
O Curso de Geologia de 85/90 da Universidade de Coimbra escolheu o nome de Geopedrados quando participou na Queima das Fitas. Ficou a designação, ficaram muitas pessoas com e sobre a capa intemporal deste nome, agora com oportunidade de partilhar as suas ideias, informações e materiais sobre Geologia, Paleontologia, Mineralogia, Vulcanologia/Sismologia, Ambiente, Energia, Biologia, Astronomia, Ensino, Fotografia, Humor, Música, Cultura, Coimbra e AAC, para fins de ensino e educação.

Postado por Fernando Martins às 08:50 0 comentários
Marcadores: E lucevan le stelle, Giacomo Puccini, música, Ópera, Os Três Tenores, Plácido Domingo, tenor, Tosca
Postado por Fernando Martins às 01:26 0 comentários
Marcadores: E lucevan le stelle, Giacomo Puccini, Itália, Ópera, Plácido Domingo, Tosca, verismo
Postado por Pedro Luna às 10:10 0 comentários
Marcadores: E lucevan le stelle, Giacomo Puccini, Itália, Jonas Kaufmann, música, Ópera, realismo, Tosca, verismo
Postado por Fernando Martins às 00:18 0 comentários
Marcadores: E lucevan le stelle, Giacomo Puccini, Itália, Luciano Pavarotti, música, Ópera, Os Três Tenores, tenor, Tosca
Postado por Fernando Martins às 01:52 0 comentários
Marcadores: Caruso, E lucevan le stelle, Enrico Caruso, Giacomo Puccini, Itália, música, Ópera, tenor, Tosca
Postado por Fernando Martins às 08:40 0 comentários
Marcadores: E lucevan le stelle, Giacomo Puccini, música, Ópera, Os Três Tenores, Paloma Querida, Plácido Domingo, tenor, Tosca
Postado por Fernando Martins às 01:25 0 comentários
Marcadores: E lucevan le stelle, Enrico Caruso, Giacomo Puccini, Itália, Ópera, Tosca, verismo
Postado por Pedro Luna às 01:00 0 comentários
Marcadores: E lucevan le stelle, Giacomo Puccini, Itália, música, Ópera, Plácido Domingo, realismo, Tosca, verismo
Postado por Fernando Martins às 00:17 0 comentários
Marcadores: E lucevan le stelle, Giacomo Puccini, Itália, Luciano Pavarotti, música, Ópera, Os Três Tenores, tenor, Tosca
Começou a carreira em 1894, aos 21 anos de idade, na cidade natal. Recebeu as primeiras aulas de canto de Guglielmo Vergine. Atuou, entre outras óperas, na estreia de Fedora e La Fanciulla del West, do compositor italiano Giacomo Puccini. As mais famosas interpretações foram como Canio na ópera I Pagliacci, de Leoncavallo e como Radamés, em Aida, de Giuseppe Verdi. Na metade da década de 1910 já era conhecido internacionalmente. Era constantemente contratado pela Metropolitan Opera de Nova Iorque, relação que persistiu até 1920. Caruso foi eternizado pelo agudo mais potente já conhecido, e por muitos considerado o melhor cantor de ópera de todos os tempos.
O compositor lírico Giacomo Puccini e o compositor de canções populares Paolo Tosti foram seus amigos e compuseram obras especialmente para ele.
Caruso apostou na nova tecnologia de gravação de som em discos de cera e fez as primeiras 20 gravações em Milão, em 1895. Em 1903, foi para Nova Iorque e, no mesmo ano, deu início a gravações fonográficas pela Victor Talking Machine Company, antecessora da RCA-Victor. Caruso foi um dos primeiros cantores a gravar discos em grande escala. A indústria fonográfica e o cantor tiveram uma estreita relação, que ajudou a promover comercialmente a ambos, nas duas primeiras décadas do século XX. As suas gravações foram recuperadas e, remasterizadas, encontraram o meio moderno e duradouro de divulgação de sua arte no disco compacto, CD.
O repertório de Caruso incluía cerca de sessenta óperas, a maioria delas em italiano, embora ele tenha cantado também em francês, inglês, espanhol e latim, além do dialeto napolitano, das canções populares de sua terra natal. Cantou perto de 500 canções, que variaram das tradicionais italianas até as canções populares do momento.
A sua vida foi tema de um filme norte-americano, permeado de ficção, intitulado O Grande Caruso (The Great Caruso), de 1951, com o cantor lírico Mario Lanza interpretando Caruso. Devido ao seu conteúdo altamente ficcional, o filme foi proibido na Itália.
No filme Fitzcarraldo de Werner Herzog, com Klaus Kinski no papel de Fitzcarraldo, aparece, no início da projeção, uma entrada de Caruso na Ópera de Manaus, no Brasil, onde Caruso de facto nunca se apresentou.
Os últimos dias da sua vida são narrados de forma romantizada na canção Caruso, de Lucio Dalla (1986).
Postado por Fernando Martins às 01:03 0 comentários
Marcadores: Caruso, E lucevan le stelle, Enrico Caruso, Giacomo Puccini, Itália, música, Nápoles, Ópera, Tosca
Postado por Fernando Martins às 00:15 0 comentários
Marcadores: Caruso, E lucevan le stelle, Enrico Caruso, Giacomo Puccini, Itália, música, Ópera, tenor, Tosca
Postado por Fernando Martins às 01:24 0 comentários
Marcadores: E lucevan le stelle, Giacomo Puccini, Itália, Ópera, Plácido Domingo, Tosca, verismo
Postado por Fernando Martins às 00:16 0 comentários
Marcadores: E lucevan le stelle, Giacomo Puccini, Itália, Luciano Pavarotti, música, Ópera, Os Três Tenores, tenor, Tosca
Começou a carreira em 1894, aos 21 anos de idade, na cidade natal. Recebeu as primeiras aulas de canto de Guglielmo Vergine. Atuou, entre outras óperas, na estreia de Fedora e La Fanciulla del West, do compositor italiano Giacomo Puccini. As mais famosas interpretações foram como Canio na ópera I Pagliacci, de Leoncavallo e como Radamés, em Aida, de Giuseppe Verdi. Na metade da década de 1910 já era conhecido internacionalmente. Era constantemente contratado pela Metropolitan Opera de Nova Iorque, relação que persistiu até 1920. Caruso foi eternizado pelo agudo mais potente já conhecido, e por muitos considerado o melhor cantor de ópera de todos os tempos.
O compositor lírico Giacomo Puccini e o compositor de canções populares Paolo Tosti foram seus amigos e compuseram obras especialmente para ele.
Caruso apostou na nova tecnologia de gravação de som em discos de cera e fez as primeiras 20 gravações em Milão, em 1895. Em 1903, foi para Nova Iorque e, no mesmo ano, deu início a gravações fonográficas pela Victor Talking Machine Company, antecessora da RCA-Victor. Caruso foi um dos primeiros cantores a gravar discos em grande escala. A indústria fonográfica e o cantor tiveram uma estreita relação, que ajudou a promover comercialmente a ambos, nas duas primeiras décadas do século XX. As suas gravações foram recuperadas e, remasterizadas, encontraram o meio moderno e duradouro de divulgação de sua arte no disco compacto, CD.
O repertório de Caruso incluía cerca de sessenta óperas, a maioria delas em italiano, embora ele tenha cantado também em francês, inglês, espanhol e latim, além do dialeto napolitano, das canções populares de sua terra natal. Cantou perto de 500 canções, que variaram das tradicionais italianas até as canções populares do momento.
A sua vida foi tema de um filme norte-americano, permeado de ficção, intitulado O Grande Caruso (The Great Caruso), de 1951, com o cantor lírico Mario Lanza interpretando Caruso. Devido ao seu conteúdo altamente ficcional, o filme foi proibido na Itália.
No filme Fitzcarraldo de Werner Herzog, com Klaus Kinski no papel de Fitzcarraldo, aparece, no início da projeção, uma entrada de Caruso na Ópera de Manaus, no Brasil, onde Caruso de facto nunca se apresentou.
Os últimos dias da sua vida são narrados de forma romantizada na canção Caruso, de Lucio Dalla (1986).
Postado por Fernando Martins às 01:02 0 comentários
Marcadores: Caruso, E lucevan le stelle, Enrico Caruso, Giacomo Puccini, Itália, música, Nápoles, Ópera, Tosca
Postado por Fernando Martins às 00:15 0 comentários
Marcadores: Caruso, E lucevan le stelle, Giacomo Puccini, Itália, música, Ópera, tenor, Tosca
Postado por Fernando Martins às 12:30 0 comentários
Marcadores: E lucevan le stelle, Giacomo Puccini, Itália, Ópera, Tosca, verismo
Postado por Pedro Luna às 07:06 0 comentários
Marcadores: Catalunha, E lucevan le stelle, Espanha, Josep Carreras, música, Ópera, Os Três Tenores, Puccini, tenor, Tosca, Três Tenores
Postado por Fernando Martins às 08:07 0 comentários
Marcadores: E lucevan le stelle, Giacomo Puccini, Luciano Pavarotti, música, Ópera, Os Três Tenores, tenor, Tosca
Postado por Fernando Martins às 00:15 0 comentários
Marcadores: E lucevan le stelle, Giacomo Puccini, Itália, Luciano Pavarotti, música, Ópera, Os Três Tenores, tenor, Tosca
Começou a carreira em 1894, aos 21 anos de idade, na cidade natal. Recebeu as primeiras aulas de canto de Guglielmo Vergine. Atuou, entre outras óperas, na estreia de Fedora e La Fanciulla del West, do compositor italiano Giacomo Puccini. As mais famosas interpretações foram como Canio na ópera I Pagliacci, de Leoncavallo e como Radamés, em Aida, de Giuseppe Verdi. Na metade da década de 1910 já era conhecido internacionalmente. Era constantemente contratado pela Metropolitan Opera de Nova Iorque, relação que persistiu até 1920. Caruso foi eternizado pelo agudo mais potente já conhecido, e por muitos considerado o melhor cantor de ópera de todos os tempos.
O compositor lírico Giacomo Puccini e o compositor de canções populares Paolo Tosti foram seus amigos e compuseram obras especialmente para ele.
Caruso apostou na nova tecnologia de gravação de som em discos de cera e fez as primeiras 20 gravações em Milão, em 1895. Em 1903, foi para Nova Iorque e, no mesmo ano, deu início a gravações fonográficas pela Victor Talking Machine Company, antecessora da RCA-Victor. Caruso foi um dos primeiros cantores a gravar discos em grande escala. A indústria fonográfica e o cantor tiveram uma estreita relação, que ajudou a promover comercialmente a ambos, nas duas primeiras décadas do século XX. As suas gravações foram recuperadas e, remasterizadas, encontraram o meio moderno e duradouro de divulgação de sua arte no disco compacto, CD.
O repertório de Caruso incluía cerca de sessenta óperas, a maioria delas em italiano, embora ele tenha cantado também em francês, inglês, espanhol e latim, além do dialeto napolitano, das canções populares de sua terra natal. Cantou perto de 500 canções, que variaram das tradicionais italianas até as canções populares do momento.
A sua vida foi tema de um filme norte-americano, permeado de ficção, intitulado O Grande Caruso (The Great Caruso), de 1951, com o cantor lírico Mario Lanza interpretando Caruso. Devido ao seu conteúdo altamente ficcional, o filme foi proibido na Itália.
No filme Fitzcarraldo de Werner Herzog, com Klaus Kinski no papel de Fitzcarraldo, aparece, no início da projeção, uma entrada de Caruso na Ópera de Manaus, no Brasil, onde Caruso de facto nunca se apresentou.
Os últimos dias da sua vida são narrados de forma romantizada na canção Caruso, de Lucio Dalla (1986).
Postado por Fernando Martins às 00:01 0 comentários
Marcadores: Caruso, E lucevan le stelle, Giacomo Puccini, Itália, música, Nápoles, Ópera, Tosca