quinta-feira, setembro 03, 2026
Saudades de Coimbra...
Postado por Pedro Luna às 00:09 0 comentários
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quarta-feira, setembro 02, 2026
Fernando Machado Soares nasceu há noventa e seis anos...
Balada da Despedida do 6º Ano Médico (1958)
Coimbra tem mais encanto
Na hora da despedida.
Coimbra tem mais encanto
Na hora da despedida.
Que as lágrimas do meu pranto
São a luz que me dá vida.
Coimbra tem mais encanto
Na hora da despedida.
Coimbra tem mais encanto
Na hora da despedida.
Quem me dera estar contente
Enganar minha dor
Mas a saudade não mente
Se é verdadeiro o amor.
Coimbra tem mais encanto
Na hora da despedida.
Coimbra tem mais encanto
Na hora da despedida.
Não me tentes enganar
Com a tua formosura
Que para além do luar
Há sempre uma noite escura.
Coimbra tem mais encanto
Na hora da despedida.
Coimbra tem mais encanto
Na hora da despedida.
Que as lágrimas do meu pranto
São a luz que lhe dá vida.
Coimbra tem mais encanto
Na hora da despedida.
Coimbra tem mais encanto
Na hora da despedida.
Coimbra tem mais encanto
Na hora da despedida.
Coimbra tem mais encanto
Na hora da despedida.
Postado por Fernando Martins às 09:06 0 comentários
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sábado, agosto 29, 2026
Para recordar um poeta que também era compositor do fado e canção de Coimbra...
Postado por Pedro Luna às 22:22 0 comentários
Marcadores: A Rosa e a Noite, Fado de Coimbra, José Manuel dos Santos, música, Nuno Guimarães, poesia
Porque há poetas que são (ou eram) músicos...
Postado por Pedro Luna às 12:21 0 comentários
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Música adequada à data...
Postado por Pedro Luna às 11:11 0 comentários
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Nuno Guimarães, poeta e músico, nasceu há 84 anos...
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José Nuno Guimarães Guedes dos Santos (Perosinho, Vila Nova de Gaia, 29 de agosto de 1942 - 15 de agosto de 1973) foi um poeta e músico português.
Biografia
José Nuno Guimarães Guedes dos Santos nasceu a 29 de agosto de 1942, em Perosinho, Vila Nova de Gaia, Porto.
Estudou Filologia Românica em Coimbra, na Faculdade de Letras. Nesta cidade, integrará a publicação coletiva de poesia Confluência (1963). Autor de letras, músicas e arranjos de acompanhamento da Canção de Coimbra e intérprete da guitarra de Coimbra, contribui para renovar a estética do género entre 1964 e 1967. A sua primeira colaboração na revista Vértice data de junho de 1967. Concluirá a licenciatura no mês seguinte, com uma tese sobre a obra de Machado de Assis e as suas relações com Garrett (1967). Em outubro, inicia o serviço militar em Mafra. Aí, "entre espingardas e sistemas criptográficos" vem a conhecer, em janeiro de 1968, Gastão Cruz, encetando-se uma amizade para lá de meia década. É depois enviado para Luanda, onde também leciona e vem a casar. De regresso ao Porto, exerce a docência no então Liceu D. Manuel II.
Publica o primeiro livro de poemas, Corpo Agrário, em 1970. Seguir-se-ão a presença na antologia 10 Poemas para Che Guevara (1972) e a segunda publicação, Os Campos Visuais (1973). Nesse mesmo ano, após breve doença, acabará por falecer, interrompendo uma promissora voz na poesia portuguesa.
É, anos mais tarde, e pela mão do amigo, professor e poeta Fernando Guimarães, que se reunirão as suas Poesias Completas (1995), pelas Edições Afrontamento. Por último, seguindo a lição anterior, é publicado o volume Entre Sílabas e Lavas: poesia completa (2024), pela Assírio & Alvim, restituindo integralmente uma entrevista dada a Maria Teresa Horta, no jornal A Capital.
in Wikipédia
Seguro então a vida em pleno
Seguro então a vida em pleno
solo. Aí me deito
com os sinais perpétuos: árvores,
bosque, sombra, a permanência
de objectos olhados ou suspensos.
Agora, a outra lei – extractos
De sol sobre a retina – cede. Ao fácil
vento, à comoção do ar
pensado, onde se vive. Deste lugar os
elementos se afastam. Estão mortos,
inactivos no foco. Ou pela sombra
gravados, suspensos de algum livro.
Criaram-se da luz! São objectos
perecíveis: na imprecisão
da imagem, no seu repouso
exterior – entre a ciência e a vista.
Nuno Guimarães
Postado por Fernando Martins às 08:40 0 comentários
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terça-feira, agosto 25, 2026
Hoje é dia de ouvir guitarra de Coimbra...
Postado por Pedro Luna às 02:07 0 comentários
Marcadores: António Brojo, Fado de Coimbra, música, Rapsódia de canções, Universidade de Coimbra
António Brojo morreu há 27 anos...
António Brojo - foto do blog "Guitarra de Coimbra II"
António Pinho Brojo (Coimbra, 28 de novembro de 1928 - Coimbra, 25 de agosto de 1999) foi um músico português.
Frequentou o Liceu de Coimbra e começou os estudos de Ciências Farmacêuticas em Coimbra, que viria a ter de terminar na Universidade do Porto em 1950, por não ser possível ainda fazer na totalidade o curso em Coimbra. Preparou a tese de doutoramento em Farmácia na Universidade de Basileia e doutorou-se na Universidade do Porto em 1961. Seguiu a carreira académica na Universidade de Coimbra, onde chegaria a professor catedrático (1972) e a vice-reitor (1994). Jubilou-se da Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra em 1998.
Paralelamente à carreira de professor universitário, foi um distinto executante de guitarra de Coimbra. Começou a tocar ainda nos anos quarenta, quando frequentava o Liceu com guitarristas como José Amaral, João Bagão, Armando de Carvalho Homem e Flávio Rodrigues da Silva. Ao lado de António Portugal, viria a fazer um dos mais célebres duetos de guitarra de Coimbra.
Gravou dois CDs: "Variações Inacabadas" e "Memórias de uma Guitarra".
in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 00:27 0 comentários
Marcadores: António Brojo, Fado de Coimbra, música, Romance do Mondego, Universidade de Coimbra
quinta-feira, agosto 20, 2026
Música para recordar uma voz de Coimbra...
Postado por Pedro Luna às 11:11 0 comentários
Marcadores: António Bernardino, António Brojo, António Portugal, Berna, Fado de Coimbra, música, Samaritana
António Bernardino, o Berna, nasceu há 85 anos...
António Bernardino Pires dos Santos (Berna), nasceu em 20 de agosto de 1941, em Óis da Ribeira, concelho de Águeda. Fez o liceu em Aveiro onde deu os primeiros passos nas cantigas, não só na Récita de Finalistas de 61/62, como também em inúmeras serenatas, tão em voga na época. Do seu primeiro Grupo de Fados de Aveiro marcaram presença António Andias, António Castro, Carlos Lima e Mário Cruz.
Postado por Fernando Martins às 08:50 0 comentários
Marcadores: António Bernardino, Asas Brancas, Fado de Coimbra, música
Saudades de António Bernardino...
Postado por Pedro Luna às 01:10 0 comentários
Marcadores: António Bernardino, Cantiga para os Que Partem, Fado de Coimbra, música, Rosalía de Castro, Saudade
Música para recordar um fadista de Coimbra...
Postado por Pedro Luna às 00:09 0 comentários
Marcadores: António Bernardino, Fado de Coimbra, música, Solitário
segunda-feira, agosto 17, 2026
Hoje é preciso ouvir Luiz Goes cantar poesia de António Botto...
O Meu Fado - Luiz Goes
Música: Armando do Carmo Goes
Letra: António Botto
Não me peças mais canções
Porque a cantar vou sofrendo,
Sou como as velas do altar
Que dão luz e vão morrendo.
Tem quatro letras apenas
A triste palavra amor,
Menos uma do que a morte,
Mas mais uma do que a dor.
Postado por Pedro Luna às 12:09 0 comentários
Marcadores: António Botto, Fado de Coimbra, homossexuais, literatura, Luiz Goes, música, O Meu Fado, poesia
domingo, agosto 16, 2026
Música para recordar um Poeta...
Postado por Pedro Luna às 00:15 0 comentários
Marcadores: Anto, António Nobre, Coimbra, Fado D'Anto, Fado de Anto, Fado de Coimbra, música, Zeca Afonso
sábado, agosto 15, 2026
Nunca te esqueceremos, Nuno Guimarães...
Postado por Pedro Luna às 11:11 0 comentários
Marcadores: António Bernardino, Cantar de amor, Fado de Coimbra, música, Nuno Guimarães, poesia
Música para recordar um poeta que era músico e compositor de fado e canção de Coimbra...
Postado por Pedro Luna às 05:30 0 comentários
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Nuno Guimarães morreu há 53 anos...
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José Nuno Guimarães Guedes dos Santos (Perosinho, Vila Nova de Gaia, 29 de agosto de 1942 - 15 de agosto de 1973) foi um poeta e músico português.
Biografia
José Nuno Guimarães Guedes dos Santos nasceu a 29 de agosto de 1942, em Perosinho, Vila Nova de Gaia, Porto.
Estudou Filologia Românica em Coimbra, na Faculdade de Letras. Nesta cidade, integrará a publicação coletiva de poesia Confluência (1963). Autor de letras, músicas e arranjos de acompanhamento da Canção de Coimbra e intérprete da guitarra de Coimbra, contribui para renovar a estética do género entre 1964 e 1967. A sua primeira colaboração na revista Vértice data de junho de 1967. Concluirá a licenciatura no mês seguinte, com uma tese sobre a obra de Machado de Assis e as suas relações com Garrett (1967). Em outubro, inicia o serviço militar em Mafra. Aí, "entre espingardas e sistemas criptográficos" vem a conhecer, em janeiro de 1968, Gastão Cruz, encetando-se uma amizade para lá de meia década. É depois enviado para Luanda, onde também leciona e vem a casar. De regresso ao Porto, exerce a docência no então Liceu D. Manuel II.
Publica o primeiro livro de poemas, Corpo Agrário, em 1970. Seguir-se-ão a presença na antologia 10 Poemas para Che Guevara (1972) e a segunda publicação, Os Campos Visuais (1973). Nesse mesmo ano, após breve doença, acabará por falecer, interrompendo uma promissora voz na poesia portuguesa.
É, anos mais tarde, e pela mão do amigo, professor e poeta Fernando Guimarães, que se reunirão as suas Poesias Completas (1995), pelas Edições Afrontamento. Por último, seguindo a lição anterior, é publicado o volume Entre Sílabas e Lavas: poesia completa (2024), pela Assírio & Alvim, restituindo integralmente uma entrevista dada a Maria Teresa Horta, no jornal A Capital.
in Wikipédia
Palavras que rebentam
Palavras que rebentam. Aflorando
a pedra, a solidão, deslizam, vagas,
gramaticais, roendo inconformadas
as arestas, o atrito, puras. Quando
nos líquidos, no éter, na distância,
diluem-se e morrem acabadas.
Não nos corpos, nas rugas, nas arcadas:
combatem, rumorosas, cal e cântico.
É difícil atarem corpo e vida
aos que vivem e morrem subjacentes
subjazendo, talhados para mina.
Mas despertadas, bem ou mal medidas,
rebentam em ogiva, funcionais
chamas supostamente adormecidas.
Nuno Guimarães
Postado por Fernando Martins às 00:53 0 comentários
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Música adequada à data...
Postado por Pedro Luna às 00:05 0 comentários
Marcadores: António Bernardino, Canção dos marinheiros, Fado de Coimbra, música, Nuno Guimarães, poesia, Rui Pato
quarta-feira, agosto 12, 2026
Música adequada à data...!
Postado por Pedro Luna às 00:00 0 comentários
Marcadores: astronomia, eclipse, Fado de Coimbra, música, O Sol Anda Lá No Céu, Zeca Afonso
domingo, agosto 09, 2026
Porque hoje é preciso recordar Alexandre de Rezende...
Postado por Pedro Luna às 14:00 0 comentários
Marcadores: Alexandre de Rezende, Fado da Sugestão, Fado de Coimbra, Não digas não dize sim, Zeca Afonso


