sábado, agosto 22, 2026

Hoje é o Dia Mundial do Folclore...!

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 (imagem daqui)

 

As danças das festas da aldeia, as lendas que os avós contam, as cantigas que ninguém assinou e o artesanato que passa de mão em mão formam um tesouro que não se guarda em nenhum museu: vive na memória coletiva. A 22 de agosto celebra-se o Dia Mundial do Folclore, uma data que recorda o dia de 1846 em que o britânico William John Thoms criou a palavra folklore para designar todo esse saber popular transmitido de geração em geração. 

 

A palavra nasceu a 22 de agosto de 1846

O termo folklore apareceu pela primeira vez numa carta que William John Thoms publicou sob o pseudónimo Ambrose Merton na revista londrina The Athenaeum, a 22 de agosto de 1846. Thoms uniu duas palavras do inglês antigo, folk (povo) e lore (saber), para substituir a expressão latina antiguidades populares.

 

História e origem do Dia Mundial do Folclore

Antes de 1846 não existia uma única palavra que reunisse os costumes, canções, contos, provérbios, danças e crenças das pessoas comuns. O antiquário William John Thoms propôs o vocábulo folklore justamente para dar nome a esse conjunto de tradições orais e populares que até então eram agrupadas sob rótulos vagos. A sua proposta teve tanto êxito que o termo saltou do inglês para dezenas de idiomas e hoje usa-se quase da mesma forma em português, espanhol, francês ou alemão.

Dessa data fundadora nasce a comemoração. O 22 de agosto tornou-se com o tempo o Dia Mundial do Folclore, uma jornada que reivindica o estudo e a proteção da cultura popular. O que começou como uma curiosidade de eruditos do século XIX é hoje uma disciplina académica, a folclorística, e uma preocupação de organismos internacionais que veem nestas tradições um património tão valioso e tão frágil como o de pedra.

 

Porque se celebra?

Celebra-se porque o folclore é a alma visível de um povo. Nas danças, na música, nos trajes, nas lendas e no artesanato de cada região batem séculos de história, de mestiçagem e de identidade partilhada. Ao contrário de um monumento, o folclore não se sustenta com pedra nem com cimento: depende de que alguém continue a cantar a cantiga, a dançar o passo ou a contar a história. Quando essa cadeia de transmissão se quebra, a tradição desaparece para sempre.

Por isso a data tem uma dimensão de urgência. A globalização, o êxodo rural e a uniformização cultural ameaçam silenciar músicas, línguas e ofícios que estão vivos há séculos. Celebrar o folclore é reconhecer que a diversidade cultural do planeta se sustenta, em boa medida, sobre aquilo que um povo canta, dança e recorda sem precisar de o escrever.

 

Mais de 730 elementos protegidos pela UNESCO

UNESCO aprovou em 2003 a Convenção para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial, o quadro que protege as tradições vivas do mundo. As suas listas superam já os 730 elementos de mais de 145 países: danças, músicas, rituais, ofícios artesanais e saberes orais que são considerados património de toda a humanidade.

 

O que é exatamente o folclore

O folclore abrange muito mais do que umas danças com traje regional. Inclui a música e as danças tradicionais, os contos, mitos e lendas, os provérbios e as adivinhas, as festas e os rituais, as receitas, a medicina popular e o artesanato. Tudo isto partilha três traços: é de transmissão oral, é coletivo —raramente tem um autor conhecido— e está em constante evolução, porque cada geração o reinterpreta à sua maneira. Não é uma peça de museu congelada no passado, mas uma cultura viva que muda enquanto continua viva.

 

O folclore a partir de Portugal e do Brasil

O mundo lusófono é uma potência do folclore. Em Portugal, os ranchos folclóricos mantêm vivas as danças e os trajes de cada região, e o fado foi inscrito pela UNESCO como Património Cultural Imaterial em 2011, ao qual se juntaram o Cante Alentejano em 2014 e o Carnaval dos caretos de Podence. No Brasil, o folclore é uma mestiçagem deslumbrante de raízes indígenas, africanas e europeias: o frevo pernambucano, inscrito pela UNESCO em 2012, o forró, as festas juninas, o maracatu ou o bumba meu boi são marcas de identidade de todo um país. Por trás de cada um há comunidades que mantêm vivas as suas tradições perante o avanço uniformizador da cultura global.

 

Como se vive no mundo

Todos os 22 de agosto, escolas de dança, grupos folclóricos, museus etnográficos e câmaras municipais organizam festivais, ateliês e mostras de trajes, música e gastronomia tradicional. Em muitos países a data serve para reconhecer o trabalho das pessoas mais velhas que guardam esse saber e para o aproximar dos mais jovens. Nas redes sociais, a efeméride enche-se de imagens de danças, instrumentos e ofícios dos cinco continentes, um lembrete de que a diversidade cultural é uma riqueza que vale a pena defender.

 

in Dia Internacional

    

O governador de Macau, João Maria Ferreira do Amaral, foi assassinado há 177 anos...

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João Maria Ferreira do Amaral (Lisboa, 4 de março de 1803 - Macau, 22 de agosto de 1849) foi oficial da Marinha Portuguesa e governador de Macau

 

Biografia

Em 1821, Ferreira do Amaral era aspirante de Marinha e iniciou a sua carreira servindo na esquadra do Brasil. Após a separação do Brasil de Portugal, todas as províncias proclamaram o Império, exceto a Bahia, que permaneceu fiel à metrópole, e rendeu-se apenas em julho de 1823, depois de vários combates entre portugueses e brasileiros. A 7 de janeiro de 1823, durante a Batalha de Itaparica, distinguiu-se o guarda-marinha Ferreira do Amaral, pela sua bravura em combate: sob as ordens imediatas do capitão-de-fragata Joaquim José da Cunha, então comandante da nau D. João VI, tendo o braço direito despedaçado por uma bala de canhão, no desembarque da praia da ponta do Mocambo, mesmo ferido gravemente continuou a comandar os seus homens na carga, até ser recolhido a bordo do bergantim Prontidão, onde lhe foi amputado o braço. Apesar de mutilado, prosseguiu na sua carreira e foi promovido a tenente.

Durante o período da Guerra Civil, foi um dos poucos oficiais da Marinha que conseguiram emigrar e apresentar-se na Ilha Terceira ao serviço do partido constitucionalista. Fez parte do desembarque do Mindelo e teve muitas outras missões importantes durante as Campanhas da Liberdade, com especial relevo para a defesa de Lisboa pelo lado oeste, em 1833, enquanto comandante do brigue São Boaventura e da esquadrilha do Ribatejo. No fim da guerra era já oficial superior.

Até 1844 comandou vários outros navios, entre os quais a corveta Urânia, que usou em missões diplomáticas no Mediterrâneo, e a fragata Diana na qual desempenhou importante missão ao Brasil e ao Rio da Prata, em defesa dos interesses e segurança dos portugueses. Serviu em Angola, onde comandou a estação naval e distinguiu-se no combate ao tráfico de escravos. Prendeu um negreiro, Arsénio Pompílio, que foi encarcerado no castelo de São Jorge e escreveu folhetos difamatórios contra Ferreira do Amaral, mas que não lhe abalaram o prestígio. Era deputado por Angola, em 1846 , quando foi nomeado governador de Macau.

Em consequência da Primeira Guerra do Ópio, Inglaterra fundou uma colónia na ilha de Hong Kong, que se tornou o porto ocidental mais importante na China. Estes acontecimentos levaram o governo de Portugal, em 1844, a decidir tornar Macau uma verdadeira colónia portuguesa. Em 1845, a cidade foi declarada um porto franco e tornada independente do governo da Índia, ao qual estava sujeita até então.

Macau tinha até então duas alfândegas: a portuguesa, que cobrava impostos sobre o comando dos navios nacionais, constituindo a única renda pública de que se pagava aos funcionários da cidade; e a chinesa (o Ho-pu), cujos impostos eram cobrados pelos mandarins do Império Chinês. O Governador Ferreira do Amaral expulsou os mandarins de Macau, aboliu a alfândega chinesa, pôs fim ao pagamento de vários tributos e impostos (de entre os quais o aluguer de Macau) às autoridades chinesas, abriu os portos, construiu estradas nos campos anteriormente vedados pelos chineses, ocupou oficialmente a ilha da Taipa, lançou tributos e reorganizou os serviços públicos.

O seu governo enérgico, em defesa dos interesses de Portugal e pelo domínio do território, desagradou aos mandarins, que trataram de eliminar tão determinado inimigo. Na tarde do dia 22 de agosto de 1849, Ferreira do Amaral saiu para um passeio a cavalo, acompanhado pelo seu ajudante de ordens, Jerónimo Pereira Leite, passou as Portas do Cerco e foi atacado por um grupo de chineses, que o mataram à cutilada.

Logo após a este acontecimento trágico, decorreu a famosa Batalha do Passaleão, considerada o único verdadeiro "conflito" bélico entre as forças militares portuguesas e chinesas.

Está albergada no jardim da Alameda da Encarnação a estátua do governador de Macau, João Maria Ferreira do Amaral, transferida de Macau antes de 1999. 

 

in Wikipédia

Claude Debussy nasceu há 164 anos

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A música inovadora de Debussy agiu como um fenómeno catalisador de diversos movimentos musicais em outros países. Em França, só se aponta Ravel como influenciado, e só na juventude, não sendo propriamente discípulo. Influenciados foram também Béla Bartók, Manuel de Falla, Heitor Villa-Lobos e outros. Do Prélude à l'après-midi d'un Faune ("Prelúdio ao entardecer de um Fauno"), com que, para Pierre Boulez, começou a música moderna, até Jeux ("Jogos"), toda a arte de Debussy foi uma lição de inconformismo.
  
 

Música adequada à data...

Ruy Guerra celebra hoje noventa e cinco anos

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Ruy Alexandre Guerra Coelho Pereira (Lourenço Marques, atual Maputo, 22 de agosto de 1931) é um roteirista, ator, poeta, compositor, dramaturgo, produtor, diretor de cinema e professor luso-brasileiro, nascido em Moçambique, então território português, e radicado no Brasil desde 1958. Reconhecido como um dos mais aclamados e importantes diretores da história do cinema brasileiro, foi um dos fundadores do movimento cinematográfico brasileiro Cinema Novo, proeminente no Brasil durante os anos 1960 e 1970.

Começou sua carreira no meio cinematográfico durante os anos 50, atuando como assistente de direção, quando se instalou no Brasil e dirigiu seu primeiro longa-metragem, o drama Os Cafajestes, em 1962, indicado ao Urso de Ouro no Festival de Cinema de Berlim. No mesmo festival, em 1964, lança seu filme mais aclamado, a coprodução entre Brasil e Argentina Os Fuzis, ganhador do Grand Prix do Júri na cerimónia, se tornando o primeiro filme brasileiro a receber tal honraria. Os Fuzis foi o início da chamada "trilogia Ruy Guerra", completada com os filmes A Queda (1978), também ganhador do Grand Prix do Júri, e A Fúria (2024).

Guerra também fez carreira nos palcos do teatro e como letrista de canções compostas em parceria com Chico Buarque, Milton Nascimento, Carlos Lyra, Edu Lobo, Francis Hime, Sergio Ricardo e Luiz Henrique.


   
Biografia

Ruy Alexandre Guerra Coelho Pereira nasceu em 22 de agosto de 1931 em Lourenço Marques, atual Maputo, em Moçambique, colónia africana portuguesa nas margens do Oceano Índico. Em sua adolescência, Guerra publica críticas cinematográficas, contos, crônicas, além de fazer filmes em 8mm. Em 1952, aos 20 anos, ingressou no Instituto de Altos Estudos Cinematográficos (IDHEC) em Paris, na França, onde formou-se em cinema.

Ainda na França, começou a atuar como assistente de câmera e direção. Em 1954, dirige o seu primeiro filme, o curta-metragem Quand Le Soleil Dort. Desembarca no Brasil em julho de 1958, no Rio de Janeiro, onde montaria uma carreira cinematográfica de sucesso.

 

Carreira

Ingressando nas fileiras do movimento cinematográfico brasileiro Cinema Novo, Guerra dirige o seu primeiro filme de longa-metragem, o drama Os Cafajestes, lançado no Festival de Cinema de Berlim, na Alemanha, onde esteve na competição pelo prémio de maior prestígio da cerimónia, o Urso de Ouro. Feito por Jece Valadão e Norma Bengell, foi o único "blockbuster" do movimento, tendo levado mais de um milhão de pessoas para as salas de cinema do Brasil. Recebido com resenhas positivas pela crítica especializada, história acompanha um mimado jovem rico que, após ver o seu pai indo à falência, organiza um plano para reverter a situação.

Em 1964, realiza Os Fuzis, um retrato da tragédia brasileira, considerado um dos melhores filmes brasileiros de todos os tempos. Com esta obra, Guerra vence o Grand Prix do Júri no Festival de Berlim, sendo a primeira produção brasileira a conquistar tal feito. Guerra rapidamente tornou-se um dos principais diretores do movimento, ao qual se seguiram obras notáveis como Tendres chasseurs (1969) e Os Deuses e os Mortos (1970).

A situação política brasileira durante a ditadura militar impôs-lhe uma pausa que terminaria em 1978, quando dirigiu, ao lado de Nelson Xavier, o longa A Queda, continuação da trilogia não planeada começada por Os Fuzis, em 1964. O filme repete o feito de seu antecessor ao também receber o Grand Prix do Júri no Festival de Berlim. Em 1980 regressou a Moçambique, então já independente, onde rodou Mueda, Memória e Massacre, o primeiro longa-metragem desse país. Ainda em Moçambique, realizou diversos curtas e contribuiu para a criação do Instituto Nacional do Cinema. Viveu e trabalhou também em Cuba por alguns períodos.

Em 1982, rodou no México, Erêndira, baseado no conto A Incrível e Triste História da Cândida Erêndira e Sua Avó Desalmada (1972), de Gabriel García Márquez. Posteriormente dirigiu: o musical Ópera do Malandro (1985), baseado na peça de Chico Buarque; Kuarup (1989), baseado no livro Quarup, de Antônio Callado; e o telefilme Fábula de la bella palomera, também baseado em Gabriel García Márquez.

 

Vida pessoal

O seu primeiro casamento foi com a cantora Nara Leão, nos anos 60, com quem não teve filhos; o casal rapidamente separou-se. Mais tarde, viveu com a atriz Leila Diniz, com quem teve uma filha, Janaína Diniz Guerra, nascida em 1971. Alguns anos após a morte de Leila, casou-se com a atriz Cláudia Ohana, com quem teve uma filha, Dandara Guerra, em 1983, e de quem se divorciou.

 

O Brasil entrou na II Guerra Mundial há 84 anos


O Brasil, embora, na época, estivesse sendo comandado por um regime ditatorial favorável ao modelo fascista (o Estado Novo getulista) dos Países do Eixo, acabou participando da Segunda Guerra Mundial (1939-1945) junto dos adversários destes, os Países Aliados. Em fevereiro de 1942, submarinos alemães e italianos iniciaram o torpedeamento de embarcações brasileiras no oceano Atlântico em represália à adesão do Brasil aos compromissos da Carta do Atlântico (que previa o alinhamento automático com qualquer nação do continente americano que fosse atacada por uma potência extracontinental), o que tornava sua neutralidade apenas teórica.

Durante o ano de 1942, em meio a incentivos económicos e pressão diplomática, os americanos instalaram bases aeronavais ao longo da costa Norte-Nordeste brasileira. Após meses do torpedeamento de navios mercantes brasileiros (21 submarinos alemães e dois italianos foram responsáveis pelo afundamento de 36 navios mercantes brasileiros, causando 1.691 náufragos e 1.074 mortes, o que foi o principal motivo que conduziu à declaração de guerra do Brasil à Alemanha e Itália) o povo vai às ruas e o Governo Brasileiro declara guerra à Alemanha nazi e à Itália fascista, em agosto de 1942.

Sendo, na época, um país com uma população maioritariamente analfabeta, vivendo no campo, com uma economia com foco principal voltado para exportação de commodities, uma política internacional tradicionalmente isolacionista com eventuais alinhamentos automáticos contra "perturbadores da ordem e do comércio internacionais", sem uma infraestrutura industrial-médico-educacional que pudesse servir de sustentação material e humana ao esforço de guerra que aquele conflito exigia, o Brasil não apenas se viu impedido de seguir uma linha de ação autónoma no conflito como encontrou dificuldades em assumir mesmo um modesto papel. A Força Expedicionária Brasileira, por exemplo, teve sua formação definida na Conferência do Potengi, logo após a Conferência de Casablanca, mas sua criação foi protelada por um ano, após a declaração de guerra.

Por fim, o seu envio para a frente de batalha foi iniciado somente em julho de 1944, quase dois anos após a declaração, tendo sido enviados cerca de 25.000 homens, de um total inicial previsto de 100.000. Mesmo com problemas na preparação e no envio, já na Itália, treinada e equipada pelos americanos, a Força Expedicionária Brasileira cumpriu as principais missões que lhe foram atribuídas pelo comando aliado. 

   

(...)  

    

A União Nacional dos Estudantes (UNE) organizou passeatas nas principais cidades brasileiras, exigindo a entrada do Brasil na guerra ao lado dos Aliados. Nessas passeatas era comum que alguns estudantes aparecessem fantasiados de Hitler, com o objetivo de ridicularizar o ditador nazi. Tais passeatas acabaram recebendo uma grande adesão popular, não só de estudantes universitários, mas de outros setores da população, os quais também exigiam a guerra. Foi o que bastou para forçar o relutante governo de Getúlio Vargas a entrar na guerra. Em 22 de agosto, após uma reunião ministerial, o Brasil declarava "estado de beligerância" à Alemanha nazi e à Itália fascista, formalizada através do Decreto-Lei nº 10.508, expedido no dia 31 daquele mês. 

   

David Marks, guitarrista dos The Beach Boys, nasceu há 78 anos

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David Lee Marks (Hawthorne, August 22, 1948) is an American guitarist who was an early member of the Beach Boys. While growing up in Hawthorne, California, Marks was a neighborhood friend of the original band members and was a frequent participant at their family get-togethers. Following his departure from the group, Marks fronted the Marksmen and performed and recorded as a session musician

 

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Marks joined the Beach Boys in February 1962, replacing Al Jardine on rhythm guitar, and performed on the band's first four albums, Surfin' Safari (1962), Surfin' U.S.A. (1963), Surfer Girl (1963), and Little Deuce Coupe (1963). Because he did not appear on the 1961 single "Surfin'", the first performance by the band that became "the Beach Boys", most historians discount him as a true founding member of the group. In August 1963, he left the band due to personal problems with manager Murry Wilson. Afterward, Marks worked with acts including Casey Kasem's Band Without a Name, the Moon, Delaney & Bonnie, Colours, and Warren Zevon, and studied jazz and classical guitar at the Berklee College of Music and the New England Conservatory.

From 1997 to 1999, Marks returned to the David Lee Marks for their live performances. In 2007, he released an autobiography, entitled The Lost Beach Boy. He briefly reunited with the group for their fiftieth-anniversary tour and the 2012 album That's Why God Made the Radio

 

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(from top) Brian, Carl, Dennis, Marks, Love, in a Beach Boys photoshoot circa 1962 

 

in Wikipédia

 

Música de aniversariante de hoje...!

Roland Orzabal, dos Tears for Fears, nasceu há 65 anos...!

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Roland Jaime Orzabal de la Quintana (Portsmouth, 22 de agosto de 1961) é um cantor, compositor e produtor musical britânico. Descendente de ingleses (por parte da mãe) e de argentinos e espanhóis (pelo seu pai, nascido em Paris), é conhecido principalmente como membro co-fundador dos Tears for Fears, do qual ele é o compositor e vocalista principal, embora também tenha obtido sucesso como produtor de outros artistas.
 
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Tori Amos nasceu há 63 anos

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Tori Amos, pseudónimo de Myra Ellen Amos (Newton, 22 de agosto de 1963), é uma cantora, compositora e pianista norte-americana. Amos esteve à frente de um grupo de cantoras e compositoras no começo da década de 90, sendo digna de nota, no começo da sua carreira, como uma das poucas cantoras e intérpretes pop que usam o piano como instrumento principal.

  

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D. João I conquistou Ceuta há 611 anos

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Bandeira atual de Ceuta 

        

A Conquista de Ceuta, cidade islâmica tomada pelos árabes aos Visigodos em 709 no norte de África, retomada por tropas portuguesas sob o comando do rei João I, deu-se a 21 de agosto de 1415 e encerrou-se em 22 de agosto de 1415.
    
(...)  
    

Na manhã de 21 de agosto de 1415, o rei João I deu ordens para o desembarque das tropas e um assalto geral à cidade. No entanto, quando o rei embarcou num escaler para ser levado a terra, feriu-se numa perna. Foi então dado sinal ao Infante Henrique para que liderasse as tropas em terra.

O primeiro a desembarcar foi Rui Gonçalves, conhecido pela sua ousadia; este encontrou resistência ao desembarcar com os seus homens na atual Playa San Amaro.  O infante Henrique foi o primeiro infante a desembarcar à frente de um esquadrão de homens. Seguiu-lhe o seu irmão e o príncipe-herdeiro Duarte e, à frente de cerca de 300 homens, ambos lograram expulsar os defensores muçulmanos de volta ao portão de Almedina, que foi penetrado pelos portugueses antes que fosse firmemente encerrado.

Os marroquinos lograram ainda opor alguma resistência aos portugueses entre as apertadas ruas logo além da porta da cidade, encorajados por um grande núbion ou sudanês que atirava grandes pedras.  Depois de este ter sido morto por Vasco Martins de Albergaria, os muçulmanos viraram-se e fugiram, perseguidos pelo casario pelos homens chefiados pelo infante Pedro, pelo infante Henrique.

À medida que os portugueses tomavam conta da cidade, Salá ibne Salá desceu da cidadela para tentar conter o avanço dos atacantes nas ruas estreitas, a fim de permitir que os residentes pudessem ao menos fugir a tempo com as suas famílias. Vasco Fernandes de Ataíde tentou abrir outro portão à com alguns homens, mas foram rechaçados, sendo mortos 8 e Ataíde ferido mortalmente.

O infante D. Henrique deixou para trás um destacamento de homens a proteger a porta que fora aberta enquanto esperavam pelo resto do exército; chegou este pouco depois comandada pelo Rei, Príncipe Pedro e pelo Condestável Nuno Álvares Pereira. O rei João, no entanto, não participaria mais nos combates e sentou-se junto ao portão.  Durante os combates urbanos, espalhou-se entre as tropas portuguesas o boato de que o príncipe Henrique havia morrido, pois não era possível localizá-lo. Ao ser informado dos rumores da morte de seu filho, o rei terá respondido que "tal é o fim que devem esperar os soldados".

Salá ibne Salá manteve a posse da cidadela de Ceuta até ao pôr-do-sol, mas não vendo forma de resistir aos portugueses, fugiu da cidade com alguns dos seus homens, levando as suas famílias e tudo o que conseguissem transportar. Só na manhã seguinte, a 22 de Agosto, é que os portugueses se deram conta de que a cidadela se encontrava abandonada.  Ceuta caiu por inteiro em mãos portuguesas e os combates cessaram. A maioria dos residentes de Ceuta fugira da cidade, embora um número considerável tenha sido morto na ação e algumas mulheres, crianças e idosos incapazes de fugir ou pegar em armas tenham ainda sido encontrados nas suas residências.

Mediante ordens do rei, o conde de Avranches Álvaro Vaz de Almada ou João Vasques de Almada içou, pela primeira vez, a bandeira de Lisboa (ou de São Vicente) sobre o castelo de Ceuta. Este símbolo ainda hoje é a bandeira de Ceuta, se bem que foi-lhe acrescentado ao centro o brasão de Portugal.

 

 

Painel de azulejos de Jorge Colaço (1864 - 1942) na Estação de São Bento, no Porto

    

   

D. JOÃO O PRIMEIRO

  



O homem e a hora são um só
Quando Deus faz e a história é feita.
O mais é carne, cujo pó
A terra espreita.

Mestre, sem o saber, do Templo
Que Portugal foi feito ser,
Que houveste a glória e deste o exemplo
De o defender.

Teu nome, eleito em sua fama,
É, na ara da nossa alma interna,
A que repele, eterna chama,
A sombra eterna.


  
in Mensagem (1934) - Fernando Pessoa

Portugal adotou a Era de Cristo há seiscentos e quatro anos...

O que havia de se lembrar El-Rei D. João I - diminuir em 38 anos as idades dos eventos e das coisas...! Se fosse agora, seria ao contrário - lembre-se que houve um clube, do norte, que, nos anos oitenta, acrescentou treze anos à idade, e um clube, da capital, que, por inveja, também acrescentou quatro anos à sua idade...

 


 

22 de agosto de 1422 – Publicação da Lei que  altera em Portugal a era de César (ou de Augusto), para a era de Cristo (de 1460 passou-se para 1422).

Faz hoje exatamente 600 anos que ocorreu esta importante mudança. Até então, em Portugal, usava-se a era hispânica, de César ou de Augusto, que se iniciara em 38 a. C. Foi só no reinado de D. João I, que se instituiu a era cristã, pelo que antes dessa data a todos os documentos se deve deduzir 38 anos.

Na imagem a lei de 22 de agosto de 1422 (Anno Domini), em que D. João I ordena que os funcionários régios passem a contar as datas pela Era de Cristo, sob pena de perderem os seus cargos públicos.

 

in Estação Cronográfica

Leni Riefenstahl nasceu há cento e vinte e quatro anos...

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Helene Bertha Amalie "Leni" Riefenstahl  (Berlim, 22 de agosto de 1902 - Pöcking, 8 de setembro de 2003) foi uma cineasta alemã da era nazi, conhecida pela sua estética e forma inovadora de filmar. As suas obras mais famosas são os filmes de propaganda que ela realizou para o Partido nazi alemão. Submetida ao ostracismo na indústria cinematográfica após a guerra, ela tornou-se uma fotógrafa e mergulhadora.
   
   
(...)

De acordo com algumas fontes, Leni ouviu Adolf Hitler discursar num comício em 1932 e ofereceu-lhe os seus serviços como cineasta, porque teria ficado fascinada pelas habilidades oratórias do líder. Já outras, como a própria diretora, afirmam que ela é que foi procurada por Hitler, depois que este assistiu e adorou o filme A Luz Azul. De todo modo, já em 1933 ela dirigiu um curta-metragem sobre um comício do Partido nazi. Hitler, então, pediu a Leni que filmasse a convenção anual do Partido em Nuremberga em 1934. A princípio, ela recusou, sugerindo que Hitler contratasse Walter Ruttmann para dirigi-lo em seu lugar. Mais tarde, Leni Riefenstahl voltou atrás e realizou O Triunfo da Vontade, um documentário considerado por muitos como uma das melhores obras de cinema já produzidas. Ela prosseguiu, realizando um filme sobre a Wehrmacht (exército alemão), intitulado O Dia da Liberdade.
Em 1936, Leni Riefenstahl qualificou-se para representar a Alemanha em esqui nos Jogos Olímpicos de 1936, mas, em vez disso, preferiu filmar o evento. O material captado deu origem ao filme Olympia, celebrado pelas suas inovações técnicas e estéticas até hoje influentes em toda a cobertura desportiva da televisão. Podemos dizer que o desporto, como conhecemos hoje, nasceu e glorificou-se na Alemanha nazi, o primeiro país do mundo a popularizar o desporto desde as camadas mais pobres até às mais ricas.
Após a Segunda Guerra Mundial, ela passou quatro anos presa num campo de concentração francês. Foi acusada de usar prisioneiros nos sets de filmagens, mas tais acusações nunca foram provadas em tribunal. No final do julgamento, sem conseguir encontrar nenhuma imputabilidade no apoio de Leni aos nazis, o tribunal considerou-a apenas "simpatizante". Em entrevistas posteriores, Leni Riefenstahl insistiu que tinha sido fascinada pelos nazis, mas que era politicamente ingénua e ignorava as falhas cometidas na guerra; uma posição que vários de seus críticos consideram ridícula.
Leni tentou produzir outros filmes no pós-guerra, mas cada tentativa foi boicotada por resistências, protestos e duras críticas. O boicote impediu Leni de financiar as suas produções. Os poucos filmes que conseguiu realizar foram curtas e pagos pessoalmente, e novamente, obras de grande engenhosidade. Após isto, ela tornou-se fotógrafa. Leni se interessou pela tribo Nuba do Sudão e publicou dois livros com fotos dos guerreiros da tribo em 1974 e 1976. Ela sobreviveu a uma queda de helicóptero no Sudão em 2000.
Perto dos seus 80 anos, Leni Riefenstahl começou a praticar fotografia submarina. Ela lançou um novo filme, intitulado Impressionen unter Wasser (Impressões Subaquáticas), um documentário da vida sob os mares, no seu centésimo aniversário, a 22 de agosto de 2002.
A despeito de seus polémicos filmes de propaganda, Leni Riefenstahl ficou na História do Cinema por ter desenvolvido novas estéticas e métodos de filmar, especialmente em relação a ângulos de câmara, enquadramentos, movimentos de massas e nus. Ainda que a propaganda em seus filmes provoque rejeição por várias pessoas, a sua estética é indubitavelmente singular e é citada por vários outros cineastas.
   
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/d/dc/Bundesarchiv_Bild_146-1988-106-29%2C_Leni_Riefenstahl_bei_Dreharbeiten.jpg/500px-Bundesarchiv_Bild_146-1988-106-29%2C_Leni_Riefenstahl_bei_Dreharbeiten.jpg?utm_source=pt.wikipedia.org&utm_campaign=parser&utm_content=thumbnail
         

Henri Cartier-Bresson nasceu há 118 anos

  

Henri Cartier-Bresson, né le à Chanteloup-en-Brie et mort le à Montjustin, est un photographe, photojournaliste et dessinateur français. Connu pour la précision et le graphisme de ses compositions (jamais recadrées au tirage), il s'est surtout illustré dans la photographie de rue, la représentation des aspects pittoresques ou signifiants de la vie quotidienne (Les Européens). Avec Robert Capa, David Seymour, William Vandivert et George Rodger, ils fondent en 1947 l'agence coopérative Magnum Photos.

Le concept de « l'instant décisif » est souvent utilisé à propos de ses photos, mais on peut l'estimer trop réducteur et préférer celui de « tir photographique », qui prend le contexte en compte. Pour certains, il est une figure mythique de la photographie du XXe siècle, qu'une relative longévité de sa carrière photographique lui permet de traverser, en portant son regard sur les évènements majeurs qui ont jalonné le milieu du siècle.

En 2003, un an avant sa mort, une fondation portant son nom est créée à Paris pour assurer la conservation et la présentation de son œuvre ainsi que pour soutenir et exposer les photographes dont il se sentait proche. L’exposition Henri Cartier-Bresson au Centre Pompidou en 2014 a renouvelé la vision qu’on avait de lui, en montrant de façon explicite son activité militante pour le parti communiste dans la période 1936-1946.

 

A Mona Lisa foi roubada do Louvre há 115 anos

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Mona Lisa (também conhecida como La Gioconda ou, em francês, La Joconde, ou ainda Mona Lisa del Giocondo), é a mais notável e conhecida obra de Leonardo da Vinci, um dos mais eminentes homens do Renascimento italiano.
A pintura foi iniciada em 1503 e é nesta obra que o artista melhor concebeu a técnica do sfumato. O quadro representa uma mulher com uma expressão introspetiva e um pouco tímida. O seu sorriso restrito é muito sedutor, mesmo que um pouco conservador. O seu corpo representa o padrão de beleza da mulher na época de Leonardo. Este quadro é provavelmente o retrato mais famoso na história da arte, senão, o quadro mais famoso e valioso de todo o mundo. Poucos outros trabalhos de arte são tão controversos, questionados, valiosos, elogiados, comemorados ou reproduzidos. Muitos historiadores da arte desconfiavam de que a reverência de Da Vinci pela Mona Lisa nada tinha a ver com a sua mestria artística. Segundo muitos afirmavam devia-se a algo muito bem mais profundo: uma mensagem oculta nas camadas de pintura. Se observarem com calma verão que a linha do horizonte que Da Vinci pintou se encontra num nível visivelmente mais baixo que a da direita, ele fez com que a Mona Lisa parecer muito maior vista da esquerda que da direita.
A pintura, a óleo sobre madeira de álamo, encontra-se exposta no Museu do Louvre, em Paris, com o nome oficial de Lisa Gherardini, mulher de Francesco del Giocondo, e é a sua maior atração.

   

(...)
    
A 22 de agosto de 1911, cerca de 400 anos após ser pintada por Leonardo da Vinci, a Mona Lisa foi roubada. Muitas pessoas, incluindo o poeta francês Guillaume Apollinaire e o pintor espanhol Pablo Picasso, foram presas e/ou interrogadas sob suspeita do roubo da obra-prima da pintura italiana. Quanto a Guillaume Apollinaire e a Pablo Picasso, foram soltos meses mais tarde. Acreditou-se que a pintura estava perdida para sempre, que nunca mais iria aparecer. Todavia a obra apareceu na Itália, nas mãos de um antigo empregado do museu onde a obra estava exposta, Vincenzo Peruggia, que era de facto, o verdadeiro ladrão. 
   
   in Wikipédia

John Lee Hooker nasceu há 109 anos

      
John Lee Hooker (Coahoma County, Mississippi, 22 de agosto de 1917 - Los Altos, Califórnia, 21 de junho de 2001) foi um influente cantor e guitarrista de blues norte-americano, nascido no condado de Coahoma, próximo de Clarksdale, Mississipi. Foi considerado o 35º melhor guitarrista de todos os tempos pela revista norte-americana Rolling Stone.
A carreira de Hooker começou em 1948 quando ele alcançou sucesso com o compacto "Boogie Chillen", apresentando um estilo meio falado que se tornaria a sua marca registada. Ritmicamente, a sua música era bastante livre, uma característica que tinha em comum com os primeiros músicos de delta blues. A sua entoação vocal era menos associada à música de bar, comparativamente com outros cantores de blues. O seu estilo casual e falado, com erros, iria diminuído com o advento dos blues elétricos das bandas de Chicago mas, mesmo quando não estava tocando sozinho, Hooker mantinha as características primordiais do seu som.
Isto fê-lo, entretanto, levar uma carreira a solo, ainda mais popular devido ao surgimento de aficionados por blues e música folk no começo dos anos 60 - ele inclusive passou a ser mais conhecido entre o público branco, e deu uma oportunidade ao iniciante Bob Dylan. Outro destaque de sua carreira aconteceu em 1989, quando se juntou à diversos astros convidados, incluindo Keith Richards e Carlos Santana, para a gravação de The Healer, que acabaria ganhando um Grammy.
Em 1994 Hooker passou por uma operação para a retirada de uma hérnia, o que acabou o afastando dos palcos por um tempo, depois das gravações de "Chill Out" (1995) parou de fazer shows regulares continuando apenas com aparições ocasionais.
Hooker gravou mais de 500 músicas e aproximadamente 100 álbuns, morreu de causas naturais enquanto dormia, a 21 de junho de 2001, na sua casa em Los Altos, California. Foi casado e divorciou-se quatro vezes, teve oito filhos e era dono de um clube noturno em São Francisco, chamado "Boom Boom Room", nome este inspirado num dos seus sucessos.
     
 

Ray Bradbury nasceu há cento e seis anos...

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Ray Douglas Bradbury (Waukegan, 22 de agosto de 1920 - Los Angeles, 6 de junho de 2012) foi um escritor e roteirista norte-americano. É um dos mais celebrados escritores dos séculos XX e XXI, tendo escrito numa variada gama de géneros como ficção-científica, horror e fantasia.
É conhecido principalmente por seu livro Fahrenheit 451 (1953) e a sua coletânea de ficção científica, Crónicas Marcianas (1950) e The Illustrated Man (1951) e I Sing the Body Electric! (1969). Grande parte de seu trabalho é de ficção especulativa, mas Bradbury escreveu também em outros géneros, tendo escrito roteiros para a televisão como a versão de 1956 de Moby Dick e It Came from Outer Space. Vários dos seus trabalhos foram adaptados para a televisão, cinema e em banda desenhada.
Para o The New York Times, Bradbury é o escritor responsável por popularizar a moderna ficção científica.
 
    

Michael Collins foi assassinado há 104 anos...

  
Michael John "Mick" Collins (em irlandês: Mícheál Seán Ó Coileáin, Cloich na Coillte, 16 de outubro de 1890 - Béal na mBláth, 22 de agosto de 1922) foi um líder revolucionário irlandês, que agiu como Ministro das Finanças da República Irlandesa, Diretor dos Serviços Secretos do Exército Republicano Irlandês (IRA) e membro da delegação irlandesa que negociou o tratado anglo-irlandês, tendo sido também Presidente do Governo Provisório da Irlanda do Sul e Comandante-Chefe do Exército Nacional. Foi uma das figuras centrais da luta irlandesa pela independência, no começo do século XX.
Foi assassinado no dia 22 de agosto de 1922, durante a Guerra Civil Irlandesa. Michael Collins é venerado por muitos dos partidos políticos irlandeses, mas são os membros e partidários do Fine Gael os que mantêm um particular respeito pela sua memória.