
sexta-feira, maio 01, 2026
Ayrton Senna morreu há trinta e dois anos...

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quarta-feira, abril 29, 2026
Fernando Pessa morreu há vinte e quatro anos...
Postado por Fernando Martins às 00:24 0 comentários
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sábado, abril 25, 2026
Música para recordar um escritor...
Postado por Pedro Luna às 11:11 0 comentários
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sexta-feira, abril 17, 2026
Mariano Gago morreu há onze anos...
O dirigente estudantil
- O regime dos graus e diplomas do ensino superior;
- O regime de acesso ao ensino superior para maiores de 23 anos;
- O regime jurídico das instituições de ensino superior;
- O regime jurídico de reconhecimento de graus estrangeiros de ensino superior;
- O regime jurídico da avaliação da qualidade do ensino superior e a criação da Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior;
- A revisão do Estatuto da Carreira Docente Universitária (ECDU);
- A revisão do Estatuto da Carreira do Pessoal Docente do Ensino Superior Politécnico (ECPDESP);
- A revisão do regime jurídico da atribuição do título de agregado;
- A criação e regulação do título de especialista;
- A revisão do regime de reingresso, mudança de curso e transferência.
Postado por Fernando Martins às 11:00 0 comentários
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Joaquim Pessoa morreu há três anos...
(imagem daqui)
Joaquim Maria Pessoa (Barreiro, 22 de fevereiro de 1948 – 17 de abril de 2023), conhecido por Joaquim Pessoa, foi um poeta, artista plástico, publicitário e estudioso de arte pré-histórica português.
Com formação na área do "marketing" e da publicidade, foi diretor criativo e diretor-geral de várias agências de publicidade e autor ou coautor de diversos programas de televisão ("1000 Imagens", "Rua Sésamo", "45 Anos de Publicidade em Portugal", etc.). Foi diretor pedagógico e professor da cadeira de Publicidade no Instituto de Marketing e Publicidade, em Lisboa, e professor no Instituto Dom Afonso III, em Loulé.
Desempenhou durante seis anos (1988-1994) o cargo de diretor da Sociedade Portuguesa de Autores. Em colaboração com Luís Machado, organizou em 1983 o I Encontro Peninsular de Poesia, que reuniu prestigiados nomes da poesia ibérica. Conta com mais de 600 recitais da sua poesia, realizados em Portugal e no estrangeiro. Foi diretor literário da Litexa Editora, diretor do jornal "Poetas & Trovadores", colaborador das revistas "Sílex" e "Vértice" e do jornal "A Bola".
Foi um dos fundadores da cooperativa artística Toma Lá Disco, com Ary dos Santos, Fernando Tordo, Carlos Mendes, Paulo de Carvalho e Luiz Villas-Boas, entre outros.
Viu o seu nome ser atribuído a arruamentos na Baixa da Banheira (concelho da Moita) e no Poceirão (concelho de Palmela).
e por dentro das casas onde nos amámos ou pelas ruas
[clandestinas da grande cidade livre
estarão para sempre vivos os sinais de um grande amor,
esses densos sinais do amor e da morte
com que se vive a vida.
Aí estarão de novo as nossas mãos.
E nenhuma dor será possível onde nos beijámos.
Eternamente apaixonados, meu amor. Eternamente livres.
Prolongaremos em todos os dedos os nossos gestos e,
profundamente, no peito dos amantes, a nossa alma líquida
[e atormentada
desvenderá em cada minuto o seu segredo
para que este amor se prolongue e noutras bocas
ardam violentos de paixão os nossos beijos
e os corpos se abracem mais e se confundam
mutuamente violando-se, violentando a noite
para que outro dia, afinal, seja possível.
in Os Olhos de Isa (1980) - Joaquim Pessoa
Postado por Fernando Martins às 00:03 0 comentários
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quarta-feira, abril 15, 2026
Fernando Pessa nasceu há 124 anos...
Postado por Fernando Martins às 01:24 0 comentários
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sexta-feira, abril 10, 2026
Os Beatles acabaram há cinquenta e seis anos...
Postado por Fernando Martins às 00:56 0 comentários
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sábado, abril 04, 2026
Hoje celebra-se o Dia do Antigo Estudante de Coimbra...!
Postado por Fernando Martins às 00:00 0 comentários
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sábado, março 21, 2026
Ayrton Senna nasceu há 66 anos...

Postado por Fernando Martins às 06:06 0 comentários
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sexta-feira, março 20, 2026
Poesia adequada à data...

Frio
Linguagem das estrelas incendeia
o céu da noite! Do
lugar vazio
choverão cinzas e da negra teia
descerá o cenário como um dia
para cegos que escutam a sombria
melodia do frio
o inimigo rio a escuridão
diurna da melancolia
As trevas serão teias recolhendo
os mortos Passará
nelas o pensamento
das estrelas extintas, o sentido
da vida
Gastão Cruz
Postado por Pedro Luna às 00:40 0 comentários
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Gastão Cruz morreu há quatro anos...
DENTRO DA VIDA
Não estamos preparados para nada:
certamente que não para viver
Dentro da vida vamos escolher
o erro certo ou a certeza errada
Que nos redime dessa magoada
agitação do amor em que prazer
nem sempre é o que fica de querer
ser o amador e ser a coisa amada?
Porque ninguém nos salva de não ser
também de ser já nada nos resgata
Não estamos preparados para o nada:
certamente que não para morrer
Gastão Cruz
Postado por Fernando Martins às 00:04 0 comentários
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terça-feira, março 17, 2026
Poema para um dia triste...
(imagem daqui)
PRINCÍPIOS
Podíamos saber um pouco mais
da morte. Mas não seria isso que nos faria
ter vontade de morrer mais
depressa.
Podíamos saber um pouco mais
da vida. Talvez não precisássemos de viver
tanto, quando só o que é preciso é saber
que temos de viver.
Podíamos saber um pouco mais
do amor. Mas não seria isso que nos faria deixar
de amar ao saber exactamente o que é o amor, ou
amar mais ainda ao descobrir que, mesmo assim, nada
sabemos do amor.
Nuno Júdice
Postado por Pedro Luna às 20:00 0 comentários
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Elis Regina nasceu há oitenta e um anos...
Elis Regina Carvalho Costa (Porto Alegre, 17 de março de 1945 – São Paulo, 19 de janeiro de 1982) foi uma intérprete brasileira. Conhecida por sua presença de palco histriónica sua voz e sua personalidade, Elis Regina é considerada por muitos críticos, comentadores e outros músicos a melhor cantora brasileira de todos os tempos. Com os sucessos de Falso Brilhante e Transversal do Tempo, ela inovou os espetáculos musicais no país e era capaz de demonstrar emoções tão contrárias, como a melancolia e a felicidade, numa mesma apresentação ou numa mesma música.
Postado por Fernando Martins às 08:10 0 comentários
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Saudades do Nuno Júdice...
(imagem daqui)
Botânica: o cipreste
No canto de terra onde o plantaram,
procura o sentido da linha recta. Não pretende
o círculo, a roda das estações, a fuga ao
eixo que a gravidade lhe impõe. Aceita
que o céu é o seu destino; e por isso
as suas raízes que se alimentam dos mortos,
que lhes cedem as almas para
que o tronco as liberte, no inverno,
quando o frio faz vibrar a luz que
o envolve. Não oferece a sombra
a quem passa; não pede a companhia
dos amantes que o evitam, em busca
de um abrigo de flores. O seu destino
é o ponto que o olhar fixa, para além
do azul, num infinito em que outras
raízes crescem, bebendo o leite negro
das mitologias.
in As coisas mais simples (2006) - Nuno Júdice
Postado por Pedro Luna às 02:00 0 comentários
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Porque um poeta nunca morre enquanto é recordado...

AUSÊNCIA
Quero dizer-te uma coisa simples: a tua
ausência dói-me. Refiro-me a essa dor que não
magoa, que se limita à alma; mas que não deixa,
por isso, de deixar alguns sinais — um peso
nos olhos, no lugar da tua imagem, e
um vazio nas mãos, como se as tuas mãos lhes
tivessem roubado o tacto. São estas as formas
do amor, podia dizer-te; e acrescentar que
as coisas simples também podem ser complicadas,
quando nos damos conta da diferença entre o sonho e a realidade.
porém, é o sonho que me traz a tua memória; e a
realidade aproxima-me de ti, agora que
os dias correm mais depressa, e as palavras
ficam presas numa refração de instantes,
quando a tua voz me chama de dentro de
mim — e me faz responder-te uma coisa simples,
como dizer que a tua ausência me dói.
Nuno Júdice
Postado por Pedro Luna às 00:20 0 comentários
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segunda-feira, fevereiro 16, 2026
Carlos Paredes nasceu há cento e um anos...
Em 1962, é convidado pelo realizador Paulo Rocha, para compor a banda sonora do filme Os Verdes Anos: «Muitos jovens vinham de outras terras para tentarem a sorte em Lisboa. Isso tinha para mim um grande interesse humano e serviu de inspiração a muitas das minhas músicas. Eram jovens completamente marginalizados, empregadas domésticas, de lojas - Eram precisamente essas pessoas com que eu simpatizava profundamente, pela sua simplicidade». Recebeu um reconhecimento especial por “Os Verdes Anos”.
Tocou com muitos artistas, incluindo Charlie Haden, Adriano Correia de Oliveira e Carlos do Carmo. Escreveu muitas músicas para filmes e em 1967 gravou o seu primeiro LP "Guitarra Portuguesa".
| "Quando eu morrer, morre a guitarra também. O meu pai dizia que, quando morresse, queria que lhe partissem a guitarra e a enterrassem com ele. Eu desejaria fazer o mesmo. Se eu tiver de morrer.” |
- Carlos Paredes
|
in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 01:01 0 comentários
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domingo, fevereiro 01, 2026
Poema para recordar uma hora triste da nossa história...

Manhã de outono num palácio de Sintra
Um brilho de azulejo e de folhagem
Povoa o palácio que um jovem rei trocou
Pela morte frontal no descampado
Ele não quis ouvir o alaúde dos dias
Seu ombro sacudiu a frescura das salas
Sua mão rejeitou o sussurro das águas
Mas o pequeno palácio é nítido – sem nenhum fantasma –
Sua sombra é clara como a sombra de um palmar
No seu pátio canta um alvoroço de início
Em suas águas brilha a juventude do tempo
Sophia de Mello Breyner Andresen
Postado por Pedro Luna às 17:00 0 comentários
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Porque o Rei e o Príncipe da Beira foram assassinados há 118 anos...
Hope There's Someone - Antony And The Johnsons
Hope there's someone
Who'll take care of me
When I die, will I go
Hope there's someone
Who'll set my heart free
Nice to hold when I'm tired
There's a ghost on the horizon
When I go to bed
How can I fall asleep tonight
How will I rest my head
Oh I'm scared of the middle place
Between light and nowhere
I don't want to be the one
Left in there, left in there
There's a man on the horizon
Wish that I'd go to bed
If I fall to his feet tonight
Will allow rest my head
So here's hoping I will not drown
Or paralyze in light
And godsend I don't want to go
To the sea's watershed
Hope there's someone
Who'll take care of me
When I die, Will I go
Hope there's someone
Who'll set my heart free
Nice to hold when I'm tired
Postado por Pedro Luna às 10:08 0 comentários
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A escumalha republicana e carbonária matou El-Rei D. Carlos I e o príncipe D. Luis Filipe há 118 anos...
Postado por Fernando Martins às 01:18 0 comentários
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