985, no congresso da Figueira da Foz, em que tinha como adversário João Salgueiro, Mota Pinto faleceu, subitamente, dias antes da realização desse congresso, o qual resultaria na chefia do PSD por Aníbal Cavaco Silva.
Casou com Maria Fernanda Cardoso Correia, provedora da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa de janeiro de 1992 a 1 de janeiro de 1996, da qual teve três filhos: Paulo, Nuno e Alexandre.
NOTA: lembro-me que morreu pouco antes do início de uma Queima das Fitas, no meu 12º Ano - penso que o luto académico terminou exatamente quando começou a Serenata Monumental, a 10 de maio de 1985.
Postado por Fernando Martins às 00:09 0 comentários
Marcadores: Mota Pinto, PPD, primeiro-ministro, PSD, Universidade de Coimbra
Peter Green, fundador dos Fleetwood Mac, morreu há seis anos...
Foi uma figura importante na "segunda grande época" do movimento blues britânico. B.B. King comentou: "Ele tem o tom mais doce que eu já ouvi; foi o único que me fez suar frio". Eric Clapton elogiou o seu estilo como guitarrista. Ficou conhecido pelo uso de flexões de cordas, vibrato e economia de estilo.
A revista Rolling Stone classificou Green em número 58 na sua lista dos "100 Maiores Guitarristas de Todos os Tempos". Seu tom no instrumental "The Supernatural" foi classificado como um dos 50 maiores de todos os tempos pela Guitar Player. Em junho de 1996, foi eleito o terceiro melhor guitarrista de todos os tempos pela revista Mojo.
Postado por Fernando Martins às 00:06 0 comentários
Marcadores: Black Magic Woman, blues-rock, Fleetwood Mac, guitarra, música, Peter Green
Peter Green morreu há cinco anos...
Foi uma figura importante na "segunda grande época" do movimento blues britânico. B.B. King comentou: "Ele tem o tom mais doce que eu já ouvi; foi o único que me fez suar frio". Eric Clapton elogiou o seu estilo como guitarrista. Ficou conhecido pelo uso de flexões de cordas, vibrato e economia de estilo.
A revista Rolling Stone colocou Green no lugar 58 na sua lista dos "100 Maiores Guitarristas de Todos os Tempos" e foi classificado como um dos 50 maiores de todos os tempos pela Guitar Player. Em junho de 1996, foi eleito o terceiro melhor guitarrista de todos os tempos pela revista Mojo.
Postado por Fernando Martins às 00:06 0 comentários
Marcadores: Albatross, blues, blues rock, Fleetwood Mac, jazz fusion, judeus, música, Rock
Hoje é dia de recordar Peter Green...
Postado por Pedro Luna às 00:06 0 comentários
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Música adequada à data - vivam a Galiza e os galegos...!
Postado por Pedro Luna às 00:04 0 comentários
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Hoje é dia de Santiago...!

Santiago Maior, também chamado de Santiago Filho do Trovão (Boanerge), Tiago, filho de Zebedeu e Santiago Apóstolo o Maior, martirizado no ano 44, foi um dos doze apóstolos de Jesus Cristo. Foi feito santo e chamado Maior (mais velho) para o diferenciar de outro discípulo de Jesus de mesmo nome, conhecido como Santiago Menor (mais jovem) e também de Tiago, o Justo, sendo estes últimos possivelmente a mesma pessoa: Tiago, menor; Tiago, o justo; e Tiago, irmão do Senhor.

O nome do apóstolo Santiago
Os nomes Tiago e Jaime derivam indiretamente do latim Iacobus, por sua vez uma latinização do nome hebraico Ya'akov (aportuguesado em "Jacó") e da sua associação Sanctus Iacopus.
Com o decorrer do tempo, o nome evoluiu em diversas direções consoante as línguas: manteve-se Jakob em alemão e noutras línguas nórdicas, James em inglês, Giacomo em italiano e Jacques em francês.
Na Península Ibérica, há diferenças substanciais: tornou-se Jaume ou Jaime (formas correntes no catalão). Jácome é adaptação antiga do italiano Giàcome, que subsiste como apelido pouco comum na Galiza e em Portugal. Há quem pense que o nome Iago / Yago é a forma patrimonial das línguas do centro e ocidente da Península Ibérica, mas isto é falso. A únicas formas patrimoniais em castelhano, que já aparecem registadas no Cantar del Mio Cid, são Yaguo e Yagüe, ambas com evolução fonética normal a partir do acusativo e do vocativo, respetivamente. O nome do santo nesta obra aparece como Santi Yaguo e, em função vocativa, Santi Yagüe (por exemplo, quando é usado como grito de guerra dos cristãos). A forma Yaguo parece ter desaparecido por completo, mas Yagüe ainda se conserva como apelido (por exemplo, em Madrid há uma rua dedicada ao General Yagüe).
No domínio linguístico galego-português, é impossível que Iago seja uma forma patrimonial, porque todos os I latinos em posição inicial pré-vocálica (pronunciados [i] primeiro e [j] semivogal depois) dão lugar em romance à consoante fricativa sibilante pré-palatal ou palato-alveolar [ž] (IPA [ʒ]), assim já < iam, Janeiro < Ianuarius, jantar < iantare, jeito < iactus, João < Iohannes, jogo < iocus, junco < iuncus, etc., como se pode verificar em qualquer manual básico de história da língua. Portanto, o resultado esperado, a ter havido uma evolução do nome isolado, seria "Jago", "Jagó", "Jágovo", ou qualquer coisa semelhante. O que de facto ocorreu é que aqui a pressão conservadora da Igreja manteve unido o nome ao adjetivo, que evoluíram juntos como uma palavra: "Santiago". A partir de "Santiago", por via popular, produz-se a deglutinação lógica San-Tiago (São Tiago). É assim que nasce o nome próprio português e galego "Tiago" e é por isso que o nome do apóstolo e os padroeiros de múltiplas freguesias por todo o país aparecem abreviados nos textos escritos como STiago desde a mesma Idade Média.
O nome Iago / Yago entra nas línguas peninsulares, bem como no italiano, no século XIX e início do XX, devido à popularidade das personagens das óperas dramáticas e, em especial, líricas (por exemplo, "Otelo", "Aída", "Carmen"...). En concreto, "Yago" é uma personagem da ópera "Otelo" (baseada na obra do mesmo título de Shakespeare), com libreto do Conde Berio e música de Rossini, que foi estreada em 1816. E Iago é apenas a adaptação escrita do nome às ortografias portuguesa e galega, que não usam a letra Y. Chega com consultar um bom dicionário da língua portuguesa como o Aurélio, para verificar que não só "Iago" procede da personagem da peça "Otelo", como ainda é empregado como substantivo comum para designar o "indivíduo astuto, intrigante, falso, velhaco", coisa que não faria sentido se se tratasse dum nome próprio tradicional e comum na língua portuguesa. A chegada do nome a Espanha é o que fez inventar, em certos ambientes, a forma "Sant'Iago", da abreviatura do latim de Sant Iacob.

in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 00:00 0 comentários
Marcadores: apóstolos, Galiza, Igreja Católica, Santiago de Compostela, Santiago Maior, Santigo
sexta-feira, julho 24, 2026
Os Liberais conquistaram Lisboa há 193 anos...
Postado por Fernando Martins às 19:30 0 comentários
Marcadores: 24 de julho de 1833, absolutismo, constitucionalismo, D. Maria II, D. Miguel I, D. Pedro IV, dinastia de Bragança, Duque da Terceira, Duque do Cadaval, El-Rei, guerra civil, Lisboa, Monarquia Constitucional
Para recordar um Poeta...

Salmos da Noite
Nos teus braços febris receber sobre a boca;
Minh'alma, que ao calor dos teus lábios se engelha
E morre, há de cantar perdidamente louca.
O peito, que a uma furna escura se assemelha,
De mágicos florões o teu olhar me touca;
Ao teu lábio que morde e tem mel como a abelha,
Dei toda a vida... e eterna ela seria pouca.
Ao teu olhar, oceano ora em calma ora em fúria,
Canta a minha paixão um salmo fundo e terno,
Como o ganido ao luar de uma cadela espúria...
— Salmo de tédio e dor, hausteante, negro e eterno,
E no entanto eu te sigo, ó verme da luxúria,
E no entanto eu te adoro, ó céu do meu inferno!
Alphonsus Guimaraens
Postado por Pedro Luna às 15:06 0 comentários
Marcadores: Alphonsus Guimaraens, Brasil, neo-romantismo, poesia, Simbolismo
Poema para recordar o regresso dos astronautas da Apollo XI à Terra...
Satélite
Fim de tarde.
No céu plúmbeo
A lua baça
Paira.Muito cosmograficamente
Satélite.Desmetaforizada,
Desmitificada,Despojada do velho segredo de melancolia,
Não é agora o golfão de cismas,
O astro dos loucos e enamorados,
Mas tão somente
Satélite.Ah! Lua deste fim de tarde,
Desmissionária de atribuições românticas;
Sem show para as disponibilidades sentimentais!Fatigado de mais-valia,
gosto de ti, assim:
Coisa em si,
-Satélite.
Manuel Bandeira
Postado por Fernando Martins às 05:07 0 comentários
Marcadores: Apollo XI, astronautas, astronomia, Lua, Manuel Bandeira, NASA, poesia
Alexandre Dumas (Pai) nasceu há 224 anos
Postado por Fernando Martins às 02:24 0 comentários
Marcadores: Alexandre Dumas Pai, França, literatura


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