| “ | Na Natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma. | ” |
| “ | Não bastará um século para produzir uma cabeça igual à que se fez cair num segundo. | ” |
O Curso de Geologia de 85/90 da Universidade de Coimbra escolheu o nome de Geopedrados quando participou na Queima das Fitas. Ficou a designação, ficaram muitas pessoas com e sobre a capa intemporal deste nome, agora com oportunidade de partilhar as suas ideias, informações e materiais sobre Geologia, Paleontologia, Mineralogia, Vulcanologia/Sismologia, Ambiente, Energia, Biologia, Astronomia, Ensino, Fotografia, Humor, Música, Cultura, Coimbra e AAC, para fins de ensino e educação.
| “ | Na Natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma. | ” |
| “ | Não bastará um século para produzir uma cabeça igual à que se fez cair num segundo. | ” |
Postado por Fernando Martins às 00:28 0 comentários
Marcadores: França, guilhotina, Lavoisier, pena de morte, Química, Revolução Francesa, terror
“They Are Dead Now”: Eulogy for Sacco and Vanzetti
This isn’t a poem
This is two men in grey prison clothes.
One man sits looking at the sick flesh of his hands—hands that haven’t worked for seven years.
Do you know how long a year is?
Do you know how many hours there are in a day
when a day is twenty-three hours on a cot in a cell,
in a cell in a row of cells in a tier of rows of cells
all empty with the choked emptiness of dreams?
Do you know the dreams of men in jail?
They are dead now
The black automatons have won.
They are burned up utterly
their flesh has passed into the air of Massachusetts their dreams have passed into the wind.
“They are dead now,” the Governor’s secretary nudges the Governor,
“They are dead now,” the Superior Court Judge nudges
the Supreme Court Judge,
“They are dead now” the College President nudges
the College President
A dry chuckling comes up from all the dead:
The white collar dead; the silkhatted dead;
the frockcoated dead
They hop in and out of automobiles
breathe deep in relief
as they walk up and down the Boston streets.
they are free of dreams now
free of greasy prison denim
their voices blow back in a thousand lingoes
singing one song
to burst the eardrums of Massachusetts
Make a poem of that if you dare!
John Dos Passos
Postado por Pedro Luna às 22:22 0 comentários
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Postado por Pedro Luna às 13:13 0 comentários
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Postado por Fernando Martins às 09:09 0 comentários
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Postado por Fernando Martins às 07:21 0 comentários
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Nascido em Versalhes, recebeu o título de Duque de Berry. Após a morte repentina do seu pai Luís Fernando, tornou-se o novo herdeiro da França em 1765, e coroado rei aos 19 anos. A primeira parte de seu reinado foi marcada por tentativas de reformar a França, de acordo com os ideais iluministas. Estes incluíram esforços para abolir a servidão, remover a taille, e aumentar a tolerância em relação aos protestantes. A nobreza francesa reagiu com hostilidade às reformas propostas, e se opôs com sucesso a sua implementação. Em seguida ocorreu o aumento do descontentamento entre as pessoas comuns. Em 1776, Luís XVI apoiou ativamente os colonos norte-americanos, que buscavam sua independência da Grã-Bretanha, que foi realizada no Tratado de Paris de 1783.
A dívida e crise financeira que vieram em seguida contribuíram para a impopularidade do Antigo Regime, que culminou no Estado Geral de 1789. O descontentamento entre os membros das classes média e baixa da França resultou em reforçada oposição à aristocracia francesa e à monarquia absoluta, das quais Luís e sua esposa, a rainha Maria Antonieta, eram vistos como representantes. Em 1789, a tomada da Bastilha, durante os distúrbios em Paris, marcou o início da Revolução Francesa. A indecisão e conservadorismo de Luís levaram algumas perceções ao povo da França em vê-lo como um símbolo da tirania do Antigo Regime, e sua popularidade se deteriorou progressivamente. A sua desastrosa fuga de Varennes, em junho de 1791, quatro meses antes da monarquia constitucional ser declarada, parecia justificar os rumores de que o rei amarrou suas esperanças de salvação política nas perspetivas de alguma invasão estrangeira. Sua credibilidade foi extremamente comprometida. A abolição da monarquia e a instauração da república tornaram-se possibilidades cada vez maiores.
Em um contexto de guerra civil e internacional, o rei foi suspenso e preso na época da insurreição de 10 de agosto de 1792, um mês antes da monarquia constitucional ser abolida e a Primeira República Francesa ser proclamada em 21 de setembro. Foi julgado pela Convenção Nacional (auto-instituída como um tribunal para a ocasião), considerado culpado de alta traição e executado na guilhotina em 21 de janeiro de 1793 como um cidadão francês dessacralizado conhecido como "Cidadão Luís Capeto", um apelido em referência a Hugo Capeto, o fundador da dinastia capetiana - que os revolucionários interpretavam como o seu nome de família. Depois de inicialmente considerado tanto um traidor como um mártir, historiadores franceses têm adotado uma visão geral diferente de sua personalidade e papel como rei, descrevendo-o como um homem honesto, impulsionado por boas intenções, mas que não estava à altura da tarefa hercúlea que teria sido uma profunda reforma da monarquia. Foi o único rei da França na história a ser executado e a sua morte pôs fim a mais de mil anos de monarquia francesa contínua.
Postado por Fernando Martins às 00:27 0 comentários
Marcadores: guilhotina, Luís XVI, Monarquia, pena de morte, Revolução Francesa
Soneto de la dulce queja
Tengo miedo a perder la maravilla
de tus ojos de estatua y el acento
que de noche me pone en la mejilla
la solitaria rosa de tu aliento.
Tengo pena de ser en esta orilla
tronco sin ramas; y lo que más siento
es no tener la flor, pulpa o arcilla,
para el gusano de mi sufrimiento.
Si tú eres el tesoro oculto mío,
si eres mi cruz y mi dolor mojado,
si soy el perro de tu señorío,
no me dejes perder lo que he ganado
y decora las aguas de tu río
con hojas de mi otoño enajenado.
Postado por Fernando Martins às 00:09 0 comentários
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Postado por Fernando Martins às 00:23 0 comentários
Marcadores: canibalismo, direitos humanos, ditadores, Idi Amin, pena de morte, Uganda
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No 13 de fevereiro de 1917 foi presa pelas autoridades francesas no seu quarto, no hotel Elysèe Palace, em Paris; ela pediu que lhe dessem tempo para tomar banho e mudar de roupa, mas depois de alguns minutos, voltou completamente nua e repartindo chocolates com os seus captores, num capacete prussiano que um de seus amantes alemães lhe dera anos antes, numa ação inútil para os tentar dissuadir. Foi acusada de espionagem, de ser uma agente dupla para a Alemanha e de ter sido a causa da morte de milhares de soldados. O seu amante, Vadim Maslov, falou dela em termos de "mulher aventureira", uma vez que soube de sua detenção.
Foi levada a julgamento na França, em 24 de julho de 1917, durante o qual vieram à tona muitas das mentiras e enganos que ela havia contado sobre a sua vida, o que foi usado para desacreditá-la.
Foi condenada por espionagem e traição sem provas conclusivas e baseadas em hipóteses não comprovadas que hoje (início do século XXI) seria insustentável num julgamento moderno. De facto, uma associação de sua cidade pediu ao Ministério da Justiça da França uma revisão póstuma do caso, mas este pedido não foi atendido.
Foi executada por um pelotão de fuzilamento na fortaleza de Vincennes, em 15 de outubro de 1917. A lenda sustenta de que o esquadrão teve que usar vendas para evitar que eles sucumbissem ao seu charme. No entanto, os factos comprovados são que ela se recusou a ter os olhos enfaixados e, que ao atarem-na ao poste, lançou um beijo de despedida a seus executores e que, dos 12 soldados que constituíram o pelotão de fuzilamento, apenas quatro tiros a atingiram: dois em suas pernas e dois em seu peito, um deles atingindo seu coração, causando a sua morte instantânea. O comandante, como foi organizado nestes casos, aproximou-se dela e deu-lhe um tiro de misericórdia na têmpora, para ter a certeza de que ela morrera. A notícia correu pelo mundo. Na verdade, há uma narrativa jornalística escrita pelo jornalista britânico Henry Wales que detalha esse dramático momento, descrevendo a expressão de seu rosto, a maneira como caiu e a disposição final de seu corpo no chão.

O seu corpo, que não foi sepultado, foi dissecado e usado nas aulas de anatomia dos alunos da Faculdade de Medicina Francesa, como foi feito com aqueles executados na época, mas a sua cabeça, embalsamada, permaneceu no Museu de Criminosos da França até 1958, ano em que desapareceu, supostamente roubada por um admirador.
Postado por Fernando Martins às 00:15 0 comentários
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William Kemmler (Boston, 9 de maio de 1860 - Auburn, 6 de agosto de 1890) foi a primeira pessoa a ser executada numa cadeira elétrica.
Vida
Os seus pais eram imigrantes da Alemanha e ambos eram alcoólicos. Depois de abandonar a escola aos 10 anos, incapaz de ler ou escrever, Kemmler trabalhou no talho do seu pai.
Após a morte de seus pais, ele entrou no negócio de vendas e ganhou dinheiro suficiente para comprar um cavalo e uma carroça. Nesse ponto, porém, ele também estava se tornando um grande bebedor. Num episódio envolvendo-o e aos seus amigos, após uma série de bebedeiras, ele disse que conseguia pular o cavalo e a carroça por cima de uma cerca de dois metros e meio, com a carroça presa ao cavalo. A tentativa foi um fracasso. Ele era conhecido pelos amigos como "Philadelphia Billy", e as suas bebedeiras eram muito conhecidas nos bares do seu bairro em Buffalo.
Após ter assassinado à machadada Tillie Ziegler, a sua companheira, a 29 de março de 1889, Kemmler foi condenado à morte.
Execução
Anteriormente, em 1 de janeiro de 1889, havia entrado em vigor uma lei que previa a execução por eletricidade; este método foi considerado menos cruel do que o enforcamento que era habitual até então. A ideia da eletrocussão remonta a Thomas Alva Edison e seus associados. Com o fornecimento de corrente contínua que ofereciam, eles estavam em forte concorrência com a corrente alternada desenvolvida por Nikola Tesla e comercializada por George Westinghouse. Edison e seus colaboradores, portanto, usaram corrente alternada para matar vários animais em experiências públicas durante anos, para demonstrar que era mais perigoso.
Os advogados de defesa de Kemmler tentaram em vão impedir a execução, argumentando que a eletrocussão era cruel. Ele também foi apoiado por Westinghouse, mas Edison pronunciou-se a favor da execução, a fim de enfatizar mais uma vez o perigo da corrente alternada.
Kemmler foi executado na Prisão Auburn (Auburn Correctional Facility) às 06.00 do dia 6 de agosto de 1890. A princípio tentaram realizar a execução com uma voltagem elétrica de 1000 volts, mas quando a eletricidade foi desligada após 17 segundos, Kemmler ainda estava vivo. Portanto, a tensão foi aumentada para 2000 volts. Durante o procedimento, Kemmler, gravemente queimado, emitia gritos de dor. A segunda tentativa durou cerca de 70 segundos e resultou na morte de Kemmler. Testemunhas oculares relataram que havia um cheiro de carne queimada e fumo saindo da cabeça de Kemmler. Westinghouse comentou mais tarde:
"Teriam feito melhor com um machado" .
Postado por Fernando Martins às 01:36 0 comentários
Marcadores: cadeira elétrica, pena de morte, William Kemmler
Postado por Fernando Martins às 01:14 0 comentários
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Postado por Fernando Martins às 00:47 0 comentários
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