
terça-feira, maio 12, 2026
O Teatro Nacional de São João, do Porto, faz hoje 227 anos

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domingo, maio 10, 2026
Hoje é dia de recordar João Villaret...
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João Villaret nasceu há cento e treze anos...
- O Pai Tirano, de António Lopes Ribeiro (1941), numa breve aparição, como pedinte mudo;
- Inês de Castro, de Leitão de Barros (1945), onde representa Martim, o bobo;
- Camões, de Leitão de Barros (1946);
- Três Espelhos, de Ladislao Vadja (1947), onde representa o inspector;
- Frei Luís de Sousa, de António Lopes Ribeiro (1950), no papel de criado;
- O Primo Basílio, de António Lopes Ribeiro (1959).
Declamador
Postado por Fernando Martins às 01:13 0 comentários
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sexta-feira, maio 08, 2026
António José da Silva, O Judeu, nasceu há 321 anos...
Postado por Fernando Martins às 03:21 0 comentários
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sexta-feira, abril 24, 2026
Barbra Streisand comemora hoje 84 anos
Postado por Fernando Martins às 08:40 0 comentários
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terça-feira, abril 21, 2026
Jean Racine faleceu há 327 anos...
Jean Baptiste Racine (La Ferté-Milon, Aisne, 22 de dezembro de 1639 - Paris, 21 de abril de 1699) foi um poeta trágico, dramaturgo, matemático e historiador francês. É considerado, juntamente com Pierre Corneille, como um dos maiores dramaturgos clássicos da França.
Brasão de Jean Racine
Postado por Fernando Martins às 02:27 0 comentários
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quarta-feira, abril 15, 2026
Saudades de Beatriz Costa...
Postado por Pedro Luna às 03:00 0 comentários
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Beatriz Costa morreu há trinta anos...
Beatriz Costa, pseudónimo de Beatriz da Conceição (Charneca do Milharado, Mafra, 14 de dezembro de 1907 - Lisboa, 15 de abril de 1996) foi uma atriz de teatro e cinema portuguesa, sendo um ícone da cultura popular portuguesa.

Postado por Fernando Martins às 00:30 0 comentários
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terça-feira, abril 07, 2026
Almada Negreiros nasceu há cento e trinta e três anos

Rondel do Alentejo
Em minarete
mate
bate
leve
verde neve
minuete
de luar.
Meia-noite
do Segredo
no penedo
duma noite
de luar.
Olhos caros
de Morgada
enfeitava
com preparos
de luar.
Rompem fogo
pandeiretas
morenitas,
bailam tetas
e bonitas,
bailam chitas
e jaquetas,
são de fitas
desafogo
de luar.
Voa o xaile
andorinha
pelo baile,
e a vida
doentinha
e a ermida
ao luar.
Laçarote
escarlate
de cocote
alegria
de Maria
la-ri-rate
em folia
de luar.
Giram pés
giram passos
girassóis
os bonés,
os braços
estes dois
iram laços
o luar.
colete
esta virgem
endoidece
como o S
do foguete
em vertigem
de luar.
Em minarete
mate
bate
leve
verde neve
minuete
de luar.
Almada Negreiros
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sábado, abril 04, 2026
Marguerite Duras nasceu há cento e doze anos...
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Marguerite Duras, pseudónimo de Marguerite Donnadieu (Saigão, atual Cidade de Ho Chi Minh, 4 de abril de 1914 - Paris, 3 de março de 1996) foi uma romancista, novelista, roteirista, poetisa, diretora de cinema e dramaturga francesa, sendo considerada uma das principais vozes femininas da literatura do século XX na Europa.
Marguerite Duras nasceu em Gia Định, atual distrito de Bình Thạnh, em Saigão (atual Cidade de Ho Chi Minh), na colónia francesa da Cochinchina, sul do atual Vietname. A sua família retornou à França, onde estudou Direito e também se tornou escritora. Decidiu mudar o sobrenome de Donnadieu para Duras, nome de uma vila do departamento francês de Lot-et-Garonne onde se situava a casa de seu pai.
É autora de diversas peças de teatro, novelas, filmes e narrativas curtas. O seu trabalho foi associado com o movimento chamado nouveau roman (novo romance) e com o existencialismo. Entre algumas de suas obras estão O Amante, A Dor, O Amante da China do Norte e O Deslumbramento.
Também conhecida como a roteirista do filme "Hiroshima, meu amor", dirigido por Alain Resnais (premiado cineasta do movimento nouvelle vague), Duras também dirigiu filmes próprios, inclusive o conceituado "India Song" de 1976, muito embora sua carreira cinematográfica não atingisse o reconhecimento da literária nos meios intelectuais e acadêmicos. Outras obras suas foram adaptadas por outros diretores de cinema como O Amante de Jean-Jacques Annaud, no ano de 1992.
Marguerite Duras faleceu aos 81 anos de idade em Paris, vitimada por cancro. Foi sepultada no cemitério de Montparnasse.
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sexta-feira, abril 03, 2026
Luís de Sttau Monteiro nasceu há um século...
(imagem daqui)
Luís Infante de Lacerda de Sttau Monteiro (Lisboa, 3 de abril de 1926 - Lisboa, 23 de julho de 1993) foi um escritor português do século XX.
(...)
Já em Lisboa, licenciou-se em Direito na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, tendo trabalhado como advogado por um curto período de tempo, dedicando-se, depois de nova passagem pelo Reino Unido, ao jornalismo.
A sua estadia em Inglaterra, durante a juventude, colocou Sttau Monteiro em contacto com alguns movimentos de vanguarda da literatura anglo-saxónica. Na sua obra narrativa retratou ironicamente certos estratos da burguesia lisboeta e aspetos da sociedade portuguesa contemporânea.
Ao regressar a Portugal colabora em diversas publicações destacando-se a revista Almanaque (onde usou o pseudónimo Manuel Pedrosa) e o suplemento A Mosca, do Diário de Lisboa. Neste último, cria a secção Guidinha.
Sttau Monteiro estreou-se nas publicações em 1960, com Um Homem não Chora, a que se seguiu Angústia Para o Jantar (1961).
Como dramaturgo destaca-se logo em 1961 com o drama narrativo histórico Felizmente há Luar!, um peça situada na linha do teatro épico. Esta obra foi galardoada com o Grande Prémio de Teatro atribuído pela Sociedade de Escritores e Compositores Teatrais Portugueses (atual SPA) mas a sua representação foi, no entanto, proibida pela censura.
Sttau Monteiro foi preso por suspeita de ter colaborado na "Intentona de Beja" de 1962 o que o levou a que voltasse a viver, entre 1962 e 1967, na Inglaterra. Regressado a Portugal foi preso pela PIDE em 1967, pelas críticas à ditadura vigente e à guerra colonial incluídas nas suas peças satíricas A Guerra Santa (1967) e A Estátua (1967).
Só após a Revolução do 25 de Abril a sua peça Felizmente há Luar! foi apresentada nos palcos nacionais. Aconteceu primeiro em 1975 pelo TEB - Teatro Ensaio do Barreiro seguindo-se, em 1978, a representação pela companhia do Teatro Nacional D. Maria II.
Sttau Monteiro foi ainda colaborador de semanários como o Se7e, O Jornal ou Expresso.
Em 1985, o seu romance inédito Agarra o Verão, Guida, Agarra o Verão serviu de argumento à telenovela Chuva na Areia.
Luís de Sttau Monteiro morreu a 23 de julho de 1993, em Lisboa, sendo enterrado no Cemitério de Loures.
A 9 de junho de 1994 foi feito Grande-Oficial da Antiga, Nobilíssima e Esclarecida Ordem Militar de Sant'Iago da Espada, do Mérito Científico, Literário e Artístico a título póstumo.
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quinta-feira, abril 02, 2026
Marlon Brando nasceu há cento e dois anos...

Postado por Fernando Martins às 10:20 0 comentários
Marcadores: actor, cinema, Marlon Brando, Óscar, teatro
sexta-feira, março 27, 2026
Hoje é o Dia Mundial do Teatro...
O Actor
O actor acende a boca. Depois os cabelos.
Finge as suas caras nas poças interiores.
O actor põe e tira a cabeça
de búfalo.
De veado.
De rinoceronte.
Põe flores nos cornos.
Ninguém ama tão desalmadamente
como o actor.
O actor acende os pés e as mãos.
Fala devagar.
Parece que se difunde aos bocados.
Bocado estrela.
Bocado janela para fora.
Outro bocado gruta para dentro.
O actor toma as coisas para deitar fogo
ao pequeno talento humano.
O actor estala como sal queimado.
O que rutila, o que arde destacadamente
na noite, é o actor, com
uma voz pura monotonamente batida
pela solidão universal.
O espantoso actor que tira e coloca
e retira
o adjectivo da coisa, a subtileza
da forma,
e precipita a verdade.
De um lado extrai a maçã com sua
divagação de maçã.
Fabrica peixes mergulhados na própria
labareda de peixes.
Porque o actor está como a maçã.
O actor é um peixe.
Sorri assim o actor contra a face de Deus.
Ornamenta Deus com simplicidades silvestres.
O actor que subtrai Deus de Deus, e
dá velocidade aos lugares aéreos.
Porque o actor é uma astronave que atravessa
a distância de Deus.
Embrulha. Desvela.
O actor diz uma palavra inaudível.
Reduz a humidade e o calor da terra
à confusão dessa palavra.
Recita o livro. Amplifica o livro.
O actor acende o livro.
Levita pelos campos como a dura água do dia.
O actor é tremendo.
Ninguém ama tão rebarbativamente como o actor.
Como a unidade do actor.
O actor é um advérbio que ramificou
de um substantivo.
E o substantivo retorna e gira,
e o actor é um adjectivo.
É um nome que provém ultimamente
do Nome.
Nome que se murmura em si, e agita,
e enlouquece.
O actor é o grande Nome cheio de holofotes.
O nome que cega.
Que sangra.
Que é o sangue.
Assim o actor levanta o corpo,
enche o corpo com melodia.
Corpo que treme de melodia.
Ninguém ama tão corporalmente como o actor.
Como o corpo do actor.
Porque o talento é transformação.
O actor transforma a própria acção
da transformação.
Solidifica-se. Gaseifica-se. Complica-se.
O actor cresce no seu acto.
Faz crescer o acto.
O actor actifica-se.
É enorme o actor com sua ossada de base,
com suas tantas janelas,
as ruas -
o actor com a emotiva publicidade.
Ninguém ama tão publicamente como o actor.
Como o secreto actor.
Em estado de graça. Em compacto
estado de pureza.
O actor ama em acção de estrela.
Acção de mímica.
O actor é um tenebroso recolhimento
de onde brota a pantomina.
O actor vê aparecer a manhã sobre a cama.
Vê a cobra entre as pernas.
O actor vê fulminantemente
como é puro.
Ninguém ama o teatro essencial como o actor.
Como a essência do amor do actor.
O teatro geral.
O actor em estado geral de graça.
Herberto Hélder
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domingo, março 22, 2026
Goethe morreu há 194 anos...
Feliz Só Será
Feliz só será
A alma que amar.
'Star alegre
E triste,
Perder-se a pensar,
Desejar
E recear
Suspensa em penar,
Saltar de prazer,
De aflição morrer —
Feliz só será
A alma que amar.
Johann Wolfgang von Goethe (tradução de Paulo Quintela)
Postado por Fernando Martins às 19:40 0 comentários
Marcadores: Alemanha, Goethe, literatura, poesia, romantismo, Sturm und Drang, teatro
Marcel Marceau nasceu há cento e três anos...
Postado por Fernando Martins às 01:03 0 comentários
Marcadores: França, judeus, Marcel Marceau, mimo, teatro
sexta-feira, março 20, 2026
Ibsen nasceu há 198 anos...
Postado por Fernando Martins às 19:08 0 comentários
Marcadores: Ibsen, modernismo, Noruega, teatro
quarta-feira, março 18, 2026
Eric Woolfson nasceu há oitenta e um anos...

The Alan Parsons Project - Eye in the Sky
Don't think sorry's easily said
Don't try turning tables instead
Youv'e taken lots of chances before
But I'm not gonna give anymore
Don't ask me That's how it goes
Cause part of me knows what youre thinkin
Don't say words youre gonna regret
Don't let the fire rush to your head
I've heard the accusation before
And I ain't gonna take any more
Believe me
The sun in your eyes
Made some of the lies worth believing
I am the eye in the sky
Looking at you I can read your mind
I am the maker of rules
Dealing with fools
I can cheat you blind
And I dont need to see any more
To know that
I can read your mind, I can read your mind
Dont leave false illusions behind
Dont cry cause I aint changing my mind
So find another fool like before
Cause I aint gonna live anymore believing
Some of the lies while all of the signs are deceiving
Postado por Fernando Martins às 08:10 0 comentários
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Saudades de Eric Woolfson...
Time - The Alan Parsons Project
time, beckoning me
who knows when we shall meet again
if ever
but time
keeps flowing like a river
to the sea
Goodbye my love,
maybe for forever
goodbye my love,
the tide waits for me
who knows when we shall meet again
if ever
but time
keeps flowing like a river (on and on)
to the sea, to the sea
Till it's gone forever
gone forever
gone forevermore
Goodbye my friends,
maybe forever
goodbye my friends,
the stars wait for me
who knows where we shall meet again
if ever
but time
keeps flowing like a river (on and on)
to the sea, to the sea
Till it's gone forever
gone forever
gone forevermore
Postado por Pedro Luna às 00:08 0 comentários
Marcadores: Eric Woolfson, música, teatro, The Alan Parsons Project, Time
sábado, março 14, 2026
Ruy de Carvalho celebra hoje 99 anos
Postado por Fernando Martins às 09:09 0 comentários
Marcadores: actor, cinema, Ruy de Carvalho, teatro, televisão
segunda-feira, março 02, 2026
Amélia Rey Colaço nasceu há 128 anos...
Postado por Fernando Martins às 01:28 0 comentários
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