O Curso de Geologia de 85/90 da Universidade de Coimbra escolheu o nome de Geopedrados quando participou na Queima das Fitas.
Ficou a designação, ficaram muitas pessoas com e sobre a capa intemporal deste nome, agora com oportunidade de partilhar as suas ideias, informações e materiais sobre Geologia, Paleontologia, Mineralogia, Vulcanologia/Sismologia, Ambiente, Energia, Biologia, Astronomia, Ensino, Fotografia, Humor, Música, Cultura, Coimbra e AAC, para fins de ensino e educação.
Irene Papas or Irene Pappas; born Eirini Lelekou; (Chiliomodi, Corinthia, 3 September 1929 – Chiliomodi, Corinthia, 14 September 2022)
was a Greek actress and singer who starred in over 70 films in a career
spanning more than 50 years. She gained international recognition
through such popular award-winning films as The Guns of Navarone (1961), Zorba the Greek (1964) and Z (1969). She was a powerful protagonist in films including The Trojan Women (1971) and Iphigenia (1977). She played the title roles in Antigone (1961) and Electra (1962). She had a fine singing voice, on display in the 1968 recording Songs of Theodorakis.
In 2003 she served on the board of directors of the Anna-Marie Foundation, a fund which provided assistance to people in rural areas of Greece. In 2013 she began to suffer from Alzheimer's disease. Papas spent her final years in Chiliomodi. She died there on 14 September 2022, at the age of 93.
Irene Papas or Irene Pappas; born Eirini Lelekou (Greek: Ειρήνη Λελέκου, romanized: Eiríni Lelékou); Chiliomodi, Corinthia, 3 September 1929 – Chiliomodi, Corinthia, 14 September 2022)
was a Greek actress and singer who starred in over 70 films in a career
spanning more than 50 years. She gained international recognition
through such popular award-winning films as The Guns of Navarone (1961), Zorba the Greek (1964) and Z (1969). She was a powerful protagonist in films including The Trojan Women (1971) and Iphigenia (1977). She played the title roles in Antigone (1961) and Electra (1962). She had a fine singing voice, on display in the 1968 recording Songs of Theodorakis.
In 1978, Papas collaborated with composer Vangelis
in an electronic rendition of eight Greek folk songs, issued as a
record called "Odes". They collaborated again in 1986 for "Rhapsodies",
an electronic rendition of seven Byzantine liturgical hymns.
In
1969 on the RCA label a vinyl LP (INTS 1033) "Irene Papas Songs of
Theodorakis" This has eleven songs all sung in Greek but with sleeve
notes written in English by Michael Cacoyannis.
One of the more unusual moments in Papas' career came in 1970, when she guested on the album 666 by Greek rock group Aphrodite's Child on the track "∞" (infinity).
She chants "I was, I am, I am to come" repeatedly and wildly over a
percussive backing. The track was considered lewd by record company
executives, and resulted in the album being withheld from release for
two years by Polydor
Records. Upon its release in 1972, the song caused some furor in
Greece and was again accused of lewdness and indecency by Greek
religious figures and government authorities.
In 1979, Polydor released her solo album entitled Odes, with music performed (and partly composed) by Vangelis
Papathanassiou (also previously a member of Aphrodite's Child). The
words for the album were co-written by Arianna Stassinopoulos (Arianna Huffington).
In 1986 Papas released a further album in collaboration with Vangelis, entitled Rhapsodies.
A further CD Irene Pappas sings Mikis Theodorakis
was officially released only in 2006 on the FM label, but a wider
selection of the songs, all sung in Greek, had been circulating as bootleg tapes for many years. Papas was known to Mikis Theodorakis as early as 1964 from working with him on Zorba the Greek. Some of the songs, performed with passion and skill by Papas, have a Zorba-like quality, e.g. Αρνηση (Denial, on the CD) and Πεντε Πεντε Δεκα
(Five Five Ten, not on the CD), so it seems likely they date from soon
after 1964. The Theodorakis songs sound more like traditional Greek Bouzouki music than the Vangelis works.
Personal life
In 1947 she married the film director Alkis Papas; they divorced in 1951.
In 1954 she met the actor Marlon Brando
and they had a long love affair, which they kept secret at the time.
Fifty years later, when Brando died, she recalled that "I have never
since loved a man as I loved Marlon. He was the great passion of my
life, absolutely the man I cared about the most and also the one I
esteemed most, two things that generally are difficult to reconcile".
Her second marriage was to the film producer José Kohn in 1957; that
marriage was later annulled. She was the aunt of the film director Manousos Manousakis and the actor Aias Manthopoulos.
In 2003 she served on the board of directors of the Anna-Marie Foundation, a fund which provided assistance to people in rural areas of Greece. In 2013 she began to suffer from Alzheimer's disease. Papas spent her final years in Chiliomodi. She died there on 14 September 2022, at the age of 93.
Alexandre foi o mais célebre conquistador do mundo antigo. Na sua juventude teve como preceptor o filósofoAristóteles. Tornou-se Rei aos vinte anos, na sequência do assassinato do seu pai.
A Segunda Guerra Balcânica, também conhecida como Segunda Guerra dosBalcãs, ocorreu entre 29 de junho de 1913 e 10 de agosto de 1913
(no calendário gregoriano, mas de 16 de junho de 1913 a 18 de julho de
1913 no calendário juliano, que ainda vigorava nos países ortodoxos) e
foi um conflito entre a Bulgária, de um lado, contra os seus antigos aliados da Liga Balcânica - Sérvia, Grécia e Montenegro - somados à Roménia e ao Império Otomano de outro. O resultado desta guerra tornou a Sérvia, um importante aliado da Rússia, numa potência regional dos Bálcãs, alarmando a Áustria-Hungria e indiretamente tornando-se mais uma causa para a I Guerra Mundial.
(...)
Apesar de ter conseguido estabilizar a frente na Macedónia, o governo
búlgaro aceitou um armistício ao ser levado por eventos que ocorriam bem
logo do coração dos Balcãs. A Roménia invadiu a Bulgária entre 27 de junho e 10 de julho, datas do calendário juliano, ocupando o sul de Dobruja, que estava sem defesas, e marchando pelo norte da Bulgária tendo em vista uma invasão da capital, Sofia. O Império Otomano também tomou vantagem da situação para recuperar algumas possessões da Trácia que havia perdido na Primeira Guerra Balcânica, e ordenou que seus exércitos marchassem para Yambol e a Trácia Ocidental.
Como os exércitos búlgaros estavam completamente ocupados com os
exércitos sérvios e gregos, as armadas dos otomanos e romenos não
sofreram nenhum dado de combate, apesar de uma epidemia de cólera ter se espalhado entre os soldados.
As fronteiras definidas nos tratados de Bucareste e Constantinopla
foram apenas temporárias; dez meses depois elas começaram a mudar
novamente, e uma nova guerra foi iniciada nos Balcãs, com o início
da I Guerra Mundial.
Artémios Ventouris-Roussos, conhecido como Demis Roussos, era o filho mais velho do casal George e Olga. Nasceu em Alexandria do Egito no contexto da diáspora grega
naquele país. O mesmo ocorreu com seu irmão Costas Roussos, três anos
mais novo que Demis. O seu pai, George (Giórgos) Roussos, era guitarrista clássico
e engenheiro, e sua mãe, Olga (1923–2019), participou, junto ao marido,
de um grupo teatral amador grego em Alexandria (havia três desses
grupos na comunidade grega).
Contudo, devido à crise do Canal do Suez e ao exacerbamento do nacionalismo egípcio, a sua família teve de deixar o Egito no contexto do êxodo de estrangeiros do Egito
e transferir-se para a Grécia. Embora tanto o casal George e Olga como
seus filhos Artemios e Costas tivessem nascido no Egito, durante a crise
do Suez as pessoas que desejassem permanecer no Egito deveriam
renunciar à pátria de seus ascendentes e assumir a nacionalidade
egípcia. George Roussos, contudo, decidiu manter a si e a sua família o
registo como cidadãos gregos, por isso teve que deixar o Egito.
Demis tinha quinze anos quando deixou Alexandria e foi
morar com a família em Atenas. Levava consigo o amor pela música árabe, e
já falava quatro línguas: grego, árabe, francês e inglês. Também era apaixonado por jazz e tocava trompete, violão e bouzouki, instrumento de três cordas de origem grega.
Início da vida artística
Em Atenas, seu pai não encontrou a mesma abertura que tinha
profissionalmente em Alexandria. A família passaria a enfrentar
dificuldades financeiras, obrigando George a viajar constantemente para
buscar trabalho onde havia. Em meio a esse contexto, Demis encontraria
uma forma de ajudar a família com as despesas da casa, tocando trompete
em casas de dança.
Em 1964, Demis Roussos entrou na formação de uma banda,
chamada "Beatniks". É interessante registar que também era membro dessa
banda o baterista Lucas Sideras, que em 1968 também integrava o grupo
"Aphrodite's Child", que tornou internacional o nome de seu vocalista
Demis Roussos, como veremos adiante. Para integrar os "Beatniks", Demis
aprendeu a tocar baixo e guitarra, porque o trompete não era um
instrumento que se adequava ao estilo da banda, e era apenas
instrumentista.
Ainda em 1964, Demis deixaria os "Beatniks" e os
companheiros daquela banda para se juntar ao seu primo Jo Michat na
banda "The Idols". Era, ainda, instrumentista, tocando baixo e guitarra.
Apenas ocasionalmente teria cantado algumas músicas, sendo Jo Michat o
vocalista oficial da banda.
Em 1966, Demis novamente mudaria de banda, passando um
breve período com os "Minis", de que também fazia parte o baterista
Lucas Sideras. Com os "Minis" Demis ampliaria sua participações como
vocalista. E, a partir de 1966 a 1967, já com os "We Five", a voz de
Demis Roussos passaria a ser cada vez mais ouvida nas gravações e
apresentações daquele grupo. Chegaria a gravar alguns dos sucessos
internacionais da época, como "The House of the Rising Sun" e "When a
Man Loves a Woman".
Em 1967, Lucas Sideras, que tinha forte amizade com o músico Vangelis Papathanassiou
desde a infância de ambos, levou Demis Roussos para conhecer o amigo.
Esse encontro na casa dos pais de Vangelis foi fundamental para que os
três músicos decidissem deixar a Grécia e partir em busca do sucesso
internacional. Nessa época, apesar de bastante jovem, Vangelis já tinha
larga experiência como músico, tendo participado da banda "The
Phorminx". Demis e Lucas também já tinham participado de alguns grupos e alcançado
relativo sucesso na Grécia. Mas, naquela época, o que se tocava naquele
país eram interpretações de sucessos internacionais. O que Vangelis,
Demis e Lucas pretendiam era produzir suas próprias canções, aliando o
estilo e os instrumentos gregos à música pop.
Assim, a partir do verão de 1967, Demis Roussos deixaria a
banda "We Five" e começaria a participar de alguns projetos com
Vangelis, que também havia deixado os "Phorminx", com o objetivo de
arrecadarem dinheiro para financiar viagem e hospedagem na Inglaterra,
onde pretendiam iniciar a carreira internacional. Finalmente, em 1968,
Demis e Lucas Sideras viajariam de trem para a Inglaterra. Vangelis os
seguiria posteriormente, após resolver algumas pendências em Atenas.
Demis Roussos, vocalista da banda "Aphrodite's Child"
Na verdade, quando deixaram a Grécia, os músicos já tinham
produzido uma demo com três músicas "The Glass is no Green", "Plastic
Nevermore" e "The Other People", e tinham a promessa de um produtor da
Phonogram de que os apresentaria aos administradores daquela empresa
fonográfica em Londres. Entretanto, quando Demis e Lucas chegaram à
Inglaterra, tiveram os seus vistos de entrada bloqueados pela alfândega,
que os teria identificado como músicos. Naquela época, muitos jovens
tinham os mesmos planos que eles, e a Inglaterra vinha dificultando seu
ingresso no país. Restou aos dois irem para Paris, França, onde chegaram
em abril de 1968. Obviamente eles contactaram Vangelis e o produtor da
Phonogram. Assim, os três acabariam se fixando em Paris, onde finalmente
conseguiriam uma entrevista com o produtor da Phonogram na França, que
acabou fechando um contrato com a banda, que seria batizada como
"Aphrodite's Child", sob sugestão do músico Boris Bergman.
Considerada uma das maiores bandas de rock progressivo, Aphrodite's Child
se tornou um record de vendas a partir do primeiro álbum que viriam a
gravar, trazendo a música "Rain and Tears", que se tornaria quase um
hino da população jovem da França, no auge da revolução de Maio de 1968. Conforme o próprio Demis Roussos explicaria em diversas entrevistas,
uma das razões do sucesso de "Rain and Tears" foi a associação que os
jovens fizeram entre a letra da música e as bombas de gás lacrimogéneo que eram lançadas contra os estudantes, durante a revolução de Maio de
1968, na França, cujo efeito é justamente a provocação de lágrimas. A
música acabaria se tornando também uma das mais tocadas na Inglaterra e
na América do Sul.
A bela e singular voz de Demis Roussos aliada à capacidade
musical de Vangelis garantiriam outros enormes sucessos mundiais para a
banda "Aphrodite's Child", tais como "End of the world", "It's Five
O'Clock" e "Spring, Summer, Winter and Fall". Apesar do sucesso alcançado em cada um dos poucos álbuns que a banda
lançou, no curto período de sua existência, o grupo se desfez em 1971,
antes do controverso álbum 666 (The Apocalypse of St. John, 13/18) ser lançado no ano seguinte.
O álbum fez com que a gravadora gastasse muito dinheiro,
e o retorno não foi o esperado. As músicas eram bem diferentes daquelas
que o público de "Aphrodite's Child" estava acostumado, embora o
conteúdo desse álbum seja admirado pelos bons entendedores de música e
pelos fãs do rock progressivo. Hoje o álbum é considerado um clássico no
género.
O insucesso do álbum 666 somou-se ao facto de que Vangelis Papathanassiou
estava decidido a dar outro rumo à sua carreira, se voltando a produzir
apenas em estúdio. Depois que Vangelis deixou de acompanhar a banda em
suas turnês, Demis Roussos e Lucas Sideras continuaram a viajar com a
banda por mais algum tempo, alternando a participação de outros
instrumentistas, tais como Harris Chalkitis e Argiris Silver Koulouris.
Mas em 1971 o nome "Aphrodite's Child" passou a enfraquecer e a banda se
desfez.
Demis Roussos, carreira a solo
Após o rompimento da banda "Aphrodite's Child" a sua
gravadora decidiu investir no sucesso que a voz de Demis Roussos havia
alcançado internacionalmente. Assim, em 1971, o cantor lança seu
primeiro compacto simples a solo, com destaque para a canção "We Shall
Dance". Não foi um recomeço fácil, e, conforme contou Demis em várias de
suas entrevistas, foi preciso muito empenho para fazer com que sua
música chegasse às rádios.
Nessa época, Demis já havia se casado e a sua primeira filha
Emily tinha acabado de nascer. Demis viajaria no seu próprio carro com a
família e seus cães de estimação para participar de Festivais de
Canção, em toda a Europa. O seu trabalho foi recompensado, tendo "We Shall
Dance" alcançado o topo das paradas de sucesso na Europa e América
Latina.
Logo a seguir, Demis gravou o álbum "On the Greek Side of My Mind", que paralelamente ao compacto simples "We Shall Dance" viria a figurar entre os cinco discos mais vendidos em toda a Europa, inclusive na Escandinávia.
"On the Greek Side of My Mind" permitiu que o cantor se reencontrasse
com o estilo clássico de suas raízes, mesclando sons folclóricos da
música mediterrânea ao ritmo da música pop. Assim, em 1971, Demis
Roussos obtinha consagração como cantor solo.
Após o nascimento do filho, Cyril, em 1975, o cantor grego
ficou os próximos oito anos fazendo tournés pelo mundo fora, juntamente
com a sua segunda esposa e o filho. No Brasil, conseguiu lotar o estádio Maracanã com capacidade para 150.000 pessoas, façanha apenas conseguida por Frank Sinatra. Foi citado no Livro de Recordes de Guinnes
como personalidade de destaque do mundo do entretenimento musical das
décadas de 70 e 80. Foi contemplado com mais de 100 discos de ouro,
platina e diamante. Nos Estados Unidos, contudo, o seu único álbum de real
sucesso foi o LP "Demis", que lhe rendeu um Disco de Ouro.
Em 1981, Demis decidiu retirar-se dos palcos temporariamente e mudou-se com a família para um lugar onde não era conhecido, a saber, a praia de Malibu, no Estado da Califórnia
(EUA). Emagreceu então 54 quilos e decidiu aproveitar a vida viajando
pelo mundo. Depois de algum tempo, ainda no estilo de vida pacata,
mudou-se dos EUA e, com seu filho Cyril, passou a alternar residência
entre a Inglaterra e a Grécia.
Em 14 de junho de 1985 ocorreu um facto que Demis considerou como um separador de águas na sua vida: juntamente com sua terceira esposa, o avião da TWA no qual viajavam de Atenas a Roma
foi sequestrado. O facto de ver a morte de perto levou o cantor a
refletir sobre o valor da vida, decidindo reassumir a sua carreira de
cantor, com gravações e shows ao vivo, como forma de contribuir para um
futuro melhor para a humanidade. Gravou então mais vinte canções, e
compilou o álbum "The Story of Demis Roussos".
Paralelamente, Roussos participou em eventos voltados para soluções de
problemas humanos, como, por exemplo, o fórum pela paz e desarmamento (Kremlin, Moscovo, em fevereiro de 1987). Preocupado com problemas ambientais, participou também da Reunião de Cúpula da Terra, no Rio de Janeiro.
A partir de 2004, Demis Roussos viveu uma vida mais
sossegada à beira-mar num lugar da Grécia, gozando os louros de ser
considerado um dos cantores mais talentosos do século XX.
Em 2005, após 25 anos, Demis Roussos retornou ao Brasil e fez três apresentações.
Roussos faleceu no dia 25 de janeiro de 2015, após permanecer um longo período internado num hospital de Atenas. A filha Emily (do primeiro casamento) anuncia que o pai morreu de um cancro fulminante no estômago.
Alexandre III daMacedónia (20/21 de julho de 356 a.C. - 10 de junho de 323 a.C.), comummente conhecido como Alexandre, o Grande ou Alexandre Magno, foi rei (basileu) do reinogrego antigo da Macedónia e um membro da dinastia argéada. Nascido em Pela em 356 a.C., o jovem príncipe sucedeu ao seu pai, o rei Filipe II,
no trono, aos vinte anos de idade. Passou a maior parte de seus anos
no poder numa série de campanhas militares sem precedentes através da
Ásia e nordeste da África. Até os trinta anos havia criado um dos maiores impérios do mundo antigo, que se estendia da Grécia para o Egito e ao noroeste da Índia. Morreu invicto em batalhas e é considerado um dos comandantes militares mais bem sucedidos da história.
Durante a sua juventude, Alexandre foi orientado pelo filósofo Aristóteles até aos 16 anos. Depois que Filipe foi assassinado, em 336 a.C., Alexandre sucedeu ao seu pai no trono e herdou um reino forte e um exército experiente. Ele havia sido premiado com o generalato da Grécia e usou essa autoridade para lançar o projeto pan-helénico do seu pai liderando os gregos na conquista da Pérsia. Em 334 a.C., invadiu o Império Aqueménida, governando a Ásia Menor,
e começou uma série de campanhas que durou dez anos. Quebrou o poder da
Pérsia numa série de batalhas decisivas, mais notavelmente as
batalhas de Isso e Gaugamela. Em seguida, derrubou o rei persa Dário III e conquistou a Pérsia em sua totalidade. Nesse ponto o seu império estendia-se do mar Adriático ao rio Indo.
Buscando alcançar os "confins do mundo e do Grande Mar Exterior", invadiu a Índia em 326 a.C., mas foi forçado a voltar pela demanda das suas tropas. Alexandre morreu na Babilónia em 323 a.C.,
a cidade que planeava estabelecer como a sua capital, sem executar uma
série de campanhas planeadas que teria começado com uma invasão da Arábia. Nos anos seguintes à sua morte, uma série de guerras civis rasgou o seu império em pedaços, resultando em vários estados governados pelos diádocos, sobreviventes e generais herdeiros de Alexandre.
O seu legado inclui a difusão cultural que as suas conquistas geraram, como o greco-budismo. Fundou cerca de vinte cidades que usaram o seu nome, entre as quais Alexandria, no Egito. Os seus assentamentos de colonos gregos e a propagação resultante da cultura grega no leste resultou numa nova civilização helenística, aspetos que ainda eram evidentes nas tradições do Império Bizantino em meados do século XV e a presença de oradores gregos na região central e noroeste da Anatólia até à década de 1920. Alexandre tornou-se lendário, como um herói clássico seguindo o modelo de Aquiles,
e aparece com destaque na história e mitologia gregas e culturas
não-gregas. Tornou-se o termo de comparação contra a qual os líderes militares se
compararam e academias militares em todo o mundo ainda ensinam suas
táticas. É muitas vezes classificado entre as pessoas mais influentes do
mundo em todos os tempos, juntamente com o seu professor, Aristóteles.
O império de Alexandre
A 10 ou 11 de junho de 323 a.C., Alexandre morreu, no antigo palácio do rei Nabucodonosor II, na Babilónia, aos 32 anos. Existem duas versões a respeito de sua morte. De acordo com Plutarco,
cerca de quatorze dias antes de falecer, Alexandre deu uma festa ao
almirante Nearco e passou aquela noite e a próxima bebendo.
Ele teve então uma febre, que foi piorando até ao ponto de não poder
falar. Aos soldados comuns, ansiosos por causa da saúde do seu rei, foi
permitido passar por ele silenciosamente e acenar. A segunda versão, de Diodoro, afirma que Alexandre passou a sofrer de fortes dores após tomar uma enorme porção de vinho, numa festa a Héracles.
Permaneceu fraco por onze dias; não teve febre e morreu depois de dias
de agonia. Plutarco afirmou que esta última versão não seria verdade.
A Junta militargrega de 1967-1974, alternativamente ditadura dos coronéis ou junta dos coronéis ou ainda regime dos coronéis refere-se ao período compreendido entre 1967 e 1974, quando a Grécia foi submetida a uma ditadura militar de extrema-direita. Nesse período, o poder foi exercido por juntas militares, que se sucederam no exercício do poder.
Toda a obra de Byron, que exprime o pessimismo
romântico, com a tendência a se voltar contra os outros e contra a
sociedade, pode ser vista como um grande painel autobiográfico. Foram
novos, em sua postura, o tom declarado de rebeldia ante as convenções
morais e religiosas e o charme cínico de que seu herói demoníaco sempre se revestiu.
A fama de Byron não se deve somente aos seus escritos, mas também a sua
vida - amplamente considerada extravagante - que inclui numerosas amantes, dívidas, separações e alegações de incesto.
Encontrou a morte em Missolonghi, onde estava lutando ao lado dos gregos, na sua luta pela independência da opressão turca. Segundo consta, a causa da morte parece ter sido uremia, complicada por febre reumática. A sua filha, Ada Lovelace, colaborou com Charles Babbage para a criação do engenho analítico, um passo importante na história dos computadores, papel ímpar para uma mulher na História da Ciência do século XIX.
Lines Inscribed Upon a Cup Formed from a Skull, 1808
Start not - nor deem my spirit fled;
In me behold the only skull
From which, unlike a living head,
Whatever flows is never dull.
I lived, I loved, I quaffed, like thee:
I died: let earth my bones resign;
Fill up - thou canst not injure me;
The worm hath fouler lips than thine.
Better to hold the sparkling grape,
Than nurse the earth-worm's slimy brood;
And circle in the goblet's shape
The drink of gods, than reptile's food.
Where once my wit, perchance, hath shone,
In aid of others' let me shine;
And when, alas! our brains are gone,
What nobler substitute than wine?
Quaff while thou canst: another race,
When thou and thine, like me, are sped,
May rescue thee from earth's embrace,
And rhyme and revel with the dead.
Why not? Since through life's little day
Our heads such sad effects produce;
Redeemed from worms and wasting clay,
This chance is theirs, to be of use.
+-+-+
Versos Inscritos numa Taça Feita de um Crânio
Não, não te assustes: não fugiu o meu espírito
Vê em mim um crânio, o único que existe
Do qual, muito ao contrário de uma fronte viva,
Tudo aquilo que flui jamais é triste.
Vivi, amei, bebi, tal como tu; morri;
Que renuncie a terra aos ossos meus
Enche! Não podes injuriar-me; tem o verme
Lábios mais repugnantes do que os teus olhos.
Onde outrora brilhou, talvez, minha razão,
Para ajudar os outros brilhe agora eu;
Substituto haverá mais nobre que o vinho
Se o nosso cérebro já se perdeu?
Bebe enquanto puderes; quando tu e os teus
Já tiverdes partido, uma outra gente
Possa te redimir da terra que abraçar-te,
E festeje com o morto e a própria rima tente.
E por que não? Se as frontes geram tal tristeza
Através da existência (curto dia ...),
Redimidas dos vermes e da argila
Ao menos possam ter alguma serventia.
Doménikos Theotokópoulos (em grego: Δομήνικος Θεοτοκόπουλος), mais conhecido como El Greco, "O Grego" (Fodele, Iráclio, 1541 - Toledo, 7 de abril de 1614), foi um pintor, escultor e arquitetogrego que desenvolveu a maior parte da sua carreira na Espanha. Assinava as suas obras com o nome original, em grego, para realçar a sua origem.
Nasceu em Creta, que naquela época pertencia à República de Veneza e era um centro artístico pós-bizantino. Treinou ali e tornou-se um mestre dentro dessa tradição artística, antes de viajar, aos vinte e seis anos, para Veneza, como já tinham feito outros artistas gregos. Em 1570 mudou-se para Roma, onde abriu um ateliê e executou algumas séries de trabalhos. Durante a sua permanência na Itália, enriqueceu seu estilo com elementos do maneirismo e da renascença veneziana. Mudou-se finalmente em 1577 para Toledo, na Espanha, onde viveu e trabalhou até sua morte. Ali, El Greco recebeu diversas encomendas e produziu suas melhores pinturas conhecidas.
O estilo dramático e expressivo de El Greco foi considerado estranho
por seus contemporâneos, mas encontrou grande apreciação no século XX, sendo considerado um precursor do expressionismo e do cubismo, ao mesmo tempo em que a sua personalidade e trabalhos eram fonte de inspiração de poetas e escritores como Rainer Maria Rilke e Nikos Kazantzakis.
El Greco é considerado, pelo modernos estudiosos, como um artista tão
individual que não o consideram como pertencente a nenhuma das escolas
convencionais. É mais conhecido por suas figuras tortuosamente
alongadas e uso frequente de pigmentação fantástica ou mesmo fantasmagórica, unindo tradições bizantinas com a pintura ocidental.
Na sua época teve somente dois seguidores de seu estilo: o seu filho Jorge Manuel Theotokópoulos e Luis Tristán.
The Chios Massacre refers to the slaughter of tens of thousands of Greeks on the island of Chios by Ottoman troops during the Greek War of Independence in 1822.
Greeks from neighbouring islands arrived on Chios and encouraged the
Chians to join the struggle for independence. In response, Ottoman
troops landed on the island and slaughtered thousands. The massacre
provoked international outrage, and led to an increasing support for the
Greek cause worldwide.
For over 2,000 years, Chios merchants and shipowners had been prominent in trade and diplomacy throughout the Black Sea, the Aegean, and the Mediterranean. The Ottoman Empire allowed Chios almost complete control over its own affairs as Chian trade and the very highly-valued mastic plant harvested only on Chios were of great value to it. The cosmopolitan Chians were also very prominent in Constantinople. Following the massacre, however, the island never regained its commercial prominence.
Historians have noted that the island's ruling classes were reluctant to join the Greek revolt,
fearing the loss of their security and prosperity. Furthermore, they
were aware that they were situated far too close to the Turkish
heartland in Asia Minor to be safe. At some points, Chios is only 2
miles (3.2 km) from the Anatolian mainland.
In March 1822, as the Greek revolt gathered strength on the mainland,
several hundred armed Greeks from the neighbouring island of Samos landed in Chios. They began the fight for independence from foreign rule and started attacking the Turks, who retreated to the citadel.
Many islanders also decided to join the revolution. However, the vast
majority of the population had by all accounts done nothing to provoke
the massacre, and had not joined other Greeks in their revolt against the Ottoman Empire.
Reinforcements in the form of a Turkish fleet under the Kapudan Pasha
Nasuhzade Ali Pasha arrived on the island on 22 March. They quickly
pillaged and looted the town. On 31 March, orders were given to burn
down the town, and over the next four months, an estimated 40,000
Turkish troops, including convicts, arrived. In addition to setting
fires, the troops were ordered to kill all infants under three years
old, all males 12 years and older, and all females 40 and older, except
those willing to convert to Islam.
Approximately 20,000 Chians were killed or starved to death and 23,000 were exiled. The Greek word sfaghi (English: butchery or massacre)
is commonly used to describe these events since the island itself was
devastated and the few survivors that dispersed throughout Europe became
part of the Chian Diaspora.
Some young Greeks enslaved during the massacre were adopted
by wealthy Ottomans and converted to Islam. Some even managed to rise
to levels of prominence in the Ottoman Empire, such as Georgios
Stravelakis (later renamed Mustapha Khaznadar) and İbrahim Edhem Pasha.
There was outrage when the events were reported in Europe. French painter Eugène Delacroix created a painting depicting the events that occurred; his painting was named Scenes from the Massacres of Chios.
In 2009, a copy of the painting was displayed in the local Byzantine
museum on Chios, but was withdrawn from the museum on November 2009.
While the withdrawal was meant to be a "good faith initiative" for the
improvement of Greek-Turkish relations, the Greek press protested its removal.
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