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O Curso de Geologia de 85/90 da Universidade de Coimbra escolheu o nome de Geopedrados quando participou na Queima das Fitas. Ficou a designação, ficaram muitas pessoas com e sobre a capa intemporal deste nome, agora com oportunidade de partilhar as suas ideias, informações e materiais sobre Geologia, Paleontologia, Mineralogia, Vulcanologia/Sismologia, Ambiente, Energia, Biologia, Astronomia, Ensino, Fotografia, Humor, Música, Cultura, Coimbra e AAC, para fins de ensino e educação.
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Desde cedo, sua educação orientou-o para a vida política, na qual exerceu posições elevadas. Em 1584 foi eleito para a câmara dos comuns.
Sucessivamente, durante o reinado de Jaime I, desempenhou as funções de procurador-geral (1607), fiscal-geral (1613), guarda do selo (1617) e grande chanceler (1618). Neste mesmo ano, foi nomeado barão de Verulam e, em 1621, visconde de Saint Alban. Também em 1621, Bacon foi acusado de corrupção. Condenado ao pagamento de pesada multa, foi também proibido de exercer cargos públicos.
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João Villaret nasceu em Lisboa, em 1913, filho do médico Frederico Villaret e de Josefina Gouveia da Silva Pereira. Frequentou o colégio inglês na Rua Marquês de Abrantes e depois o Liceu de Passos Manuel, onde foi bom aluno. Desde cedo revelou interesse pelas artes. Aos 15 anos ingressou no Conservatório Nacional de Lisboa. Amélia Rey Colaço e Robles Monteiro tiveram um papel preponderante na sua iniciação teatral. Em 1930 concluiu o curso e a 16 de outubro de 1931 estreava-se interpretando um papel na peça Leonor Teles, de Marcelino Mesquita.
Trabalhou no teatro, cinema e foi um grande declamador de poesia, a sua maior paixão. Era um actor ecléctico, pois além do teatro clássico também se dedicou ao teatro de revista. Fez várias digressões a África e ao Brasil, onde esteve sete vezes. Nos últimos anos, aos domingos, tinha um programa na RTP, onde declamava poesia e contava histórias curiosas do mundo cultural. Num desses episódios referiu que o seu amigo António Botto o apresentou a Fernando Pessoa, encontro que muito o impressionou.
Villaret era diabético, mas era avesso a tratamentos e dietas. Em 1958, quando esteve em Nova Lisboa consultou um calista que ao extrair-lhe uma calosidade lhe provocou uma ferida num pé, o que viria a ter consequências funestas. Viria a morrer de insuficiência renal em 1961, aos 47 anos.Na música, Villaret também deu cartas, sendo criador de grandes sucessos, como "Rosa Araújo", "Santo António" (proibidos pela Censura do Estado Novo) e "Sinfonia do Ribatejo", na revista "Não Faças Ondas", em 1956, e do poema-canção "Recado a Lisboa", que até hoje predomina como um verdadeiro clássico da história da Música Portuguesa.
A sua mais conhecida obra, devido à sua originalidade, é a seguinte:
Em Lisboa o Teatro Villaret recebeu o seu nome como homenagem pela sua carreira.
Em Loures há uma escola com o nome de João Villaret. A escola ensina crianças desde o 5.º até ao 9.º ano.
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Chegado ao pé da guilhotina, Luís XVI considerou um instante os instrumentos de seu suplício e perguntou a Sanson se os tambores cessariam de bater. Ele se aproximou para falar. Foi dito aos carrascos que fizessem seu dever. Enquanto lhe colocavam as cilhas, ele gritou : "Povo, eu morro inocente!". De seguida, virando-se para os carrascos, Luís XVI declara: "Senhores, sou inocente de tudo o que me inculpam. Espero que meu sangue possa cimentar a felicidade dos Franceses". O cutelo caiu. Eram 10 horas e 22 minutos. Um dos assistentes de Sanson apresentou a cabeça de Luís XVI ao povo, enquanto se elevava um grande grito de: "Viva a Nação! Viva a República!" e que ressoava uma salva de artilharia, que chegou até aos ouvidos da família real encarcerada..
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Na ausência de Lenine, Estaline consolidava o seu poder, nomeando os seus partidários para posições proeminentes e cultivando uma imagem de si mesmo como o sucessor mais íntimo e meritório de Lenine. Em dezembro de 1922, assumiu a responsabilidade pelo regime de Lenine, sendo incumbido pelo Politburo de controlar quem tinha acesso a ele. No entanto, Lenine tornava-se cada vez mais crítico de Estaline; enquanto insistia que o Estado deveria manter o seu monopólio no comércio internacional durante o verão de 1922, Estaline estava levando vários outros bolcheviques a se oporem sem êxito a isso. Também havia argumentos pessoais entre os dois; ele chateou Krupskaya gritando com ela durante uma conversa telefónica, o que por sua vez irritou muito Lenine, que o enviou uma carta expressando o seu aborrecimento.
A divisão política mais significativa entre os dois surgiu durante o caso georgiano. Estaline havia sugerido que tanto a Geórgia como os países vizinhos, como o Azerbaijão e a Arménia deveriam ser fundidos no Estado russo, apesar dos protestos de seus governos nacionais. Lenine via isso como uma expressão do chauvinismo étnico da Grande Rússia por parte de Estaline e seus partidários. Em vez disso, pediu que esses estados-nação se unissem à Rússia como partes semi-independentes de uma união maior, que sugeriu ser chamada União das Repúblicas Soviéticas da Europa e Ásia. Estaline inicialmente resistiu à proposta, mas finalmente a aceitou, embora tenha mudado o nome do estado recém-proposto para União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS). Lenine enviou Trótski para falar em seu nome no plenário do Comité Central em dezembro, onde os planos para a URSS foram sancionados; esses planos foram então ratificados em 30 de dezembro pelo Congresso dos Sovietes, resultando na formação da União Soviética. Apesar de sua falta de saúde, foi eleito presidente do novo governo do país.Em março de 1923, Lenine sofreu um terceiro acidente vascular cerebral e perdeu a capacidade de falar; naquele mês, teve paralisia parcial no seu lado direito e começou a exibir afasia sensorial. Em maio, parecia estar fazendo uma recuperação lenta, quando começou a recuperar a sua mobilidade, fala e habilidades de escrita. Em outubro, fez uma visita final a Moscovo e ao Kremlin. Nas suas últimas semanas, foi visitado por Zinoviev, Kamenev e Bukharin, com este último visitando-o em sua mansão em Gorki no dia de sua morte. Lenine morreu na sua mansão em 21 de janeiro de 1924, após entrar em coma no início do dia. A causa oficial de sua morte foi registada como uma doença incurável dos vasos sanguíneos.
O governo anunciou publicamente seu falecimento no dia seguinte. No dia 23 de janeiro, os deputados do Partido Comunista, sindicatos e sovietes visitaram Gorki para inspecionar o corpo, que foi levado em um caixão vermelho por líderes bolcheviques. Transportado em um comboio para Moscovo, o caixão foi levado à Casa dos Sindicatos, onde o corpo teve um velório público. Nos próximos três dias, cerca de um milhão de pessoas vieram ver o corpo, gerando muitas filas por horas num frio congelante. Em 26 de janeiro, o XI Congresso dos Sovietes reuniu-se para prestar homenagem ao líder falecido, com os discursos de Kalinin, Zinoviev e Estaline, mas notavelmente não Trótski, que convalescera no Cáucaso. O seu funeral ocorreu no dia seguinte, quando seu corpo foi levado à Praça Vermelha, acompanhado de música marcial, onde multidões reunidas ouviam uma série de discursos antes que o cadáver fosse colocado no cofre de um mausoléu especialmente erguido. Apesar das temperaturas congelantes, dezenas de milhares de pessoas compareceram.
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