quinta-feira, julho 16, 2026

Desmond Dekker nasceu há oitenta e cinco anos...


Desmond Dekker, nome artístico de Desmond Adolphus Dacres (Kingston, 16 de julho de 1941 - Surrey, 25 de maio de 2006), foi um cantor e compositor jamaicano de ska e reggae.

Foi o primeiro artista jamaicano a ser considerado uma lenda do reggae. O seus maiores sucessos foram "Israelites" e "007 (Shanty Town)".

Desmond foi um dos pais e pioneiros do skinhead reggae. Foi mencionado em canções de diversos músicos ao longo dos anos, como The Beatles na música "Ob-La-Di, Ob-La-Da", Rancid na música "Roots Radicals", Frank Black na música "Parry the Wind High Low" , entre outros. 

 

Vida

Desmond Dekker perdeu os pais durante a adolescência e foi nessa época que começou a trabalhar como soldador. No trabalho era encorajado pelos colegas a cantar, e por esse motivo, no ano de 1961, resolveu participar de uma audição para o selo Studio One, de "Coxsone" Dodd e para o selo Treasure Isle, de Duke Reid.

Nenhum dos dois ficou impressionado com Desmond, que resolveu tentar a sorte no selo de Leslie Kong, junto com Derick Morgan. Com o apoio de Morgan, conseguiu ser contratado, mas não pode gravar até 1963, pois Leslie Kong estava esperando que Desmond achasse a música perfeita. E foi com a música "Honour Your Father and Mother" que isso aconteceu. A música se tornou sucesso e em seguida vieram "Sinners Come Home" e "Labour for Learning". Foi nessa época que Desmond alterou o seu sobrenome de Dacres para Dekker. O hit que veio em seguida foi "King of Ska", que contou com os The Maytals nos coros.

Com a música "007 (Shanty Town)", tornou-se um ícone para os rude boys e uma das figuras mais importantes da cena mod britânica.

No final dos anos 70, assinou com o Stiff Records, um selo punk ligado ao movimento two tone e lá permaneceu de 1980 a 1983. Ainda nos anos 80, assinou um contrato com a Trojan Records, onde teve muitos de seus álbuns relançados.

Ao longo dos anos, continuava fazendo inúmeros shows pelo mundo, principalmente pela Europa. Morreu em 25 de maio de 2006, de ataque cardíaco, na sua residência em Surrey, na Inglaterra. Foi sepultado no Streatham Vale Cemetery, em Londres.

  

 

Saudades de Sam Neill...

Música adequada à data...

Santa Clara de Assis nasceu há 832 anos...

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Afresco de Santa Clara (Simone Martini, 13121320) na Basílica de São Francisco, Assis
           
Santa Clara de Assis (em italiano, Santa Chiara d'Assisi) nascida como Chiara d'Offreducci, em Assis (Itália), no dia 16 de julho de 1194, e falecida em Assis, no dia 11 de agosto de 1253, foi a fundadora do ramo feminino da ordem franciscana, a chamada Ordem de Santa Clara (ou Ordem das Clarissas).
   
Pertencia a uma nobre família e era dotada de grande beleza. Destacou-se desde cedo pela sua caridade e respeito para com os pequenos, tanto que, ao deparar-se com a pobreza evangélica vivida por São Francisco de Assis, foi tomada pela irresistível tendência religiosa de segui-lo.
Enfrentando a oposição da família, que pretendia arranjar-lhe um casamento vantajoso, aos dezoito anos Clara abandonou o seu lar para seguir Jesus mais radicalmente. Para isto foi ao encontro de São Francisco de Assis na Porciúncula e fundou o ramo feminino da Ordem Franciscana, também conhecido por "Damas Pobres" ou Clarissas. Viveu na prática e no amor da mais estrita pobreza.
O seu primeiro milagre foi em vida, demonstrando a sua grande fé. Conta-se que uma das irmãs da sua congregação havia saído para pedir esmolas para os pobres que iam ao mosteiro. Como não conseguiu quase nada, voltou desanimada e foi consolada por Santa Clara que lhe disse: "Confia em Deus!". Quando a santa se afastou, a outra freira foi pegar no embrulho que trouxera e não conseguiu levantá-lo, pois tudo havia se multiplicado.
Em outra ocasião, aquando da invasão de Assis pelos sarracenos, Santa Clara apanhou o ostensório com a hóstia consagrada e enfrentou o chefe deles, dizendo que Jesus Cristo era mais forte que eles. Os agressores, tomados, de repente, por inexplicável pânico, fugiram. Por este milagre Santa Clara é representada segurando o Ostensório na mão.
    
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Reinaldo Arenas nasceu há oitenta e três anos...

(imagem daqui)
     
Reinaldo Arenas (Holguín, 16 de julho de 1943 - New York, 7 de dezembro de 1990) foi um escritor cubano de poesia, novelas e teatro. Era assumidamente homossexual e passou grande parte da sua vida combatendo o regime comunista e a política de Fidel Castro.
Em 1963, Arenas mudou-se para Havana, para se matricular na Escola de Planificação e, depois, na Faculdade de Letras da Universidade de Havana, onde estudou filosofia e literatura, sem completar o curso. No ano seguinte começou a trabalhar na Biblioteca Nacional José Martí.
Apesar de ter apoiado a revolução cubana nos seus primeiros anos, devido à extrema miséria em que vivia com a sua família nos anos de Fulgêncio Batista, acabou por ser vítima de censura e de repressão, tendo sido várias vezes perseguido, preso e torturado e forçado a abandonar mesmo diversos trabalhos (como conta na obra autobiográfica Antes que anoiteça), mostrando que o governo de Fidel Castro não havia trazido mais democracia à ilha.
Durante a década de 70, tentou, por vário meios, abandonar a ilha, mas não teve sucesso. Mais tarde, devido a uma autorização de saída de todos os homossexuais e de várias persona non grata e depois de ter mudado de nome, Arenas pôde deixar o país e passou a viver em New York, onde lhe diagnosticaram SIDA. Nessa época, escreveu "Antes que anoiteça" (no original "Antes que anochezca").
Em 1990, terminada a obra, Arenas suicidou-se, com uma dose excessiva de álcool e droga. Dez anos mais tarde, em 2000, estreou a versão cinematográfica da sua autobiografia, tendo Javier Bardem no papel do escritor.
    

 


(imagem daqui)
 
  
Dos patrias tengo yo: Cuba y la noche
   
Dos patrias tengo yo: Cuba y la noche,
sumidas ambas en un solo abismo.
Cuba o la noche (porque son lo mismo)
me otorgan siempre el mismo reproche:
  
'En el extranjero, de espectros fantoche,
hasta tu propio espanto es un espejismo,
rueda extraviada de un extraño coche
que se precipita en un cataclismo
  
donde respirar es en sí un derroche,
el sol no se enciende y sería cinismo
que el tiempo vivieras para la hermosura'.
  
Si ésa es la patria (la patria, la noche)
que nos han legado siglos de egoísmo,
yo otra patria espero, la de mi locura.

  
   
Reinaldo Arenas

A Batalha de Navas de Tolosa foi há 814 anos...

Batalha de Navas de Tolosa - pintura a óleo do século XIX, de F. P. Van Halen - Palácio do Senado, Madrid

A Batalha de Navas de Tolosa (em árabe Al-Uqab), conhecida simplesmente como A Batalha nas crónicas da época, foi travada em 16 de julho de 1212, perto de Navas de Tolosa, na Espanha.
O rei Afonso VIII de Castela, liderando uma coligação com Sancho VII de Navarra, Pedro II de Aragão, um exército de Afonso II de Portugal, juntamente com cavaleiros do reino de Leão e das ordens militares de Santiago, Calatrava, Templários e Hospitalários, derrota o Califado Almóada.

Esta batalha foi decisiva no episódio da Reconquista. Afonso de Castela conseguiu que o Papa a declarasse como sendo uma Cruzada, com isto obteve ajuda das Ordens Militares e impediu, sob pena de excomunhão, que os muçulmanos obtivessem ajuda de cristãos e mais importante, deixava o rei de Leão em situação constrangedora. Afonso temia, e não sem razão, que o reino de Leão o atacasse pela retaguarda quando o grosso de suas forças estivessem empenhados na batalha contra os árabes. A declaração papal de cruzada o protegia deste risco.
Nesta batalha os dois lados empenharam todo o seu poderio militar e o melhor de suas forças. Afonso foi o grande articulador da aliança vencedora e teve grande senso de oportunidade para escolher o momento da batalha, que preparou com quase dez anos de antecedência. Sabia que o vencedor desta batalha teria o destino selado.
A batalha foi antecedida por escaramuças e um jogo de estratégias por ambos os lados buscando a melhor posição e o melhor terreno para a luta. No final os árabes ficaram melhor posicionados por sobre uma colina enquanto os cristãos teriam que lutar "morro acima".
No combate, as forças de Castela, que eram o maior contingente, atuaram no centro, apoiadas nos flancos pelos dois outros reis cristãos, o de Navarra (Sancho) e o de Aragão (Pedro). A tática de Afonso de Castela de fazer uma simulação de uma força de infantaria central fraca fez com que o adversário fosse apanhado numa armadilha no campo de batalha e o seu senso de oportunidade para utilizar a cavalaria pesada no tempo adequado, em apoio à infantaria, muito elogiado pelo cronista da época, foi decisivo para a vitória dos cristãos.
O rei de Leão, que rivalizava com Afonso, recusou-se a apoiar os demais reinos cristãos nesta batalha. O resultado desta batalha foi extraordinário para os vencedores. Afonso, sabedor por experiência de lutas anteriores que os derrotados se organizariam para novos embates, ordenou um massacre inclemente contra os muçulmanos que bateram em retirada desorganizada. A crónica chega a afirmar que foram mortos na fuga tantos muçulmanos quantos o foram durante a batalha.

Stewart Copeland, percussionista dos The Police, comemora hoje 74 anos

  

Stewart Armstrong Copeland (Alexandria, Virginia, July 16, 1952) is an American musician and composer. He is best known for his work as the drummer of the English rock band The Police from 1977 to 1986, and again from 2007 to 2008. Before playing with The Police, he played drums with English rock band Curved Air from 1975 to 1976. As a composer, his work includes the films Wall Street (1987), Men At Work (1990), Good Burger (1997), and We Are Your Friends (2015); the television shows The Equalizer (1985–1989), The Amanda Show (1999–2002), and Dead Like Me (2003–2004); and video games such as the Spyro series (1998–present) and Alone in the Dark: The New Nightmare (2001). He has also written various pieces of ballet, opera, and orchestral music. 

 

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Jane Birkin morreu há três anos...

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Jane Mallory Birkin (Londres, 14 de dezembro de 1946 - Paris, 16 de julho de 2023) foi uma cantora, compositora, atriz e ex-modelo inglesa. Ela alcançou fama internacional e notabilidade por sua parceria musical e romântica de uma década com Serge Gainsbourg. Ela também teve uma carreira prolífica como atriz no cinema britânico e francês.

Infância e família
Jane Mallory Birkin nasceu no dia 14 de dezembro de 1946 em Marylebone, Londres, Inglaterra. A sua mãe era uma atriz e o seu pai membro da marinha britânica. Ela também tem um irmão, o roteirista e diretor Andrew Birkin.
  
Carreira
Jane emergiu na Swinging London após aparecer no filme Blowup, de 1966, e no filme Wonderwall, de 1968, que teve a banda sonora produzida por George Harrison. Quando ela foi para França, para uma audição em 1969, conheceu Serge Gainsbourg e a partir dai começaram a fazer trabalhos conjuntos. Nesse mesmo ano os dois fizeram o famoso dueto "Je t'aime... moi non plus" (que, originalmente, Serge Gainsbourg havia escrito para Brigitte Bardot). A música na época provocou um escândalo e foi banida em diversas rádios de diversos países.
 
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Vida pessoal
Foi casada de 1965 a 1968 com John Barry, um compositor inglês que escreveu o tema original dos filmes de James Bond. A filha de ambos, a fotógrafa Kate Barry, nasceu em 1967 e morreu em 2013, após queda de um quarto andar em Paris.
Teve uma relação muito apaixonada e criativa com o seu mentor Serge Gainsbourg - eles conheceram-se no set de Slogan e casaram-se em 1968. Tiveram uma filha, a atriz e cantora Charlotte Gainsbourg, e separaram-se em 1980.
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Jane Birkin com sua filha Charlotte Gainsbourg em 2010

 

Depois de se separar de Gainsbourg, em 1980, Birkin continuou a trabalhar como atriz e cantora, aparecendo em vários filmes independentes e gravando vários álbuns solo. Em 1991, ela apareceu na minissérie Red Fox e no drama americano A Soldier's Daughter Never Cries, em 1998. Em 2016, ela fez a curta-metragem indicado para o Óscar, La femme et le TGV, que ela disse que seria o seu papel final em filmes.

Birkin viveu principalmente na França desde os anos 70. Ela é mãe da fotógrafa Kate Barry (1967 - 2013), com seu primeiro marido John Barry; da atriz e cantora Charlotte Gainsbourg, com Serge Gainsbourg; e do músico Lou Doillon, com Jacques Doillon. Além de seus créditos musicais e de atuação, ela emprestou o seu nome à popular bolsa Hermès Birkin.

Jane morreu no dia 16 de julho de 2023, em sua casa, em Paris.

A canção Je t'aime … moi non plus foi proibida em Portugal e no Brasil na época em que foi lançada, pela sua controvérsia e por ser considerada como atentado aos costumes pelo regime salazarista e pelo governo da ditadura no Brasil, vigentes na época.

Jane Birkin é a inspiração da famosa e cobiçada Birkin bag da marca Hermès. Durante uma viagem de avião em 1980, Jane derrubou a sua bolsa Kelly, caindo os seus pertences ao chão. O diretor da marca Hermés estava no local, e ela comentou que a sua bolsa era pequena, se fosse maior não cairiam as suas coisas. O diretor da marca então propôs fazer uma bolsa que lhe correspondesse melhor. Surgiu assim a Birkin bag, que foi batizada pela empresa com o seu nome. 

 

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Além de cantar e atuar, ela era uma figura popular na França por seu estilo pessoal que ajudou a definir o estilo parisiense, sua natureza calorosa e por sua luta pelos direitos das mulheres e LGBT. 

 
 

Hoje é dia de recordar uma cantora cubana...

Roald Amundsen nasceu há 154 anos...

   
Roald Engelbregt Gravning Amundsen (Borge16 de julho de 1872 - Ártico, perto da Ilha do Urso, 18 de junho de 1928) foi um explorador norueguês das regiões polares.
Atravessou a passagem Noroeste que liga os oceanos Atlântico ao Pacífico, na região norte do Canadá em 1905. Liderou a primeira expedição a atingir o Polo Sul em 1911-1912 utilizando trenós puxado por cães.
Foi o primeiro explorador a sobrevoar o Polo Norte no dirigível Norge, em 1926. Foi a primeira pessoa a chegar a ambos os Polos da Terra, Norte e Sul.
Amundsen nasceu numa família de proprietários de navio e capitães. Inspirado na leitura das aventuras do explorador inglês John Franklin (1786-1847), que provou a existência da Passagem Noroeste, ele decidiu-se por ter uma vida de exploração do desconhecido. Com 16 anos Amundsen estudava as regiões polares, tendo como referência a travessia da Gronelândia por Fridtjof Nansen.
    
(...)
    
Roald Amundsen morreu em 18 de junho de 1928 num acidente com o seu hidroavião Latham 47, no Oceano Ártico. O voo tinha o objetivo de procurar pelo explorador e aviador italiano Umberto Nobile, cujo dirigível Italia retornava do Polo Norte e caiu a nordeste do arquipélago Svalbard. Cinco países enviaram navios e aviões para os trabalhos de resgate dos sobreviventes do dirigível, que aguardavam socorro em uma massa de gelo flutuante. Os tripulantes sobreviventes foram resgatados pelo navio quebra-gelo russo Krassin em 12 de julho, dezanove dias após a retirada de Umberto Nobile do local por um avião da Suécia. A busca por Amundsen e pelos seis desaparecidos do Italia continuou por todo o verão de 1928, e dela participou Louise Boyd exploradora e aviadora norte-americana. O hidroavião de Amundsen nunca foi encontrado. O corpo de Roald Amundsen permanece no Ártico. A Marinha Real da Noruega organizou expedições nos anos de 2004 e 2009 com o objetivo de localizar os restos do hidroavião.
Existe controvérsia quanto à conquista do Polo Norte por Frederick Cook e depois Robert Peary. Pesquisas e estudos recentes apontam Roald Amundsen e o seu companheiro de explorações Oscar Wisting, como os primeiros a alcançar os dois polos da terra.
    
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Roald Amundsen é reconhecido e lembrado por seus feitos, tendo destaque:

      

Celia Cruz morreu há vinte e três anos...

     
Úrsula Hilaria Celia Caridad Cruz Alfonso (Havana, 21 de outubro de 1925 - Fort Lee, Nova Jersey, 16 de julho de 2003) foi uma cantora cubana.
  
Saiu do seu país em 1959, nunca mais regressando, em virtude da oposição ao regime de Fidel Castro. Foi para o México, onde gravou com outros artistas como Tito Puente. Do México mudou-se para Nova York, onde passou a maior parte de sua vida e morou até ao fim dela.
Foi a maior intérprete cubana, tendo recebido vinte discos de ouro e recebendo o título de "Rainha da Salsa".
Participou da novela mexicana, "El alma no tiene color" (1997), exibida no Brasil em 2001 pelo SBT com o título "A Alma não Tem Cor". Foi casada, durante 41 anos, com o também cantor cubano Pedro Knight. Em 16 de julho de 2003, morreu, por causa de um tumor maligno no cérebro, na sua casa, em Fort Lee, Nova Jersey.
Depois da sua morte, o seu corpo, embalsamado, foi levado para Miami e Nova York, de tal maneira que todos puderam render homenagens.
O seu funeral reuniu mais de 150 mil pessoas em Miami e em Nova York. O mundo inteiro rendeu-lhe homenagens. A América Latina rendeu-se aos seus pés e a comunidade artística mundial reconhecia-a como um dos seus mais altos expoentes. O funeral em Nova York constituiu um dos maiores que essa cidade recorda, superando inclusive o de Judy Garland em 1969.
Em fevereiro de 2004, o seu último álbum, publicado depois da sua morte, ganhou um prémio póstumo, dos Prémios Lo Nuestro, como melhor álbum de salsa do ano. Recentemente teve uma música sua inserida no jogo Call of Duty Black Ops, na primeira fase do jogo é possível ouvir Quimbara no fundo do bar.

 

Johnny Winter morreu há doze anos...

  
John Dawson Winter III, mais conhecido como Johnny Winter (Beaumont, Texas, 23 de fevereiro de 1944 - Zurique, 16 de julho de 2014) foi um guitarrista e cantor de blues norte-americano, considerado um dos melhores no seu estilo. Era irmão de Edgar Winter e, além do seu talento com a guitarra, um fator que o tornou conhecido foi ser albino, característica que compartilhava com o irmão.
   
Biografia
Johnny começou a apresentar-se em público ainda jovem com o seu irmão, Edgar Winter. O seu primeiro disco, School Day Blues, foi lançado quando Winter tinha 15 anos de idade. Em 1968 ele começou a tocar num grupo com o baixista Tommy Shannon e o baterista Uncle John Turner, e o guitarrista solo Blue Perry. Um artigo na revista Rolling Stone ajudou a gerar interesse no grupo. O álbum Johnny Winter foi lançado no final do ano. Em 1969 a banda apresentou-se em vários festivais, incluindo Woodstock.
Em 1973, depois de se afastar das drogas, Winter regressou em forma com Still Alive and Well. Em 1977 ele produziu o álbum Hard Again de Muddy Waters. A parceria resultaria em várias nomeações para o Grammy, e Johhny gravou o álbum Nothing But Blues com os integrantes da banda de Muddy.
Em 1988 ele foi incluído no "Hall da Fama do Blues". Em 2012, foi considerado o 63º melhor guitarrista de todos os tempos pela revista norte-americana Rolling Stone.
Faleceu no dia 16 de julho de 2014, num quarto de hotel, em Zurique, Suíça.
   
 

Saudades de Desmond Dekker...

Connie Francis morreu há um ano...

 

Concetta Rosa Maria Franconero (Newark, New Jersey, December 12, 1937 – Pompano Beach, Florida, July 16, 2025), known professionally as Connie Francis, was an American singer and actress. One of the top-charting female vocalists of the late 1950s and early 1960s, she amassed over 100 million records sold, placing her among the best-selling music artists in history.

After a string of unsuccessful releases, Francis rose to fame in 1958 with her cover of the 1923 song "Who's Sorry Now?", which was followed by various other top-10 hits. She became the first woman to reach No. 1 on the U.S. Billboard Hot 100 chart when "Everybody's Somebody's Fool" topped the chart in 1960. She was also the first woman to achieve three No. 1 hits on the chart, among her 53 career entries. Before the advent of the British Invasion, Francis was the most popular female vocalist in the United States between 1958 and 1964.

Francis recorded music in multiple languages, including English, Italian, French, German, Greek, Yiddish, and Japanese, making her a best-selling artist in international markets as well as in American immigrant communities.

Between 1974 and 1988, a series of traumatic personal experiences, including a rape attack at knifepoint, led Francis to suffer years of psychological and physical difficulties that sidelined her career. She resumed performing from 1989 until her retirement in 2018. She regained prominence in 2025, shortly before her death, when her 1962 recording "Pretty Little Baby" went viral on social media platforms.

 

(...)   

   

Francis suffered a hip injury in early 2025 and subsequently required a wheelchair; she was undergoing stem cell therapy and had hopes of fully recovering as recently as May. In late June 2025, she stated she had been experiencing pelvic pain on her right side and was advised that it was due to a fracture. She said that she would need to rely on her wheelchair longer than anticipated while recovering. She was hospitalized in Florida on July 2 due to a recurrence of extreme pain. She underwent a series of tests and examinations while in intensive care and was later transferred to a private room. In a Facebook post, she speculated that her symptoms might be related to the fracture. On July 4, she reported feeling much better after a good night. She was later discharged from the hospital but soon began to deteriorate and lost consciousness for the final time on July 14.

Francis died in Pompano Beach, Florida, on July 16, 2025, at the age of 87.  Her longtime friend and publicist Ron Roberts announced her death the following day and later confirmed that she had been diagnosed with pneumonia the day before she died. By the time of her death, Francis had become one of the best-selling music artists in history, exceeding 200 million records sold during her career. Her crypt is at The Garden of Boca Raton Cemetery in Boca Raton.

 

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quarta-feira, julho 15, 2026

Linda Ronstadt celebra hoje oitenta anos

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Linda Maria Ronstadt (Tucson, 15 de julho de 1946) é uma cantora norte-americana retirada que atuou e gravou em diversos géneros, incluindo rock, country e música latina
 
 

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Ronstadt lançou 24 álbuns de estúdio e 15 compilações ou álbuns de maiores sucessos. Ela alcançou 38 singles na Billboard Hot 100 dos Estados Unidos. Vinte e um desses singles chegaram ao top 40, dez chegaram ao top 10 e um alcançou o número um ("You're No Good"). O seu sucesso, entretanto, não se traduziu no Atlântico até ao Reino Unido. Embora os duetos de Ronstadt, "Somewhere Out There" com James Ingram e "Don't Know Much" com Aaron Neville, tenham chegado aos números 8 e 2 respetivamente em 1987 e 1989, o single "Blue Bayou" foi o seu único single solo a alcançar o Top 40 do Reino Unido.

Ronstadt colaborou com artistas de diversos géneros, incluindo Bette Midler, Billy Eckstine, Frank Zappa, Carla Bley (Escalator Over the Hill), Rosemary Clooney, Flaco Jiménez, Philip Glass, Warren Zevon, Emmylou Harris, Gram Parsons, Dolly Parton, Neil Young, Paul Simon, Earl Scruggs, Johnny Cash, e Nelson Riddle. Ela emprestou a sua voz a mais de 120 álbuns e vendeu mais de 100 milhões de discos, tornando-a uma das artistas mais vendidas do mundo de todos os tempos.

Ronstadt reduziu a sua atividade depois de 2000 quando sentiu a sua voz a deteriorar-se, lançando o seu último álbum completo em 2004 e realizando o seu último show ao vivo em 2009. Ela anunciou a sua retirada em 2011 e revelou logo depois que não é mais capaz de cantar, como resultado de uma condição degenerativa, posteriormente referida como paralisia supranuclear progressiva. Desde então, Ronstadt continuou a fazer aparições públicas, indo numa série de turnês para falar em público nos anos 2010. Ela publicou uma autobiografia, Simple Dreams: A Musical Memoir, em setembro de 2013. Um documentário, baseado nas suas memórias, Linda Ronstadt: The Sound of My Voice, foi lançado em 2019. 

Linda Ronstadt gravou mais de 40 álbuns, vendeu mais de 100 milhões, e colaborou com vários artistas, nomeadamente, Dolly Parton, Emmylou Harris, The Eagles, James Taylor, Neil Young e Elvis Costello


 

Gregory Isaacs nasceu há setenta e cinco anos...

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Anthony Gregory Isaacs, mais conhecido como Gregory Isaacs (Kingston, 15 de julho de 1951 - Londres, 25 de outubro de 2010) foi um músico de reggae jamaicano, considerado uma das vozes mais sofisticadas do género.
As suas músicas tornaram-se grandes clássicos do reggae romântico e numa lista com mais de 500 discos gravados, destacam-se alguns dos mais conhecidos álbuns da história da música jamaicana, entre eles: Mr. Isaacs, de 1977, Slum in Dub, de 1978, Soon Forward, de 1979, e Night Nurse, lançado em 1982.
   
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Em 25 de outubro de 2010, após uma longa luta contra um cancro no pulmão, Isaacs morreu em sua casa, em Londres.
 

  
Terry O'Quinn, nome artístico de Terrance Quinn, (Sault Ste. Marie, 15 de julho de 1952) é um ator norte-americano, mais conhecido pelo seu trabalho em Lost. A última série em que atuou foi The Blacklist Redemption, onde interpretava o papel de Howard Hargrave.
     

Ian Curtis nasceu há setenta anos...

   
Ian Kevin Curtis (Trafford, 15 de julho de 1956 - Macclesfield, 18 de maio de 1980) foi um músico britânico. Ele foi o vocalista, letrista e guitarrista ocasional da banda de pós-punk Joy Division, a qual ele ajudou a formar em 1976 na cidade de Manchester, Inglaterra.
     
(...)
      
Ian Curtis decidiu o seu destino após assistir a uma apresentação dos Sex Pistols em 1976, onde se convenceu de que queria estar no palco, e não no meio do público. Ian então conheceu os jovens Bernard Sumner e Peter Hook. Ian tinha visto o cartaz dos dois jovens que estavam tentando formar uma banda e ele propôs-se a ser o vocalista e escritor das letras - e os três então firmaram o acordo.
Os três recrutaram (e rejeitaram) uma sucessão de bateristas até a decisão de aceitar Stephen Morris como o quarto membro da banda, que se chamou Warsaw durante um curto período de tempo até mudar o seu nome para Joy Division, em 1978, por causa de conflitos com o nome de uma outra banda, os Warsaw Pact.
Diz-se que a persistência de Ian Curtis ajudou a assegurar à banda um contrato de gravação com a hoje lendária gravadora Factory Records, de Tony Wilson. Ian convenceu Tony Wilson a permitir sua banda tocar "Shadowplay" no Granada Reports — um programa regional de televisão apresentado por Tony. Após estabelecer a Factory Records com Alan Erasmus, Tony Wilson aceitou a banda no seu selo.
Durante as apresentações do Joy Division, Ian Curtis desenvolveu um estilo único de dançar, reminiscente dos ataques epiléticos dos quais sofria, algumas vezes no palco. O efeito era tal que as pessoas que estavam no público não sabiam se ele estava dançando ou tendo um ataque. Ele algumas vezes desmaiou e teve de ter atendimento médico ainda no palco, já que sua saúde sofria com a intensa rotina de apresentações dos Joy Division. A primeira crise epilética de Ian aconteceu no dia 27 de dezembro de 1978, quando a banda voltava de seu primeiro show realizado em Londres, no pub Hope and Anchor.
Muitas das canções que Ian Curtis escreveu são carregadas com imagens de dor emocional, morte, violência, alienação e degeneração urbana. Tais temas recorrentes levaram os fãs e a esposa de Ian, Deborah, a acreditar que Ian escrevia sobre sua própria vida. Ian certa vez comentou a respeito numa entrevista: "Escrevo sobre as diferentes formas que diferentes pessoas lidam com certos problemas, e como essas pessoas podem se adaptar e conviver com eles".
Ian cantava com um estranho timbre baixo-barítono, o que fazia com que sua voz parecesse pertencer a alguém muito mais velho que ele realmente era. Ele também era fascinado pela escaleta Hohner, um instrumento que foi mostrado a ele pela esposa de Tony Wilson, Lindsey Reade, pouco tempo antes da morte de Ian. Ele utilizou o instrumento ao vivo pela primeira vez durante uma passagem de som do Leigh Rock Festival em 1979, após o que ele adquiriu uma coleção de oito desses instrumentos. A fascinação de Ian Curtis pela escaleta levaria Bernard Sumner a utilizar o instrumento tempos depois, nos New Order.
Os Joy Division, e, em particular, Ian Curtis, tiveram o seu estilo de gravação desenvolvido pelo produtor Martin Hannett. Alguns de seus trabalhos mais inovadores foram criados no Cargo Recording Studios em 1979, um estúdio que fora desenvolvido por John Peel e seus investimentos financeiros. John Peel era um grande fã dos Joy Division e de Ian Curtis.
Ian Curtis foi fortemente influenciado pelos escritores William Burroughs, J. G. Ballard e Joseph Conrad — os títulos das canções "Interzone", "Atrocity Exhibition" e "Colony" vieram dos três autores, respetivamente. Ian também foi influenciado pelos vocalistas Jim Morrison, Lou Reed, Iggy Pop e David Bowie.
     
Morte
A última apresentação ao vivo de Ian Curtis aconteceu no dia 2 de maio de 1980, na Universidade de Birmingham, e aconteceu no mesmo mês de sua morte. Essa apresentação incluiu a primeira e última performance da música "Ceremony" pelos Joy Division - música que foi depois usada pelos New Order. A última música que Ian Curtis executou frente ao público foi "Digital". A gravação da apresentação pode ser encontrada no álbum de compilações Still.
Os problemas pessoais de Ian Curtis, como o divórcio conturbado da sua esposa e um caso extra-conjugal com a jornalista belga Annik Honoré, poderão ter contribuído para o suicídio de Ian, que se enforcou aos 23 anos de idade. De acordo com o livro Touching From A Distance, Ian ingeriu uma overdose de medicamentos para epilepsia e foi parar num hospital poucos meses antes de sua morte. Acredita-se que tal overdose tenha sido um "pedido de socorro", mas Ian disse aos seus companheiros de banda que não havia ingerido uma overdose. O livro conta que Bernard Sumner levou Ian a um cemitério após a sua saída do hospital, para lhe mostrar onde ele poderia ter ido parar caso a overdose tivesse sido fatal.
Na noite do dia 17 de maio, dias antes do início da primeira turnê dos Joy Division nos Estados Unidos, Ian assistiu a um de seus filmes favoritos, Stroszek, de Werner Herzog, enquanto ouvia Weeping, momentos antes de se enforcar falou por telefone com Genesis P-Orridge. E nas primeiras horas da manhã do dia 18 de maio, Ian enforcou-se na cozinha, utilizando uma corda que sustentava o varal de roupas, segundo se conta, ouvindo o disco The Idiot, primeiro lançamento do cantor norte-americano Iggy Pop. Os pontos de vista e as preferências de Ian Curtis continuam a gerar especulações sobre as reais razões pelas quais ele resolveu tirar a própria vida. Alguns dizem que ele simplesmente desejou morrer jovem. Mas o facto é que Ian já tinha uma mente conturbada desde a sua adolescência, com pensamentos e ideologias de contracultura, uma mente provavelmente já farta do mundo ao seu redor.
Ian Curtis foi cremado e as suas cinzas foram enterradas em Macclesfield, com uma lápide com a inscrição "Love Will Tear Us Apart" ("O Amor Vai Nos Separar"). O epitáfio, escolhido por sua esposa Deborah, é uma referência à canção mais conhecida do Joy Division. Em 2008, a polícia britânica anunciou que essa lápide foi roubada do cemitério de Macclesfield. As autoridades locais buscam testemunhas e investigam, mas, como não havia câmaras de segurança no local, não foi descoberto o autor.
   
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Lápide do pequeno túmulo de Curtis
      
Legado
Os membros remanescentes dos Joy Division formaram a banda New Order após a morte de Ian Curtis. A banda havia feito um acordo de que os Joy Division não continuariam se um dos membros deixasse a banda ou morresse. O primeiro álbum dos New Order, Movement, possui uma canção intitulada I.C.B., que significa "Ian Curtis Buried" ("Ian Curtis Enterrado").
Em maio de 2007, um filme britânico sobre a vida e a morte de Ian Curtis, intitulado Control, estreou no Festival de Cannes. No papel de Ian Curtis está o ator britânico Sam Riley (no seu primeiro filme como ator principal), que nasceu em 1980, cerca de quatro meses antes do suicídio de Ian Curtis. O filme é dirigido pelo neerlandês Anton Corbijn. Recentemente a revista inglesa New Musical Express (NME), elegeu a música Love Will Tear Us Apart como a melhor música já escrita nos últimos 60 anos, título dado por uma das mais tradicionais revistas de música no ano de 2012.
     
Vida 
Ian Curtis casou a 23 de agosto de 1975 com a colega de colégio, Deborah Woodruff. Ele tinha 19 anos e ela 18. A única filha do casal, Natalie, nasceu a 16 de abril de 1979. Ela é fotógrafa e revelou que Ian era adepto do Manchester City.
   

Samuel Rosa, vocalista e guitarrista dos Skank, faz hoje sessenta anos...!

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Samuel Rosa de Alvarenga (Belo Horizonte, 15 de julho de 1966) mais conhecido como Samuel Rosa é um cantor, compositor e guitarrista brasileiro, vocalista e guitarrista do grupo Skank. Nos Skank é compositor das melodias da maioria das canções do grupo, como os singles Ainda Gosto Dela, Noites de um Verão Qualquer e Sutilmente. Uma de suas maiores parcerias é com Chico Amaral, músico, ex-saxofonista da banda e principal letrista nas composições. As canções escritas por Samuel Rosa mostram influências de artistas como Bob Dylan, The Beatles, Slash, Oasis e Clube da Esquina, além das bandas de rock brasileiro dos anos 80, como Ira!, Titãs e Os Paralamas do Sucesso. É ex-marido de Ângela Castanheira, com quem teve os seus dois filhos, o músico Juliano Alvarenga e Ana. É adepto declarado do Cruzeiro Esporte Clube.