sábado, outubro 17, 2026
Música adequada à data...
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Hoje é o Dia Nacional da Música Popular Brasileira - Chiquinha Gonzaga nasceu há 179 anos...
Postado por Fernando Martins às 17:09 0 comentários
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Chopin morreu há 177 anos...
Postado por Fernando Martins às 17:07 0 comentários
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Sylvia Kristel morreu há catorze anos...
Postado por Fernando Martins às 14:00 0 comentários
Marcadores: actriz, Emmanuelle, Sylvia Kristel
Um notícia interessante sobre Paleontologia...
Algumas aves sobreviveram ao asteroide que extinguiu os dinossauros. Fezes fossilizadas podem ajudar a explicar porquê
Vestígios de dinossauros
Pequenas penas preservadas em fezes fossilizadas estão a ajudar os cientistas a compreender por que razão algumas aves sobreviveram à extinção em massa que eliminou os dinossauros e outras não.
Desenterrado no Montana, o achado de penas pertencia a uma ave que tinha sido devorada e posteriormente excretada por um dinossauro predador — possivelmente um Tyrannosaurus rex ou um parente mais pequeno — pouco antes do impacto do asteroide que desencadeou o evento de extinção, há 66 milhões de anos, segundo um novo estudo publicado na revista Current Biology. Os restos incluem a pena mais bem preservada alguma vez extraída de depósitos do Mesozoico, ou rochas da era dos dinossauros, e a descoberta oferece um raro vislumbre de um momento decisivo para muitas espécies.
“É uma pena tão bonita e bem preservada, proveniente de uma fonte tão inesperada, e é emocionante pensar que pode ajudar-nos a responder a esta enorme questão da paleontologia”, afirmou a principal autora do estudo, Jingmai O’Connor, curadora associada de répteis fósseis no Field Museum de Chicago, num comunicado de imprensa.
No entanto, o impressionante espécime representa provavelmente uma espécie que não sobreviveu ao impacto do asteroide, de acordo com a equipa responsável pela nova investigação. Com base na análise dos ossos encontrados juntamente com as penas dentro do coprólito - o termo científico para fezes fossilizadas - os autores do estudo acreditam que as penas pertenciam a uma pequena ave mergulhadora que não voava, semelhante aos atuais mergulhões, que faziam parte de um grupo atualmente extinto conhecido como Hesperornithiformes.
Os paleontólogos estabeleceram há décadas que as aves evoluíram a partir dos dinossauros. Isso significa que as espécies de aves que hoje esvoaçam pelos quintais são, na prática, os únicos dinossauros sobreviventes. No entanto, de forma intrigante, todas as aves atuais descendem de apenas um grupo de aves da era dos dinossauros, os Neornithes, um parente próximo dos Hesperornithiformes.
As condições infernais desencadeadas pela colisão do planeta com a rocha espacial do tamanho de uma cidade extinguiram todas as outras aves e dinossauros, observou O’Connor. As penas agora descobertas podem conter uma pista para o desaparecimento dos Hesperornithiformes.
O coprólito foi desenterrado num local do Montana, na Formação Hell Creek
Penas primitivas
O’Connor afirmou que algumas das penas eram muito semelhantes às que existem atualmente nas aves modernas, com uma haste central de secção quadrada que teria ajudado a tornar a pena rígida, mas leve. No entanto, outras apresentavam uma estrutura mais primitiva - eram mais pequenas e felpudas - e não seriam tão eficazes no isolamento térmico como as penas corporais das aves modernas, acrescentou.
“As penas corporais primitivas dos hesperornitiformes não eram um problema para estas aves durante o mundo de efeito de estufa do Mesozoico, mas o impacto do asteroide desencadeou um inverno de impacto e as temperaturas globais desceram significativamente”, explicou por email.
Os cientistas acreditam que a colisão libertou milhares de milhões de toneladas de poeiras, enxofre e outros gases para a atmosfera, bloqueando o sol e provocando um arrefecimento dramático do clima da Terra. As plantas foram incapazes de realizar a fotossíntese, um processo biológico fundamental para a vida, durante quase dois anos depois do impacto, sugerem investigações.
“Agora, as penas corporais primitivas e o seu isolamento menos eficaz são um problema - é necessária mais energia para se manterem quentes, mas há menos alimento disponível através do qual possam obter essa energia.”
Um grande plano de uma pena fossilizada encontrada preservada em fezes de dinossauro
A investigadora afirmou que um padrão semelhante tinha sido observado noutras aves do Cretácico, chamadas enantiornithines. A sua plumagem foi preservada em pedaços de âmbar - resina de árvores pré-históricas.
O’Connor considera que uma das principais razões pelas quais o ramo Neornithes da família das aves sobreviveu à extinção em massa se deve às diferenças existentes nas suas penas. Outros cientistas tinham concluído que, como as espécies de Neornithes viviam perto da água, algo relacionado com este habitat as ajudou a proteger dos efeitos devastadores da extinção em massa. No entanto, os Hesperornithiformes também viviam junto à água e desapareceram.
Para confirmar a sua hipótese, os paleontólogos teriam de encontrar um fóssil de Neornithes de pouco antes do impacto do asteroide e analisar a sua plumagem para confirmar que não conserva penas com características primitivas, afirmou O’Connor.
“Teria de estar preservado em âmbar ou noutro coprólito excecionalmente preservado, para que as penas fossem preservadas em três dimensões e com osso suficiente para termos a certeza da identificação”, observou.
“Quem sabe, talvez alguém já tenha encontrado um coprólito com estes vestígios no seu interior.”
Uma ilustração de um tiranossauro a atacar uma antiga ave mergulhadora
Achado raro
Espécimes de penas tão bem preservados não aparecem com frequência, e mesmo os que foram estudados na nova investigação não eram imediatamente evidentes. David DeMar Jr., paleontólogo da Universidade de Washington, em Seattle, encontrou em 2016 o coprólito que as preservava, enquanto recolhia fósseis de peixes no Montana, na Formação Hell Creek.
Como nunca tinham sido encontradas penas na Hell Creek, apesar de 150 anos de procura de fósseis no local, O’Connor afirmou que o primeiro pensamento de DeMar foi que talvez a fissura no nódulo castanho-avermelhado que encontrou num afloramento rochoso contivesse uma planta. Mas uma observação mais atenta revelou que se tratava de uma pena.
“Peguei nela e examinei a sua superfície através da minha lupa de mão e foi então que não consegui acreditar no que estava a ver: uma pequena pena fossilizada”, afirmou DeMar, coautor do estudo, no comunicado de imprensa.
No entanto, só quando os investigadores obtiveram imagens das fezes fossilizadas num scanner de micro-TC perceberam que o espécime continha várias penas, ossos das pernas e até vestígios do conteúdo do estômago da ave. Muitos dos restos estavam excecionalmente preservados em três dimensões.
As fezes fossilizadas do dinossauro também preservaram duas minúsculas escamas em forma de diamante de um peixe conhecido como peixe-agulha, que ainda existe atualmente. O peixe seria demasiado pequeno para satisfazer um dinossauro predador e, por isso, terá provavelmente constituído a última refeição da ave antes de ser devorada pelo T. rex, segundo o estudo.
“Se não fosse a fratura que expôs as penas, continuaríamos sem saber que os coprólitos podem ser uma fonte deste tipo de informação”, afirmou O’Connor.
“Continuo maravilhado com os tipos de coisas que encontramos no registo fóssil e que nunca se pensou serem possíveis”, afirmou Anthony Fiorillo, professor adjunto de investigação na Southern Methodist University e diretor executivo do New Mexico Museum of Natural History & Science, que não esteve envolvido na investigação.
in MSN Feed
Postado por Fernando Martins às 13:59 0 comentários
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Saudades de António Ramos Rosa...
(imagem daqui)
Uma Voz na Pedra
Não sei
se respondo ou se pergunto.
Sou uma voz que nasceu na penumbra do vazio.
Estou um pouco ébria e estou crescendo numa pedra.
Não tenho a sabedoria do mel ou a do vinho.
De súbito ergo-me como uma torre de sombra fulgurante.
A minha ebriedade é a da sede e a da chama.
Com esta pequena centelha quero incendiar o silêncio.
O que eu amo não sei. Amo em total abandono.
Sinto a minha boca dentro das árvores e de uma oculta nascente.
Indecisa e ardente, algo ainda não é flor em mim.
Não estou perdida, estou entre o vento e o olvido.
Quero conhecer a minha nudez e ser o azul da presença.
Não sou a destruição cega nem a esperança impossível.
Sou alguém que espera ser aberto por uma palavra.
Postado por Pedro Luna às 10:20 0 comentários
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A Polícia de Paris massacrou argelinos desarmados há 65 anos...
"Ici on noie les algériens", cette inscrition a été effectuée quai de Conti, à Paris, dans les jours qui ont suivi le 17 octobre 1961 par un "Comité pour la paix en Algérie du quartier Seine-Buci". Cette photo, publiée tardivement, en 1985, dans l'Humanité, est devenue l'icône pour dénoncer le massacre.
Préparée en secret, la manifestation constitue un boycott du couvre-feu nouvellement appliqué aux seuls Maghrébins. Alors que les attentats du Front de libération nationale (FLN) frappent les forces de l'ordre depuis plusieurs mois, l'initiative, non déclarée aux autorités, se veut cependant pacifique. Le FLN, qui y voit un moyen d'affirmer sa représentativité, y appelle tous les Algériens, hommes, femmes et enfants, et leur interdit le port d'armes. Les défilés nocturnes sur les grandes artères de la capitale donnent lieu à des affrontements au cours desquels des policiers font feu. La brutalité de la répression, qui se poursuit au-delà de la nuit du dans l'enceinte des centres d'internement, fait plusieurs centaines de blessés et de nombreux morts. Le nombre de ces morts reste discuté: au fil des dernières décennies, les évaluations ont oscillé, entre les décomptes minimaux des rapports officiels et les estimations d'historiens assises sur des périodes plus ou moins larges, de 38 à plus de 200 morts.
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Postado por Fernando Martins às 06:50 0 comentários
Marcadores: 17 de outubro de 1961, Argélia, FLN, França, massacre, não violência, Paris, polícias
Tarkan - 54 anos
Hoje é dia de ouvir Eminem...
Postado por Pedro Luna às 05:40 0 comentários
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Hoje é dia de ouvir música gambiana...
Postado por Pedro Luna às 04:30 0 comentários
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O pintor Canaletto nasceu há 329 anos
Postado por Fernando Martins às 03:29 0 comentários
João Paulo I, o Papa do Sorriso, nasceu há 114 anos...
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Postado por Fernando Martins às 01:14 0 comentários
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Alexandre Cabral nasceu há 109 anos
(imagem daqui)
José dos Santos Cabral (Lisboa, 17 de outubro de 1917 - Lisboa, 21 de novembro de 1996), de pseudónimo literário Alexandre Cabral, foi um escritor português.
Biografia
De seu verdadeiro nome José dos Santos Cabral, frequentou o Instituto Profissional dos Pupilos do Exército (atual Instituto Militar dos Pupilos do Exército), mas decidiu empregar-se aos quinze anos, exercendo várias profissões, chegando mesmo a emigrar para o ex-Congo Belga, onde permaneceu três anos. Após o seu regresso a Portugal, foi redator de uma agência noticiosa e esteve ligado à indústria farmacêutica como delegado de propaganda médica e chefe de escritório. Mais tarde, empregou-se numa agência de publicidade, ao mesmo tempo que frequentava a Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde se licenciou em Ciências Histórico-Filosóficas.
Ligado à corrente literária neorrealista, acabou por se especializar como grande e profundo conhecedor da obra de Camilo Castelo Branco, a quem dedicou, na anotação, fixação de textos e recolha de vastíssima correspondência e polémicas literárias, dezenas e dezenas de anos de permanente estudo e investigação. Esta atuação como estudioso e investigador da obra camiliana culminou na elaboração de um Dicionário de Camilo.
Além de regular colaboração em revistas e jornais, fez parte dos corpos diretivos de importantes instituições ligadas à política ou à cultura, tendo sido elemento preponderante na formação da Sociedade Portuguesa de Escritores, a cuja primeira direção, presidida por Aquilino Ribeiro, pertenceu. Dedicou-se também à atividade de tradutor literário, sendo de destacar o trabalho feito na divulgação em português de obras, entre outros, de Roger Martin du Gard, Anatole France, Claude Roy, Jaroslav Hasek e Mikail Sadoveanu. Prefaciou ainda obras de vários escritores portugueses e tem colaboração dispersa em livros de homenagem ou de intervenção política e cultural, com depoimentos literários de relevante importância. Nos seus primeiros romances, usou o pseudónimo Z. Larbak.
Viveu uma boa parte da sua vida no Bairro de São Miguel, mais propriamente na Rua Frei Tomé de Jesus, na freguesia de Alvalade, em Lisboa. Além de escritor e investigador, foi também um homem empenhado na luta pela democracia em Portugal.
A 10 de junho de 1991, foi agraciado com o grau de Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique, pelo Presidente da República Mário Soares.
in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 01:09 0 comentários
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António Ramos Rosa nasceu há cento e dois anos...
António Vítor Ramos Rosa (Faro, 17 de outubro de 1924 – Lisboa, 23 de setembro de 2013), foi um poeta, tradutor e desenhador português.
Biografia
António Ramos Rosa estudou em Faro, não tendo acabado o ensino
secundário por questões de saúde. Em 1958 publica no jornal «A Voz de
Loulé» o poema "Os dias, sem matéria". No mesmo ano sai o seu primeiro
livro «O Grito Claro», n.º 1 da coleção de poesia «A Palavra», editada em Faro e dirigida pelo seu amigo, e também poeta, Casimiro de Brito.
Ainda nesse ano inicia a publicação da revista «Cadernos do Meio-Dia»,
que em 1960 encerra a edição, por ordem da polícia política.
Foi um dos fundadores da revista de poesia Árvore, existente entre 1951 e 1953, e fez parte do MUD Juvenil.
A 10 de junho de 1992 foi feito Grande-Oficial da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada e a 9 de junho de 1997 foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique.
O seu nome foi dado à Biblioteca Municipal de Faro. Em 2003, a Universidade do Algarve, atribui-lhe o grau de Doutor Honoris Causa.
Imaginar a forma
doutro ser Na língua,
proferir o seu desejo
O toque inteiro
Não existir
Se o digo acendo os filamentos
desta nocturna lâmpada
A pedra toco do silêncio densa
Os veios de um sangue escuro
Um muro vivo preso a mil raízes
Mas não o vinho límpido
de um corpo
A lucidez da terra
E se respiro a boca não atinge
a nudez una
onde começo
Era com o sol E era
um corpo
Onde agora a mão se perde
E era o espaço
Onde não é
O que resta do corpo?
Uma matéria negra e fria?
Um hausto de desejo
retém ainda o calor de uma sílaba?
As palavras soçobram rente ao muro
A terra sopra outros vocábulos nus
Entre os ossos e as ervas,
uma outra mão ténue
refaz o rosto escuro
doutro poema
in A Nuvem Sobre a Página (1978) - António Ramos Rosa
Postado por Fernando Martins às 01:02 0 comentários
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René Dif, a voz masculina dos Aqua, faz hoje 59 anos
Postado por Fernando Martins às 00:59 0 comentários
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Eminem faz hoje 54 anos
Postado por Fernando Martins às 00:54 0 comentários
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Sona Jobarteh celebra hoje quarenta e três anos
in Wikipédia
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O sismo de Loma Prieta foi há trinta e sete anos...
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Thomas Durden morreu há 27 anos...
Postado por Fernando Martins às 00:27 0 comentários
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Não te esquecemos, António Ramos Rosa...
O Funcionário Cansado
A noite trocou-me os sonhos e as mãos
dispersou-me os amigos
tenho o coração confundido e a rua é estreita
estreita em cada passo
as casas engolem-nos
sumimo-nos
estou num quarto só num quarto só
com os sonhos trocados
com toda a vida às avessas a arder num quarto só
Sou um funcionário apagado
um funcionário triste
a minha alma não acompanha a minha mão
Débito e Crédito Débito e Crédito
a minha alma não dança com os números
tento escondê-la envergonhado
o chefe apanhou-me com o olho lírico na gaiola do quintal em frente
e debitou-me na minha conta de empregado
Sou um funcionário cansado dum dia exemplar
Porque não me sinto orgulhoso de ter cumprido o meu dever?
Porque me sinto irremediavelmente perdido no meu cansaço?
Soletro velhas palavras generosas
Flor rapariga amigo menino
irmão beijo namorada
mãe estrela música
São as palavras cruzadas do meu sonho
palavras soterradas na prisão da minha vida
isso todas as noites do mundo uma noite só comprida
num quarto só
Postado por Pedro Luna às 00:10 0 comentários
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Danielle Darrieux morreu há nove anos...
Desde a sua estreia, em 1931, trabalhou em mais de uma centena de filmes para cinema e televisão, como Mauvaise Graine, O Prazer ou 8 Mulheres, entre produções de Hollywood e francesas. Na década de 30, também atuou em produções para a Broadway. Durante a II Guerra Mundial, trabalhou nos Estúdios Continental, empresa montado pelos alemães durante a ocupação nazi em Paris.
Foi a vencedora do César Honorário de 1985, como atriz, e foi indicada para o Prémio César em três ocasiões.
Darrieux foi casada com o cineasta Henri Decoin, o milionário Porfirio Rubirosa e o roteirista Georges Mitsinkidès.
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Postado por Fernando Martins às 00:09 0 comentários
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sexta-feira, outubro 16, 2026
Saudades de Adriano...
Capa negra, rosa negra - Adriano Correia de Oliveira
Música: António Portugal e Adriano Correia de Oliveira
Letra: Manuel Alegre
Capa negra, rosa negra
Rosa negra sem roseira
Abre-te bem nos meus ombros
Como o vento numa bandeira.
Abre-te bem nos meus ombros
Vira costas à saudade
Capa negra, rosa negra
Bandeira de liberdade.
Eu sou livre como as aves
E passo a vida a cantar
Coração que nasceu livre
Não se pode acorrentar.
Postado por Pedro Luna às 22:22 0 comentários
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Oscar Wilde nasceu há cento e setenta e dois anos
A imaginação como fruto do amor é uma das armas que Wilde utiliza para conseguir sobreviver nas condições terríveis da prisão. Apesar das críticas severas a Douglas, ele ainda alimenta o amor dentro de si como estratégia de sobrevivência. A imaginação, a beleza e a arte estão presentes na obra de Wilde.
Após a condenação a vida mudou radicalmente e o talentoso escritor viu, no cárcere, serem consumidas a sua saúde e reputação. No presídio, o autor de Salomé (1893) produziu, entre outros escritos, De Profundis, o clássico anarquista, A Alma do Homem sob o Socialismo e a célebre Balada do Cárcere de Reading.
- 1874 - Ganha a medalha de Ouro de Berkeley pelo seu trabalho em grego sobre os poetas helénicos no Trinity College.
- 1876 - Ganha o prémio em literatura grega e latina, no Magdalen College. Publica a primeira poesia, uma versão de uma passagem de As Nuvens, de Aristófanes, intitulada O coro das Virgens das Nuvens.
- 1878 - Ganha o prémio Newizgate, com o seu poema Ravenna, escrito em março desse ano.
- 1879 - Phèdre, sob o título A Sara Bernhardt, é publicado no The Word.
- 1880 - Escreve o drama em cinco atos Vera, ou Os Niilistas, sobre o niilismo na Rússia.
- 1881 - Publica em julho a primeira edição de Poemas, coligidos por David Bogue.
- 1883 - Em Paris termina a sua tragédia A Duquesa de Pádua.
- 1887/89 - Trabalha como editor do The Woman's World.
- 1888 - Publica O Príncipe Feliz e Outras Histórias, contos de fadas.
- 1889 - Publica O Retrato do Sr. W.H., baseado no mistério criado em torno do protagonista e do autor dos Sonetos de Shakespeare, sendo recebido de forma hostil pela crítica.
- 1890 - A primeira versão de O Retrato de Dorian Gray é publicada no Lippincott's Monthly Magazine.
- 1891 - O ensaio A Alma do Homem sob o Socialismo é publicado no The Fortnightly Review. Publica a versão revisada de O Retrato de Dorian Gray. Também publica Intentions, Lord Arthur Savile's Crime and Other Stories e A house of Pomegranates.
- 1892 - Estreia com grande sucesso no St. James Theatre, de Londres, O Leque de Lady Windermere. Sarah Bernhardt ensaia em Londres Salomé, peça em um ato escrita em francês, sobre a morte de São João Batista, cuja estreia, à última hora, é proibida por apresentar personagens bíblicos.
- 1893 - Salomé é bem recebida quando produzida em Paris e Berlim. Uma mulher sem importância é montada em Londres, também com êxito, e O Leque de Lady Windermere é publicado.
- 1894 - Edição de Salomé em Londres, com ilustrações do desenhista Audrey Bearsdley. Publica Uma Mulher sem importância e o poema A Esfinge que não obteve sucesso.
- 1895 - As peças Um marido ideal e A Importância de ser Prudente são montadas em Londres com êxito total. Em 27 de maio deste ano Oscar Wilde é preso, primeiro na prisão de Pentoville, depois na de Wandsworth. Ainda em maio, o ensaio A Alma do Homem sob o Socialismo é publicado em livro. A 13 de novembro é transferido para a prisão de Reading, na cidade do mesmo nome, onde ficará até o final da sentença.
- 1896 - Salomé é representada em Paris, tendo Sarah Bernhardt no papel principal. Em 7 de julho é executado na prisão de Reading o ex-sargento Charles T. Woolridge, cuja morte inspira Oscar Wilde no seu maravilhoso poema A Balada do Cárcere de Reading.
- 1897 - Ainda na prisão, Oscar Wilde escreve De Profundis, uma longa carta a Lorde Douglas. Sai da prisão e, em 28 de maio, aparece no Daily Chronicle, a primeira carta sobre o regime penitenciário britânico, sob o título O Caso do Guarda Martin.
- 1898 - Publica A Balada do Cárcere de Reading e escreve outra longa carta ao Daily Chronicle sobre as condições carcerárias.
- 1899 - A Importância de Ser Prudente e Um marido ideal são publicados em livro.
- 1900 - Em 30 de novembro morre Oscar Wilde, vítima de meningite.
HÉLAS!
Is a stringed lute on which all winds can play,
Is it for this that I have given away
Mine ancient wisdom, and austere control?
Methinks my life is a twice-written scroll
Scrawled over on some boyish holiday
With idle songs for pipe and virelay,
Which do but mar the secret of the whole.
Surely there was a time I might have trod
The sunlit heights, and from life’s dissonance
Struck one clear chord to reach the ears of God:
Is that time dead? lo! with a little rod
I did but touch the honey of romance—
And must I lose a soul’s inheritance?
Postado por Fernando Martins às 17:20 0 comentários
Marcadores: dramaturgo, escritor, Esteticismo, homossexuais, Irlanda, Oscar Wilde, poesia




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