domingo, outubro 25, 2026
Georges Bizet nasceu há 188 anos...
Postado por Fernando Martins às 18:08 0 comentários
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Hoje é dia de recordar Bizet...
Postado por Pedro Luna às 00:18 0 comentários
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sábado, outubro 24, 2026
Alessandro Scarlatti morreu há 301 anos
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Ferdinand Hiller nasceu há 215 anos
O seu primeiro professor foi Aloys
Schmitt e, aos 14 anos, as suas composições e talento levaram o seu pai, um
homem de sucesso, a mandá-lo para junto de Johann Nepomuk Hummel, em Weimar. Lá
ele se dedicou a compor.
Com Hummel, Hiller viajou extensivamente como pianista, tanto que em 1827 fez uma turnê por Viena, onde conheceu Beethoven e compôs seu primeiro Quarteto. Após uma breve visita à sua casa, Hiller foi para Paris em 1829, onde viveu até 1836. Ele voltou a Frankfurt por um período devido à morte de seu pai, mas em 8 de janeiro de 1839 estreou sua ópera La Roinilda em Milão e começou a escrever seu oratório Die Zerstörung Jerusalems.
Em seguida, foi para Leipzig, onde morava o seu amigo Mendelssohn, onde, em 1843-1844, dirigiu vários concertos na Gewandhaus e terminou o seu primeiro oratório. Após uma breve visita à Itália para estudar música sacra, Hiller executou duas óperas, Ein Traum e Conradin, em Dresden em 1845 e 1847, respetivamente. Ele foi, como maestro, para Düsseldorf em 1847 e Colónia em 1850, e dirigiu a Ópera Italiana em Paris, entre 1851 e 1852. Em Colónia ganhou destaque como maestro dos concertos de Gürzenich e maestro do conservatório. Em 1884 retirou-se e morreu no ano seguinte.
Hiller costumava visitar a Inglaterra. Ele compôs uma peça, Nala, para a abertura do Royal Albert Hall, e Damayanti foi apresentada em Birmingham. Ele deu uma série de recitais de piano de suas próprias composições no Hanover Square Rooms em 1871. Ele tinha um domínio perfeito da técnica de composição e da forma, mas suas obras são geralmente secas. Ele era um pianista e professor, e ocasionalmente um escritor brilhante sobre assuntos musicais. Entre as suas obras, cerca de duzentas, estão seis óperas, dois oratórios, seis ou sete cantatas, muita música de câmara e um concerto para piano até então popular.
Postado por Fernando Martins às 02:15 0 comentários
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Charles Lecocq morreu há cento e oito anos...
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terça-feira, outubro 20, 2026
A Ópera de Sydney faz hoje cinquenta e três anos
A casa da Ópera de Sydney (em inglês Sydney Opera House), também conhecida como Teatro de Sydney, é um dos edifícios de espetáculo mais marcantes a nível mundial e um dos símbolos da Austrália, localizada na cidade de Sydney.
A construção, projetada por Jørn Utzon, começou em 1959 e está localizada sobre a Baía de Sydney. Apesar de o arquiteto ter abandonado o projeto em 1966, o edifício foi inaugurado em 20 de outubro de 1973.
A Ópera de Sydney é a primeira atração turística da Austrália. Anualmente, os seus 8,2 milhões de visitantes geram um retorno de mais de 520 milhões de euros.
Postado por Fernando Martins às 00:53 0 comentários
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domingo, outubro 18, 2026
Para recordar Charles Gounod...
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Charles Gounod morreu há 133 anos...
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segunda-feira, outubro 12, 2026
Luciano Pavarotti nasceu há noventa e um anos...
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Hoje é dia de soltar uma furtiva lacrima por Pavarotti...
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sábado, outubro 10, 2026
Hoje é dia de ouvir Verdi...!
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Giuseppe Verdi nasceu há duzentos e treze anos

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sexta-feira, outubro 09, 2026
Camille Saint-Saens nasceu há 191 anos...
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quarta-feira, outubro 07, 2026
Mario Lanza morreu há 67 anos...
Postado por Fernando Martins às 06:07 0 comentários
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terça-feira, outubro 06, 2026
Saudade de Montserrat Caballé...
Postado por Pedro Luna às 08:00 0 comentários
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Montserrat Caballé morreu há oito anos...
Maria de Montserrat Viviana Concepción Caballé i Folc (Barcelona, 12 de abril de 1933 – Barcelona, 6 de outubro de 2018) foi uma famosa cantora lírica catalã, soprano, considerada uma das maiores cantoras líricas de todos os tempos.
Postado por Fernando Martins às 00:08 0 comentários
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segunda-feira, outubro 05, 2026
Jacques Offenbach morreu há 146 anos...
NOTA: como antigo escuteiro do Agrupamento 347 (São Jorge), é sempre uma alegria ouvir o <i>can-can</i>...
quinta-feira, outubro 01, 2026
Luísa Todi morreu há 193 anos...
Postado por Fernando Martins às 19:30 0 comentários
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terça-feira, setembro 29, 2026
A ópera Flauta Mágica, de Mozart, foi estreada há 235 anos...!
Inicialmente a peça pareceu não ter agradado o público vienense, mas não demorou muito para que a situação se invertesse, e a ópera passasse a ser aclamada por pessoas que não se cansavam de lotar o teatro onde ela estava sendo apresentada todas as noites, como comenta Mozart numa de suas cartas à esposa:
Ao voltar da Ópera, com a maior satisfação e sentimento de alegria, encontrei sua carta. Ainda que sábado, por ser dia de Correio, seja um mau dia, a Ópera foi apresentada toda com teatro lotado, e os aplausos e repetições de costume. Amanhã será apresentada novamente (…)O sucesso da Flauta Mágica ajudou a melhorar o ânimo do compositor e resultou numa ligeira melhoria da sua saúde, debilitada desde que ficara doente, semanas antes da estreia da peça, em Praga. Numa de suas cartas endereçadas à esposa, Constanze, Mozart demonstra sua satisfação quanto ao sucesso da ópera:
Estou voltando da Ópera; o teatro estava lotado, como sempre – o dueto ‘Marido e esposa, etc.’ E a música dos sininhos, no primeiro ato, como de costume, foram repetidos – também o Terceto dos meninos, no 2º ato. – Mas o que mais me alegra é o aplauso constante! – Vê-se perfeitamente que essa ópera cresce sempre mais, e intensamente.Dias depois, o compositor Antonio Salieri e a cantora Catarina Cavalieri foram recebidos por Mozart, que os levou para apreciar a sua mais nova obra, que os deixou bastante impressionados, como explica na carta escrita à esposa no dia 14 de outubro de 1791:
Tu não podes imaginar o quanto os dois [Salieri e Cavalieri] foram amáveis, o quanto lhes agradou, não apenas a minha música, mas também o libreto e todo o conjunto. – Disseram ambos: ‘É uma Ópera digna de ser apresentada nas mais importantes festividades, diante dos maiores monarcas. E eles, certamente vê-la-iam outras vezes, pois jamais viram espetáculo mais belo, nem mais agradável.’ – Ele ouviu e observou com a maior atenção desde a abertura até o último coro, não houve um trecho que não tivesse arrancado deles um ‘bravo’ ou ‘bello’. E eles não se cansavam de dirigir-me intermináveis agradecimentos por esse favor.De facto o desejo de Salieri e Cavalieri concretizou-se, pois cerca de um ano após a sua estreia, a ópera celebrou a sua centésima apresentação, em novembro de 1792, mas Mozart não teve o prazer de presenciar esse marco, pois morreu no dia 5 de dezembro de 1791. Até hoje a ópera é uma das mais apreciadas pelo público alemão, como comenta o compositor Richard Wagner:
Os alemães jamais se cansaram de venerar o surgimento desta obra. Até então a ópera alemã praticamente jamais existira; ela foi criada com esta obra. A quinta essência dos mais nobres botões da arte fundiram-se aqui em uma única flor. Que mágica dívida sopra nesta obra, da mais popular canção ao hino mais sublime! Que versatilidade, que diversidade!
Postado por Fernando Martins às 02:35 0 comentários
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sexta-feira, setembro 25, 2026
Jean-Philippe Rameau nasceu há trezentos e quarenta e três anos
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Filho de organista na catedral de Dijon, seguiu a carreira do pai, na qual distinguiu-se desde cedo, trabalhando em várias catedrais. Não foi apenas um dos compositores franceses mais importantes do século XVIII, como também influenciou a teoria musical. O seu estilo de composição lírica pôs fim ao reinado póstumo de Jean-Baptiste Lully, cujo modelo dominara a França por meio século.
Até 1722 Rameau compusera apenas poucas e curtas peças para teclado e obras sacras, mas a publicação de seu tratado sobre harmonia naquele ano marcou o começo de um período muito produtivo, conhecendo a fama. As suas Pièces de Clavecin foram publicadas em 1724, seguidas por um novo livro de teoria, em 1726, e de obras para teclado e cantatas, em 1729. Somente aos cinquenta anos ingressou no terreno da música cénica, compondo a sua primeira ópera, Hippolyte et Aricie, um grande sucesso que lhe valeu a posição de principal operista francês de seu tempo. Escreveu várias óperas em vários géneros, sempre acolhidas com entusiasmo, e mesmo desencadeando grandes polémicas por sua ousadia, inventividade e pelas novidades que introduziu. A sua música caracteriza-se por um dinamismo que contrasta com o estilo mais estático de Lully.
Era também professor de cravo, bastante em moda na cidade de Paris da sua época. A técnica do dedilhado dos instrumentos de teclado deve muito a Rameau. Foi "Compositor da Câmara do Rei", sendo agraciado, poucos meses antes de morrer, com o título de Cavaleiro. O seu funeral foi cercado de pompa, recebendo também homenagens em muitas cidades como um compositor excecional, que orgulhava a nação.
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Postado por Fernando Martins às 03:43 0 comentários
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