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sábado, janeiro 31, 2026

Atahualpa Yupanqui nasceu há 118 anos...

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Atahualpa Yupanqui, pseudónimo de Héctor Roberto Chavero (Pergamino, Buenos Aires, 31 de janeiro de 1908 - Paris, 23 de maio de 1992), foi um compositor, cantor, guitarrista e escritor argentino. É considerado um dos mais importantes divulgadores de música folclórica daquele país. As suas composições foram cantadas por reconhecidos intérpretes, como Mercedes Sosa, Alfredo Zitarrosa, Víctor Jara, Dércio Marques, Ángel Parra, Marie Laforêt e Elis Regina entre outros, continuando a fazer parte do reportório de vários artistas na Argentina e em diferentes partes do mundo.
Filho de pai quéchua e mãe basca, mudou-se, ainda criança, com a família para Agustín Roca, em cujo caminho de ferro o seu pai trabalhava.
Na adolescência, começa a ter aulas de viola com o concertista Bautista Almirón, viajando diariamente 15 quilómetros que o separavam da casa do mestre. É dessa época o pseudónimo Atahualpa Yupanqui, homenagem a Atahualpa e Tupac Yupanqui, os últimos imperadores incas.
    
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domingo, janeiro 25, 2026

Demis Roussos morreu há onze anos...

     
Demis Roussos
, nome artístico de Artemios Ventouris Roussos, (Alexandria, 15 de junho de 1946 - Atenas, 25 de janeiro de 2015) foi um cantor grego, nascido no Egipto. O nome Artemios acabou sendo abreviado para Demis.
      
 

segunda-feira, janeiro 19, 2026

Elis Regina morreu há quarenta e quatro anos...

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Elis Regina Carvalho Costa (Porto Alegre, 17 de março de 1945  - São Paulo, 19 de janeiro de 1982) foi uma cantora brasileira, conhecida por sua presença de palco, sua voz e sua personalidade. Com os sucessos de Falso Brilhante e Transversal do Tempo, ela inovou os espetáculos musicais no país e era capaz de demonstrar emoções tão contrárias, como a melancolia e a felicidade, numa mesma apresentação ou numa mesma música.

Como muitos outros artistas do Brasil, Elis surgiu dos festivais de música na década de 60 e mostrava interesse em desenvolver o seu talento através de apresentações dramáticas. O seu estilo era altamente influenciado pelos cantores do rádio, especialmente Ângela Maria, e a fez ser a grande revelação do festival da TV Excelsior em 1965, quando cantou "Arrastão" de Vinicius de Moraes e Edu Lobo. Tal feito lhe conferiu o título de primeira estrela da canção popular brasileira na era da TV. Enquanto outras cantoras contemporâneas como Maria Bethânia haviam se especializado e surgido em teatros, ela deu preferência às rádios e televisões. Os seus primeiros discos, iniciando com Viva a Brotolândia (1961), refletem o momento em que foi do Rio Grande do Sul para o Rio de Janeiro, e que teve exigências de mercado e dos media. Transferindo-se para São Paulo em 1964, onde ficaria até à sua morte, logrou sucesso com os espetáculos do Fino da Bossa e encontrou uma cidade efervescente onde conseguiria realizar os seus planos artísticos. Em 1967, casou-se com Ronaldo Bôscoli, diretor do Fino da Bossa, e ambos tiveram João Marcelo Bôscoli.
Elis Regina aventurou-se por muitos géneros; da MPB, passando pela bossa nova, o samba, o rock ao jazz. Interpretando canções como "Madalena", "Como Nossos Pais", "O Bêbado e a Equilibrista", "Querelas do Brasil", que ainda continuam famosas e memoráveis, registou momentos de felicidade, amor, tristeza, patriotismo e ditadura militar no país. Ao longo de toda sua carreira, cantou canções de músicos até então pouco conhecidos, como Milton Nascimento, Ivan Lins, Renato Teixeira, Aldir Blanc, João Bosco, ajudando a lançá-los e a divulgar as suas obras, impulsionando-os no cenário musical brasileiro. Entre outras parcerias, são célebres os duetos que teve com Jair Rodrigues, Tom Jobim, Wilson Simonal, Rita Lee, Chico Buarque - que quase foi lançado por ela, não fosse Nara Leão ter gravado com ele antes - e, por fim, o seu segundo marido, o pianista César Camargo Mariano, de quem teve os filhos Pedro Mariano e Maria Rita. Mariano também ajudou-a a arranjar muitas músicas antigas e dar novas roupagens a elas, como com "É Com Esse Que Eu Vou".
A sua presença artística mais memorável talvez esteja registada nos álbuns Em Pleno Verão (1970), Elis & Tom (1974), Falso Brilhante (1976), Transversal do Tempo (1978), Saudade do Brasil (1980) e Elis (1980). Ela foi a primeira pessoa a inscrever a própria voz como se fosse um instrumento, na Ordem dos Músicos do Brasil. Elis Regina morreu precocemente, em 1982, com apenas 36 anos, deixando uma vasta obra na música popular brasileira. Embora haja controvérsias e contestações, os exames comprovaram que havia morrido por conta de altas doses de cocaína e bebidas alcoólicas, e o facto chocou profundamente o país na época.
Em 2013, foi eleita a segunda melhor voz da música brasileira pela revista Rolling Stone Brasil, superada apenas por Tim Maia. Elis foi citada também na lista dos maiores artistas da música brasileira, ficando na 14ª posição, sendo a mulher mais bem posicionada.
      
      
 

Loalwa Braz foi assassinada há nove anos...

   
Loalwa Braz Vieira (Rio de Janeiro, 3 de junho de 1953 - Saquarema, 19 de janeiro de 2017) foi uma cantora e empresária brasileira. Viveu entre a França e o Brasil, desde 2001, e na Suíça, desde 2010, tendo sido a vocalista do grupo Kaoma.
     

(...)

 

Foi encontrada morta, dentro de um carro incendiado, em Saquarema, na região dos Lagos do Rio, na manhã de 19 de janeiro de 2017. Três homens foram presos e condenados pelo assassinato da cantora, sendo que um deles trabalhava na pousada que pertencia a Loalwa.
  
 

domingo, janeiro 18, 2026

domingo, janeiro 11, 2026

Hoje é dia de ouvir cantar fado...!

Raquel Tavares faz hoje quarenta e um anos

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Biografia

Raquel Tavares nasceu em 11 de janeiro de 1985 em Lisboa. Oriunda de uma família com ligação ao panorama musical da canção de Lisboa, Raquel, desde muito cedo, frequentava os "cantos e recantos" das tertúlias do fado.

O seu nome ganhou uma notoriedade nacional no fado pela primeira vez em 1997, ano em que, com 12 anos, venceu na Grande Noite do Fado, iniciativa da Casa da Imprensa.

Em 2004, regista-se a estreia no cinema com Raquel a desempenhar um pequeno papel de fadista, no filme de Mário Barroso denominado O Milagre Segundo Salomé.

Ainda antes de de lançar o seu álbum homónimo foi a "atração nacional" na revista do ano de 2005 "Arre Potter que é demais!", no Parque Mayer, mais concretamente no Teatro Maria Vitória.

O seu álbum Raquel Tavares chegaria ao mercado, em 2006, pela editora Movieplay Portuguesa. Na produção esteve Jorge Fernando, que também tocou viola. Acompanham ainda a fadista Custódio Castelo na guitarra portuguesa, Diogo Clemente na viola e Filipe Larsen na viola baixo

Ainda em 2006 Raquel Tavares recebeu o "Prémio Amália Rodrigues" para "Revelação Feminina", da Fundação Amália Rodrigues. Já em 2007 seria a vez da Casa da Imprensa lhe atribuir o "Prémio Revelação".

Na primavera de 2008, também pela editora discográfica Movieplay, saiu Bairro, o álbum de estúdio seguinte produzido por Diogo Clemente que também toca viola de fado. Este trabalho inclui ainda um DVD com realização de Aurélio Vasques e Ana Rocha de Sousa.

Temas de Raquel Tavares surgem em diversas compilações, como "Manjerico", presente na secção "Hoje" de Fado: Sempre! Ontem, Hoje e Amanhã = Always! Yesterday, Today and Tomorrow, da iPlay, de 2008, ou "Meditando Eu a Vi", tema de 2004 do álbum Fado Sentido de João Pedro que seria incluído em Novo Fado da editora Difference, em 2006.

A fadista foi uma das vozes escolhidas para participar na homenagem a Adriano Correia de Oliveira, no CD e DVD da Movieplay, Adriano, Aqui e Agora: O Tributo, de 2007, interpretando "Cantar Para Um Pastor", com arranjo de Diogo Clemente, tendo ainda participado noutro tributo no mesmo ano, neste caso no documentário de João Pedro Moreira Não me Obriguem a Vir para a Rua Gritar : Tributo a Zeca Afonso, da SubFilmes.

Raquel Tavares passou por várias casas de fados ("Café Luso", "Senhor Vinho", "Arcadas do Faia", "Adega Mesquita", "Adega Machado"), sendo em 2009 uma presença regular na Casa de Linhares "Bacalhau De Molho", onde se podiam também encontrar nomes como Celeste Rodrigues, Maria da Nazaré, Ana Moura, Jorge Fernando, Manuel Bastos, Maria do Carmo ou Vânia Duarte.

Por esta altura, as actuações de Raquel estendem-se além fronteiras, com visitas registadas a vários países e cidades como Paris, Roma, Madrid e até a Santiago do Chile.

Raquel Tavares participou no documentário O Fado da Bia (2012), realizado por Diogo Varela Silva, tendo com figura central a Beatriz da Conceição.

Em 2016 foi lançado Raquel, um álbum que contou com participações especiais de Rui Massena, Carlão, Rui Veloso e de António Serrano.

Assinala a fadista Beatriz da Conceição como uma das suas maiores referências.
    
 

quinta-feira, janeiro 08, 2026

Música adequada à data...

Teresa Salgueiro celebra hoje 57 anos

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Maria Teresa de Almeida Salgueiro (Lisboa, 8 de janeiro de 1969) é uma cantora portuguesa, mais conhecida como a ex-vocalista do grupo Madredeus, entre 1986 e 2007.
           
 

domingo, janeiro 04, 2026

Waldemar Bastos nasceu há 72 anos...

(imagem daqui)
    
Waldemar dos Santos Alonso de Almeida Bastos, conhecido como Waldemar Bastos (M'Banza Kongo, 4 de janeiro de 1954Lisboa, 10 de agosto de 2020), foi um músico e cantor angolano que combinava afropop, fado e influências brasileiras
  
Biografia
Começou a cantar numa idade muito precoce, utilizando instrumentos de seu pai. Após a independência de Angola, em 1975, representou Angola por várias vezes, viajando pela Polónia, Checoslováquia, Cuba e União Soviética, no entanto, concluiu, com relutância, que devido à instabilidade política, não havia um clima propício para que os músicos se pudessem desenvolver e crescer e, após uma visita a Portugal em 1982, decidiu não regressar.
Bastos considerava a sua música como reflexo da própria vida e suas experiências, composta para elogiar a identidade nacional. Os seus temas fazem um apelo à fraternidade universal. Ao longo dos seus 40 anos de carreira em 2008 foi distinguido com um Diploma de Membro Fundador, de 25 anos, da União dos Artistas e Compositores e um Prémio, em 1999, pela World Music. O jornal New York Times considerou, em 1999, o seu disco Black Light uma das melhores obras da época.
Morreu no dia 10 de agosto de 2020, em Lisboa, aos 66 anos, vítima de um cancro.
   
 

sábado, janeiro 03, 2026

Robertinho do Acordeon morreu há vinte anos...

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(imagem daqui)
        
José Carlos Ferrarezi, mais conhecido como Robertinho do Acordeon (Lucélia, 9 de janeiro de 1939 - São Paulo, 3 de janeiro de 2006), foi um acordeonista brasileiro.
    
Biografia
Desde criança, ouvia música caipira nos altifalantes das praças de Lucélia, onde nasceu e se criou. Neto e sobrinho de músicos (o seu avô era maestro no teatro Scala e o seu tio teria o mesmo papel em Guaraçaí), foi matriculado pelo pai na escola de música de Armando Patti em Valparaíso, para onde a sua família mudara. Não se deu bem com os estudos formais, porém os seus professores apostavam no seu talento e no seu "ouvido".
Aos 11 anos, integrou o trio Palmeirinha, Lenço Verde e Zezinho, sendo ele o sanfoneiro, cujo sucesso começou a interferir nos estudos, obrigando o pai a tirá-lo do trio. Palmeirinha, anos depois, iria ser consagrado como Tião Carreiro, da dupla Tião Carreiro & Pardinho.
Com a mudança da família para São Paulo, em 1951, Robertinho resolveu tentar a sorte em programas de calouros, e foram vários - o Calouros Piratininga (Rádio Piratininga), o Clube Papai Noel (Rádio Tupi), o Peneira Rodhine (Rádio Cultura), entre outros, sempre obtendo o primeiro lugar como instrumentista. No entanto, levou com o gongo no programa A Hora do Pato, comandado por Manuel da Nóbrega na antiga Rádio Nacional, o que o fez desistir desse recurso e tentar se profissionalizar.
O músico liderava o grupo Robertinho do Acordeon & Seu Regional, que acompanhou no programa Viola, Minha Viola, de Inezita Barroso, na TV Cultura, durante 25 anos. Como compositor, gravou mais de 20 discos, além de ter acompanhado muitos dos principais nomes da música de raiz, como as duplas Tonico & Tinoco, Pedro Bento & Zé da Estrada, Tião Carreiro & Pardinho, além da própria Inezita Barroso. Morreu de cancro do pulmão.
    

in Wikipédia

 

quinta-feira, janeiro 01, 2026

Lhasa de Sela morreu há dezasseis anos...

    
Lhasa de Sela (Big Indian, New York, 27 de setembro de 1972 - Montreal, 1 de janeiro de 2010) foi uma cantora dos Estados Unidos da América, radicada no Canadá.
A sua ascendência era, de um lado mexicana, e de outro, americano-judeu-libanesa, filha de um professor, não convencional, que percorria os EUA e o México, difundindo o conhecimento, e de uma fotógrafa. Assim passou sua infância, de maneira nómada, juntamente com os seus pais e as suas três irmãs.
A sua obra musical mistura tradição mexicana, klezmer e rock e é cantada em três idiomas: espanhol, francês e inglês.
Faleceu a 1 de janeiro de 2010, em Montreal, Canadá, vítima de cancro de mama.
    
 

quarta-feira, dezembro 31, 2025

A cantora brasileira Virgínia Rodrigues comemora hoje 61 anos

(imagem daqui)
  
Virgínia Rodrigues (Salvador, 31 de dezembro de 1964) é uma cantora brasileira.

Virgínia Rodrigues é uma cantora brasileira, descoberta por Caetano Veloso durante um ensaio do Bando de Teatro Olodum, em Salvador, em 1997. Sua música tem influência de música clássica, samba e jazz, ao mesmo tempo que as suas letras têm referências a entes do candomblé e umbanda.

Depois de anos cantando em coros de igrejas católicas e protestantes, ela havia sido convidada pelo diretor Márcio Meireles para participar da peça Bye Bye Pelô, onde Caetano a viu pela primeira vez.

O primeiro disco foi produzido por Celso Fonseca e teve arranjos de Eduardo Souto Neto. As músicas foram escolhidas por Virgínia, Caetano e Celso Fonseca, e inclui canções como Noite de Temporal, de Dorival Caymmi, além das participações de Djavan, Gilberto Gil e Milton Nascimento.

O seu primeiro álbum "Sol Negro" foi bem recebido nos Estados Unidos e na Europa, rendendo à cantora raras críticas. O The Times de Londres escreveu: “...A nova diva da música brasileira, a cantora baiana de 33 anos, comoveu todo o Brasil com seu álbum de estreia, Sol Negro; uma rica mistura de influências africanas e portuguesas e de samba de raiz.” Sendo elogiado também pelo jornal Le Monde e pela revista Rolling Stone.

A história da cantora baiana Virgínia Rodrigues ficou tão conhecida internacionalmente que os jornalistas americanos a apelidaram de Cinderela brasileira. Ex-manicure saída de uma favela de Salvador realizou, num ano, duas turnês pelos Estados Unidos, shows na Europa e foi entrevistada por David Byrne, ao vivo, na televisão americana. Nos Estados Unidos, Europa e Japão, o primeiro disco de Virgínia saiu pela gravadora Rykodisc, de propriedade de Cris Blackwell, o mesmo que popularizou nomes como Bob Marley, Peter Tosh e U2.

Em seu segundo álbum, "Nós", Virgínia homenageia os blocos afro de Salvador. O seu canto primoroso e sofisticado entoa músicas do Ilê Aiyê, Olodum, Timbalada, Ara Ketu e Afreketê. O The New York Times já a definiu como “uma das mais impressionantes cantoras que surgiu do Brasil nos últimos anos”.“Um dos lançamentos internacionais mais impressionantes dos últimos anos.”, escreveu Stephan Cook da All Music Guide.

O seu terceiro CD foi "Mares Profundos", lançado em janeiro de 2004 nos Estados Unidos chegou ao Brasil com edição simultânea na Europa. O selo do álbum é o Edge, da gravadora alemã Deutsche Grammophon. A produção é de Caetano. O reportório é: 11 afro-sambas compostos entre 1962 e 1966 pelo violonista Baden Powell e pelo poeta Vinícius de Moraes. O programa fecha com o samba Lapinha composto por Baden Powell e Paulo César Pinheiro.

Quatro anos após lançar seu último disco, lançou o álbum "Recomeço".

Teve uma participação no filme Wally Salomão de Ana Carolina Teixeira Soares.
 
        
 

Capiba faleceu há vinte e oito anos...

   

Lourenço da Fonseca Barbosa, mais conhecido como Capiba (Surubim, 28 de outubro de 1904 - Recife, 31 de dezembro de 1997), foi um músico, pianista e compositor brasileiro. Tornou-se o mais conhecido compositor de frevos do Brasil. 

   

 

quinta-feira, dezembro 25, 2025

Ram Narayan nasceu há 98 anos...

    
Ram Narayan (Mewar, 25 December 1927 – Bandra, Mumbai, 9 November 2024), often referred to with the title Pandit, was an Indian musician who popularised the bowed instrument sarangi as a solo concert instrument in Hindustani classical music and became the first internationally successful sarangi player.

Narayan was born near Udaipur and learned to play the sarangi at an early age. He studied under sarangi players and singers and, as a teenager, worked as a music teacher and travelling musician. All India Radio, Lahore, hired Narayan as an accompanist for vocalists in 1944. Narayan relocated to Delhi following the partition of India in 1947, but, wishing to go beyond accompaniment and frustrated with his supporting role, moved to Mumbai in 1949 to work in Indian cinema.

Narayan became a concert solo artist in 1956, performing at the major music festivals of India. After sitar player Ravi Shankar successfully performed in Western countries, Narayan followed his example. He recorded solo albums and made his first international tour in 1964 to America and Europe with his older brother Chatur Lal, a tabla player who had toured with Shankar in the 1950s. Narayan taught Indian and foreign students and performed, frequently outside India, into the 2000s. He was awarded India's second highest civilian honour, the Padma Vibhushan, in 2005.

   
 

quarta-feira, dezembro 24, 2025

Hoje é dia de ouvir Pássaros do Sul...

Mafalda Veiga nasceu há sessenta anos...!

(imagem daqui)
      
Ana Mafalda da Veiga Marques dos Santos, mais conhecida como Mafalda Veiga (Lisboa, 24 de dezembro de 1965) é uma cantautora portuguesa. Lançou até ao momento dez álbuns, sete dos quais álbuns de estúdio. Praia é o seu último álbum. À parte da sua carreira como cantora e compositora, a artista publicou em 2005 um livro infantil, O Carocho Pirilampo Que Tinha Medo de Voar.
    
 

segunda-feira, dezembro 22, 2025

Júlio Pereira celebra hoje 72 anos

   
Júlio Pereira (Lisboa, 22 de dezembro de 1953), de seu nome completo Júlio Fernando de Jesus Pereira, é um músico, compositor, multi-instrumentista e produtor português.
A sua música caracteriza-se pela utilização de instrumentos tradicionais portugueses, como o cavaquinho e a viola braguesa. Apesar de ter iniciado a sua carreira como músico de rock, nos grupos Petrus Castrus e Xarhanga, mais tarde, começou a dedicar-se à música tradicional portuguesa.
Destaque-se a sua colaboração com outros músicos, como os The Chieftains, Pete Seeger, Zeca Afonso, Kepa Junkera, Carlos do Carmo, Chico Buarque ou Sara Tavares.
Júlio Pereira tem 20 discos de autor e participou em dezenas de discos de outros artistas.
A 9 de junho de 2015, foi feito Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique.
  
        
Discografia
  • 1971 - Marasmo - com Petrus Castrus
  • 1972 - Tudo Isto, Tudo Mais - com Petrus Castrus
  • 1973 - Acid Nightmare - com Xarhanga
  • 1973 - Great Goat - com Xarhanga
  • 1973 - Mestre - com Petrus Castrus
  • 1975 - Bota-Fora (com Carlos Carvalheiro)
  • 1976 - Fernandinho Vai ó Vinho
  • 1978 - Lisboémia
  • 1979 - Mãos de Fada
  • 1981 - Cavaquinho
  • 1983 - Braguesa
  • 1983 - Nordeste[Single]
  • 1984 - Cadói
  • 1986 - Os Sete Instrumentos
  • 1987 - Miradouro
  • 1990 - Janelas Verdes
  • 1990 - O Melhor de Júlio Pereira[Compilação]
  • 1992 - O Meu Bandolim
  • 1994 - Acústico
  • 1995 - Lau Eskutar - com Kepa Junkera
  • 2001 - Rituais
  • 2003 - Faz-de-Conta
  • 2007 - Geografias
  • 2010 - Graffiti
  • 2014 - Cavaquinho.pt (com livro)
  • 2017 - Praça do Comércio
  • 2024 - Rasgar (com livro)
Prémios
 
 

Hoje é dia de ouvir a música de Júlio Pereira...!

domingo, dezembro 21, 2025

Hoje é dia de ouvir Elomar Figueira Melo...

 
 
O Violeiro - Elomar Figueira Melo
 
 

Vou cantar num canto de primeiro
As coisas lá da minha modernagem
Que me fizeram errante violeiro
Eu falo sério e não é vadiagem
É pra você que agora está me ouvindo
Eu juro inté pelo santo menino
Virgem Maria que ouve o que eu digo
Se for mentira que me mande um castigo

Ia pois pro cantador e violeiro
Só há três coisas nesse mundo vão
Amor, forria, viola, nunca dinheiro
Viola, forria, amor, dinheiro não

Cantador de trovas e martelos
De gabinetes, ligeira e mourão
Ai cantador corri o mundo inteiro
Já inté cantei nas portas de um castelo
De um rei que se chamava de João
Pode acreditar meu companheiro
A dispois de eu ter cantado o dia inteiro
O rei me disse fica
Eu disse não

Se eu tivesse de viver obrigado
Um dia e antes desse dia eu morro
Deus fez os homens e os bichos tudo forro
Já havia escrito no livro sagrado
Que a vida nessa terra é uma passagem
Cada um leva um fardo pesado
É o ensinamento que desde a modernagem
Eu trago dentro do coração guardado

Tive muita dor de não ter nada
Pensando que nesse mundo é tudo ter
Mas só depois de penar pelas estradas
Beleza na pobreza é que fui ver
Fui ver na procissão louvado seja
Mal assombro das casas abandonadas
Coro de cego nas portas das igrejas
E o ermo da solidão nas estradas

Pispiando tudo do começo
Eu vou mostrar como se faz um pachola
Que enforca o pescoço da viola
E revira toda moda pelo avesso
Sem reparar sequer se é noite e dia
Vai hoje cantando o bem da forria
Sem um tostão na cuia o cantador
Canta até morrer o bem do amor