sábado, agosto 29, 2026

Hoje precisamos ouvir Mallu Magalhães...

Joseph Wright, conhecido como Wright of Derby, morreu há 229 anos

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Joseph Wright (Derby, 3 de setembro de 1734 - Derby, 29 de agosto de 1797), conhecido como como Wright of Derby (Wright de Derby) foi um pintor inglês, famoso por suas pinturas de paisagens e seus retratos.
Foi considerado o «primeiro pintor profissional que expressou o espírito da Revolução Industrial». É conhecido pelo uso do efeito claro-escuro nas suas pinturas, que acentua o contraste entre a luz e a escuridão.
 
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Cave at evening (aka Grotto in the Gulf of Salerno) by Joseph Wright, 1774, Smith College Museum of Art, Northampton, Massachusetts
 
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Alquimista em busca da pedra filosofal, Joseph Wright, 1771 - Museu de Derby

 

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A Philosopher Lecturing on the Orrery, 1766

 

in Wikipédia

Latino Coelho morreu há 135 anos...


José Maria Latino Coelho (Lisboa, 29 de novembro de 1825 - Sintra, 29 de agosto de 1891), mais conhecido por Latino Coelho, militar, escritor, jornalista e político português, formado em Engenharia Militar. Seguiu a carreira das armas, tendo atingido o posto de general de brigada do estado-maior de engenharia. Seguindo um percurso político que o levaria do Partido Regenerador, pelo qual foi eleito deputado, ao Partido Republicano Português, com passagem por um governo do Partido Reformista, de que foi fundador e ministro, a sua carreira política percorreu todo o arco partidário da Monarquia Constitucional. Foi várias vezes eleito deputado, foi par do Reino eleito e exerceu as funções de ministro da Marinha e de vogal do Conselho Geral de Instrução Pública. Foi lente na Escola Politécnica de Lisboa e sócio efetivo e secretário perpétuo da Academia Real das Ciências de Lisboa. Como escritor, notabilizou-se com obras notáveis de foro histórico e ensaístico. 

   

Charles Parker nasceu há cento e seis anos...

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Charles Parker, Jr. (Kansas City, 29 de agosto de 1920Nova Iorque, 12 de março de 1955) foi um saxofonista norte americano de jazz e compositor. No início da sua carreira Parker foi apelidado de Yardbird; essa alcunha mais tarde foi encurtada para Bird e permaneceu como o petit nom de Parker para o resto da sua vida.
 
"Bird Lives" - escultura de Robert Graham em Kansas City, Missouri
     
Estilo
Com absoluto domínio técnico de seu instrumento, Parker era um virtuoso consumado, que conseguia combinar a mais complexa organização harmónica, rítmica e melódica com uma clareza muito rara de encontrar em instrumentistas anteriores ou posteriores à sua atuação.
Para Parker, improvisar não era simplesmente tomar uma melodia original e construir variações sobre ela. Quando o saxofonista pegava um tema qualquer como base para criar, o que o interessava não era a melodia, e sim a harmonia. Era o esqueleto harmónico do tema original que ele utilizava como ponto de partida e estímulo para suas digressões, nas quais uma mescla cativante de garra e fantasia constituía a regra.
Foi assim que, no pós-guerra, ao lado do trompetista Dizzy Gillespie, Parker tornou-se um dos fundadores do bebop, o novo estilo sofisticado com o qual o jazz se tornaria definitivamente música "para ouvir", substituindo a música "para dançar" que havia sido a marca das big bands dos anos 40.
 
Morte

Durante a sua vida, Parker foi consumidor de álcool, liamba e, sobretudo, heroína, desde os dezasseis anos. Sofrendo de problemas de saúde relacionados com o coração e com uma úlcera crónica, Parker justificava o seu consumo como uma fonte de alívio da dor física causada por tais complicações.

Em agosto de 1954, movido pelo luto causado pela morte prematura de sua filha de dois anos, que sofria de fibrose cística e problemas cardíacos congénitos, Charlie Parker tentou o suicídio, pela ingestão de medicamentos. Entretanto, foi socorrido a tempo pela esposa, sendo em seguida internado para desintoxicação até outubro de 1954.

Faleceu em 12 de março de 1955, acometido por um ataque cardíaco enquanto assistia a uma apresentação de jazz na televisão. Encontra-se sepultado no Cemitério Lincoln, Kansas City, Missouri nos Estados Unidos.
    
 

Richard Attenborough nasceu há 103 anos...

 

Richard Samuel Attenborough, Baron Attenborough, of Richmond upon Thames in the London Borough of Richmond upon Thames (Cambridge, 29 August 1923 – London, 24 August 2014) was an English actor, film director, film producer, and entrepreneur. 

He was the president of the Royal Academy of Dramatic Art (RADA) and the British Academy of Film and Television Arts (BAFTA), as well as life president of the Premier League club Chelsea. He joined the Royal Air Force during World War II and served in the film unit, going on several bombing raids over Europe and filming the action from the rear gunner's position. He was the older brother of broadcaster Sir David Attenborough and motor executive John Attenborough. He was married to actress Sheila Sim from 1945 until his death.

As an actor, he is best remembered for his film roles in Brighton Rock (1948), I'm All Right Jack (1959), The Great Escape (1963), The Sand Pebbles (1966), Doctor Dolittle (1967), 10 Rillington Place (1971), Jurassic Park (1993), and Miracle on 34th Street (1994). In 1952, he appeared on the West End stage, originating the role of Detective Sergeant Trotter in Agatha Christie's The Mousetrap which has since become the world's longest-running play.

For his directorial debut, 1969's Oh! What a Lovely War, Attenborough was nominated for the BAFTA Award for Best Direction, and he was nominated for his films Young Winston, A Bridge Too Far, and Cry Freedom. He won two Academy Awards for Gandhi in 1983: Best Picture and Best Director. The BFI ranked Gandhi the 34th greatest British film of the 20th century. Attenborough also won four BAFTA Awards, four Golden Globe Awards, and the 1983 BAFTA Fellowship for lifetime achievement.

      

Amanda Marshall nasceu há cinquenta e quatro anos

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Amanda Marshall
(Toronto, 29 de agosto de 1972) é uma cantora canadiana, mais conhecida pelo seu êxito de 1996, "Let it Rain".
Amanda cresceu em Toronto numa família bi-racial, de pai caucasiano e mãe caribeana-canadiana. Muitas das suas canções refletem a sua identidade racial “como uma mulher que aparenta ser branca mas também é metade negra”.
 

in Wikipédia

 

Éamon de Valera morreu há cinquenta e um anos...

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Éamon de Valera (nascido Edward George de Valera; em gaélico, Éamon de Bhailéara; Nova York, 14 de outubro de 1882 - Dublin, 29 de agosto de 1975) foi uma das figuras políticas dominantes do século XX na Irlanda. Ele ocupou vários cargos públicos importantes entre 1917 e 1973, servindo várias vezes como chefe de estado e de governo. Foi também um dos responsáveis pela criação da atual Constituição da Irlanda.
De Valera foi um dos líderes na luta da Irlanda pela independência contra o Reino Unido. Mais tarde, ele também liderou a fação anti-tratado do movimento republicano irlandês durante a violenta guerra civil de 1922/23. Um dos membros fundadores da Sinn Féin, deixou o partido em 1926 e fundou a Fianna Fáil e serviu como Chefe de Governo do Estado Livre Irlandês (e depois como Taoiseach, ou primeiro-ministro) de 1932 a 1948, 1951 a 1954 e 1957 a 1959. Entre 1959 e 1973, ele assumiu o cargo formal de Presidente da Irlanda. A sua orientação política foi a de um republicano com sentimentos progressistas, até se tornar um político com visões maioritariamente conservadoras, nas últimas décadas da sua vida.
O sentimento com relação as conquistas de Éamon de Valera durante a sua carreira política ainda causam divisão entre analistas e estudiosos. Muitos o avaliam como um "cabeça dura", intransigente e desonesto, que instigou uma dura divisão no movimento republicano irlandês. O biógrafo Tim Pat Coogan afirma que o seu tempo na liderança do país foi um período de estagnação económica e cultural. Já outros historiadores, como Diarmaid Ferriter, afirmam que ele era austero e frio, mas que muitos aspetos do seu temperamento e personalidade não são totalmente verdadeiros. Os seus apoiantes dizem que era um político habilidoso. Com o passar dos anos, contudo, visões muito favoráveis do período em que foi o líder do país começaram a virar minoria, com os seus fracassos ganhando mais ênfase. Para muitos estudiosos, o seu papel na história da Irlanda é de menor importância, comparado com homens como Michael Collins, um dos seus rivais políticos.

Luana Piovani faz hoje cinquenta anos...!

  

Luana Elídia Afonso Piovani (São Paulo, 29 de agosto de 1976) é uma atriz, apresentadora, ativista e produtora brasileira. Iniciou a sua carreira como modelo profissional, desfilando nacional e internacionalmente, e, mais tarde, tornou-se conhecida por seus trabalhos como atriz, principalmente na televisão. Piovani é vencedora de vários prémios ao longo de sua carreira, incluindo um Prémio Grande Otelo, um APCA e quatro Prémios Qualidade Brasil, além de ter recebido indicação para um Prémio Guarani.

Tendo-se iniciado nas passarelas com apenas catorze anos de idade, Piovani logo se destacou por sua beleza participando de desfiles de moda em vários países. O contacto com o meio artístico a fez enveredar para a atuação, realizando sua estreia em 1993 na minissérie Sex Appeal, que tinha o mundo da moda como tema central.  Nos anos subsequentes, dedicou-se exclusivamente à atuação. Fez a sua primeira telenovela em 1994 interpretando a médica Eduarda em Quatro por Quatro, na TV Globo. Fez diversas outras produções, como a série juvenil Malhação (1997) e a minissérie Labirinto (1998), além de ter sido apresentadora de quadros no Fantástico.

Iniciou-se no cinema em 1995, no filme infantil Super-Colosso: a Gincana da TV Colosso e, no ano seguinte, fez sua estreia no teatro com a peça Nó de Gravata (1996). Atuou no núcleo principal da telenovela Suave Veneno (1999) fazendo par romântico com Rodrigo Santoro.  Piovani desligou-se do quadro fixo da emissora para se dedicar ao teatro e cinema, limitando a sua participação na televisão a trabalhos de curta duração por anos. Em 2003, ela foi elogiada pela performance no filme O Homem que Copiava, pelo qual recebeu o Prémio Grande Otelo de Melhor Atriz Coadjuvante.

A atriz dedicou-se ao teatro infantil produzindo e fez diversas peças, como Alice no País das Maravilhas (2003), O Pequeno Príncipe (2006), obra esta que lhe rendeu dois Prémios Qualidade Brasil, e Mania de Explicação (2015), faturando um APCA por esta última.  O seu interesse em investir no teatro infantil surgiu de seu pensamento de que, para mudar o mundo, é preciso começar investindo nas crianças. Nos anos recentes, tem trabalhado no Brasil e em Portugal, voltando à televisão nas telenovelas Guerra dos Sexos (2012) e Sangue Oculto (2022), além de participar nas séries Dupla Identidade (2014), O Clube (2020) e Auga Seca (2021), além de retornar como apresentadora em programas, como Luana é de Lua (2019), na E! Entertainment Television.

   

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Ingrid Bergman nasceu há 111 e morreu há 44 anos...

  
Ingrid Bergman
(Estocolmo, 29 de agosto de 1915 - Londres, 29 de agosto de 1982) foi uma premiada atriz sueca, considerada por muitos uma das maiores estrelas do cinema de todos os tempos. Ganhou dois Óscares, um de Melhor Atriz Principal e outro de Melhor Atriz Secundária.

     
(...)
  
Morreu no dia do seu aniversário, com 67 anos, depois de lutar seis anos contra um cancro da mama e de fazer duas mastectomias. Numa entrevista um ano antes de falecer, Ingrid disse que se recusava a se render à doença e que por isso continuava a fumar e a beber vinho e champanhe. Está sepultada no Norra begravningsplatsen, em Estocolmo.
    

O filósofo John Locke nasceu há 394 anos

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John Locke (Wrington, 29 de agosto de 1632Harlow, 28 de outubro de 1704) foi um filósofo inglês conhecido como o "pai do liberalismo", sendo considerado o principal representante do empirismo britânico e um dos principais teóricos do contrato social.

Locke ficou conhecido como o fundador do empirismo, além de defender a liberdade e a tolerância religiosa. Como filósofo, pregou a teoria da tábula rasa, segundo a qual a mente humana era como uma folha em branco, que se preenchia apenas com a experiência. Essa teoria é uma crítica à doutrina das ideias inatas de Platão, segundo a qual princípios e noções são inerentes ao conhecimento humano e existem independentemente da experiência.

Locke escreveu o Ensaio acerca do Entendimento Humano, onde desenvolve sua teoria sobre a origem e a natureza do conhecimento.

Um dos objetivos de Locke é a reafirmação da necessidade do Estado e do contrato social e outras bases. Opondo-se a Hobbes, Locke acreditava que se tratando de Estado-natureza, os homens não vivem de forma bárbara ou primitiva. Para ele, há uma vida pacífica explicada pelo reconhecimento dos homens por serem livres e iguais. 

 

O Partido Comunista da União Soviética (PCUS) foi (finalmente) extinto há 35 anos...!

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O Partido Comunista da União Soviética (em russo: Коммунистическая партия Советского Союза, КПСС; romaniz.: Kommunisticheskaya Partiya Sovetskogo Soyuza) abreviado PCUS em português, foi o partido político fundador e governante da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS). O PCUS era o único partido permitido por lei da União Soviética até 1990, quando o Congresso dos Deputados do Povo modificou o artigo da constituição que dava ao PCUS um monopólio sobre o sistema político. O partido foi fundado no ano de 1912 pelos bolcheviques (fação maioritária do Partido Operário Social-Democrata Russo), um grupo revolucionário, liderado por Vladimir Lenine, que ascendeu ao poder após a revolução de outubro de 1917. O partido foi dissolvido no dia 29 de agosto de 1991 em território soviético e, após uma tentativa de golpe de Estado, no dia 6 de novembro de 1991, em território russo. 
 
 
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Cartão de membro do PCUS (1989)

 

Mallu Magalhães comemora hoje trinta e quatro anos

 
Maria Luiza de Arruda Botelho Pereira de Magalhães (São Paulo, 29 de agosto de 1992), mais conhecida pelo nome artístico de Mallu Magalhães, é uma cantora, compositora, instrumentista e produtora musical brasileira. Com cinco álbuns e um DVD lançados, alguns de seus maiores sucessos são "Velha e Louca", "Você Não Presta", "Tchubaruba" e "Sambinha Bom", além de "Mais Ninguém", com a Banda do Mar.
   
 

O Furacão Katrina atingiu Nova Orleães há vinte e um anos...

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O Furacão Katrina foi uma tempestade tropical que alcançou a categoria 5 da escala de furacões de Saffir-Simpson (regredindo a 4 antes de chegar à costa sudeste dos Estados Unidos). Os ventos do furacão alcançaram mais de 280 quilómetros por hora e causaram grandes prejuízos na região litoral do sul dos Estados Unidos, especialmente em torno da região metropolitana de Nova Orleães, a 29 de agosto de 2005, de onde mais de um milhão de pessoas foram evacuadas. O furacão passou pelo sul da Flórida, causando em torno de dois mil milhões de dólares de prejuízo e causando seis mortes diretas. Foi a 11ª tempestade de 2005 a receber nome, sendo o quarto entre os furacões.
O Furacão Katrina causou aproximadamente mil e oitocentas mortes, sendo um dos furacões mais destrutivos a ter atingido os Estados Unidos. O furacão paralisou muito da extração de petróleo e gás natural dos Estados Unidos, uma vez que boa parte do petróleo americano é extraído no Golfo do México.
   
Impacto
Em 29 de agosto, a maré ciclónica do Katrina causou 53 diferentes pontos de passagem de água nos diques da Grande Nova Orleães, submergindo oitenta por cento da cidade. Um relatório de junho de 2007 feito pela Sociedade Americana de Engenheiros Civis indicou que dois terços das inundações foram causadas pelas múltiplas falhas nas barreiras da cidade, mas não foram mencionadas as comportas que não foram fechadas. A tempestade também devastou as costas do Mississippi e do Alabama, tornando o Katrina o mais destrutivo e mais caro desastre natural na história dos Estados Unidos, e o mais mortal furacão desde o Okeechobee, em 1928. O dano total do Katrina é estimado em 81,2 mil milhões dólares americanos (em valores de 2005), quase o dobro do custo da tempestade até então mais cara, o furacão Andrew, quando ajustado pela inflação.
O número de mortos confirmados (total de mortes diretas e indiretas) é 1.836, principalmente nos estados da Luisiana (1577) e Mississipi (238), e ficaram 624 feridos. No entanto, 135 pessoas continuam classificadas como desaparecidas na Luisiana, e muitas das mortes são indiretas, mas é quase impossível determinar a causa exata de algumas das mortes. A relativa falta de status, poder e recursos colocaram muitas mulheres em risco de serem vítimas de violência sexual durante o furacão Katrina.
Os dados oficiais sobre o desastre fizeram que a área cobriu, nos Estados Unidos, de cerca de 233.000 quilómetros quadrados, uma área quase tão grande quanto o Reino Unido. O furacão deixou cerca de três milhões de pessoas sem eletricidade. Em 3 de setembro de 2005, Michael Chertoff, secretário da Homeland Security, descreveu, no rescaldo do furacão Katrina, que seria "provavelmente a pior catástrofe, ou conjunto de catástrofes", na história do país, referindo-se ao furacão em si e à inundação de Nova Orleães.
   
Imagem de radar da trajetória do Katrina à passagem pela Luisiana
   
 
 
Flooding in Venice, Louisiana
   
Katrina caused severe destruction along the Gulf coast from central Florida to Texas, much of it due to the storm surge. The most significant number of deaths occurred in New Orleans, Louisiana, which flooded as its levee system failed, in many cases hours after the storm had moved inland. Eventually 80% of the city and large tracts of neighboring parishes became flooded, and the floodwaters lingered for weeks. However, the worst property damage occurred in coastal areas, such as Mississippi beachfront towns; over 90 percent of these were flooded. Boats and casino barges rammed buildings, pushing cars and houses inland; water reached 6–12 miles (10–19 km) from the beach.
The hurricane surge protection failures in New Orleans are considered the worst civil engineering disaster in U.S. history, and prompted a lawsuit against the U.S. Army Corps of Engineers (USACE), the designers and builders of the levee system as mandated by the Flood Control Act of 1965. Responsibility for the failures and flooding was laid squarely on the Army Corps in January 2008 by Judge Stanwood Duval, U.S. District Court, but the federal agency could not be held financially liable because of sovereign immunity in the Flood Control Act of 1928. There was also an investigation of the responses from federal, state and local governments, resulting in the resignation of Federal Emergency Management Agency (FEMA) director Michael D. Brown, and of New Orleans Police Department (NOPD) Superintendent Eddie Compass. Many other government officials were criticized for their responses, especially New Orleans Mayor Ray Nagin, Louisiana Governor Kathleen Blanco, and President George W. Bush.
Several agencies including the United States Coast Guard (USCG), National Hurricane Center (NHC), and National Weather Service (NWS) were commended for their actions. They provided accurate hurricane weather tracking forecasts with sufficient lead time.
  
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Gene Wilder morreu há dez anos...

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Jerome Silberman (Milwaukee, 11 de junho de 1933 - Stamford, 29 de agosto de 2016), conhecido pelo nome artístico de Gene Wilder, foi um ator e cineasta norte-americano.
Gene Wilder ficou conhecido por participar em filmes do diretor Mel Brooks e atuar, em parceria, em algumas comédias com o comediante Richard Pryor. Atuou com Harrison Ford no filme The Frisco Kid. Casou-se, em 1984, com a atriz Gilda Radner, que morreu de cancro em 1989. Em 2005, Gene Wilder lançou uma autobiografia que ia desde a sua infância até à morte da esposa, chamada Kiss Me Like A Stranger. Atuou como Willy Wonka na primeira versão de Willy Wonka e a Fábrica de Chocolate, em 1971. Na sua carreira, recebeu uma nomeação para o Óscar de Melhor Ator Coadjuvante, pela sua atuação no filme Primavera Para Hitler, em 1969, e de Melhor Roteiro Adaptado, por O Jovem Frankenstein, em 1975.
Morreu, aos 83 anos em Stamford, Connecticut, devido a complicações decorrentes da doença de Alzhemier, no dia 29 de agosto de 2016.
 
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Hoje é dia para ouvir cantar Edu Lobo...

Kevin Michael "GG" Allin nasceu há setenta anos...


Kevin Michael "GG" Allin (born Jesus Christ Allin; Lancaster, New Hampshire, August 29, 1956 – Manhattan, New York City, June 28, 1993) was an American punk rock musician and songwriter who performed and recorded with many groups during his career. Allin was best known for his controversial live performances, which often featured transgressive acts, including self-mutilation, defecating on stage, and assaulting audience members, for which he was arrested and imprisoned on multiple occasions. AllMusic called him "the most spectacular degenerate in rock n' roll history", while G4TV's That's Tough labelled him the "toughest rock star in the world".

Known more for his notorious stage antics than for his music, Allin recorded prolifically, not only in the punk rock genre, but also in spoken word, country, and more traditional-style rock. His lyrics, which often expressed themes of violence and misanthropy, polarized listeners and created varied opinions of him within the highly politicized punk community.

Allin's music was often poorly recorded and produced, given limited distribution, and met with mostly negative reviews from critics, although he maintained a cult following throughout and after his career. Allin promised for several years that he would commit suicide on stage during one of his concerts, but he instead died from an accidental drug overdose on June 28, 1993, at age 36.

 

 

Música a dequada à data...

sexta-feira, agosto 28, 2026

Edward Burne-Jones nasceu há 193 anos...

  

Sir Edward Coley Burne-Jones (Birmingham, 28 de agosto de 1833Londres, 17 de junho de 1898) foi um artista britânico e designer, associado com a fase da Irmandade Pré-Rafaelita, que trabalhou com William Morris em artes decorativas como um parceiro de fundação, da Morris, Marshall, Faulkner & Co.

Burne-Jones esteve envolvido no rejuvenescimento da tradição da arte com vitrais na Grã-Bretanha; as suas obras incluem vitrais na St. Philip's Cathedral, Birmingham, St Martin em Bull Ring, Birmingham, Holy Trinity Church, Sloane Square, Chelsea, St Peter and St Paul Parish Church em Cromer, St Martin's Church em Brampton, Cumbria igreja projetado por Philip Webb), St Michael's Church, Brighton, Trinity Church em Frome, All Saints, Jesus Lane, Cambridge, St Edmund Hall e Christ Church, duas faculdades da Universidade de Oxford. Os seus vitrais também aparecem na Igreja de St Anne, Brown Edge, Staffordshire Moorlands e na igreja de St Edward the Confessor em Cheddleton Staffordshire. As primeiras pinturas de Burne-Jones mostram a inspiração de Dante Gabriel Rossetti, mas, na década de 1860, Burne-Jones estava descobrindo a sua própria "voz" artística.

Em 1877, ele foi persuadido a mostrar oito pinturas a óleo na Grosvenor Gallery (um novo rival da Royal Academy). Isso incluía A sedução de Merlin. O momento era certo e ele foi considerado arauto e estrela do novo movimento estético. Burne-Jones trabalhou com artesanato; incluindo o design de ladrilhos de cerâmica, joias, tapeçarias e mosaicos.
 
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Pan e Psyche, 1874
 
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A Estrela de Belém, circa 1890
 

Santo Agostinho de Hipona morreu há 1596 anos

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Santo Agostinho - Peter Paul Rubens
 
Aurélio Agostinho (em latim: Aurelius Augustinus), dito de Hipona, conhecido como Santo Agostinho (Tagaste, 13 de novembro de 354 - Hipona, 28 de agosto de 430), foi um bispo, escritor, teólogo, filósofo e é um padre latino e Doutor da Igreja Católica.
Agostinho é uma das figuras mais importantes no desenvolvimento do cristianismo no Ocidente. Em seus primeiros anos, Agostinho foi fortemente influenciado pelo maniqueísmo e pelo neoplatonismo de Plotino, mas, depois de tornar-se cristão (387), ele desenvolveu a sua própria abordagem sobre filosofia e teologia e uma variedade de métodos e perspetivas diferentes. Ele aprofundou o conceito de pecado original dos padres anteriores e, quando o Império Romano do Ocidente começou a se desintegrar, desenvolveu o conceito de Igreja como a cidade espiritual de Deus (num livro homónimo), distinta da cidade material do homem. O seu pensamento influenciou profundamente a visão do homem medieval. A Igreja identificou-se com o conceito de "Cidade de Deus" de santo Agostinho, e também a comunidade que era devota de Deus.
Na Igreja Católica e na Igreja Anglicana é considerado um santo, e um importante Doutor da Igreja, e o patrono da ordem religiosa agostiniana. Muitos protestantes, especialmente os calvinistas, mas também os luteranos (basta recordar que Martinho Lutero era inicialmente um sacerdote católico agostiniano), consideram-no como um dos pais teólogos da Reforma Protestante, ensinando a salvação e a graça divina.
Na Igreja Ortodoxa Oriental ele é louvado, e seu dia festivo é celebrado em 15 de junho, apesar de uma minoria ser da opinião que ele é um herege, principalmente por causa de suas mensagens sobre o que se tornou conhecido como a cláusula filioque. Entre os ortodoxos é chamado de "Agostinho Abençoado", ou "Santo Agostinho o Abençoado".
    

Glenn Cornick morreu há doze anos...

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Glenn Cornick (Barrow-in-Furness, 23 de abril de 1947 - Hilo (Havaí), 28 de agosto de 2014) foi um músico britânico. Foi o primeiro baixista e um dos fundadores dos Jethro Tull. Ele saiu da banda depois do seu terceiro álbum, Benefit, em 1970. O seu estilo (meio virtuoso, meio performático), fica presente nas primeiras músicas da banda, como "Bouree" e "The Witch's Promisse".

Cornick foi "convidado" a deixar os Jethro Tull pelo empresário Terry Ellis, mas recebeu o apoio e encorajamento para formar a sua própria banda, Wild Turkey, que obteve certo êxito com alguns álbuns e turnês - em 1972, abriram os shows para a turnê mundial dos Black Sabbath.

Ele mudou-se depois para Berlim, onde gravou o álbum "Rock'n Roll Testament" com a banda Karthago. Mais tarde, nos EUA, formou o grupo Paris com Bob Welch, ex-Fleetwood Mac. A parceria durou até 1977, quando Cornick abandonou a música e tornou-se gerente de vendas de uma empresa de alimentos.

Depois de dez anos voltou a tocar, participando em vários projetos - inclusive uma reunião dos Wild Turkey, lançando mais três álbuns.

Cornick morreu em Hilo, no Havai, a 28 de agosto de 2014, por causa de insuficiência cardíaca congestiva.

    

 

Sterling Morrison nasceu há 84 anos...

  
Holmes Sterling Morrison, Jr. (East Meadow, New York, 28 de agosto de 1942Poughkeepsie, New York, 30 de agosto de 1995) foi um dos fundadores e membro da banda de rock The Velvet Underground, onde tocava guitarra e, ocasionalmente, baixo.
Morrison formou-se em Inglês na Universidade de Siracusa, onde conheceu Lou Reed, um estudante bolsista de Inglês. Embora os dois estudassem juntos, separaram-se depois de Morrison terminar os seus estudos e Reed se formar em 1964, voltando a encontrar-se em Nova York, em 1965. Nessa época, Reed conheceu John Cale que estava interessado em começar uma banda, então, quando encontrou Morrison, convidou-o para participar, surgindo assim os The Velvet Underground.
Morrison tocou principalmente guitarra na banda, nos dois primeiros álbuns, embora quando Cale - o baixista oficial da banda - tocava viola ou teclados, Morrison tocava frequentemente o baixo. Outras músicas, no entanto, (incluindo "Heroin" e "Sister Ray") têm Reed e Morrison na guitarra, enquanto Cale tocou viola ou órgão. Embora Morrison tenha sido elogiado algumas vezes como baixista (em faixas como "Sunday Morning" e "Lady Godiva's Operation"), não gostava muito de tocar esse instrumento.
Após o fim da banda, Morrison continuou a colaborar com os demais membros tendo participado de álbuns de John Cale, Moe Tucker e Nico.
Em 1994, Morrison tocou em duas faixas ("Friendly Advice" e "Great Jones Street") do álbum Bewitched da banda de dream pop e indie rock Luna.
Morreu de um linfoma não-Hodgkin (LNH), que é uma neoplasia maligna que se origina nos gânglios linfáticos (que são muito importantes no combate a infeções), apenas dois dias depois de fazer 53 anos.
   
 

José Eduardo dos Santos, o ditador corrupto angolano, nasceu há 84 anos...

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José Eduardo Van-Dúnem dos Santos (Luanda, 28 de agosto de 1942 – Barcelona, 8 de julho de 2022) foi um engenheiro, militar e político angolano que serviu como Presidente de Angola de 1979 a 2017. Como presidente, José Eduardo dos Santos também foi comandante-em-chefe das Forças Armadas Angolanas (FAA) e presidente do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), o partido que governou Angola desde que obteve independência em 1975.

Em 11 de março de 2016, ele anunciou que deixava a carreira política em 2018, ano em que completaria 76 anos. Porém acabou deixando o cargo em setembro de 2017, sendo sucedido por João Lourenço.

Faleceu em 8 de julho de 2022, de doença prolongada, internado nos cuidados intensivos de um centro médico da cidade de Barcelona, Espanha, aos 79 anos de idade. 
   
(...)  
    

José Eduardo dos Santos foi frequentemente associado à grande corrupção e ao desvio de recursos do petróleo, em grande parte proveniente da província de Cabinda. A sua família é detentora de imenso património, que inclui casas nas principais capitais europeias, participações em grandes empresas, sociedades controladoras em paraísos fiscais e contas bancárias na Suíça - um património acumulado ao longo de décadas de exercício do poder. Os seus oponentes acusam-no de ignorar as necessidades sociais e económicas de Angola, concentrando seus esforços em acumular riqueza na sua família, ao mesmo tempo em que silenciava a oposição ao seu governo.

Em 2012 cerca de 70% da população angolana vivia com menos de 2 dólares por dia, enquanto Santos e a sua família acumularam uma imensa fortuna, que inclui participações nas principais empresas do país, bem como em grandes empresas estrangeiras.

Santos enriqueceu desde que assumiu o poder, mas acumulou uma enorme quantidade de bens sobretudo depois da abertura de mercado. A partir do cessar-fogo de 1989/1992, quando grande parte da economia do país foi parcialmente privatizada, ele assumiu o controlo de diversas empresas emergentes e apoiou ofertas públicas de aquisição de várias outras companhias de exploração de recursos naturais.

Eventualmente o Parlamento de Angola considerou ilegal que o presidente, pessoalmente, tivesse participação financeira em empresas. Nesta sequência, a fortuna de sua filha, Isabel dos Santos, baseada na participação acionista em várias empresas angolanas e estrangeiras, passou a crescer exponencialmente. Paralelamente, o governo passou a assumir o controle acionista em empresas que o presidente indiretamente controlava.

Ao mesmo tempo, o orçamento governamental chegou a 69 mil milhões de dólares em 2012, graças aos rendimentos proporcionados pelo petróleo, os quais saltaram de 3 mil milhões de dólares, em 2002, para 60 mil milhões, em 2008. No entanto, segundo o Fundo Monetário Internacional, 32 mil milhões de dólares das receitas de petróleo desapareceram dos registos do governo. 

José Eduardo dos Santos e o regime que representava tornaram-se alvo de protestos políticos por parte dos jovens angolanos, desde fevereiro de 2011. Uma grande manifestação pública, realizada em Luanda, no início de setembro de 2011, foi duramente reprimida pela polícia, com dezenas de pessoas detidas e vários manifestantes feridos. A contestação ocorre sob outras formas, inclusive pelo "kuduro", rap e através de redes sociais da Internet.

Em junho de 2016, José Eduardo dos Santos nomeou a filha Isabel dos Santos para as funções de presidente do conselho de administração da petrolífera estatal Sonangol. Um grupo de 12 juristas angolanos apresentou uma providência cautelar para suspender a eficácia da posse da empresária.
   

Martin Luther King teve um sonho há 63 anos...

      
"Eu Tenho um Sonho"  (em inglês: I Have a Dream) é o nome popular dado ao histórico discurso público feito pelo ativista político americano, o pastor Martin Luther King, no qual falava da necessidade de união e coexistência harmoniosa entre negros e brancos no futuro. O discurso, realizado no dia 28 de agosto de 1963 nos degraus do Lincoln Memorial em Washington, D.C. como parte da Marcha de Washington por Empregos e Liberdade, foi um momento decisivo na história do Movimento Americano pelos Direitos Civis. Feito em frente a uma plateia de mais de duzentas mil pessoas que apoiavam a causa, o discurso é considerado um dos maiores na história e foi eleito o melhor discurso norte-americano do século XX, numa pesquisa feita no ano de 1999. De acordo com o congressista John Lewis, que também fez um discurso naquele mesmo dia, como o presidente do Comité Estudantil da Não-Violência, "o Dr. King tinha o poder, a habilidade e a capacidade de transformar aqueles degraus no Lincoln Memorial num púlpito moderno. Falando daquela maneira, conseguiu educar, inspirar e informar [não apenas] as pessoas que ali estavam, mas também pessoas em todo os EUA e outras gerações que nem sequer haviam nascido".
   

 
Degraus do Lincoln Memorial e zona envolvente do Monumento a Washington no momento em que MLK fazia o discurso
    
A Marcha de Washington colocou mais pressão na administração do então presidente John F. Kennedy para que as questões de direitos civis fossem levadas até o Congresso, mas, com o assassinato do presidente Kennedy, mais tarde, naquele mesmo ano, foi o seu sucessor, Lyndon B. Johnson, conseguiu fazer com que o Civil Rights Act of 1964 (Ato de Direitos Civis de 1964) fosse aprovado pelo Congresso, seguido do 1965 Voting Rights Act (Ato de Direitos do Voto de 1965).
No acordar do seu discurso e da Marcha de Washington, King foi escolhido como Homem do Ano de 1963 pela revista Time. E mais tarde, em 1964, King tornou-se a pessoa mais nova a receber um prémio Nobel da Paz.
   

"I have a dream speech"

I am happy to join with you today in what will go down in history as the greatest demonstration for freedom in the history of our nation.

Five score years ago, a great American, in whose symbolic shadow we stand, signed the Emancipation Proclamation. This momentous decree came as a great beacon light of hope to millions of Negro slaves who had been seared in the flames of withering injustice. It came as a joyous daybreak to end the long night of captivity.

But 100 years later, we must face the tragic fact that the Negro is still not free. One hundred years later, the life of the Negro is still sadly crippled by the manacles of segregation and the chains of discrimination. One hundred years later, the Negro lives on a lonely island of poverty in the midst of a vast ocean of material prosperity. One hundred years later, the Negro is still languishing in the corners of American society and finds himself an exile in his own land.

And so we've come here today to dramatize an appalling condition. In a sense we've come to our nation's capital to cash a cheque. When the architects of our republic wrote the magnificent words of the Constitution and the Declaration of Independence, they were signing a promissory note to which every American was to fall heir. This note was a promise that all men would be guaranteed the inalienable rights of "Life, Liberty, and the pursuit of Happiness."

It is obvious today that America has defaulted on this promissory note insofar as her citizens of colour are concerned. Instead of honouring this sacred obligation, America has given the Negro people a bad cheque which has come back marked "insufficient funds." But we refuse to believe that the bank of justice is bankrupt. We refuse to believe that there are insufficient funds in the great vaults of opportunity of this nation. So we've come to cash this cheque - a cheque that will give us upon demand the riches of freedom and the security of justice.

We have also come to this hallowed spot to remind America of the fierce urgency of now. This is no time to engage in the luxury of cooling off or to take the tranquilizing drug of gradualism. Now is the time to rise from the dark and desolate valley of segregation to the sunlit path of racial justice. Now is the time to lift our nation from the quicksands of racial injustice to the solid rock of brotherhood. Now is the time to make justice a reality for all of God's children.

It would be fatal for the nation to overlook the urgency of the moment. This sweltering summer of the Negro's legitimate discontent will not pass until there is an invigorating autumn of freedom and equality. 1963 is not an end, but a beginning. Those who hope that the Negro needed to blow off steam and will now be content will have a rude awakening if the nation returns to business as usual.

There will be neither rest nor tranquillity in America until the Negro is granted his citizenship rights. The whirlwinds of revolt will continue to shake the foundations of our nation until the bright day of justice emerges.

But there is something that I must say to my people, who stand on the warm threshold which leads into the palace of justice: in the process of gaining our rightful place we must not be guilty of wrongful deeds. Let us not seek to satisfy our thirst for freedom by drinking from the cup of bitterness and hatred. We must forever conduct our struggle on the high plane of dignity and discipline. We must not allow our creative protest to degenerate into physical violence. Again and again we must rise to the majestic heights of meeting physical force with soul force.

The marvellous new militancy which has engulfed the Negro community must not lead us to distrust of all white people, for many of our white brothers, as evidenced by their presence here today, have come to realize that their destiny is tied up with our destiny. They have come to realise that their freedom is inextricably bound to our freedom. We cannot walk alone. And as we walk, we must make the pledge that we shall march ahead. We cannot turn back.

There are those who are asking the devotees of civil rights: "When will you be satisfied?" We can never be satisfied as long as the Negro is the victim of the unspeakable horrors of police brutality. We can never be satisfied as long as our bodies, heavy with the fatigue of travel, cannot gain lodging in the motels of the highways and the hotels of the cities. We cannot be satisfied as long as the Negro's basic mobility is from a smaller ghetto to a larger one. We can never be satisfied as long as our children are stripped of their selfhood and robbed of their dignity by signs stating "For Whites Only". We cannot be satisfied and we will not be satisfied as long as a Negro in Mississippi cannot vote and a Negro in New York believes he has nothing for which to vote. No, no, we are not satisfied, and we will not be satisfied until justice rolls down like waters and righteousness like a mighty stream.

I am not unmindful that some of you have come here out of great trials and tribulations. Some of you have come fresh from narrow jail cells. Some of you have come from areas where your quest for freedom left you battered by the storms of persecution and staggered by the winds of police brutality. You have been the veterans of creative suffering. Continue to work with the faith that unearned suffering is redemptive.

Go back to Mississippi, go back to Alabama, go back to Georgia, go back to Louisiana, go back to the slums and ghettos of our northern cities, knowing that somehow this situation can and will be changed.

Let us not wallow in the valley of despair. I say to you today, my friends, that in spite of the difficulties and frustrations of the moment, I still have a dream. It is a dream deeply rooted in the American dream.

I have a dream that one day this nation will rise up and live out the true meaning of its creed - we hold these truths to be self-evident: that all men are created equal.

I have a dream that one day on the red hills of Georgia the sons of former slaves and the sons of former slave-owners will be able to sit down together at a table of brotherhood.

I have a dream that one day even the state of Mississippi, a desert state, sweltering with the heat of injustice and oppression, will be transformed into an oasis of freedom and justice.

I have a dream that my four little children will one day live in a nation where they will not be judged by the colour of their skin but by the content of their character.

I have a dream today!

I have a dream that one day, down in Alabama, with its vicious racists, with its governor having his lips dripping with the words of interposition and nullification; one day right there in Alabama little black boys and little black girls will be able to join hands with little white boys and white girls as sisters and brothers.

I have a dream today!

I have a dream that one day every valley shall be exalted, every hill and mountain shall be made low, the rough places will be made plain, and the crooked places will be made straight, and the glory of the Lord shall be revealed, and all flesh shall see it together.

This is our hope. This is the faith that I will go back to the South with. With this faith we will be able to hew out of the mountain of despair a stone of hope.

With this faith we will be able to transform the jangling discords of our nation into a beautiful symphony of brotherhood. With this faith we will be able to work together, to pray together, to struggle together, to go to jail together, to stand up for freedom together, knowing that we will be free one day.

This will be the day, this will be the day when all of God's children will be able to sing with a new meaning: "My country, 'tis of thee, sweet land of liberty, of thee I sing. Land where my fathers died, land of the pilgrim's pride, from every mountainside, let freedom ring." And if America is to be a great nation, this must become true.

And so let freedom ring from the prodigious hilltops of New Hampshire.
Let freedom ring from the mighty mountains of New York.
Let freedom ring from the heightening Alleghenies of Pennsylvania!
Let freedom ring from the snow-capped Rockies of Colorado.
Let freedom ring from the curvaceous peaks of California.
But not only that.
Let freedom ring from Stone Mountain of Georgia.
Let freedom ring from Lookout Mountain of Tennessee.
Let freedom ring from every hill and every molehill of Mississippi, from every mountainside, let freedom ring!

And when this happens, when we allow freedom to ring, when we let it ring from every village and every hamlet, from every state and every city, we will be able to speed up that day when all of God's children, black men and white men, Jews and Gentiles, Protestants and Catholics, will be able to join hands and sing in the words of the old Negro spiritual: "Free at last! Free at last! thank God Almighty, we are free at last!"