Chegado ao pé da guilhotina, Luís XVI considerou um instante os instrumentos de seu suplício e perguntou a Sanson se os tambores cessariam de bater. Ele se aproximou para falar. Foi dito aos carrascos que fizessem seu dever. Enquanto lhe colocavam as cilhas, ele gritou : "Povo, eu morro inocente!". De seguida, virando-se para os carrascos, Luís XVI declara: "Senhores, sou inocente de tudo o que me inculpam. Espero que meu sangue possa cimentar a felicidade dos Franceses". O cutelo caiu. Eram 10 horas e 22 minutos. Um dos assistentes de Sanson apresentou a cabeça de Luís XVI ao povo, enquanto se elevava um grande grito de: "Viva a Nação! Viva a República!" e que ressoava uma salva de artilharia, que chegou até aos ouvidos da família real encarcerada..
quarta-feira, janeiro 21, 2026
O Rei Luís XVI foi assassinado pela república há 233 anos...
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segunda-feira, novembro 03, 2025
Olympe de Gouges, percursora da defesa dos direitos das mulheres, foi guilotinada há 232 anos...
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quarta-feira, setembro 10, 2025
Uma execução com guilhotina, na França, foi feita pela última vez há 48 anos...
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sexta-feira, setembro 05, 2025
O período dito do Terror, na revolução francesa, começou há 232 anos...
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terça-feira, agosto 26, 2025
Lavoisier nasceu há 282 anos...
| “ | Na Natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma. | ” |
| “ | Não bastará um século para produzir uma cabeça igual à que se fez cair num segundo. | ” |
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sábado, agosto 23, 2025
Luís XVI nasceu há 271 anos
Nascido em Versalhes, recebeu o título de Duque de Berry. Após a morte repentina do seu pai Luís Fernando, tornou-se o novo herdeiro da França em 1765, e coroado rei aos 19 anos. A primeira parte de seu reinado foi marcada por tentativas de reformar a França, de acordo com os ideais iluministas. Estes incluíram esforços para abolir a servidão, remover a taille, e aumentar a tolerância em relação aos protestantes. A nobreza francesa reagiu com hostilidade às reformas propostas, e se opôs com sucesso a sua implementação. Em seguida ocorreu o aumento do descontentamento entre as pessoas comuns. Em 1776, Luís XVI apoiou ativamente os colonos norte-americanos, que buscavam sua independência da Grã-Bretanha, que foi realizada no Tratado de Paris de 1783.
A dívida e crise financeira que vieram em seguida contribuíram para a impopularidade do Antigo Regime, que culminou no Estado Geral de 1789. O descontentamento entre os membros das classes média e baixa da França resultou em reforçada oposição à aristocracia francesa e à monarquia absoluta, das quais Luís e sua esposa, a rainha Maria Antonieta, eram vistos como representantes. Em 1789, a tomada da Bastilha, durante os distúrbios em Paris, marcou o início da Revolução Francesa. A indecisão e conservadorismo de Luís levaram algumas perceções ao povo da França em vê-lo como um símbolo da tirania do Antigo Regime, e sua popularidade se deteriorou progressivamente. A sua desastrosa fuga de Varennes, em junho de 1791, quatro meses antes da monarquia constitucional ser declarada, parecia justificar os rumores de que o rei amarrou suas esperanças de salvação política nas perspetivas de alguma invasão estrangeira. Sua credibilidade foi extremamente comprometida. A abolição da monarquia e a instauração da república tornaram-se possibilidades cada vez maiores.
Em um contexto de guerra civil e internacional, o rei foi suspenso e preso na época da insurreição de 10 de agosto de 1792, um mês antes da monarquia constitucional ser abolida e a Primeira República Francesa ser proclamada em 21 de setembro. Foi julgado pela Convenção Nacional (auto-instituída como um tribunal para a ocasião), considerado culpado de alta traição e executado na guilhotina em 21 de janeiro de 1793 como um cidadão francês dessacralizado conhecido como "Cidadão Luís Capeto", um apelido em referência a Hugo Capeto, o fundador da dinastia capetiana - que os revolucionários interpretavam como o seu nome de família. Depois de inicialmente considerado tanto um traidor como um mártir, historiadores franceses têm adotado uma visão geral diferente de sua personalidade e papel como rei, descrevendo-o como um homem honesto, impulsionado por boas intenções, mas que não estava à altura da tarefa hercúlea que teria sido uma profunda reforma da monarquia. Foi o único rei da França na história a ser executado e a sua morte pôs fim a mais de mil anos de monarquia francesa contínua.
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segunda-feira, julho 28, 2025
O Terror terminou há 231 anos na França, quando a república executou Robespierre
(...)
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quinta-feira, julho 17, 2025
As Mártires Carmelitas de Compiègne foram assassinadas, pela república francesa e na guilhotina, há 231 anos...
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domingo, julho 13, 2025
Marat foi assassinado há 232 anos...
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terça-feira, junho 17, 2025
Na França, a última execução pública com guilhotina foi há 86 anos...
- em 21 de julho de 1937, assassinato de Jean de Koven;
- em 3 de setembro de 1937, assassinato de Joseph Couffy;
- em 4 de outubro de 1937, assassinato de Jeanine Keller;
- em 16 de outubro de 1937, assassinato de Roger Le Blond;
- em 20 de novembro de 1937, assassinato de Fritz Frommer;
- em 27 de novembro de 1937, assassinato de Raymond Lesobre.
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quinta-feira, maio 08, 2025
A república guilhotinou Lavoisier há 231 anos...
Não bastará um século para produzir uma cabeça igual à que se fez cair num segundo.
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terça-feira, março 25, 2025
O homem que deu nome à guilhotina (e a melhorou...) morreu há 211 anos
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terça-feira, janeiro 21, 2025
A república assassinou Luís XVI, Rei da França, há 232 anos...
Chegado ao pé da guilhotina, Luís XVI considerou um instante os instrumentos de seu suplício e perguntou a Sanson se os tambores cessariam de bater. Ele se aproximou para falar. Foi dito aos carrascos que fizessem seu dever. Enquanto lhe colocavam as cilhas, ele gritou : "Povo, eu morro inocente!". De seguida, virando-se para os carrascos, Luís XVI declara: "Senhores, sou inocente de tudo o que me inculpam. Espero que meu sangue possa cimentar a felicidade dos Franceses". O cutelo caiu. Eram 10 horas e 22 minutos. Um dos assistentes de Sanson apresentou a cabeça de Luís XVI ao povo, enquanto se elevava um grande grito de: "Viva a Nação! Viva a República!" e que ressoava uma salva de artilharia, que chegou até aos ouvidos da família real encarcerada..
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