sexta-feira, maio 15, 2026
Hoje é dia de ouvir cantar Paulo de Carvalho...
Postado por Pedro Luna às 00:07 0 comentários
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quinta-feira, maio 07, 2026
D. Vicente da Câmara nasceu há 98 anos...
| O que é a aristocracia? A aristocracia tanto pode estar no povo como noutra coisa qualquer. (...) O aristocrata é aquele que sobressaiu. |
- Vicente da Câmara |
Postado por Fernando Martins às 09:08 0 comentários
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Hoje é dia de ouvir Fado aristocrata...
Postado por Pedro Luna às 00:09 0 comentários
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quarta-feira, maio 06, 2026
Maria José Valério nasceu há noventa e três anos...
Postado por Fernando Martins às 09:30 0 comentários
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António Pinto Basto comemora hoje setenta e quatro anos
Foi distinguido com os prémios:
- "Revelação" - Grande Prémio da Rádio Renascença 1988
- "Se7e de Oiro Revelação" (1988) Música
- "Se7e de Oiro" - Fado 1988
- "Popularidade" - Grande prémio Rádio Renascença 1989
- "Popularidade" - Casa da Imprensa 1989
- "Popularidade" - Casa da Imprensa 1990
- "Prémio Popularidade Despertar" 1991
- "Troféu Neves de Sousa - Casa da Imprensa 1998
- Discos de Platina Rosa Branca, Maria, Confidências à Guitarra
Foi uma das 50 figuras do fado e da guitarra portuguesa homenageadas, em 2012, aquando da celebração do primeiro aniversário do fado enquanto Património Imaterial da Humanidade, tendo nessa altura recebido a Medalha Municipal de Mérito (Grau Ouro), da cidade de Lisboa.
Postado por Fernando Martins às 07:40 0 comentários
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Saudades de Maria José Valério...
Postado por Pedro Luna às 00:09 0 comentários
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Hoje é dia de ouvir Fado...
Postado por Pedro Luna às 00:07 0 comentários
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quarta-feira, abril 15, 2026
João Braga comemora hoje oitenta e um anos
(imagem daqui)
João de Oliveira e Costa Braga (Lisboa, 15 de abril de 1945), conhecido como João Braga, é um fadista português
Natural do bairro de Alcântara, filho de Óscar José da Costa Braga (1907 - 1985) e de sua mulher Maria de Lourdes de Oliveira e Costa (c. 1920 - 1988), estreou-se em público aos nove anos, como solista do coro do Colégio de São João de Brito. Em 1957 a sua família mudou-se para Cascais, vila onde começou a cantar em casas de fado amador.
Em junho de 1964 João Braga inaugura o Estribo como casa de fados, em parceria com Francisco Stoffel, mudando-se ambos para o bar Cartola, em novembro do mesmo ano. Em 1965 recebe o seu primeiro cachet (mil escudos) nas Festas de Nossa Senhora do Castelo, em Coruche. Conhece Carlos Ramos, João Ferreira Rosa e Carlos do Carmo. É convidado a cantar, juntamente com Teresa Tarouca e António de Mello Corrêa, na festa dos 50 anos de toureio de mestre João Branco Núncio.
Em 1966 abandona os estudos de Direito, que iniciara na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. É também nesse ano que Alfredo Marceneiro, à mesa da casa de fados Tipóia, lhe dita a glosa de Carlos Conde É Tão Bom Ser Pequenino, que João Braga viria a gravar em dezembro do mesmo ano.
1967 é o ano do lançamento de João Braga como intérprete profissional, com o disco É Tão Bom Cantar o Fado, a que se juntam, no mesmo ano, três EP: Tive um Barco, Sete Esperanças, Sete Dias e Jardim Abandonado; e um LP: A Minha Cor.
No mesmo ano, na televisão, João Braga estreia-se a cantar num programa apresentado por Júlio Isidro, na RTP.
Conciliando a música com as atividades de redator d'O Século Ilustrado e d'O Volante, conhece em 1968 Luís Villas-Boas, que viria a tornar-se seu produtor e parceiro na organização do I Festival Internacional de Jazz de Cascais, realizado em 1971. Ainda em 1970, porém, participa no Festival RTP da Canção e funda a revista Musicalíssimo, de que foi editor até 1974.
A 4 de outubro de 1971, em Lisboa, casou com Ana Maria de Melo e Castro (Nobre) Guedes (Lisboa, 23 de abril de 1945), irmã de Luís Nobre Guedes. Com a Revolução dos Cravos, é emitido um mandato de captura em seu nome, o que leva a família a fixar-se em Madrid, até fevereiro de 1976.
Quando voltou do exílio, abriu o restaurante O Montinho, em Montechoro, que esteve em atividade apenas durante um verão. Em 1978, regressou à capital portuguesa, integrando o elenco do restaurante de fados Pátio das Cantigas, em Lisboa, até 1982.
Desde finais da década de 70 João Braga dedica-se exclusivamente à sua carreira musical, como assinala o lançamento sucessivo de novos álbuns: Canção Futura (1977), Miserere (1978), Arraial (1980), Na Paz do Teu Amor (1982), Do João Braga Para a Amália (1984), Portugal/Mensagem, de Pessoa (1985) e O Pão e a Alma (1987).
Após o encerramento do Pátio das Cantigas, centrou a sua atividade nos concertos e na composição. Em 1984, surgiu pela primeira vez como autor de melodias, musicando os poemas de Fernando Pessoa, "O Menino da Sua Mãe" e "Prece", o fado "Ai, Amália", de Luísa Salazar de Sousa, e o poema "Ciganos", de Pedro Homem de Mello, num álbum a que chamou Do João Braga para a Amália Também a partir da década de 80 foi contribuindo para a renovação do panorama fadista, através de convites a jovens intérpretes para integrarem os seus espetáculos, como surgiu com Maria Ana Bobone, Mafalda Arnauth, Ana Sofia Varela, Mariza, Cristina Branco, Katia Guerreiro, Nuno Guerreiro, Joana Amendoeira, Ana Moura ou Diamantina.
Em 1990, o seu primeiro CD, Terra de Fados, que superou as 30 mil cópias vendidas, incluiu poemas inéditos de Manuel Alegre, que pela primeira vez escreveu expressamente para um cantor. Seguiram-se Cantigas de Mar e Mágoa (1991), Em Nome do Fado (1994), Fado Fado (1997), Dez Anos Depois (2001), Fados Capitais (2002), Cem Anos de Fado - vol. 1 (1999) e vol. 2 (2001) - e Cantar ao Fado (2000), onde reúne poemas de Fernando Pessoa, Alexandre O'Neill, Miguel Torga, David Mourão-Ferreira, Manuel Alegre, entre outros.
Além do fado, interpreta um repertório diversificado, incluindo música francesa, brasileira e anglo-saxónica. O seu emocionado estilo interpretativo é caraterizado por um timbre bem pessoal, pela primazia do texto e por uma abordagem melódica imaginativa, sempre atualizada e de constante improviso (muito «estilada», em jargão fadista).
Desde os tempos da Musicalíssimo que desenvolveu atividade na imprensa escrita, tendo sido cronista das revistas Eles & Elas e Sucesso, e dos jornais O Independente, Diário de Notícias, Euronotícias e A Capital. Em 2006, publicou o livro Ai Este Meu Coração. Participa em tertúlias desportivas na televisão, onde defende o seu Sporting Clube de Portugal.
Tem dois filhos, Filipe e Miguel Nobre Guedes Braga.
in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 08:10 0 comentários
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Hoje é dia de ouvir Fado...
Postado por Pedro Luna às 00:08 0 comentários
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quarta-feira, abril 08, 2026
Hoje é dia de ouvir Dulce Pontes...
Postado por Pedro Luna às 05:07 0 comentários
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Dulce Pontes - 57 anos
Postado por Fernando Martins às 00:57 0 comentários
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domingo, março 29, 2026
Saudades da música de Alain Oulman...
Postado por Pedro Luna às 03:06 0 comentários
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Alain Oulman morreu há 36 anos...
Alain Robert Oulman (Oeiras, Cruz Quebrada - Dafundo, 15 de junho de 1928 - Paris, 29 de março de 1990) foi o grande responsável por alguns dos maiores sucessos de Amália. Foi também o editor do livro "Le Portugal Baillonné - témoignage" ("Portugal Amordaçado") de Mário Soares.
"Cantei porque para mim era fado. A nobreza que está lá dentro é que conta. Se não tem fado para os outros, para mim tem"
"Alain Oulman, que em sucessivos discos publicados nos anos 50 e 60 soube transformar a fadista Amália Rodrigues - cuja popularidade era incontestada desde o final da Segunda Guerra - na «Amalia», sem acento, que se tornou diva internacional. Oulman divulgou a voz, mas soube renovar-lhe a cada passo os atributos com desafios ousados: primeiro, já não apenas a guitarra e a viola, mas também os acompanhamentos orquestrais, depois as variações sobre estes, conduzindo-a ao extremo de um «jazz combo»."
Jorge P. Pires, Expresso, 1998
"Eu tenho uma proximidade muito maior com a Amália dos anos 60, do período do Oulman. Cabe tudo ali - e é isso que lhe dá dimensão. Nós não podemos reduzi-la - como ela nunca se quis reduzir - a um qualquer sub-género do seu reportório."
Rui Vieira Nery, DN, 2002
Amália Rodrigues - Gaivota
Poema: Alexandre O'Neill
Música: Alain Oulman
Se uma gaivota viesse
trazer-me o céu de Lisboa
no desenho que fizesse,
nesse céu onde o olhar
é uma asa que não voa,
esmorece e cai no mar.
Que perfeito coração
no meu peito bateria,
meu amor na tua mão,
nessa mão onde cabia
perfeito o meu coração.
Se um português marinheiro,
dos sete mares andarilho,
fosse quem sabe o primeiro
a contar-me o que inventasse,
se um olhar de novo brilho
no meu olhar se enlaçasse.
Que perfeito coração
no meu peito bateria,
meu amor na tua mão,
nessa mão onde cabia
perfeito o meu coração.
Se ao dizer adeus à vida
as aves todas do céu,
me dessem na despedida
o teu olhar derradeiro,
esse olhar que era só teu,
amor que foste o primeiro.
Que perfeito coração
no meu peito morreria,
meu amor na tua mão,
nessa mão onde perfeito
bateu o meu coração.
Postado por Fernando Martins às 00:36 0 comentários
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sábado, março 28, 2026
Música de aniversariante de hoje...!
Postado por Pedro Luna às 04:10 0 comentários
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Fábia Rebordão - 41 anos
É unanimemente considerada uma das vozes de referência do fado novo.
Em vésperas de editar o seu segundo álbum de originais, Fábia Rebordão apresenta-se ao público com uma imagem renovada e com a certeza de que o ano de 2016 será mais um marco na sua carreira.
Nasceu em Lisboa a 28 de março de 1985. Aos 15 anos, apaixona-se pelo fado, pela voz de Amália Rodrigues, de quem ainda é prima, e começa a cantar profissionalmente nas casas típicas de alfama, nomeadamente Taverna do Embuçado, Clube de Fado, entre outras.
Embora o fado seja a grande matriz da sua paixão pela música, as suas influências musicais são diversas e vão da soul, à bossa nova, à morna, ao blues ou ao jazz.
É esta versatilidade que leva Fábia a participar na segunda edição da “Operação Triunfo”, da qual é uma das finalistas e onde o seu nome se torna conhecido do grande público.
Em 2010 é convidada pelo cantor italiano Vinicio Capossela para fazer uma participação no seu concerto e atua no HIFA FESTIVAL no Zimbabué, considerado um dos 5 festivais mais importantes do mundo.
Em 2011 lança o seu disco de estreia produzido pelo
cantor/compositor/produtor Jorge Fernando, que conta com a participação
de Lura, cantora cabo-verdiana, e com a Fadista Celeste Rodrigues. Um
marco gigante na história do Fado.
No mesmo ano atua na grande e emblemática sala nova iorquina “Carnegie
Hall” e é convidada da grande fadista Mariza para atuar consigo em dois
grandes concertos em Belgrado e Budapeste.
Em 2012 é distinguida pela fundação Amália com o prémio Revelação Amália Rodrigues e o conceituado Jornal Expresso considera-a uma das 50 personalidades revelação do ano.
Entre palcos nacionais e internacionais, o ano de 2016 marca o regresso de Fábia Rebordão aos discos.
A produção do novo álbum de inéditos é assinada mais uma vez por Jorge Fernando, mas com New Max e Hugo Novo. Para além de composições da própria artista, tem a colaboração de Rui Veloso, Jorge Fernando, Dino d’Santiago, Tozé Brito e Pedro da Silva Martins na autoria dos temas.
Um disco que tem a alma de fado, mas que congrega as diferentes referências musicais da artista, numa identidade sonora muito própria.
Postado por Fernando Martins às 00:41 0 comentários
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quarta-feira, março 18, 2026
Saudades de José Pracana...
Postado por Pedro Luna às 08:00 0 comentários
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José Pracana nasceu há oitenta anos...

José Pracana nasceu em Ponta Delgada, S. Miguel, Açores, a 18 de março de 1946.
A partir de 2007 realizou no Museu do Fado um ciclo consagrado às memórias do Fado e da Guitarra Portuguesa onde presta homenagem ao tributo artístico de Armando Augusto Freire, Alfredo Marceneiro, José António Sabrosa e Carlos Ramos. Foi co-autor do programa da RTP “Trovas Antigas, Saudade Louca”.
José Pracana faleceu em 26 de dezembro de 2016. Em 2019 o Museu do Fado inaugurou uma exposição temporária sobre José Pracana, celebrando a vida e obra de uma das mais multifacetadas personalidades da história do Fado.
Postado por Fernando Martins às 00:08 0 comentários
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sábado, março 14, 2026
Saudades de Celeste Rodrigues...
Postado por Pedro Luna às 10:30 0 comentários
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Celeste Rodrigues nasceu há cento e três anos...
Maria Celeste Rebordão Rodrigues, celebrizada como Celeste Rodrigues (Alpedrinha, Fundão, 14 de março de 1923 – Lisboa, 1 de agosto de 2018) foi uma fadista portuguesa, irmã mais nova de Amália Rodrigues.
Postado por Fernando Martins às 01:03 0 comentários
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terça-feira, março 10, 2026
Poema musicado adequado à data...
Meu nome sabe-me a areia - Amália
Composição: Alfredo Duarte / Vasco Lima Couto
Meu nome sabe-me a areia
Que cresce no rio novo
Entre as verdades que sonho
E as tristezas que transponho
Meu nome sabe-me a povo
Corro os caminhos do mundo
Como um tronco de raiz
E se canto uma saudade
Eu limito a humanidade
Aos cantos do meu país
Meu nome gastou os dias
Que eu trilho de amor ao lado
Vivo a afagar uma estrela
E no desejo de vê-la
Meu nome sabe-me a fado
Vivo a afagar uma estrela
E no desejo de vê-la
Meu nome sabe-me a fado
Postado por Pedro Luna às 11:11 0 comentários
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