
quinta-feira, maio 14, 2026
Norodom Sihamoni, o atual Rei do Camboja, comemora hoje setenta e três anos

Postado por Fernando Martins às 07:30 0 comentários
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quarta-feira, maio 13, 2026
El-Rei D. João VI nasceu há 259 anos
D. João VI de Portugal (de nome completo: João Maria José Francisco Xavier de Paula Luís António Domingos Rafael de Bragança; Lisboa, 13 de maio de 1767 - Lisboa, 10 de março de 1826), cognominado O Clemente, foi rei do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves de 1816 a 1822, de facto, e desde 1822 até 1825, de jure. Desde 1825 foi rei de Portugal até à sua morte, em 1826. Pelo Tratado do Rio de Janeiro de 1825, que reconhecia a independência do Brasil do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, também foi o imperador titular do Brasil, embora tenha sido seu filho Pedro o imperador do Brasil de facto.
in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 02:59 0 comentários
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sábado, maio 09, 2026
Música adequada à data...
Hino da Maria da Fonte - Vitorino
Viva a Maria da Fonte
Com as pistolas na mão
Para matar os Cabrais
Que são falsos à nação
É avante portugueses
É avante não temer
Pela santa liberdade
Triunfar ou perecer
Viva a Maria da Fonte
A cavalo e sem cair
Com as pistolas à cinta
A tocar a reunir
É avante portugueses
É avante não temer
Pela santa liberdade
Triunfar ou perecer
Lá raiou a liberdade
Que a nação há-de aditar
Glória ao Minho que primeiro
O seu grito fez soar
Postado por Pedro Luna às 22:30 0 comentários
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O marquês de Tomar, Costa Cabral, nasceu há 223 anos
Postado por Fernando Martins às 02:23 0 comentários
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Zita, a última Imperatriz da Áustria e Hungria, nasceu há 134 anos
Postado por Fernando Martins às 01:34 0 comentários
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quinta-feira, abril 30, 2026
Joaquim Pedro de Oliveira Martins nasceu há cento e oitenta e um anos ...
Casou, em 1865, com Victória de Mascarenhas Barbosa, de ascendência inglesa, que o acompanhou nas suas longas estadas em Espanha e no Porto, mas de quem não teve descendência.
Foi deputado em 1883, eleito por Viana do Castelo, e em 1889 pelo círculo do Porto. Em 1892 foi convidado para a pasta da Fazenda, no ministério que se organizou sob a presidência de Dias Ferreira, e em 1893 foi nomeado vice-presidente da Junta do Crédito Público.
Elemento animador da Geração de 70, revelou uma elevada plasticidade às múltiplas correntes de ideias que atravessaram o seu século.
Oliveira Martins colaborou nos principais jornais literários e científicos de Portugal, assim como nos políticos socialistas. Também se encontra colaboração da sua autoria nas revistas: Renascença (1878-1879?), Ribaltas e gambiarras (1881), Revista de Estudos Livres (1883-1886), Gazeta dos Caminhos de Ferro de Portugal e Hespanha (1888-1898) e Gazeta dos Caminhos de Ferro (iniciada em 1899) e ainda em A semana de Lisboa (1893-1895), A Leitura (1894-1896) e, a título póstumo, no semanário Branco e Negro (1896-1898).
Postado por Fernando Martins às 18:10 0 comentários
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quarta-feira, abril 29, 2026
O Imperador Hirohito nasceu há 125 anos...
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terça-feira, abril 21, 2026
A Rainha Isabel II do Reino Unido nasceu há um século...
Nasceu na área de Mayfair, em Londres, sendo a primeira filha do duque e da duquesa de Iorque, mais tarde rei Jorge VI e rainha Isabel. O seu pai subiu ao trono em 1936 após a abdicação do irmão, Eduardo VIII, tornando a princesa Isabel na herdeira presuntiva do trono britânico. Isabel foi educada particularmente em casa, começando a exercer funções públicas durante a Segunda Guerra Mundial, servindo no Serviço Territorial Auxiliar. Em novembro de 1947, casou-se com Filipe Mountbatten, ex-príncipe da Grécia e da Dinamarca, num casamento que durou 73 anos, até à morte de Filipe, em 2021. Tiveram quatro filhos: Carlos, Príncipe de Gales; Ana, Princesa Real; o príncipe André, Duque de Iorque; e o príncipe Eduardo, Conde de Wessex (e atualmente Duque de Edimburgo).
Quando o seu pai morreu, em fevereiro de 1952, Isabel, então com 25 anos, tornou-se rainha reinante de sete países independentes dos Reinos da Comunidade de Nações: Reino Unido, Canadá, Austrália, Nova Zelândia, África do Sul, Paquistão e Ceilão, bem como a chefe da Commonwealth. Reinou como monarca constitucional por meio de grandes mudanças políticas, como os problemas na Irlanda do Norte, a devolução no Reino Unido, a descolonização de África e a adesão do Reino Unido às Comunidades Europeias e a retirada da União Europeia. O número de seus reinos variou ao longo do tempo à medida que os territórios conquistaram a independência e alguns reinos se tornaram repúblicas. As suas muitas visitas e reuniões históricas incluem visitas de Estado à República Popular da China em 1986, à Federação Russa em 1994, à República da Irlanda em 2011 e visitas de ou para cinco papas.
Na sua vida pessoal destacam-se os nascimentos e casamentos de seus filhos e netos, a investidura do Príncipe de Gales e a celebração de marcos como seus jubileus de Prata em 1977, Ouro em 2002 e Diamante em 2012. Momentos de dificuldade incluem a morte do seu pai aos 56 anos, o assassinato de Louis Mountbatten, tio do príncipe Filipe, o fim dos casamentos dos filhos em 1992, ano que a própria rainha classificou como annus horribilis, a morte em 1997 de Diana, Princesa de Gales, ex-mulher de Carlos, e as mortes de sua irmã e mãe em 2002. Isabel ocasionalmente enfrentou movimentos republicanos e pesadas críticas à família real, porém o apoio à monarquia e sua popularidade pessoal permaneceram altos até ao fim de sua vida. Em 6 de fevereiro de 2022, Isabel II celebrou 70 anos de reinado, sendo a única monarca britânica a celebrar um Jubileu de Platina. A partir de 12 de junho do mesmo ano, passou a ocupar a segunda posição entre os monarcas com reinados mais longos, atrás apenas do rei Luís XIV (da França - este com 72 anos e 110 dias de reinado). Foi também a monarca reinante mais idosa de todos os tempos. Durante o seu reinado convidou 15 primeiros-ministros a formar governo, a última, Liz Truss, dois dias antes de morrer. Isabel II morreu a 8 de setembro de 2022, no Castelo de Balmoral, em Aberdeenshire, na Escócia, sendo sucedida no trono pelo filho mais velho, Carlos, Príncipe de Gales, como Carlos III do Reino Unido.in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 00:01 0 comentários
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segunda-feira, abril 06, 2026
O príncipe Rainier III do Mónaco morreu há vinte e um anos...


- Princesa Caroline Louise Marguerite, nascida em 23 de janeiro de 1957, agora SAR Princesa de Hanôver.
- Albert II, Príncipe de Mónaco, nascido em 14 de março de 1958.
- Princesa Stéphanie Marie Elisabeth, nascida em 1 de fevereiro de 1965.
- Andrea, Charlotte e Pierre Casiraghi, filhos da princesa Caroline com Stefano Casiraghi.
- Princesa Alexandra de Hanôver, filha da princesa Caroline com Ernst August V, Príncipe de Hanôver.
- Louis e Pauline Ducruet, filhos da princesa Stéphanie com Daniel Ducruet.
- Jazmin Grace Rotolo, filha ilegítima do príncipe Alberto II, com Tamara Rotolo.
- Eric Alexandre Coste, filho ilegítimo do príncipe Alberto II, com Nicole Coste.
- Jaime, Príncipe Herdeiro de Mónaco, e Princesa Gabriela, Condessa de Carladès, filhos do príncipe Alberto II com Charlene Wittstock.
- Camille Gottlieb, filha ilegítima da princesa Stéphanie, com Jean Raymond Gottlieb.
Postado por Fernando Martins às 00:21 0 comentários
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sábado, abril 04, 2026
A Rainha D.ª Maria II nasceu há 207 anos
Postado por Fernando Martins às 02:07 0 comentários
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domingo, março 22, 2026
Guilherme I, o primeiro Kaiser do II Reich alemão, nasceu há 229 anos
Postado por Fernando Martins às 02:29 0 comentários
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quarta-feira, março 18, 2026
O rei Jorge I da Grécia foi assassinado há cento e treze anos...
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sábado, março 14, 2026
Humberto I, o segundo rei da Itália reunificada, nasceu há 182 anos
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Vítor Emanuel II, primeiro Rei da Itália, nasceu há 206 anos
Vítor Emanuel II (Turim, 14 de março de 1820 – Roma, 9 de janeiro de 1878), também chamado pelos italianos de "Pai da Pátria", foi o Rei da Sardenha, de 23 de março de 1849 até 17 de março de 1861, quando unificou a Península Itálica numa único estado, continuando a partir de então a reinar como Rei da Itália até à sua morte. Era filho do rei Carlos Alberto da Sardenha e da sua esposa, a arquiduquesa Maria Teresa da Áustria.
Não tendo condições de continuar a guerra, Vítor Emanuel II teve que assinar o armistício de Vignale (24 de março de 1849) com o marechal austríaco Radetzky. Se o exército foi posto a dura prova pela derrota, a situação interna do reino não era melhor, estremecido também por uma revolta republicana em Génova (abril de 1849). A maior dificuldade política encontrava-se na hostilidade da Câmara dos Deputados (de maioria democrática) para ratificar o tratado de paz com a Áustria.
Para superar a oposição da câmara, Vítor Emanuel II chegou ao limite extremo da honestidade constitucional anunciando o decreto de Moncalieri (20 de novembro de 1849) com que dissolvia o parlamento e convocava novas eleições. A convocação real conseguiu o seu efeito no Piemonte. Assinada a paz com a Áustria pode dedicar-se a solução dos grandes problemas internos, primeiro entre todos o da consolidação do regime constitucional.
Vítor Emanuel II era propenso a exercer a autoridade régia além dos limites do estatuto, mas provou a sua lealdade constitucional proclamando as leis "Siccardi" contra os privilégios do clero. Todavia o monarca também foi induzido a recorrer a estes instrumentos pela firme postura do governo presidido por Massimo D'Azeglio.
No mês de novembro de 1852, Camillo Benso, Conde de Cavour sucedeu a D'Azeglio. O relacionamento de Vítor Emanuel II com Cavour nem sempre foi cordial e fácil, porque o "grande ministro" não hesitava em expor ao rei os seus pontos de vista que nem sempre estavam de acordo com aqueles do soberano. Mas geralmente, o monarca seguiu as linhas gerais da política de Cavour, com o desejo de restaurar a fama do seu exército, como no caso da intervenção na Crimeia. Para aumentar o prestígio e o domínio da sua casa aprovou a aliança com Napoleão III, com quem ele compartilhava um certo gosto pela política secreta.
A terceira guerra de independência (1866) trouxe o Veneto para a coroa, mas sem aquela vitória militar que o rei desejava. Para completar a unidade da Itália faltava ainda Roma. Quando, no verão de 1870, rebentou a guerra franco-prussiana, Vitor Emanuel II era mais propenso a correr em socorro do imperador francês Napoleão III, o antigo companheiro de armas e de intrigas, mas cedeu à vontade dos seus ministros que quiseram aproveitar da ocasião favorável para tomar Roma, então sob domínio do Papa, com apoio de tropas francesas. O rei tomou Roma, que se tornou então capital do Reino de Itália. Porém do mesmo modo que não se adaptou a Florença, que tinha sido escolhida para ser capital depois da Convenção de setembro (1864), não se adaptou também em Roma. Nunca morou no Palacio Quirinal, preferindo o retiro numa residência mais modesta, juntamente com a esposa morganática Rosa Vercellana, posteriormente condessa de Mirafiori.
Concluído o período heroico do Risorgimento, o rei era, num certo sentido, um sobrevivente, como muitos outros protagonistas do pátrio resgate. Em 1876, viu sair do governo, por voto contrário do parlamento, a direita histórica de onde vieram os seus ministros mais hábeis e os seus mais confiáveis conselheiros. Respeitoso das indicações do parlamento, chamou ao governo a esquerda. Isto aconteceu no ano da sua morte.
Postado por Fernando Martins às 02:06 0 comentários
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