Júlio Pomar (Lisboa, 10 de janeiro de 1926 - Lisboa, 22 de maio de 2018) foi um artista plástico/pintor português. Pertenceu à 3ª geração de pintores modernistas portugueses, sendo autor de uma obra multifacetada, centrada na pintura, desenho, cerâmica e gravura, com importantes desenvolvimentos nos domínios da tridimensão (escultura; assemblage) ou da escrita. Os primeiros anos da sua carreira estão ligados à resistência contra o regime do Estado Novo e à afirmação do movimento neorrealista em Portugal, marcando a especificidade deste no contexto europeu. Teve uma ação artística e cívica intensa ao longo das décadas de 40 e 50 e é consensualmente considerado o mais destacado dos cultores do neorrealismo nacional.
sexta-feira, maio 22, 2026
Júlio Pomar morreu há oito anos...
Júlio Pomar (Lisboa, 10 de janeiro de 1926 - Lisboa, 22 de maio de 2018) foi um artista plástico/pintor português. Pertenceu à 3ª geração de pintores modernistas portugueses, sendo autor de uma obra multifacetada, centrada na pintura, desenho, cerâmica e gravura, com importantes desenvolvimentos nos domínios da tridimensão (escultura; assemblage) ou da escrita. Os primeiros anos da sua carreira estão ligados à resistência contra o regime do Estado Novo e à afirmação do movimento neorrealista em Portugal, marcando a especificidade deste no contexto europeu. Teve uma ação artística e cívica intensa ao longo das décadas de 40 e 50 e é consensualmente considerado o mais destacado dos cultores do neorrealismo nacional.
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Marcadores: Júlio Pomar, modernismo, pintura
quinta-feira, maio 21, 2026
Henri Rousseau nasceu há 182 anos

Vida
Henri Rousseau, filho de Julien Rousseau (latoeiro) e Eléonore, vai refletir ao longo da sua vida o insucesso financeiro da sua família e o tormento pela falta de perspetivas resultante desse nível social inferior. A sua vida escolar até 1860 toma lugar em Laval, incluindo a permanência num internato em consequência da vida pouco sedentária que os seus pais se veem obrigados a levar, após a falência do negócio do pai.
Em 1861 a família estabelece-se em Angres, onde Rousseau trabalhará num escritório de advocacia entre 1863 e 1867. Após roubar 20 francos a este escritório e ser condenado a 1 mês de prisão, Rousseau alista-se voluntariamente no 51º Regimento de Infantaria de Angres para um período de 7 anos, o qual não chegará ao fim, por ser dispensado em 1868. Neste mesmo ano o seu pai morre e Rousseau estabelece-se em Paris onde, no ano seguinte, casa com Clémence Boitard, uma costureira, com quem terá 5 filhos, dos quais 4 morrerão precocemente.
A partir de 1871, e após ter trabalhado como empregado de um oficial de diligências, Rousseau inicia o seu trabalho na alfândega de Paris. Decorridos 19 anos de casamento, Clémence morre vítima de tuberculose e Rousseau volta a contrair matrimónio dez anos depois, em 1899, com a viúva Joséphine-Rosalie Nourry. Pouco tempo depois, em 1903, morre também a sua segunda mulher, um ano após Rousseau se tornar professor na Association Philotechnique onde ensina a técnica da pintura em porcelana e de miniaturas.
Rousseau infringe de novo a lei e é sentenciado, em 1909, a 2 anos de prisão com pena suspensa e uma coima de 200 francos, por fraude bancária. Morre, com 66 anos, a 2 de setembro de 1910, vítima de septicemia.
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Marcadores: França, Henri Rousseau, pintura, pós-impressionismo
Albrecht Durer nasceu há 555 anos
Chegou até nós uma quantidade apreciável de documentos pessoais e autobiográficos, como cartas, textos e desenhos acompanhados de anotações minuciosas que permitem uma boa compreensão da sua obra. Esta documentação é ainda enriquecida por diversas fontes que derivam da fama conquistada por Dürer enquanto ainda era jovem.


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Marcadores: Albrecht Durer, Damião de Góis, gravura, pintura, Renascimento, xilogravura
domingo, maio 17, 2026
Morreu João Abel Manta...
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João Abel Carneiro de Moura Abrantes Manta (Lisboa, 29 de janeiro de 1928 – Lisboa, 15 de maio de 2026) foi um arquiteto, pintor, ilustrador e cartoonista português.
Autor de uma obra multifacetada, centrada sobretudo na arquitetura, desenho e pintura, João Abel Manta afirmou-se no panorama cultural português a partir do final da década de 40. Nos anos que se seguiram teve importante atividade no domínio da arquitetura, que abandonaria progressivamente em favor das artes, destacando-se como um dos maiores cartoonistas portugueses das décadas de 60 e 70. Nos anos anteriores e posteriores ao 25 de Abril publicou regularmente, em jornais de grande tiragem, trabalhos emblemáticos da situação político-social portuguesa nesse período de transição (queda da ditadura e implantação de um regime democrático). Na década de 80 redirecionou uma vez mais a sua obra, centrando-se prioritariamente na pintura.
Biografia
João Abel Manta era filho dos pintores Abel Manta e Maria Clementina Carneiro de Moura Manta. Foi casado com Maria Alice Ribeiro, de quem teve uma filha, Isabel Ribeiro Manta. Vivia e trabalhava em Lisboa.
"Filho único, [...] cresce numa casa de Santo Amaro de Oeiras [...] convivendo com alguns dos intelectuais mais importantes da época que se tornam amigos de seus pais", como Manuel Mendes ou Aquilino Ribeiro; viaja longamente com os pais, conhece Espanha, Inglaterra, Holanda, mas serão sobretudos as viagens a Paris e Itália que o irão marcar.
Inscreve-se no curso de arquitetura da Escola Superior de Belas Artes de Lisboa, que termina em 1951 e onde faz amizade com Sá Nogueira e José Dias Coelho, entre outros; integra-se desde muito cedo na intelectualidade lisboeta ligada aos movimentos de esquerda que se opunham à ditadura fascista de Salazar e Marcelo Caetano; participa no MUD Juvenil. Terminado o curso, trabalha em associação com Alberto Pessoa, mas abandona progressivamente a arquitetura ao longo dos anos de 1960, expandindo a atividade por uma multiplicidade de áreas, das artes plásticas à cenografia, destacando-se em particular como cartoonista na década seguinte.
Obteve vários prémios nacionais e estrangeiros; participou em inúmeras exposições coletivas, em Portugal e no estrangeiro; realizou múltiplas mostras individuais, entre as quais: Galeria Interior, Lisboa, 1971; Institute of Contemporary Arts (ICA), Londres, 1976; Museu Rafael Bordalo Pinheiro, Lisboa, 1992; Palácio Galveias, Lisboa, 2009.
Morreu a 15 de maio de 2026, em Lisboa, aos 98 anos.

O Ornitóptero, circa 1960
Obra
Foi responsável, com Alberto Pessoa e Hernâni Gandra, pelos projetos do Conjunto Habitacional na Avenida Infante Santo, Lisboa (com o qual ganhou o Prémio Municipal de Arquitetura em 1957), e da Associação Académica de Coimbra (1955-59).
Como artista plástico, tem obras nas áreas da pintura, desenho (ilustração, cartoon), artes gráficas, cerâmica, tapeçaria e mosaico. Fez selos e cartazes, ilustrou livros, entre os quais A cartilha do marialva, de José Cardoso Pires. Foi o autor das tapeçarias do Salão Nobre da sede da Fundação Calouste Gunbenkian (circa 1969). Fez os cenários para A Relíquia, de Eça de Queiroz (1970; encenação de Artur Ramos) e O Processo, de Kafka (1970). No contexto da arte pública destacam-se o pavimento na Praça dos Restauradores, Lisboa, e o painel de azulejos na Avenida Calouste Gulbenkian, Lisboa (concebido em 1970 e aplicado em 1982).
João Abel Manta destaca-se em particular nas artes plásticas, sobretudo no desenho, onde se afirmou bastante cedo, com trabalhos de relevo datados da década de 1940. Em 1961 venceu o Prémio de Desenho na II Exposição de Artes Plásticas da Fundação Calouste Gulbenkian com O Ornitóptero. Dedicou-se à pintura, realizou um vasto conjunto de colagens, expôs em mostras coletivas e individuais. Mas a área em que se distinguiu de forma mais assinalável foi a do cartoon, sendo considerado por muitos como "o caso mais extraordinário do cartoonismo luso do nosso século [século XX], só equiparável [ao] próprio Bordalo Pinheiro".
A sua atividade como cartoonista estende-se por um período alargado, desde aproximadamente 1954 até 1991, intensificando-se entre 1969 e 1976. Durante cerca de sete anos os seus trabalhos foram publicados com regularidade em jornais como o Diário de Lisboa, Diário de Notícias e O Jornal, abordando de forma crítica e profundamente irónica a realidade portuguesa; em 1981 publica novos trabalhos no Jornal de Letras, mas a partir daí a sua atividade como cartoonista torna-se esporádica.
Com um grafismo único, meticuloso, os seus cartoons (veja-se por exemplo Turistas, da série Reportagem Fotográfica, 1972) marcaram a época anterior ao 25 de Abril: "Nenhum pintor daqui e de agora resumiu com tantas subtilezas a temperatura social e política do fascismo agonizante". Nesse "inventário doméstico" cabe praticamente tudo: "estão em causa os desastres e os grotescos duma burguesia, a nossa, com os seus emblemas e heróis". João Abel "aponta à História, ao monumento e em particular à procissão provinciana da nossa burguesia intelectual".
A sua intervenção pública intensifica-se em 1974 e 1975, logo após a queda da ditadura, lançando-se "à batalha com redobrado ardor, multiplicando-se em caricaturas, posters e cartazes de orientação vincadamente revolucionária", e tornando-se no "artista máximo, talvez o único afinal, que a revolução de Abril suscitou". É o que vemos em desenhos como "Um problema difícil", de 1975, onde um grupo de notáveis – de Marx e Lenin a Gandhi e Sartre –, se interrogam perante um pequeno mapa de Portugal. João Abel Manta "ficará associado dum modo muito particular ao melhor e ao pior que em Portugal vivemos nesses dois anos".
A partir de 1976 "o artista alistado João Abel eclipsa-se: os ventos são outros, o MFA (Movimento das Forças Armadas) dissolveu-se", e só em 1978 "emerge do silêncio e lança ao público um […] novo álbum: Caricaturas dos Anos de Salazar", onde "narra uma história – a nossa história […] onde se encaixam, se alternam ou se encadeiam […] o ridículo e a tragédia da colonização e da guerra colonial, o miguelismo e o liberalismo […] a submissão popular e a sua revolta […] o folclore musical e o artesanato, o teatro, o cinema ou a pintura".
A 3 de setembro de 1979 foi feito Comendador da Ordem de Sant'Iago da Espada.
A partir de 1981 dedica-se quase exclusivamente à pintura, num trabalho intimista que contrasta com o carácter de intervenção político-social dos seus cartoons. Em 2009 expõe no Palácio Galveias: "Nestas obras pratico uma inocente pintura a óleo sobre tela, […] para explicar a quem interesse o que penso do mundo e das coisas do passado e do presente".
"A minha atração […] por alguns artistas do chamado impressionismo, deriva do modo notável como utilizam a técnica da pintura e talvez também pela tranquilidade dos temas, tranquilidade curiosa numa época agitada e revolucionária: intimidade da vida burguesa, paisagens repousantes, gente feliz, bailarinas". Mas a sua aparente proximidade formal com o impressionismo é enganadora, e nas suas pinturas das décadas de 80 a 2000 deparamos frequentemente com um universo sombrio de onde emergem "figuras inomináveis e terríveis, produtos da alucinação". A visão perturbante de João Abel Manta funde o "quotidiano e o fantástico, em paisagens lisboetas invadidas de seres estranhos", a par de uma recorrente presença de auto-figurações que remetem para um território autorreferencial até aí desconhecido na sua obra.
A 25 de abril de 2004, foi agraciado com o grau de Comendador da Ordem da Liberdade.
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Pavimento em calçada portuguesa, Praça dos Restauradores, Lisboa

Um problema difícil, 1975
Painéis em pedra gravada, Associação Académica de Coimbra
Associação Académica de Coimbra
in Wikipédia
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Botticelli morreu há 516 anos...
Postado por Fernando Martins às 05:16 0 comentários
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sexta-feira, maio 15, 2026
Viktor Vasnetsov nasceu há 178 anos
Tendo estudado num seminário em Viatka desde os dez anos de idade, durante a época do verão Viktor e a sua família deslocavam-se para a cidade mercantil de Riabovo. Durante os seus anos de seminário Viktor teria trabalhado para um criador local de ícones e também auxiliado um artista exilado da Polonia, Michał Elwiro Andriolli, a executar afrescos para a catedral de Alexander Nevski em Viatka.
Após ter terminado o seminário, Viktor decidiu mudar-se para São Petersburgo para estudar arte, tendo vendido os seus quadros "Mulher na Colheita" e "Entregadora de Leite (ambos de 1867) de modo a poder juntar dinheiro para a viagem em direção à capital russa.
Esta sepultado no Cemitério Vvedenskoye.
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Marcadores: pintura, Rússia, Viktor Vasnetsov
quinta-feira, maio 14, 2026
Thomas Gainsborough nasceu há 299 anos..
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quarta-feira, maio 13, 2026
Sarah Affonso nasceu há 127 anos
Família, 1937
Sarah Affonso, nome artístico de Sara Sancha Afonso (Beato, Lisboa, 13 de maio de 1899 - Campo Grande, Lisboa, 15 de dezembro de 1983) foi uma pintora portuguesa.
(...)
Em 1934 casa-se com Almada Negreiros, tentando a partir daí conciliar a vida de mãe de família e de pintora. Nos primeiros anos de casamento desenvolve o que será a parte mais importante da sua obra pictórica. "Dos retratos de meninas e mulheres e das paisagens urbanas passa para composições que incorporam motivos antes utilizados nos bordados, oriundos da cultura e imaginário populares. Evoca, a partir da memória da infância passada no Minho, costumes (procissões, festas, alminhas) e mitologias populares".
Celebraria também a sua vida pessoal em pinturas como Família, 1937, um dos seus trabalhos mais emblemáticos, onde se figura com o marido e o primeiro filho. Neste auto-retrato alargado à sua família e que funciona também como metáfora para a lenda do "menino-deus", Sarah Afonso faz uma síntese de vários aspetos da sua obra: "a qualidade do traço, o cromatismo, o desenho implícito na composição narrativa – como se tratasse de um sonho acordado – elementos tradicionais da cultura popular, como os bordados, os brinquedos e as lendas. É comum verificarmos esta associação lírica sobre a realidade, em que o tema se funde com a vivência dos retratados".
Foram várias as razões que a levaram a abandonar a pintura em finais dos anos 40. "Às razões pessoais juntavam-se a insegurança profissional e a falta de condições de trabalho. Continuou, no entanto, com um trabalho menos visível nas artes decorativas e de apoio a Almada Negreiros [...]. Em finais dos anos 50, retomou algumas das direções interrompidas, como a ilustração infantil (entre outros de A Menina do Mar, 1958, de Sophia de Mello Breyner Andresen) e o desenho".
Expôs individualmente em 1932 e 1939. Participou na Exposição do Mundo Português, 1940. Em 1944 recebeu o Prémio Sousa Cardoso na 8ª Exposição de Arte Moderna organizada pelo SPN. Em 1953 participou na Bienal de S. Paulo, Brasil.
Encontra-se colaboração sua na revista Sudoeste (1935).
Foram realizadas mostras retrospetivas da sua obra em 1953 e 1962 (Galeria de Março, Lisboa, e Academia Dominguez Alvarez, Porto respetivamente).
Sarah Afonso está sepultada nos Cemitério dos Prazeres, junto do marido.
Procissão, 1934, óleo sobre tela
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Marcadores: Almada Negreiros, pintura, Sarah Affonso
terça-feira, maio 12, 2026
Dante Gabriel Rossetti, da Irmandade Pré-Rafaelita, nasceu há 198 anos...
Lady Lilith (1868), Delaware Art Museum
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Marcadores: Dante Gabriel Rossetti, Irmandade Pré-Rafaelita, pintura, Reino Unido, romantismo
João Cristino da Silva morreu há 149 anos...
Postado por Fernando Martins às 01:49 0 comentários
Marcadores: João Cristino da Silva, pintura, romantismo
H. R. Giger morreu há doze anos...
Other works
Films
- Dune (designs for unproduced Alejandro Jodorowsky adaptation of the Frank Herbert novel; the movie Dune was later made in an adaptation by David Lynch)
- Alien (designed, among other things, the Alien creature, "The Derelict" and the "Space Jockey")
- Aliens (credited for the creation of the creature only)
- Alien 3 (designed the dog-like Alien bodyshape, plus a number of unused concepts, many mentioned on the special features disc of Alien 3, despite not being credited in the movie theater version)
- Alien Resurrection (credited for the creation of the creature only)
- Poltergeist II: The Other Side
- Killer Condom (creative consultant, set design)
- Species (designed Sil, and the Ghost Train in a dream sequence)
- Batman Forever (designed radically different envisioning of the Batmobile; design was not used in the film)
- Future-Kill (designed artwork for the movie poster)
- Tokyo: The Last Megalopolis (creature designs)
- Prometheus (the film includes "The Derelict" spacecraft and the "Space Jockey" designs from the first Alien film, as well as a "Temple" design from the failed Jodorowsky Dune project and original extraterrestrial murals created exclusively for Prometheus, based in conceptual art from Alien. Unlike Alien Resurrection, the Prometheus film credited H. R. Giger with the original designs).
Postado por Fernando Martins às 00:12 0 comentários
Marcadores: Alien, cinema, escultura, guitarra, H. R. Giger, música, pintura, Suiça
segunda-feira, maio 11, 2026
Jean-Baptiste Carpeaux nasceu há 199 anos
Postado por Fernando Martins às 19:09 0 comentários
Marcadores: escultura, França, Jean-Baptiste Carpeaux, pintura









