sexta-feira, abril 03, 2026
Hoje é dia de ouvir a música de Leona Lewis...
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Leona Lewis comemora hoje quarenta e um anos
Postado por Fernando Martins às 00:41 0 comentários
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Graham Greene morreu há trinta e cinco anos...
Biografia
Formou-se na Universidade de Oxford, e começou a sua carreira como jornalista trabalhando como repórter e subeditor do The Times. Publicou cerca de 60 romances.
Ao longo de sua vida, Greene esteve em vários países bem distantes da Inglaterra, aos quais ele se referia como lugares selvagens e remotos do mundo. Em 1935, visitou a África (especialmente Serra Leoa e Libéria), onde, além de buscar material para seus artigos do Times e para um futuro livro (Journey Without Maps), também prestou serviços à Anti-Slavery and Aborigines' Protection Society
As viagens o levaram a ser recrutado pelo MI6, o serviço secreto britânico, por meio de sua irmã, Elisabeth, que trabalhava para a organização, e ele foi enviado para Serra Leoa durante a Segunda Guerra Mundial. Assim, de 1941 a 1943, ele trabalhou para a inteligência britânica, em Freetown. Muitos de seus romances, a partir de então, tiveram como tema ou pano de fundo a espionagem. Kim Philby (que posteriormente descobriu-se ser um agente duplo, ao serviço da KGB) era seu supervisor no MI6 e seu amigo. Posteriormente, Greene escreveria o prefácio do livro de memórias de Philby, My Silent War (1968).
Nos seus romances, o escritor retrata pessoas que encontrou e lugares onde viveu. Deixou a Europa pela primeira vez aos 30 anos de idade, em 1935, rumo à Libéria. Essa viagem seria a inspiração para o livro Journey Without Maps. A sua viagem ao México, em 1938, para observar os efeitos da campanha anticatólica do governo, que promovia a secularização forçada, foi paga pela editora Longman e assunto de dois livros.
O seu primeiro livro de sucesso foi O Expresso do Oriente (1932). Dentre outras obras, incluem-se O Poder e a Glória (1940), Our Man in Havana (1958, "O Nosso Agente em Havana") e O Fator Humano (1978). Muitas de suas obras foram transformadas em filmes, como por exemplo O Ídolo Caído. As suas obras falam muito de situações políticas de países pouco conhecidos e aos quais viajava frequentemente, como Cuba e Haiti.
Outra temática frequente na sua obra era a religião. Tendo-se convertido ao catolicismo, em 1926, os dilemas morais e espirituais de sua época eram representados por intermédio das suas personagens. Graham Greene era considerado o maior 'escritor católico' da Grã-Bretanha, apesar da sua resistência em ser retratado dessa maneira.
Existem peças teatrais de sua autoria, como The Complaisant Lover, 1959, The potting shed, 1956–1957, The linving room, 1958, e Carving a statue, 1964. Foi também autor de quatro livros infantis.
Postado por Fernando Martins às 00:35 0 comentários
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quinta-feira, abril 02, 2026
O pintor pré-rafaelita William Holman Hunt nasceu há 199 anos...
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A Guerra das Malvinas começou há quarenta e quatro anos...
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segunda-feira, março 30, 2026
Eric Clapton comemora hoje 81 anos
Eric Patrick Clapton (Ripley, 30 de março de 1945) é um guitarrista, cantor e compositor britânico. Apelidado de Slowhand, foi considerado o segundo melhor guitarrista da história pela revista norte-americana Rolling Stone.
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A avó de Carlos III, a Rainha-Mãe Isabel, morreu há vinte e quatro anos...

Postado por Fernando Martins às 00:24 0 comentários
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Hoje é dia de ouvir a voz e guitarra de Eric Clapton...!
Postado por Pedro Luna às 00:08 0 comentários
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quinta-feira, março 26, 2026
Don't Let's Be Beastly To The Germans...
Postado por Pedro Luna às 05:30 0 comentários
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Noel Coward morreu há cinquenta e três anos...
Postado por Fernando Martins às 00:53 0 comentários
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quarta-feira, março 25, 2026
O Reino Unido decidiu abolir o tráfico de escravos há 219 anos
Postado por Fernando Martins às 02:19 0 comentários
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segunda-feira, março 23, 2026
William Smith, o fundador da cartografia geológica na Inglaterra, nasceu há 257 anos
Postado por Fernando Martins às 02:57 0 comentários
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domingo, março 22, 2026
Andrew Lloyd Webber - 78 anos
Andrew Lloyd Webber, Barão Lloyd-Webber (Londres, 22 de março de 1948) é um compositor e produtor musical britânico, oriundo de uma família de músicos e por muitos considerado um dos compositores teatrais de maior renome do fim do século XX.
É autor de obras que mantiveram com grande êxito tanto na Broadway como no West End. Durante a sua carreira, produziu quinze musicais, dois filmes, entre outras obras, tendo acumulado ainda um número de honrarias e prémios, incluindo sete Tony Awards, três Grammy Awards, um Óscar, um Emmy Award, seis Olivier Awards e um Golden Globe Award. Várias das suas músicas, notavelmente "I Don't Know How to Love Him" de Jesus Christ Superstar, "Don't Cry for Me, Argentina", de Evita, "Memory" de Cats, e "The Music of the Night" de O Fantasma da Ópera tomaram grande amplitude e reconhecimento mundial lhe rendendo inúmeros prémios e uma fortuna estimada em mais de 700 milhões de libras.
A sua empresa, a Really Useful Group, é uma das maiores operadoras de teatro em Londres. Produziu em várias partes do Reino Unido, incluindo turnês nacionais dos musicais de Lloyd Webber sob licença do Really Useful Group. Lloyd Webber é também o presidente da Arts Educational Schools London, uma escola de artes cénicas de prestígio localizado em Chiswick, a oeste de Londres.
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Postado por Fernando Martins às 07:08 0 comentários
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sexta-feira, março 20, 2026
Hoje é dia para ouvir Franz Ferdinand ...!
Postado por Pedro Luna às 05:40 0 comentários
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Alex Kapranos, o vocalista dos Franz Ferdinand, faz hoje cinquenta e quatro anos
Alex Kapranos (nascido Alexander Paul Kapranos Huntley, 20 de março de 1972, Almondsbury, Gloucestershire, Inglaterra) é um músico britânico, mais conhecido pelo trabalho como vocalista e guitarrista da banda Franz Ferdinand.
Alex Kapranos, filho de pai grego e mãe inglesa, passou a infância em Sunderland e South Shields, Reino Unido, cidade natal de sua mãe e passava as férias de verão na Grécia, terra de seu pai. Huntley é o nome de solteira de sua mãe, ele passou a usar este nome temendo sofrer discriminação devido ao seu sobrenome grego enquanto ainda fazia a escola e acabara de se mudar para a Escócia. A sua mãe insistiu em colocar o nome "Paul" como seu nome do meio pois ela era muito fã de Paul McCartney.
Em 1980 ele mudou-se junto com sua família para Edimburgo seguindo depois para Glasgow, em 1984. Quando tinha 17 anos, Alex foi a Universidade de Aberdeen para estudar Teologia. Ele continuou seus estudos em diferentes universidades, como a de Strathclyde em Glasgow. No início dos anos 90, ele era ativo na cena musical da cidade, organizando noites com música ao vivo no 13th Note, um clube de culto de Glasgow.
Tendo trabalhado como chefe de cozinha, bartender, professor no Instituto de Tecnologia do Anniesland College, entregador de comida indiana e em vários outros empregos, Alex também se juntou à populares bandas de Glasgow, como o The Amphetameanies, The Yummy Fur (Alex entrou na banda em 1998, e não participou de nenhum álbum), e o The Karelia.
Alex depois resolveu tirar o "Huntley" de seu nome, e formou, em 2001 a banda Franz Ferdinand, junto com Bob Hardy que havia sido garçon junto com ele, Nick McCarthy que acabara de conhecer em uma festa e Paul Thomson ex-baterista dos The Yummy Fur. Franz Ferdinand começou a receber atenção internacional com o lançamento do single Take Me Out. A banda recebeu prémios importantes como o Ivor Novello, Mercury Music Prize, Brit Awards.
Alex tem asma e é alérgico a amendoins (que ele compara com arsénico). Escreve para o The Guardian, na coluna Soundbites que conta suas aventuras culinárias com Franz Ferdinand, recentemente lançou um livro de gastronomia juntando todas as colunas publicadas no jornal e mais algumas inéditas, chamado Mordidas Sonoras (Conrad, 2007).
Alex namorou por alguns anos com a também cantora Eleanor Friedberger (a quem dedicou a música Eleanor Poot Your Boots On). Há alguns anos, vive com a francesa Clara Luciani, com quem regravou o clássico Summer Wine. Clara está grávida do primeiro filho do casal.
Postado por Fernando Martins às 00:54 0 comentários
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quinta-feira, março 19, 2026
David Livingstone nasceu há 213 anos
David Livingstone foi um pastor que nasceu em Blantyre, a sul de Glasgow, em 19 de março de 1813. Aos 10 anos começou a trabalhar na fábrica local de algodão, com aulas na escola à noite. Em 1834, perante os apelos da Igreja Presbiteriana, que queria mandar missionários para a China, decidiu preparar-se para assumir essa função. Em 1836, começou a estudar grego, medicina e teologia em Glasgow, na Escócia e decidiu tornar-se um missionário médico. Em 1841, foi colocado à beira do deserto do Kalahari, na África Austral. Em 1845, casou-se com Mary Moffat, filha de um colega missionário.
Livingstone sentiu-se fascinado pela missão de chegar a novos povos no interior da África e apresentá-los ao cristianismo, bem como libertá-los de escravidão. Foi isso que inspirou suas explorações. Em 1849 e 1851, viajou por todo o deserto do Kalahari, na segunda visita ao rio Zambeze. Em 1842, começou uma expedição de quatro anos para encontrar uma rota a partir do Alto Zambeze à costa. Essa enorme expedição contribuiu para o preenchimento das lacunas do conhecimento ocidental sobre a África central e do sul. Em 1855, Livingstone descobriu uma espetacular catarata ou cachoeira, a qual chamou de Cataratas Vitória (Victoria Falls). Chegou também à foz do Rio Zambeze sobre o Oceano Índico, em Maio de 1856, tornando-se o primeiro europeu a atravessar a largura da África meridional.
David Livingstone não foi o primeiro, mas foi certamente o maior explorador da África. Quando embarcou pela primeira vez para o continente negro, em 1841, pretendia atuar principalmente como missionário. Constatou logo que as missões em território pouco povoado não seriam promissoras, se não viajasse muito e visitasse os "selvagens" – como os negros eram chamados pelos colonizadores. Ao todo, percorreu 48 000 km em terras africanas. Numa aventura de mais de 15 anos, atravessou duas vezes o deserto do Kalahari, navegou o rio Zambeze de Angola até Moçambique, procurou as fontes do rio Nilo, descobriu as cataratas Vitória e foi o primeiro europeu a atravessar o lago Tanganica. Cruzou Uganda, a Tanzânia e o Quênia. Andava a pé, em carros de boi e em canoas. Nas aldeias, tratava dos doentes, conquistando assim a amizade dos nativos.
Combateu, desde o início, o tráfico de escravos que, embora proibido no império britânico desde 1833, ainda era praticado pelos portugueses e árabes. O objetivo de Livingstone era levar o livre comércio, o cristianismo e a civilização para o interior do continente africano.Durante sua atividade missionária, ele ouvira falar de regiões frutíferas além do deserto de Kalahari. Em 1849, partiu com a família e um amigo em direção ao norte. Enfrentou o calor inclemente e a escassez de água do deserto, até descobrir o lago Ngami – seu primeiro êxito de descobridor. De 1852 a 1856, viajou pelo rio Zambeze, cruzando quase todo continente africano, de leste a oeste.
De volta à Inglaterra, Livingstone publicou, em 1857, o livro Viagens missionárias e pesquisas na África do Sul, que virou best-seller. Famoso, passou a trabalhar para o governo britânico. A serviço da Royal Geographical Society, partiu em 1865 à procura da nascente do rio Nilo. Foi atacado impiedosamente pela malária, sua "companheira" de viagens. Além disso, ele se encontrava numa região completamente desconhecida e hostil. Muitas tribos o viam como traficante de escravos. Sua esposa morreu de malária em 1862, um amargo golpe e em 1864 ele foi convocado pelo governo a retornar trazendo os resultados de suas viagens.
Na sua penúltima expedição, partiu de Zanzibar, na costa oriental da África, e queria chegar ao lago Niassa. Abandonado pelos guias africanos, que fugiram com a comida e os remédios, e enfraquecido pela malária, o explorador chegou à aldeia de Ujiji, na margem tanzaniana do lago Tanganica. Na Europa, a estas alturas, ele já era dado como desaparecido. Supunha-se que estivesse mortalmente enfermo nas selvas africanas ou tivesse sido assassinado. Só nos Estados Unidos ainda se acreditava encontrá-lo vivo. Esta expedição durou de 1866 até a morte de Livingstone em 1873.
Em março de 1871, o editor James Gordon Bennett encarregou o jornalista Henry Morton Stanley, correspondente em Madrid do jornal New York Herald, a procurar Livingstone, de quem não se tinha nenhuma notícia há vários meses, e contar sua história. Com o auxílio de 200 carregadores, o repórter finalmente encontrou o explorador, aos 58 anos de idade e esqueleticamente magro em Ujiji, às margens do Lago Tanganica, na atual região tanzaniana de Kigoma. Este encontro se deu entre a segunda quinzena do mês de outubro e a primeira quinzena do mês de novembro de 1871, sendo que não há uma data exata, já que o diário de Livingstone sugere que o encontro aconteceu entre os dias 24 e 28 de outubro de 1871, enquanto que o diário de Stanley afirma que o encontro ocorreu no dia 10 de novembro de 1871. No momento em que os dois se encontraram, Henry Morton Stanley proferiu a famosa e sarcástica frase: "Dr. Livingstone, Eu presumo?", tendo Livingstone respondido: "Sim, e eu me sinto grato por eu estar aqui para recebê-lo".
Depois de recuperar suas forças com os alimentos e remédios levados pelo jornalista, Livingstone acompanhou Stanley em viagens ao extremo norte do lago Tanganica. Quando se preparava para retornar aos EUA, Stanley insistiu para que o explorador voltasse à Inglaterra, porém o fanático pesquisador resistiu. Passou seus últimos dias de vida errante na região do lago Bangweulu, na atual Zâmbia.
Por muitos anos sua saúde demonstrava fragilidade, vindo a falecer no dia 1 de maio de 1873. Os nativos encontraram David Livingstone morto e ajoelhado ao lado da cama, na aldeia do chefe tribal Chitambo, localizada no norte do distrito zambiano de Serenje, a cerca de 100 km a sudeste do lago Bangweulu.
David Livingstone morreu por disenteria e malária, orando. Os seus auxiliares de confiança Chuma, Suza Mniasere e Vchopere, enterraram o seu coração e as suas vísceras debaixo de uma árvore, onde em 1902 foi erguido o atual Memorial Livingstone. Depois disso, eles lavaram o corpo de Livingstone com sal e aguardente e puseram-no a secar ao sol.
Envolto numa manta de lã e dentro de uma caixa de casca de árvore, o corpo de Livingstone foi levado pelos seus auxiliares até Bagamoyo, de onde o corpo foi levado de navio até ao Reino Unido. Livingstone foi o primeiro a descrever a geografia, a estrutura social, os animais e as plantas do continente africano. Contudo, seu trabalho como missionário teve menor êxito do que o de descobridor. Hoje, os restos mortais do explorador (exceto o coração e as vísceras) estão numa sepultura na Abadia de Westminster, em Londres.
Postado por Fernando Martins às 21:30 0 comentários
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segunda-feira, março 16, 2026
Caroline Herschel nasceu há 276 anos
Caroline Lucretia Herschel (Hanover, 16 de março de 1750 - Hanover, 9 de janeiro de 1848) foi uma astrónoma germano-britânica.
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domingo, março 15, 2026
John Snow, médico anestesista e epidemiologista, nasceu há 213 anos
Postado por Fernando Martins às 21:30 0 comentários
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John Bull morreu há 398 anos...
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sexta-feira, março 13, 2026
Adam Clayton, baixo dos U2, faz hoje 66 anos
Postado por Fernando Martins às 06:06 0 comentários
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