sexta-feira, março 06, 2026
João de Gante, pai de Filipa de Lencantre e de Henrique IV de Inglaterra, nasceu há 686 anos
Postado por Fernando Martins às 06:08 0 comentários
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sábado, fevereiro 21, 2026
A infanta Isabel de Portugal nasceu há 629 anos
Postado por Fernando Martins às 06:29 0 comentários
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sábado, novembro 01, 2025
Música para recordar um grande Português...
Santo Condestável - António de Noronha
João Bettencourt / Pedro Rodrigues-Henrique Lourenço
E o povo já rendido
À voragem do assalto
Sentiam-se as ameaças
E no coração das praças
A traição falava alto
Do Alentejo fronteiro
Com prontidão e ardor
Prepara os da sua guarda
Para a batalha que tarda
Nas hostes do seu senhor
O sentimento que abrasa
A coragem que inebria
Viessem nações inteiras
Desvairadas e guerreiras
Nada e ninguém o vencia
E responde, porque ama
A nobreza do seu estado
Reza entre espadas e adagas
Comanda mas cura as chagas
Dos que sofrem a seu lado
À Virgem pede um abrigo
Como se fosse um mendigo
Ou um pobre de pedir
A alma é o seu tesouro
Reparte terras e ouro
Como alguém que vai partir
A ouvir na voz do vento
O que Deus lhe quer dizer
No Carmo guarda portão
Com o burel da oração
É assim que vai viver
E é assim que o temos
No altar da Santidade
Condestável do que fomos
Condestável do que somos
À porta da eternidade
Postado por Pedro Luna às 14:31 0 comentários
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sexta-feira, outubro 31, 2025
O tratado de Ayllón, em que a Dinastia de Avis foi reconhecida por Castela, foi assinado há 614 anos
Estas tréguas eram extremamente importantes para Portugal, pois permitiam a manutenção da praça de Ceuta. Mas a paz definitiva só foi alcançada pelo Tratado de Medina del Campo, assinado a 30 de outubro de 1431. D. João I, o monarca português, enviou a Castela, como seus embaixadores, Pedro e Luís Gonçalves Malafaia, assistidos pelo doutor Rui Fernandes e pelo secretário Rui Galvão.
Antes desta data, o período de paz conseguido pelas citadas tréguas entre os dois reinos permitiu retomar o povoamento das zonas raianas e fixar as populações. Permitiu igualmente, como nos diz Gomes Eanes de Zurara, implementar o comércio nas áreas fronteiriças, com a retoma das seculares relações de vizinhança entre as povoações dos dois lados.
A situação de conflito latente com Castela, mantida até 1411, fez endividar o país com as despesas inerentes à guerra. Contudo, a fase vivida entre esta data e a assinatura definitiva do tratado de paz afastou por completo a ameaça de uma invasão castelhana, embora não tivesse desvanecido um permanente clima de tensão entre estes dois reinos.
Durante todo o reinado de D. João I, o país viveu sob esta ameaça latente e num clima de suspeição relativamente a Castela, embora Portugal tenha encontrado uma boa alternativa ao voltar-se para Marrocos e para o Atlântico, enquanto o rei de Espanha se ocupava da conquista de Granada, o último reduto muçulmano na Península.
Postado por Fernando Martins às 06:14 0 comentários
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terça-feira, setembro 09, 2025
O Rei D. Duarte I faleceu há 587 anos...
Postado por Fernando Martins às 00:58 0 comentários
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sexta-feira, agosto 22, 2025
El-Rei D. João I conquistou Ceuta há 610 anos
Bandeira atual de Ceuta
Na manhã de 21 de Agosto de 1415, o rei João I deu ordens para o desembarque das tropas e um assalto geral à cidade. No entanto, quando o rei embarcou num escaler para ser levado a terra, feriu-se numa perna. Foi então dado sinal ao Infante Henrique para que liderasse as tropas a terra.
O primeiro a desembarcar foi Rui Gonçalves, conhecido pela sua ousadia; este encontrou resistência ao desembarcar com os seus homens na atual Playa San Amaro. O infante Henrique foi o primeiro infante a desembarcar à frente de um esquadrão de homens. Seguiu-lhe o seu irmão e o príncipe-herdeiro Duarte e, à frente de cerca de 300 homens, ambos lograram expulsar os defensores muçulmanos de volta ao portão de Almedina, que foi penetrado pelos portugueses antes que fosse firmemente encerrado.
Os marroquinos lograram ainda opor alguma resistência aos portugueses entre as apertadas ruas logo além da porta da cidade, encorajados por um grande núbion ou sudanês que atirava grandes pedras. Depois de este ter sido morto por Vasco Martins de Albergaria, os muçulmanos viraram-se e fugiram, perseguidos pelo casario pelos homens chefiados pelo infante Pedro, pelo infante Henrique.
À medida que os portugueses tomavam conta da cidade, Salá ibne Salá desceu da cidadela para tentar conter o avanço dos atacantes nas ruas estreitas, a fim de permitir que os residentes pudessem ao menos fugir a tempo com as suas famílias. Vasco Fernandes de Ataíde tentou abrir outro portão à com alguns homens, mas foram rechaçados, sendo mortos 8 e Ataíde ferido mortalmente.
O infante D. Henrique deixou para trás um destacamento de homens a proteger a porta que fora aberta enquanto esperavam pelo resto do exército; chegou este pouco depois comandada pelo Rei, Príncipe Pedro e pelo Condestável Nuno Álvares Pereira. O rei João, no entanto, não participaria mais nos combates e sentou-se junto ao portão. Durante os combates urbanos, espalhou-se entre as tropas portuguesas o boato de que o príncipe Henrique havia morrido, pois não era possível localizá-lo. Ao ser informado dos rumores da morte de seu filho, o rei terá respondido que "tal é o fim que devem esperar os soldados".
Salá ibne Salá manteve a posse da cidadela de Ceuta até ao pôr-do-sol, mas não vendo forma de resistir aos portugueses, fugiu da cidade com alguns dos seus homens, levando as suas famílias e tudo o que conseguissem transportar. Só na manhã seguinte, a 22 de Agosto, é que os portugueses se deram conta de que a cidadela se encontrava abandonada. Ceuta caiu por inteiro em mãos portuguesas e os combates cessaram. A maioria dos residentes de Ceuta fugira da cidade, embora um número considerável tenha sido morto na ação e algumas mulheres, crianças e idosos incapazes de fugir ou pegar em armas tenham ainda sido encontrados nas suas residências.
Mediante ordens do rei, o conde de Avranches Álvaro Vaz de Almada ou João Vasques de Almada içou, pela primeira vez, a bandeira de Lisboa (ou de São Vicente) sobre o castelo de Ceuta. Este símbolo ainda hoje é a bandeira de Ceuta, se bem que foi-lhe acrescentado ao centro o brasão de Portugal.
D. JOÃO O PRIMEIRO
O homem e a hora são um só
Quando Deus faz e a história é feita.
O mais é carne, cujo pó
A terra espreita.
Mestre, sem o saber, do Templo
Que Portugal foi feito ser,
Que houveste a glória e deste o exemplo
De o defender.
Teu nome, eleito em sua fama,
É, na ara da nossa alma interna,
A que repele, eterna chama,
A sombra eterna.
in Mensagem (1934) - Fernando Pessoa
Postado por Fernando Martins às 06:10 0 comentários
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quinta-feira, agosto 14, 2025
A batalha de Aljubarrota foi há 640 anos...!
Postado por Fernando Martins às 06:40 0 comentários
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El-Rei D. João I morreu há 592 anos...
Postado por Fernando Martins às 00:59 0 comentários
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sábado, julho 19, 2025
Hoje é dia de cantar uma Mulher - e Mãe e Rainha...
Que enigma havia em teu seio
Que só génios concebia?
Que arcanjo teus sonhos veio
Velar, maternos, um dia?
Volve a nós teu rosto sério,
Princesa do Santo Graal,
Humano ventre do Império,
Madrinha de Portugal!
in Mensagem (1934) - Fernando Pessoa
Postado por Pedro Luna às 14:15 0 comentários
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Filipa de Lencastre, a rainha de Portugal que foi mãe da Ínclita Geração, morreu há 610 anos...
Efígie de D. Filipa de Lencastre no Padrão dos Descobrimentos, em Lisboa - a única mulher representada no monumento
in Wikipédia
Que enigma havia em teu seio
Que só génios concebia?
Que arcanjo teus sonhos veio
Velar, maternos, um dia?
Volve a nós teu rosto sério,
Princesa do Santo Graal,
Humano ventre do Império,
Madrinha de Portugal!
in Mensagem (1934) - Fernando Pessoa
Postado por Fernando Martins às 06:10 0 comentários
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segunda-feira, julho 14, 2025
A Batalha de Aljubarrota foi há 640 anos
Postado por Fernando Martins às 06:40 0 comentários
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terça-feira, junho 24, 2025
Nuno Álvares Pereira, que passou a ser São Nuno de Santa Maria, nasceu há 665 anos
Postado por Fernando Martins às 06:06 0 comentários
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segunda-feira, junho 23, 2025
Música para recordar um Santo Português...
Santo Condestável - António de Noronha
João Bettencourt / Pedro Rodrigues-Henrique Lourenço (Fado Cigana)
E o povo já rendido
À voragem do assalto
Sentiam-se as ameaças
E no coração das praças
A traição falava alto
Do Alentejo fronteiro
Com prontidão e ardor
Prepara os da sua guarda
Para a batalha que tarda
Nas hostes do seu senhor
O sentimento que abrasa
A coragem que inebria
Viessem nações inteiras
Desvairadas e guerreiras
Nada e ninguém o vencia
E responde, porque ama
A nobreza do seu estado
Reza entre espadas e adagas
Comanda mas cura as chagas
Dos que sofrem a seu lado
À Virgem pede um abrigo
Como se fosse um mendigo
Ou um pobre de pedir
A alma é o seu tesouro
Reparte terras e ouro
Como alguém que vai partir
A ouvir na voz do vento
O que Deus lhe quer dizer
No Carmo guarda portão
Com o burel da oração
É assim que vai viver
E é assim que o temos
No altar da Santidade
Condestável do que fomos
Condestável do que somos
À porta da eternidade
Postado por Pedro Luna às 14:31 0 comentários
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segunda-feira, junho 16, 2025
A Aliança Luso-Britânica faz hoje 642 anos
- As tropas portuguesas participaram na Campanha de França, na Primeira Guerra Mundial, depois da solicitação, por parte da Grã-Bretanha, da requisição de todos os navios alemães em portos portugueses - o que motivou a declaração de Guerra da Alemanha a Portugal, em 9 de março de 1916.
- Durante a Segunda Guerra Mundial, apesar da neutralidade portuguesa, a aliança foi invocada para o estabelecimento de bases militares nos Açores.
- Em 1961, durante a ocupação da Índia Portuguesa (Goa, Damão e Diu) pela União Indiana, o Reino Unido limitou-se a mediar o conflito, o que levou Salazar a considerar a aliança numa crise insanável.
- Em 1982, durante a Guerra das Malvinas, as bases militares nos Açores estiveram de novo à disposição da Marinha Real Britânica.
Postado por Fernando Martins às 06:42 0 comentários
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