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quarta-feira, março 18, 2026
Irene Cara nasceu há 67 anos...
Postado por Fernando Martins às 06:07 0 comentários
Marcadores: actriz, compositora, dance, Fame, Irene Cara, música, Óscar, pop, Rock, What A Feeling
Hoje é dia de ouvir Alice in Chains...!
Postado por Pedro Luna às 06:00 0 comentários
Marcadores: Alice in Chains, Down In A Hole, grunge, hard rock, heavy metal, Jerry Cantrell, Metal Alternativo, música, Rock alternativo
Hoje é dia de ouvir cantar Queen Latifah...
Postado por Pedro Luna às 05:06 0 comentários
Marcadores: actriz, hip-hop, I know where I've been, jazz, música, Queen Latifah, rap, soul
Hoje é preciso recordar a música do primeiro álbum de Iggy Pop...
Postado por Pedro Luna às 04:09 0 comentários
Marcadores: blues, garage rock, Glam Rock, hard rock, Iggy Pop, jazz, música, Protopunk, punk rock, Sister Midnight, The Idiot
O poeta António Nobre morreu há 126 anos...


Vaidade, meu amor, tudo vaidade!
Ouve: quando eu, um dia, for alguém,
Tuas amigas ter-te-ão amizade,
(Se isso é amizade) mais do que, hoje, têm.
Vaidade é o luxo, a glória, a caridade,
Tudo vaidade! E, se pensares bem,
Verás, perdoa-me esta crueldade,
Que é uma vaidade o amor de tua mãe...
Vaidade! Um dia, foi-se-me a Fortuna
E eu vi-me só no mar com minha escuna,
E ninguém me valeu na tempestade!
Hoje, já voltam com seu ar composto,
Mas eu, vê lá! eu volto-lhes o rosto...
E isto em mim não será uma vaidade?
in Só (1892) - António Nobre
Postado por Fernando Martins às 01:26 0 comentários
Marcadores: Anto, António Nobre, decadentismo, poesia, romantismo, Saudosismo, Simbolismo, Só
O rei Jorge I da Grécia foi assassinado há cento e treze anos...
Postado por Fernando Martins às 01:13 0 comentários
Marcadores: Grécia, Jorge I, Monarquia Constitucional, Rei, Rei dos Helenos
Augusto Abelaira nasceu há um século...

(imagem daqui)
Augusto José de Freitas Abelaira (Coimbra, 18 de março de 1926 – Lisboa, 4 de julho de 2003) foi um professor, romancista, dramaturgo, tradutor e jornalista português.
A sua obra foi influenciada pela estética neorrealista que une os romances histórico-materialistas e os romances psicológicos.
Biografia
Originário de Ançã, nasceu em Coimbra, na freguesia da Sé Nova, distrito de Coimbra, em 1926. Mudou-se ainda jovem para a cidade do Porto, tendo-se licenciado em Ciências Histórico-Filosóficas pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
Abelaira participou ativamente na luta contra o regime de Salazar, integrando-se em movimentos estudantis de oposição, participando ativamente na distribuição de panfletos. Após a década de 30 passou a utilizar a ironia como sua principal arma, criando personagens com aversão à política de esquerda e à hipocrisia, empenhados em causas como o Movimento de Unidade Democrática e a contestação ao Plano Marshall.
Na década de 40 colaborou no semanário Mundo Literário (1946-1948).
Estreou-se como autor de romances no fim da década de 50 com o romance A cidade das flores (1959), um retrato das perplexidades da juventude do seu tempo em relação ao totalitarismo de Salazar, deslocando a trama para a Itália, a fim de não ser preso pela PIDE.
Foi colaborador da revista Almanaque (1959-61), publicação com redação coordenada por José Cardoso Pires e grafismo de Sebastião Rodrigues, onde colaboraram, entre outros, Luís de Sttau Monteiro, Alexandre O'Neill e João Abel Manta. e colaborou igualmente no Jornal do Caso República (1975) de Raul Rêgo.
Foi detido em 1965 por ter atribuído, como presidente do júri, o Grande Prémio da Novelística da Sociedade Portuguesa de Escritores ao angolano José Luandino Vieira (também preso no Tarrafal), pelo seu livro de contos, Luuanda.
Trabalhou como tradutor e como jornalista no Diário Popular, no Jornal de Letras e no Século. Entre 1977 e 1978, foi diretor de programas da RTP e das revistas Seara Nova e Vida Mundial.
A 9 de junho de 1997, foi agraciado com o grau de Comendador da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada.
in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 01:00 0 comentários
Marcadores: Augusto Abelaira, literatura, neo-realismo
Um deslizamento de terras em Caraguatatuba, no Brasil, matou centenas de pessoas há 59 anos...
Segundo os jornais, chovia intensamente desde o dia 16 de março, com a chuva se intensificando à noite. De acordo com o posto da Fazenda dos Ingleses, o índice pluviométrico foi de 851 mm, 420 mm somente no dia 18, não tendo sido registado índice maior devido à saturação do pluviómetro. Na manhã do dia 18 começaram os deslizamentos, a maior parte deles ocorrendo à tarde.
Às 13.00 horas ocorreu uma avalanche de pedras, árvores e lama dos morros Cruzeiro, Jaraguá e Jaraguazinho, próximos da cidade.
Por volta das 15.30 horas toda a serra desabou, e a cidade ficou isolada. A Rodovia dos Tamoios ficou destruída e vários carros ficaram presos no trecho de serra. O acesso para Ubatuba e São Sebastião, cidades vizinhas, ficou interditado, e a ajuda só pôde chegar por mar e ar. O Rio Santo Antônio aumentou sua largura de 40 para 200 metros. A lama desceu junto com o Rio.
Às 16.30 outra frente abriu-se no Vale do rio Santo Antônio. No bairro Rio do Ouro gigantescas barreiras começaram a cair pela manhã, formando uma enorme represa que se rompeu algumas horas mais tarde, desaparecendo com o bairro e provocando o deslocamento da ponte principal daquele rio. Caso não tivesse acontecido o rompimento, a cidade inteira teria sido inundada e coberta pelas águas.
Como resultado, a estrada da serra foi destruída na sua maior parte, não sendo possível reconhecer seu antigo traçado em muitos trechos, onde se formaram precipícios de mais de 100 metros de profundidade. A Estrada de Ubatuba sofreu queda de barreiras nos trechos de Maranduba, Jetuba, Sumaré, Prainha e Martim de Sá, que cobriram a pista com 80 centímetros de lama.
A contagem oficial foi de 436 mortes. Segundo moradores, entretanto, o número teria sido o dobro ou o triplo do oficial, com muitos corpos levados pelo mar ou nunca tendo sido encontrados sob a lama. Com a dimensão do desastre, tornou-se difícil determinar o número de desaparecidos, em função do desaparecimento simultâneo de quem poderia indicar desaparecimentos.
Postado por Fernando Martins às 00:59 0 comentários
Marcadores: Brasil, Caraguatatuba, deslizamento, proteção civil
Sarajane nasceu há 58 anos
Postado por Fernando Martins às 00:58 0 comentários
Marcadores: A Roda, Axé, axé music, Brasil, música, Sarajane, world music
Queen Latifah comemora hoje 56 anos
LatifahI iniciou a sua carreira como rapper em 1989, lançando o seu primeiro álbum, All Hail the Queen. Ela fez a sua estreia no cinema com o filme Jungle Fever (1991), e teve seu primeiro papel principal no filme Set It Off, de 1996. Desde então, ela participou em vários filmes como, O Colecionador de Ossos (1999), A Casa Caiu e Scary Movie 3 - Outro Susto de Filme (2003), Taxi (2004), Beauty Shop (2005), As Férias da Minha Vida (2006), Hairspray (2007), Mad Money, Jogo de Amor em Las Vegas e A Vida Secreta das Abelhas (2008), Jogada Certa e Idas e Vindas do Amor (2010), Joyful Noise e Steel Magnolias (2012), Bessie (2015), Milagres do Paraíso (2016) e Girls Trip (2017), além de dobrar a personagem Ellie, nos filmes da franquia A Era do Gelo.
Na televisão, teve o seu primeiro papel de destaque em 1993, como Khadijah James na sitcom Living Single. Também apresentou seu próprio talk show The Queen Latifah Show, que foi exibido de 1999 a 2001, e novamente de 2013 a 2015. Desde 2021, ela atua como Robyn McCall na série da CBS The Equalizer.
Postado por Fernando Martins às 00:56 0 comentários
Marcadores: actriz, hip-hop, jazz, música, Queen Latifah, rap, soul, U.N.I.T.Y.
The Idiot, o primeiro álbum de Iggy Pop, foi lançado há 49 anos
The Idiot, o primeiro álbum de estúdio do músico americano Iggy Pop, foi lançado a 18 de março de 1977 pela RCA Records. Foi produzido por David Bowie e gravado principalmente no Château d'Hérouville ,na França. Lançado após a separação dos Stooges, marca um período em que Bowie e Pop se mudaram para a Europa, num esforço para se livrarem do vício das drogas.
Descrito por Iggy como "um cruzamento entre James Brown e Kraftwerk ", The Idiot marca uma mudança de som do proto-punk dos The Stooges para um som mais suave, sombrio e mecânico, com nuances eletrónicas. A gravação começou no Château em junho de 1976 e prosseguiu até julho. Outras sessões aconteceram no Musicland Studios, em Munique, em agosto. Bowie compôs a maior parte das melodias e contribuiu com grande parte da instrumentação, enquanto Iggy concentrou-se principalmente na escrita das letras, em sintonia com a música que Bowie estava desenvolvendo. O título do álbum foi inspirado no romance O Idiota, de Fiódor Dostoiévski, enquanto a arte da capa é uma releitura da tela Roquairol de Erich Heckel.
Após a conclusão do disco, Bowie começou a gravar o seu próximo álbum, Low, que apresenta uma sonoridade semelhante a The Idiot. Low foi lançado em janeiro de 1977 e foi um sucesso comercial, obrigando a RCA Records a lançar The Idiot dois meses depois. Após o seu lançamento, o álbum recebeu críticas divididas, embora amplamente positivas, dos críticos musicais, muitos dos quais notaram uma mudança no tom musical em relação ao trabalho anterior de Iggy com os Stooges. Foi acompanhado pelo lançamento de dois singles, "Sister Midnight" e "China Girl", em fevereiro e maio de 1977, respetivamente. Mais tarde, Bowie lançou a sua própria versão de "China Girl", como single em 1983.
Iggy promoveu o álbum com uma turnê entre março e abril de 1977, com Bowie como teclista. Posteriormente, ambos colaboraram novamente no segundo álbum de estúdio de Iggy, Lust For Life. O álbum influenciou bandas de pós-punk, industriais e góticas, incluindo os Joy Division. Segundo se conta, em 1980, o vocalista da banda Joy Division, Ian Curtis, cometeu suicídio enforcando-se na cozinha da sua casa enquanto ouvia este álbum.
in Wikipédia
Saudades de Chuck Berry...
Postado por Pedro Luna às 00:09 0 comentários
Marcadores: Chuck Berry, guitarra, Johnny B. Goode, música, Rhythm and Blues, Rock and Roll
Frederik Willem de Klerk nasceu há noventa anos...
Frederik Willem de Klerk (Joanesburgo, 18 de março de 1936 - Cidade do Cabo, 11 de novembro de 2021) foi um político sul-africano que serviu como presidente da África do Sul de setembro de 1989 a maio de 1994, tendo sido o último branco a ocupar o cargo. De Klerk foi também o líder do Partido Nacional, de fevereiro de 1989 a setembro de 1997.
Nascido em Joanesburgo numa influente família africânder, de Klerk estudou na Universidade de Potchefstroom antes de começar uma carreira como advogado. Ele filiou-se no Partido Nacional, que tinha ligações com a sua família, sendo eleito para o Parlamento e foi membro do governo de P. W. Botha, servindo em vários postos ministeriais. Como ministro, ele apoiou e implementou políticas do apartheid, um sistema de segregação racial que privilegiava os sul-africanos brancos em detrimento da maioria negra. Após a renúncia do presidente Botha em 1989, de Klerk substitui-o, primeiro como líder do Partido Nacional e depois como Presidente do país. Embora observadores da época acreditassem que de Klerk continuaria com as políticas de Botha de defesa do apartheid, ele decidiu seguir ao caminho oposto e apostar na abertura política e encerrar a política estatal de segregação. Ele estava ciente da crescente animosidade e violência étnica que estava a levar a África do Sul a uma guerra civil racial. No meio dessa crise, as forças de segurança do Estado cometeram abusos generalizados de direitos humanos e encorajavam a violência entre os povos xhosa e zulu, embora de Klerk negasse que sancionava estas atitudes. Então, para apaziguar o clima tenso interno da nação, além das condenações da comunidade internacional, ele permitiu marchas e manifestações anti-apartheid, legalizou uma série de partidos políticos anti-apartheid anteriormente proibidos e libertou ativistas presos, incluindo Nelson Mandela. O presidente também desmantelou o programa nuclear sul-africano.
De Klerk negociou com Mandela o desmantelamento do governo do apartheid e estabeleceu a transição política para o sufrágio universal. Em 1993, ele formalmente pediu desculpas pelos efeitos maléficos do apartheid, mas não pelo apartheid em si. Ele supervisionou as eleições livres de 1994, onde Mandela liderou o Congresso Nacional Africano (o ANC) e o levou à vitória; o Partido Nacional de Frederik de Klerk terminou em segundo lugar. De Klerk foi vice-presidente de Mandela na sua coligação, formando o Governo de Unidade Nacional. Nesta posição, ele apoiou as políticas económicas liberais do governo de Mandela, mas opôs-se à instituição da Comissão de Verdade e Reconciliação, que deveria investigar violações de direitos humanos na era do apartheid. De Klerk defendia uma amnistia completa. A sua relação de trabalho com Mandela era tensa, embora mais tarde ele falasse positivamente dele. Em maio de 1996, após o Partido Nacional se opor à nova constituição do país, de Klerk retirou-se da coligação de governo; o partido desfez-se no ano seguinte e reapareceu como o "Novo Partido Nacional". Em 1997, ele retirou-se da política ativa e, a partir daí, lecionou internacionalmente.
De Klerk foi uma figura controversa. Ele recebeu vários prémios, incluindo um Nobel da Paz, ganhando muitos elogios por desmantelar o apartheid e trazer o sufrágio universal para a África do Sul. Por outro lado, ativistas anti-apartheid criticaram-no por oferecer apenas um pedido de desculpas básico pelo regime repressivo e por ignorar os abusos de direitos humanos pelas forças de segurança do Estado. Enquanto isso, membros da extrema-direita sul-africana e supremacistas brancos acusaram-no de traição, por abandonar o apartheid.
Em 19 de março de 2021, foi anunciado que De Klerk sofria com mesotelioma, um tipo de cancro. Alguns meses depois, em 11 de novembro, faleceu na sua casa, na Cidade do Cabo, enquanto dormia, aos 85 anos de idade.
Postado por Fernando Martins às 00:09 0 comentários
Marcadores: África do Sul, apartheid, F.W. de Klerk, Nelson Mandela, paz, Prémio Nobel
José Pracana nasceu há oitenta anos...

José Pracana nasceu em Ponta Delgada, S. Miguel, Açores, a 18 de março de 1946.
A partir de 2007 realizou no Museu do Fado um ciclo consagrado às memórias do Fado e da Guitarra Portuguesa onde presta homenagem ao tributo artístico de Armando Augusto Freire, Alfredo Marceneiro, José António Sabrosa e Carlos Ramos. Foi co-autor do programa da RTP “Trovas Antigas, Saudade Louca”.
José Pracana faleceu em 26 de dezembro de 2016. Em 2019 o Museu do Fado inaugurou uma exposição temporária sobre José Pracana, celebrando a vida e obra de uma das mais multifacetadas personalidades da história do Fado.
Postado por Fernando Martins às 00:08 0 comentários
Marcadores: Açores, Fado, Guitarra Portuguesa, José Pracana, músico, Um fadista já cansado
Saudades de Eric Woolfson...
Time - The Alan Parsons Project
time, beckoning me
who knows when we shall meet again
if ever
but time
keeps flowing like a river
to the sea
Goodbye my love,
maybe for forever
goodbye my love,
the tide waits for me
who knows when we shall meet again
if ever
but time
keeps flowing like a river (on and on)
to the sea, to the sea
Till it's gone forever
gone forever
gone forevermore
Goodbye my friends,
maybe forever
goodbye my friends,
the stars wait for me
who knows where we shall meet again
if ever
but time
keeps flowing like a river (on and on)
to the sea, to the sea
Till it's gone forever
gone forever
gone forevermore
Postado por Pedro Luna às 00:08 0 comentários
Marcadores: Eric Woolfson, música, teatro, The Alan Parsons Project, Time
Saudades da voz de Wilson Pickett...
Postado por Pedro Luna às 00:08 0 comentários
Marcadores: música, Mustang Sally, Rock and Roll, soul, Wilson Pickett
Jerry Cantrell, co-vocalista e principal compositor dos Alice in Chains, celebra hoje sessenta anos...!
Cantrell começou a cantar os vocais principais no EP Sap de 1992. Após a morte de Staley em 2002, Cantrell assumiu o posto de vocalista principal no primeiro álbum do Alice in Chains sem Staley, Black Gives Way to Blue, lançado em 2009, onde dividia os vocais com William DuVall. Cantrell continuou como vocalista principal nos álbuns seguintes da banda, The Devil Put Dinosaurs Here (2013) e Rainier Fog (2018). Cantrell também tem uma carreira solo e lançou os álbuns Boggy Depot (1998), Degradation Trip (2002) e Degradation Trip Volumes 1 & 2 (2002). O seu terceiro álbum solo, Brighten, foi lançado em 29 de outubro de 2021.
Em 2006, a revista britânica Metal Hammer premiou Cantrell com o título de "Riff Lord" (Senhor dos Riffs). Cantrell também tocou com as bandas Heart, Ozzy Osbourne, Metallica, Pearl Jam, Deftones, Danzig, Metal Church, Damageplan e Gov't Mule.
Cantrell compôs canções para a banda sonora de The Cable Guy (1996), John Wick: Chapter Two (2017) e Dark Nights: Metal (2018). Ele também teve pequenas participações, como ator, nos filmes Jerry Maguire, de 1996, e Rock Slyde, de 2009, além de atuar em dois documentários dos Alice in Chains: The Nona Tapes de 1995 e AIC 23 de 2013.
Postado por Fernando Martins às 00:06 0 comentários
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terça-feira, março 17, 2026
Poema para um dia triste...
(imagem daqui)
PRINCÍPIOS
Podíamos saber um pouco mais
da morte. Mas não seria isso que nos faria
ter vontade de morrer mais
depressa.
Podíamos saber um pouco mais
da vida. Talvez não precisássemos de viver
tanto, quando só o que é preciso é saber
que temos de viver.
Podíamos saber um pouco mais
do amor. Mas não seria isso que nos faria deixar
de amar ao saber exactamente o que é o amor, ou
amar mais ainda ao descobrir que, mesmo assim, nada
sabemos do amor.
Nuno Júdice
Postado por Pedro Luna às 20:00 0 comentários
Marcadores: Nuno Júdice, poesia, saudades
Doppler morreu há cento e setenta e três anos...
Postado por Fernando Martins às 17:30 0 comentários
Marcadores: astronomia, Áustria, Doppler, efeito Doppler, expansão do Universo, Física
Saudades de Alex Chilton...
Postado por Pedro Luna às 16:00 0 comentários
Marcadores: Alex Chilton, Big Star, blue-eyed soul, In The Street, indie rock, música, Power pop, Rock, The Box Tops
Hoje é dia de recordar Nat King Cole...
Postado por Pedro Luna às 10:07 0 comentários
Marcadores: Bolero, jazz, Jump Blues, música, Nat King Cole, Quizas Quizas Quizas, swing
Música adequada à data...
Postado por Pedro Luna às 10:06 0 comentários
Marcadores: Alex Chilton, Big Star, blue-eyed soul, indie rock, música, Power pop, Rock, The Box Tops, The Letter
Paul Kantner, dos Jefferson Airplane, nasceu há oitenta e cinco anos...
Paul Kantner liderou o Jefferson Airplane e diversas formações posteriores da banda, sendo primariamente um guitarrista, mas também auxiliando frequentemente no vocal de apoio na maioria das canções. Durante meados de 1965, foi recrutado pelo cantor Marty Balin para a fundação da banda.
Durante o período de transição no início da década de 70, com a desintegração da banda, Kantner gravou Blows Against the Empire, um álbum conceitual com um grupo de músicos que ele chamou Jefferson Starship, marcando o primeiro uso desse nome. Essa edição da banda incluiu membros do Crosby, Stills, Nash & Young (David Crosby e Graham Nash) e membros do Grateful Dead (Jerry Garcia, Bill Kreutzmann e Mickey Hart), assim como alguns dos membros remanescentes do Jefferson Airplane (Grace Slick, Joey Covington e Jack Casady). Neste álbum, Kantner e Slick cantaram sobre um grupo de pessoas escapando da Terra numa nave espacial sequestrada. Durante essa época, Kantner e Slick tiveram um caso e a sua filha China Kantner nasceu logo após.
Kantner e Slick (com um grupo similar de músicos, mas sem o crédito de "Jefferson Starship") lançaram também Sunfighter (1971) e Baron von Tollbooth & the Chrome Nun (1973). Já na época de lançamento deste segundo álbum, com Kaukonen e Casady devotando todo seu tempo no Hot Tuna, os músicos da banda de Kantner e Slick formaram o núcleo da nova formação dos Jefferson Airplane, denominada Jefferson Starship em 1974, agora oficialmente. A formação ainda incluía John Barbata, Papa John Creach, Pete Sears e Craig Chaquico. Apesar de Balin não estar nessa formação, ele reuniu-se com a banda durante o trabalho de gravação de Dragonfly, o primeiro do novo grupo.
Em 1984, Kantner deixou o grupo, mas não antes de tomar ações legais contra seus ex-colegas de banda sobre o nome "Jefferson". Ganhando a causa, o resto da banda teve que reduzir seu nome para "Starship", marcando a terceira encarnação do grupo. No ano seguinte, Paul Kantner reuniu-se com Balin e Jack Casady para formar o KBC Band, lançando somente um álbum homónimo em 1987 pela Arista Records.
Com a união dos três músicos, a KBC Band abriu portas para uma reunião completa dos Jefferson Airplane. Em 1988, durante um concerto a solo em São Francisco, Paul Kantner reuniu-se com Grace Slick e outros dois integrantes dos Airplane para uma aparição pública que culminou numa reunião formal com os membros da formação clássica de 1966-1970 da banda, incluindo Marty Balin, mas sem Spencer Dryden. Um álbum homónimo foi lançado pela Columbia Records.
Kantner morreu em S. Francisco, dia 28 de janeiro de 2016, aos 74 anos, devido à falência múltipla dos órgãos e choque séptico, depois de ter sofrido um ataque cardíaco, na sequência de outro ataque cardíaco que tivera dias antes.
Postado por Fernando Martins às 08:50 0 comentários
Marcadores: guitarra, Jefferson Airplane, música, Paul Kantner, rock psicadélico, Somebody To Love
Elis Regina nasceu há oitenta e um anos...
Elis Regina Carvalho Costa (Porto Alegre, 17 de março de 1945 – São Paulo, 19 de janeiro de 1982) foi uma intérprete brasileira. Conhecida por sua presença de palco histriónica sua voz e sua personalidade, Elis Regina é considerada por muitos críticos, comentadores e outros músicos a melhor cantora brasileira de todos os tempos. Com os sucessos de Falso Brilhante e Transversal do Tempo, ela inovou os espetáculos musicais no país e era capaz de demonstrar emoções tão contrárias, como a melancolia e a felicidade, numa mesma apresentação ou numa mesma música.
Postado por Fernando Martins às 08:10 0 comentários
Marcadores: Águas de Março, Bossa-nova, Brasil, Elis Regina, MPB, música, pop, samba, saudades, Tom Jobim
Rudolph Nureyev nasceu há 88 anos...
Postado por Fernando Martins às 08:08 0 comentários
Marcadores: ballet, dança, homossexuais, Margot Fonteyn, O Lago dos Cisnes, Rudolph Nureyev, SIDA
Os ditadores ibéricos assinaram um Tratado de Amizade e Não Agressão há 87 anos
(imagem daqui)
O Tratado de Amizade e Não Agressão Luso-Espanhol, ou Pacto Ibérico, foi um tratado assinado em 17 de março de 1939, pelo Presidente do Conselho de Ministros de Portugal, António de Oliveira Salazar, e pelo embaixador de Espanha, Nicolás Franco (irmão mais velho de Francisco Franco).
Postado por Fernando Martins às 08:07 0 comentários
Marcadores: Franco, Guerra Civil Espanhola, Pacto Ibérico, Salazar, Tratado de Amizade e Não Agressão Luso-Espanhol








