quinta-feira, outubro 01, 2026
Para celebrar o Dia da Música...
Postado por Fernando Martins às 11:11 0 comentários
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quarta-feira, setembro 30, 2026
Começou a Festa das Latas e Imposição de Insígnias de 2026...

Às 24.00 horas de 30 de setembro, com as badaladas da velha cabra, começa outra Festa das Latas e Imposição de Insígnias da Associação Académica de Coimbra, com a tradicional Serenata, novamente na praça da Sé Nova.
Programa longo, com quatro grupos da Secção de Fado da Associação Académica de Coimbra: Madrugada, Passatempo, Nox Aurea e Última Luz.
Infelizmente esta serenata não será transmitida pela televisão - mas podem assistir, via Internet, no Youtube ou Facebook da tvAAC ou de alguns jornais locais, ou ouvir na rádio da Academia, a RUC.
Postado por Fernando Martins às 00:00 0 comentários
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sexta-feira, setembro 18, 2026
Porque Luiz Goes nunca morre, enquanto for recordado...
Postado por Pedro Luna às 23:32 0 comentários
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Saudades de Luiz Goes...
Postado por Pedro Luna às 22:22 0 comentários
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Saudade de Luiz Goes...
Cantiga de um Vagabundo - Luiz Goes
pergunta a um velho marinheiro
se uma aventura em cada cais
lhe faz perder o rumo verdadeiro.
a razão de ser da sua cor,
às vezes verde, às vezes cinza…
mas é o céu o seu primeiro amor.
pergunta a um velho vagabundo
se tanta estrada, tanta mulher,
matou de vez o seu primeiro mundo.
se quer abrir em nova madrugada,
se o quase nada que a vida lhe deu
a faz morrer na minha mão fechada.
Postado por Fernando Martins às 14:00 0 comentários
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Hoje é dia de recordar o melhor cantor de sempre de fado de Coimbra...
Postado por Pedro Luna às 01:40 0 comentários
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Luiz Goes morreu há catorze anos...
(imagem daqui)
Balada para ninguém - Luiz Goes
Letra - Leonel Neves
Música - João Bagão
Chuva dize-me o que sentes
quando as tuas gotas
caem só no mar
Chuva disse-me o que sentes
se às cisternas rotas
é que vais parar
Pobre chuva sem sementes
Noite dize-me o que sentes
quando em sonhos falas
sem achar ninguém
Noite diz-me o que sentes
quando alguém embalas
mas o dia vem
Triste noite sem correntes
Vento diz-me o que sentes
se é em vão que pedes
velas para inchar
Vento dize-me o que que sentes
se a buscar paredes
só encontras ar
Vento inútil sem batente
Postado por Fernando Martins às 00:14 0 comentários
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quinta-feira, setembro 03, 2026
Saudades de Coimbra...
Postado por Pedro Luna às 00:09 0 comentários
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quarta-feira, setembro 02, 2026
Fernando Machado Soares nasceu há noventa e seis anos...
Balada da Despedida do 6º Ano Médico (1958)
Coimbra tem mais encanto
Na hora da despedida.
Coimbra tem mais encanto
Na hora da despedida.
Que as lágrimas do meu pranto
São a luz que me dá vida.
Coimbra tem mais encanto
Na hora da despedida.
Coimbra tem mais encanto
Na hora da despedida.
Quem me dera estar contente
Enganar minha dor
Mas a saudade não mente
Se é verdadeiro o amor.
Coimbra tem mais encanto
Na hora da despedida.
Coimbra tem mais encanto
Na hora da despedida.
Não me tentes enganar
Com a tua formosura
Que para além do luar
Há sempre uma noite escura.
Coimbra tem mais encanto
Na hora da despedida.
Coimbra tem mais encanto
Na hora da despedida.
Que as lágrimas do meu pranto
São a luz que lhe dá vida.
Coimbra tem mais encanto
Na hora da despedida.
Coimbra tem mais encanto
Na hora da despedida.
Coimbra tem mais encanto
Na hora da despedida.
Coimbra tem mais encanto
Na hora da despedida.
Postado por Fernando Martins às 09:06 0 comentários
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sábado, agosto 29, 2026
Para recordar um poeta que também era compositor do fado e canção de Coimbra...
Postado por Pedro Luna às 22:22 0 comentários
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Porque há poetas que são (ou eram) músicos...
Postado por Pedro Luna às 12:21 0 comentários
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Música adequada à data...
Postado por Pedro Luna às 11:11 0 comentários
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Nuno Guimarães, poeta e músico, nasceu há 84 anos...
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José Nuno Guimarães Guedes dos Santos (Perosinho, Vila Nova de Gaia, 29 de agosto de 1942 - 15 de agosto de 1973) foi um poeta e músico português.
Biografia
José Nuno Guimarães Guedes dos Santos nasceu a 29 de agosto de 1942, em Perosinho, Vila Nova de Gaia, Porto.
Estudou Filologia Românica em Coimbra, na Faculdade de Letras. Nesta cidade, integrará a publicação coletiva de poesia Confluência (1963). Autor de letras, músicas e arranjos de acompanhamento da Canção de Coimbra e intérprete da guitarra de Coimbra, contribui para renovar a estética do género entre 1964 e 1967. A sua primeira colaboração na revista Vértice data de junho de 1967. Concluirá a licenciatura no mês seguinte, com uma tese sobre a obra de Machado de Assis e as suas relações com Garrett (1967). Em outubro, inicia o serviço militar em Mafra. Aí, "entre espingardas e sistemas criptográficos" vem a conhecer, em janeiro de 1968, Gastão Cruz, encetando-se uma amizade para lá de meia década. É depois enviado para Luanda, onde também leciona e vem a casar. De regresso ao Porto, exerce a docência no então Liceu D. Manuel II.
Publica o primeiro livro de poemas, Corpo Agrário, em 1970. Seguir-se-ão a presença na antologia 10 Poemas para Che Guevara (1972) e a segunda publicação, Os Campos Visuais (1973). Nesse mesmo ano, após breve doença, acabará por falecer, interrompendo uma promissora voz na poesia portuguesa.
É, anos mais tarde, e pela mão do amigo, professor e poeta Fernando Guimarães, que se reunirão as suas Poesias Completas (1995), pelas Edições Afrontamento. Por último, seguindo a lição anterior, é publicado o volume Entre Sílabas e Lavas: poesia completa (2024), pela Assírio & Alvim, restituindo integralmente uma entrevista dada a Maria Teresa Horta, no jornal A Capital.
in Wikipédia
Seguro então a vida em pleno
Seguro então a vida em pleno
solo. Aí me deito
com os sinais perpétuos: árvores,
bosque, sombra, a permanência
de objectos olhados ou suspensos.
Agora, a outra lei – extractos
De sol sobre a retina – cede. Ao fácil
vento, à comoção do ar
pensado, onde se vive. Deste lugar os
elementos se afastam. Estão mortos,
inactivos no foco. Ou pela sombra
gravados, suspensos de algum livro.
Criaram-se da luz! São objectos
perecíveis: na imprecisão
da imagem, no seu repouso
exterior – entre a ciência e a vista.
Nuno Guimarães
Postado por Fernando Martins às 08:40 0 comentários
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terça-feira, agosto 25, 2026
Hoje é dia de ouvir guitarra de Coimbra...
Postado por Pedro Luna às 02:07 0 comentários
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António Brojo morreu há 27 anos...
António Brojo - foto do blog "Guitarra de Coimbra II"
António Pinho Brojo (Coimbra, 28 de novembro de 1928 - Coimbra, 25 de agosto de 1999) foi um músico português.
Frequentou o Liceu de Coimbra e começou os estudos de Ciências Farmacêuticas em Coimbra, que viria a ter de terminar na Universidade do Porto em 1950, por não ser possível ainda fazer na totalidade o curso em Coimbra. Preparou a tese de doutoramento em Farmácia na Universidade de Basileia e doutorou-se na Universidade do Porto em 1961. Seguiu a carreira académica na Universidade de Coimbra, onde chegaria a professor catedrático (1972) e a vice-reitor (1994). Jubilou-se da Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra em 1998.
Paralelamente à carreira de professor universitário, foi um distinto executante de guitarra de Coimbra. Começou a tocar ainda nos anos quarenta, quando frequentava o Liceu com guitarristas como José Amaral, João Bagão, Armando de Carvalho Homem e Flávio Rodrigues da Silva. Ao lado de António Portugal, viria a fazer um dos mais célebres duetos de guitarra de Coimbra.
Gravou dois CDs: "Variações Inacabadas" e "Memórias de uma Guitarra".
in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 00:27 0 comentários
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quinta-feira, agosto 20, 2026
Música para recordar uma voz de Coimbra...
Postado por Pedro Luna às 11:11 0 comentários
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António Bernardino, o Berna, nasceu há 85 anos...
António Bernardino Pires dos Santos (Berna), nasceu em 20 de agosto de 1941, em Óis da Ribeira, concelho de Águeda. Fez o liceu em Aveiro onde deu os primeiros passos nas cantigas, não só na Récita de Finalistas de 61/62, como também em inúmeras serenatas, tão em voga na época. Do seu primeiro Grupo de Fados de Aveiro marcaram presença António Andias, António Castro, Carlos Lima e Mário Cruz.
Postado por Fernando Martins às 08:50 0 comentários
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Saudades de António Bernardino...
Postado por Pedro Luna às 01:10 0 comentários
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Música para recordar um fadista de Coimbra...
Postado por Pedro Luna às 00:09 0 comentários
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segunda-feira, agosto 17, 2026
Hoje é preciso ouvir Luiz Goes cantar poesia de António Botto...
O Meu Fado - Luiz Goes
Música: Armando do Carmo Goes
Letra: António Botto
Não me peças mais canções
Porque a cantar vou sofrendo,
Sou como as velas do altar
Que dão luz e vão morrendo.
Tem quatro letras apenas
A triste palavra amor,
Menos uma do que a morte,
Mas mais uma do que a dor.
Postado por Pedro Luna às 12:09 0 comentários
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