quarta-feira, janeiro 21, 2026
John Couch Adams, o astrónomo que previu a existência de Neptuno, morreu há 134 anos
Postado por
Fernando Martins
às
01:34
0
bocas
Marcadores: astronomia, Neptuno, Sistema Solar, Úrano
quarta-feira, outubro 22, 2025
A sonda Venera 9 aterrou em Vénus há cinquenta anos...!
Modelo da Venera 9 - o aterrizador estava alojado dentro da esfera
A Venera 9 foi uma sonda espacial enviada a Vénus e fazia parte do Programa Venera, desenvolvido pelo programa espacial soviético e era essencialmente idêntica à Venera 10.
O objetivo do orbitador era atuar como um retransmissor de comunicação para o aterrizador e explorar as camadas de nuvens e vários parâmetros atmosféricos. Consistia de um cilindro com dois painéis solares e uma antena parabólica de alto ganho presa na superfície curva. Uma unidade em forma de sino presa na parte inferior do cilindro, abrigava o sistema de propulsão e na parte de cima havia uma esfera com diâmetro de 2,4 m que abrigava o aterrizador. Pesava 2300 kg e possuía os seguintes instrumentos:
| Objetivo do estudo | Instrumento |
|---|---|
| Estrutura da atmosfera e nuvens; condições de
luz e calor através de características ópticas |
Telefotómetro - câmera de TV (λ < 0,4 μm)
Espectrómetro (λ = 0,24 - 0,7 μm) Espectrómetro infra-vermelho (λ = 1,7 - 2,8 μm) Radiómetro infravermelho (λ = 8 - 40μm ) Fotómetro ultravioleta (λ = 0,35 μm) Fotopolarímetro (λ = 0,4 - 0,8 μm) Transmissor de RF (ocultação) |
| Estudo da superfície | Transmissor de RF (radar biestático) |
| Estudo da atmosfera superior e ionosfera | Fotómetro para linha Lyman-α
Espectrómetro (λ = 0,3 - 0,8 μm) Transmissor de RF |
| Estudo da interação do planeta com o | Magnetómetro
Espectrómetro eletrostático de plasma Armadilha para partículas carregadas |
Alguns resultados preliminares indicaram:
- nuvens com espessuras de 30 a 40 km;
- pressão na superfície de aproximadamente 90 atm (terrestres);
- temperatura na superfície de 485 °C;
- níveis de luz comparáveis a dias nublados de verão na Terra;
- ausência aparente de poeira no ar e uma variedade de rochas de 30 a 40 cm não erodidas;
- os constituintes das rochas do local de pouso indicavam serem semelhantes ao basalto;
- a velocidade dos ventos no local de pouso variavam de 0,4 a 0,7 m/s, uma velocidade baixa com consequente pouca poeira no ar;
- a velocidade dos ventos variava entre 50 a 100 m/s nas altitudes de 40 a 50 km respetivamente..
sexta-feira, setembro 05, 2025
A sonda Voyager 1 foi lançada há 48 anos...
Postado por
Fernando Martins
às
00:48
0
bocas
Marcadores: anéis de Saturno, Io, Júpiter, Saturno, Sistema Solar, sondas, Titã, Voyager 1
quarta-feira, agosto 20, 2025
A sonda Voyager 2 foi lançada há 48 anos
A Voyager 2 cumpriu com sucesso sua missão primordial de visitar o sistema joviano em 1979, o sistema saturniano em 1981, o sistema uraniano em 1986 e o sistema netuniano em 1989. A sonda está em sua missão estendida de estudar o espaço interestelar, estando em operação há 47 anos; em julho de 2025, atingiu uma distância de 139,3 AU (20,9 mil milhões de km) da Terra.
A sonda entrou no espaço interestelar em 5 de novembro de 2018, a uma distância de 119,7 AU (17,9 bilhões de km) (cerca de 16,58 horas-luz) do Sol e movendo-se a uma velocidade de 15,341 km/s em relação ao Sol. Voyager 2 deixou a heliosfera do Sol e atualmente está viajando pelo meio interestelar, uma região do Espaço sideral além da influência do Sistema Solar, se juntando a Voyager 1, que havia atingido o meio interestelar em 2012. A Voyager 2 começou a fornecer as primeiras medições diretas da densidade e temperatura do plasma interestelar.
Voyager 2 permanece em contacto com a Terra através do Rede de Espaço Profundo da NASA. Em 2020, a manutenção da Rede de Espaço Profundo cortou o contacto externo com a sonda por oito meses. O contato foi restabelecido em 2 de novembro de 2020, quando uma série de instruções foram transmitidas, posteriormente executadas e retransmitidas com uma mensagem de comunicação bem-sucedida. Em 12 de fevereiro de 2021, as comunicações completas com a sonda foram restauradas após uma grande atualização da antena que levou um ano para ser concluída. A antena de comunicação DSS 43, que é o único responsável pelas comunicações com a sonda, está localizada próximo de Camberra, na Austrália.
Em julho de 2023, comunicações com a Voyager 2 foi perdida quando o controle de voo apontou sua antena para longe da Terra, movendo-a dois graus para longe da Terra. Em 1 de agosto, o sinal da portadora da sonda foi detetado usando várias antenas da Rede de Espaço Profundo. Um sinal de alta potência em 4 de agosto foi enviado da estação Camberra comandou com sucesso a sonda para se reorientar em direção à Terra, retomando as comunicações indicando que estava operando normalmente e que permanecia em sua trajetória esperada. Como medida à prova de falhas, a sonda também estava programada para redefinir autonomamente sua orientação para apontar para a Terra, o que teria ocorrido em 15 de outubro.
sábado, março 29, 2025
O asteroide Vesta foi descoberto há 218 anos
Postado por
Fernando Martins
às
02:18
0
bocas
Marcadores: asteróides, asteroides V, astronomia, Olbers, planetologia, Sistema Solar, Vesta
sexta-feira, março 28, 2025
O asteroide 2 Palas foi descoberto há 223 anos
História
Palas tem sido observado ocultando uma estrela várias vezes. Medições cuidadosamente dos tempos de ocultação tem ajudado a dar um diâmetro preciso.
Mas estima-se que, em conjunto com Ceres, que são os únicos corpos da cintura de asteroides de forma esférica.
Durante a ocultação de 29 de maio de 1979 falou-se da descoberta de um possível satélite diminuto, com um diâmetro de 1 km, ainda não foi confirmada. Como curiosidade, o elemento químico paládio (número atómico 46) foi assim batizado em homenagem ao asteroide Palas.
Postado por
Fernando Martins
às
02:23
0
bocas
Marcadores: asteróide, asteróides C, astronomia, Olbers, planetologia, Sistema Solar
sábado, março 15, 2025
O primeiro metorito a ser reconhecido pelos cientistas como tal caiu em Alais, na França, há 219 anos
La météorite d'Alais est l'une des météorites les plus importantes de France. Elle est noire avec une texture friable et lâche, et une faible densité, inférieure à 1,7 g/cm3. Initialement composée de fragments pesant au total 6 kg, elle a fait l'objet d'un examen scientifique approfondi et il n'en reste actuellement que 260 g. Un fragment de 39,3 g est détenu par le Muséum national d'histoire naturelle à Paris.
Composition et classification
La météorite est l'une des cinq météorites connues appartenant au groupe des chondrites CI. Ce groupe est remarquable pour avoir une distribution élémentaire qui a la plus forte similitude avec celle de la nébuleuse solaire. À l'exception de certains éléments volatils, comme le carbone, l'hydrogène, l'oxygène, l'azote et les gaz rares, qui ne sont pas présents dans la météorite, les rapports des éléments sont très similaires. La météorite contient de la cubanite, de la dolomite, de la favorite, de la pyrrhotite et du zircon parmi d'autres minéraux.
Controverse sur l'origine de la vie
La météorite a été au centre d'affirmations controversées sur une origine extraterrestre de la vie depuis la découverte de matière organique sur la météorite par Jöns Jacob Berzelius. Des composés organiques, des acides aminés et de l'eau ont été trouvés dans la météorite. Cependant, les études font la différence entre la matière organique et la matière biologique, cette dernière n'étant pas présente.
Postado por
Fernando Martins
às
02:19
0
bocas
Marcadores: astronomia, condrito, condrito carbonáceo, França, meteorito, Meteoriyo de Alais, Sistema Solar
sexta-feira, março 14, 2025
Luas de Saturno? Duzentas e setenta e quatro...!
Saturno soma mais 128 luas e atinge a marca das 274
O planeta Saturno é o campeão do sistema solar em termos de luas. E Júpiter, onde fica o seu número de luas?
Um mistério no sistema irregular de luas de Saturno foi um factor-chave nesta investigação: dado o elevado número de luas pequenas em comparação com as grandes, ocorreu provavelmente uma colisão algures no sistema de Saturno nos últimos 100 milhões de anos – o que é relativamente recente em termos astronómicos.
Caso contrário, acrescentou Brett Gladman, se tivesse passado mais tempo, estas luas teriam colidido umas com as outras e ter-se-iam desintegrado, reduzindo a proporção de luas pequenas e grandes.
A maioria das luas recém-descobertas está localizada perto do subgrupo Mundilfari das luas de Saturno, que, dado o seu tamanho, número e concentração orbital, é provavelmente o local da colisão.
“Estes estudos revelam que os planetas gigantes capturaram algumas luas de tamanho moderado há mais de 4000 milhões de anos durante a sua formação, e agora estamos a observar luas que são, na sua maioria, fragmentos destas luas capturadas originais”, vincou Brett Gladman.
Postado por
Fernando Martins
às
14:09
0
bocas
Marcadores: luas, satélites naturais, Saturno, Sistema Solar
segunda-feira, março 10, 2025
A caça ao nono planeta principal do sistema solar continua...
Planeta 9: encontrada “a evidência estatística mais forte até agora”

O Planeta X (ou Planeta 9) será um gigante gasoso semelhante a Úrano e Neptuno
Um novo estudo encontrou evidências da existência de um nono planeta – ou “Planeta 9” – na fronteira do nosso Sistema Solar.
Pode ter sido encontrada a “evidência estatística mais forte até agora” de que existe um planeta deste tipo a orbitar nas extremidades do Sistema Solar. A afirmação é do astrónomo Konstantin Bogytin, do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech), em declarações ao The Independent.
De acordo com o investigador, para chegar a esta conclusão, a equipa analisou o movimento de Objetos Transnetunianos (TNOs), isto é, corpos celestes de vários tamanhos além da órbita de Neptuno, que incluem planetas anões como Plutão e Éris.
A equipa concentrou-se em TNOs que eram ignorados devido aos seus movimentos instáveis, causados pela gravidade de Neptuno. Esta instabilidade torna os seus caminhos mais difíceis de interpretar, mas os investigadores aceitaram de bom grado o desafio.
Os dados foram então inseridos em simulações e combinados com forças conhecidas de outros planetas, estrelas que passam e a maré galáctica proveniente da Via Láctea – o impulso e a atração da própria galáxia. Foram executados dois conjuntos de simulações: um que assumia que o Planeta Nove estava onde os astrónomos pensam que poderia estar, e outro que assumia simplesmente que o Planeta Nove não existe.
“Tendo em conta os preconceitos observacionais, os nossos resultados revelam que a arquitetura orbital deste grupo de objetos se alinha estreitamente com as previsões do modelo inclusivo do P9”, escreveram os investigadores, citados pelo Science Alert.
No entanto, os investigadores admitem que ainda estamos muito longe de obter provas conclusivas de que o Planeta Nove existe.
Tentativas anteriores de o detetar, analisando os seus efeitos hipotéticos no resto do Sistema Solar, foram insuficientes. Ainda assim, à medida que surgem telescópios mais poderosos, esta questão tem cada vez mais hipóteses de ser resolvida.
Com base nos cálculos da equipa, um planeta que corresponda às características esperadas do Planeta Nove seria relativamente pequeno, com uma massa apenas cinco vezes a da Terra e uma distância cerca de 500 vezes maior do que a nossa distância ao Sol.
O artigo científico foi aceite para publicação no Astrophysical Journal Letters e pode ser consultado no arXiv .
in ZAP
Postado por
Fernando Martins
às
13:02
0
bocas
Marcadores: Objectos Transneptunianos, OTN's, Planeta 9, planeta X, Sistema Solar
Os anéis de Úrano foram descobertos há 48 anos
Postado por
Fernando Martins
às
00:48
0
bocas
Marcadores: anéis, astronomia, luas pastoras, NASA, planetas, planetologia, Sistema Solar, Úrano, Voyager 2
domingo, março 02, 2025
A sonda Pioneer 10 foi lançada há 53 anos
As Pioneer 10 e 11 receberam no seu corpo principal placas de ouro com uma mensagem com a imagem humana, caso a Pioneer 10 ou 11 fossem intercetadas por seres extraterrestres inteligentes.
Devido às características das órbitas da Terra e de Júpiter, a cada treze meses surge uma janela de lançamento que permite uma viagem interplanetária mais económica em termos energéticos (menos combustível e como tal, menos peso), foi definido que se iriam construir duas sondas idênticas a serem lançadas com um intervalo de treze meses. A primeira (a Pioneer 10) a ser lançada em 1972 e a segunda (a Pioneer 11) em 1973. O programa foi aprovado em fevereiro de 1969, definindo, a partida, três grandes objetivos para a missão:- Explorar o meio interplanetário para além da órbita de Marte;
- Investigar a cintura de asteróides e verificar os perigos que esta representa para as sondas nas missões para além da órbita de Marte, e
- Explorar o sistema de Júpiter.
A 2 de março de 1972 um lançador Atlas-Centaur colocou a sonda numa trajetória em direção a Júpiter (adquirindo nesse momento a sua designação definitiva de Pioneer 10) a uma velocidade de 51.680 km/h (na altura, representava a mais elevada velocidade de qualquer artefacto feito pelo homem). Após a sua separação do andar Centaur, a sonda articula as vigas de suporte dos RTG para a sua posição final.
Após a passagem por Júpiter, a sonda seguiu numa trajetória que a levará para fora do sistema solar. Passa em 1976 pela órbita de Saturno, em 1980 pela órbita de Úrano e em 1983 pela de Plutão.
O último sinal recebido pela Pioneer 10 foi em 23 de janeiro de 2003. Até ao seu último sinal ela continuou enviando informações do sistema solar exterior. Em 1980 uma aceleração anómala foi notada a partir da análise de dados da Pioneer 10 e Pioneer 11. O problema é conhecido como Anomalia das Pioneers e foi observado noutras sondas como a Galileu e a Ulisses.
A validação das tecnologias e protocolos envolvidos permitiram e abriram caminho ao desenvolvimento do projeto Mariner Jupiter-Saturn Mission que em 1977 lançou duas sondas para Júpiter e Saturno com as designações de Voyager 1 e Voyager 2.
Em outubro de 2005 a Pioneer 10 encontrava-se a uma distância do Sol de 89,1 UA (Unidades Astronómicas) afastando-se do Sol a uma velocidade de 12,2 km/s.
Em outubro de 2009, a sonda atingiu a marca de 100 UA (15 mil milhões de km) de distância do Sol, tornando-se o segundo mais distante objeto existente produzido pela humanidade, perdendo apenas para a sonda Voyager 1.
Daqui a cerca de 14.000 anos ou pouco mais, a sonda ultrapassará os limites da Nuvem de Oort, saindo assim do sistema solar (influência do campo magnético do Sol). A sua posição atual situa-se na constelação de Touro, para onde se encaminha a uma velocidade relativa de 2,6 UA por ano, na direção da estrela Aldebarã (Alfa de Touro) onde chegará daqui a cerca de 2.000.000 de anos, caso resista.
Postado por
Fernando Martins
às
00:53
0
bocas
Marcadores: astronomia, Júpiter, Pioneer 10, Sistema Solar, sondas
sábado, fevereiro 08, 2025
O meteorito de Allende caiu há 56 anos
Postado por
Fernando Martins
às
00:56
0
bocas
Marcadores: Allende, impactes meteoríticos, meteorito, meteorito Allende, México, Panguite, Sistema Solar
terça-feira, janeiro 21, 2025
John Couch Adams, um astrónomo que previu a existência de Neptuno, morreu há 133 anos
Postado por
Fernando Martins
às
13:30
0
bocas
Marcadores: astronomia, Neptuno, Sistema Solar, Úrano
terça-feira, outubro 22, 2024
A sonda Venera 9 aterrou em Vénus há 49 anos
Maquete da Venera 9 - o aterrizador estava alojado dentro da esfera
A Venera 9 foi uma sonda espacial enviada a Vénus e fazia parte do Programa Venera, desenvolvido pelo programa espacial soviético e era essencialmente idêntica à Venera 10.
O objetivo do orbitador era atuar como um retransmissor de comunicação para o aterrizador e explorar as camadas de nuvens e vários parâmetros atmosféricos. Consistia de um cilindro com dois painéis solares e uma antena parabólica de alto ganho presa na superfície curva. Uma unidade em forma de sino presa na parte inferior do cilindro, abrigava o sistema de propulsão e na parte de cima havia uma esfera com diâmetro de 2,4 m que abrigava o aterrizador. Pesava 2300 kg e possuía os seguintes instrumentos:
| Objetivo do estudo | Instrumento |
|---|---|
| Estrutura da atmosfera e nuvens; condições de
luz e calor através de características ópticas |
Telefotómetro - câmera de TV (λ < 0,4 μm)
Espectrómetro (λ = 0,24 - 0,7 μm) Espectrómetro infra-vermelho (λ = 1,7 - 2,8 μm) Radiómetro infravermelho (λ = 8 - 40μm ) Fotómetro ultravioleta (λ = 0,35 μm) Fotopolarímetro (λ = 0,4 - 0,8 μm) Transmissor de RF (ocultação) |
| Estudo da superfície | Transmissor de RF (radar biestático) |
| Estudo da atmosfera superior e ionosfera | Fotómetro para linha Lyman-α
Espectrómetro (λ = 0,3 - 0,8 μm) Transmissor de RF |
| Estudo da interação do planeta com o | Magnetómetro
Espectrómetro eletrostático de plasma Armadilha para partículas carregadas |
Alguns resultados preliminares indicaram:
- nuvens com espessuras de 30 a 40 km;
- pressão na superfície de aproximadamente 90 atm (terrestres);
- temperatura na superfície de 485 °C;
- níveis de luz comparáveis a dias nublados de verão na Terra;
- ausência aparente de poeira no ar e uma variedade de rochas de 30 a 40 cm não erodidas;
- os constituintes das rochas do local de pouso indicavam serem semelhantes ao basalto;
- a velocidade dos ventos no local de pouso variavam de 0,4 a 0,7 m/s, uma velocidade baixa com consequente pouca poeira no ar;
- a velocidade dos ventos variava entre 50 a 100 m/s nas altitudes de 40 a 50 km respetivamente..
_flatten_crop.jpg)







