quinta-feira, junho 04, 2026
A ditadura comunista chinesa esmagou o protesto na Praça da Paz Celestial há 37 anos...
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terça-feira, junho 02, 2026
A cortina de ferro na Europa começou a fraquejar há 47 anos, com a visita de João Paulo II à Polónia...
Papa São João Paulo II (nascido Karol Józef Wojtyła, 18 de maio de 1920 - 2 de abril de 2005) foi o papa e líder mundial da Igreja Católica Apostólica Romana e soberano da Cidade do Vaticano de 16 de outubro de 1978 até à sua morte. Teve o terceiro maior pontificado documentado da história, depois de São Pedro, que reinou trinta e quatro anos, e Pio IX, que reinou por trinta e um anos. Foi o único Papa eslavo e polaco até à sua morte, e o primeiro Papa não-italiano, desde o holandês Papa Adriano VI, em 1522.
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terça-feira, maio 19, 2026
Ho Chi Minh nasceu há 136 anos
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segunda-feira, maio 18, 2026
O Papa São João Paulo II nasceu há 106 anos

| “ | Queridos irmãos e irmãs, todos estamos ainda tristes com a morte do querido papa João Paulo I. E agora os eminentíssimos Cardeais chamaram um novo Bispo de Roma. Chamaram-no de um país distante… Distante, mas sempre muito próximo pela comunhão na fé e na tradição cristã. Tive medo ao receber esta nomeação, mas o fiz com espírito de obediência a Nosso Senhor e com a confiança total na sua Mãe, a Virgem Santíssima. Não sei se posso expressar-me bem na vossa... na nossa língua italiana. Se eu cometer um erro, por favor ‘korrijam’ me... | ” |
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quinta-feira, maio 14, 2026
O Pacto de Varsóvia foi formado há 71 anos...
O organismo militar foi instituído em contraponto à OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte - NATO em português), organização internacional que uniu as nações democráticas da Europa Ocidental e os Estados Unidos para a prevenção e defesa dos países membros contra eventuais ataques vindos do Leste Europeu.

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terça-feira, maio 05, 2026
Karl Marx nasceu há 208 anos

sábado, maio 02, 2026
O Maio de 68 começou há 58 anos
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quinta-feira, abril 23, 2026
Ruy Barata morreu há 36 anos...
Filho único de Maria José (Dona Noca) Paranatinga Barata e do advogado Alarico de Barros Barata. Recebeu o nome Rui em virtude da admiração paterna por Rui Barbosa. O indígena Paranatinga vem do lado materno, que significa rio (paraná) branco (tinga).
Foi alfabetizado pelo pai. Aos dez anos vem para Belém para continuar os estudos. Primeiro, no internato do Colégio Moderno; depois, no Colégio Nossa Senhora de Nazaré, dirigido pelos Irmãos Maristas. Faz o pré-jurídico no Colégio Estadual Paes de Carvalho, onde tem como professor o intelectual Francisco Paulo do Nascimento Mendes, de quem se torna amigo para a vida inteira, e se inicia na poesia escrevendo na revista Terra Imatura. Em 1938, entra para a Faculdade de Direito do Pará.
Em meio aos estudos jurídicos sente aumentar a paixão pela poesia. Mergulha fundo nos poemas de Maiakovski, Garcia Lorca, T.S. Elliot, Mallarmé, Rilke, Pablo Neruda, Carlos Drummond de Andrade, Manuel Bandeira, Murilo Mendes, Jorge de Lima, entre outros. Abre-se ao pensamento de esquerda através da leitura do Manifesto Comunista de Marx e Engels.
Em 1941, casa-se com Norma Soares Barata, com quem teve sete filhos: Maria Diva, Rui Antônio, Paulo André (parceiro constante em várias canções, entre elas, as mais famosas, Foi assim e Pauapixuna), Maria Helena, Maria de Nazaré, Maria Inez e Cristóvão Jaques.
Em 1943, forma-se em Direito e, como orador da turma, em plena ditadura do Estado Novo, faz um discurso em que pede a volta do país ao Estado de Direito e defende teses avançadas no campo da justiça social. Nessa fase, prefere trocar o exercício da advocacia pela presença na redação do jornal Folha do Norte, de Paulo Maranhão.
Passa a frequentar as tertúlias do Central Café, no centro de Belém, lideradas pelo professor Francisco Paulo do Nascimento Mendes, onde convive e integra a mais brilhante geração de intelectuais paraenses republicanos, que gravitou em torno de Chico Mendes. Entre eles, Mário Faustino, Paulo Plínio Abreu, Benedito Nunes, Haroldo Maranhão, Waldemar Henrique, Machado Coelho, Nunes Pereira, Cauby Cruz, Napoleão Figueiredo e Raimundo Moura.
Ainda em 1943, publica seu primeiro livro de poemas Anjo dos Abismos, pela José Olympio Editora, com o decisivo apoio do romancista paraense Dalcídio Jurandir.
Nessa época, o pai de Ruy, Alarico Barata, exercia forte liderança política na região do Baixo Amazonas contra a violência do chamado Baratismo, liderado pelo caudilho Joaquim Magalhães de Cardoso Barata.
No decorrer dessa luta contra o autoritarismo de Magalhães Barata, Rui Guilherme Paranatinga Barata entra na política partidária e, aos 26 anos, em 1946, é eleito deputado para a Assembleia Constituinte do Pará, pelo Partido Social Progressista (PSP). Embalado pelo clima de explosão democrática que sucedeu a vitória dos aliados contra o nazifascismo na Europa, nenhum tema relevante aos direitos humanos escapou da perceção do jovem deputado naquela legislatura. A luta pela paz num mundo traumatizado pela morte de milhões de seres humanos nos campos de batalha, o horror da ameaça atómica que exterminara as populações de Hiroshima e Nagasaki, o respeito à autodeterminação dos povos, o Estado de Direito no Brasil, a defesa da soberania da Amazónia e a luta contra a pobreza foram temas caros a Ruy Barata.
Foi reeleito em 1950. Em 1951, publica os poemas de A Linha Imaginária (Edições Norte, Belém). A partir daí e depois, como deputado federal (1957 a 1959), se afirma como a voz progressista no Pará em defesa do monopólio estatal do petróleo, das grandes causas nacionais e da paz mundial, nos momentos cruciais da chamada guerra fria.
Em 1959, saúda a revolução cubana com o poema Me trae una Cuba Libre/Porque Cuba libre está. Nesse mesmo ano, entra para a militância clandestina do Partido Comunista Brasileiro, o Partidão. A filiação no PCB tem reflexo na própria criação poética, que opta por evidenciar, nessa fase, um tom político. A sua poesia busca o caminho das palavras acessíveis à compreensão popular e denuncia claramente a miséria e a injustiça social.
Nessa época, provavelmente, dá início à construção de O Nativo de Câncer, poema inacabado com força épica a contar a história de uma cultura em face da invasão de culturas estranhas, um impressionante inventário das coisas e do homem amazónico, incluindo aí o inventário do próprio poeta, um nativo de câncer (em português de Portugal, o signo astrológico Caranguejo). O primeiro canto do poema foi publicado em fevereiro de 1960 no jornal Folha do Norte.
Em 1964, com o golpe militar, foi preso, demitido de seu cartório (então 4º Ofício do Cível e Comércio da Comarca de Belém) e aposentado compulsivamente do cargo de professor da Faculdade de Filosofia da Universidade Federal do Pará, com menos de 10% de seus proventos. Para sobreviver passa a exercer a advocacia no escritório de seu pai, Alarico Barata, e escreve artigos e reportagens com pseudónimos, como Valério Ventura, para os jornais Folha do Norte e Flash.
A partir de 1967, Ruy Barata, que tinha, desde a juventude, uma estreita ligação com a música, passa a compor em parceria com seu filho, o então jovem músico e instrumentista Paulo André Barata.
Ruy mostra-se um exímio letrista para as melodias do filho. Compõem dezenas de músicas, de cunho rural e urbano, que se tornaram sucessos nacionais e internacionais.
Em 1978, lança mais um capítulo do estudo sobre a Cabanagem, a revolução paraense de 1835, cuja publicação iniciara no ano anterior pela revista do Instituto Professor Sousa Marques (Rio de Janeiro): O Cacau de Sua Majestade, O Arroz do Marquês, A Subversão do Cacau e do Algodão, A Economia Paraense às Vésperas da Tormenta.
Em 1979, com a promulgação da Lei da Amnistia, Ruy Barata é reintegrado no quadro de professores da Universidade Federal do Pará, e volta a ensinar Literatura Brasileira. Em 1984, é publicada a primeira edição do livro Paranatinga, um estudo biográfico do poeta escrito por Alfredo Oliveira.
Ruy Barata morreu em 23 de abril de 1990, durante uma cirurgia, em São Paulo, para onde viajara a fim de obter dados sobre a passagem de Mário de Andrade pela Amazónia.
Pouco depois de sua morte foi lançada a segunda edição, revista e ampliada, do livro Paranatinga. A sua estátua está nos jardins do Parque da Residência, antiga casa dos governadores do Pará, que hoje abriga a Secretaria de Cultura do Estado. Empresta seu nome a uma avenida, ainda em construção, que vai ladear as águas da baía do Guajará em Belém.
Em 2000, foi lançado o livro Antilogia, uma coletânea de poemas organizada e revista pelo próprio Rui entre janeiro e fevereiro de 1990, pouco antes de sua morte, cuja edição reúne quatorze poemas e uma das correspondências que lhe foram enviadas pelo poeta Mário Faustino.
O trabalho de Ruy Barata continua a inspirar músicas, poesias, vídeos, cinema, trabalhos escolares, teses, documentários, dança, artes plásticas e dezenas de outras manifestações culturais em todo o Pará, para reverenciar a memória do poeta que disse em uma canção: Tudo que eu amei estava aqui".
A poesia não se faz com ideias, mas com palavras.Ruy Barata
Os dedos contam as ondas,
os minutos talvez,
jamais o anelo.
Podes marcar a face disfarçada,
a barba,
os bens,
todos os sonhos,
mas escravos do real só te aceitamos
na tua farda de pêlos,
sangue
e ossos.
Quando recriarás a trança libertária,
o horizonte do mito,
o Deus negado,
a tela do perene e do intocável?
Quando libertarás a página e o relógio,
o ser distante que revel condenas
às arestas da ruga e aos frutos sazonados?
Quando
(deste olhar em diagonal ao espelho e à morte)
farás ruir ao peso de teu gládio
e ao sulco de teu grito
as taças do não ser,
o veneno da aurora,
as portas do visível,
e do invisível?
Ó jamais seremos sós perante a Fonte,
jamais seremos nós e a ti mostramos
o sorriso de "clown" que se reparte
em contorções de esperma,
tédio,
e ódio.
Jamais conservaremos o perfume e a liturgia,
e a hora que se esvai não justifica
este desabrochar em cálice e corola.
Não ser
..................(embora seja no retrato),
não ter
..................(para ao flagelo condenar-se),
não sentir o chamar do céu porque beleza
e memória de ausências povoada.
Estamos sós,
bem sei,
e como é noite
arrancas o teu mundo no arbitrário,
e a poesia morde o que não é.
Quem te susteve o braço suicida:
a ode ou o catecismo?
Quem te ligou à sorte deste povo:
o sonho ou a promissória?
Quem te fez espalmar a mão como inocente
e a cabeça baixar como culpado?
Ó tempo,
ó dimensão do exílio e da orfandade,
e se não digo eterno,
quase eterno,
deixai toda esperança
"voi che entratte".
in A linha imaginária (1951) - Ruy Barata
Postado por Fernando Martins às 00:36 0 comentários
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O Estado Novo criou o Campo de Concentração do Tarrafal há noventa anos...
Postado por Fernando Martins às 00:09 0 comentários
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quarta-feira, abril 22, 2026
Lenine nasceu há 156 anos
Postado por Fernando Martins às 01:56 0 comentários
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sábado, abril 18, 2026
Bento de Jesus Caraça nasceu há 125 anos...
Postado por Fernando Martins às 01:25 0 comentários
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sexta-feira, abril 17, 2026
Os Khmer Vermelhos tomaram o poder no Camboja há 51 anos - genocídios nunca mais...
De modo oposto, alguns historiadores citaram a intervenção dos EUA e a sua campanha de bombardeamentos (1965-1973) como um fator significativo que levou ao aumento do apoio dos Khmer Vermelhos entre os camponeses cambojanos. Os historiadores Ben Kiernan e Taylor Owen utilizaram uma combinação de sofisticado mapeamento por satélite, dados recentes não-catalogados sobre a extensão dos bombardeamentos e depoimentos de camponeses para afirmar que houve uma correlação entre os pequenos lugares atingidos pelos bombardeamentos dos EUA e o recrutamento de camponeses pelos Khmer Vermelhos.
No seu estudo, de 1996, sobre a ascensão de Pol Pot ao poder, Kiernan afirma que a intervenção estrangeira “foi provavelmente o fator mais significativo na ascensão de Pol Pot”.
Em 1975, com o governo de Lon Nol a ficar sem munições, estava claro que era apenas uma questão de tempo até que o governo entrasse em colapso. No dia 17 de abril de 1975, os Khmer Vermelhos capturaram a capital, Phnom Penh.
O governo do Khmer Vermelho prendeu, torturou e eventualmente executou qualquer pessoa suspeita de pertencer a várias categorias de supostos “inimigos”:
- Qualquer pessoa com conexões com o antigo governo ou governos estrangeiros;
- Profissionais e intelectuais - na prática isto incluía quase todas as pessoas com alguma educação ou até mesmo pessoas que usavam óculos (o que, de acordo com o regime significava que eram alfabetizados). Ironicamente e hipocritamente, o próprio Pol Pot era um homem com educação universitária (embora fosse um desistente), com gosto pela literatura francesa e também era fluente em francês. Muitos artistas, incluindo músicos, escritores e cineastas foram executados. Alguns como Ros Sereysothea, Pan Ron e Sinn Sisamouth ganharam fama póstuma por seus talentos e ainda hoje são populares com os khmers;
- Vietnamitas étnicos, chineses étnicos, tailandeses étnicos e outras minorias nas montanhas orientais, cristãos cambojanos (a maioria dos quais eram católicos e a Igreja Católica em geral), muçulmanos e os monges budistas;
- “Sabotadores económicos”: muitos dos antigos moradores da cidades (aqueles que não morreram de fome em primeiro lugar) foram julgados culpáveis por sua falta de capacitação agrícola.
Durante os anos 70, especialmente após meados de 1975, o Partido também foi abalado por conflitos entre fações, havendo até mesmo tentativas armadas de derrubar Pol Pot. As purgas resultantes alcançaram o seu auge em 1977 e 1978, quando milhares de pessoas, inclusive líderes importantes do PCK, foram executados.
Hoje, exemplos dos métodos de tortura utilizados pelo Khmer Vermelho podem ser vistos no Museu do Genocídio Tuol Sleng. O museu ocupa o espaço de uma antiga escola secundária transformada num campo prisional que foi operado por Kang Kek Iew, comummente conhecido como Camarada Duch. Cerca de 17.000 pessoas passaram por este centro antes de serem levadas para lugares (também conhecidos como campos de extermínio) nos arrabaldes de Phnom Penh, como Choeung Ek, onde foram, em sua maioria, executadas (em sua maior parte com picaretas, para economizar balas) e enterradas em valas comuns. Dos milhares de pessoas que entraram no Centro Tuol Sleng (também conhecido como S-21), apenas doze são conhecidos por ter sobrevivido.
Número de mortes
O número exato de pessoas que morreram como resultado das políticas do Khmer Vermelho é contestado, bem como a causa da morte daqueles que morreram. O acesso ao país durante o governo do Khmer Vermelho e durante o governo vietnamita foi muito limitado. No início dos anos de 80, o regime que foi instalado pelos vietnamitas e sucedeu ao Khmer Vermelho realizou uma pesquisa domiciliar nacional, que concluiu que mais de 4,8 milhões de pessoas morreram, mas a maioria dos historiadores modernos não considera esses números confiáveis.
Pesquisas atuais localizaram milhares de valas comuns da época do Khmer Vermelho espalhadas por todo Camboja, contendo um número estimado de 1,39 milhões de corpos. Vários estudos estimaram o número de mortes entre 740.000 e 3.000.000, mais habitualmente variando entre 1,4 milhões e 2,2 milhões, com cerca da metade dessas mortes tendo sido causadas por execuções e o restante por fome ou doenças.
O Projeto Genocídio Cambojano, financiado pelo Departamento de Estado dos EUA, apresenta as estimativas do total de mortes entre 1,2 milhões e 1,7 milhões. A Amnistia Internacional estima o total de mortes em 1,4 milhões. R. J. Rummel, um analista de matanças políticas históricas, fornece um número de 2 milhões. O antigo líder dos Khmer Vermelhos, Pol Pot, indicou o número de 800.000 e seu vice, Khieu Samphan alegou que 1 milhão de pessoas foram mortas.
Postado por Fernando Martins às 00:51 0 comentários
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quarta-feira, abril 15, 2026
Hoje há uns tipos que comemoram o aniversário do Grande Líder e Presidente Eterno da Coreia do Norte...
Postado por Pedro Luna às 11:40 0 comentários
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O ditador Kim Il-sung nasceu há 114 anos...
Postado por Fernando Martins às 01:14 0 comentários
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