segunda-feira, outubro 19, 2026
Saudades de Paul Raven...
Postado por Pedro Luna às 19:00 0 comentários
Marcadores: Killing Joke, Love Like Blood, música, Paul Raven, The Raven King
Auguste Lumière nasceu há 164 anos...
Postado por Fernando Martins às 16:40 0 comentários
Marcadores: Auguste Lumière, cinema, França, irmãos Lumière
O Everest não é a maior montanha na História geológica da Terra...
Já existiu na Terra uma montanha mais alta do que o Everest?
O Evereste talvez seja hoje o rei do planeta, mas já alguma vez a Terra ergueu da sua superfície uma montanha maior?
Às vezes, erguer picos altíssimos dá muita luta. E haverá acontecimento mais estrondoso do que o choque de placas continentais?
Estes amontoados geológicos deram origem a algumas das maiores e mais altas montanhas do planeta, incluindo o Evereste e os seus vizinhos dos Himalaias. Mas terá existido alguma vez um pico mais alto do que o Evereste, que se ergue a 8.849 metros acima do nível do mar?
A resposta continua a ser um mistério.
Mas há pistas geológicas sobre onde estariam os picos mais altos num passado remoto, explicam especialistas ouvidos pela Live Science.
Os geólogos não têm detalhes exatos que permitam apontar qual foi o pico mais alto há centenas de milhões de anos. “Infelizmente, nunca vamos conseguir esse grau de pormenor”, diz Alan Collins, professor de geologia na Universidade de Adelaide, na Austrália.
Ainda assim, há pistas em sedimentos que ficaram presos na crosta terrestre e que sugerem a grandeza perdida de cumes nevados e picos dos primórdios do planeta. Os cientistas estudam estas crostas para perceber até que profundidade desceram, o que pode revelar a altura das montanhas antigas.
As montanhas são, no fundo, pedaços da crosta continental empurrados para cima à medida que as placas tectónicas colidem devagar umas com as outras. Esta crosta é muito pesada e há muito mais nela do que se vê à superfície.
Mesmo os picos mais espetacularmente altos, como o Evereste (que, curiosamente, é apenas o 46º mais alto do Mundo), estão ancorados em crosta profunda. Tal como a crosta é empurrada para cima para formar os picos, também é empurrada para baixo, bem fundo.
Tanto Collins como Ziyi Zhu, geoquímica na Universidade Curtin, na Austrália, comparam as montanhas a icebergues: só uma pequena parte espreita acima da superfície.
“Podemos defender ou especular que a maior montanha ficava num sítio onde a crosta tinha raízes profundas”, disse Zhu à Live Science.
Os geólogos calculam que os Himalaias, por exemplo, têm uma coluna de crosta que desce até 80 quilómetros. Se compararmos com a altitude do Evereste, de cerca de 9.000 metros, a montanha mais alta do mundo representa, quando muito, apenas 14% da laje de rocha de que faz parte.
Ou seja, há um limite para a altura que as montanhas podem atingir antes de ruírem sob o próprio peso.
Os Himalaias começaram a formar-se há cerca de 45 milhões de anos, com a colisão entre as placas continentais indiana e eurasiática. Para montanhas, são relativamente jovens. E é em parte por isso que ainda são tão altos.
As montanhas altas e recortadas desgastam-se depressa com o tempo. Ainda assim, os Himalaias continuam a crescer, porque as duas placas continuam a colidir.
Mas estas colisões continentais já aconteceram inúmeras vezes antes.
Foi o caso da super-montanha Transgondwana, uma antiga cordilheira no que é hoje a África Oriental, começou a surgir há cerca de 650 milhões de anos, quando a África e a América do Sul embateram na Arábia, na Índia, na Austrália e na Antártida, e formaram o supercontinente Gondwana.
Gondwana voltou a dividir-se.
Mas os vestígios destas montanhas em sítios como o sul da Índia, o Sri Lanka, a Tanzânia e o Quénia indicam que eram três vezes mais compridas do que os Himalaias.
“Se agora andarmos por lá, vemos rochas que estiveram na base deste cinturão de montanhas”, diz Collins. Em média, a crosta é mais profunda do que a dos Himalaias. “Achamos que isto tem pelo menos a escala dos Himalaias, se não mais“, disse Collins.
As crostas encontradas nestas zonas também dão pistas sobre a altura das montanhas, com secções que descem até 30 quilómetros de profundidade, apesar de quinhentos milhões de anos de erosão. “A certa altura, estariam provavelmente a meio de uma coluna de crosta com 60 quilómetros de profundidade“, disse Collins.
Ou seja, as montanhas acima desta base podiam ser tão altas como o Evereste.
Nos Himalaias, as montanhas mais altas ficam na orla do Planalto Tibetano, que tem a maior altitude do planeta: cerca de 6 quilómetros acima do nível do mar, em média.
A cordilheira Transgondwana talvez tivesse um planalto parecido à volta do sul de Madagáscar. Nesse caso, a sua orla ficaria no leste de Madagáscar, no sul da Índia e no leste da Antártida, disse Collins.
Outro candidato às montanhas mais altas foi a orogenia de Grenville, que surgiu com a formação do supercontinente Rodínia, a partir de há cerca de 1,3 mil milhões de anos. Os seus restos podem ver-se no sudeste do Ontário e no noroeste do Vermont.
Mas sabe-se menos sobre esta cordilheira extinta, disse Collins, e há investigadores que defendem que não teria sido tão alta como a Transgondwana ou os Himalaias.
Mais atrás no tempo, há cerca de 2 mil milhões de anos, a formação do supercontinente Nuna (também chamado Columbia) deixou igualmente vestígios de montanhas verdadeiramente gigantes.
No seu artigo, Zhu encontrou provas desta supermontanha ao analisar a composição de cristais de zircão que ficaram na crosta, por baixo desta cordilheira desaparecida.
Mas, se recuarmos ainda mais, o quadro fica mais turvo.
Quando a Terra era mais quente, é provável que as montanhas não conseguissem ser tão altas, porque uma crosta mais quente aguenta menos peso, diz Collins.
As placas continentais e as rochas estáveis só começaram a formar-se há cerca de 4 mil milhões de anos. E foram precisas mais algumas centenas de milhões de anos para se formarem os grandes continentes.
Para Zhu, as cordilheiras de Nuna, Transgondwana e dos Himalaias são, para já, os melhores candidatos a ter tido as montanhas mais altas de sempre. Mas é provável que seja impossível apontar o pico mais alto em concreto, pelo menos com os métodos científicos atuais.
“É uma questão em aberto”, diz Zhu.
in ZAP
Postado por Fernando Martins às 14:36 0 comentários
Marcadores: Everest, montanhas, orogenia, orogenia alpina, tectónica de placas
Nunca te esqueceremos, Manuel António Pina...

It's allright, ma...
Está tudo bem, mãe,
estou só a esvair-me em sangue,
o sangue vai e vem,
tenho muito sangue.
Não tenho é paciência,
nem tempo que baste
(nem espaço, deixaste-me
pouco espaço para tanto existência).
Lembranças a menos
faziam-me bem,
e esquecimento também
e sangue e água a menos.
Teria cicatrizado
a ferida do lado,
e eu ressuscitado
pelo lado de dentro.
Que é o lado
por onde estou pregado,
sem mandamento
e sem sofrimento.
Nas tuas mãos
entrego o meu espírito,
seja feita a tua vontade,
e por aí adiante.
Que não se perturbe
nem intimide
o teu coração,
estou só a morrer em vão
in Cuidados Intensivos (1994) - Manuel António Pina
Postado por Pedro Luna às 14:00 0 comentários
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Hoje é dia de ouvir The Paragons...
The Paragons - The Tide Is High
I'm gonna be your number one
I'm not the kinda man who gives up just like that
No
It's not the things you do that really hurts me bad
But it's the way you do the things you do to me
I'm not the kinda man who gives up just like that
No
The tide is high but I'm holding on
I'm gonna be your number one
Number one
Number one
Every man wants you to be his girl
But I'll wait, my dear, 'til it's my turn
I'm not the kinda man who gives up just like that
No
Every man wants you to be his girl
But I'll wait, my dear, 'til it's my turn
I'm not the kinda man who gives up just like that
No
The tide is high but I'm holding on
I'm gonna be your number one
The tide is high but I'm holding on
I'm gonna be your number one
I'm gonna be your number one
Postado por Pedro Luna às 12:00 0 comentários
Marcadores: Jamaica, John Holt, música, reggae, The Paragons, The Tide Is High
Hoje é dia recordar Vinicius de Moraes...
A rosa de Hiroxima
Rio de Janeiro, 1954
Pensem nas crianças
Mudas telepáticas
Pensem nas meninas
Cegas inexatas
Pensem nas mulheres
Rotas alteradas
Pensem nas feridas
Como rosas cálidas
Mas oh não se esqueçam
Da rosa da rosa
Da rosa de Hiroxima
A rosa hereditária
A rosa radioativa
Estúpida e inválida
A rosa com cirrose
A antirrosa atômica
Sem cor sem perfume
Sem rosa sem nada.
Vinicius de Moraes
Postado por Pedro Luna às 11:40 0 comentários
Marcadores: música, Ney Matogrosso, poesia, Rosa de Hiroshima, Secos e Molhados, Vinicius de Moraes
Raul Solnado nasceu há 97 anos...

Postado por Fernando Martins às 09:07 0 comentários
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Carlos Malheiro Dias morreu 85 anos...
Estudou no Liceu de Lamego, na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, onde apenas iniciou o curso de Direito, e na Universidade de Lisboa, onde concluiu a licenciatura no Curso Superior de Letras.
Filho de pai português, Henrique Malheiro Dias, negociante, natural do Porto e mãe brasileira, Adelaide Carolina Araújo Pereira, natural de Canguçu, partilhou entre os dois países a sua vocação literária. Seguiu para o Rio de Janeiro em 1893, iniciando a sua vida literária colaborando em jornais da capital da jovem república brasileira.
A sua primeira publicação, o romance naturalista A Mulata (1896), sobre o baixo mundo do Rio de Janeiro, cuja personagem principal é uma prostituta, foi recebido violentamente pela crítica, que o considerou um insulto para a época, tendo sido adjetivado de "livro infame, em que nada do Brasil escapara ao insulto" e uma verdadeira "enxurrada de lama".
Diante da reação desfavorável, o autor voltou para Portugal, onde ingressou na política. Monárquico militante, foi deputado entre 1897 e 1910.
Casou, aos 23 anos de idade, a 31 de dezembro de 1898, na freguesia de Nespereira, do concelho de Guimarães, com Luísa de Sousa Ribeiro de Abreu, natural da freguesia de Oliveira do Castelo, filha de Domingos Luís Ribeiro, já falecido e de Maria Etelvina de Freitas Ferreira, de quem mais tarde se divorciou e com quem teve duas filhas: Maria Adelaide de Sousa Malheiro Dias (Cedofeita, Porto, 26 de fevereiro de 1900 - ?), que casou com Duarte Moniz Pereira, e Maria Luísa de Sousa Malheiro Dias (São Sebastião da Pedreira, Lisboa, 27 de outubro de 1905 - São Domingos de Benfica, Lisboa, 10 de outubro de 1989), que casou com Ramiro Guedes Correia de Campos.
Fez parte da Maçonaria, tendo entrado na loja maçónica “Luís de Camões” de Lisboa.
Com a proclamação da república portuguesa (1910), exilou-se voluntariamente no Brasil, onde viveu até 1935. Quando do seu retorno em 1910, a comunidade portuguesa do Rio de Janeiro ofereceu-lhe, na conceituada Confeitaria Colombo, um jantar de homenagem e de desagravo pelas hostilidades ocorridas quando da publicação do seu primeiro e polémico romance. Compareceram políticos, escritores e representantes da classe conservadora, todos vaiados por um grupo de jornalistas, poetas e jovens intelectuais na rua do Ouvidor, à porta da Colombo, inclusive Rui Barbosa que, embora recebido em respeitoso silêncio, ao adentrar a confeitaria, ouviu o protesto do poeta Bastos Tigre, que lhe gritou: "Não sou tigre de tapete!"
A comunidade portuguesa no Brasil ofereceu-lhe, também, a moradia onde viveu, em Lisboa, na Avenida do Brasil, perto do Campo Grande, e que hoje já não existe.
A 2 de Junho de 1919 foi feito Grande-Oficial da Ordem Militar de Cristo, tendo sido elevado a Grã-Cruz da mesma Ordem a 13 de junho do mesmo ano.
Abandonou posteriormente a ficção e passou para a historiografia e temas cívicos e políticos. Coordenou a publicação da monumental História da Colonização Portuguesa do Brasil (1921), com reconhecida maestria, em que confluíram o realismo historicista e o neorromantismo nacionalista. Junto com Frederico Barata, fundou e dirigiu a famosa revista carioca O Cruzeiro (1928), de Assis Chateaubriand. E é possível que tenha sido o autor das cartas entre tia e sobrinha, na secção "Carta de Mulher" dramatizando a tradição e a modernidade nos primeiros anos de edição da revista O Cruzeiro, sob os pseudônimos de "Iracema", a tia, e "Lucia", a sobrinha. "Iracema" era o pseudónimo de Carlos Malheiro Dias na Revista da Semana, na secção "Cartas de Mulher", no plural.
Além de ter sido diretor da revista Ilustração Portuguesa e codiretor de O Domingo Ilustrado (1925-1927), colaborou em diversas publicações periódicas, nomeadamente nas publicações periódicas Branco e Negro (1896-1898), Brasil- Portugal (1899-1914), Serões (1901-1911), Revista do Conservatório Real de Lisboa (1902), Atlantida (1915-1920), Contemporânea (1915-1926), Homens Livres (1923), Lusitânia (1924-1927), Feira da Ladra (1929-1943) e no Boletim do Sindicato Nacional dos Jornalistas (1941-1945).
Foi também um dos fundadores da Academia Portuguesa de História (1936), considerada sucessora da Academia Real de História Portuguesa. Foi membro-correspondente da Academia Brasileira de Letras (ABL), sucedendo a Eça de Queiroz. Romancista, contista e cronista, é considerado um dos maiores e mais talentosos escritores portugueses da geração seguinte à do autor de O primo Basílio.
Faleceu aos 66 anos, vitimado por uma broncopneumonia, na Avenida Alferes Malheiro, número 19, freguesia de Campo Grande, em Lisboa. Esteve primeiramente sepultado no Cemitério do Lumiar, sendo trasladado, a 31 de julho de 1942, para o Cemitério da Atouguia, em Guimarães, sendo cumprida a sua última vontade.
Postado por Fernando Martins às 08:50 0 comentários
Marcadores: Carlos Malheiro Dias, jornalista, literatura
Peter Tosh nasceu há oitenta e dois anos...
Winston Hubert McIntosh, mais conhecido como Peter Tosh (Westmoreland, 19 de outubro de 1944 – Kingston, 11 de setembro de 1987) foi um pioneiro músico de reggae/ska, conhecido pela sua militância, por ser bem-instruído e por se meter frequentemente em confusões.
Postado por Fernando Martins às 08:20 0 comentários
Marcadores: Legalize it, música, Peter Tosh, reggae, Rhythm and Blues, rocksteady, ska
Ernest Rutherford morreu há 89 anos...
Brasão do barão Rutherford de Nelson
in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 08:09 0 comentários
Marcadores: Ernest Rutherford, Física, Prémio Nobel, Química, Rutherford
Porque hoje precisamos recordar como morrem ditadores...
23
Mostravam-nos o corpo espedaçado de Khadafi,
depois das primaveras árabes, o mundo
entrava dentro do quarto
a golpes de metralhadora. Os mercados
eram seres bovinos, invisíveis, violando a Europa
num simulacro virtual de Zeus.
Só tu, obstinada, ensanguentavas o olhar, tensíssima,
na tua espera de Deus.
24
Somos o mesmo sangue, querias tu dizer,
e bebias o sumo sem uma palavra.
Um sangue que devia revoltar-se contra o tempo
e escorria das ampolas bebíveis,
ampulhetas sinistras,
quebradas pelos meus dedos.
in De Amore (2012) - Armando Silva Carvalho
Postado por Pedro Luna às 01:50 0 comentários
Marcadores: Armando Silva Carvalho, Khadafi, Líbia, poesia
Saudades de Manuel António Pina...
(imagem daqui)
Amor como em Casa
Regresso devagar ao teu
sorriso como quem volta a casa. Faço de conta que
não é nada comigo. Distraído percorro
o caminho familiar da saudade,
pequeninas coisas me prendem,
uma tarde num café, um livro. Devagar
te amo e às vezes depressa,
meu amor, e às vezes faço coisas que não devo,
regresso devagar a tua casa,
compro um livro, entro no
amor como em casa.
Manuel António Pina
Postado por Fernando Martins às 01:40 0 comentários
Marcadores: jornalismo, literatura, literatura infantil, Manuel António Pina, poesia
O pintor José Rodrigues morreu há 139 anos
Considerada a sua obra mais famosa, O cego rabequista, pintada em 1855, foi exibida na Exposição Universal de Paris em 1855 e na Exposição Internacional do Porto em 1865, conquistando o segundo lugar.
Postado por Fernando Martins às 01:39 0 comentários
Marcadores: José Rodrigues, pintura, romantismo
El-Rei D. Luís I morreu há 137 anos...
Postado por Fernando Martins às 01:37 0 comentários
Marcadores: D. Luís I, dinastia de Bragança, El-Rei, Monarquia Constitucional
Hoje é preciso ouvir uma ilha no sol...
Postado por Pedro Luna às 01:20 0 comentários
Marcadores: Island In The Sun, Jamaica, John Holt, música, reggae, The Paragons
Vinicius de Moraes nasceu há cento e treze anos...
Enfim, depois de tanto erro passado
Tantas retaliações, tanto perigo
Eis que ressurge noutro o velho amigo
Nunca perdido, sempre reencontrado.
É bom sentá-lo novamente ao lado
Com olhos que contêm o olhar antigo
Sempre comigo um pouco atribulado
E como sempre singular comigo.
Um bicho igual a mim, simples e humano
Sabendo se mover e comover
E a disfarçar com o meu próprio engano.
O amigo: um ser que a vida não explica
Que só se vai ao ver outro nascer
E o espelho de minha alma multiplica...
Vinicius de Moraes
Postado por Fernando Martins às 01:13 0 comentários
Marcadores: Bossa nova, MPB, música, poesia, samba, Vinicius de Moraes
José Alvalade morreu há 108 anos...

José Alfredo Holtreman Roquette, mais conhecido por José Alvalade (Cascais, 10 de outubro de 1885 – Campo Grande, Lisboa, 19 de outubro de 1918), foi o fundador e primeiro sócio do Sporting Clube de Portugal no início do século XX, juntamente com os irmãos Francisco Stromp e António Stromp, Henrique de Almeida Leite Júnior e os irmãos Eduardo Colares Gavazzo e Francisco Colares Gavazzo.
Em sua homenagem, o Sporting Clube de Portugal deu o seu nome ao seu Estádio.
(...)
José Alvalade morreu com apenas 33 anos, solteiro e sem geração legítima, a 19 de outubro de 1918, no Hospital do Rego (atualmente designado Hospital Curry Cabral), então pertencente à freguesia do Campo Grande, provavelmente vítima de febre tifóide (a causa do óbito surge com um ponto de interrogação no registo de óbito) e não da epidemia de pneumónica, como comummente se afirma. Foi sepultado em jazigo de família, no Cemitério dos Prazeres, em Lisboa. Teve dois filhos naturais de Deolinda Amélia Baptista Pinheiro: José Alvalade Holtreman Roquette e Alfredo Alvalade Holtreman Roquette, pais respetivamente do empresário José Alfredo Parreira Holtreman Roquette e do médico José Manuel Malheiro Holtreman Roquette, seus netos.
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in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 01:08 0 comentários
Marcadores: estádio Alvalade, futebol, José Alvalade, SCP, Sporting
A vergonhosa Noite Sangrenta da I república foi 105 anos...
19 de outubro de 1921
Postado por Fernando Martins às 01:05 0 comentários
Marcadores: 19 de outubro de 1921, anarquia, assassinato, I república, massacre, Noite Sangrenta
A sonda Mariner 5 chegou a Vénus há 59 anos
Postado por Fernando Martins às 00:59 0 comentários
Marcadores: Mariner, Mariner 5, NASA, sonda espacial, Vénus
Trey Parker celebra hoje 57 anos
Stone e Parker mudaram-se para Los Angeles e escreveram o seu segundo filme, Orgazmo (1997). Antes da estreia do filme, South Park estreou no Comedy Central, em agosto de 1997. A dupla, que possui controle criativo total do show, produziu desde música e videojogos baseados no show, que continua a ser executado. Eles trabalharam num filme chamado South Park: Bigger, Longer & Uncut (1999), que recebeu elogios da crítica e dos fãs. Juntamente com Parker, ele também produziu vários longas-metragens e séries de televisão, incluindo Team America: World Police (2004). Depois de vários anos de desenvolvimento, The Book of Mormon, um musical co-escrito por Stone, Parker e o compositor Robert Lopez, estreou na Broadway e tornou-se imensamente bem-sucedido. Em 2013, ele e Parker criaram o seu próprio estúdio de produção, o Important Studios. Stone recebeu vários prémios ao longo da sua carreira, incluindo cinco Prémios Emmy do Primetime pelo seu trabalho em South Park, bem como três Tony Awards e um Grammy Award por O Livro dos Mórmon.
Postado por Fernando Martins às 00:57 0 comentários
Marcadores: Humor, south park, televisão, The Book of Mormon, Trey Parker
Samora Machel morreu há quarenta anos...
Postado por Fernando Martins às 00:40 0 comentários
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