
Herbert Hall Turner (Leeds, 13 August 1861 – Stockholm, 20 August 1930) was a British astronomer and seismologist.
O Curso de Geologia de 85/90 da Universidade de Coimbra escolheu o nome de Geopedrados quando participou na Queima das Fitas. Ficou a designação, ficaram muitas pessoas com e sobre a capa intemporal deste nome, agora com oportunidade de partilhar as suas ideias, informações e materiais sobre Geologia, Paleontologia, Mineralogia, Vulcanologia/Sismologia, Ambiente, Energia, Biologia, Astronomia, Ensino, Fotografia, Humor, Música, Cultura, Coimbra e AAC, para fins de ensino e educação.

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Estudou no Liceu de Lamego, na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, onde apenas iniciou o curso de Direito, e na Universidade de Lisboa, onde concluiu a licenciatura no Curso Superior de Letras.
Filho de pai português, Henrique Malheiro Dias, negociante, natural do Porto e mãe brasileira, Adelaide Carolina Araújo Pereira, natural de Canguçu, partiu entre os dois países a sua vocação literária. Seguiu para o Rio de Janeiro em 1893, iniciando a sua vida literária colaborando em jornais da capital da jovem república brasileira.
A sua primeira publicação, o romance naturalista A Mulata (1896), sobre o baixo mundo do Rio de Janeiro, cuja personagem principal é uma prostituta, foi recebido violentamente pela crítica, que o considerou um insulto para a época, tendo sido adjetivado de "livro infame, em que nada do Brasil escapara ao insulto" e uma verdadeira "enxurrada de lama".
Diante da reação desfavorável, o autor voltou para Portugal, onde ingressou na política. Monárquico militante, foi deputado entre 1897 e 1910.
Casou aos 23 anos de idade, a 31 de dezembro de 1898, na freguesia de Nespereira, do concelho de Guimarães, com Luísa de Sousa Ribeiro de Abreu, natural da freguesia de Oliveira do Castelo, filha de Domingos Luís Ribeiro, já falecido e de Maria Etelvina de Freitas Ferreira, de quem teve duas filhas e mais tarde se divorciou: Maria Adelaide de Sousa Malheiro Dias (Cedofeita, Porto, 26 de fevereiro de 1900 - ?), que casou com Duarte Moniz Pereira e Maria Luísa de Sousa Malheiro Dias (São Sebastião da Pedreira, Lisboa, 27 de outubro de 1905 - São Domingos de Benfica, Lisboa, 10 de outubro de 1989), que casou com Ramiro Guedes Correia de Campos.
Fez parte da Maçonaria, tendo entrado na loja maçónica “Luís de Camões” de Lisboa.
Com a Proclamação da República Portuguesa (1910), exilou-se voluntariamente no Brasil, onde viveu até 1935. Quando do seu retorno em 1910, a comunidade portuguesa do Rio de Janeiro ofereceu-lhe, na conceituada Confeitaria Colombo, um jantar de homenagem e de desagravo pelas hostilidades ocorridas quando da publicação do seu primeiro e polémico romance. Compareceram políticos, escritores e representantes da classe conservadora, todos vaiados por um grupo de jornalistas, poetas e jovens intelectuais na rua do Ouvidor, à porta da Colombo, inclusive Rui Barbosa que, embora recebido em respeitoso silêncio, ao adentrar a confeitaria, ouviu o protesto do poeta Bastos Tigre, que lhe gritou: "Não sou tigre de tapete!"
A comunidade portuguesa no Brasil ofereceu-lhe, também, a moradia onde viveu, em Lisboa, na Avenida do Brasil, perto do Campo Grande, e que hoje já não existe.
A 2 de Junho de 1919 foi feito Grande-Oficial da Ordem Militar de Cristo, tendo sido elevado a Grã-Cruz da mesma Ordem a 13 de junho do mesmo ano.
Abandonou posteriormente a ficção e passou para a historiografia e temas cívicos e políticos. Coordenou a publicação da monumental História da Colonização Portuguesa do Brasil (1921), com reconhecida maestria, em que confluíram o realismo historicista e o neorromantismo nacionalista. Fundou e dirigiu a famosa revista carioca O Cruzeiro (1928). E é possível que tenha sido o autor das cartas entre tia e sobrinha, na secção "Carta de Mulher" dramatizando a tradição e a modernidade nos primeiros anos de edição da revista O Cruzeiro, sob os pseudónimos de "Iracema", a tia, e "Lucia", a sobrinha. "Iracema" era o pseudónimo de Carlos Malheiro Dias na Revista da Semana, na secção "Cartas de Mulher", no plural.
Além de ter sido diretor da revista Ilustração Portuguesa e codiretor de O Domingo Ilustrado (1925-1927), colaborou em diversas publicações periódicas, nomeadamente nas publicações periódicas Branco e Negro (1896-1898), Brasil- Portugal (1899-1914), Serões (1901-1911), Revista do Conservatório Real de Lisboa (1902), Atlantida (1915-1920), Contemporânea (1915-1926), Homens Livres (1923), Lusitânia (1924-1927), Feira da Ladra (1929-1943) e no Boletim do Sindicato Nacional dos Jornalistas (1941-1945).
Foi também um dos fundadores da Academia Portuguesa de História (1936), considerada sucessora da Academia Real de História Portuguesa. Foi membro-correspondente da Academia Brasileira de Letras (ABL), sucedendo a Eça de Queiroz. Romancista, contista e cronista, é considerado um dos maiores e mais talentosos escritores portugueses da geração seguinte à do autor de O primo Basílio.
Faleceu aos 66 anos, vitimado por uma broncopneumonia, na Avenida Alferes Malheiro, número 19, freguesia de Campo Grande, em Lisboa. Esteve primeiramente sepultado no Cemitério do Lumiar, sendo trasladado a 31 de Julho de 1942 para o Cemitério da Atouguia, em Guimarães, sendo cumprida a sua última vontade.
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Um Grande, Grande Amor - José Cid
Este amor não tem grades, fronteiras, barreiras, muro em Berlim,
É um mar, é um rio,
É uma fonte que nasce dentro de mim.
É o grito do meu universo,
Das estrelas p'ra onde eu regresso,
Onde sempre esta música paira no ar.
Addio, adieu, aufwiedersehen, goodbye,
Amore, amour, meine liebe, love of my life.
Se o nosso amor findar,
Só me ouvirás cantar:
Addio, adieu, aufwiedersehen, goodbye,
Amore, amour, meine liebe, love of my life.
Este amor é um pássaro livre,
Voando no céu azul,
Que compôs a mais bela canção deste mundo de norte a sul.
E as palavras que eu uso em refrão,
Fazem parte da mesma canção,
Que ecoa nas galáxias da minha ilusão.
Addio, adieu, aufwiedersehen, goodbye,
Amore, amour, meine liebe, love of my life.
Se o nosso amor findar,
Só me ouvirás cantar:
Addio, adieu, aufwiedersehen, goodbye,
Amore, amour, meine liebe, love of my life.
Addio, adieu, aufwiedersehen, goodbye - um grande amor
Amore, amour, meine liebe, love of my life.
Se o nosso amor findar,
Só me ouvirás cantar:
Addio, adieu, aufwiedersehen,
Addio, adieu, aufwiedersehen,
Amore, amour, meine liebe, love of my life.
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(imagem daqui)
António Manuel Pires Cabral (Chacim, 13 de agosto de 1941) é um escritor e poeta português.
Biografia
Licenciado em Filologia Germânica em 1965 e em Ciências Pedagógicas em 1969 pela Universidade de Coimbra, A. M. Pires Cabral começou a carreira de professor no Porto onde realizou o estágio pedagógico e Exame de Estado para o Ensino secundário entre 1970-71. Foi depois director das Escolas Preparatória e Industrial de Torre de Moncorvo entre 1971-74, fixando-se de seguida em Vila Real onde foi professor efetivo da Escola Secundária de Camilo Castelo Branco até 2002.
A. M. Pires Cabral foi um escritor tardio, publicando a sua primeira obra de poesia, Algures a Nordeste, no ano de 1974, já com 33 anos, mas desde essa data que tem mantido uma produção literária constante, primeiramente alicerçada na poesia, mas passando depois para os domínios da ficção, tendo alcançado o Prémio Literário Círculo de Leitores com o seu romance de estreia, Sancirilo, em 1983.
Com uma obra a rondar as quatro dezenas de títulos (excluindo as sete antologias escolares para o ensino do Português de que é co-autor, com Hirondino da Paixão Fernandes, mais concretamente: Verde Pino, Seara Hoje e A Hora), nesta é possível encontrar os géneros de poesia, romance, conto, teatro, narrativas de viagens, crónica e ainda antologias temáticas, grande parte das quais dedicada à realidade rural transmontana, com as quais o autor se assume e identifica. Um dos livros que merece especial atenção deste ponto de vista é O Diabo Veio ao Enterro, uma obra cujos textos reúnem em si características de conto, crónica, e recolha da tradição oral transmontana. Nas palavras de Maria Alzira Seixo, este livro "renova a conceção do conto regionalista, pela aliança fecunda que estabelece entre tradição e imaginação", sendo para Fernando Assis Pacheco “um livro gostoso como poucos. Se o autor estivesse pelos ajustes, fazia o favor contava-nos mais contas num segundo volume. Agradecidos.”
Em 2006, A. M. Pires Cabral recebeu, das mãos do Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, o Prémio D. Dinis, referente ao ano de 2005, atribuído pela Fundação Casa de Mateus, sendo a primeira vez que tal prémio foi atribuído a um transmontano residente e a trabalhar em Vila Real. Como membro do júri, Vasco Graça Moura sintetizou criteriosamente a obra de A.M. Pires Cabral, referindo que o autor é, na atualidade, "um dos mais importantes poetas ligados ao Douro”, acrescentando que, como poeta “não passa à margem da história”. Vasco Graça Moura referiu ainda o laureado como alguém que possui um “vocabulário culto” de “matriz clássica”, mas com uma “semântica concentrada na vida do nordeste”. A propósito dos dois livros que justificaram o prémio - Douro: Pizzicato e Chula e Que comboio é este -, Vasco Graça Moura disse que A. M. Pires Cabral “parte de uma sugestão local para chegar às grandes questões”, concluindo que com A. M. Pires Cabral "temos um clássico no Nordeste". Já o Presidente da República reconheceu que o poeta tem demonstrado “uma ligação profunda a esta região e às suas gentes, que delas tem feito crónica pela sua obra vasta e diversificada, com uma linguagem com sabor às raízes que nunca abandonou, que alimenta a alma destas terras que conhece tão bem”, concluindo ainda que “depois de Camilo e Torga, poucos autores têm interpretado tão bem a realidade de Trás-os-Montes e Alto Douro”. Cavaco Silva lembrou ainda o Prémio Literário Círculo de Leitores, recebido pelo autor pelo livro Sancirilo, como “uma prova de que Pires Cabral tinha já ultrapassado as fronteiras da cultura nordestina e vencido esse desafio, sempre difícil, que é dar a conhecer e a sentir à generalidade dos leitores a singularidade de uma região”.
Em 2008, o romance O Cónego foi o grande vencedor da XIV edição do Grande Prémio de Literatura dst, o qual nas palavras do júri do concurso "é portador de um universo marcado por tradições e ruturas de índole antropo-sociológica em contexto rural, com personagens de grande complexidade interior que incorporam elementos de análise social, enigma e fantasia recreadora".
Já em 2009, A. M. Pires Cabral ganha o Prémio de Poesia Luís Miguel Nava, referente aos livros de poesia publicados entre 2007 e 2008, com a obra As Têmporas da Cinza, publicado pelas Edições Cotovia. Segundo um comunicado da fundação, "A limpidez e a precisão da escrita de A. M. Pires Cabral, a sua penetrante e austera visão dum mundo cuja expressão encontra numa espécie de imitação da terra o modelo para uma linguagem poética de invulgar intensidade, fazem deste autor um dos casos mais representativos da nossa melhor poesia contemporânea". O Prémio de Poesia Luís Miguel Nava havia já sido atribuído a poetas como Sophia de Mello Breyner Andresen, Fernando Echevarría, António Ramos Rosa ou Pedro Tamen.
Apesar de uma produção ficcional contínua, A. M. Pires Cabral é sobretudo identificado como poeta. Por toda a extensa obra e, mais concretamente, pela tónica que coloca na temática rural do nordeste português, Pires Cabral é considerado um dos maiores poetas e escritores transmontanos da atualidade, à margem de "movimentos", "escolas" ou "circuitos promocionais", representando desta forma (com merecida legitimidade) a literatura transmontana junto da elite cultural da capital portuguesa.
É sócio da Associação Portuguesa de Escritores e da Sociedade Portuguesa de Autores, sendo membro habitual do Júri do Prémio de Poesia Cidade de Ourense (Galiza), desde 1982.
Casado com Alda da Conceição Oliveira Cabral, é pai de três filhos, um dos quais o poeta Rui Pires Cabral.
Atividade cultural
Como animador cultural, Pires Cabral tem desenvolvido uma vasta atividade desde o final da década de 70, sendo assessor dos Serviços de Cultura da Câmara Municipal de Vila Real desde 1978 e tendo sido Diretor da Casa da Cultura da Juventude, entre 1982 e 1984. Dado o amor incondicional que empresta à região transmontana, A. M. Pires Cabral é um membro fortemente ativo dessa mesma comunidade, quer ao nível da intervenção cívica, da etnografia, da história local, da crítica literária ou dos costumes, tendo estado desde cedo envolvido em projetos de grande importância local, tais como: a participação de Vila Real no Projeto 5.2 do Conselho da Europa (Políticas Culturais nas Cidades); a organização das Jornadas Camilianas(7 edições) e dos Passos de Camilo, ambas ações de estudo e divulgação da obra de Camilo Castelo Branco, tendo sido membro, em 1980, da Comissão Nacional das Comemorações do Centenário da Morte de Camilo Castelo Branco; a responsabilidade na organização dos Encontros de Etnografia «Saber Trás-os-Montes» dos Encontros de Cantadores de Janeiras e do Salão Luso-Galaico de Caricatura, organizados pela Câmara Municipal de Vila Real.
Foi também responsável pela organização das antologias temáticas Douro Leituras, A Emigração na Literatura Portuguesa e Páginas de caça na literatura de Trás-os-Montes e Presidente da Comissão Instaladora do Círculo Cultural Miguel Torga.
É diretor de Tellus - Revista de Cultura Transmontana e Duriense, publicação semestral com 50 números editados, dirigindo o Grémio literário Vila-Realense desde a sua inauguração em 11 de Novembro de 2006, organismo que aposta e promove diversas ações e ciclos temáticos em torno da literatura transmontana e alto-duriense.
Tem abundante colaboração dispersa em publicações periódicas e/ou temáticas e, para além de prefaciador, dedica-se ocasionalmente à tradução.
Para além destas atividades, A. M. Pires Cabral revelou há meia dúzia de anos a veia de pintor aguarelista, tendo já realizado 4 exposições individuais, a última das quais intitulada Com o Douro a Sul, no ano de 2009, em Macedo de Cavaleiros.
in Wikipédia
HORA DO POENTE
Na hora do poente
há mais melancolia e mais sigilo
no quase nocturno voo das aves.
Como se a penumbra
lhes censurasse as asas.
Como se a grande apoteose do ocaso
fosse um presságio do fim
de todas as coisas.
Como se a noite fosse ainda mais escura
do que a escuridão em que se enrola.
Como se o dia desembocasse
na morte directamente,
sem passar primeiro pelos portais da noite.
A.M. Pires Cabral
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A estreia da fadista no teatro de revista aconteceu na peça Tudo à Mostra (1966), no Teatro Maria Vitória, onde cantou "Na Hora da Despedida", um fado de apoio aos soldados portugueses na Guerra do Ultramar, que se tornaria num sucesso.
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NOTA: não perdoamos nem esquecemos os crimes cometidos pelos que defendiam o muro da vergonha e a ideologia por detrás dele... E ainda há quem aprecie cubas, venezuelas, coreias do norte, vietnames ou a ditadura do ditador ex-KGB ...
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(Pronounced 'Lĕh-'nérd 'Skin-'nérd) is the debut studio album by American rock band Lynyrd Skynyrd, released on August 13, 1973. Several of the album's tracks remain among the band's most well-known: "Gimme Three Steps", "Simple Man", "Tuesday's Gone", and "Free Bird", the last of which launched the band to national stardom.
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Francisco de Matos Vieira (Lisboa, 4 de outubro de 1699 - Lisboa, 13 de agosto de 1783), mais conhecido por Vieira Lusitano, foi um pintor, ilustrador e académico de mérito da Academia de São Lucas, de Roma. Foi cavaleiro professo na Ordem de Santiago da Espada, pintor histórico da Casa Real Portuguesa e ilustrador de múltiplas obras coevas. Depois de ter estudado em Roma e de uma complicada história amorosa, acabou por falecer no Convento do Beato António, em Lisboa.
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Sir Alfred Joseph Hitchcock (Londres, 13 de agosto de 1899 - Los Angeles, 29 de abril de 1980) foi um cineasta inglês, considerado o "mestre dos filmes de suspense", um dos mais conhecidos e populares realizadores de todos os tempos.
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Vogel foi pioneiro no uso da espectroscopia na astronomia, tendo aplicado este instrumento para analisar quimicamente atmosferas planetárias e para determinar o período de rotação do sol pelo efeito Doppler.
Em 1882, Vogel tornou-se diretor do Instituto de Astrofísica de Potsdam, tendo sido primariamente conhecido por uma descoberta ali feita em 1890. Vogel descobriu que o espectro de certas estrelas mudava com o tempo, mudando para o vermelho e depois para o azul. Vogel interpretou que a estrela estava a afastar-se da Terra e a mover-se em direção à Terra, respetivamente, com o resultante efeito Doppler possibilitando a Vogel esta sua conclusão. As estrelas aparentavam orbitar em torno de um centro de massa comum, e portanto, eram estrelas binárias. Porém, a observação visual de cada estrela componente não era possível via telescópio, logo tais estrelas foram chamadas de binárias espetroscópicas.
Vogel descobriu que Algol era uma estrela binária, pelo efeito Doppler detetado.
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