O Curso de Geologia de 85/90 da Universidade de Coimbra escolheu o nome de Geopedrados quando participou na Queima das Fitas.
Ficou a designação, ficaram muitas pessoas com e sobre a capa intemporal deste nome, agora com oportunidade de partilhar as suas ideias, informações e materiais sobre Geologia, Paleontologia, Mineralogia, Vulcanologia/Sismologia, Ambiente, Energia, Biologia, Astronomia, Ensino, Fotografia, Humor, Música, Cultura, Coimbra e AAC, para fins de ensino e educação.
Palas, de Pallas (asteroide 2 Palas) é o segundo maior asteroide, situado na cintura entre Marte e Júpiter. Estima-se que as suas dimensões sejam 558 x 526 x 532 km. A sua composição é única, mas bastante similar à dos asteroides do tipo C.
Uma imagem ultravioleta de 2 Palas mostrando a sua forma achatada, feita pelo Telescópio Espacial Hubble
História
Em 1801, o astrónomo Giuseppe Piazzi descobriu um objeto que inicialmente confundiu com um cometa.
Pouco tempo depois, Piazzi anunciou as suas observações deste objeto,
notando que o seu movimento lento e uniforme não era característico de um
cometa, sugerindo que seria um objeto diferente.
Este objeto foi batizado por Ceres e foi o primeiro asteroide a ser descoberto.
Alguns meses depois, em Bremen, Olbers estava a tentar localizar de novo o asteroide Ceres,
quando observou um outro objeto novamente na vizinhança. Era o
asteroide Palas, que por coincidência passava perto de Ceres naquele tempo.
A
descoberta deste objeto causou um grande interesse pela comunidade
astronómica: antes deste momento os astrónomos especulavam que devia
existir um planeta entre Marte e Júpiter e Olbers havia encontrado um segundo objeto.
A
órbita de Palas foi determinada por Gauss, quando encontrou que o
período de 4,6 anos era similar ao período de Ceres. Entretanto, Palas
teria uma inclinação orbital relativamente elevada ao plano da eclíptica.
Em 1917, o astrónomo japonês Kiyotsugu Hirayama
começou a estudar os movimentos dos asteroides. Observando um grupo de
asteroides e baseado nos seus movimentos orbitais médios, inclinação e
excentricidade, descobriu diversos agrupamentos distintos. Hirayama
relatou um grupo de três asteroides associados com Palas, que nomeou como a Família Palas, usando o nome do membro maior do grupo.
Desde de 1994 mais de dez membros desta família foram identificados (os membros têm um afélio entre 2.50–2.82 U.A.; inclinação relativamente ao plano da eclíptica entre 33º e 38°).
A existência da família foi finalmente confirmada em 2002, mediante comparação dos seu espectros.
Palas foi observado ocultando uma estrela, por diversas vezes, incluindo o melhor observação de todos os eventos de ocultação de asteroides, em 29 de maio de 1983,
quando as medidas do sincronismo da ocultação foram feitas por 140
observadores. Estes ajudaram a determinar o seu diâmetro exato.
Comparação de tamanho dos primeiros 10 asteroides com a Lua da Terra - Palas é o segundo, da esquerda para a direita
Caraterísticas
Palas é o terceiro maior objeto da cintura de asteroides, similar a 4 Vesta
em volume, mas com menos massa, por ser menos denso. Em comparação, a
massa de Palas equivale a aproximadamente a 0,3% da massa da Lua. Tanto Vesta como Palas tiveram o título de "o segundo maior" nalguns momentos da história da astronomia.
Palas tem sido observado ocultando uma estrela várias vezes.
Medições cuidadosamente dos tempos de ocultação tem ajudado a dar um
diâmetro preciso.
Mas estima-se que, em conjunto com Ceres, que são os únicos corpos da cintura de asteroides de forma esférica.
Durante a ocultação de 29 de maio de 1979 falou-se da descoberta de um possível satélite diminuto, com um diâmetro de 1 km, ainda não foi confirmada. Como curiosidade, o elemento químico paládio (número atómico 46) foi assim batizado em homenagem ao asteroide Palas.
Stardust é a primeira missão norte-americana, dedicada única e exclusivamente para explorar um cometa com a finalidade de trazer material extraterrestre, para lá da órbita da Lua.
A Stardust aproximou-se de Wild 2 em 2 de janeiro de 2004,
após uma viagem de quatro anos pelo espaço. Durante esta aproximação
ele recolheu amostras de poeira do cometa e obteve fotos detalhadas do
seu núcleo gelado.
Adicionalmente a sonda Stardust devia trazer amostras de poeira interestelar que foi recentemente descoberta passando pelo Sistema Solar e se dirige para a constelação de Sagitário.
A sonda Stardust regressou, a 15 de janeiro de 2006, à Terra, para entregar as amostras do material proveniente do cometa dentro de uma cápsula.
A missão
Acredita-se
que o material recolhido pela sonda era antigo, de época anterior à
existência do Sistema Solar e que também seja formado de grãos e de
nuvens de poeira remanescentes da época da formação do Sistema Solar.
Para encontrar com o cometa Wild 2, a sonda teve que fazer
três voltas em torno do Sol. Na segunda volta ocorreu a trajetória de
interseção com o cometa. Durante este encontro, a sonda Stardust
realizou uma série de tarefas como a contar o número de partículas com o
instrumento científico denominado de Dust Flux Monitor (DFM) e em tempo real, analisar a composição destas partículas e substâncias voláteis pelo Comet and Interstellar Dust Analyzer (CIDA).
Utilizando uma substância denominada de Aerogel,
a sonda Stardust consegue capturar e armazenar em segurança amostras do
cometa, na sua longa jornada de volta para a Terra. Ela é constituída
de silício, material que foi construído junto com a grade do coletor de aerogel, que é similar a uma grande raquete de ténis.
Estava previsto que em janeiro de 2006 a Stardust devia regressar e entregar a cápsula com as amostras dentro de um paraquedas, pesando aproximadamente 57 quilogramas.
Stardust foi a quarta missão da NASA do Programa Discovery,
programa este que consiste na construção de pequenas naves espaciais de
pesquisa espacial, que levem no máximo 36 meses para ficarem prontas e
que custem menos de US$ 190 milhões de dólares em desenvolvimento e que o custo total da missão, seja inferior a US$ 299 milhões de dólares.
Este é um programa de pesquisa espacial visa a obter dados
científicos relevantes em missões de baixo custo, onde se emprega
tecnologia de ponta, e cujas missões possam ser levadas adiante em um
curto espaço de tempo.
Sucesso no retorno da cápsula
Em 15 de janeiro de 2006
a sonda Stardust teve sucesso regressou e, ao chegar à atmosfera terrestre, a
cápsula contendo amostras do cometa e de poeira estelar, foi recolhida.
A cápsula de 45 kg pousou às 03.10 horas, hora local, no deserto do Estado de Utah, no noroeste dos Estados Unidos.
Quando a cápsula se encontrava a 105.000 pés, um pequeno para-quedas
se abriu e estabilizou a cápsula. Quando foi atingido a altitude de
10.000 pés, o para-quedas principal abriu e permitiu uma aterragem suave
no deserto. Devido à escuridão da noite foram utilizados câmarasinfravermelhas para monitorizar a descida da cápsula.
Um asteroide acabou de passar a rasar a Terra (e só percebemos depois)
A linha verde mostra a trajetória do 2025 TF, que quase atingiu a Terra
Uma tangente mais próxima da Terra do que a distância Porto-Algarve: 430 km que nos “salvaram” de um asteróide.
A 430 km da Terra, um asteroide acaba de passar um “voo rasante” ao nosso planeta e tornar-se segunda passagem mais próxima registada até hoje (apenas superado pelo 2020 VT4, que passou a apenas 368 quilómetros da Terra há 5 anos).
Agora, o 2025 TF, passou sobre a Antártida às 00:47:26 UTC de quarta-feira, 1 de outubro, a uma altitude de cerca de 428 quilómetros, explica a Science Alert. E foi mesmo uma tangente: a ilustração da capa mostra que o asteroide se desviou da Terra mesmo a tempo de não a atingir.
Mas não era caso para preocupações: Mesmo que tivesse atingido o
planeta, o 2025 TF não representaria perigo algum, explicam os
cientistas, que só detetaram o fenómeno depois de este ter acontecido.
A rocha mede apenas entre 1 e 3 metros de diâmetro, o que significaria, no máximo, um espetáculo luminoso no céu e talvez um pequeno meteorito perdido na Antártida.
O Observatório Kitt Peak-Bok, no Arizona (EUA), foi o primeiro a
reportar o evento, às 6:36 UTC, mas dados anteriores do Catalina Sky
Survey revelaram que o objeto tinha sido captado duas horas depois da
sua máxima aproximação.
Atualmente, o 2025 TF segue a alta velocidade rumo ao espaço profundo… mas deverá voltar a aproximar-se
no futuro. Este asteroide parece gostar da Terra, mas o nosso planeta
não se deixa apanhar: dessa vez,esta rocha deverá passar a 8 milhões de quilómetros, o que equivale a 21 vezes a distância entre a Terra e a Lua.
Asteroide com 200 metros passou perto da Terra. Probabilidade “bastante alta” de impacto futuro
Laboratório de Astronomia acredita que a passagem ocorreu a uma distância de quase 800 mil quilómetros da Terra e da Lua.
Um asteroide com mais de 200 metros de diâmetro passou ontem ao largo da Terra, pelas 07.41 horas (de Lisboa), segundo o Laboratório de Astronomia da Academia de Ciências da Rússia.
Na sua conta da rede social Telegram, aquela instituição refere que o
objeto era mil vezes maior do que o meteorito que caiu na cidade russa
de Cheliabinsk, em 2013, acrescentando que a passagem ocorreu a uma
distância de quase 800 mil quilómetros da Terra e da Lua.
O agora batizado “2025 FA22”, que terá um tamanho estimado de entre 130 e 290 metros, “foi incluído na lista dos corpos celestes potencialmente perigosos para o planeta”, tendo ‘regresso’ previsto para daqui a cerca de 11 anos, mais precisamente em 20 de agosto de 2036, mas a uma distância previsivelmente maior, segundo os especialistas.
“Uma aproximação potencialmente perigosa poderá ocorrer em 2089 e, particularmente, em 2173”, indicaram no comunicado.
Por exemplo, a famosa cratera Barringer, no estado norte-americano
Arizona foi provocada pela queda de um meteorito entre 10 e 100 vezes
mais pequeno que o “2025 FA22”, há cerca de 50 mil anos.
Os peritos russos calculam que este asteroide esta “como que
sincronizado com a Terra e passa periodicamente perto do planeta”,
havendo registo da sua última aproximação em 17 de setembro de 1940.
“É importante assinalar que, com esta órbita, as probabilidades
de esta rocha espacial vir a protagonizar algum tipo de impacto com a
Terra são bastante altas”, alertam ainda os astrónomos.
Juno visto em quatro comprimentos de onda de luz - uma grande cratera aparece obscurecida nos 934 nm
Juno (asteroide 3) foi descoberto a 1 de setembro de 1804 pelo astrónomo alemão Karl Harding, em Lilienthal. Localizado na cintura principal, foi o terceiro asteroide a ser descoberto, levando o número de ordem 3. Tem o nome da figura mitológica Juno, a deusa romana suprema, mulher de Júpiter.
Juno, líder da família de asteroides Juno, é um dos maiores asteroides
da cintura principal, medindo cerca de 234 km em diâmetro. É um asteroide tipo S, significando isto que é altamente refletivo e composto de uma mistura de níquel e ferro com silicatos de ferro e magnésio.
Tamanho: os primeiros 10 asteroides descobertos, por cima da Lua - Juno é o terceiro a contar da esquerda
Descoberta
Juno foi descoberto no dia 1 de setembro de 1804, pelo astrónomo Karl Ludwig Harding. Foi o terceiro asteroide descoberto, mas inicialmente foi considerado um planeta; foi reclassificado como asteroide e planeta menor durante a década de 1850.
'Juno' é o nome internacional para o asteroide, sujeito a variação local: Giunone (Itália), Junon (França), Yunona (Rússia), etc. O seu símbolo planetário é ③. Um símbolo antigo, ainda visto, é ⚵ ().
Características
Juno é um dos maiores asteroides, pois contém aproximadamente 1% da massa de todo o cinturão de asteroides. É o 11º maior asteroide, e também o segundo asteroide tipo S mais massivo, após 15 Eunomia. Mesmo assim, Juno tem apenas 3% da massa de Ceres.
Em 1 de janeiro de 1801 Piazzi descobriu o planeta anãoCeres, tendo-o designado inicialmente por Cerere Ferdinandea (por causa da deusa da mitologia romana Ceres e do rei Fernando IV, de Nápoles e da Sicília). A existência e a localização de Ceres tinha sido prevista pela lei de Titius-Bode alguns anos antes e durante muitos anos foi considerado como um asteroide.
Homenagens
Em 1871, Constantino Corti esculpiu uma estátua de Piazzi, esta estátua encontra-se na terra natal de Piazzi, Ponte in Valtellina. Mais tarde, em 1923, 1000 Piazzia, o milésimo asteroide a ser numerado, foi batizado em sua homenagem. Em 1935, o seu nome foi dado a uma cratera lunar - Piazzi. Mais recentemente, um grande albedo, provavelmente uma cratera, fotografada pelo telescópio espacial Hubble em Ceres, foi, informalmente, batizada de Piazzi.
Em 1 de janeiro de 1801 Piazzi descobriu o planeta anãoCeres, tendo-o designado inicialmente por Cerere Ferdinandea. A existência e a localização de Ceres tinha sido prevista pela lei de Titius-Bode alguns anos antes e durante muitos anos foi considerado como um asteroide.
Homenagens
Em 1871, Constantino Corti esculpiu uma estátua de Piazzi, esta estátua encontra-se na terra natal de Piazzi, Ponte in Valtellina. Mais tarde, em 1923, 1000 Piazzia, o milésimo asteroide a ser numerado, foi batizado em sua homenagem. Em 1935, o seu nome foi dado a uma cratera lunar - Piazzi. Mais recentemente, um grande albedo, provavelmente uma cratera, fotografada pelo telescópio espacial Hubble em Ceres, foi, informalmente, batizada de Piazzi.
O Dia Internacional dos Asteroides celebra-se anualmente a 30 de
junho, data que corresponde ao aniversário do impacto de um asteroide
sobre Tunguska, Sibéria, a 30 de junho de 1908.
Estes objetos, quando próximos da Terra, podem representar uma ameaça
de impacto. Desta possibilidade, embora remota, decorre a necessidade
de planear e tentar, dentro do possível, a sua prevenção. São, assim,
necessárias ações de carácter cooperativo no interesse da segurança
pública para poder proteger o planeta destas situações.
Este Dia foi foi proclamado através da Resolução 71/90, adotada na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidasde 6 de dezembro de 2016.
Palas, de Pallas (asteroide 2 Palas) é o segundo maior asteroide, situado na cintura entre Marte e Júpiter. Estima-se que as suas dimensões sejam 558 x 526 x 532 km. A sua composição é única, mas bastante similar à dos asteroides do tipo C.
Uma imagem ultravioleta de 2 Palas mostrando a sua forma achatada, feita pelo Telescópio Espacial Hubble
História
Em 1801, o astrónomo Giuseppe Piazzi descobriu um objeto que inicialmente confundiu com um cometa.
Pouco tempo depois, Piazzi anunciou as suas observações deste objeto,
notando que o seu movimento lento e uniforme não era característico de um
cometa, sugerindo que seria um objeto diferente.
Este objeto foi batizado por Ceres e foi o primeiro asteroide a ser descoberto.
Alguns meses depois, em Bremen, Olbers estava a tentar localizar de novo o asteroide Ceres,
quando observou um outro objeto novamente na vizinhança. Era o
asteroide Palas, que por coincidência passava perto de Ceres naquele tempo.
A
descoberta deste objeto causou um grande interesse pela comunidade
astronómica: antes deste momento os astrónomos especulavam que devia
existir um planeta entre Marte e Júpiter e Olbers havia encontrado um segundo objeto.
A
órbita de Palas foi determinada por Gauss, quando encontrou que o
período de 4,6 anos era similar ao período de Ceres. Entretanto, Palas
teria uma inclinação orbital relativamente elevada ao plano da eclíptica.
Em 1917, o astrónomo japonês Kiyotsugu Hirayama
começou a estudar os movimentos dos asteroides. Observando um grupo de
asteroides e baseado nos seus movimentos orbitais médios, inclinação e
excentricidade, descobriu diversos agrupamentos distintos. Hirayama
relatou um grupo de três asteroides associados com Palas, que nomeou como a Família Palas, usando o nome do membro maior do grupo.
Desde de 1994 mais de dez membros desta família foram identificados (os membros têm um afélio entre 2.50–2.82 U.A.; inclinação relativamente ao plano da eclíptica entre 33º e 38°).
A existência da família foi finalmente confirmada em 2002, mediante comparação dos seu espectros.
Palas foi observado ocultando uma estrela, por diversas vezes, incluindo o melhor observação de todos os eventos de ocultação de asteroides, em 29 de maio de 1983,
quando as medidas do sincronismo da ocultação foram feitas por 140
observadores. Estes ajudaram a determinar o seu diâmetro exato.
Comparação de tamanho dos primeiros 10 asteroides com a Lua da Terra - Palas é o segundo, da esquerda para a direita
Caraterísticas
Palas é o terceiro maior objeto da cintura de asteroides, similar a 4 Vesta
em volume, mas com menos massa, por ser menos denso. Em comparação, a
massa de Palas equivale a aproximadamente a 0,3% da massa da Lua. Tanto Vesta como Palas tiveram o título de "o segundo maior" nalguns momentos da história da astronomia.
Palas tem sido observado ocultando uma estrela várias vezes.
Medições cuidadosamente dos tempos de ocultação tem ajudado a dar um
diâmetro preciso.
Mas estima-se que, em conjunto com Ceres, que são os únicos corpos da cintura de asteroides de forma esférica.
Durante a ocultação de 29 de maio de 1979 falou-se da descoberta de um possível satélite diminuto, com um diâmetro de 1 km, ainda não foi confirmada. Como curiosidade, o elemento químico paládio (número atómico 46) foi assim batizado em homenagem ao asteroide Palas.
Stardust é a primeira missão norte-americana, dedicada única e exclusivamente para explorar um cometa com a finalidade de trazer material extraterrestre, para lá da órbita da Lua.
A Stardust aproximou-se de Wild 2 em 2 de janeiro de 2004,
após uma viagem de quatro anos pelo espaço. Durante esta aproximação
ele recolheu amostras de poeira do cometa e obteve fotos detalhadas do
seu núcleo gelado.
Adicionalmente a sonda Stardust devia trazer amostras de poeira interestelar que foi recentemente descoberta passando pelo Sistema Solar e se dirige para a constelação de Sagitário.
A sonda Stardust regressou, a 15 de janeiro de 2006, à Terra, para entregar as amostras do material proveniente do cometa dentro de uma cápsula.
A missão
Acredita-se
que o material recolhido pela sonda era antigo, de época anterior à
existência do Sistema Solar e que também seja formado de grãos e de
nuvens de poeira remanescentes da época da formação do Sistema Solar.
Para encontrar com o cometa Wild 2, a sonda teve que fazer
três voltas em torno do Sol. Na segunda volta ocorreu a trajetória de
interseção com o cometa. Durante este encontro, a sonda Stardust
realizou uma série de tarefas como a contar o número de partículas com o
instrumento científico denominado de Dust Flux Monitor (DFM) e em tempo real, analisar a composição destas partículas e substâncias voláteis pelo Comet and Interstellar Dust Analyzer (CIDA).
Utilizando uma substância denominada de Aerogel,
a sonda Stardust consegue capturar e armazenar em segurança amostras do
cometa, na sua longa jornada de volta para a Terra. Ela é constituída
de silício, material que foi construído junto com a grade do coletor de aerogel, que é similar a uma grande raquete de ténis.
Estava previsto que em janeiro de 2006 a Stardust devia regressar e entregar a cápsula com as amostras dentro de um paraquedas, pesando aproximadamente 57 quilogramas.
Stardust foi a quarta missão da NASA do Programa Discovery,
programa este que consiste na construção de pequenas naves espaciais de
pesquisa espacial, que levem no máximo 36 meses para ficarem prontas e
que custem menos de US$ 190 milhões de dólares em desenvolvimento e que o custo total da missão, seja inferior a US$ 299 milhões de dólares.
Este é um programa de pesquisa espacial visa a obter dados
científicos relevantes em missões de baixo custo, onde se emprega
tecnologia de ponta, e cujas missões possam ser levadas adiante em um
curto espaço de tempo.
Sucesso no retorno da cápsula
Em 15 de janeiro de 2006
a sonda Stardust teve sucesso regressou e, ao chegar à atmosfera terrestre, a
cápsula contendo amostras do cometa e de poeira estelar, foi recolhida.
A cápsula de 45 kg pousou às 3 horas e 10 minutos, hora local, no deserto do Estado de Utah, no noroeste dos Estados Unidos.
Quando a cápsula se encontrava a 105.000 pés, um pequeno pára-quedas
se abriu e estabilizou a cápsula. Quando foi atingido a altitude de
10.000 pés, o pára-quedas principal abriu e permitiu um pouso suave
no deserto. Devido à escuridão da noite foram utilizados câmarasinfravermelhas para monitorizar a descida da cápsula.
Um gigantesco impacto de asteroide deslocou o eixo da maior lua do Sistema Solar
Ganimedes e Júpiter
Há cerca de quatro mil milhões de anos, um asteroide atingiu
Ganimedes, uma lua de Júpiter. Agora, uma equipa de cientistas descobriu
que o eixo da maior lua do Sistema Solar mudou depois desse impacto.
Ganimedes é a maior lua do Sistema Solar e tem algumas
características que a tornam um objeto de estudo bastante interessante.
Esta lua tem depressões tectónicas, conhecidas como sulcos, que formam
círculos concêntricos em torno de um ponto específico, que levou os
cientistas a concluir, na década de 80, que são o resultado de um
grande evento de impacto.
“As luas de Júpiter Io, Europa, Ganimedes e Calisto têm características
individuais interessantes, mas o que me chamou a atenção foram os sulcos
em Ganimedes”, referiu o investigador Hirata Naoyuki, citado pelo EurekAlert.
“Sabemos que os sulcos foram criados por um impacto de asteroide
há cerca de quatro mil milhões de anos, mas não tínhamos a certeza da
dimensão do impacto, nem que efeito teve na lua”, acrescentou.
Como os dados são escassos, a pesquisa foi muito difícil, mas Hirata
percebeu desde cedo que a suposta localização do impacto é quase no meridiano mais distante de Júpiter.
Baseando-se nas semelhanças com um evento de impacto em Plutão, que
fez com que o eixo de rotação do planeta anão mudasse, e com base nas
várias simulações que fez de eventos de impacto em luas e asteroides, o
cientista calculou que tipo de impacto poderia ter causado essa
reorientação.
Foi então que a sua equipa, da Universidade de Kobe, no Japão, descobriu que o asteroide que alterou o eixo de Ganimedes era cerca de 20 vezes maior do que aquele que encerrou a era dos dinossauros na Terra, causando um dos maiores impactos no Sistema Solar.
De acordo com o artigo científico, publicado na Scientific Reports, o asteroide tinha um diâmetro estimado de cerca de 300 quilómetros e criou uma cratera transitória com um diâmetro entre 1.400 e 1.600 quilómetros.
As simulações indicam que só um impacto desta dimensão tornaria provável que a mudança na distribuição de massa pudesse fazer com que o eixo de rotação da lua mudasse para a sua posição atual.
“Quero entender a origem e a evolução de Ganimedes e de outras luas de
Júpiter. Este impacto gigante deve ter causado alterações significativas
na evolução inicial de Ganimedes, mas os efeitos térmicos e estruturais
no interior de Ganimedes ainda não foram investigados”, rematou Hirata,
com um mote para uma investigação futura.
Juno visto em quatro comprimentos de onda de luz - uma grande cratera aparece obscurecida nos 934 nm
Juno (asteroide 3) foi descoberto a 1 de setembro de 1804 pelo astrónomo alemão Karl Harding, em Lilienthal. Localizado na cintura principal, foi o terceiro asteroide a ser descoberto, levando o número de ordem 3. Tem o nome da figura mitológica Juno, a deusa romana suprema, mulher de Júpiter.
Juno, líder da família de asteroides Juno, é um dos maiores asteroides
da cintura principal, medindo cerca de 234 km em diâmetro. É um asteroide tipo S, significando isto que é altamente refletivo e composto de uma mistura de níquel e ferro com silicatos de ferro e magnésio.
Tamanho: os primeiros 10 asteroides descobertos, por cima da Lua - Juno é o terceiro a contar da esquerda
Descoberta
Juno foi descoberto no dia 1 de setembro de 1804, pelo astrónomo Karl Ludwig Harding. Foi o terceiro asteroide descoberto, mas inicialmente foi considerado um planeta; foi reclassificado como asteroide e planeta menor durante a década de 1850.
'Juno' é o nome internacional para o asteroide, sujeito a variação local: Giunone (Itália), Junon (França), Yunona (Rússia), etc. Seu símbolo planetário é ③. Um símbolo antigo, ainda visto, é ⚵ ().
Características
Juno é um dos maiores asteroides, pois contém aproximadamente 1% da massa de todo o cinturão de asteroides. É o 11º maior asteroide, e também o segundo asteroide tipo S mais massivo, após 15 Eunomia. Mesmo assim, Juno tem apenas 3% da massa de Ceres.
O asteroide Kamo’oalewa pode ser a “segunda lua” da Terra (e ter-se separado da primeira)
Um novo estudo indica que o asteróide Kamo’oalewa pode ser um
fragmento da Lua que se separou após um choque há vários milhões de
anos.
Uma nova pesquisa publicada na revista Nature detalha uma descoberta importante que pode ter resolvido o mistério das origens do asteroide Kamo’oalewa.
Detetado em 2016, Kamo’oalewa tem sido um enigma devido às suas
características orbitais únicas e composição. No entanto, o novo estudo
sugere que este asteroide pode ter origem na Lua, especificamente da cratera Giordano Bruno, localizada no lado mais distante da Lua.
A pesquisa utilizou simulações numéricas para analisar as propriedades
das crateras lunares e a sua capacidade de produzir detritos que
poderiam migrar para o espaço co-orbital da Terra.
Segundo o phys.org, a equipa encontrou uma correspondência na cratera Giordano Bruno, sugerindo que Kamo’oalewa poderia ser um fragmento lunar de um evento de impacto que ocorreu há alguns milhões de anos.
Esta descoberta fornece uma ligação direta entre um asteroide específico e a sua origem lunar, indicando que pode haver mais pequenos asteroides compostos de material lunar ainda por descobrir perto da Terra.
As propriedades de reflexão e a cor do asteroide também se assemelham
muito às da superfície lunar, diferindo significativamente de outros asteroides próximos da Terra.
As estimativas indicam que Kamo’oalewa tem entre 10 e 100 milhões de anos, ajustando-se ao perfil de detritos resultantes de um impacto lunar substancial.
A cratera Giordano Bruno, com 22 quilómetros de diâmetro e menos de
10 milhões de anos, emerge como a fonte mais provável devido ao seu
tamanho e idade.
O estudo também destaca que a composição de piroxena encontrada nas paredes e na borda da cratera corresponde à de Kamo’oalewa, apoiando a hipótese da sua origem comum.
As simulações estimam que um impacto de um asteroide na superfície da
Lua, com cerca de 1,66 quilómetros de diâmetro, poderia ter ejetado até
400 fragmentos do tamanho de Kamo’oalewa.
Embora se espere que a maioria desses fragmentos tenha deixado o
espaço co-orbital da Terra dentro de 10 milhões de anos após o impacto,
alguns, como Kamo’oalewa, podem permanecer em órbitas semelhantes por períodos prolongados.
A Administração Espacial Nacional Chinesa está a planear a missão
Tianwen-2 para investigar mais a fundo Kamo’oalewa, o que pode servir
para confirmar as teorias sobre as origens lunares do asteroide.
Em 1 de janeiro de 1801 Piazzi descobriu o planeta anãoCeres, tendo-o designado inicialmente por Cerere Ferdinandea (por causa da deusa da mitologia romana Ceres e do Rei Fernando IV de Nápoles e da Sicília). A existência e a localização de Ceres tinha sido prevista pela lei de Titius-Bode alguns anos antes e durante muitos anos foi considerado como um asteroide.
Homenagens
Em 1871, Constantino Corti esculpiu uma estátua de Piazzi, esta estátua encontra-se na terra natal de Piazzi, Ponte in Valtellina. Mais tarde, em 1923, 1000 Piazzia, o milésimo asteroide a ser numerado, foi batizado em sua homenagem. Em 1935, o seu nome foi dado a uma cratera lunar - Piazzi. Mais recentemente, um grande albedo, provavelmente uma cratera, fotografada pelo telescópio espacial Hubble em Ceres, foi, informalmente, batizada de Piazzi.
Bennu pode ser um fragmento de um antigo mundo oceânico
Asteroide Bennu
As amostras do asteroide Bennu revelam a presença de uma crosta
de fosfato, numa concentração detetada em mundos oceânicos como a lua
Encélado.
A missão OSIRIS-REx, da NASA, trouxe para a Terra (demasiadas) amostras do asteroide Bennu, que contém a presença de uma crosta de fosfato numa concentração detetada em mundos oceânicos.
“O asteroide Bennu pode ser um fragmento de um antigo mundo oceânico.
Apesar de ser ainda muito especulativo, esta é a melhor pista que tenho
para explicar a origem deste material”, justificou, em comunicado, Dante Lauretta, da Universidade do Arizona.
Uma das primeiras descobertas dos 200 miligramas de amostras que os
cientistas estão a analisar é que o material do asteroide parece “isotopicamentedistinto e diferente de qualquer outra amostra da nossa coleção de meteoritos”.
A maioria dos meteoritos que sofrem uma queda violenta na atmosfera
da Terra e são recuperados são fragmentos de asteróides. Contudo, não é
fácil identificar a rocha espacial de onde se originaram.
As amostras da OSIRIS-REx contêm uma crosta de fosfato nunca antes vista em meteoritos. Altas concentrações de fosfato como estas já foram detetadas anteriormente em mundos oceânicos extraterrestres, como a Lua de Saturno, Encélado, que contém fosfatos em níveis muito mais elevados do que os oceanos terrestres.
As amostras recolhidas no asteroide contêm também quantidades abundantes de água retida em minerais como argilas e são ricas em carbono, azoto, enxofre e fósforo.
As descobertas serão detalhadas, em março, na 55ª Conferência de Ciência Lunar e Planetária em The Woodlands, no Texas.
Dado que as amostras OSIRIS-REx representam o maior reservatório
deste material na Terra, os cientistas estarão, nos próximos tempos, “muito ocupados“.
Entretanto, a OSIRIS-REx já está a caminho de um novo destino - e com um novo nome. A sonda da NASA marcou encontro com o temível Apophis, o “Asteroide do Caos”, e a missão tem agora o nome de OSIRIS-APEX.
Em 1 de janeiro de 1801 Piazzi descobriu o planeta anãoCeres, tendo-o designado inicialmente por Cerere Ferdinandea. A existência e a localização de Ceres tinha sido prevista pela lei de Titius-Bode alguns anos antes e durante muitos anos foi considerado como um asteroide.
Homenagens
Em 1871, Constantino Corti esculpiu uma estátua de Piazzi, esta estátua encontra-se na terra natal de Piazzi, Ponte in Valtellina. Mais tarde, em 1923, 1000 Piazzia, o milésimo asteroide a ser numerado, foi batizado em sua homenagem. Em 1935, o seu nome foi dado a uma cratera lunar - Piazzi. Mais recentemente, um grande albedo, provavelmente uma cratera, fotografada pelo telescópio espacial Hubble em Ceres, foi, informalmente, batizada de Piazzi.
A OSIRIS-APEX marcou encontro com Apophis, o “Asteroide do Caos”
A nave espacial a que se dava o nome OSIRIS-REx está numa viagem
com o objetivo de estudar o asteroide Apophis e tirar partido da sua
mais íntima passagem pela Terra em 2029, algo que não acontece desde o
início da história registada.
No final de uma viagem de longo curso, pode ser altura de levantar os
pés e de descansar um pouco - especialmente se foi uma viagem de sete
anos e 6,4 mil milhões de quilómetros para trazer à Terra uma amostra do asteroide Bennu.
Mas a OSIRIS-REx (Origins, Spectral Interpretation,
Resource Identification and Security – Regolith Explorer), a missão da
NASA que alcançou este feito em setembro, já está a caminho de um novo destino. E com um novo nome.
Quando a OSIRIS-REx deixou Bennu
em maio de 2021 com uma amostra a bordo, os seus instrumentos estavam
em ótimo estado e ainda lhe restava um-quarto do combustível.
Assim, em vez de desligar a nave depois de ter entregue a amostra, a equipa propôs enviá-la numa missão bónus ao asteroide Apophis, com chegada prevista para abril de 2029. A NASA concordou e assim nasceu a OSIRIS-APEX (Origins, Spectral Interpretation, Resource Identification, and Security – Apophis Explorer).
Uma oportunidade rara no asteroide Apophis
Depois de considerar vários destinos (incluindo Vénus e vários
cometas), a NASA optou por enviar a nave espacial até Apophis, um asteroide do tipo S feito de materiais de silicato e níquel-ferro - um pouco diferente de Bennu, rico em carbono e do tipo C.
A parte interessante no que toca a Apophis é a sua aproximação excecional ao nosso planeta no dia 13 de abril de 2029.
Embora Apophis não vá colidir com a Terra
durante este encontro nem num futuro previsível, a passagem de 2029
colocará o asteroide a menos de 32.000 quilómetros da superfície - mais
perto do que alguns satélites e perto o suficiente para que possa ser
visível a olho nu no hemisfério oriental.
Os cientistas estimam que asteroides do tamanho de Apophis, com cerca de 340 metros de diâmetro, só se aproximam da Terra uma vez em cada 7500 anos.
“A OSIRIS-APEX estudará Apophis imediatamente após essa passagem,
permitindo-nos ver como a sua superfície muda ao interagir com a
gravidade da Terra”, disse Amy Simon, cientista do projeto da missão, do Centro de Voo Espacial Goddard da NASA, em Greenbelt, estado norte-americano de Maryland.
O encontro próximo de Apophis com a Terra irá alterar a órbita do asteroide e a duração do seu dia de 30,6 horas.
O encontro também pode causar sismos e deslizamentos de terra na superfície do asteroide, que podem agitar o material e revelar o que está por baixo.
“A aproximação é uma grande experiência natural,” disse a investigadora principal da OSIRIS-APEX na Universidade do Arizona, Dani Mendoza DellaGiustina.
“Sabemos que as forças de maré e a acumulação de material em pilhas
de entulho são processos fundamentais que podem desempenhar um papel na
formação dos planetas. Podem informar como passámos de detritos no início do Sistema Solar para planetas completos”.
O asteroide Apophis representa mais do que apenas uma oportunidade
para aprender mais sobre a formação dos sistemas solares e dos planetas:
acontece que a maioria dos asteroides potencialmente perigosos conhecidos (aqueles cujas órbitas se encontram a menos de 4,6 milhões de quilómetros da Terra) são também do tipo S.
O que a equipa descobrir sobre Apophis pode informar a investigação
sobre defesa planetária, uma das principais prioridades da NASA.
Estas
imagens do asteroide Apophis foram obtidas em março de 2021 por antenas
de rádio no complexo Goldstone da DSN (Deep Space Network), na
Califórnia, e pelo GBT (Green Bank Telescope), na Virgínia Ocidental - o
asteroide estava a 17 milhões de quilómetros de distância, e cada pixel
tem uma resolução de 38,75 metros
OSIRIS-APEX: Itinerário da viagem
No dia 2 de abril de 2029 - cerca de duas semanas antes do encontro
próximo de Apophis com a Terra - as câmaras da OSIRIS-APEX começarão a
captar imagens do asteroide à medida que a nave se aproxima dele.
Durante este período, Apophis será também observado de perto por telescópios terrestres.
Para além de estudar as alterações causadas pelo encontro de Apophis
com a Terra, a nave espacial conduzirá muitas das mesmas investigações
que a OSIRIS-REx fez em Bennu, incluindo a utilização do seu conjunto de
câmaras, espetrómetros e um altímetro laser para mapear a superfície e analisar a sua composição química.
Como “encore”, a OSIRIS-APEX repetirá um dos atos mais impressionantes
da OSIRIS-REx (sem contar com a recolha de amostras), mergulhando até
menos de 5 metros da superfície do asteroide e disparando os seus
propulsores em direção à superfície.
Esta manobra irá agitar rochas e poeiras para dar aos cientistas uma espreitadela ao material que se encontra por baixo.
Embora o encontro com Apophis esteja a mais de cinco anos de distância, o próximo marco na sua viagem é a primeira de seis passagens
próximas do Sol. Estas aproximações, juntamente com três assistências
gravitacionais da Terra, colocarão a OSIRIS-APEX na rota para alcançar
Apophis em abril de 2029.
Ainda não se sabe o que a OSIRIS-APEX vai descobrir sobre Apophis,
mas se a encarnação anterior da missão é alguma indicação, está à nossa
frente ciência surpreendente. “Aprendemos muito com Bennu, mas agora
estamos armados com ainda mais perguntas para o nosso próximo alvo”,
disse Simon.
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