terça-feira, janeiro 27, 2026
Hoje é dia de recordar Verdi...
Postado por
Pedro Luna
às
12:50
0
bocas
Marcadores: Coro dos Escravos, Giuseppe Verdi, Itália, música, Nabucco, Ópera, romantismo, Verdi
Verdi morreu há cento e vinte e cinco anos...
Giuseppe Fortunino Francesco Verdi (Roncole, 10 de outubro de 1813 - Milão, 27 de janeiro de 1901) foi um compositor de óperas do período romântico italiano, sendo na época considerado o maior compositor nacional da Itália, tal como Richard Wagner o era na Alemanha.
Postado por
Fernando Martins
às
01:25
0
bocas
Marcadores: Giuseppe Verdi, Itália, La Traviata, Libiamo ne'lieti calici, música, Ópera, romantismo, Verdi
segunda-feira, janeiro 26, 2026
Antonio Maria Abbatini nasceu há 431 anos
Antonio Maria Abbatini (Città di Castello, 26 de janeiro de 1595 - ?, depois de 15 março de 1679, provavelmente em agosto de 1679) foi um conhecido maestro e famoso compositor italiano. Deu a forma de canto gregoriano aos hinos da Igreja Católica, no ano de 1634, e deixou grande número de composições de música religiosa.
Postado por
Fernando Martins
às
04:31
0
bocas
Marcadores: Antonio Maria Abbatini, canto gregoriano, Domine si tu es, Itália, música, Ópera
sábado, janeiro 24, 2026
Nico Fidenco nasceu há noventa e três anos...
Postado por
Fernando Martins
às
09:30
0
bocas
Marcadores: A casa di Irene, anos 60, Itália, música, Nico Fidenco
Modigliani morreu há 106 anos...


Postado por
Fernando Martins
às
01:06
0
bocas
Marcadores: Amedeo Modigliani, escultura, Itália, judeus, modernismo, Modigliani, pintura
sexta-feira, janeiro 23, 2026
Muzio Clementi nasceu há 274 anos
Postado por
Fernando Martins
às
00:27
0
bocas
Marcadores: Itália, música, música clássica, Muzio Clementi, piano, Reino Unido
quinta-feira, janeiro 22, 2026
Antonio Gramsci nasceu há 135 anos
sábado, janeiro 17, 2026
Albinoni morreu há 275 anos...

Música e influência
Postado por
Fernando Martins
às
00:27
0
bocas
Marcadores: Adagio in G Minor (Albinoni), Albinoni, barroco, Itália, música, Ópera, Tomaso Albinoni, violino
sexta-feira, janeiro 16, 2026
Niccolò Piccinni nasceu há 298 anos
Niccolò Piccinni (Bari, 16 de janeiro de 1728 – Passy, 7 de maio de 1800) foi um compositor clássico italiano de sinfonias, música sacra, música de câmara e ópera.
Foi um dos mais populares compositores de ópera no seu tempo, especialmente de opera buffa napolitana. Historicamente, teve a infelicidade de ficar entre as gerações de seus grandes antecessores, como Pergolesi e os grandes compositores que lhe sucederam, incluindo Paisiello e Cimarosa.
Postado por
Fernando Martins
às
00:29
0
bocas
Marcadores: Il Regno della Luna, Itália, música, Niccolò Piccinni, Ópera, ópera buffa
quarta-feira, janeiro 14, 2026
Napoleão venceu a Batalha de Rivoli há 229 anos
terça-feira, janeiro 13, 2026
A première da ópera Tosca de Puccini foi há 126 anos...
Tosca é uma ópera em três atos de Giacomo Puccini, com libretto de Luigi Illica e Giuseppe Giacosa, baseado na peça homónima de Victorien Sardou. Estreou no Teatro Costanzi de Roma (Teatro dell'Opera di Roma), a 14 de janeiro de 1900.
Postado por
Fernando Martins
às
01:26
0
bocas
Marcadores: E lucevan le stelle, Giacomo Puccini, Itália, Ópera, Plácido Domingo, Tosca, verismo
O navio Costa Concordia naufragou há catorze anos...
O navio naufragou após colisão com uma rocha junto ao porto da ilha de Giglio. O barco estava inclinado num ângulo de 80º. Faleceram no naufrágio 32 pessoas, com o último corpo a ser localizado apenas em novembro de 2014. O Costa Concordia, naquela noite, estava com 3.229 passageiros e 1.023 tripulantes.
Postado por
Fernando Martins
às
00:14
0
bocas
Marcadores: Costa Concordia, Itália, mar
domingo, janeiro 11, 2026
Domenico Cimarosa morreu há 225 anos...
Postado por
Fernando Martins
às
02:25
0
bocas
Marcadores: Domenico Cimarosa, El Matrimonio Secreto, Itália, música, Ópera, ópera buffa
sexta-feira, janeiro 09, 2026
Domenico Modugno nasceu há 98 anos...
Postado por
Fernando Martins
às
09:08
0
bocas
Marcadores: actor, Dio Come Ti Amo, Domenico Modugno, Itália, música
Vítor Emanuel II, o Rei unificador da Itália, morreu há 148 anos...
Vítor Emanuel II (Turim, 14 de março de 1820 – Roma, 9 de janeiro de 1878), também chamado pelos italianos de "Pai da Pátria", foi o Rei da Sardenha, de 23 de março de 1849 até 17 de março de 1861, quando unificou a Península Itálica numa único estado, continuando a partir de então a reinar como Rei da Itália até à sua morte. Era filho do rei Carlos Alberto da Sardenha e da sua esposa, a arquiduquesa Maria Teresa da Áustria.
Não tendo condições de continuar a guerra, Vítor Emanuel II teve que assinar o armistício de Vignale (24 de março de 1849) com o marechal austríaco Radetzky. Se o exército foi posto a dura prova pela derrota, a situação interna do reino não era melhor, estremecido também por uma revolta republicana em Génova (abril de 1849). A maior dificuldade política encontrava-se na hostilidade da Câmara dos Deputados (de maioria democrática) para ratificar o tratado de paz com a Áustria.
Para superar a oposição da câmara, Vítor Emanuel II chegou ao limite extremo da honestidade constitucional anunciando o decreto de Moncalieri (20 de novembro de 1849) com que dissolvia o parlamento e convocava novas eleições. A convocação real conseguiu o seu efeito no Piemonte. Assinada a paz com a Áustria pode dedicar-se a solução dos grandes problemas internos, primeiro entre todos o da consolidação do regime constitucional.
Vítor Emanuel II era propenso a exercer a autoridade régia além dos limites do estatuto, mas provou a sua lealdade constitucional proclamando as leis "Siccardi" contra os privilégios do clero. Todavia o monarca também foi induzido a recorrer a estes instrumentos pela firme postura do governo presidido por Massimo D'Azeglio.
No mês de novembro de 1852, Camillo Benso, Conde de Cavour sucedeu a D'Azeglio. O relacionamento de Vítor Emanuel II com Cavour nem sempre foi cordial e fácil, porque o "grande ministro" não hesitava em expor ao rei os seus pontos de vista que nem sempre estavam de acordo com aqueles do soberano. Mas geralmente, o monarca seguiu as linhas gerais da política de Cavour, com o desejo de restaurar a fama do seu exército, como no caso da intervenção na Crimeia. Para aumentar o prestígio e o domínio da sua casa aprovou a aliança com Napoleão III, com quem ele compartilhava um certo gosto pela política secreta.
A terceira guerra de independência (1866) trouxe o Veneto para a coroa, mas sem aquela vitória militar que o rei desejava. Para completar a unidade da Itália faltava ainda Roma. Quando, no verão de 1870, rebentou a guerra franco-prussiana, Vitor Emanuel II era mais propenso a correr em socorro do imperador francês Napoleão III, o antigo companheiro de armas e de intrigas, mas cedeu à vontade dos seus ministros que quiseram aproveitar da ocasião favorável para tomar Roma, então sob domínio do Papa, com apoio de tropas francesas. O rei tomou Roma, que se tornou então capital do Reino de Itália. Porém do mesmo modo que não se adaptou a Florença, que tinha sido escolhida para ser capital depois da Convenção de setembro (1864), não se adaptou também em Roma. Nunca morou no Palacio Quirinal, preferindo o retiro numa residência mais modesta, juntamente com a esposa morganática Rosa Vercellana, posteriormente condessa de Mirafiori.
Concluído o período heroico do Risorgimento, o rei era, num certo sentido, um sobrevivente, como muitos outros protagonistas do pátrio resgate. Em 1876, viu sair do governo, por voto contrário do parlamento, a direita histórica de onde vieram os seus ministros mais hábeis e os seus mais confiáveis conselheiros. Respeitoso das indicações do parlamento, chamou ao governo a esquerda. Isto aconteceu no ano da sua morte.
Postado por
Fernando Martins
às
01:48
0
bocas
Marcadores: casa de Saboia, D. Maria Pia, Itália, Maria Pia de Saboia, Monarquia Constitucional, reunificação italiana, V.E.R.D.I, Vítor Emanuel II
Hoje é dia de recordar Domenico Modugno...
Postado por
Pedro Luna
às
00:09
0
bocas
Marcadores: actor, dipinto di blu), Domenico Modugno, Itália, música, Volare, Volare (Nel blu
quinta-feira, janeiro 08, 2026
Giotto morreu há 689 anos
in Wikipédia
Arcangelo Corelli morreu há 313 anos...
Postado por
Fernando Martins
às
03:13
0
bocas
Marcadores: Arcangelo Corelli, barroco, Itália, música, música clássica
Galileu Galilei morreu há 384 anos...

Poema para Galileo
Estou olhando o teu retrato, meu velho pisano,
aquele teu retrato que toda a gente conhece,
em que a tua bela cabeça desabrocha e floresce
sobre um modesto cabeção de pano.
Aquele retrato da Galeria dos Ofícios da tua velha Florença.
(Não, não, Galileo! Eu não disse Santo Ofício.
Disse Galeria dos Ofícios.)
Aquele retrato da Galeria dos Ofícios da requintada Florença.
Lembras-te? A Ponte Vecchio, a Loggia, a Piazza della Signoria…
Eu sei… eu sei…
As margens doces do Arno às horas pardas da melancolia.
Ai que saudade, Galileo Galilei!
Olha. Sabes? Lá em Florença
está guardado um dedo da tua mão direita num relicário.
Palavra de honra que está!
As voltas que o mundo dá!
Se calhar até há gente que pensa
que entraste no calendário.
Eu queria agradecer-te, Galileo,
a inteligência das coisas que me deste.
Eu,
e quantos milhões de homens como eu
a quem tu esclareceste,
ia jurar- que disparate, Galileo!
- e jurava a pés juntos e apostava a cabeça
sem a menor hesitação-
que os corpos caem tanto mais depressa
quanto mais pesados são.
Pois não é evidente, Galileo?
Quem acredita que um penedo caía
com a mesma rapidez que um botão de camisa ou que um seixo da praia?
Esta era a inteligência que Deus nos deu.
Estava agora a lembrar-me, Galileo,
daquela cena em que tu estavas sentado num escabelo
e tinhas à tua frente
um friso de homens doutos, hirtos, de toga e de capelo
a olharem-te severamente.
Estavam todos a ralhar contigo,
que parecia impossível que um homem da tua idade
e da tua condição,
se tivesse tornado num perigo
para a Humanidade
e para a Civilização.
Tu, embaraçado e comprometido, em silêncio mordiscavas os lábios,
e percorrias, cheio de piedade,
os rostos impenetráveis daquela fila de sábios.
Teus olhos habituados à observação dos satélites e das estrelas,
desceram lá das suas alturas
e poisaram, como aves aturdidas- parece-me que estou a vê-las -,
nas faces grávidas daquelas reverendíssimas criaturas.
E tu foste dizendo a tudo que sim, que sim senhor, que era tudo tal qual
conforme suas eminências desejavam,
e dirias que o Sol era quadrado e a Lua pentagonal
e que os astros bailavam e entoavam
à meia-noite louvores à harmonia universal.
E juraste que nunca mais repetirias
nem a ti mesmo, na própria intimidade do teu pensamento, livre e calma,
aquelas abomináveis heresias
que ensinavas e descrevias
para eterna perdição da tua alma.
Ai Galileo!
Mal sabem os teus doutos juízes, grandes senhores deste pequeno mundo
que assim mesmo, empertigados nos seus cadeirões de braços,
andavam a correr e a rolar pelos espaços
à razão de trinta quilómetros por segundo.
Tu é que sabias, Galileo Galilei.
Por isso eram teus olhos misericordiosos,
por isso era teu coração cheio de piedade,
piedade pelos homens que não precisam de sofrer, homens ditosos
a quem Deus dispensou de buscar a verdade.
Por isso estoicamente, mansamente,
resististe a todas as torturas,
a todas as angústias, a todos os contratempos,
enquanto eles, do alto incessível das suas alturas,
foram caindo,
caindo,
caindo,
caindo,
caindo sempre,
e sempre,
ininterruptamente,
na razão directa do quadrado dos tempos.
in Linhas de Força (1967) - António Gedeão
Postado por
Fernando Martins
às
00:38
0
bocas
Marcadores: Física, Galileu Galilei, Inquisição, Itália, luneta, Matemática, Revolução Científica, telescópio refrator
terça-feira, janeiro 06, 2026
O poeta Allessandro Parronchi morreu há dezanove anos...

Allessandro Parronchi (Florence, 26 December 1914 – Florence, 6 January 2007) was an Italian poet, art historian, and literary critic. He won the 1999 Mondello Prize for literature.
Although much of his work has never been translated into English, in 1969 Grosset & Dunlap published a translation of his work on the sculpture of Michelangelo. A translation and critical study of his publications has been performed by Angela Joan Bedford Mackie.
Biography
Parronchi was born to a middle-class Florentine family, with his father and grandfather being respected local figures. Interested in Classical literature from an early age, he began to think about the meaning of youth, as well as love and death, following the death of his father; these are themes that pervade his poetry.
In 1938 he graduated with a degree in art history, and begun working for Florentine magazines and newspapers. In this cultural atmosphere he associated with such poets and artists as Umberto Bellintani, Marco Lusini, Bilenchi Romano, Giorgio Caproni, Charles Betocchi, Alfonso Gatto, Fallacara, Mario Luzi, Piero Bigongiari, and Ottone Rosai. In 1941 he published his first book of poems, I giorni sensibili (Sensitive Dats), which he followed with I visi (Faces) in 1943 and Un'attesa in 1949. He subsequently gained employment as a university professor of art history, focusing in the art of the Renaissance.
On January 6, 2007, he died at his home of the Via Luigi Settembrini 21 in Florence, where he lived with his wife and daughter Nara.
in Wikipédia
A CHE PENSI?
— A che pensi? — La tua voce mi coglie
mentre guardo il paesaggio rispecchiato
sul buio della stanza. Per un poco
l’eco delle parole si sospende
al silenzio che le fa più gravi, poi:
— A che pensi? — E il tuo viso si fa triste
per sapere, indagare…
Penso ai giorni
d’aprile che non io ma un altro certo
ha vissuto come in sogno, ora richiusi
sigillati dietro un vetro trasparente
in un verde irraggiungibile deserto.
Penso a tutto ciò che sfugge dal presente.
Penso a quando sulla terra sarà come
noi non fossimo mai stati, a quel vibrare
delle tremule nell’aria, a quegli odori…
Alessandro Parronchi
Em que pensas?
- Em que pensas? – A tua voz apanha-me
a observar a paisagem reflectida
no escuro da sala. Por um pouco
o eco das palavras fica em suspenso
no silêncio que lhes dá mais peso, depois:
- Em que pensas? – E o teu rosto entristece,
a querer saber, a indagar…
Penso nos dias de Abril,
que não eu mas um outro por certo
viveu como que em sonhos, agora fechados
e lacrados por trás de um vidro transparente
num verde deserto inatingível.
Penso em tudo o que escapa ao presente,
penso em quando será neste mundo
como se nós não tivéssemos existido,
no vibrar da tremulina do ar, naqueles cheiros…
Alessandro Parronchi - tradução Albino M.
Postado por
Fernando Martins
às
00:19
0
bocas
Marcadores: Allessandro Parronchi, Itália, poesia


.png)





