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quarta-feira, julho 01, 2026

Diana de Gales nasceu há 65 anos...

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/5/5e/Diana%2C_Princess_of_Wales_1997_%282%29.jpg

   

Diana, Princesa de Gales (nascida Diana Frances Spencer; Sandringham, 1 de julho de 1961 - Paris, 31 de agosto de 1997) foi a primeira esposa de Carlos, Príncipe de Gales, atual rei Carlos III. Os seus dois filhos, os príncipes Guilherme e Henrique, são, respetivamente, o segundo e o sexto na linha de sucessão ao trono do Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte e de outros doze países da Commonwealth, tais como Canadá, Nova Zelândia, Antígua e Barbuda, Austrália, Jamaica e Bahamas.
     
    

Hong Kong voltou ser território chinês há vinte e nove anos...

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/5/5b/Flag_of_Hong_Kong.svg/960px-Flag_of_Hong_Kong.svg.png
  
Em 1982, a China e o Reino Unido iniciaram conversações para a devolução da soberania sobre Hong Kong à primeira. Um acordo assinado em 1984, em Pequim,se decidiu que o território voltasse a soberania chinesa a 1 de julho de 1997. Em conformidade com o acordado, o regresso de Hong Kong à soberania chinesa, após 156 anos de administração colonial britânica, deu-se às 00.00 horas daquele dia.
O agora território chinês tem o status de Região Administrativa Especial, de acordo com a fórmula "um país, dois sistemas", que também também aplicada a Macau, a partir de 20 de dezembro de 1999. Deste modo, o território continua a ser um porto livre e um centro financeiro internacional, e, exceto nas áreas da defesa e da política externa, tem um autonomia interna, inclusive fiscal. Foi mantida a liberdade de imprensa.


terça-feira, junho 30, 2026

Cheryl nasceu há 43 anos

     
Cheryl Ann Tweedy (Newcastle, 30 de junho de 1983) é uma cantora, compositora e escritora britânica. Ela ascendeu à fama em 2002, após ganhar um lugar no grupo feminino Girls Aloud através do talent show Popstars: The Rivals, do canal de televisão ITV.  

 in Wikipédia

 

quarta-feira, junho 24, 2026

O referendo que deu origem ao Brexit foi há dez anos...

Referendo sobre a permanência do Reino Unido na União Europeia












23 de junho de 2016
Tipo de eleição:  Referendo sobre permanência na União Europeia
Demografia eleitoral
Votantes : 33 578 016
Resultados do referendo (amarelo= "Permanecer"; azul= "Sair")
Referendo sobre a permanência do Reino Unido na União Europeia em 2016
"Deveria o Reino Unido permanecer membro da União Europeia ou deveria deixá-la?"
Permanecer
  
48.11%
Sair
  
51.89%

 

O referendo sobre a permanência do Reino Unido na União Europeia foi um referendo que aconteceu em 23 de junho de 2016 com o intuito de decidir o futuro do Reino Unido na União Europeia. A permanência britânica no bloco económico tem sido controversa e é, constantemente, motivo de debates desde que o país se juntou à Comunidade Económica Europeia (CEE, ou "Mercado Comum") em 1973. A votação terminou como uma vitória para os que eram favoráveis à saída do Reino Unido da União Europeia com 52% dos votos válidos contra 48% daqueles que queriam que a nação permanecesse na EU.
Elaborado pelo Partido Conservador, o manifesto que pedia um referendo foi apresentada e aprovada no Parlamento do Reino Unido, em 2015. Essa foi a segunda vez que os britânicos são convidados a votar sobre a presença da Grã-Bretanha no bloco. Em 1975, 67% dos eleitores votaram favoráveis à inclusão do país, como um estado-membro da União Europeia.
Os defensores da saída do Reino Unido da união política e económica – comummente referida simplesmente como Brexit (uma siglonimização na língua inglesa, tendo como base "British" e "exit", respetivamente, "Britânico" e "saída") –, argumentam que a União Europeia traz um déficit democrático e mina a soberania nacional dos seus membros, ao passo que os que são favoráveis pela permanência do país, dizem que em um mundo com muitas organizações supranacionais, qualquer perda de soberania é compensada por benefícios da adesão à União Europeia. Para o primeiro grupo, a saída do país permitira que a nação tivesse maior controle da imigração, gerando uma diminuição pela busca de serviços públicos, habitação e emprego; geraria uma poupança de milhares de milhões, devido as taxas pagas pelo país ao bloco; e daria autonomia para o Reino Unido firmar seus próprios acordos comerciais, libertando-se da burocracia e das políticas regulamentadoras da UE, que são classificadas por eles de "desnecessários e caros". O segundo grupo, que querem a permanência do país, listam que a saída do país do bloco geraria um risco a propriedade nos países-membros do Reino Unido; haveria uma diminuição da influência sobre assuntos internacionais; colocaria em risco a segurança nacional, uma vez que o país não contaria com o acesso ao banco de dados comum de criminosos da Europa; além de acabar esbarrando em barreiras comerciais entre o Reino Unido e a União Europeia. Além disso, eles ainda argumentam que a decisão de saída, geraria a perda de empregos, atrasos nos investimentos e traria riscos paras empresas britânicas.
A organização "Reino Unido mais Forte na Europa", em tradução literal, é o principal grupo que fez campanha pela permanência do Reino Unido na União Europeia, enquanto o "Vote pela Saída", em tradução literal, é o principal grupo opositor, isto é, que fez campanha pela saída do país do bloco.
Numa disputa apertada, resultados divulgados no dia seguinte a votação deram vitória ao movimento Brexit, por mais de um milhão de votos em favor da saída do Reino Unido da União Europeia.

O resultado final do referendo foi anunciado por Jenny Watson, presidente da Comissão Eleitoral, em Manchester, em 24 de junho de 2016.

Referendo sobre a permanência do Reino Unido na União Europeia (2016)
Escolha Votos  %
Saída 17.410.742 51,89%
Permanência 16.141.241 48,11%
Votos Válidos 33.551.983 99,92%
Anulados ou brancos 26.033 0.08%
Total de votos 33.578.016 100.00
Eleitores registados e comparecimento (%) 46.499.537 72,21%
 
Resultado do referendo:
Sair:
17.410.742 (51,9%)
Permanecer:
16.141.241 (48,1%)


terça-feira, junho 23, 2026

Eduardo VIII, o rei britânico que abdicou por amor, nasceu há 132 anos

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/a3/HRH_The_Prince_of_Wales_No_4_%28HS85-10-36416%29.jpg/500px-HRH_The_Prince_of_Wales_No_4_%28HS85-10-36416%29.jpg

     

Eduardo Alberto Cristiano Jorge André Patrício David, em inglês: Edward Albert Christian George Andrew Patrick David (White Lodge, 23 de junho de 1894Neuilly-sur-Seine, 28 de maio de 1972) foi Rei do Reino Unido e dos Domínios da Commonwealth e Imperador da Índia, entre 20 de janeiro e 11 de dezembro de 1936, com o título de Eduardo VIII.

Antes da sua ascensão ao trono, Eduardo foi Príncipe de Gales, Duque da Cornualha e Rothesay. Enquando jovem, serviu nas Forças Armadas do Reino Unido durante a Primeira Guerra Mundial e realizou várias viagens ao exterior em nome de seu pai, Jorge V. Esteve envolvido com várias mulheres mais velhas e casadas, mas permaneceu solteiro até depois da sua abdicação como rei.
Eduardo tornou-se Rei com a morte de seu pai, no início de 1936. Ele mostrava-se impaciente com os protocolos da corte e a sua aparente indiferença para com as convenções constitucionais estabelecidas preocupava os políticos. Com poucos meses de reinado, ele causou uma crise constitucional ao propor casamento à socialite americana Wallis Simpson, divorciada do primeiro marido e em vias de se divorciar do segundo. Os primeiros-ministros do Reino Unido e dos domínios eram contrários ao casamento, argumentando que o povo nunca aceitaria uma mulher divorciada com dois ex-maridos vivos como rainha. Além disso, tal casamento entraria em conflito com o status de Eduardo como Governador Supremo da Igreja de Inglaterra, que proibia o casamento de pessoas divorciadas enquanto os seus ex-cônjuges ainda estivessem vivos. Eduardo sabia que o governo liderado pelo primeiro-ministro britânico Stanley Baldwin renunciaria se os planos de casamento fossem em frente, o que poderia arrastar o Rei pera uma eleição geral e arruinar o seu status de monarca constitucional politicamente neutro. Optando por não encerrar o seu relacionamento com Wallis Simpson, Eduardo acabou por abdicar, sendo sucedido pelo seu irmão Alberto, que escolheu o nome de reinado de Jorge VI. Ocupando o trono por apenas 326 dias, Eduardo foi um dos monarcas com o reinado mais curto em toda a história britânica e da Commonwealth, não chegando a ser coroado.
Após a sua abdicação, foi concedido-lhe o título de duque de Windsor. Casou-se com Wallis Simpson na França, a 3 de junho de 1937, após a confirmação do seu segundo divórcio. Nesse mesmo ano, o casal visitou a Alemanha. Durante a Segunda Guerra Mundial, ele serviu inicialmente na missão militar britânica na França, mas, após acusações de que nutria simpatias pelos nazis, ele foi designado governador das Bahamas. Com o final da guerra, nunca mais desempenhou outra função oficial, passando o resto da sua vida retirado na França.
           
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/3/37/Coat_of_Arms_of_Edward%2C_Duke_of_Windsor.svg/960px-Coat_of_Arms_of_Edward%2C_Duke_of_Windsor.svg.png
Brasão de armas de Eduardo como Duque de Windsor
    

Catarina de Bragança casou com Carlos II do Reino Unido há 364 anos

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/d/d4/Catherine_of_Braganza_-_Lely_1663-65.jpg/500px-Catherine_of_Braganza_-_Lely_1663-65.jpg
   
D. Catarina Henriqueta de Bragança (Vila Viçosa, 25 de novembro de 1638 - Lisboa, 31 de dezembro de 1705) foi princesa de Portugal e rainha consorte de Inglaterra e Escócia, por seu casamento com o rei Carlos II da casa de Stuart.
Filha do Rei D. João IV de Portugal e da sua mulher a Rainha D. Luísa de Gusmão, depois da morte da irmã mais velha, a Princesa D. Joana, assumiu o título de Princesa da Beira. Os seus irmãos foram os reis D. Afonso VI e D. Pedro II de Portugal.
 
(...)
   
Dois anos depois de aclamar, D. João IV, querendo fortificar e robustecer a soberania e a independência, procurava alianças: um dos meios era casar os filhos com príncipes e princesas estrangeiros. Catarina nem tinha oito anos e já se tratava de a casar com D. João d'Áustria, bastardo de Filipe IV de Espanha; houve ideias de a casar com o duque de Beaufort, neto de Henrique IV de França por bastardia. As negociações ficaram sem resultado. Pensou-se no casamento com Luís XIV, laço habilmente preparado pelo cardeal Mazarino para conseguir, via Portugal, obrigar a Espanha a fazer a paz com a França.
Em vida de D. João IV se trataram destas negociações com atividade, chegando a vir a Lisboa o embaixador francês conde de Cominges. Mazarino, servindo-se do engodo da promessa deste casamento, trouxe Portugal iludido, abandonando-o depois, assinando a paz com a Espanha e o contrato do casamento do rei com a infanta espanhola D. Maria Teresa de Áustria. Em 1661, sendo regente a rainha D. Luísa de Gusmão na menoridade de D. Afonso VI de Portugal, tratou-se novamente do casamento da infanta D. Catarina, sendo escolhido Carlos II da Inglaterra.

O contrato foi assinado por el-rei com todas as cerimónias legais da Inglaterra a 23 de Junho de 1661, e pelo embaixador Conde da Ponte e Marquês de Sande, Francisco de Melo e Torres, que regressou a Portugal, onde foi recebido com muita satisfação pela regente, e com muito desgosto da parte do povo, pela entrega de Tânger e Bombaim.
Em 28 de Abril de 1662 recebeu-se em Lisboa a notícia da realização do contrato, e pouco depois chegou a armada inglesa, que devia conduzir a seu bordo a nova rainha. O general comandante era Eduardo de Montaigne, Conde de Sandwich, revestido com o carácter de embaixador extraordinário. Ela partiu acompanhada do Marquês de Sande, do Conde de Pontével, Nuno da Cunha, Francisco Correia da Silva, e pessoas da corte. Antes de embarcar todos se dirigiram à Sé, onde se celebrou missa solene e Te-­Deum. Houve salvas da artilharia, repiques de sinos, pomposos ornatos nas ruas por onde passava o cortejo, o som das trombetas, charamela e outros instrumentos, tudo contribuía pare abrilhantar a festa do casamento real. Finalmente, a nova rainha entrou no bergantim real, adornado com magnificência, e navegou para bordo da nau capitania Grão-Carlos. Acompanharam as damas D. Elvira de Vilhena, condessa de Pontével, e D. Maria de Portugal, condessa de Penalva.
 
(...)
  
D. Catarina não foi uma rainha popular na Inglaterra, por ser católica, o que a impediu de ser coroada. Sem posteridade, diz-se que deixou, pelo menos, à Inglaterra, a geleia de laranja, o hábito de beber chá à tarde, além de lá ter introduzido o uso dos talheres e do tabaco.

domingo, junho 21, 2026

Joey Molland, o último sobrevivente já falecido dos Badfinger, nasceu há 79 anos...

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Joseph Charles Molland
 (Liverpool, 21 de junho de 1947St. Louis Park, 1 de março de 2025) foi um guitarrista de rock e compositor inglês, com uma carreira fonográfica que se estendeu por cinco décadas. Ele ficou mais conhecido como membro do Badfinger, a banda de maior sucesso entre os grupos com os quais tocou.

Após a morte de Mike Gibbins, em outubro de 2005, Molland tornou-se o último membro sobrevivente da formação clássica do Badfinger, até ao seu falecimento, quase vinte anos depois.

Foi o último membro vivo da banda de rock Badfinger, compostos por Pete Ham, Tom Evans e Mike Gibbins.

Molland morreu no dia 1 de março de 2025, aos 77 anos.

 

 

O Príncipe de Gales faz hoje 44 anos...!


Guilherme, Príncipe de Gales, (Guilherme Artur Filipe Luís; em inglês: William Arthur Philip Louis; Londres, 21 de junho de 1982) é um aristocrata britânico e o herdeiro aparente ao trono do Reino Unido e dos Reinos da Comunidade das Nações. É o filho mais velho do rei Carlos III com Diana, Princesa de Gales, tendo se tornado o primeiro na linha de sucessão ao trono britânico após a morte de sua avó, a rainha Isabel II, em 8 de setembro de 2022. Como membro da família real britânica, pertence à Casa de Windsor, assim como o seu irmão mais novo, o príncipe Henrique, Duque de Sussex. Guilherme casou-se com Catarina Middleton em 29 de abril de 2011, com quem tem três filhos: Jorge, Carlota e Luís de Gales.

Nascido em Londres, estudou em quatro escolas: Jane Mynors’ Nursery School, de 1985 a 1987, Wetherby School, de 1987 a 1990, Ludgrove School, de 1990 a 1995, e Eton College, de 1995 a 2000, e obteve seu bacharelado em geografia pela Universidade de St. Andrews na Escócia. O Príncipe Guilherme passou parte do seu ano sabático no Chile, Belize e em alguns países do continente africano, dedicando o seu tempo a trabalhos de caridade em prol das comunidades nativas, como a construção de casas. Guilherme recebeu treino na Real Academia Militar de Sandhurst antes de ingressar na cavalaria Blues and Royals como segundo-tenente em dezembro de 2006, sendo promovido ao posto de tenente um ano depois. Em abril de 2008, Guilherme obteve o título de piloto após completar o seu treino na Royal Force College Cranwell. Em 2009, transferiu-se para a Royal Air Force, onde foi promovido ao posto de oficial da força aérea e completou a sua formação como piloto de helicóptero de busca e salvamento. Ele serviu como piloto em tempo integral com a East Anglian Air Ambulance por dois anos, começando em março de 2015.

Guilherme desempenha funções e compromissos oficiais em nome do monarca. É patrocinador de mais de 30 organizações de caridade e militares, incluindo Tusk Trust, Centrepoint e London’s Air Ambulance Charity.  Através da Fundação Real do Príncipe e da Princesa de Gales, realiza trabalhos de caridade focados na promoção da saúde mental, conservação ambiental e trabalhadores de emergência. Em dezembro de 2014, fundou a United for Wildlife, uma organização que visa reduzir o comércio ilegal de animais selvagens em todo o mundo. Em outubro de 2020, Guilherme anunciou o lançamento do Earthshot Prize, uma iniciativa anual de £50 milhões para incentivar soluções ambientais para a próxima década.

Em 16 de novembro de 2010, a Clarence House anunciou, num comunicado de imprensa, que o príncipe Guilherme e a sua namorada, Catarina Middleton, estavam noivos, sendo depois confirmado que a cerimónia teria lugar a 29 de abril de 2011, na Abadia de Westminster, Londres. Horas antes do casamento, o príncipe Guilherme foi elevado a Duque de Cambridge, com os títulos subsidiários de Conde de Strathearn e Barão Carrickfergus. A 22 de julho de 2013, nasceu o primeiro filho do casal, Jorge de Gales, segundo na linha de sucessão britânica; em 2 de maio de 2015, nasceu Carlota de Gales; e em 23 de abril de 2018, nasceu Luís de Gales. Em abril de 2011, a revista Time selecionou Guilherme como uma das 100 pessoas mais influentes do mundo.

Após a ascensão de Carlos III ao trono em 8 de setembro de 2022, ele automaticamente se tornou Duque da Cornualha e Duque de Rothesay. No dia seguinte, ele foi nomeado Príncipe de Gales, um título reservado para o herdeiro aparente do monarca.

    
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/9/96/Coat_of_Arms_of_Prince_William_of_Wales_%282008-2011%29.svg/960px-Coat_of_Arms_of_Prince_William_of_Wales_%282008-2011%29.svg.png
    

sábado, junho 20, 2026

Nigel John Taylor, baixista dos Duran Duran, nasceu há 66 anos

        
Nigel John Taylor (Birmingham, 20 de junho de 1960) é um músico inglês, baixista e co-fundador da banda pop rock britânica Duran Duran. A banda foi uma das mais famosas do mundo nos anos 80 e 90 graças aos seus videoclipes transmitidos em sequência nos primeiros tempos da MTV.
 
Biografia
Taylor integrou o grupo desde a sua fundação, em 1978, até 1996, quando o deixou para seguir uma carreira a solo, e nos anos seguintes gravou uma dúzia de álbuns, EPs e vídeos, além de participar de diversos filmes. Retornou aos Duran Duran para uma reunião do grupo original em 2001 e continua como o seu baixista até hoje.
   
Vida pessoal
Depois de viver no auge da fama com a supermodelo dinamarquesa Renée Simonsen, com outras dezenas das mais belas mulheres modelos dos anos 80, tais como: Janine Andrews, a bond girl de Octopussy; Jody Watley, de Shalamar; Bebe Buell; a atriz australiana Virginia Hey, em 1985; a já citada modelo dinamarquesa Renée Simonsen; a atriz britânica Patsy Kensit, em 1986; Christy Turlington, a modelo do vídeo Notorious e da capa do álbum homónimo, ela tinha 16 e John 26; a fotógrafa e socialite Amanda de Cadenet, com quem teve uma filha, Atlanta, tinha ela 18 anos e John 30. Atualmente ele é casado, desde 1999, com a estilista britânica Gela Nash, que é sete anos mais velha do que ele. John Taylor é considerado pelos media internacionais, inclusive dos Estados Unidos como um dos maiores galanteadores da História da Música Mundial, pois namorou as mais belas mulheres do ShowBizz londrino, europeu e dos EUA. Teve problemas financeiros (não que abalasse totalmente sua estrutura económica) devido aos gastos de passagens aéreas de ida e volta, quase sempre de Londres para Nova York (Estados Unidos) só para visitar as suas namoradas, perdeu quase metade do património pessoal, nos anos 80 e também 90. John não foi mais além na sua carreira, não obteve mais êxito principalmente na carreira a solo, devido ao excessivo uso de cocaína nos anos 80 e diz estar vivo nos dias de hoje por um milagre e muita sorte na vida. 
 
   
 

sexta-feira, junho 19, 2026

William Golding morreu há trinta e três anos...

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Sir William Gerald Golding  (Newquay, 19 de setembro de 1911Perranarworthal, 19 de junho de 1993) foi um escritor, novelista, dramaturgo e poeta inglês, autor do best-seller O Deus das Moscas, de 1954, membro da Royal Society of Literature e vencedor do Prémio Nobel de Literatura em 1983. Em 2008, foi eleito pela revista The Times o terceiro entre os "cem maiores escritores britânicos desde 1945".
 

quinta-feira, junho 18, 2026

Música para recordar uma cantora emblemática dos anos 80...

Paul McCartney faz hoje oitenta e quatro anos...!

    
Sir James Paul McCartney (Liverpool, 18 de junho de 1942) é um cantor, compositor, baixista, guitarrista, pianista, multi-instrumentista, empresário, produtor musical, cinematográfico e ativista dos direitos dos animais britânico. McCartney alcançou fama mundial como membro da banda de rock britânica The Beatles, com John Lennon, George Harrison e Ringo Starr. Lennon e McCartney foram uma das mais influentes e bem sucedidas parcerias musicais de todos os tempos, "escrevendo as canções mais populares da história do rock". Após a dissolução dos Beatles, em 1970, McCartney lançou-se numa carreira a solo de sucessos, formou uma banda com a sua primeira mulher, Linda McCartney, os Wings. Ele também trabalhou com música clássica, eletrónica e bandas sonoras.
Em 1979, o Livro Guinness dos Recordes declarou-o como o compositor musical de maior sucesso da história da música pop mundial de todos os tempos. McCartney teve 29 composições de sua autoria no primeiro lugar das paradas de sucesso dos EUA, vinte das quais com os Beatles e as restantes na sua carreira a solo ou com o seu grupo Wings.
Paul McCartney é o canhoto e baixista mais famoso da história do rock, embora também toque outros instrumentos, como bateria, piano, guitarra, teclados, etc. É considerado como um dos mais ricos músicos de todos os tempos. Foi eleito, em 2008, o 11º melhor cantor de todos os tempos pela revista Rolling Stone. Fora seu trabalho musical, McCartney trabalha a favor dos direitos dos animais, contra o uso de minas terrestres, a favor da comida vegetariana e a favor da educação musical. Em 1997 foi publicada a biografia intitulada Many Years From Now, autorizada pelo músico e escrita pelo britânico Barry Miles. A sua empresa MPL Communications detém os direitos de autor de mais de três mil canções, incluindo todas as canções escritas por Buddy Holly.
Como os outros três membros da banda, McCartney foi agraciado, em 1966, com o título de membro da Ordem do Império Britânico. Porém, é o único membro dos Beatles a ostentar o título de "Sir", honraria que lhe foi concedida pela Rainha em 1997. 
     
 

Alison Moyet celebra hoje sessenta e cinco anos...!

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Geneviève Alison Jane Moyet (Billericay, 18 de junho de 1961) é uma cantora britânica, bastante conhecida pelo seu trabalho na dupla de synthpop Yazoo, formada no início da década de 80

   

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/9/91/Vince_Clarke_and_Alison_Moyet_of_Yazoo_%281982%29.jpg

   

 in Wikipédia

 

A última guerra entre Estados Unidos e Reino Unido começou há 214 anos

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O Capitólio dos Estados Unidos após Washington, DC ter sido queimada pelo exército britânico
  
A Guerra de 1812, ou a Guerra Anglo-Americana, foi a guerra entre os Estados Unidos da América, e o Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda e as suas colónias, incluindo o Canada Superior (Ontario), o Canadá Inferior (Quebec), Nova Escócia, Bermuda e a ilha da Terra Nova.
A Guerra decorreu entre 18 de junho de 1812 e 23 de março de 1815, embora o seu tratado de paz tenha sido assinado em 1814. O Massacre do Fort Dearborn, Indiana, em 15 de agosto de 1812, foi a "gota de água" que levou os norte-americanos à guerra contra os britânicos ao que é, hoje, reconhecida nos EUA como War of 1812 ("A Guerra de 1812," em português). A guerra terminou em status quo.
A Revolução Francesa trouxe problemas para os Estados Unidos, devido às diferenças entre as fações federalistas (admiradores da Inglaterra) e os republicanos (admiradores da França revolucionária), e a acentuação da rivalidade da França com a Inglaterra, que não tolerava a independência da ex-colónia. Além disso, os britânicos ainda tinham ligações comerciais com os sulistas.
Eles tentaram de todas as maneiras impedir os acordos entre franceses e nortistas, utilizando-se da força: apresamento de navios da ex-colónia, desafiando a soberania nacional e prejudicando as indústrias; recrutamento forçado de norte-americanos por ingleses; problemas com índios no oeste, instigados por britânicos do Canadá; e, em relação aos Estados Unidos, a tentativa de conquista da mesma, facto esse almejado por eles.
Entre 1812 e 1814 ocorreu o conflito, durante o governo do presidente James Madison. Apesar dos desastres sofridos, o Tratado de Gand, que acabou com a guerra, não promoveu modificações no mapa dos Estados Unidos. Mais, reforçou o sentimento nacionalista da população e consolidou a União.

James Madison venceu as eleições presidenciais americanas de 1808, primariamente por causa de suas habilidades em relações internacionais, em uma época onde tanto a França quanto o Reino Unido estavam à beira da declaração de guerra contra os Estados Unidos. Madison, uma vez na presidência do país, rapidamente removeu o Ato do Embargo de 1807. A França logo se propôs a terminar todos seus ataques contra navios mercantes americanos e não interferir com o comércio internacional americano. Porém, o Reino Unido continuou ativamente os ataques contra a frota mercante americana. Além disso, os britânicos passaram a fornecer grandes quantidades de suprimentos militares a nativos indígenas do sul dos Grandes Lagos, e incentivavam estes indígenas a atacarem comunidades norte-americanas e grupos de colonos norte-americanos que viajavam em direção ao oeste.
Em resposta a estes problemas, os Estados Unidos da América declararam guerra ao Reino Unido em 1812. Os habitantes do sul e do oeste do país eram em sua grande maioria a favor da guerra, uma vez que se preocupavam em defender o direito da expansão americana em direção ao oeste e o direito de ter acesso a mercados internacionais para seus produtos de exportação. Já os federalistas da Nova Inglaterra opuseram-se à guerra, e sua reputação sofreria muito ao final do conflito, causando a desintegração do partido político.
No início da guerra, os Estados Unidos rapidamente invadiram o Canadá, então colónia britânica, e capturaram diversas cidades daquele país. Os americanos incentivaram os canadianos a rebelar-se contra o Reino Unido e a juntar-se aos Estados Unidos. Porém, devido ao pouco apoio da população canadense aos ideais americanos e à mobilização de grandes quantidades de tropas britânicas no Canadá, os americanos foram obrigados a recuar. Os britânicos invadiram então os Estados Unidos, tendo ocupado diversas cidades do nordeste americano, entre elas, Washington, DC, a capital americana.
A invasão britânica da capital americana fez com que, subitamente, um grande número de pessoas passassem a querer se alistar nas forças armadas. A soberania do país estava em risco e a independência deveria ser mantida a todo custo, o governo proclamou. O avanço britânico foi parado em Baltimore, em 1814. As cenas da batalha de defesa da cidade por parte dos americanos fizeram com que Francis Scott Key, que testemunhara a batalha, escrevesse The Star-Spangled Banner, que acabaria por se tornar o hino oficial dos Estados Unidos.
A guerra terminou oficialmente em 8 de janeiro de 1815, sob os termos do Tratado de Ghent. A Batalha de Nova Orleães, porém, ocorreu após a assinatura do tratado. Esta batalha resultou em vitória para os Estados Unidos. Um dos principais comandantes americanos durante a guerra, Andrew Jackson, o general das forças americanas durante a Batalha de Nova Orleães, tornou-se imensamente popular nos Estados Unidos.
A Guerra de 1812 causou um drástico crescimento do nacionalismo e do orgulho americano. O país então acabara de resistir militarmente contra a segunda maior potência militar do mundo à época (a maior era a França napoleónica). A guerra causou um súbito aumento da moral americana - especialmente na Batalha de Nova Orleães. Os britânicos, segundo o tratado de paz, comprometeram-se a parar com seus ataques contra navios mercantes americanos, e um período de paz, de expansão territorial, de isolacionismo e do fortalecimento da economia do país, seguiu-se-lhe. Este período ficaria conhecido como Era do Bem Sentir.
  

Hoje é preciso ouvir Paul McCartney...

Is This Love?

terça-feira, junho 16, 2026

John Snow, famoso médico inglês, morreu há 168 anos

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John Snow (York15 de março de 1813 – Londres16 de junho de 1858) foi um médico inglês, considerado pai da epidemiologia moderna. Em 1853 receberia o título de sir, após ter anestesiado a rainha Vitória no parto, sem dor, do seu oitavo filho, Leopoldo de Albany, facto que ajudou a divulgar a técnica entre os médicos da época.
Demonstrou que o cólera era causado pelo consumo de águas contaminadas com matérias fecais, ao comprovar que os casos dessa doença se agrupavam nas zonas onde a água consumida estava contaminada com fezes, na cidade de Londres, no ano de 1854. Nesse ano cartografou num mapa do distrito do Soho os poços de água, localizando como culpado o poço existente em Broad Street, em pleno coração da epidemia. Snow recomendou à comunidade fecha-lo, com o que foram diminuindo os casos da doença. Este episódio é considerado como um dos exemplos mais precoces no uso do método geográfico para a descrição de casos de uma epidemia.

O trabalho realizado por John Snow na Inglaterra ajudou a romper com os paradigmas existentes em uma época em que ainda predominava uma forte crença na teoria miasmática da doença, também denominada "teoria anti-contagionista". Mais ainda, Snow assentou as bases teórico-metodológicas do "método epidemiológico", o qual tem sido utilizado através da história tanto para a investigação das causas, como para a solução das fontes de todas as doenças transmissíveis. Mais recentemente, usa-se esse método para a investigação de todos os problemas de saúde e doença que afetem às comunidades humanas.


A Aliança Luso-Britânica faz hoje 643 anos

(imagem daqui)
         
A Aliança Luso-Britânica, em Portugal conhecida vulgarmente como Aliança Inglesa, entre Inglaterra (sucedida pelo Reino Unido) e o Reino de Portugal é a mais antiga aliança diplomática do mundo ainda em vigor. Foi assinada em 1373 - em plena Idade Média, portanto. Os portugueses, em geral, queixam-se de que tal aliança foi sempre mais proveitosa para os ingleses, enquanto potência internacional de maior força económica e política. Contudo, há que não esquecer o período, após os Descobrimentos, em que Portugal era assumidamente uma potência internacional de maior influência. Hoje em dia, a aliança já não é, praticamente, invocada, embora ainda que se mantenha. Ao longo da história de Portugal, contudo, teve importantes consequências, ao colocar o país frente às tropas napoleónicas, devido à rejeição lusa do Bloqueio Continental, incompatível com os termos desta aliança. No período pós-guerra, a Inglaterra manteve um largo contingente militar e determinados privilégios em território português.
     
Idade Média
A ajuda inglesa à Casa de Avis foi o primeiro patamar de um conjunto de ações de cooperação com Inglaterra que viriam a ser de extrema importância na política externa portuguesa por mais de 500 anos. Em 12 de maio de 1386, o Tratado de Windsor reafirmava uma aliança que já tivera o seu gérmen em 1294, e que fora confirmada em Aljubarrota, com um pacto de amizade perpétua entre os dois países. João de Gant duque de Lencastre, filho de Eduardo III de Inglaterra, e teve o apoio português nas suas tentativas de ascender ao trono de Castela, apesar de D. Fernando I também o reclamar para si. Pelo Tratado de Tagilde, de 10 de julho de 1372, os dois pretendentes decidem unir esforços contra o mesmo rival, deixando para depois qualquer decisão quanto às pretensões ao trono. Contudo, desta união resultou apenas uma derrota, que se viria a repetir em 1385, com compensação financeira para João de Gante por parte do seu rival, Henrique da Trastâmara. Portugal tinha reafirmado a aliança pelo Tratado de Londres, de 16 de junho de 1373, considerado por alguns autores como o seu fundamento jurídico, mas ratificado em Windsor.
João de Gante deu, entretanto, a mão de sua filha, Filipa de Lencastre, a D. João I - ato que selou a aliança política. A influência de Filipa de Lencastre foi notável, tanto no ponto de vista da sua descendência (a Ínclita Geração) bem como pela sua intervenção no que diz respeito às relações comerciais entre Portugal e Inglaterra, incentivando as importações de bacalhau e vestuário de Inglaterra e a exportação de cortiça, sal, vinho e azeite, a partir dos armazéns do Porto.
    
Entre os séculos XVII e XIX 
Após a Restauração, o tratado de 1642 reafirmou a amizade recíproca entre os dois reinos, e concedeu liberdade de comércio aos ingleses nos domínios de Portugal. Em 1661, foi assinado o tratado de Paz e Aliança entre Portugal e a Grã-Bretanha, marcando o início da predominância económica inglesa sobre Portugal e suas colónias. Ficou acordado o casamento de Carlos II de Inglaterra com D. Catarina de Bragança, entregando-se aos ingleses as cidades de Tânger em Marrocos e Bombaim na Índia e Colombo em Ceilão.
O Tratado de Methuen, em 1703, deu livre entrada aos lanifícios ingleses em Portugal e redução das tarifas impostas à importação de vinhos portugueses em Inglaterra.
Outros episódios que marcaram a aliança foram, por exemplo, a Guerra da Sucessão Espanhola, em que Portugal começou por estar ao lado de França, em conjunto com o Duque de Saboia, mas voltando a reunir-se ao seu aliado depois da Batalha de Blenheim. Para Portugal, contudo, teve maior importância as implicações da aliança para o desencadear das Invasões francesas e para a resposta militar que permitiria recuperar a independência com a ajuda militar inglesa, cuja frota acompanhou a família real para o Brasil.
Em consequência da divisão de África pelas potências europeias, as relações entre Portugal e o Reino Unido entraram em crise, agravada pelo Ultimato, que gerou uma forte reação patriótica contra os britânicos.
    
Século XX
Durante o século XX, o tratado voltou a ser invocado por diversas vezes:
  • As tropas portuguesas participaram na Campanha de França, na I Guerra Mundial, depois da solicitação, por parte da Grã-Bretanha, da requisição de todos os navios alemães em portos portugueses - o que motivou a declaração de guerra da Alemanha a Portugal, em 9 de março de 1916.
  • Durante a II Guerra Mundial, apesar da neutralidade portuguesa, a aliança foi invocada para o estabelecimento de bases militares nos Açores.
  • Em 1961, durante a ocupação da Índia Portuguesa (Goa, Damão e Diu) pela União Indiana, o Reino Unido limitou-se a mediar o conflito, o que levou Salazar a considerar a aliança numa crise insanável.
     
Atualidade
Hoje em dia, como os dois países são membros da NATO, sendo as suas relações mais coordenadas por essa instituição do que pelos pontos previstos nos diversos tratados que formam a totalidade da Aliança.
       

domingo, junho 14, 2026

O incêndio na torre Grenfell foi há nove anos...

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O incêndio na torre Grenfell ocorreu em Londres, no dia 14 de junho de 2017, e destruiu inteiramente o imóvel denominado Grenfell Tower, um prédio residencial popular de 24 andares, com 127 apartamentos, situado em North Kensington - uma área em franco processo de gentrificação (elitização).

72 pessoas morreram no incêndio.

 

Reação

A então primeira-ministra britânica, Theresa May, anunciou que seria disponibilizado o montante de 5 milhões de libras esterlinas (cerca de 5,7 milhões de euros) para ajuda de emergência às vítimas do incêndio.

No dia 17 de junho, no Palácio de Buckingham, a rainha Isabel II, acompanhada pelo marido, o Duque de Edimburgo, participou do minuto de silêncio em memória às vítimas do incêndio. A rainha, num comunicado, declarou ser difícil evitar o ânimo sombrio vivido no Reino Unido, depois das tragédias vividas ao longo daquele ano, como os atentados terroristas e o incêndio na Grenfell Tower.

Do Vaticano, o Papa Francisco enviou as suas condolências ao arcebispo de Westminster, destacando o trabalho e a "valentia" das equipes de emergência, no atendimento às vítimas.

 

Causas

Desde o incêndio, muitas pessoas criticaram a gestão do edifício, considerada negligente, principalmente por se tratar de habitação social, sendo que alertas sobre o perigo de incêndios foram ignorados durante anos.

Especialistas questionaram o revestimento do edifício, colocado em 2015, pois continha polietileno, o que poderia explicar a rapidez com que se propagou o fogo. Segundo o jornal The Times, a utilização daquele tipo de revestimento já era proibida nos Estados Unidos, para edifícios com mais de 12 metros de altura.

 

Consequências

Pelo menos 12 dos cerca de 1300 bombeiros que combateram o incêndio foram posteriormente diagnosticados com cancro terminal. De acordo com os relatórios médicos, os tipos de cancros mais detetados foram cancros digestivos e leucemia.

Também acidentes vasculares cerebrais, doenças cardíacas e insuficiência renal foram detetados em pessoas envolvidas no incidente, quer no combate, no socorro ou vítimas e moradores do prédio.

Alguns dos bombeiros que estiveram no local do desastre usaram as fardas, contaminadas, durante mais de 10 horas, enquanto outros estiveram fechados numa cave cheia de fumo durante seis horas.

As análises efetuadas aos detritos do prédio, encontrados num raio de até 200 metros da torre, revelaram a existência de concentrações elevadas de produtos químicos cancerígenos.

Em 4 de setembro de 2024, o relatório final de tragédia disse que o incêndio na Torre Grenfell foi o resultado de "décadas de falhas" por parte do governo e de órgãos do setor da construção, que transformaram o edifício numa "armadilha mortal".

 

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