terça-feira, setembro 29, 2026
Hoje há Serenata da Festa das Latas e Imposição de Insígnias em Coimbra...!
Postado por Fernando Martins às 19:59 0 comentários
Marcadores: 2026, AAC, Coimbra, Festa das Latas, Imposição de Insígnias, Secção de Fado, Serenata da Festa das Latas
quarta-feira, setembro 09, 2026
O Teixeira, uma figura acarinhada pela Academia de Coimbra, nasceu há um século...
TEIXEIRA, UM FUTRICA ESTUDANTE!
Post Scriptum
Postado por Fernando Martins às 00:01 0 comentários
Marcadores: AAC, Académica, Coimbra, Taxeira, Teixeira, Universidade de Coimbra
segunda-feira, agosto 03, 2026
Barros Madeira nasceu há 92 anos...
Chega-nos a notícia do falecimento do Dr. JOÃO BARROS MADEIRA (Loulé, 03.08.1934 - 21.01.2021), filho de David Mendes Madeira e de Joana d'Aragão Barros, associado que foi do Orfeon Académico e da TAUC, dirigente associativo em Coimbra e reputado cantor-serenateiro na década de 50 e nos inícios dos anos sessenta. Deixou discos gravados com os grupos de Jorge Tuna e António Portugal.
Frequentou a FMUC entre 1953-1962, com passagem prévia pelo Liceu João de Deus (Faro). Concluído o curso, exerceu Medicina no Algarve, teve militância política e dedicou-se à criação, treino e venda de pombos correios.
Foi autor de pelo menos duas composições coimbrãs famosas e teve uma gravação censurada pela moral da época, por conta de um verso onde se dizia que Nossa Senhora tivera inveja de uma moça sortuda.
Tem uma pequena biografia em Niza (1999: I, 94), com erros na datação dos registos fonográficos.
Barros Madeira foi, no vulto e na voz, uma espécie de Luciano Pavarotti da Academia de Coimbra, tenor dotado de pontentíssimo registo que, em 1962, fez um sucesso estrondoso na digressão do Orfeon Académico aos Estados Unidos com o tema Fado de Santa Clara (em cuja gravação faz umas lentificações curiosas).
Deixa amigos, admiradores e muitas saudades.
Divulgação de uma fotografia tirada em 1959 junto da República Boa-Bay-Ela, onde também figura o popular "Teixeira" que vendia o Poney:
in Guitarra de Coimbra V (Cithara Conimbrigensis)
Postado por Fernando Martins às 09:20 0 comentários
Marcadores: AAC, Académica, Algarve, Barros Madeira, Fado de Coimbra, música, Orfeon Académico, Senhora partem tão tristes, TAUC, Universidade de Coimbra
Hoje é dia de recordar um cantor do fado de Coimbra...
Postado por Pedro Luna às 00:09 0 comentários
Marcadores: AAC, Académica, Algarve, Barros Madeira, Fado da ansiedade, Fado de Coimbra, música, Orfeon Académico, TAUC, Universidade de Coimbra
quinta-feira, maio 21, 2026
Daqui a pouco há Serenata Monumental da Queima das Fitas...!
Como sempre devia ser, após as doze badaladas dos sinos da Torre da Universidade, inicia-se hoje mais uma Queima das Fitas em Coimbra, com a tradicional Serenata Monumental na praça da Sé Velha. Tendo sido divulgado que seria transmitida na RTP1, este canal ainda não confirmou que assim fará (já o canal RDP1, da rádio nacional, confirmou que a transmitirá em direto). Mesmo que a televisão não transmita, a RUC, a tvAAC e outros órgãos de comunicação irão transmiti-la, via Internet...
NOTA/ADENDA: gostei imenso, pena ter grupos a mais e a televisão não ter transmitido. As cantoras (colegas do meu filho no Honoris Causa) estão de parabéns - e o meu filho, além de cantar duas canções (uma sozinho), escreveu uma letra a solo e outra a meias e esteve na composição de duas músicas...!
Postado por Fernando Martins às 20:26 0 comentários
Marcadores: 2026, AAC, Honoris Causa, Queima das Fitas, saudade, Serenata Monumental
domingo, maio 17, 2026
Morreu João Abel Manta...
![]()
João Abel Carneiro de Moura Abrantes Manta (Lisboa, 29 de janeiro de 1928 – Lisboa, 15 de maio de 2026) foi um arquiteto, pintor, ilustrador e cartoonista português.
Autor de uma obra multifacetada, centrada sobretudo na arquitetura, desenho e pintura, João Abel Manta afirmou-se no panorama cultural português a partir do final da década de 40. Nos anos que se seguiram teve importante atividade no domínio da arquitetura, que abandonaria progressivamente em favor das artes, destacando-se como um dos maiores cartoonistas portugueses das décadas de 60 e 70. Nos anos anteriores e posteriores ao 25 de Abril publicou regularmente, em jornais de grande tiragem, trabalhos emblemáticos da situação político-social portuguesa nesse período de transição (queda da ditadura e implantação de um regime democrático). Na década de 80 redirecionou uma vez mais a sua obra, centrando-se prioritariamente na pintura.
Biografia
João Abel Manta era filho dos pintores Abel Manta e Maria Clementina Carneiro de Moura Manta. Foi casado com Maria Alice Ribeiro, de quem teve uma filha, Isabel Ribeiro Manta. Vivia e trabalhava em Lisboa.
"Filho único, [...] cresce numa casa de Santo Amaro de Oeiras [...] convivendo com alguns dos intelectuais mais importantes da época que se tornam amigos de seus pais", como Manuel Mendes ou Aquilino Ribeiro; viaja longamente com os pais, conhece Espanha, Inglaterra, Holanda, mas serão sobretudos as viagens a Paris e Itália que o irão marcar.
Inscreve-se no curso de arquitetura da Escola Superior de Belas Artes de Lisboa, que termina em 1951 e onde faz amizade com Sá Nogueira e José Dias Coelho, entre outros; integra-se desde muito cedo na intelectualidade lisboeta ligada aos movimentos de esquerda que se opunham à ditadura fascista de Salazar e Marcelo Caetano; participa no MUD Juvenil. Terminado o curso, trabalha em associação com Alberto Pessoa, mas abandona progressivamente a arquitetura ao longo dos anos de 1960, expandindo a atividade por uma multiplicidade de áreas, das artes plásticas à cenografia, destacando-se em particular como cartoonista na década seguinte.
Obteve vários prémios nacionais e estrangeiros; participou em inúmeras exposições coletivas, em Portugal e no estrangeiro; realizou múltiplas mostras individuais, entre as quais: Galeria Interior, Lisboa, 1971; Institute of Contemporary Arts (ICA), Londres, 1976; Museu Rafael Bordalo Pinheiro, Lisboa, 1992; Palácio Galveias, Lisboa, 2009.
Morreu a 15 de maio de 2026, em Lisboa, aos 98 anos.

O Ornitóptero, circa 1960
Obra
Foi responsável, com Alberto Pessoa e Hernâni Gandra, pelos projetos do Conjunto Habitacional na Avenida Infante Santo, Lisboa (com o qual ganhou o Prémio Municipal de Arquitetura em 1957), e da Associação Académica de Coimbra (1955-59).
Como artista plástico, tem obras nas áreas da pintura, desenho (ilustração, cartoon), artes gráficas, cerâmica, tapeçaria e mosaico. Fez selos e cartazes, ilustrou livros, entre os quais A cartilha do marialva, de José Cardoso Pires. Foi o autor das tapeçarias do Salão Nobre da sede da Fundação Calouste Gunbenkian (circa 1969). Fez os cenários para A Relíquia, de Eça de Queiroz (1970; encenação de Artur Ramos) e O Processo, de Kafka (1970). No contexto da arte pública destacam-se o pavimento na Praça dos Restauradores, Lisboa, e o painel de azulejos na Avenida Calouste Gulbenkian, Lisboa (concebido em 1970 e aplicado em 1982).
João Abel Manta destaca-se em particular nas artes plásticas, sobretudo no desenho, onde se afirmou bastante cedo, com trabalhos de relevo datados da década de 1940. Em 1961 venceu o Prémio de Desenho na II Exposição de Artes Plásticas da Fundação Calouste Gulbenkian com O Ornitóptero. Dedicou-se à pintura, realizou um vasto conjunto de colagens, expôs em mostras coletivas e individuais. Mas a área em que se distinguiu de forma mais assinalável foi a do cartoon, sendo considerado por muitos como "o caso mais extraordinário do cartoonismo luso do nosso século [século XX], só equiparável [ao] próprio Bordalo Pinheiro".
A sua atividade como cartoonista estende-se por um período alargado, desde aproximadamente 1954 até 1991, intensificando-se entre 1969 e 1976. Durante cerca de sete anos os seus trabalhos foram publicados com regularidade em jornais como o Diário de Lisboa, Diário de Notícias e O Jornal, abordando de forma crítica e profundamente irónica a realidade portuguesa; em 1981 publica novos trabalhos no Jornal de Letras, mas a partir daí a sua atividade como cartoonista torna-se esporádica.
Com um grafismo único, meticuloso, os seus cartoons (veja-se por exemplo Turistas, da série Reportagem Fotográfica, 1972) marcaram a época anterior ao 25 de Abril: "Nenhum pintor daqui e de agora resumiu com tantas subtilezas a temperatura social e política do fascismo agonizante". Nesse "inventário doméstico" cabe praticamente tudo: "estão em causa os desastres e os grotescos duma burguesia, a nossa, com os seus emblemas e heróis". João Abel "aponta à História, ao monumento e em particular à procissão provinciana da nossa burguesia intelectual".
A sua intervenção pública intensifica-se em 1974 e 1975, logo após a queda da ditadura, lançando-se "à batalha com redobrado ardor, multiplicando-se em caricaturas, posters e cartazes de orientação vincadamente revolucionária", e tornando-se no "artista máximo, talvez o único afinal, que a revolução de Abril suscitou". É o que vemos em desenhos como "Um problema difícil", de 1975, onde um grupo de notáveis – de Marx e Lenin a Gandhi e Sartre –, se interrogam perante um pequeno mapa de Portugal. João Abel Manta "ficará associado dum modo muito particular ao melhor e ao pior que em Portugal vivemos nesses dois anos".
A partir de 1976 "o artista alistado João Abel eclipsa-se: os ventos são outros, o MFA (Movimento das Forças Armadas) dissolveu-se", e só em 1978 "emerge do silêncio e lança ao público um […] novo álbum: Caricaturas dos Anos de Salazar", onde "narra uma história – a nossa história […] onde se encaixam, se alternam ou se encadeiam […] o ridículo e a tragédia da colonização e da guerra colonial, o miguelismo e o liberalismo […] a submissão popular e a sua revolta […] o folclore musical e o artesanato, o teatro, o cinema ou a pintura".
A 3 de setembro de 1979 foi feito Comendador da Ordem de Sant'Iago da Espada.
A partir de 1981 dedica-se quase exclusivamente à pintura, num trabalho intimista que contrasta com o carácter de intervenção político-social dos seus cartoons. Em 2009 expõe no Palácio Galveias: "Nestas obras pratico uma inocente pintura a óleo sobre tela, […] para explicar a quem interesse o que penso do mundo e das coisas do passado e do presente".
"A minha atração […] por alguns artistas do chamado impressionismo, deriva do modo notável como utilizam a técnica da pintura e talvez também pela tranquilidade dos temas, tranquilidade curiosa numa época agitada e revolucionária: intimidade da vida burguesa, paisagens repousantes, gente feliz, bailarinas". Mas a sua aparente proximidade formal com o impressionismo é enganadora, e nas suas pinturas das décadas de 80 a 2000 deparamos frequentemente com um universo sombrio de onde emergem "figuras inomináveis e terríveis, produtos da alucinação". A visão perturbante de João Abel Manta funde o "quotidiano e o fantástico, em paisagens lisboetas invadidas de seres estranhos", a par de uma recorrente presença de auto-figurações que remetem para um território autorreferencial até aí desconhecido na sua obra.
A 25 de abril de 2004, foi agraciado com o grau de Comendador da Ordem da Liberdade.
![]()
Pavimento em calçada portuguesa, Praça dos Restauradores, Lisboa

Um problema difícil, 1975
Painéis em pedra gravada, Associação Académica de Coimbra
Associação Académica de Coimbra
in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 15:05 0 comentários
Marcadores: AAC, Arquitectura, cartoon, João Abel Manta, pintura
terça-feira, maio 12, 2026
Porque hoje preciso cantar as trovas de Alegre...!
Trova do Vento que Passa
Pergunto ao vento que passa
notícias do meu país
e o vento cala a desgraça
o vento nada me diz.
Pergunto aos rios que levam
tanto sonho à flor das águas
e os rios não me sossegam
levam sonhos deixam mágoas.
Levam sonhos deixam mágoas
ai rios do meu país
minha pátria à flor das águas
para onde vais? Ninguém diz.
[Se o verde trevo desfolhas
pede notícias e diz
ao trevo de quatro folhas
que morro por meu país.
Pergunto à gente que passa
por que vai de olhos no chão.
Silêncio — é tudo o que tem
quem vive na servidão.
Vi florir os verdes ramos
direitos e ao céu voltados.
E a quem gosta de ter amos
vi sempre os ombros curvados.
E o vento não me diz nada
ninguém diz nada de novo.
Vi minha pátria pregada
nos braços em cruz do povo.
Vi minha pátria na margem
dos rios que vão pró mar
como quem ama a viagem
mas tem sempre de ficar.
Vi navios a partir
(minha pátria à flor das águas)
vi minha pátria florir
(verdes folhas verdes mágoas).
Há quem te queira ignorada
e fale pátria em teu nome.
Eu vi-te crucificada
nos braços negros da fome.
E o vento não me diz nada
só o silêncio persiste.
Vi minha pátria parada
à beira de um rio triste.
Ninguém diz nada de novo
se notícias vou pedindo
nas mãos vazias do povo
vi minha pátria florindo.
E a noite cresce por dentro
dos homens do meu país.
Peço notícias ao vento
e o vento nada me diz.
Quatro folhas tem o trevo
liberdade quatro sílabas.
Não sabem ler é verdade
aqueles pra quem eu escrevo.
Mas há sempre uma candeia
dentro da própria desgraça
há sempre alguém que semeia
canções no vento que passa.
Mesmo na noite mais triste
em tempo de servidão
há sempre alguém que resiste
há sempre alguém que diz não.
Manuel Alegre
Postado por Pedro Luna às 09:00 0 comentários
Marcadores: AAC, Associação Académica de Coimbra, deputado, Fado de Coimbra, Guerra Colonial, Liberdade, Manuel Alegre, Partido Socialista, poesia
Manuel Alegre celebra hoje noventa anos...!
- Francisco Durão Ferreira Alegre Duarte (Argel, 9 de agosto de 1973), casado com Margarida Pereira Martins (17 de abril de 1975), da qual tem dois filhos:
- Pedro Pereira Martins Alegre Duarte;
- João Pereira Martins Alegre Duarte.
- Afonso Durão Ferreira Alegre Duarte (1976), solteiro e sem geração;
- Joana Margarida Durão Ferreira Alegre Duarte (1985).
Sobre esta página escrevo
teu nome que no peito trago escrito
laranja verde limão
amargo e doce o teu nome.
Sobre esta página escrevo
o teu nome de muitos nomes feito água e fogo lenha vento
primavera pátria exílio.
Teu nome onde exilado habito e canto mais do que nome: navio
onde já fui marinheiro
naufragado no teu nome.
Sobre esta página escrevo o teu nome: tempestade.
E mais do que nome: sangue. Amor e morte. Navio.
Esta chama ateada no meu peito
por quem morro por quem vivo este nome rosa e cardo
por quem livre sou cativo.
Sobre esta página escrevo o
teu nome: liberdade.
in A Praça da Canção (1974) - Manuel Alegre
Postado por Fernando Martins às 00:09 0 comentários
Marcadores: AAC, Associação Académica de Coimbra, deputado, Fado de Coimbra, Guerra Colonial, Liberdade, Manuel Alegre, Partido Socialista, poesia
quarta-feira, abril 29, 2026
Hoje é dia de celebrar a dança...!
Postado por Pedro Luna às 11:11 0 comentários
Marcadores: AAC, Coimbra, Dia Mundial da Dança, Orquestra Típica e Rancho, Secção de fado, Vira de Coimbra
sábado, abril 04, 2026
Hoje celebra-se o Dia do Antigo Estudante de Coimbra...!
Postado por Fernando Martins às 00:00 0 comentários
Marcadores: AAC, AAEC, Adriano Correia de Oliveira, Balada do Estudante, Dia do Antigo Estudante de Coimbra, Fado de Coimbra, Geopedrados, música, Queima das Fitas, saudades, Universidade de Coimbra
terça-feira, março 24, 2026
Música para celebrar o Dia Nacional do Estudante...
Postado por Pedro Luna às 00:20 0 comentários
Marcadores: AAC, Académica, Adriano Correia de Oliveira, Capa Negra Rosa Negra, Dia Nacional do Estudante, Fado de Coimbra, música
sexta-feira, março 13, 2026
Música para recordar um presidente da Académica precocemente desaparecido...
Postado por Pedro Luna às 04:00 0 comentários
Marcadores: AAC, Académica, Associação Académica de Coimbra, Cesário Silva, Daniel Tadeu, Fado D'Anto, Fado de Coimbra, luto académico, Manuel Marques Ensemble, Universidade de Coimbra
Cesário Silva, presidente da Associação Académica de Coimbra, morreu há quatro anos...

O presidente da direção-geral da Associação Académica de Coimbra, Cesário Silva, morreu hoje em consequência de um acidente de viação em Oliveira de Azeméis, revelou à agência Lusa o reitor da Universidade de Coimbra, Amílcar Falcão.
Cesário Silva, 24 anos, estudante de Engenharia Informática, morreu na sequência de um choque frontal entre duas viaturas ligeiras, ocorrido durante a tarde na estrada nacional 224, no concelho de Oliveira de Azeméis.
Fonte dos bombeiros de Oliveira de Azeméis contou à agência Lusa que o acidente causou dois feridos graves, transportados para o Hospital de Gaia, mas um deles, Cesário Silva, acabou por morrer.
Cesário Silva tinha tomado posse em dezembro passado como presidente da direção-geral da Associação Académica de Coimbra.
Em comunicado, a câmara municipal de Coimbra lamentou "profundamente a morte prematura" de Cesário Silva, sublinhando que é uma "dolorosa perda" para a cidade.
Estudante na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, Cesário Silva "esteve desde cedo ligado ao associativismo, tendo sido presidente do Núcleo de Estudantes de Informática e ainda membro do Conselho Geral da Universidade de Coimbra", referiu a câmara municipal.
Postado por Fernando Martins às 00:04 0 comentários
Marcadores: AAC, Académica, Associação Académica de Coimbra, Cesário Silva, luto académico, Universidade de Coimbra
domingo, março 01, 2026
Música para celebrar uma Universidade e uma Academia...
Balada do Estudante - Adriano Correia de Oliveira
Capa negra rosa negra
Rosa negra sem roseira
Capa negra rosa negra
Rosa negra sem roseira
Abre-te bem nos meus ombros
Como ao vento uma bandeira
Abre-te bem nos meus ombros
Como o vento na bandeira
Eu sou livre como as aves
E passo a vida a cantar
Eu sou livre como as aves
E passo a vida a cantar
Coração que nasceu livre
Não se pode acorrentar
Coração que nasceu livre
Não se pode acorrentar
Quem canta por conta sua
Canta sempre com razão
Quem canta por conta sua
Canta sempre com razão
Mais vale ser pardal na rua
Que rouxinol na prisão
Mais vale ser pardal na rua
Que rouxinol na prisão
Postado por Pedro Luna às 01:29 0 comentários
Marcadores: AAC, Académica, Adriano Correia de Oliveira, Balada do Estudante, Capa Negra Rosa Negra, Coimbra, Fado de Coimbra, Universidade de Coimbra
O Teixeira morreu há 26 anos...
TEIXEIRA, UM FUTRICA ESTUDANTE!
Post Scriptum
Postado por Fernando Martins às 00:26 0 comentários
Marcadores: AAC, Académica, Coimbra, Taxeira, Teixeira, Universidade de Coimbra













