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O Curso de Geologia de 85/90 da Universidade de Coimbra escolheu o nome de Geopedrados quando participou na Queima das Fitas. Ficou a designação, ficaram muitas pessoas com e sobre a capa intemporal deste nome, agora com oportunidade de partilhar as suas ideias, informações e materiais sobre Geologia, Paleontologia, Mineralogia, Vulcanologia/Sismologia, Ambiente, Energia, Biologia, Astronomia, Ensino, Fotografia, Humor, Música, Cultura, Coimbra e AAC, para fins de ensino e educação.
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Marcadores: França, Jean-Auguste Ingres, neoclassicismo, pintura, romantismo
Jan Brueghel, o Velho - retrato atribuído a Antoon van Dyck
Jan Brueghel o Velho (Bruxelas, 1568 - Antuérpia, 13 de janeiro de 1625) foi um dos mais notáveis pintores quinhentistas flamengos. Segundo filho de Pieter Brueghel, o Velho, irmão de Pieter Brueghel, o Jovem e pai de Jan Brueghel, o Jovem, Jan é muito conhecido pelas suas naturalistas paisagens campestres ou pelos seus realistas bouquets de flores.
Nascido no seio de uma família de pintores flamengos, Jan teve, desde cedo, um grande contacto com a arte, tendo aprendido, por exemplo, com a sua avó, a pintar com aguarelas. Tinha diversos cognomes, como "veludo" e "flor", para assim se poder distinguir dos outros membros da família.
Estudou na escola de Antuérpia, onde foi aluno de Pieter Goctkind e, provavelmente, de Gillis van Coninxloo, durante oito anos. Esteve em Itália alguns anos, porém, retornou à sua cidade de Antuérpia em 1598. Lá se casou, um ano depois, com Isabella de Jode, de quem teve dois filhos, incluindo Jan Brueghel o jovem. Porém, a sua mulher morreu em 1603.
Em 1605, Jan casou-se de novo, desta vez com Catherinne van Marienberghe, de quem teve oito filhos.
Durante toda a sua vida foi-lhe assegurada fama e fortuna, em parte, devido ao enorme reconhecimento do seu pai entre a aristocracia e artistas flamengos. Todavia, nem a fama nem a fortuna lhe valeram muito quando contraiu cólera e morreu, em 1625.
Os apóstolos Pedro e André
A tentação de Santo António
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Marcadores: Jan Brueghel o Velho, pintura, Pintura barroca flamenga
Vincent Van Gogh, La Nuit Etoilée
se te nomeasse cintilarias
se te nomeasse cintilarias
no beco de uma cidade desfeita
e o chumbo dos labirintos derreter-se-ia
na veia branca da noite uma estátua
de areia talvez um barco sulcasse
a cabeleira aquática da fala e
nenhuma porta se abriria sob teus passos
onde estamos? onde vivemos?
no desaguar tenebroso deste rio de penumbra
não beberemos ao futuro do homem
nem festejaremos o rugido triste da fera
moribunda
mas se te nomeasse
que desejo de sexo e da mente a medrosa alegria
em mim permaneceria?
in Transumâncias - O Medo - Al Berto
Recado
ouve-me
que o dia te seja limpo e
a cada esquina de luz possas recolher
alimento suficiente para a tua morte
vai até onde ninguém te possa falar
ou reconhecer - vai por esse campo
de crateras extintas - vai por essa porta
de água tão vasta quanto a noite
deixa a árvore das cassiopeias cobrir-te
e as loucas aveias que o ácido enferrujou
erguerem-se na vertigem do voo - deixa
que o outono traga os pássaros e as abelhas
para pernoitarem na doçura
do teu breve coração - ouve-me
que o dia te seja limpo
e para lá da pele constrói o arco de sal
a morada eterna - o mar por onde fugirá
o etéreo visitante desta noite
não esqueças o navio carregado de lumes
de desejos em poeira - não esqueças o ouro
o marfim - os sessenta comprimidos letais
ao pequeno-almoço
Al Berto
Vida
Filho do pintor Giovanni Giacometti (impressionista), estudou em Genebra, Roma e, a partir de 1922, em França.
Alberto Giacometti nasceu em 1901, em Borgonovo, e morreu em 1966, em Chur. Inicia a sua formação em Genebra, deslocando-se em 1923 para Paris, onde estuda com Antoine Bourdelle. Nessa época conheceu alguns dos principais pintores dadaístas, cubistas e surrealistas que influenciaram o seu início de carreira.
Adere ao movimento surrealista entre 1930 e 1934, período em que produziu algumas obras fundamentais para a caracterização da escultura surrealista, como L'Heure des Traces (1930), O Palácio às Quatro da Manhã (1932) e Mãos Sustentando o Vazio (1934). Esta última escultura valeu-lhe a admiração de André Breton, o autor do Manifesto Surrealista.
O escritor James Lord posou para o último retrato de Giacometti e escreveu um livro sobre o escultor que foi transformado em filme dirigido por Stanley Tucci.
Obra
Nos trabalhos realizados depois da II Guerra Mundial, onde a figura humana protagoniza as suas pesquisas plásticas, Giacometti recupera a capacidade expressiva da imagem e do objeto, acompanhando a tendência neo-figurativa que, nestes anos, marca o percurso criativo de vários artistas plásticos. Esta representação do corpo humano marca o período mais original de Giacometti.
A recorrência dos temas e das soluções plásticas adotadas resulta de um posicionamento teórico identificado com a filosofia existencialista, como o testemunha a amizade entre Giacometti e Jean-Paul Sartre. O existencialismo na obra de Giacometti traduz-se numa essencialidade e numa repetição dos meios expressivos e dos gestos formais, que imprimem à figura humana uma significação fundamental: uma linha vertical confrontando com a horizontalidade do mundo. A deformação dramática das proporções, o alongamento das formas e a manipulação da superfície e da textura acentuam a materialidade dos objetos e a capacidade expressiva e poética da obra de arte. As personagens, isoladas ou em grupos, exprimem um sentido de individualismo e de descontextualização, acentuado pela própria escala das esculturas. Destacam-se, entre as inúmeras obras executadas durante o final da década de 40 e da década seguinte, as esculturas L'Homme qui marche, representado, atualmente, na nota de cem francos suíços. Também era sua a escultura mais cara do mundo, vendida por 74,2 milhões de euros, em 3 de fevereiro de 2010.
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Marcadores: Alberto Giacometti, escultura, expressionismo, pintura, Suíça
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Marcadores: Júlio Pomar, modernismo, pintura
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Auto-retrato, 1788
Thomas Lawrence (Bristol, 13 de abril de 1769 – Londres, 7 de janeiro de 1830) foi um dos principais pintores retratistas britânicos do início do século XIX, além de presidente da Academia Real Inglesa. Nascido em Bristol, Lawrence era um rapaz muito adiante do seu tempo e que começou a pintar com apenas dez anos, apoiando a sua família, fazendo retratos em pastel. Aos dezoito anos foi para Londres e logo conseguiu uma reputação de retratista a óleo, recebendo a sua primeira comissão real: um retrato da rainha Carlota de Mecklemburgo-Strelitz, em 1790. No ano seguinte tornou-se associado da Academia Real Inglesa, um membro de 1794 e seu presidente em 1820. Lawrence teve como patrono Jorge, Príncipe Regente, em 1810, sendo enviado para o exterior a fim de pintar os líderes aliados responsáveis pela queda de Napoleão Bonaparte, para a Câmara Waterloo do Castelo de Windsor. A quando da sua morte, era o pintor retratista mais popular da Europa, mas a sua reputação desapareceu na era vitoriana, porém, desde então, foi restaurada.
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Marcadores: França, Gustave Doré, ilustração, pintura, romantismo
Emmerico Hartwich Nunes (Lisboa, 6 de janeiro de 1888 - 18 de janeiro de 1968), foi um pintor, ilustrador e caricaturista português. Pertence à primeira geração de artistas modernistas portugueses.
Domingos Rebelo, Eduardo Viana, Solá e Amadeo de Souza-Cardoso, Paris, 1910, desenho aguarelado
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Marcadores: Emmerico Nunes, modernismo, pintura
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Malangatana
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Marcadores: Malangatana, Moçambique, pintura, poesia
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Auto-retrato
Anselm Feuerbach (Speyer, 12 de setembro de 1829 – Veneza, 4 de janeiro de 1880), foi um pintor alemão. Ele foi o principal pintor classicista da escola alemã do século XIX.
Feuerbach nasceu em Speyer, filho do arqueólogo Joseph Anselm Feuerbach e neto do jurista Paul Johann Anselm Ritter von Feuerbach. A casa onde nasceu é agora um pequeno museu.
Entre 1845 e 1848 frequentou a Academia de Düsseldorf, onde foi ensinado por Johann Wilhelm Schirmer, Wilhelm von Schadow e Carl Sohn. Ele foi para a Academia de Munique, mas em 1850, juntamente com vários outros alunos insatisfeitos, mudou-se para a academia de Antuérpia, onde estudou com Gustav Wappers. Feuerbach mudou-se para Paris em 1851, onde foi aluno de Thomas Couture até 1854. Foi em Paris que ele produziu sua primeira obra-prima, Hafiz na Fonte (1852).
Em 1854, financiado pelo Grão-Duque Friedrich de Baden, ele visitou Veneza, onde caiu sob o feitiço da maior escola de coloristas, várias de suas obras demonstrando um estudo atento dos mestres italianos. De lá, ele continuou para Florença e depois para Roma. Ele permaneceu em Roma até 1873, fazendo breves visitas de volta à Alemanha. Em 1861 ele conheceu Anna Risi (conhecida como "Nanna"), que foi a sua modelo pelos quatro anos seguintes. Em 1866, ela foi sucedida como seu modelo principal por Lucia Brunacci, esposa de um estalajadeiro que posou para suas pinturas de Medeia. Em 1862, Feuerbach conheceu o conde Adolf Friedrich von Schack, que lhe encomendou cópias dos antigos mestres italianos. O conde o apresentou a Arnold Böcklin e Hans von Marées. Os três artistas ficaram conhecidos como Deutschrömer ("Romanos Alemães") por causa de sua preferência pela arte italiana em vez da alemã.
Entre 1869 e 1874, ele pintou duas versões do Simpósio de Platão.
Em 1873, Feuerbach mudou-se para Viena, tendo sido nomeado professor de pintura histórica na Academia. Entre os seus alunos teve Ludwig Deutsch, Rudolf Ernst e Jean Discart. Mais tarde, Feuerbach teve um desacordo com o arquiteto Theophil Hansen sobre o seu mural de teto A Queda dos Titãs, pintado para o Grande Salão do novo edifício da Academia na Ringstrasse. Enquanto em Viena ele conheceu Johannes Brahms. Brahms mais tarde dedicou-lhe uma composição, Nänie.
Últimos anos
Em 1877, ele renunciou ao cargo na Academia de Viena e mudou-se para Veneza, onde morreu em 1880. Brahms compôs Nänie, uma peça para coro e orquestra, em sua memória.
Após a sua morte, a sua madrasta Henriette, de quem sempre foi próximo e que sempre fez muito para promover sua carreira, escreveu um livro intitulado Ein Vermächtnis ("Um Testamento" ou "Um Legado"), incluindo suas cartas e notas autobiográficas. Provou ser um enorme sucesso e aumentou muito sua reputação póstuma.
De acordo com a Encyclopædia Britannica de 1911:
Ele estava imerso no conhecimento clássico, e as suas composições de figuras têm a dignidade e a simplicidade escultural da arte grega. Ele foi o primeiro a perceber o perigo decorrente do desprezo pela técnica, que o domínio da técnica era necessário para expressar até mesmo as ideias mais elevadas e que um desenho animado mal desenhado nunca pode ser a conquista suprema na arte.
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Marcadores: Alemanha, Anselm Feuerbach, pintura
(imagem daqui)
Mário Henrique Baptista Leiria (Lisboa, 2 de janeiro de 1923 - Cascais, 9 de janeiro de 1980) foi um escritor surrealista português.
Vida
Foi aluno na Escola Superior de Belas Artes, donde foi expulso em 1942 por motivos políticos. Participou nas atividades do Grupo Surrealista de Lisboa, entre 1949 e 1951 e em 1962. Depois de ser preso pela PIDE aquando da "Operação Papagaio", instalou-se no Brasil onde desenvolveu várias atividades, como a de encenador e de diretor literário da Editora Samambaia. Regressou a Portugal em 1970.
Colaborou, com pequenos contos, no suplemento Fim-de-semana, do jornal República, e no semanário humorístico "Pé de Cabra". Chefiou a redação de O Coiso, semanário impresso nas oficinas do jornal República, durante 13 semanas, em 1975.
Aderiu em 1976 ao PRP - Partido Revolucionário do Proletariado.
Alguns textos seus, escritos em colaboração, foram recolhidos na Antologia Surrealista do Cadáver Esquisito (1961), organizada por Mário Cesariny.
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Mário-Henrique Leiria
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Presumivel auto-retrato
Piero di Lorenzo di Piero d´Antonio, mais conhecido como Piero di Cosimo (Florença, 2 de janeiro de 1462 - Florença, 12 de abril de 1522) foi um pintor italiano da Escola Florentina do Renascimento.
O nome pelo qual este artista veio a ser conhecido deve-se a seu aprendizado, por volta de 1480, no ateliê de Cosimo Rosselli. Colaborou com o seu mestre na execução dos afrescos da Capela Sistina (1481-1482), encomendados pelo Papa Sisto IV. A sua arte foi fortemente influenciada pela pintura flamenga, em voga em Florença, sobretudo após 1483, por ocasião da colocação do Tríptico Portinari, de Hugo van der Goes, na igreja de Sant´Egidio (Uffizi). As suas obras da juventude também denotam a influência de Luca Signorelli e de Lorenzo di Credi.
Em 1503, inscreve-se como pintor na Compagnia di San Luca, uma corporação de ofício de artistas florentinos, conforme atesta um registro da época. A documentação sobre sua vida e carreira, no entanto, é bastante escassa. A principal fonte de informações sobre Piero é a obra Le Vite, de Giorgio Vasari. Das pinturas de Piero que chegaram até nós, nenhuma é assinada, datada ou documentada, e as atuais atribuições dependem, em grande parte, do julgamento de Vasari.
Não obstante, sua obra pictórica se caracteriza por extrema originalidade e por uma aguçada capacidade de combinar o realismo de matriz flamenga (a exemplo dos famosos retratos de Giuliano da Sangallo e Francesco Giamberti) com uma desconcertante liberdade de imaginação, não isenta por vezes de certa inclinação ao fantástico, ao caprichoso, ao monstruoso e mesmo ao lúgubre.
As obras tardias de Piero são marcadas por uma aproximação do sfumato leonardiano, como se percebe na célebre Libertação de Andrômeda, nos Uffizi, em Florença, pintada para os Strozzi, embora a obra não seja consensualmente atribuída ao pintor. Teve vários discípulos, dentre os quais destacou-se Andrea del Sarto.
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