
domingo, fevereiro 22, 2026
Sophie Scholl, da resistência anti-nazi Rosa Branca, foi executada há oitenta e três anos...

Postado por Fernando Martins às 08:30 0 comentários
Marcadores: católicos, I Grande Guerra, II Guerra Mundial, nazis, pena de morte, resistência, Rosa Branca, Sophie Scholl
quarta-feira, fevereiro 18, 2026
Afinal o vinho mata - Jorge Plantageneta, Duque de Clarence, foi executado há 548 anos...
Postado por Fernando Martins às 05:48 0 comentários
Marcadores: Duque de Clarence, guerra das rosas, Inglaterra, Malvasia, pena de morte, vinho da Madeira
terça-feira, fevereiro 17, 2026
Giordano Bruno foi executado há 426 anos...

Giordano Bruno (Nola, Reino de Nápoles, 1548 - Roma, Campo de Fiori, 17 de fevereiro de 1600) foi um teólogo, filósofo, escritor e ex-frade dominicano italiano, condenado à morte na fogueira pela Inquisição romana (Congregação da Sacra, Romana e Universal Inquisição do Santo Ofício) por heresia ao defender erros teológicos, mas não pela defesa do heliocentrismo de Copérnico. É também referido como Bruno de Nola ou Nolano.
- sustentar opiniões contrárias à fé católica e contestar os seus ministros;
- sustentar opiniões contrárias à fé católica sobre a Trindade, a divindade de Cristo e a encarnação;
- sustentar opiniões contrárias à fé católica sobre Jesus como Cristo;
- sustentar opiniões contrárias à fé católica sobre a virgindade de Maria, mãe de Jesus;
- sustentar opiniões contrárias à fé católica tanto sobre a transubstanciação quanto a Missa;
- reivindicar a existência de uma pluralidade de mundos e suas eternidades;
- acreditar em metempsicose e na transmigração da alma humana em brutos;
- envolvimento com magia e adivinhação.
Postado por Fernando Martins às 04:26 0 comentários
Marcadores: astronomia, Filosofia, Giordano Bruno, heliocentrismo, hermetismo, Inquisição, pena de morte
domingo, fevereiro 15, 2026
O terrorista Abdullah Ocalan, líder do PKK, foi preso há vinte e sete anos
Abdullah Öcalan (Ömerli, província de Şanlıurfa, 4 de abril de 1949), apelidado de Apo, é um líder independentista curdo, fundador e secretário-geral do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK, Partiya Karkêren Kurdistan), criado em 1978. Ele é denominado Serok (líder) pelos seus partidários.
Postado por Fernando Martins às 00:27 0 comentários
Marcadores: Abdullah Ocalan, curdos, direitos humanos, guerrilha, pena de morte, PKK, terrorismo, Turquia
domingo, fevereiro 08, 2026
Maria I, Rainha da Escócia, foi executada há 439 anos
Postado por Fernando Martins às 04:39 0 comentários
Marcadores: Escócia, pena de morte, Rainha Maria I da Escócia
A câmara de gás foi usada pela primeira vez, numa execução, há 102 anos...
Uma câmara de gás é um dispositivo para matar seres humanos ou animais com gás que consiste em uma câmara fechada na qual um veneno ou gás asfixiante é introduzido. Os agentes tóxicos mais vulgarmente utilizados são cianeto de hidrogénio, dióxido de carbono, mas o monóxido de carbono também têm sido utilizado. As câmaras de gás foram usadas como um método de execução de prisioneiros condenados nos Estados Unidos no início dos anos 20. Durante o Holocausto, foram projetadas câmaras de gás de grande escala, para assassinato em massa e cometidos pela Alemanha nazi como parte do seu programa de genocídio.

Postado por Fernando Martins às 01:02 0 comentários
Marcadores: câmara de gás, direitos humanos, Gee Jon, pena de morte
sábado, fevereiro 07, 2026
Thomas More nasceu há 548 anos
More foi convocado, excecionalmente, para fazer o juramento em 17 de abril de 1534, e, perante sua recusa, foi preso na Torre de Londres, juntamente com o Cardeal e Bispo de Rochester John Fisher, tendo ali escrito o "Dialogue of Comfort against Tribulation". A sua decisão foi manter o silêncio sobre o assunto. Pressionado pelo rei e por amigos da corte, More decidiu não enumerar as razões pelas quais não prestaria o juramento.
Inconformado com o silêncio de More, o rei determinou o seu julgamento, sendo condenado à morte, e posteriormente executado em Tower Hill a 6 de julho. Nem no cárcere nem na hora da execução perdeu a serenidade e o bom humor e, diante das próprias dificuldades reagia com ironia. Mesmo nos últimos quatro dias de vida não abandonou os rigores da penitência, com desejos de purificação. Na segunda-feira, 5 de julho, enviou à sua filha Meg a camisa-cilício e uma pequena carta escrita com a ponta de um graveto. São as últimas palavras que escreveu.
Pela sentença o réu era condenado "a ser suspenso pelo pescoço" e cair em terra ainda vivo. Depois seria esquartejado e decapitado. Em atenção à importância do condenado o rei, "por clemência", reduziu a pena a "simples decapitação". Ao tomar conhecimento disto, Tomás comentou: "Não permita Deus que o rei tenha semelhantes clemências com os meus amigos." No momento da execução suplicou aos presentes que orassem pelo monarca e disse que "morria como bom servidor do rei, mas de Deus primeiro.".
A sua cabeça foi exposta na ponte de Londres durante um mês, foi posteriormente recolhida por sua filha, Margaret Roper. A execução de Thomas More na Torre de Londres, no dia 6 de julho de 1535 "antes das nove horas", ordenada por Henrique VIII, foi considerada uma das mais graves e injustas sentenças aplicadas pelo Estado contra um homem de honra, consequência de uma atitude despótica e de vingança pessoal do rei. Ele está sepultado na Capela Real de São Pedro ad Vincula.
Postado por Fernando Martins às 05:48 0 comentários
Marcadores: dignidade, Henrique VIII, Igreja Católica, Inglaterra, pena de morte, Renascimento, santo, Thomas More
quarta-feira, fevereiro 04, 2026
Dietrich Bonhoeffer nasceu há 120 anos
| “ | Jesus Cristo, e não homem algum ou o Estado, é o nosso único Salvador. | ” |
| “ | A graça barata é inimiga mortal de nossa Igreja. A nossa luta trava-se hoje em torno da graça preciosa que é um tesouro oculto no campo, por amor do qual o homem sai e vende tudo que tem (...) o chamado de Jesus Cristo, ao ouvir do qual o discípulo larga suas redes e segue (...) o dom pelo qual se tem que orar, a porta a qual se tem que bater. | ” |
| “ | É melhor fazer um mal do que ser mau. | ” |
Postado por Fernando Martins às 01:20 0 comentários
Marcadores: Alemanha, Dietrich Bonhoeffer, Igreja Confessante, Igreja Luterana, nazis, pena de morte, resistência
sábado, janeiro 31, 2026
Guy Fawkes foi executado há quatrocentos e vinte anos...

Conspiração da Pólvora
A Conspiração da Pólvora foi um levamento liderado por Robert Catesby, que foi executado, assim como outros católicos insatisfeitos, cujas atividades eram consideradas subversivas pois pretendiam restaurar o poder temporal da Igreja Católica na Inglaterra. Foram, portanto, duramente reprimidas durante o reinado de Jaime I, que era protestante.
Os conspiradores pretendiam explodir o Parlamento utilizando trinta e seis barris de pólvora guardados sob o prédio durante uma sessão na qual estariam presente o rei e todos os parlamentares. Guy Fawkes, como especialista em explosivos, seria responsável pela detonação da pólvora.
Porém os conspiradores notaram que o ato poderia levar à morte de diversos inocentes e defensores da causa católica. Assim, enviaram avisos para que alguns deles mantivessem distância do parlamento no dia do ataque. Para infelicidade dos conspiradores, um dos avisos chegou aos ouvidos do rei, que ordenou uma revista ao Parlamento. Assim acabaram encontrando Guy Fawkes, guardando a pólvora.
Capturado, Fawkes permaneceu resoluto e desafiante durante o seu interrogatório, identificando-se como "John Johnson" e negando-se a fornecer informações aos seus captores. Quando lhe perguntaram o motivo de estar em posse de tanta pólvora, respondeu que a pólvora era "para explodir todos vocês, desgraçados bêbados de scotch de volta para as montanhas sujas de onde vieram". Fawkes admitiu sua intenção de explodir o parlamento e lamentou o seu fracasso. A sua coragem acabou por lhe dar uma certa admiração por parte do rei, que o descreveu como "um homem de resolução romana".
Essa admiração não evitou que o Rei ordenasse a sua tortura "de maneira progressiva e planeada". Para a surpresa do torturador William Waad, Fawkes inicialmente resistiu aos tormentos infligidos e não forneceu informações significativas além de declarar "que rezava todo dia a Deus para o avanço da fé católica e a salvação de sua alma podre".
Após mais de uma semana de tortura, Fawkes cedeu e entregou o nome de oito conspiradores. A sua assinatura de confissão, que era pouco mais de um risco ilegível, é indicio do sofrimento ao qual deve ter sido submetido.
Fawkes e os demais conspiradores foram condenados à morte por decapitação e depois serem estripados e esquartejados. Num último ato de desafio, antes de ser conduzido ao local de execução, Fawkes conseguiu desenvencilhar-se dos guardas e pular de uma escada, quebrando o pescoço e evitando assim a tortura. O seu corpo foi esquartejado e exposto publicamente, juntamente com o dos outros conspiradores.
Ainda nos dias de hoje, o Rei vai até o parlamento apenas uma vez ao ano, para uma sessão especial, sendo mantida a tradição de se revistar os subterrâneos do edifício, antes da sessão.
Uma tradição sardónica dá a Fawkes o título de ser "o único homem que entrou no parlamento com intenções honestas".
Na Inglaterra até hoje existe a tradição de celebrar no dia 5 de novembro a Noite das Fogueiras. Nesta noite bonecos com a imagem de Fawkes desfilam na rua, sendo agredidos, despedaçados e por fim queimados.
Postado por Fernando Martins às 00:42 0 comentários
Marcadores: Conspiração da pólvora, contrarreforma, Guy Fawkes, máscara de Guy Fawkes, Noite de Guy Fawkes, pena de morte, Reforma Protestante, tortura
sexta-feira, janeiro 30, 2026
Carlos I, o rei de Inglaterra, Escócia e Irlanda, foi executado há 377 anos...
(...)
Postado por Fernando Martins às 00:37 0 comentários
Marcadores: Carlos I de Inglaterra, Igreja Anglicana, Oliver Cromwell, pena de morte, Stuart
segunda-feira, janeiro 26, 2026
O ditador Ceausescu nasceu há 108 anos
Nicolae Ceauşescu (Scorniceşti, 26 de janeiro de 1918 - Târgovişte, 25 de dezembro de 1989) foi um líder comunista, presidente da Roménia de 1965 até à sua execução, em 1989.
Postado por Fernando Martins às 01:08 0 comentários
Marcadores: Ceausescu, comunismo, ditadores, pena de morte, Roménia
domingo, janeiro 25, 2026
Há 55 anos um golpe de estado tornou Idi Amin presidente do Uganda...
Idi Amin Dada (~1920 – 16 de agosto de 2003) foi um ditador militar e o terceiro presidente de Uganda entre 1971 e 1979. Amin fez parte do King's African Rifles, um regimento colonial britânico, em 1946, servindo na Somália e no Quénia. Eventualmente, ele chegou à patente de Major-General no exército ugandês, e tornou-se Chefe Supremo do Exército, antes de liderar um golpe de estado em 25 de janeiro de 1971, depondo o então presidente Milton Obote. Mais tarde, como chefe de estado, ele auto-promoveu-se a Marechal de Campo.
Postado por Fernando Martins às 00:55 0 comentários
Marcadores: canibalismo, direitos humanos, ditadores, Idi Amin, pena de morte, Uganda
O genocida Ali Químico foi executado há dezasseis anos

![]()
The Iraqi Cabinet put pressure on the Presidential council on 17 March 2009 for Al-Majid's execution.
The situation was similar on 17 January 2010 prior to 9 am (GMT); a fourth death penalty was issued against him in response to his acts of genocide against Kurds in the 1980s. He was also convicted of killing Shia Muslims in 1991 and 1999. Alongside him in the trial was former defense minister Sultan Hashem, who was also found guilty by The Iraqi High Tribunal for the Halabja attack and sentenced to 15 years' imprisonment. Al-Majid was executed by hanging on 25 January 2010. He was buried in Saddam's family cemetery in al-Awja the next day; near Saddam's sons, half-brother and the former vice president, but outside the mosque housing the tomb of Saddam. While he was sentenced to death on four separate occasions, the original 2007 verdict sentenced him to five death sentences, and so the combined tally of death sentences handed out was eight.
Amnesty International's Middle East and North Africa Director Malcolm Smart later criticized the execution as "only the latest of a mounting number of executions, some of whom did not receive fair trials, in gross violation of human rights..."Postado por Fernando Martins às 00:16 0 comentários
Marcadores: curdos, forca, genocídio, Invasão do Iraque, Iraque, Partido Baath, pena de morte, Saddam Hussein
quarta-feira, janeiro 21, 2026
O Rei Luís XVI foi assassinado pela república há 233 anos...
Chegado ao pé da guilhotina, Luís XVI considerou um instante os instrumentos de seu suplício e perguntou a Sanson se os tambores cessariam de bater. Ele se aproximou para falar. Foi dito aos carrascos que fizessem seu dever. Enquanto lhe colocavam as cilhas, ele gritou : "Povo, eu morro inocente!". De seguida, virando-se para os carrascos, Luís XVI declara: "Senhores, sou inocente de tudo o que me inculpam. Espero que meu sangue possa cimentar a felicidade dos Franceses". O cutelo caiu. Eram 10 horas e 22 minutos. Um dos assistentes de Sanson apresentou a cabeça de Luís XVI ao povo, enquanto se elevava um grande grito de: "Viva a Nação! Viva a República!" e que ressoava uma salva de artilharia, que chegou até aos ouvidos da família real encarcerada..
Postado por Fernando Martins às 02:33 0 comentários
Marcadores: dignidade, guilhotina, Luís XVI, Monarquia, pena de morte, Revolução Francesa










