quinta-feira, junho 11, 2026

Porque hoje é preciso recordar Richard Strauss...

Gene Wilder nasceu há noventa e três anos...

  
Jerome Silberman (Milwaukee, 11 de junho de 1933 - Stamford, 29 de agosto de 2016), conhecido pelo nome artístico de Gene Wilder, foi um ator e cineasta norte-americano.
Gene Wilder ficou conhecido por participar em filmes do diretor Mel Brooks e atuar, em parceria, em algumas comédias com o comediante Richard Pryor. Atuou com Harrison Ford no filme The Frisco Kid. Casou-se, em 1984, com a atriz Gilda Radner, que morreu de cancro em 1989. Em 2005, Gene Wilder lançou uma autobiografia que ia desde a sua infância até à morte da esposa, chamada Kiss Me Like A Stranger. Atuou como Willy Wonka na primeira versão de Willy Wonka e a Fábrica de Chocolate, em 1971. Na sua carreira, recebeu uma nomeação para o Óscar de Melhor Ator Coadjuvante, pela sua atuação no filme Primavera Para Hitler, em 1969, e de Melhor Roteiro Adaptado, por O Jovem Frankenstein, em 1975.
Morreu, aos 83 anos em Stamford, Connecticut, devido a complicações decorrentes da doença de Alzhemier, no dia 29 de agosto de 2016.
  

Fabíola, rainha consorte da Bélgica, nasceu há 98 anos...

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/f/f2/Fabiola%2C_queen_of_Belgium.jpg/500px-Fabiola%2C_queen_of_Belgium.jpg
  
Fabíola Fernanda Maria das Vitórias Antónia Adelaide de Mora e Aragão (Madrid, 11 de junho de 1928Laeken, 5 de dezembro de 2014) foi a esposa do rei Balduíno e Rainha Consorte da Bélgica de 1960 até 1993.

Biografia
Nascida numa família nobre espanhola, Fabíola foi a terceira filha de D. Gonzalo de Mora y Fernández (1887-1957), marquês de Casa Riera e 2.° conde de Mora, e da sua esposa, D.ª Blanca de Aragón y Carrillo de Albornoz. O seu nome completo era, na sua língua materna, Fabiola Fernanda Maria de las Victorias Antonia Adelaida de Mora y Aragón. Entre os seus irmãos está o actor Jaime de Mora y Aragón (1925-1995). A sua madrinha foi Vitória Eugénia de Battenberg, rainha consorte da Espanha.
Antes do seu casamento, Fabíola publicou doze contos de fadas, Los Doce Cuentos Maravillosos, dos quais um, Los nenúfares indios, conseguiria o seu próprio pavilhão no parque temático de Efteling, nos Países Baixos, em 1966.
Em 15 de dezembro de 1960, Fabíola casou-se com Balduíno I, que era o rei dos Belgas desde a abdicação do seu pai em 1951. Na cerimónia de casamento na Catedral de São Miguel e Santa Gudula de Bruxelas, ela usou uma tiara "das províncias" que foi um presente do estado belga para a mãe do noivo, a princesa Astrid da Suécia. O seu vestido de cetim e martas foi criado pelo estilista Cristóbal Balenciaga.
A revista Time, na sua edição de 26 de setembro de 1960, chamou a Fabíola, que trabalhava como enfermeira de hospital antes de casar-se, de "Cinderella" e descreveu-a como "uma mulher jovem e atrativa, ainda que sem beleza" e "do tipo de mulher que não seguraria um homem". Na ocasião do casamento, os padeiros espanhóis enviaram lembranças à nova rainha e criaram um pão em sua homenagem, "Fabíola", consumido até hoje em algumas cidades espanholas. Outra homenagem prestada à rainha partiu do explorador Guido Derom, que nomeou uma faixa das Montanhas Árticas (as Montanhas Rainha Fabíola) em sua homenagem, em 1960. Há também várias plantas ornamentais nomeadas a partir dela.
O casal real não teve filhos, já que as cinco gravidezes da rainha terminaram em abortos espontâneos. Há rumores, entretanto, de que ela tenha dado à luz uma criança natimorta nos anos 60. Em 2008, ela falou abertamente sobre tais abortos. A 24 de agosto de 1982 recebeu a Grã-Cruz da Ordem Militar de Cristo.
Balduíno I morreu em 1993 e sucedeu-lhe o seu irmão mais novo, o príncipe de Liège, que se tornou Alberto II. A Rainha Fabíola mudou-se do Castelo Real para o mais modesto Castelo de Stuyvenbergh em 1998, reduzindo o número de suas aparições públicas, para não ofuscar a sua cunhada, a rainha Paola.
Nos seus últimos anos Fabíola enfrentou dificuldades de locomoção devido a uma artrose, que obrigou a andar apoiada numa bengala e, posteriormente, numa cadeira de rodas. Morreu a 5 de dezembro de 2014 em Bruxelas.
Admirada por sua devoção à Igreja Católica e a causas sociais, particularmente aquelas relacionadas com distúrbios mentais e doenças de crianças e mulheres do Terceiro Mundo, a rainha Fabíola recebeu, em 2001, a Medalha Ceres, em reconhecimento por seu trabalho na ajuda a mulheres da zona rural de países em desenvolvimento. A medalha foi dada pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura.
Em 1961, peregrinou a San Sebastián de Garabandal com o seu marido, o Rei Balduíno I da Bélgica, numa atitude que mostra a sua devoção ao catolicismo.
De acordo com fontes oficiais, além do espanhol, Fabíola era fluente em francês, neerlandês, inglês, alemão e italiano.
Fabíola foi também presidente de honra da Fundação Rei Balduíno.
  
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/5/56/Coat_of_Arms_of_Queen_Fabiola_of_Belgium_%28Order_of_Isabella_the_Catholic%29.svg/500px-Coat_of_Arms_of_Queen_Fabiola_of_Belgium_%28Order_of_Isabella_the_Catholic%29.svg.png
  

Vitorino - 84 anos

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/0/02/Vitorino2014.06.JPG/500px-Vitorino2014.06.JPG

 

Vitorino Salomé Vieira  (Redondo, 11 de junho de 1942), ou apenas Vitorino, como é conhecido, é um cantor português. A sua música combina o folclore tradicional, principalmente do Alentejo, e o estilo popular da sua voz.  

 

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/7/76/VitorinoBleckkirche2014_01.JPG/960px-VitorinoBleckkirche2014_01.JPG

 

Biografia

Vitorino nasceu numa família de músicos, no Redondo. Desde que nasceu que ouvia música em sua casa, tocada pelos seus tios, tendo sido sempre neste ambiente que cresceu, bem como os seus quatro irmãos, todos igualmente músicos. Vitorino é o terceiro dos cinco; o cantor Janita Salomé é o quarto.

Conheceu Zeca Afonso, de quem se tornou amigo, quando estava a fazer a recruta no Algarve. Fixou-se em Lisboa a partir dos 20 anos, onde se associou à noite, às tertúlias e aos prazeres boémios. Em 1968 entrou para o Curso de Belas Artes, mas já antes disso tinha começado a pintar.

Emigrado em França, estudou pintura e, para sobreviver, lavou pratos em restaurantes. Foi aqui que um amigo lhe disse que se ganhava mais a cantar na rua ou no metro do que a lavar pratos. Experimentou: era verdade. Largou os pratos e agarrou na guitarra.

Também em Paris se juntou, entre outros, com Sérgio Godinho e José Mário Branco, igualmente emigrados.

Colaborou em discos de José Afonso, Coro dos Tribunais, e de Fausto. Atuou no célebre concerto de março de 1974, I Encontro da Canção Portuguesa, que decorreu no Coliseu dos Recreios. Lançou nesse ano o seu primeiro single: Morra Quem Não Tem Amores.

Participou no disco Cantigas de Ida e Volta conjuntamente com outros nomes como Fausto, Sheila e Sérgio Godinho.

Em 1975, estreou com o seu primeiro disco que incluía uma das canções mais importantes do imaginário português: “Menina estás à janela”. No álbum Semear Salsa ao Reguinho aparecem ainda canções como “Cantiga d'um Marginal do séc. XIX”, “A primavera do Outono”, “Cantiga de Uma Greve de Verão” e “Morra Quem Não Tem Amores”.

Em 1977 foi editado o disco Os Malteses que inclui “Oh Beja, Terrível Beja”, uma evocação ao tempo em que cumpriu o serviço militar obrigatório naquela cidade. Vitorino foi também o produtor do disco Ó Rama Ó Que Linda Rama de Teresa Silva Carvalho, editado nesse ano.

O Grupo de Cantadores do Redondo, do qual fazia parte, lançou em 1978 o disco O Cante da Terra.

O álbum Não Há Terra Que Resista — Contraponto, que inclui o tema “Dá-me Cá Os Braços Teus”, foi editado em 1979.

Romances, editado em 1980, conta com a colaboração especial de Pedro Caldeira Cabral. “Indo Eu Por I Abaixo” e “Laurinda” são algumas das canções deste disco.

O álbum Flor de la Mar, editado em 1983, incluiu temas como “Queda do Império”, com Filipa Pais, “Cervejaria da Trindade”, “Marcha Ingénua” e “Dama de Copas”.

Leitaria Garrett é lançado no outono de 1984. “Tinta Verde”, “Leitaria Garrett”, “Tragédia da Rua das Gáveas”, “Andando Pela Vida”, “Poema”, “Menina Estás À Janela” (com o Opus Ensemble) e “Postal para D. João III” são alguns dos temas.

Em dezembro de 1985 foi editado o álbum Sul com temas como “Meninas”, “Sul” e “Homens do Largo”. José Mário Branco fez os arranjos musicais da canção "Alcácer Quibir", presente nesse álbum. Um ano depois foi editado o maxi-single “Joana Rosa”.

O álbum Negro Fado, co-produzido por António Emiliano e José Manuel Marreiros, foi editado em abril de 1988. O disco inclui temas como “Vou-me Embora”, “Negro Fado”, “Flor de Jacarandá” e uma versão em crioulo de “Joana Rosa”. O disco vence o Prémio José Afonso.

Cantigas de Encantar, com a participação dos seus sobrinhos, foi lançado em novembro de 1989. O disco inclui um livro com dez histórias populares.

Em 1990 surgiu com o quarteto Lua Extravagante, com Filipa Pais e os seus irmãos Janita e Carlos Salomé. O álbum homónimo surgiu em 1991 com canções como “Lua de Papel”, “Ilha” ou “Adeus Ó Serra da Lapa”.

Com o álbum Eu Que Me Comovo Por Tudo E Por Nada, de 1992, com textos de António Lobo Antunes, venceu o Prémio José Afonso/93 e o Se7e de Ouro/92 para música popular.  Os temas mais conhecidos deste disco são “Bolero do Coronel Sensível Que Fez Amor Em Monsanto”, “Tango do Marido Infiel Numa Pensão do Beato” e “Ana II”.

Em 1993 foi editada a compilação As Mais Bonitas com regravações de “Laurinda” e de “Menina Estás À Janela” e a gravação de Vitorino para “Ó Rama Ó Que Linda Rama”.

O álbum A Canção do Bandido, editado em novembro de 1995, inclui canções como “Nomes do Amor”, “Fado da Prostituta”, “Tocador de Concertina” e “Fado Alexandrino”. É um dos discos candidatos ao Prémio José Afonso.

Foi fundador do projeto Rio Grande juntamente com Rui Veloso, Tim, João Gil e Jorge Palma. O disco de estreia foi editado em dezembro de 1996. Em dezembro de 1997 é editado o álbum “Dia de Concerto” com gravações ao vivo dos Rio Grande.

Vitorino, Janita Salomé, Rui Alves, Ricardo Rocha e João Paulo Esteves da Silva apresentaram no CCB, no âmbito do festival dos 100 dias da Expo-98, os dois espetáculos “A Utopia e a Música” onde apresentaram um repertório menos conhecido de Zeca Afonso.

Com a brasileira Elba Ramalho participou, em 1999, num dos programas Atlântico de Eugénia Melo e Castro.

Em 1999 gravou um disco em Cuba com o Septeto Habanero. “Desde El Día En Que Te Vi” e “Toda Una Vida” foram os temas em maior destaque do disco La Habana 99.

Participou, com Pedro Barroso e Isabel Silvestre, na campanha da Fenprof para colocar novamente de pé o sistema educativo timorense. No disco Uma Escola Para Timor, de 2000, são interpretadas canções do professor e músico Rui Moura.

Em novembro de 2001 foi editado Alentejanas e Amorosas. O disco inclui os temas “Vou-me Embora Vou Partir”, “Alentejanas e Amorosas”, “Meu Querido Corto Maltese”, “Ausência em Valsa”, “Cão Negro”, “Constança”, “Bárbara Rosinha”, “Dona dos Olhos Castanhos”, “Paixão e Dúvida”, “Mariana à Janela”, “Coração ao Deus Dará” e “Guerrilha Alentejana”. Inclui também o tema da série “Estação da Minha Vida”.

A compilação As Mais Bonitas 2 — Ao Alcance da Mão é editada em finais de 2002. Inclui os inéditos “Galope” e “O Dia Em Que Me Queiras”. Colabora num dos temas do projeto Cabeças No Ar.

Ao Alcance da Mão é o nome de um songbook, editado em junho de 2003 pela editora D. Quixote, com 25 canções do seu repertório. O livro é acompanhado de um CD onde interpreta os temas “Menina Estás à Janela”, “Queda do Império” e “Alentejanas e Amorosas”.

O álbum Os Amigos — Coimbra nos arranjos de António Brojo e António Portugal conta com a participação de Vitorino, Luís Góis, Janita Salomé, Almeida Santos, Manuel Alegre, entre outros.

Em abril de 2004 foi lançado o disco “Utopia”, de Vitorino e de Janita Salomé, com o registo dos dois concertos realizados no CCB em fevereiro de 1998. Ainda em 2004 é editado o álbum Ninguém Nos Ganha Aos Matraquilhos! que contou com a colaboração de nomes como Rui Veloso, Manuel João Vieira e Sílvia Filipe.

A completar 30 anos de carreira, foi editada em fevereiro de 2006 a compilação Tudo com 50 canções em três discos temáticos subordinados a O Alentejo, Lisboa e O Amor.

Em abril de 2006, Manuel Freire, Vitorino e José Jorge Letria cantaram abril aos mais novos, no disco Abril, Abrilzinho que foi lançado através do jornal Público e cujo livro contou com textos do Coronel Vasco Lourenço e Alice Vieira.

Em 9 e 13 de maio de 2007 dá concertos ao vivo em Lisboa, no Teatro da Trindade, dos quais resultou o CD intitulado AO VIVO — Vitorino a preto e branco.

Em 2009 publica o CD TANGO, El Perro Negro Canta, gravado em Buenos Aires, na Argentina, mas com três temas gravados em Lisboa, o qual dedicou à memória do pintor João Vieira, que lhe ilustrou as capas desde o CD Tudo e é pai do músico Manuel João Vieira, dos Ena Pá 2000.)

Para a comemoração do centenário da imposição da República, em 5 de outubro de 2010, com a colaboração do Jornal de Notícias e o Montepio Geral e o apoio do Fundo Cultural da Sociedade Portuguesa de Autores, publica um CD de 2 originais intitulado Viva A República, Viva.

Para comemorar os seus 35 anos de carreira, dá concertos nos Coliseus de Lisboa, a 10 de outubro de 2011, e do Porto, a que chamou "35 Anos a Semear Salsa ao Reguinho", numa alusão ao seu 1º LP, acompanhado pela belíssima Orquestra das Beiras, com origem e forte ligação à Universidade de Aveiro, para os quais convida alguns amigos para estarem também em palco, quer músicos, quer não músicos.

No dia 16 de setembro de 2016 dá um concerto em Moimenta da Beira, numa noite em que também subiu ao palco o Grupo Coral e Etnográfico "Os Camponeses de Pias", de cante alentejano.

Em 2022 faz uma aparição televisiva no programa The Voice Portugal ao cantar "Queda do Império" com o finalista Daniel Fernandes.

É membro da Maçonaria, integrando a obediência maçónica Grande Oriente Lusitano, com o nome Mestre Hélio.

 

in Wikipédia

 

Donnie Van Zant celebra hoje 74 anos

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/5/5c/38_Special_at_Simpleman_2011.jpg/500px-38_Special_at_Simpleman_2011.jpg
    
Donald Newton "Donnie" Van Zant (Jacksonville, 11 de junho de 1952) é um guitarrista e vocalista americano, mais conhecido como membro da banda 38 Special, que ajudou a fundar em 1974. O seu irmão mais velho era Ronnie Van Zant vocalista original da banda Lynyrd Skynyrd e que morreu num acidente de avião, em 1977, juntamente com outros dois membros da banda e outros três passageiros do avião. O seu irmão mais novo, Johnny Van Zant, é o vocalista atual dos Lynyrd Skynyrd, desde a sua reformulação em 1987.

 

As 24 Horas de Le Mans transformaram-se numa tragédia sangrenta há 71 anos...

(imagem daqui)
       
A tragédia de Le Mans em 1955 foi um acidente durante a famosa corrida automobilística das 24 Horas de Le Mans, em 11 de junho de 1955. Os carros envolvidos no acidente atingiram vários espetadores, matando 81 deles. Este foi o pior acidente das 24 Horas de Le Mans.
Quando Mike Hawthorn se dirigia às boxes com o seu Jaguar, quase colide com o Austin-Healey de Lance Macklin, que, para o evitar, desviou-se para a esquerda, atingindo o Mercedes do piloto francês Pierre Levegh, que vinha atrás.
Ocorreu então, um grande estrondo, com o carro de Levegh a voar por cima o carro de Macklin, batendo na barreira e começando a arder. O francês morreu instantaneamente e alguns pedaços do carro dele caiaram sobre o público.
Como resultado do acidente, morreram 81 espetadores e 1 automobilista, naquele que foi o pior acidente da história do automobilismo.
    
Consequências
  • A equipa Mercedes estava em primeiro na corrida, com Stirling Moss e Juan Manuel Fangio, e retirou-se dela, por respeito pelos mortos;
  • A própria Mercedes retirou-se do automobilismo após o acidente, só retornando em 1989.
  • Até 2006, o automobilismo foi proibido na Suíça, devido ao acidente, embora este tenha ocorrido na França. Apenas depois de 2007 é que as corridas voltaram a poder ser realizadas em território helvético.
       

Um monge budista auto-imolou-se, pelo fogo, em Saigão, há 63 anos...

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/7/7e/B%E1%BB%93_t%C3%A1t_Th%C3%ADch_Qu%E1%BA%A3ng_%C4%90%E1%BB%A9c.jpg/500px-B%E1%BB%93_t%C3%A1t_Th%C3%ADch_Qu%E1%BA%A3ng_%C4%90%E1%BB%A9c.jpg

  
Thích Quảng Ðức (Hội Khánh, 1897 - Saigão, 11 de junho de 1963), originalmente Lâm Văn Tức, foi o monge Mahayana que, durante uma manifestação na cidade de Saigão (atual Cidade de Ho Chi Minh), no Vietname do Sul, contra a política religiosa do governo de Ngo Dinh Diem, ateou fogo ao seu próprio corpo, num processo de auto-imolação, a 11 de junho de 1963.
Durante o seu suicídio o monge foi fotografado por Malcolm Browne, e a sua foto viria a ser premiada com os prémios Pulitzer e Foto do Ano da World Press Photo. O repórter David Halberstam também recebeu um Pulitzer, pela sua reportagem escrita do ocorrido.
No Vietname (que naquela época estava em guerra civil contra os Estados Unidos e parte da Ásia) e posteriormente no mundo todo, ele é considerado um Bodhisattva, uma vez que mesmo tendo sido queimado e posteriormente re-cremado, o seu coração permaneceu intacto. Isso aumentou o impacto de sua morte mundialmente, tornando-o um verdadeiro mártir.
As ações de Thích Quảng Ðức aumentaram a pressão internacional sobre o regime de Diem e fez com que o líder anunciasse reformas para acalmar os budistas. No entanto, as mudanças prometidas foram implementadas muito lentamente ou nem foram implementadas, resultando numa deterioração na disputa. Com a continuação dos protestos, as Forças Especiais leais ao irmão de Diem, Ngô Ðình Nhu, iniciaram ataques aos pagodes budistas em toda nação, tomando o 'coração sagrado', causando mortes e danos generalizados. Diversos monges budistas seguiram o exemplo de Thích Quảng Ðức e se auto-imolaram. Eventualmente, um golpe militar derrubou e matou Diem.
A auto-imolação foi vista como o ponto da viragem da crise budista vietnamita que culminou numa mudança do regime.

  

 
Thích Quảng Ðức durante a auto-imolação (fotógrafo Malcolm Browne - Associated Press)
  

Carlos Seixas nasceu há 322 anos...

     
José António Carlos de Seixas (Coimbra, 11 de junho de 1704 - Lisboa, 25 de agosto de 1742), compositor e organista português.
Filho de Francisco Vaz e de Marcelina Nunes, Carlos Seixas estudou com o pai e cedo o substituiu, como organista da Sé de Coimbra, cargo de grande responsabilidade, que exerceu durante dois anos. Aos 16 anos partiu para Lisboa, altura em que a corte portuguesa era das mais dispendiosas da Europa. Foi muito solicitado como professor de música de famílias nobres da corte, nomeado organista da Sé Patriarcal e da Capela Real (sendo o mestre desta Domenico Scarlatti, estabeleceram certamente colaborações proveitosas). Carlos Seixas gozava da fama de ser músico e professor excelente. Na capital impôs-se como organista, cravista e compositor. Com o seu trabalho sustentou a mulher, que desposara aos 28 anos, e a prole de cinco, dois filhos e três filhas, e adquiriu algumas casas nas vizinhanças da Sé. Carlos Seixas morreu a 25 de agosto de 1742, de febre reumática, já sendo Mestre da Capela Real.
    
 

Música adequada à data...

Françoise Hardy morreu há dois anos...

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/1/1a/Francoise_hardy_february_1966.jpg/500px-Francoise_hardy_february_1966.jpg

    

Françoise Madeleine Hardy (Paris, 17 de janeiro de 1944 – Paris, 11 de junho de 2024) foi uma cantora e compositora francesa, bastante popular principalmente durante os anos 1960, quando foi uma das maiores representantes do yé-yé francês. Uma das mais bem-sucedidas, elogiadas e influentes artistas francesas do século XX, o seu trabalho ao longo de décadas é marcado por fina sensibilidade e sofisticação musical.

    

(...)  

    

Em janeiro de 2023 a revista norte-americana Rolling Stone inclui Françoise Hardy na sua lista dos "200 maiores cantores de todos os tempos". A cantora fica 162° lugar. Foi a única artista da França a aparecer na lista e o facto é destaque na imprensa do país.

Françoise morreu a 11 de junho de 2024, por causa de um cancro na laringe.

  

 https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/1/1c/Francoise_Hardy_1969_Colorized.jpg/500px-Francoise_Hardy_1969_Colorized.jpg

    

in Wikipédia

 

Gonçalves Crespo morreu há 143 anos...

undefined

 

António Cândido Gonçalves Crespo (Rio de Janeiro, 11 de março de 1846 - Lisboa, 11 de junho de 1883) foi um jurista e poeta português, de influência parnasiana, membro das tertúlias intelectuais portuguesas do último quartel do século XIX. Nascido nos arredores da cidade do Rio de Janeiro, filho de mãe escrava, fixou-se em Lisboa aos 14 anos de idade e estudou Direito na Universidade de Coimbra. Dedicou-se essencialmente à poesia e ao jornalismo. 

 

Biografia

Nasceu nos arredores da cidade do Rio de Janeiro, no Brasil, filho de um comerciante português, António José Gonçalves Crespo, que era à data casado com Teodora Maria Ferreira, e de Francisca Rosa da Conceição, uma mestiça e escrava. Aos 14 anos de idade mudou-se para Portugal.

Depois de estudos preparatórios em Lisboa, matriculou-se em Direito na Universidade de Coimbra, onde se formou em 1877.

Fixou-se em Lisboa, onde, apesar de ter adquirido a nacionalidade portuguesa, ao tempo requisito para o exercício da advocacia, pouco exerceu aquela profissão, optando antes pelo jornalismo. Foi colaborador de diversos periódicos, entre os quais O Occidente (1878-1915) e a Folha, o jornal de Coimbra em que era diretor João Penha, o poeta que introduziu o parnasianismo em Portugal, tendo colaborado igualmente na revista literária República das Letras (1875), dirigida pelo mesmo, de que saíram três números. Colaborou também nas revistas Renascença (1878-1879?), A Mulher (1879), Jornal do domingo (1881-1888), A Leitura ((1894-1896), Branco e Negro (1896-1898), Serões (1901-1911) e na Revista de turismo iniciada em 1916. Como poeta estreou-se com a coletânea Miniaturas, publicada em 1870. Também se dedicou à tradução, publicando versões em português de poemas de Heinrich Heine.

Em 12 de março de 1874, ainda estudante, casou com a poetisa e escritora Maria Amália Vaz de Carvalho, ingressando, graças a ela e ao seu círculo de amigos, no mundo das tertúlias intelectuais de Lisboa. Nesses círculos a avançou na sua carreira como poeta e publicista, ganhando grande nomeada. Influenciado pela escola parnasiana, nas suas obras poéticas abandonou a estética romântica, afirmando-se como poeta de grande qualidade, particularmente após a publicação póstuma da sua obra completa (1887). A sua coletânea Noturnos conheceu várias edições (1882, 1888, 1897, 1923, 1942). Em colaboração com a esposa publicou o livro Contos para os Nossos Filhos (1886).

Foi também atraído para o mundo da política e em 1879 foi eleito deputado às Cortes pelo círculo do Estado da Índia. Faleceu em Lisboa, vítima da tuberculose, com apenas 37 anos de idade, na Travessa de Santa Catarina, número 11, pelas 18 horas e 30 minutos de 11 de junho de 1883. Foi sepultado no Cemitério dos Prazeres, em jazigo, deixando dois filhos menores, Luís e Maria Cristina. O terceiro filho, nascido em 17 de julho do mesmo ano, morreu à nascença e foi-lhe dado o nome do pai.

A sua afirmação como poeta foi reforçada em 1887, quando foram publicadas as suas Obras Completas, com prefácio de Teixeira de Queirós e de Maria Amália Vaz de Carvalho.


in Wikipédia


 

ALGUÉM

Para alguém sou o lírio entre os abrolhos,
E tenho as formas ideais de Cristo;
Para alguém sou a vida e a luz dos olhos,
E, se na Terra existe, é porque existo.

Esse alguém, que prefere ao namorado
Cantar das aves minha rude voz,
Não és tu, anjo meu idolatrado!
Nem, meus amigos, é nenhum de vós!

Quando, alta noite, me reclino e deito,
Melancólico, triste e fatigado,
Esse alguém abre as asas no meu leito,
E o meu sono desliza perfumado.

Chovam bênçãos de Deus sobre a que chora
Por mim além dos mares! esse alguém
É de meus olhos a esplendente aurora;
És tu, doce velhinha, ó minha mãe!

 

Gonçalves Crespo

Bartolomeo Vanzetti nasceu há 138 anos...

      
Bartolomeo Vanzetti (Villafalletto, 11 de junho de 1888 - Charlestown, 23 de agosto de 1927) foi um anarquista italiano que, juntamente com Nicola Sacco, foi preso, processado, julgado e condenado, nos Estados Unidos da América, na década de 20, sob a acusação de homicídio de um contador e de um guarda de uma fábrica de sapatos. Sobre a sua culpa houve muitas dúvidas já na época dos acontecimentos.
    
Biografia
Nem ele nem Sacco foram absolvidos, nem mesmo quando um outro homem admitiu, em 1925, a autoria dos crimes. Foram condenados à pena capital e executados na cadeira elétrica, a 23 de agosto de 1927.
Há uma citação sobre ambos no poema "América" de Allen Ginsberg.
Howard Fast, escritor de origem judaica e militante político, escreveu um livro que narra a história dos dois anarquistas, imigrantes italianos, condenados a morte, chamado "Sacco e Vanzetti".
Em 1977, uma investigação, ordenada pelo então governador de Massachusetts, Michael Dukakis, estabeleceu que Sacco e Vanzetti não receberam um julgamento justo. Dukakis proclamou 23 de agosto de 1977 como o Dia em Memória de Sacco e Vanzetti, com o objetivo de remover todo o estigma dos seus nomes. Eles não receberam perdão póstumo, pois significaria atribuir-lhes culpa.
   

São Francisco Marto nasceu há 118 anos...

 

 

Francisco de Jesus Marto (Aljustrel, Fátima, 11 de junho de 1908 - Aljustrel, Fátima, 4 de abril de 1919) foi um dos três pastorinhos que viu Nossa Senhora, na Cova da Iria, em Fátima, entre 13 de maio e 13 de outubro de 1917.

Foi beatificado pelo Papa João Paulo II, no dia 13 de maio de 2000, no Santuário de Fátima, em Portugal, e foi canonizado, pelo Papa Francisco, no mesmo local, no dia 13 de maio de 2017, por ocasião das celebrações do centenário das aparições de Fátima.

Ele, bem como a sua irmã Jacinta Marto, foram as primeiras crianças santas não-mártires da Igreja Católica

  

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/c/c9/ChildrensofFatima.jpg/330px-ChildrensofFatima.jpg

in Wikipédia

Jacques-Yves Cousteau nasceu há 116 anos...

  
Jacques-Yves Cousteau (Saint André de Cubzac, 11 de junho de 1910 - Paris, 25 de junho de 1997) foi um oficial da marinha francesa, documentarista, cineasta e oceanógrafo, mundialmente conhecido pelas suas viagens de pesquisa, a bordo do Calypso.
Cousteau foi um dos inventores, juntamente com Émile Gagnan, do aqualung, o equipamento de mergulho autónomo que substituiu os pesados escafandros, e também participou como piloto de testes da criação de aparelhos de ultra-som para levantamentos geológicos do relevo submarino e de equipamentos foto-cinematográficos para trabalhos em grandes profundidades.
Jacques Cousteau conquistou o Óscar em 1956 com o documentário O mundo silencioso, filmado no Mediterrâneo e no Mar Vermelho. Mas o próprio Cousteau confessa que, nos seus primeiros filmes, não tinha nenhum tipo de preocupação ecológica. No total, fez quatro longas-metragens e setenta documentários para a televisão.
Em 1965, Cousteau criou uma casa submarina, onde seis pessoas viveram, durante um mês, a cem metros de profundidade.
Em 1990, o músico francês Jean Michel Jarre lançou um álbum em sua homenagem, para comemorar o seu 80º aniversário, com o título Waiting For Cousteau.
 
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/b/bf/Saint-Andr%C3%A9-de-Cubzac_-_Maison_natale_de_Jacques-Yves_Cousteau_-_3.jpg/500px-Saint-Andr%C3%A9-de-Cubzac_-_Maison_natale_de_Jacques-Yves_Cousteau_-_3.jpg
   

O alpinista João Garcia comemora hoje 59 anos


(imagem daqui)
       
João José Silva Abranches Garcia (Lisboa, 11 de junho de 1967) é um montanhista português. Tornou-se o décimo alpinista do mundo a ascender às 14 montanhas com mais de 8000 metros existentes no planeta, todas sem recurso a oxigénio artificial e sem carregadores de altitude, quando, em 17 de abril de 2010, atingiu o cume do Annapurna (8.091 metros), a última dessas catorze montanhas que lhe faltava. Também já ascendeu aos "Seven Summits" (sete cumes mais altos dos 6 continentes). A ascensão que lhe trouxe mais fama foi a escalada ao Monte Everest (8.848 metros), tendo sido o primeiro português a alcançar o seu cume, no dia 18 de maio de 1999.
 
Biografia

Nascido na capital portuguesa, João Garcia iniciou sua prática de montanhismo quando em 1983, então com 16 anos, deslocou-se de bicicleta durante quatro dias à Serra da Estrela e aí com o Clube de Montanhismo da Guarda (CMG) começou a praticar a escalada em rocha. No ano seguinte, iniciou-se na prática de escalada em neve e gelo. Em 1985 acompanhou o CMG numa expedição aos Alpes, tendo ascendido (entre outras montanhas), pela primeira vez ao Monte Branco (4.807 m). Nos anos seguintes ascendeu a inúmeros cumes dos Alpes.

Simultaneamente foi atleta de competição de triatlo, desporto que lhe possibilitava adquirir a preparação física necessária para o montanhismo. Em 1990 foi selecionado para uma comissão de serviço de três anos no Quartel Supremo das Forças Aliadas na Bélgica.

Em 1993 iniciou a sua atividade como himalaísta, integrando uma expedição internacional polaca (liderado por Krzysztof Wielicki) à montanha Cho Oyu (8201 m) no Tibete. A ascensão coroada de sucesso foi realizada por uma nova via e sem uso de oxigénio artificial. A partir daí ascendeu a inúmeros cumes dos Himalaias, entre os quais as restantes treze das 14 montanhas com mais de 8.000 metros. Esses cumes são:

No currículo, Garcia já averbou a conquista dos "Big Five", como são conhecidas na gíria dos alpinistas, as cinco montanhas mais altas do planeta (Everest, K2, Kanchenjunga, Lhotse, e Makalu). Relativamente à ascensão ao cume do Everest (8.850 m), em 18 de maio de 1999, realizada pela face norte, e como sempre sem recurso a oxigénio artificial, levou à morte do seu colega de escalada e grande amigo, o belga Pascal Debrouwer, que caiu numa ravina durante a descida e valeu a João Garcia o internamento num hospital de Saragoça, em Espanha, onde lhe amputaram alguns dedos das mãos e pés, e onde recebeu um implante para o seu nariz devido às queimaduras provocadas pelo gelo.

João Garcia é atualmente o único português “cameraman” de altitude e de condições extremas, tendo já realizado vários documentários sobre as suas expedições, e que têm sido transmitidos nas televisões portuguesas. João Garcia é também autor do livro “A Mais Alta Solidão”, que já vendeu mais de 30 mil exemplares; e do livro "Mais Além – Depois do Evereste", lançado em fevereiro de 2007, e que foi dedicado a Bruno Carvalho.

João Garcia lançou em Janeiro de 2009 o filme intitulado "Joao Garcia sur la route des 14" que tem realização de Johan Perrier e relata o projeto "À conquista dos Picos do Mundo" e o desejo do português de conquistar as 14 montanhas mais altas do planeta.

João Garcia foi ainda embaixador da prevenção contra a SIDA 2006-2009.

  

Joshua Jackson comemora hoje 48 anos

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/b/b1/Joshua_Jackson_%285980640567%29.jpg/960px-Joshua_Jackson_%285980640567%29.jpg
         
Joshua Carter Jackson (Vancouver, 11 de junho de 1978) é um ator canadiano-norte-americano. Ele ficou conhecido ainda na infância após fazer o seu primeiro papel de destaque como Charlie Conway, em 1992, no filme The Mighty Ducks. Ele é mais conhecido pelos seus papeis principais de Pacey Witter, na série americana Dawson's Creek (1998–2003), Peter Bishop na série de ficção científica Fringe (2008–2013) e Cole Lockhart no drama The Affair (2014–18).

El-Rei D. João III morreu há 469 anos...

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/d/dc/D._Jo%C3%A3o_III_-_Cristovao_Lopes.jpg
 
D. João III de Portugal
(Lisboa, 6 de junho de 1502 - Lisboa, 11 de junho de 1557) foi o décimo quinto Rei de Portugal, cognominado O Piedoso ou O Pio, pela sua devoção religiosa. Filho do rei D. Manuel I de Portugal, sucedeu-lhe em 1521, aos 19 anos. Herdou um império vastíssimo e disperso, nas ilhas atlânticas, costas ocidental e oriental de África, Índia, Malásia, ilhas do Pacífico, China e Brasil. Continuou a política centralizadora do seu pai. Durante o seu reinado foi obrigado a negociar as Molucas com Espanha, no tratado de Saragoça, adquiriu novas colónias na Ásia - Chalé, Diu, Bombaim, Baçaim e Macau e um grupo de portugueses chegou pela primeira vez ao Japão, em 1543, estendendo a presença portuguesa de Lisboa até Nagasaki. Para fazer face à pirataria, iniciou a colonização efetiva do Brasil, que dividiu em capitanias hereditárias, estabelecendo o governo central em 1548. Ao mesmo tempo, abandonou diversas cidades fortificadas em Marrocos, devido ao custos da sua defesa face aos ataques muçulmanos. Extremamente religioso, permitiu a introdução da inquisição em Portugal em 1536, obrigando à fuga muitos mercadores judeus e cristãos-novos, forçando o recurso a empréstimos estrangeiros. Inicialmente destacado entre as potências europeias económicas e diplomáticas, viu a rota do Cabo fraquejar, pois a rota do Levante recuperava, e em 1548 teve de mandar fechar a feitoria portuguesa de Antuérpia. Viu morrer os dez filhos que gerou e a crise iniciada no seu reinado amplificou-se sob o governo do seu neto e sucessor, o Rei D. Sebastião de Portugal.
    
        
Nascido em Lisboa, era filho de El-Rei Manuel I de Portugal e de Maria de Aragão, princesa de Espanha, filha dos Reis Católicos. Na câmara da Rainha, parturiente, Gil Vicente em trajes de vaqueiro representou a sua primeira peça, o Auto da Visitação ou Monólogo do Vaqueiro. O batismo, em 15 de junho, foi realizado na capela de São Miguel do Paço da Alcáçova, tendo como padrinho o Doge de Veneza, Leonardo Loredan, representado por Pero Pasquaglio. Foram madrinhas uma tia paterna, a Rainha Dona Leonor, viúva de D. João II, e a avó paterna, a infanta Dona Beatriz, duquesa de Beja. Nas Cortes a seguir convocadas, para 15 de agosto, o príncipe foi jurado herdeiro.
      
Estátua de D. João III, Universidade de Coimbra
      

Jorge I do Reino Unido morreu há 299 anos...

   
Jorge I (Hanover, 28 de maio de 1660Osnabruque, 11 de junho de 1727) foi o Rei da Grã-Bretanha e Irlanda de 1 de agosto de 1714 até à sua morte, e também governante do Eleitorado de Brunsvique-Luneburgo a partir de 1698.
Jorge nasceu em Hanôver e herdou os títulos e terras de seu pai e tios. Sucessivas guerras expandiram os seus domínios germânicos, e ele foi ratificado como príncipe-eleitor de Hanover em 1708. Após a morte da rainha Ana da Grã-Bretanha, Jorge ascendeu ao trono britânico aos 54 anos, como o primeiro monarca da Casa de Hanover. Apesar de mais de cinquenta católicos terem uma relação de parentesco mais próxima de Ana, o Decreto de Estabelecimento de 1701 impedia que católicos assumissem o trono britânico; Jorge era o parente protestante mais próximo da rainha. Em retaliação, os jacobitas tentaram sem sucesso depor Jorge e substituí-lo pelo meio-irmão católico de Ana, Jaime Francisco Eduardo Stuart.
Durante o reinado de Jorge, os poderes da monarquia foram diminuídos e a Grã-Bretanha começou uma transição para o sistema moderno de governo do conselho de ministros, liderados por um primeiro-ministro. No final de seu reinado, o verdadeiro poder foi exercido por Sir Robert Walpole. Jorge morreu durante uma viagem a Hanover, sendo sucedido pelo filho, Jorge II.
     
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/3/30/Coat_of_arms_of_Great_Britain_%281714%E2%80%931801%29.svg/960px-Coat_of_arms_of_Great_Britain_%281714%E2%80%931801%29.svg.png
 
in Wikipédia