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quinta-feira, junho 04, 2026

Ronnie Lane morreu há 29 anos...

   
Ronald Frederick "Ronnie" Lane (Londres, 1 de abril de 1946 - Trinidad, Colorado, 4 de junho de 1997) foi um cantor, compositor e baixista britânico. É mais conhecido por sua associação com duas bandas de rock britânicas de destaque, The Small Faces (1965-1969) e The Faces (1970-1975).

Biografia
Ronnie Lane nasceu no East End de Londres. Após deixar a escola aos 16 anos, conheceu Kenney Jones num pub, e eles formaram um grupo chamado "The Outcasts". Inicialmente guitarrista-base, não demorou muito para que decidisse passar para o baixo. Em 1965, durante uma visita ao J60 Music Bar em Manor Park, Londres, procurando por um baixo novo, Lane conheceu Steve Marriott, um funcionário do bar. Ele comprou o baixo, e foi para a casa de Marriott ouvir alguns discos; foi então que Marriott o apresentou à sua coleção de álbuns da Motown e da Stax. Os dois decidiram formar uma banda, convidando os seus amigos Jones (bateria) e Jimmy Winston (que passou da guitarra para o órgão). Marriott foi escolhido para ser o vocalista.

Carreira
Os Small Faces logo progrediram dos ensaios para apresentações em bares, passando para shows profissionais. A banda lançou vários singles de sucesso, como "Tin Soldier, "Sha-La-La-La-Lee" e "Itchkoo Park", mas terminou em 1969 com a saída de Marriott. Para seu lugar foi convidado Rod Stewart, e o grupo então passou a se chamar The Faces.
Lane deixou os Faces em 1973 e montou a sua própria banda, Slim Chance, gravando o álbum Anymore For Anymore, demonstrando influências de rock britânico, folk e country.
Depois de um sucesso inicial com os compactos "How Come" e "The Poacher", assinou contrato com a Island Records, lançando Ronnie Lane's Slim Chance e One For The Road. Gravou um álbum com Pete Townshend, Rough Mix, e um último disco solo, See Me.
Foi-lhe diagnosticada esclerose múltipla no final dos anos 70 (a sua mãe também sofria da mesma doença), e em 1983 passou a utilizar cadeira de rodas. Devido ao alto custo financeiro do seu tratamento, os seus amigos organizaram um show de caridade no Royal Albert Hall, o A.R.M.S. Concert, apresentando Eric Clapton, Jimmy Page, Steve Winwood, Bill Wyman, Charlie Watts e Kenney Jones, entre outros.

Mudança para o Texas e morte
Lane mudou-se para o Texas em 1984, onde o clima era mais benéfico à sua saúde, e esforçou-se para continuar a tocar, apresentando-se pela última vez em 1992 num show de Ron Wood. Rod Stewart continuava a fazer doações para o tratamento de Ronnie, pois os ex-integrantes do The Small Faces não recebiam os royalities pelo seu trabalho (resultado de um contrato com a gravadora Immediate). Graças aos esforços do baterista Kenney Jones, os dois integrantes sobreviventes eventualmente conseguiram receber os seus direitos, nos anos 90.
Um álbum de gravações ao vivo para a BBC estava prestes a ser lançado para arrecadar fundos para seu tratamento quando Lane morreu, de pneumonia, em 4 de junho de 1997. Encontra-se sepultado no Cemitério Maçónico, em Trinidad, Colorado, nos Estados Unidos.
     
 

terça-feira, junho 02, 2026

Música adequada à data...

Hoje é dia de ouvir a banda de Tim Rice-Oxley...

Tim Rice-Oxley, teclista e baixo dos Keane, faz hoje cinquenta anos...!

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Timothy James Rice-Oxley (Oxford, 2 de junho de 1976) é um músico britânico, compositor e multi-instrumentista que faz parte da banda Keane
 
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/5/5c/Keane_en_Vigo%2C_Galiza.JPG/960px-Keane_en_Vigo%2C_Galiza.JPG
 
 
Vida e carreira

Nasceu em 2 de junho de 1976, filho de Margaret e Charles Patrick Rice-Oxley.

Frequentou a Tonbridge school, em Kent com seus melhores amigos naquela época, Richard Hughes e Tom Chaplin. A sua amizade com Chaplin se deveu a este ter nascido no mesmo dia do irmão de Rice-Oxley (também chamado Thomas e de apelido Tom) – o que ocasionou que suas mães se conhecessem no hospital.

Estudou piano na adolescência, mas admite que odiava as aulas por estudar nelas apenas peças de música clássica europeia, que ele achava chatas. Após seus pais interromperem as aulas, ele passou a se interessar pelo instrumento e passou a estudar sozinho, principalmente pela enorme admiração pelos Beatles.

Mais tarde, Tim Rice-Oxley daria a Tom Chaplin aulas de piano após a escola. Em 1994, ele começou a estudar na University College London, onde Richard Hughes estudava Geografia. O amigo e guitarrista Dominic Scott sugeriu a Rice-Oxley que formassem uma banda, e ele concordou. Os dois chamaram então Richard Hughes para se juntar ao grupo na bateria.

Poe essa época, Tim conheceu Chris Martin, que estava gravando demos naquela época com o Coldplay. Rice-Oxley foi convidado por Martin a se juntar à banda, após ouvir sua apresentação de piano num fim de semana em Virginia Falls, mas Tim Rice-Oxley recusou a fim de se concentrar em sua banda, Keane com seus amigos. Numa entrevista em 2004 ele admitiu ter ciúmes do sucesso de Martin com o Coldplay. Possívelmente ele estava brincando, porque a banda Keane ficou bastante famosa.

Em 1997, Tim convenceu Scott e Richard a deixar Tom Chaplin entrar na banda. Foi neste ano que a banda assumiu o nome "Keane" (antes, Cherry Keane). E, segundo Tom, foi a sua entrada que provocou um 'turning point' na carreira da banda, rumo ao sucesso.

Durante sua estada em Londres (desde 1998), Tim dividiu um apartamento com Tom na Stoke Newington (segundo Tom, uma zona bem perigosa) e ambos tentaram ganhar algum dinheiro para os ensaios.

Quando Scott tocava guitarra, Tim assumia o papel de baixista, mas fazia os preenchimentos no teclado quando o baixo não era tão importante. Ele compôs as canções para a banda juntamente com Scott. No DVD Strangers o integrante da banda Keane comenta que o estilo de Scott era meio "Blues" e eles não gostavam daquilo. Logo eles começaram a dar preferência às composições de Tim Rice-Oxley ao invés das de Scott.

Quando Scott deixou a banda em Julho de 2001, Tim começou a tocar piano, e abandonou sua imagem de "só um preenchimento" para se tornar a principal força de todas as canções de Keane. Ele continua a tocar baixo; todavia, então, os trechos são pré-gravados e sampleados nas apresentações ao vivo em um Powerbook da Apple.

Em 2004, ele venceu o Ivor Novello Awards de Melhor Compositor do Ano.

Em 2006, ele contribuiu na canção "Early Winter," do segundo álbum solo de Gwen Stefani, The Sweet Escape.

Rice-Oxley, junto com Jesse Quin, formaram a banda de Alt-country intitulada Mt. Desolation, em 2010. Além de Tim e Jesse, a banda é composta por mais 13 músicos, entre secundários e auxiliares. Alguns são membros das bandas Mumford & Sons, The Killers, Noah and the Whale e The Staves.

  
 
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/1/1b/Tim_Rice-Oxley_Keane_2009-01-29_-_1.jpg/500px-Tim_Rice-Oxley_Keane_2009-01-29_-_1.jpg
 
           
 

terça-feira, maio 19, 2026

Andy Rourke, baixista dos The Smiths, morreu há três anos...

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Andrew Michael Rourke (Manchester, 17 de janeiro de 1964Nova Iorque, 19 de maio de 2023) foi um músico britânico, mais conhecido por ter sido baixista da banda The Smiths
 

Nascido em 1964, o pai de Rourke era irlandês enquanto a sua mãe era inglesa. Ele recebeu uma viola de seus pais quando tinha sete anos de idade. Aos 11 anos ele fez amizade com um jovem John Maher (o futuro Johnny Marr) com quem compartilhava um interesse pela música. A dupla passava os intervalos para o almoço na escola improvisando e tocando nas suas guitarras. Quando Marr formou uma banda, convidou Rourke (ainda um guitarrista) para experimentar o baixo, pelo qual se apaixonou e ficou com ele desde então.

Aos 15 anos Rourke abandonou a escola. Passou por uma série de empregos domésticos e tocou guitarra e baixo em várias bandas de rock, bem como na banda funk de curta duração Freak Party, com seu amigo de escola Johnny Marr.

Marr mais tarde juntou-se a Morrissey para formar os Smiths. Rourke juntou-se à banda após o seu primeiro show e permaneceu durante a maior parte da sua existência. Rourke foi brevemente afastado da banda, supostamente recebendo a notícia num bilhete deixado sob o limpador de parabrisas do seu carro: "Andy, você deixou os Smiths. Boa sorte e adeus, Morrissey". Morrissey negou isso. Em maio de 1986, Rourke voltou para os Smiths, pouco antes de gravar The Queen Is Dead. Marr descreveu a contribuição de Rourke para esse álbum como "algo que nenhum outro baixista poderia igualar". Os Smiths lançaram Strangeways, Here We Come em 1987 para aclamação da crítica, mas dividiram-se logo em seguida.

Imediatamente após o rompimento, Rourke e o baterista dos Smiths, Mike Joyce, tocaram com Sinéad O'Connor - Rourke (mas não Joyce) aparece no álbum I Do Not Want What I Haven't Got (1990). Junto com Craig Gannon, eles forneceram a secção rítmica para dois singles do ex-vocalista dos Smiths Morrissey - "Interesting Drug" e "The Last of the Famous International Playboys" (ambos de 1989). Rourke também tocou baixo em "November Spawned a Monster" e "Piccadilly Palare" (ambos de 1990) e compôs a música para os singles de Morrissey "Yes, I Am Blind" (o lado B de "Ouija Board, Ouija Board", 1989); "Girl Least Likely To" (um lado B no single de 12 de "November Spawned a Monster"; também lançado como faixa bônus na reedição de Viva Hate em 1997); e "Get Off the Stage" (o lado B de "Picadilly Palare").

Rourke também tocou e gravou com a banda The Pretenders (aparecendo nalgumas das faixas de Last of the Independents de 1994); Killing Joke, Badly Drawn Boy (com quem Rourke fez uma turnê por dois anos), Aziz Ibrahim (ex-Stone Roses) e ex-guitarrista do Oasis Bonehead como Moondog One, que também incluía Mike Joyce e Craig Gannon. Rourke também tocou baixo para Ian Brown, tanto em turnê quanto no álbum de Brown, The World Is Yours.

Em março de 1996, Rourke e Mike Joyce iniciaram processos judiciais contra Morrissey e Marr por royalties. Enquanto Joyce continuou com a ação, Rourke resolveu fora do tribunal por £ 83 000. Tendo gasto o acordo, Rourke mais tarde foi declarado falido na sequência de uma petição da Receita Federal em 25 de janeiro de 1999.

Rourke formou o supergrupo Freebass com os baixistas Gary Mounfield (ex-Stone Roses) e Peter Hook (ex-New Order) em 2007 e permaneceu ativo no grupo até agosto de 2010. No início de 2009, ele mudou-se para a cidade de Nova York, onde teve um programa na East Village Radio e trabalhava como DJ de clube, com Olé Koretsky, sob o nome de Jetlag. Isso levou Rourke e Koretsky a formarem a banda D.A.R.K. com a vocalista Dolores O'Riordan dos The Cranberries. O trio lançou o seu primeiro álbum, Science Agrees, em 9 de setembro de 2016.
Em 19 de maio de 2023, foi anunciado que Rourke havia morrido de cancro no pâncreas, aos 59 anos, no Memorial Sloan Kettering Cancer Center, na cidade de Nova York  
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quinta-feira, maio 14, 2026

Jack Bruce nasceu há 83 anos...

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John Symon Asher "Jack" Bruce (Bishopbriggs, 14 de maio de 1943 - Suffolk, 25 de outubro de 2014) foi um baixista, cantor e compositor britânico, nascido na Escócia.
Ele começou a sua carreira tocando com a banda de Graham Bond, no começo dos anos 60. O grupo fazia versões de variados estilos musicais, desde bebop a rhythm and blues, passando pelos blues. Entre os seus integrantes estava Ginger Baker.
Ele tocou com John Mayall e com Manfred Mann antes de iniciar a sua participação mais célebre, como baixista, no power trio Cream (grupo de blues-rock do Reino Unido e supergrupo formado por iniciativa do baterista Ginger Baker com o baixista Jack Bruce e o guitarrista Eric Clapton). Ele criou a maioria das músicas da banda, juntamente com o compositor Pete Brown.
Depois dos Cream terminarem, Jack tocou com inúmeros músicos e colaborou com grandes nomes do jazz como Carla Bley e participou na banda Frank Zappa & Mothers of Invention. Ele continuou gravando durante os anos 90 e no começo do ano 2000 passou a sofrer problemas de saúde. Em 2003 foi-lhe diagnosticado um cancro no fígado e, em setembro do mesmo ano, passou por um transplante quase fatal, depois de seu organismo rejeitar o novo órgão.
 

(...)

Em 25 de outubro de 2014 foi anunciado que Jack havia falecido, aos 71 anos, por causa de uma doença no fígado. É com grande tristeza que nós, a família de Jack, anunciamos a morte de nosso querido Jack: o marido, o pai, o avô e a lenda. O mundo da música será um lugar mais pobre sem ele, mas ele vive na sua música e eternamente nos nossos corações, escreveu sua família no site do músico. Claire Singers, a sua assessora de imprensa, também confirmou a morte. Ele faleceu hoje no seu domicílio em Suffolk, cercado pela sua família. Jack Bruce e a sua segunda esposa, Magrit, tiveram três filhos.
 
 

Hoje é preciso ouvir a música de Mike Inez...

Hoje é dia de recordar os Cream...

Mike Inez, baixo de Alice in Chains, nasceu há sessenta anos...!

Inez performing with Alice in Chains in 2019
   

Michael Allen Inez (Los Angeles County, California, May 14, 1966) is an American rock musician best known for his role as the bassist of Alice in Chains since 1993. He is also recognized for his work with Ozzy Osbourne from 1989–1993. Inez has also been associated with Slash's Snakepit, Black Label Society, Spys4Darwin, and Heart. He is of filipino descent. Inez has earned seven Grammy Award nominations as a member of Alice in Chains.

 

Mike Inez began his career in music by playing guitar and saxophone. Since the late 1980s, his career has consisted of the role of bass guitarist in popular hard rock bands. 

 

Ozzy Osbourne (1989–1993)

In 1989, more than 50 musicians auditioned for Ozzy Osbourne's group; Inez, then a member of the Los Angeles band Skin on Skin, won the spot of bassist. Within a month, he was playing a live gig with Osbourne at Wembley Stadium.

Inez was an official member of Osbourne's band during their recording of the album No More Tears. However, Bob Daisley was brought in to record the bass and none of Inez's playing is on the final album. In the liner notes Inez was credited as "bass and music inspiration", as he had written the riff to the title track in a jam session. Inez also appeared on the 1993 Osbourne live album Live & Loud

 

Alice in Chains (1993–2002)

Inez performing with Alice in Chains in 2009

   

By January 1993, Inez had moved on to his next project. Alice in Chains bassist Mike Starr had left the group after the release of their album Dirt and Inez replaced him. Inez toured throughout 1993 with Alice in Chains on the strength of the Dirt album. The group also participated in the 1993 Lollapalooza Tour. Alice in Chains' Jar of Flies EP was released in 1994 with Inez on bass. Jar of Flies debuted at #1 on album sales charts, the first EP ever to do so.

Inez recorded with the band for their eponymous 1995 release Alice in Chains, which also debuted at #1. In 1996, Alice in Chains recorded their MTV Unplugged special, the first live performance the group had played together in three years. After their last live performance on July 3, 1996, Alice in Chains went on hiatus. Then in August 1998 Alice in Chains returned to the studio to release the songs "Get Born Again" and "Died". In 1999 the band went on hiatus once again, when rumors of vocalist Layne Staley's drug abuse arose. Alice in Chains officially disbanded on April 20, 2002, after the news of the death of Staley. 

 

Slash's Snakepit (1995)

In 1995, Inez played with Slash on the Guns N' Roses guitarist's side group, Slash's Snakepit. The group recorded It's Five O'Clock Somewhere although Inez did not play any live shows during the corresponding tour. He also briefly rejoined Ozzy Osbourne's band on the Retirement Sucks tour after Geezer Butler resigned due to the pressures of touring. 

 

Jerry Cantrell and Spys4Darwin (1998)

In 1997 Inez played with his Alice in Chains bandmate, Jerry Cantrell, on his debut solo album, Boggy Depot. In the following year, Inez played on the bonus track to Black Label Society's debut album Sonic Brew, a reworked heavy metal cover version of the Osbourne track "No More Tears". At around this time, Inez formed the band Spys4Darwin with Sean Kinney, Chris DeGarmo from Queensrÿche, and Vinnie Dombroski from Sponge. They released the microfish EP, and played radio festivals in the Northwest

 

Black Label Society (2001–2004)

In mid-August 2001, Inez temporarily replaced Black Label Society bassist Steve Gibb, who was sent home in the middle of their Ozzfest tour. In 2003, Black Label Society's Robert Trujillo joined Metallica; Inez replaced him in Black Label Society, joining for a short two-week west coast tour of the United States and a short tour of Japan for their The Blessed Hellride album. A few songs from the Tokyo, Japan show of this tour appear in the bonus features section of their live DVD, Boozed, Broozed & Broken-Boned. In 2004, Inez recorded the track "Crazy or High" with Black Label Society for their studio album release Hangover Music Vol. VI

 

Heart (2002–2006)

Following Layne Staley's death in April 2002, Inez joined Heart and toured with the band from 2002 through 2006. He appears on Heart's 2003 release, Alive in Seattle, a double CD live recording that documents a 2002 concert at Seattle's Paramount Theatre.

Inez also played bass and tambourine on Heart's 2004 album Jupiters Darling.

 

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Alice in Chains reunion (2005–present)

 In 2005, Jerry Cantrell, Inez, and Sean Kinney reunited to perform a benefit concert in Seattle for victims of the tsunami disaster that struck South Asia in 2004. By 2006 Inez, along with the surviving members of Alice in Chains, Jerry Cantrell and Sean Kinney, set out for a world tour with various guest singers to fill in for the late Layne Staley. The main singer for the band's tour was William DuVall. The band was also featured on Decades of Rock: Heart and Friends where they performed "Would?" with Phil Anselmo and "Rooster" with William DuVall. DuVall would go on to be made the permanent singer of the group, which has since released three studio albums with Duvall and toured extensively since 2006.

     

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sexta-feira, maio 08, 2026

Paul Samwell-Smith faz hoje 83 anos

(imagem daqui)
   
Paul Samwell-Smith (born Paul Smith, 8 May 1943, in Richmond, Surrey) is an English musician and record producer. He was a founding member and the bassist of the 1960s English rock band the Yardbirds, which launched leading guitarists Eric Clapton, Jeff Beck and Jimmy Page to fame. As a youth, Samwell-Smith attended Hampton School with Yardbirds drummer Jim McCarty.

While in the Yardbirds, he co-produced and engineered much of their music, working with record producers such as Mickie Most, Simon Napier-Bell and Giorgio Gomelsky. Samwell-Smith was a major contributor to the original tracks written by the Yardbirds during his tenure with the band. He left the group in June 1966 to pursue a career as a record producer. 

 

The Yardbirds

In late May 1963, he formed the Yardbirds with Keith Relf, Anthony Topham, Chris Dreja, and Jim McCarty. During this period his primary instrument was a short-scale Epiphone Rivoli bass. He played on the UK albums, Five Live Yardbirds and Yardbirds (also known as Roger the Engineer) and on the US albums For Your Love, Having a Rave Up, and Over Under Sideways Down (which was Roger the Engineer retitled for the US market), all released on Epic Records. He provided background vocals on many songs like "Good Morning Little School Girl", "For Your Love", "Heart Full of Soul", "Evil Hearted You", and more. He composed the Gregorian chant arrangements and lyrics of the songs "Still I'm Sad" and "Turn Into Earth". While in the Yardbirds he started working on the technical side in the studio. In 1966, becoming tired of touring and wanting to focus on production, he left the Yardbirds and was replaced by Jimmy Page. The last Yardbirds album he played on was Roger the Engineer.

Regarding Samwell-Smith's years with the Yardbirds, a 2020 article in Guitar World opined: "As a bassist, Paul Samwell-Smith was solid and occasionally prominently inventive. No doubt, had he stuck to that he’d have been feted as an influence by many."

In the early 1980s, Samwell-Smith played in the Yardbirds reunion band Box of Frogs with original Yardbird members Chris Dreja and Jim McCarty. The Box of Frogs did not tour because Chris Dreja was busy with his photography and Samwell-Smith was busy in the recording studio.

He was inducted to the Rock and Roll Hall of Fame as a member of the Yardbirds in 1992.

 

Records and film
Producer

He went on to become a successful producer with credits including Cat Stevens' albums Tea for the Tillerman (1970), Teaser and the Firecat (1971) and Catch Bull at Four (1972). An article in The Washington Post praised Samwell-Smith's "deft, understated touch" on these recordings as a primary reason for their commercial success, and commented: "The chamber ensemble palette Samwell-Smith employed, consisting mainly of acoustic guitars, piano, upright bass and hand percussion, and the refined arrangements he crafted, perfectly complement the interior landscapes that Stevens was exploring. Stevens had the pure, raw talent, certainly, but it was Samwell-Smith who seemed to understand how best to transmute and position that talent for maximum artistic impact." Samwell-Smith also produced recordings for Jethro Tull, Carly Simon, Renaissance, Murray Head, Chris de Burgh, Beverley Craven, Toto Coelo, Illusion and Claire Hamill. Other production credits include two of Amazing Blondel's albums for Island Records; the first and second albums by All About Eve for Mercury; and "American Tune" (1973 single) with Paul Simon

 

Film

Paul Samwell-Smith was the musical producer for the film Harold and Maude in 1971, with music written by Cat Stevens, which became a cult classic. In addition, two decades later, he produced Postcards from the Edge in 1990, as a music sound recording and recording supervisor.  
   

 

quinta-feira, maio 07, 2026

İbrahim Gökçek, músico dos Grup Yorum, morreu, durante uma greve de fome, há seis anos...

   
İbrahim Gökçek est un musicien du groupe folk révolutionnaire turc Grup Yorum. Né en à Kayseri, il meurt le après une grève de la faim de 323 jours. 

 

 Biographie

İbrahim Gökçek, né en 1980 à Kayseri, est bassiste dans le groupe révolutionnaire turc Grup Yorum. Il est marié à Sultan Gökçek, une autre membre de Grup Yorum, détenue en 2020 à la prison de Silivri.

Il est arrêté le 1er mai 2019 et inculpé de «création et direction d'une organisation». En juin, il rejoint la grève de la faim engagée par d'autres membres de Grup Yorum: ceux-ci revendiquent que le gouvernement turc mette fin à la répression contre le groupe, libère ses membres emprisonnés et leur permette de donner des concerts. Le 4 janvier 2020, Helin Bölek et lui annoncent leur décision de prolonger leur jeûne jusqu'à la mort. Le 14, le parquet requiert l'emprisonnement à perpétuité contre Ibrahim Gökçek. Libéré malgré tout en février 2020, il s'installe avec Helin Bölek dans une maison à Küçükarmutlu à Istanbul pour y poursuivre leur grève de la faim.

Le 5 mai 2020, il recommence à s'alimenter - les principaux partis d'opposition lui ont promis de se mobiliser - et est transféré dans un hôpital. Il meurt le 7 mai 2020. 

Le lendemain, la police arrête ou disperse aux gaz lacrymogènes les participants à une cérémonie à sa mémoire dans un cemevi du quartier de Sultangazi, et saisit son cercueil. Il est finalement inhumé dans le cimetière de Kayseri, au cours d'une cérémonie qui donne lieu à de nouvelles échauffourées avec la police.

Des membres du Parti d'action nationaliste (MHP) manifestent et menacent de déterrer Ibrahim Gökçek et de brûler sa dépouille, au motif qu'ils le considèrent comme un terroriste. Ces manifestations ont poussé le MHP à fermer les bureaux des Loups gris pendant un certain temps et à licencier son président local.

     

   

 (imagem daqui)

 

segunda-feira, maio 04, 2026

Hoje é bom ouvir Green Day...!

Mike Dirnt, baixista dos Green Day, celebra hoje cinquenta e quatro anos

      
Michael Ryan Pritchard, conhecido como Mike Dirnt, (Rodeo, Califórnia, 4 de maio de 1972) é o baixista da banda de punk rock, Green Day. O seu apelido fictício (Dirnt) deve-se ao facto de que estava aprendendo a tocar baixo e, no colégio, ficava repetindo notas no baixo que soavam como uma onomatopeia em inglês (dirnt, dirnt, dirnt), e ele adotou a brincadeira para a sua 'alcunha'.
   
 

quinta-feira, abril 23, 2026

Saudades de Glenn Cornick...

Glenn Cornick nasceu há 79 anos...

Cornick performing with Jethro Tull in Helsinki, 1970.

    

Glenn Cornick (Barrow-in-Furness, 23 de abril de 1947 - Hilo, Havaí, 28 de agosto de 2014) foi um músico britânico. Foi o primeiro baixista e um dos fundadores do Jethro Tull. Ele saiu da banda depois de seu terceiro álbum, Benefit, em 1970. Seu estilo (meio virtuoso, meio performático), fica presente nas primeiras músicas da banda, como "Bouree" e "The Witch's Promisse".

Cornick foi "convidado" a deixar o Tull pelo empresário Terry Ellis, mas recebeu o apoio e encorajamento para formar sua própria banda, Wild Turkey, que obteve certo êxito com alguns álbuns e turnês - em 1972, abriram os shows para a turnê mundial do Black Sabbath.

Ele mudou-se depois para Berlim, onde gravou o álbum "Rock'n Roll Testament" com a banda Karthago. Mais tarde, nos EUA, formou o grupo Paris com Bob Welch, ex-Fleetwood Mac. A parceria durou até 1977, quando Cornick abandonou a música e se tornou gerente de vendas de uma empresa de alimentos.

Depois de dez anos voltou a tocar, participando em vários projetos - inclusive uma reunião dos Wild Turkey, lançando mais três álbuns.

Cornick morreu em Hilo, no Havai, a 28 de agosto de 2014, por causa de insuficiência cardíaca congestiva.

    

 

segunda-feira, abril 20, 2026

Mikey Welsh nasceu há 55 anos...

  

Michael Edward Welsh (Syracuse, New York, April 20, 1971 – Chicago, Illinois, October 8, 2011) was an American artist and musician who played bass for several bands, including the rock band Weezer. During Weezer's hiatus, he played with Weezer frontman Rivers Cuomo in the band Homie, during Cuomo's time in Boston. Following original bassist Matt Sharp's departure from Weezer, Welsh joined as bassist and played with them from the time that they unofficially regrouped in 1998 until August 2001, when he experienced mental health problems. Shortly afterwards, he retired from music to focus on his art career. Welsh died from a drug overdose on October 8, 2011.

 

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quinta-feira, abril 16, 2026

Sugestão para Leiria - um recital diferente para celebrar o Dia Mundial da Voz...

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Recital Dia Mundial da Voz

Teatro Miguel Franco (LEIRIA) - 16.04.26 - 19.30 horas

Canções Pagãs, álbum lançado em 2016 por Nuno Dias e Luís Figueiredo, chega agora em formato recital como homenagem ao cancioneiro de Luiz Goes, figura central da Canção de Coimbra. Reinterpretando 16 faixas gravadas entre 1967 e 1971, o projeto adota uma abordagem erudita e minimalista, retirando as composições do contexto tradicional da guitarra de Coimbra para as transformar em autênticas canções de câmara.

 

Programa:

Canções Pagãs, Nuno Dias

 

Biografias:

Nuno Afonso Dias é licenciado em canto pela Universidade de Aveiro, na classe da professora Isabel Alcobia. Foi Docente Assistente nesta Universidade no ano letivo 2013/14. Desenvolveu os seus estudos com Alan Watt, Tom Krause e Michael Rhodes. Foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian para o projeto enoa (European Network of Opera Academies). Fez parte da Academia de Ópera do Festival de Verbier, onde trabalhou com Barbara Bonney, Claudio Desderi, Tomas Quastoff e Tim Caroll, tendo-se destacado com o Prémio Jovem Promessa Thierry Marmod.

Como solista, tem-se apresentado em concerto com diversas orquestras nacionais e internacionais, cantando obras de referência do repertório coral-sinfónico. No domínio da ópera interpretou, no Teatro Nacional de São Carlos, ao longo das últimas temporadas, diversos personagens do repertório lírico, abrangendo obras de compositores consagrados como Puccini, Donizetti, Rossini ou Bizet, entre outros. Do seu repertório, que interpretou em palcos nacionais e internacionais, fazem também parte compositores como Verdi, Mozart, Busoni, Stravinsky ou Britten.

Da discografia de Nuno Dias destaca-se o disco Canções Pagãs, inteiramente dedicado ao cancioneiro de Luiz Goes, trabalho esse que foi reconhecido como de Utilidade Cultural pelo Ministério da Cultura. Foi cantor residente no Stadttheater Bern, na Suíça, durante a temporada 2014/15.

 

Luis Figueiredo iniciou os estudos musicais com 8 anos. Depois de dois anos de aulas particulares de Piano, em 1989 ingressou no Conservatório de Música de Coimbra, onde completou o curso de Piano.

Em 2005 concluiu a Licenciatura em Piano na Universidade de Aveiro, estudando com Vitali Dotsenko, Fausto Neves, António Chagas Rosa, Vasco Negreiros, entre outros. No mesmo ano, estudou no Hot Clube de Portugal em Lisboa com Filipe Melo, Bernardo Moreira, Ricardo Pinheiro e Bruno Santos. Em 2016 concluiu o Doutoramento em Música na Universidade de Aveiro, sob orientação de Susana Sardo e Mário Laginha. Durante este período, frequentou diversas classes de aperfeiçoamento e workshops com Álvaro Teixeira Lopes, Andrezej Pikul, Roy Howatt, Liv Glaser, Mário Laginha, Valery Starodubrovsky, Dave Liebman e Hervé N’Kaoua, entre inúmeros outros.

Participou também em diversos eventos científicos nas áreas da performance musical e musicologia, tais como Congresso SIBE – Sociedade Ibérica de Etnomusicologia (Salamanca e Lisboa), Rhythm Changes International Jazz Conference (Amesterdão), Leeds International Jazz Conference (Reino Unido), Jazz Talks – Aveiro International Jazz Conference, ENIM – Encontros Nacionais de Investigação em Música (Portugal, várias localidades), Post-ip Post in Progress (Aveiro, Portugal).

Foi convidado como orador em variadas ocasiões, incluindo o evento TED (Aveiro), Escola Superior de Educação de Coimbra (Fórum das Artes e Tecnologias), Congresso EPTA – European Piano Teachers Association (Portugal), Academia de Música de Castelo de Paiva, Academia de Música de Torre de Moncorvo, Conservatório de Música de Coimbra, entre vários outros.

Entre 2005 e 2015, lecionou em instituições como o Conservatório de Música de Coimbra, o Conservatório de Música da Jobra, o Conservatório de Música de S. José da Guarda e a Tone Music School, em Coimbra. Pontualmente orientou masterclasses e workshops nas áreas da música erudita, do jazz e da composição em inúmeras instituições em Portugal e também fora do país.

Entre 2011 e 2019 desempenhou funções nos Mestrados em Música e Ensino de Música na Universidade de Aveiro, sendo coordenador da variante de jazz e vice-diretor do Mestrado em Música, e leccionando as disciplinas de piano, música de câmara, combo, composição e jazz studies.

Luís Figueiredo está ativo profissionalmente desde 2004 nas áreas da performance de música escrita e improvisada, da composição e arranjo, e da produção e direção musical. Editou o seu primeiro álbum como líder em 2010 (Manhã, JACC Records). Desde então, assinou participações em cerca de 30 edições discográficas.

Trabalhou e/ou gravou com Cristina Branco, Bruno Pedroso, Carlos Bica, André Fernandes, Luísa Sobral, Alexandre Frazão, Reinier Baas, João Moreira, Ana Bacalhau, Mário Delgado, Bernardo Moreira, David Binney, João Hasselberg, Perico Sambeat, Mário Laginha, Marta Hugon, Ricardo Toscano, Eduardo Raon, Rita Maria, Diogo Duque, Márcia, Mário Franco, Diabo na Cruz, Carlos Barretto, Jorge Moniz, Gisela João e Jeffery Davis, entre vários outros.

Trabalhou com a Orquestra Filarmonia das Beiras, Orquestra Metropolitana, Orquestra Clássica do Sul, Orquestra XXI, Hr Frankfurt Rundfunk Big Band (DE), Het Gelders Orkester (NL), para além de vários ensembles de música de câmara, sob a direção de Cesário Costa, Dinis Sousa, Jamie Philips, Rui Pinheiro e António Lourenço.

Na sua agenda registam-se concertos, masterclasses e residências artísticas em inúmeros países, como Espanha, França, Alemanha, Áustria, Luxemburgo, Holanda, Suécia, Noruega, Dinamarca, Finlândia, Sérvia, Grécia, Turquia, México, Marrocos e Brasil.

Desde 2008, tem colaborado em várias produções de teatro e cinema, como compositor, intérprete ou diretor musical. Neste âmbito, trabalhou com Tiago Cravidão, O Teatrão (Coimbra), Sandra Barata Belo, Patrícia André e Teatro Praga (Lisboa).

Luís Figueiredo foi o arranjador da canção vencedora do Festival Eurovisão da Canção 2017, “Amar Pelos Dois” (autoria: Luísa Sobral), e foi também o compositor da banda sonora original da edição de 2018 do mesmo festival.

 

domingo, abril 12, 2026