quarta-feira, janeiro 07, 2026
Francis Poulenc nasceu há 126 anos
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O Massacre do Charlie Hebdo foi há onze anos...
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terça-feira, janeiro 06, 2026
Gustave Doré nasceu há 194 anos
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segunda-feira, janeiro 05, 2026
Joana d'Arc nasceu há 614 anos...

- Et Jeanne, la bonne Lorraine
- Qu'Anglais brûlèrent à Rouen;
- Où sont-ils, où, Vierge souvraine?
- Mais où sont les neiges d'antan?
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domingo, janeiro 04, 2026
Hoje foi o Dia Mundial do Braille...

Uma mão lendo um código braille entalhado em madeira, onde a palavra "premier" pode ser lida em braille
O Dia Mundial do Braille celebra-se a 4 de janeiro. É uma data assinalada pela Assembleia Geral das Nações Unidas e proclamada em novembro de 2018, para consciencializar as pessoas da importância da invenção do código Braille como meio de comunicação para a plena realização dos direitos humanos das pessoas cegas ou com baixa visão.
Luis Braille
O código de Braille é um aperfeiçoamento do conceito inventado uns anos antes por Charles Barbier para permitir aos soldados franceses comunicar em situações de ausência de luz. Este sistema nunca foi efetivamente usado pelo exército francês, contudo, Louis Braille apropriou-se dele, simplificando-o, tornando-o naquilo que hoje reconhecemos como o código Braille. O código Braille mostrou ser mais eficaz em dar às pessoas invisuais acesso à palavra escrita do que o sistema de letras romanas em relevo em uso na altura em que Luis Braille era estudante.
Não obstante os esforços de Louis Braille, o seu código levou tempo a tornar-se a via padrão para a alfabetização de pessoas cegas. Com dedicação e persistência Braille trouxe o seu sistema de leitura e escrita para as escolas. No entanto, apesar do mesmo ter sido imediatamente posto em prática por si e pelos seus colegas e alunos na escola onde estudou e lecionou, Braille enfrentou uma grande burocracia e resistência política para uma aceitação mais ampla do código Braille. O código Braille só foi oficialmente adotado em França em 1854, dois anos após a sua morte, trinta e um anos após a sua invenção.
Os anglo-saxónicos só adotaram o sistema Braille a partir de 1932, quando especialistas invisuais do Reino Unido e Estados Unidos se reuniram em Londres e acordaram na estabilização de um sistema conhecido como Braille Inglês Standard, grau 2. O sistema grau 2 é um sistema avançado e mais utilizado por pessoas cegas experientes e o sistema de grau 1 utiliza as mesmas letras, pontuação e números, mas acrescenta uma série de sinais especiais para representar palavras ou grupos de letras comuns, um tipo de abreviatura. Em 1957, especialistas anglo-americanos reuniram-se novamente em Londres para melhorar ainda mais o sistema.
O código Braille é provavelmente um dos maiores contributos na história ocidental para a educação e emancipação das pessoas cegas ou com baixa visão.
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Pedro Luna
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Louis Braille nasceu há 217 anos...
O código Braille
Sendo um sistema realmente eficaz, por fim tornou-se popular. Hoje, o método simples e engenhoso elaborado por Braille torna a palavra escrita disponível a milhões de deficientes visuais, graças aos esforços decididos daquele rapaz há quase 200 anos.
O braille é lido da esquerda para a direita, com uma ou ambas as mãos. Cada célula braille permite 63 combinações de pontos. Assim, podem-se designar combinações de pontos para todas as letras e para a pontuação da maioria dos alfabetos. Vários idiomas usam uma forma abreviada de braille, na qual certas células são usadas no lugar de combinações de letras ou de palavras frequentemente usadas. Algumas pessoas ganharam tanta prática em ler braille que conseguem ler até 200 palavras por minuto.
a | b | c | d | e | f | g | h | i | j
- As primeiras dez letras só usam os pontos das duas filas de cima.
- Os números de 1 a 9, e o zero, são representados por esses mesmos dez sinais, precedidos pelo sinal de número, especial.
- As dez letras seguintes acrescentam o ponto no canto inferior esquerdo a cada uma das dez primeiras letras.
- As últimas cinco letras acrescentam ambos os pontos inferiores às cinco primeiras letras, a letra "w" é uma exceção, porque foi acrescentada posteriormente ao alfabeto francês.
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Claude Allègre, o geólogo francês que também foi político, morreu há um ano...
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sábado, janeiro 03, 2026
O enciclopedista Larousse morreu há 151 anos...
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quarta-feira, dezembro 31, 2025
Matisse nasceu há 156 anos...
Gustave Courbet morreu há 148 anos
domingo, dezembro 28, 2025
BB morreu...
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Ravel morreu há 88 anos...
sábado, dezembro 27, 2025
Gérard Depardieu, um orc de um ditador genocida ex-KGB, faz hoje 77 anos
Gérard Xavier Marcel Depardieu (Châteauroux, 27 de dezembro de 1948) é um ator e cineasta de nacionalidade russa e nascido na França. É também empresário, principalmente no ramo da viticultura. Foi agraciado com o título de chevalier pela Ordem Nacional da Legião de Honra e pela Ordem Nacional do Mérito. Em 2012 renunciou à cidadania francesa e, em janeiro de 2013, recebeu a cidadania russa, tornando-se embaixador cultural de Montenegro no mesmo mês.
In 1991, Time magazine published a translation of a 1978 interview in which Depardieu apparently confirmed a rumour that he first participated in a rape when he was nine years old and that he had participated in more rapes since then. He reportedly stated there were "too many [rapes] to count... There was nothing wrong with it. The girls wanted to be raped. I mean, there's no such thing as rape. It's only a matter of a girl putting herself in a situation where she wants to be." The story re-emerged in 1991. On 15 March 1991, Depardieu's American publicist Lois Smith, stated: "He's sorry, but it happened". The National Organization for Women requested an apology from Depardieu. Later that month, Depardieu's French publicist Claude Devy discounted the statements made by Smith, and Depardieu threatened legal action against any media outlet that published the comments. Depardieu's team said that Time had mistranslated the word "assister" as "participate", when a more accurate translation would be "attend" or "be witness to". Time refused to retract the story and claimed that Depardieu had told them he had "participated" in the rapes.
In August 2018, Depardieu was accused of sexual assault and rape by a 22-year-old actress and dancer. The actress reported being assaulted twice by Depardieu in his home during rehearsal sessions. The unnamed actress made her statement to police in Lambesc, southern France, after which the case was passed to prosecutors in the capital. Depardieu denied the allegations. In 2019, the charges were dropped after a nine-month police investigation. The case was reopened in October 2020 after his accuser refiled the complaint. In February 2021, it was announced that French authorities had charged Depardieu with rape in December 2020, stemming from the incident in August 2018. According to Depardieu's lawyer, Hervé Témime, speaking to Le Monde, the actor rejects the allegation. In March 2022, the Paris Court of Appeal rejected Depardieu's attempt to have the charges dropped and announced the actor will remain under formal investigation. Following this investigation, the case will either be brought to trial or dismissed.
In April 2023, 13 women accused Depardieu of sexual assault and sexual harassment pertaining to incidents that occurred between 2004 and 2022. On 19 December 2023, Ruth Baza, a Spanish author and journalist, told La Vanguardia that Depardieu had kissed and groped her without her consent in 1995 when she was 23, after she had interviewed him in Paris for Cinemania magazine, and that she has filed a complaint. Baza explained that she hid the story through the years until the allegations against him emerged in 2023, which had a profound impact on her and led her to discover a description of the 1995 events in her diary from that time. By rereading her personal notes, she remembered this traumatic event that her memory had buried.
One of his accusers, Emmanuelle Debever, who had made allegations against Depardieu, committed suicide and died on 6 December 2023 after one week at the hospital. On 25 December 2023, a group of over 50 French actors and other prominent figures including Charlotte Rampling, Carla Bruni, and Carole Bouquet, denounced the "lynching" of Depardieu, in an open letter published in French newspaper Le Figaro. The group claims the star is the victim of a "torrent of hatred", adding "Gérard Depardieu is probably the greatest of all actors". His former partner Karine Silla defends him. Some of his colleagues have spoken out against him, including Sophie Marceau, Muriel Robin and Swann Arlaud. On 29 April 2024, the police detained Depardieu for questioning. A trial on two counts of sexual assault was scheduled to begin on October 28, 2024. Depardieu's lawyer said that health concerns meant he was unable to attend court. The trial was rescheduled to March 24, 2025.2025 sexual assault trial
Depardieu's trial on two counts of sexual assault said to have occurred during the shooting of The Green Shutters was scheduled to begin on 28 October 2024. That day, Depardieu's lawyer said that health concerns meant he was unable to attend court. The trial was rescheduled, and began on 24 March 2025.
Depardieu spoke in his own defense, taking the stand for three days. He denied any sexual misconduct, but appeared sometimes confused and unfocused. Several women testified that they had been groped by Depardieu on film sets, or had seen him grope other women. Fanny Ardant, his friend and co-star in several films including The Green Shutters, testified of his good character. Anouk Grinberg, who had also co-starred with Depardieu in that film, attended the trial in support of the two plaintiffs.
On 13 May 2025, Depardieu was convicted on both counts of sexual assault. He was handed an 18 month suspended sentence. The court commented that Depardieu did not appear to have "grasped the notion of consent". He appealed his conviction.
Pasteur nasceu há duzentos e três anos
Exerceu o cargo de professor de química em Dijon e depois em Estrasburgo. Casou-se com Marienne Laurente, filha do reitor da Academia. Em 1854 foi nomeado decano da Faculdade de Ciências na Universidade de Lille.
A pedido dos vinicultores e cervejeiros da região, começou a investigar a razão pela qual azedavam os vinhos e a cerveja. De novo, utilizando o microscópio, conseguiu identificar a bactéria responsável pelo processo. Propôs eliminar o problema aquecendo a bebida lentamente até alcançar 48° C, matando, deste modo, as bactérias, e encerrando o líquido posteriormente em cubas hermeticamente seladas para evitar uma nova contaminação. Este processo originou a atual técnica de pasteurização dos alimentos. Demonstrou, desta forma, que todo processo de fermentação e decomposição orgânica ocorre devido à ação de organismos vivos.
Na Inglaterra, em 1865, o cirurgião Joseph Lister aplicou os conhecimentos de Pasteur para eliminar os micro-organismos vivos em feridas e incisões cirúrgicas. Em 1871, o próprio Pasteur obrigou os médicos dos hospitais militares a ferver os instrumentos cirúrgicos e os pensos que seriam utilizados nos procedimentos médicos.
Expôs a "teoria germinal das enfermidades infecciosas", segundo a qual toda enfermidade infecciosa tem sua causa (etiologia) num micróbio com capacidade de propagar-se entre as pessoas. Deve-se buscar o micróbio responsável por cada enfermidade para se determinar um modo de combatê-lo.
Pasteur passou a investigar os microscópicos agentes patogénicos, terminando por descobrir vacinas, em especial a anti-rábica. Fundou em 1888 o Instituto Pasteur, um dos mais famosos centros de pesquisa da atualidade.
Pasteur foi quem derrubou definitivamente a ideia da abiogénese, com a utilização material em vidro chamado pescoço de cisne. Pasteur colocou um caldo nutritivo em um balão de vidro, de pescoço curvo. Ferveu o caldo existente no balão, o suficiente para matar todos os possíveis microrganismos que poderiam existir nele. Cessado o aquecimento, vapores da água proveniente do caldo condensaram-se no pescoço do balão e se depositaram, sob forma líquida, na sua curvatura inferior.
Como os frascos ficavam abertos, não se podia falar da impossibilidade da entrada do "princípio ativo" do ar. Com a curvatura do gargalo, os micro-organismos do ar ficavam retidos na superfície interna húmida e não alcançavam o caldo nutritivo. Quando Pasteur quebrou o pescoço do balão, permitindo o contacto do caldo existente dentro dele com o ar, constatou que o caldo se contaminou com os microrganismos provenientes do ar.
Morreu em Villeneuve-L'Etang, no dia 28 de setembro de 1895. Foi sepultado no Instituto Pasteur, em Paris.
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Michel Piccoli nasceu há um século...
Michel Piccoli (Paris, 27 de dezembro de 1925 - Saint-Philbert-sur-Risle, 12 de maio de 2020) foi um ator francês.
Biografia
Nascido numa família musical de imigrantes italianos, a sua mãe era pianista e o seu pai violinista.
Após o estudo de interpretação trabalhou em muitos palcos parisienses e foi por algum tempo diretor do Théâtre Babylone.
Fez parte da história do cinema com interpretações brilhantes em filmes como O Desprezo (1963) de Jean-Luc Godard, A Bela da Tarde (1967) de Luis Buñuel ou A Comilança (1973).
Tornou-se o ator preferido de Claude Sautet, em "Les Choses de la vie" (Coisas da vida),"Max et les ferrailleurs" (Max e os ferros-velhos) e "Vincent, François, Paul et les autres" (Vincente, Francisco, Paulo e os outros), e de Luis Buñuel com quem manteve uma longa camaradagem. Participou de seis filmes realizados pelo cineasta espanhol, entre os quais importantes obras como Le journal d'une femme de chambre (O jornal de uma camareira), Belle de jour (A Bela de dia) Le Charme discret de la bourgeoisie (O charme discreto da burguesia). Paralelamente, consolidou a sua notoriedade no início dos anos de 60, representando papéis na televisão: Les Joueurs (Os jogadores), Montserrat, Don Juan.
Empenhamento político
Engajado numa linha política de esquerda, membro do Movimento pela Paz, ele sempre se destacou pelas suas posições contra a Front National (Frente Nacional), um partido político francês de extrema direita, militando também na Anistia Internacional.
Em março de 2007, assinou uma petição com 150 intelectuais pedindo para votar em Ségolène Royal, contra uma direita arrogante e pela esquerda da esperança. Ele continuou fiel ao Partido Socialista, após haver apoiado François Mitterrand em 1981.
Em maio de 2009 ele assinou com Juliette Gréco, Maxime Le Forestier e Pierre Arditi, uma carta aberta endereçada a Martine Aubry, primeira secretária do Partido Socialista, pedindo que os parlamentares socialistas adotassem a lei Criação e Internet.
Vida pessoal e morte
Foi casado com a atriz Eléonore Hirt, que lhe deu uma filha, Anne-Cordélia; viveu em seguida durante onze anos com a cantora Juliette Gréco, antes de compartilhar a sua vida com a cenarista Ludivine Clerc.
Morreu no dia 12 de maio de 2020, aos 94 anos, de acidente vascular cerebral.

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