sexta-feira, dezembro 20, 2024
Alan Parsons faz hoje 76 anos
Postado por Fernando Martins às 00:07 0 comentários
Marcadores: Alan Parsons, música, Rock, The Alan Parsons Project, Time
Pedro Abrunhosa celebra hoje 64 anos
Pedro Machado Abrunhosa (Porto, 20 de dezembro de 1960), é um cantor e compositor português.
Postado por Fernando Martins às 00:06 0 comentários
Marcadores: Bandemónio, Comité Caviar, música, Pedro Abrunhosa, Rock, Se eu fosse um dia o teu olhar
Música de aniversariante de hoje...!
Postado por Pedro Luna às 00:06 0 comentários
Marcadores: baixo, hard rock, heavy metal, Jackie Fox, música, punk rock, School Days, The Runaways
Hoje é dia de de ouvir cantar Camané...
Postado por Pedro Luna às 00:05 0 comentários
Marcadores: Camané, Fado, Humanos, música, Quero é viver
quinta-feira, dezembro 19, 2024
William Turner morreu há cento e setenta e três anos...
Postado por Fernando Martins às 17:30 0 comentários
Marcadores: pintura, Reino Unido, romantismo, William Turner
Emily Brontë morreu há 176 anos...
(...)
Emily acreditava que a sua saúde, à semelhança da dos irmãos, tinha sofrido devido ao clima severo do local onde viviam e às condições insalubres da sua casa (a água que recebiam vinha contaminada pelo escoamento do cemitério da igreja). Ela apanhou uma constipação grave, durante o funeral do seu irmão Branwell, em setembro de 1848, e a sua saúde piorou ainda mais quando contraiu tuberculose. Apesar de o seu estado de saúde se ter agravado bastante, ela recusou qualquer assistência médica e remédios, dizendo que não queria "veneno, nem médicos" perto dela. Na manhã de 19 de dezembro de 1848, Charlotte, preocupada com o estado de saúde da irmã, escreveu:
Ela fica mais fraca a cada dia que passa. O médico expressou a sua opinião de forma demasiado obscura para ter alguma utilidade: ele enviou alguns medicamentos que ela não tomou. Nunca conheci momentos tão negros como estes, peço a Deus para que nos dê força a todos.
Ao meio-dia, Emily piorou: só conseguia falar através de sussurros entre suspiros. As suas últimas palavras que a família conseguiu ouvir foram: "Podem chamar um médico? Queria que um me visse", mas foi tarde demais. Ela morreu, nesse dia, às duas horas.
Postado por Fernando Martins às 17:06 0 comentários
Marcadores: Emily Brontë, literatura, O Monte dos Vendavais
Hoje é dia de recordar Vitorino Nemésio...
Corno Coxo
Fui hoje à Caixa, Marga, receber
A pensão de reforma.
Coxo e doido, Marga. Muito!
Duro é ser velho, e, então, de ossos a arder?
A minha tíbia engole facas.
Fui hoje à Caixa receber
O troco das pernas fracas.
E lembrei-me de ti, que eras habituée
Lá pela ordem dos trinta, dos cinquenta milhões.
Da formiga à cigarra:
(Iguais ocasiões)
- Que faisiez vous aux temps chaux,
Dit-elle à cette emprunteuse.
Lembrei-me de ti com La Fontaine,
Cigarra, claro, chanteuse.
Formiga fora uma aubaine.
Marga, é tão triste o dinheiro!
Até já o ganhas, como eu,
E andaste coxa, cheia de dores
Tu que o atiravas aos punhados
Como em batalha de flores
Estás como os reformados
À espera dos directores
Mas como ainda és bonita
E há sempre um, pronto aos favores,
Vê bem o que ele te debita
Que descontos te faz
Ê provável que insista
Sabendo-te "petite amie" de um pobre pensionista
A menina bem sabe que há certas coisas que nem mesmo um aperto
(Ai, a minha perninha!)
Cornucópia - corno coxo.
in Caderno de Caligraphia e outros Poemas a Marga (2003) - Vitorino Nemésio
Postado por Pedro Luna às 12:30 0 comentários
Marcadores: Açores, literatura, poesia, Se bem me lembro, televisão, Terceira, Vitorino Nemésio
Música (e poema...) adequados à data...
Perfilados de Medo - José Mário Branco
Poema de Alexandre O'Neil e música de José Mário Branco
Perfilados de medo, agradecemos
o medo que nos salva da loucura.
Decisão e coragem valem menos
e a vida sem viver é mais segura.
Aventureiros já sem aventura,
perfilados de medo combatemos
irónicos fantasmas à procura
do que não fomos, do que não seremos.
Perfilados de medo, sem mais voz,
o coração nos dentes oprimido,
os loucos, os fantasmas somos nós.
Rebanho pelo medo perseguido,
já vivemos tão juntos e tão sós
que da vida perdemos o sentido...
in Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades - LP de 1971
Postado por Pedro Luna às 10:00 0 comentários
Marcadores: Alexandre O'Neill, José Mário Branco, música, música de intervenção, poesia, Surrealismo
Phil Ochs nasceu há oitenta e quatro anos...
Philip David "Phil" Ochs (El Paso, Texas, December 19, 1940 – Far Rockaway, New York City, April 9, 1976) was an American protest singer (or, as he preferred, a topical singer) and songwriter who was known for his sharp wit, sardonic humor, earnest humanism, political activism, insightful and alliterative lyrics, and distinctive voice. He wrote hundreds of songs in the 1960s and '70s and released eight albums.
Ochs performed at many political events during the 1960s counterculture era, including anti-Vietnam War and civil rights rallies, student events, and organized labor events over the course of his career, in addition to many concert appearances at such venues as New York City's Town Hall and Carnegie Hall. Politically, Ochs described himself as a "left social democrat" who became an "early revolutionary" after the protests at the 1968 Democratic National Convention in Chicago led to a police riot, which had a profound effect on his state of mind.
After years of prolific writing in the 1960s, Ochs's mental stability declined in the 1970s. He eventually succumbed to a number of problems including bipolar disorder and alcoholism, and died by suicide in 1976.
Some of Ochs's major musical influences were Woody Guthrie, Pete Seeger, Buddy Holly, Elvis Presley, Bob Gibson, Faron Young, and Merle Haggard. His best-known songs include "I Ain't Marching Anymore", "Changes", "Crucifixion", "Draft Dodger Rag", "Love Me, I'm a Liberal", "Outside of a Small Circle of Friends", "Power and the Glory", "There but for Fortune", and "The War Is Over".
Postado por Fernando Martins às 08:40 0 comentários
Marcadores: folk, folk rock, música, música de protesto, Phil Ochs, suicídio, When I'm Gone
Maurice White, dos Earth, Wind & Fire, nasceu há 83 anos...
Postado por Fernando Martins às 08:30 0 comentários
Marcadores: Earth Wind and Fire, funk, Maurice White, música, rythm and blues contemporâneo, September, soul
Hoje é dia de recordar Alvin Lee...
Postado por Pedro Luna às 08:00 0 comentários
Marcadores: Alvin Lee, blues, blues rock, guitarra, I`m going home, Rock, rockabilly, Ten Years After
Jimmy Bain nasceu há 77 anos...
Postado por Fernando Martins às 07:07 0 comentários
Marcadores: blues rock, Dio, guitarra, hard rock, heavy metal, Jimmy Bain, música, Rainbow, Starstruck
Porque, enquanto for recordado, o Pintor nunca morre...
A Morte Saiu À Rua - Zeca Afonso
Naquele lugar sem nome para qualquer fim
E um rio de sangue de um peito aberto sai
E a foice duma ceifeira de Portugal
Vão dizendo em toda a parte o Pintor morreu
Só olho por olho e dente por dente vale
Teu corpo pertence à terra que te abraçou
Que um dia rirá melhor quem rirá por fim
E em todas florirão rosas de uma nação
Postado por Pedro Luna às 06:30 0 comentários
Marcadores: A morte saiu à Rua, assassinato, escultura, José Dias Coelho, música, PIDE, pintura, Zeca Afonso
Lars Ulrich, o baterista dos Metallica, faz hoje 61 anos
Postado por Fernando Martins às 06:10 0 comentários
Marcadores: bateria, hard rock, heavy metal, Lars Ulrich, Metallica, música, One, Speed Metal, Thrash metal
Limahl celebra hoje 66 anos
in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 06:06 0 comentários
Marcadores: Kajagoogoo, Limahl, música, new wave, pop, synthpop, The Never Ending Story
O primeiro rei Borbon de Espanha nasceu há 341 anos
Postado por Fernando Martins às 03:41 0 comentários
Vitorino Nemésio nasceu há cento e vinte e três anos...
O Futuro Perfeito
A neta explora-me os dentes.
Penteia-me como quem carda.
Terra da sua experiência,
Meu rosto diverte-a, parda
Imagem dada à inocência.
Finjo que lhe como os dedos,
Fura-me os olhos cansados,
Íntima aos meus próprios medos
Deixa-mos sossegados.
E tira, tira puxando
Coisas de mim, divertida.
Assim me vai transformando
Em tempo de sua vida.
Vitorino Nemésio
Postado por Fernando Martins às 01:23 0 comentários
Marcadores: Açores, literatura, poesia, Vitorino Nemésio
Brejnev nasceu há 118 anos

Postado por Fernando Martins às 01:18 0 comentários
Marcadores: Brejnev, comunistas ortodoxos, Leonid Brejnev, URSS
Alzheimer morreu há 109 anos
Postado por Fernando Martins às 01:09 0 comentários
Marcadores: Aloysius Alzheimer, Alzheimer, mal de Alzheimer, Medicina
Édith Piaf nasceu há 109 anos...
Postado por Fernando Martins às 01:09 0 comentários
Marcadores: Chanson française, Édith Piaf, França, La Vie En Rose, Music hall, música
Música adequada à data...
Amália Rodrigues - Gaivota
Poema: Alexandre O'Neill
Música: Alain Oulman
trazer-me o céu de Lisboa
no desenho que fizesse,
nesse céu onde o olhar
é uma asa que não voa,
esmorece e cai no mar.
Que perfeito coração
no meu peito bateria,
meu amor na tua mão,
nessa mão onde cabia
perfeito o meu coração.
Se um português marinheiro,
dos sete mares andarilho,
fosse quem sabe o primeiro
a contar-me o que inventasse,
se um olhar de novo brilho
no meu olhar se enlaçasse.
Que perfeito coração
no meu peito bateria,
meu amor na tua mão,
nessa mão onde cabia
perfeito o meu coração.
Se ao dizer adeus à vida
as aves todas do céu,
me dessem na despedida
o teu olhar derradeiro,
esse olhar que era só teu,
amor que foste o primeiro.
Que perfeito coração
no meu peito morreria,
meu amor na tua mão,
nessa mão onde perfeito
bateu o meu coração.
Postado por Pedro Luna às 01:00 0 comentários
Marcadores: Alain Oulman, Alexandre O'Neill, Amália Rodrigues, Fado, Gaivota, música, poesia
Os últimos astronautas a pisar a Lua aterraram há 52 anos...
| Estatísticas da missão | |||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Módulo de comando | America | ||||||||||
| Módulo lunar | Challenger | ||||||||||
| Número de tripulantes | 3 | ||||||||||
| Lançamento | 07.12 de 1972, 05.33 UTC, Cabo Kennedy | ||||||||||
| Alunagem | 11.12 de 1972, 19.54.57 UTC, Taurus-Littrow | ||||||||||
| Aterragem | 19.12 de 1972, 19.24.59 UTC | ||||||||||
| Órbitas | 3 (Terra), 75 (Lua) | ||||||||||
| Duração | 12 dias, 13 horas, 51 minutos e 59 segundos | ||||||||||
| Imagem da tripulação | |||||||||||
| |||||||||||
Da esquerda para a direita: Schmitt, Evans e Cernan (sentado)
A Apollo XVII foi a sexta e última missão tripulada do Projeto Apollo à Lua, realizada em dezembro de 1972. Foi a única missão que contou com um geólogo
profissional em sua tripulação, a missão que mais tempo permaneceu na
superfície lunar, o primeiro lançamento noturno de uma missão
tripulada norte-americana e a última viagem espacial tripulada
realizada por qualquer país para além da órbita terrestre.
in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 00:52 0 comentários
Marcadores: Eugene Cernan, geólogos, Harrison Schmitt, Lua, NASA, programa Apollo, Ron Evans, XVII
Jake Gyllenhaal comemora hoje 44 anos
Postado por Fernando Martins às 00:44 0 comentários
Marcadores: actor, cinema, Jake Gyllenhaal
Lady Sovereign - 39 anos
Postado por Fernando Martins às 00:39 0 comentários
Marcadores: homossexuais, Lady Sovereign, Love Me Or Hate Me, MC, música, rap, Reino Unido
Bering morreu há 283 anos
Postado por Fernando Martins às 00:28 0 comentários
Marcadores: Bering, descobrimentos, estreito de Bering, mar de Bering, Rússia
Desmond Llewelyn, o primeiro Q dos filmes 007, morreu há 25 anos...
Postado por Fernando Martins às 00:25 0 comentários
Marcadores: 007, actor, cinema, Desmond Llewelyn, País de Gales, Q
Hoje é dia de celebrar um Poeta...!
O Poema Pouco Original do Medo
O medo vai ter tudo
pernas
ambulâncias
e o luxo blindado
de alguns automóveis
Vai ter olhos onde ninguém os veja
mãozinhas cautelosas
enredos quase inocentes
ouvidos não só nas paredes
mas também no chão
no tecto
no murmúrio dos esgotos
e talvez até (cautela!)
ouvidos nos teus ouvidos
O medo vai ter tudo
fantasmas na ópera
sessões contínuas de espiritismo
milagres
cortejos
frases corajosas
meninas exemplares
seguras casas de penhor
maliciosas casas de passe
conferências várias
congressos muitos
óptimos empregos
poemas originais
e poemas como este
projectos altamente porcos
heróis
(o medo vai ter heróis!)
costureiras reais e irreais
operários
(assim assim)
escriturários
(muitos)
intelectuais
(o que se sabe)
a tua voz talvez
talvez a minha
com certeza a deles
Vai ter capitais
países
suspeitas como toda a gente
muitíssimos amigos
beijos
namorados esverdeados
amantes silenciosos
ardentes
e angustiados
Ah o medo vai ter tudo
tudo
(Penso no que o medo vai ter
e tenho medo
que é justamente
o que o medo quer)
*
O medo vai ter tudo
quase tudo
e cada um por seu caminho
havemos todos de chegar
quase todos
a ratos
Sim
a ratos
in Abandono Vigiado (1960) - Alexandre O'Neill
Postado por Pedro Luna às 00:10 0 comentários
Marcadores: Alexandre O'Neill, jornalismo, literatura, poesia, publicidade, Surrealismo
Alvin Lee nasceu há oitenta anos...
Alvin Lee, born Graham Anthony Barnes (Nottingham, 19 December 1944 – Estepona, Spain, 6 March 2013) was an English singer, songwriter and guitarist. He is best known as the lead vocalist and lead guitarist of the blues rock band Ten Years After.
(...)
Lee died on 6 March 2013 in Spain. He died from "unforeseen complications following a routine surgical procedure" to correct an atrial arrhythmia. He was 68. His former bandmates lamented his death. Leo Lyons called him "the closest thing I had to a brother", while Ric Lee (no relation) said "I don't think it's even sunk in yet as to the reality of his passing". Billboard highlighted such landmark performances as "I'm Going Home" from the Woodstock festival and his 1971 hit single "I'd Love to Change the World".
Postado por Fernando Martins às 00:08 0 comentários
Marcadores: Alvin Lee, blues, blues rock, guitarra, I'd Love to Change the World, I`m going home, Rock, rockabilly, Ten Years After
José Dias Coelho foi assassinado há sessenta e três anos...
Biografia
Natural de Pinhel, próximo da Guarda, foi o quinto de nove irmãos e irmãs.
Foi aluno da Escola de Belas Artes de Lisboa onde entrou em 1942. Frequentou primeiro o curso de Arquitetura, que abandonou, para frequentar o de Escultura.
Ainda muito jovem aderiu à Frente Académica Antifascista e, mais tarde (em 1946), ao MUD Juvenil. Participante em várias lutas estudantis em 1947, aderiu de seguida ao Partido Comunista Português e, em 1949, foi detido pela PIDE depois de participar na campanha presidencial de Norton de Matos. Em 1952, foi expulso da Escola Superior de Belas Artes e impedido de ingressar em qualquer faculdade do país; seria também demitido do lugar de professor do Ensino Técnico.
José Dias Coelho vai trabalhar, em 1952, como desenhador com os arquitetos Keil do Amaral, Hernâni Gandra e Alberto José Pessoa num atelier na Rua Fernão Álvares do Oriente, no Bairro de São Miguel em Lisboa.
Em 1955 entra para a clandestinidade, ao mesmo tempo que exercia funções no PCP, com o objetivo de criar uma oficina de falsificação de documentos para dar cobertura às atividades dos militantes clandestinos. Exercia esta atividade na altura do seu assassinato pela PIDE, em 19 de dezembro de 1961, na Rua da Creche, que hoje tem o seu nome, junto ao Largo do Calvário, em Lisboa.
O assassinato levou o cantor Zeca Afonso a escrever e dedicar-lhe a música A Morte Saiu à Rua. O mesmo fez o grupo Trovante com a música Flor da Vida. Da vida pessoal de José Dias Coelho há ainda a salientar a sua relação com Margarida Tengarinha, também artista plástica. O casal teve três filhas.
Ao optar pela clandestinidade em 1955, põe de parte a sua carreira artística como escultor, que nesse mesmo ano vê os primeiros sinais de reconhecimento público, com duas esculturas para a Escola Primária de Campolide (seões feminina e masculina) e uma grande escultura para a Escola Primária de Vale Escuro, em Lisboa, e dois baixos relevos, um para o Café Central das Caldas da Rainha, e outro para a fábrica Secil.
Já estava na clandestinidade quando, em junho de 1956, se realizou a 10.ª e última das Exposições Gerais de Artes Plásticas; José Dias Coelho foi um dos organizadores dessas exposições, desde a primeira edição em 1946, e é um dos artistas que expõe a partir da segunda. Por não poder participar abertamente na 10ª edição devido ao facto de estar na clandestinidade, um grupo de amigos expõe a escultura da cabeça da irmã Maria Emília, que já havia sido exposta, para garantir que o seu nome consta do catálogo.
Com uma intensa atividade social e intelectual a par da política, travou e manteve amizade com várias figuras destacadas da sociedade portuguesa de então, tais como os arquitetos Keil do Amaral e João Abel Manta, com Fernando Namora, Carlos de Oliveira, José Gomes Ferreira, Eugénio de Andrade, José Cardoso Pires, Abel Manta, Rogério Ribeiro, João Hogan, bem como aqueles que viriam dentro em breve a liderar os movimentos de independência em África, na altura estudantes em Lisboa: Agostinho Neto, Vasco Cabral, Marcelino dos Santos, Amílcar Cabral e Orlando Costa.
Em março de 1975, quase um ano depois do 25 de Abril, foi finalmente organizada uma exposição em sua homenagem, na Sociedade Nacional de Belas Artes, Lisboa.
Postado por Fernando Martins às 00:06 0 comentários
Marcadores: assassinato, escultura, José Dias Coelho, PIDE, pintura






.jpg)









