O Curso de Geologia de 85/90 da Universidade de Coimbra escolheu o nome de Geopedrados quando participou na Queima das Fitas. Ficou a designação, ficaram muitas pessoas com e sobre a capa intemporal deste nome, agora com oportunidade de partilhar as suas ideias, informações e materiais sobre Geologia, Paleontologia, Mineralogia, Vulcanologia/Sismologia, Ambiente, Energia, Biologia, Astronomia, Ensino, Fotografia, Humor, Música, Cultura, Coimbra e AAC, para fins de ensino e educação.
Postado por Fernando Martins às 00:05 0 comentários
Marcadores: Arquitectura, Luís Ramos, saudades
António Vítor Ramos Rosa (Faro, 17 de outubro de 1924 – Lisboa, 23 de setembro de 2013), foi um poeta, tradutor e desenhador português.
Biografia
António Ramos Rosa estudou em Faro, não tendo acabado o ensino
secundário por questões de saúde. Em 1958 publica no jornal «A Voz de
Loulé» o poema "Os dias, sem matéria". No mesmo ano sai o seu primeiro
livro «O Grito Claro», n.º 1 da coleção de poesia «A Palavra», editada em Faro e dirigida pelo seu amigo, e também poeta, Casimiro de Brito.
Ainda nesse ano inicia a publicação da revista «Cadernos do Meio-Dia»,
que em 1960 encerra a edição, por ordem da polícia política.
Foi um dos fundadores da revista de poesia Árvore, existente entre 1951 e 1953, e fez parte do MUD Juvenil.
A 10 de junho de 1992 foi feito Grande-Oficial da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada e a 9 de junho de 1997 foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique.
O seu nome foi dado à Biblioteca Municipal de Faro. Em 2003, a Universidade do Algarve, atribui-lhe o grau de Doutor Honoris Causa.
Postado por Fernando Martins às 01:02 0 comentários
Marcadores: António Ramos Rosa, poesia, saudades

Quero bem a todos os portugueses, mesmo àqueles que me fizeram mal.
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Postado por Fernando Martins às 16:10 0 comentários
Marcadores: dignidade, dinastia de Bragança, Dona Amélia, Rainha de Portugal, saudades
Lhasa de Sela - Rising
I got caught in a storm
And carried away
I got turned, turned around
I got caught in a storm
That's what happened to me
So I didn't call
And you didn't see me for a while
I was rising up
Hitting the ground
And breaking and breaking
I got caught in a storm
Things were flying around
Doors were slamming
And windows were breaking
And I couldn't hear what you were saying
I couldn't hear what you were saying
I couldn't hear what you were saying
I was rising up
Hitting the ground
And breaking and breaking
Rising up
Rising up
Postado por Pedro Luna às 05:40 0 comentários
Marcadores: klezmer, Lhasa de Sela, música, Rising, Rock, saudades
Postado por Fernando Martins às 00:21 0 comentários
Marcadores: bombeiros, Luto, Miguel Madeira, saudades, Vila Franca das Naves
António Vítor Ramos Rosa (Faro, 17 de outubro de 1924 – Lisboa, 23 de setembro de 2013), foi um poeta, tradutor e desenhador português.
Biografia
António Ramos Rosa estudou em Faro, não tendo acabado o ensino
secundário por questões de saúde. Em 1958 publica no jornal «A Voz de
Loulé» o poema "Os dias, sem matéria". No mesmo ano sai o seu primeiro
livro «O Grito Claro», n.º 1 da coleção de poesia «A Palavra», editada em Faro e dirigida pelo seu amigo, e também poeta, Casimiro de Brito.
Ainda nesse ano inicia a publicação da revista «Cadernos do Meio-Dia»,
que em 1960 encerra a edição, por ordem da polícia política.
Foi um dos fundadores da revista de poesia Árvore, existente entre 1951 e 1953, e fez parte do MUD Juvenil.
A 10 de junho de 1992 foi feito Grande-Oficial da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada e a 9 de junho de 1997 foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique.
O seu nome foi dado à Biblioteca Municipal de Faro. Em 2003, a Universidade do Algarve, atribui-lhe o grau de Doutor Honoris Causa.
Uma Voz na Pedra
Não sei
se respondo ou se pergunto.
Sou uma voz que nasceu na penumbra do vazio.
Estou um pouco ébria e estou crescendo numa pedra.
Não tenho a sabedoria do mel ou a do vinho.
De súbito ergo-me como uma torre de sombra fulgurante.
A minha ebriedade é a da sede e a da chama.
Com esta pequena centelha quero incendiar o silêncio.
O que eu amo não sei. Amo em total abandono.
Sinto a minha boca dentro das árvores e de uma oculta nascente.
Indecisa e ardente, algo ainda não é flor em mim.
Não estou perdida, estou entre o vento e o olvido.
Quero conhecer a minha nudez e ser o azul da presença.
Não sou a destruição cega nem a esperança impossível.
Sou alguém que espera ser aberto por uma palavra.
Postado por Fernando Martins às 00:13 0 comentários
Marcadores: António Ramos Rosa, poesia, saudades
Cantiga de um Vagabundo - Luiz Goes
Postado por Fernando Martins às 14:00 0 comentários
Marcadores: Cantiga de um Vagabundo, Fado de Coimbra, Luiz Goes, música, saudades, Universidade de Coimbra
Postado por Pedro Luna às 01:40 0 comentários
Marcadores: Coimbra Quintet, Fado de Coimbra, Fado Triste, Luiz Goes, música, saudades, Universidade de Coimbra
Queixa das almas jovens censuradas
Dão-nos um lírio e um canivete
E uma alma para ir à escola
E um letreiro que promete
Raízes, hastes e corola.
Dão-nos um mapa imaginário
Que tem a forma duma cidade
Mais um relógio e um calendário
Onde não vem a nossa idade.
Dão-nos a honra de manequim
Para dar corda à nossa ausência.
Dão-nos o prémio de ser assim
Sem pecado e sem inocência.
Dão-nos um barco e um chapéu
Para tirarmos o retrato.
Dão-nos bilhetes para o céu
Levado à cena num teatro.
Penteiam-nos os crânios ermos
Com as cabeleiras dos avós
Para jamais nos parecermos
Connosco quando estamos sós.
Dão-nos um bolo que é a história
Da nossa história sem enredo
E não nos soa na memória
Outra palavra para o medo.
Temos fantasmas tão educados
Que adormecemos no seu ombro
Sonos vazios, despovoados
De personagens do assombro.
Dão-nos a capa do evangelho
E um pacote de tabaco.
Dão-nos um pente e um espelho
Para pentearmos um macaco.
Dão-nos um cravo preso à cabeça
E uma cabeça presa à cintura
Para que o corpo não pareça
A forma da alma que o procura.
Dão-nos um esquife feito de ferro
Com embutidos de diamante
Para organizar já o enterro
Do nosso corpo mais adiante.
Dão-nos um nome e um jornal,
Um avião e um violino.
Mas não nos dão o animal
Que espeta os cornos no destino.
Dão-nos marujos de papelão
Com carimbo no passaporte.
Por isso a nossa dimensão
Não é a vida. Nem é a morte.
Postado por Pedro Luna às 10:30 0 comentários
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Postado por Pedro Luna às 11:11 0 comentários
Marcadores: Acetre, As Pontes, D. Dinis, música, Olivença, Riba-Côa, saudades, Tratado de Alcanizes
Nasceu na área de Mayfair, em Londres, sendo a primeira filha do duque e da duquesa de Iorque, mais tarde rei Jorge VI e rainha Isabel. O seu pai subiu ao trono em 1936 após a abdicação do irmão, Eduardo VIII, tornando a princesa Isabel na herdeira presuntiva do trono britânico. Isabel foi educada particularmente em casa, começando a exercer funções públicas durante a Segunda Guerra Mundial, servindo no Serviço Territorial Auxiliar. Em novembro de 1947, casou-se com Filipe Mountbatten, ex-príncipe da Grécia e da Dinamarca, num casamento que durou 73 anos, até à morte de Filipe em 2021. Tiveram quatro filhos: Carlos, Príncipe de Gales; Ana, Princesa Real; o príncipe André, Duque de Iorque; e o príncipe Eduardo, Conde de Wessex.
Quando o seu pai morreu, em fevereiro de 1952, Isabel, então com 25 anos, tornou-se rainha reinante de sete países independentes dos Reinos da Comunidade de Nações: Reino Unido, Canadá, Austrália, Nova Zelândia, África do Sul, Paquistão e Ceilão, bem como a chefe da Commonwealth. Reinou como monarca constitucional por meio de grandes mudanças políticas, como os problemas na Irlanda do Norte, a devolução no Reino Unido, a descolonização de África e a adesão do Reino Unido às Comunidades Europeias e a retirada da União Europeia. O número de seus reinos variou ao longo do tempo à medida que os territórios conquistaram a independência e alguns reinos se tornaram repúblicas. As suas muitas visitas e reuniões históricas incluem visitas de Estado à República Popular da China em 1986, à Federação Russa em 1994, à República da Irlanda em 2011 e visitas de ou para cinco papas.
Na sua vida pessoal destacam-se os nascimentos e casamentos de seus filhos e netos, a investidura do Príncipe de Gales e a celebração de marcos como seus jubileus de Prata em 1977, Ouro em 2002 e Diamante em 2012. Momentos de dificuldade incluem a morte do seu pai aos 56 anos, o assassinato de Louis Mountbatten, tio do príncipe Filipe, o fim dos casamentos dos filhos em 1992 — ano que a própria rainha classificou como annus horribilis —, a morte em 1997 de Diana, Princesa de Gales, ex-mulher de Carlos, e as mortes de sua irmã e mãe em 2002. Isabel ocasionalmente enfrentou movimentos republicanos e pesadas críticas à família real, porém o apoio à monarquia e sua popularidade pessoal permaneceram altos até ao fim de sua vida. Em 6 de fevereiro de 2022, Isabel II celebrou 70 anos de reinado, sendo a única monarca britânica a celebrar um Jubileu de Platina. A partir de 12 de junho do mesmo ano, passou a ocupar a segunda posição entre os monarcas com reinados mais longos, atrás apenas do rei Luís XIV (da França - este com 72 anos e 110 dias de reinado). Foi também a monarca reinante mais idosa de todos os tempos. Durante o seu reinado convidou 15 primeiros-ministros a formar governo, a última, Liz Truss, dois dias antes de morrer. Isabel II morreu em 8 de setembro de 2022, no Castelo de Balmoral, em Aberdeenshire, na Escócia, sendo sucedida no trono pelo filho Carlos, o Príncipe de Gales, como o rei Carlos III do Reino Unido.Postado por Fernando Martins às 04:00 0 comentários
Marcadores: Carlos III, God save the Queen, Isabel II, Monarquia Constitucional, Rainha de Inglaterra, Reino Unido, saudades
Postado por Fernando Martins às 22:22 0 comentários
Marcadores: Carlos Paredes, Coimbra, Fado de Coimbra, guitarra, música, O Ouro e o Trigo, saudades
Queen at Wembley is a video recorded at the original Wembley Stadium, London, England on Saturday 12 July 1986 during Queen's Magic Tour and later debuted as a mono ‘The Tube Special’ on TV with a simultaneous stereo radio broadcast so that viewers had the option to mute their televisions; play the audio on a nearby radio and enjoy “the world’s first ever stereo simulcast” in a similar way that previous live (as opposed to, in this case, pre-recorded) classical performances had sometimes been offered. It was first released in December 1990 as an edited VHS (missing 9 songs), then as an audio CD in 1992, followed by a DVD release as Queen: Live at Wembley Stadium (in its entirety) to coincide with the CD rerelease in 2003. The DVD has gone five times platinum in the United States, four times platinum in the United Kingdom, and achieved multi platinum status around the world. On 5 September 2011, the 25th Anniversary Edition of the concert was released as a standard 2-DVD set and a deluxe 2-DVD and 2-CD set which also included the entire Friday 11 July 1986 concert on DVD for the first time. Eagle Rock Entertainment released a 25th Anniversary Edition in the USA and Canada on 12 March 2013.
Postado por Fernando Martins às 01:40 0 comentários
Marcadores: concerto, Freddie Mercury, I Want To Break Free, Queen, Queen at Wembley, Rock, saudades
Ausência
(imagem daqui)
Postado por Pedro Luna às 13:13 0 comentários
Marcadores: D. Manuel II, dignidade, El-Rei, literatura, Monarquia, poesia, saudades, Sophia de Mello Breyner Andresen
David Kenneth Ritz Van Ronk (Brooklyn, New York City, June 30, 1936 – New York City,February 10, 2002) was an American folk singer. An important figure in the American folk music revival and New York City's Greenwich Village scene in the 1960s, he was nicknamed the "Mayor of MacDougal Street".
Van Ronk's work ranged from old English ballads to blues, gospel, rock, New Orleans jazz, and swing. He was also known for performing instrumental ragtime guitar music, especially his transcription of "St. Louis Tickle" and Scott Joplin's "Maple Leaf Rag". Van Ronk was a widely admired avuncular figure in "the Village", presiding over the coffeehouse folk culture and acting as a friend to many up-and-coming artists by inspiring, assisting, and promoting them. Folk performers he befriended include Bob Dylan, Tom Paxton, Patrick Sky, Phil Ochs, Ramblin' Jack Elliott, and Joni Mitchell. Dylan recorded Van Ronk's arrangement of the traditional song "House of the Rising Sun" on his first album, which the Animals turned into a chart-topping rock single in 1964, helping inaugurate the folk-rock movement.
Hang me, Oh Hang Me - Dave Van Ronk
Postado por Fernando Martins às 00:09 0 comentários
Marcadores: Dave Van Ronk, folk, Hang me Oh Hang Me, música, saudades, USA
Passam hoje quarenta e quatro anos que Joaquim Fernandes, meu padrinho de batismo e avô materno, nos deixou. Ele, que em velhinho virou
criança (e partiu num triste dia da criança...), foi,
entre os adultos, o meu melhor amigo de infância. Lá, onde
eu sei que está, quero que saiba que não o esquecemos e não esquecemos o
muito que nos ensinou... E, padrinho, ainda sei quem sou e para onde vou.
Pontos luminosos
Guardei para ti relâmpagos inúteis
prata feita de medidas vagas
a inclinada superfície implacável
cordas e alçapões
Do ponto mais alto do céu a 56 milhões de quilómetros
um dia me dirás
"desde a idade do gelo nunca estivemos tão próximos"
in A Estrada Branca (2005) - Tolentino Mendonça
Postado por Fernando Martins às 00:45 0 comentários
Marcadores: Dia Mundial da Criança, Joaquim Fernandes, José Tolentino Mendonça, Padrinho, poesia, saudades
Postado por Fernando Martins às 00:07 0 comentários
Marcadores: ciência, Ciência Viva, Dia Nacional dos Cientistas, divulgação científica, Mariano Gago, saudades

Postado por Fernando Martins às 00:32 0 comentários
Marcadores: automobilismo, Ayrton Senna, Brasil, paulistas, S. Paulo, saudades
Postado por Fernando Martins às 00:24 0 comentários
Marcadores: BBC, Fernando Pessa, jornalismo, rádio, RTP, saudades, televisão
Postado por Pedro Luna às 11:11 0 comentários
Marcadores: Emilio Salgari, Itália, livros, música, Sandokan, saudades, televisão
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