domingo, maio 10, 2026
John Wilkes Booth, o assassino de Lincoln, nasceu há 188 anos...
Postado por Fernando Martins às 18:08 0 comentários
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sábado, maio 09, 2026
Aldo Moro? Não esquemos, nem perdoamos, o crime dos terroristas das Brigadas Vermelhas...
Postado por Pedro Luna às 11:11 0 comentários
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Um neto de Aldo Moro a cantar, para dar voz ao avô assassinado...
Postado por Pedro Luna às 04:08 0 comentários
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Aldo Moro foi assassinado pelas Brigadas Vermelhas há 48 anos...
Postado por Fernando Martins às 00:48 0 comentários
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sexta-feira, maio 01, 2026
Poema para recordar um Português...
À MEMÓRIA DO PRESIDENTE-REI SIDÓNIO PAIS
Longe da fama e das espadas,
Alheio às turbas ele dorme.
Em torno há claustros ou arcadas?
Só a noite enorme.
Porque para ele, já virado
Para o lado onde está só Deus,
São mais que Sombra e que Passado
A terra e os céus.
Ali o gesto, a astúcia, a lida,
São já para ele, sem as ver,
Vácuo de acção, sombra perdida,
Sopro sem ser.
Só com sua alma e com a treva,
A alma gentil que nos amou
Inda esse amor e ardor conserva?
Tudo acabou?
No mistério onde a Morte some
Aquilo a que a alma chama a vida,
Que resta dele a nós — só o nome
E a fé perdida?
Se Deus o havia de levar,
Para que foi que no-lo trouxe
Cavaleiro leal, do olhar
Altivo e doce?
Soldado-rei que oculta sorte
Como em braços da Pátria ergueu,
E passou como o vento norte
Sob o ermo céu.
Mas a alma acesa não aceita
Essa morte absoluta, o nada
De quem foi Pátria, e fé eleita,
E ungida espada.
Se o amor crê que a Morte mente
Quando a quem quer leva de novo
Quão mais crê o Rei ainda existente
O amor de um povo!
Quem ele foi sabe-o a Sorte,
Sabe-o o Mistério e a sua lei
A Vida fê-lo herói, e a Morte
O sagrou Rei!
Não é com fé que nós não cremos
Que ele não morra inteiramente.
Ah, sobrevive! Inda o teremos
Em nossa frente.
No oculto para o nosso olhar,
No visível à nossa alma,
Inda sorri com o antigo ar
De força calma.
Ainda de longe nos anima,
Inda na alma nos conduz
Gládio de fé erguido acima
Da nossa cruz!
Nada sabemos do que oculta
O véu igual de noite e dia,
Mesmo ante a Morte a Fé exulta:
Chora e confia.
Apraz ao que em nós quer que seja
Qual Deus quis nosso querer tosco,
Crer que ele vela, benfaeja
Sombra connosco.
Não sai da nossa alma a fé
De que, alhures que o mundo e o fado,
Ele inda pensa em nós e é
O bem-amado.
Tenhamos fé porque ele foi.
Deus não quer mal a quem o deu.
Não passa como o vento o herói
Sob o ermo céu.
E amanhã, quando queira a Sorte,
Quando findar a expiação,
Ressurrecto da falsa morte!
Ele já não.
Mas a ânsia nossa que encarnara,
A alma de nós de que foi braço,
Tornara, nova forma clara,
Ao tempo e ao espaço.
Tornará feito qualquer outro,
Qualquer cousa de nós com ele;
Porque o nome do herói morto
Inda compele,
Inda comanda, e a armada ida
Para os campos da Redenção,
Às vezes leva à frente, erguida
Espada, a Ilusão.
E um raio só de ardente amor,
Que emana só do nome seu,
Dê sangue a um braço vingador,
Se esmoreceu.
Com mais armas que com Verdade
Combate a alma por quem ama.
É lenha só a Realidade.
A fé é a chama.
Mas ai, que a fé já não tem forma
Na matéria e na cor da Vida,
E, pensada, em dor se transforma
E a fé perdida!
Pra que deu Deus a confiança
A quem não ia dar o bem?
Morgado da nossa esperança,
A Morte o tem!
Mas basta o nome e basta a glória
Para ele estar connosco, e ser
Carnal presença de memória
A amanhecer;
Espectro real feito de nós,
Da nossa saudade e ânsia,
Que fala com oculta voz
Na alma, a distância;
E a nossa própria dor se torna
Uma vaga ânsia, um esperar vago,
Como a erma brisa que transtorna
Um ermo lago.
Não mente a alma ao coração.
Se Deus o deu, Deus nos amou.
Porque ele pôde ser, Deus não
Nos desprezou.
Rei-nato, a sua realeza,
Por não podê-la herdar dos seus
Avós, com mística inteireza
A herdou de Deus;
E, por directa consonância
Com a divina intervenção,
Uma hora ergueu-nos alta a ânsia
De salvação.
Toldou-o a Sorte que o trouxera
Outra vez com nocturno véu.
Deus p'ra que no-lo deu, se era
P'ra o tornar seu?
Ah, tenhamos mais fé que a esp'rança!
Mais vivo que nós somos, fita
Do Abismo onde não há mudança
A terra aflita.
E se assim é; se, desde o Assombro
Aonde a Morte as vidas leva,
Vê esta pátria, escombro a escombro,
Cair na treva;
Se algum poder do que tivera
Sua alma, que não vemos, tem,
De longe ou perto — por que espera?
Por que não vem?
Em nova forma ou novo alento,
Que alheio pulso ou alma tome,
Regresse como um pensamento,
Alma de um nome!
Regresse sem que a gente o veja,
Regresse só que a gente o sinta —
Impulso, luz, visão que reja
E a alma pressinta!
E qualquer gládio adormecido,
Servo do oculto impulso, acorde,
E um novo herói se sinta erguido
Porque o recorde!
Governa o servo e o jogral.
O que íamos a ser morreu.
Não teve aurora a matinal
Estrela do céu.
Vivemos só de recordar.
Na nossa alma entristecida
Há um som de reza a invocar
A morta vida;
E um místico vislumbre chama
O que, no plaino trespassado,
Vive ainda em nós, longínqua chama —
O DESEJADO.
Sim, só há a esp'rança, como aquela
- E quem sabe se a mesma? — quando
Se foi de Aviz a última estrela
No campo infando.
Novo Alcácer-Kibir na noite!
Novo castigo e mal do Fado!
Por que pecado novo o açoite
Assim é dado?
Só resta a fé, que a sua memória
Nos nossos corações gravou,
Que Deus não dá paga ilusória
A quem amou.
Flor alta do paul da grei,
Antemanhã da Redenção,
Nele uma hora encarnou el-rei
Dom Sebastião.
O sopro de ânsia que nos leva
A querer ser o que já fomos,
E em nós vem como em uma treva,
Em vãos assomos,
Bater à porta ao nosso gesto,
Fazer apelo ao nosso braço,
Lembrar ao sangue nosso o doesto
E o vil cansaço,
Nele um momento clareou,
A noite antiga se seguiu,
Mas que segredo é que ficou
No escuro frio?
Que memória, que luz passada
Projecta, sombra, no futuro,
Dá na alma? Que longínqua espada
Brilha no escuro?
Que nova luz virá ralar
Da noite em que jazemos vis?
Ó sombra amada, vem tornar
A ânsia feliz.
Quem quer que sejas, lá no abismo
Onde a morte a vida conduz,
Sê para nós um misticismo
A vaga luz.
Com que a noite erma inda vazia
No frio alvor da antemanhã
Sente, da esp'rança que há no dia,
Que não é vã.
E amanhã, quando houver a Hora,
Sendo Deus pago, Deus dirá
Nova palavra redentora.
Ao mal que há,
E um novo verbo ocidental
Encarnado em heroísmo e glória,
Traga por seu broquel real
Tua memória!
Precursor do que não sabemos,
Passado de um futuro a abrir
No assombro de portais extremos
Por descobrir,
Sê estrada, gládio, fé, fanal,
Pendão de glória em glória erguido!
Tornas possível Portugal
Por teres sido!
Não era extinta a antiga chama
Se tu e o amor puderam ser.
Entre clarins te a glória aclama,
Morto a vencer!
E, porque foste, confiando
Em QUEM SERÁ porque tu foste,
Ergamos a alma, e com o infando
Sorrindo arroste,
Até que Deus o laço solte
Que prende à terra a asa que somos,
E a curva novamente volte
Ao que já fomos,
E no ar de bruma que estremece
(Clarim longínquo matinal!)
O DESEJADO enfim regresse
A Portugal!
Fernando Pessoa
Postado por Pedro Luna às 15:40 0 comentários
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O terrorista Osama bin Laden foi finalmente apanhado (e assassinado...) há quinze anos
Postado por Fernando Martins às 15:00 0 comentários
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terça-feira, abril 28, 2026
O ditador fascista Mussolini foi sumariamente fuzilado há 81 anos
Benito Amilcare Andrea Mussolini (Predappio, 29 de julho de 1883 - Mezzegra, 28 de abril de 1945) foi um político italiano que liderou o Partido Nacional Fascista e é referenciado como sendo uma das figuras-chave na criação do Fascismo.
Postado por Fernando Martins às 08:10 0 comentários
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quarta-feira, abril 15, 2026
Lincoln morreu há 161 anos...
Postado por Fernando Martins às 16:10 0 comentários
Marcadores: abolição da escravatura, Abraham Lincoln, assassinato, Guerra Civil Americana, John Wilkes Booth, Presidente dos EUA
terça-feira, abril 14, 2026
Lincoln foi a última vez ao teatro há 161 anos...
Postado por Fernando Martins às 16:10 0 comentários
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sábado, abril 04, 2026
Martin Luther King foi assassinado há cinquenta e oito anos...

Postado por Fernando Martins às 00:58 0 comentários
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segunda-feira, março 30, 2026
Ronald Reagan foi alvo de um atentado há quarenta e cinco anos...
Postado por Fernando Martins às 00:45 0 comentários
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terça-feira, março 24, 2026
Óscar Romero, santo e mártir da Igreja católica, foi assassinado há 46 anos...
Óscar Romero é o primeiro salvadorenho a ser elevado aos altares, o primeiro arcebispo martirizado da América, o primeiro a ser declarado mártir depois do Concílio Vaticano II, e o primeiro santo nativo da América Central. Embora também São Pedro de Betancur tenha sido canonizado na cidade de Santiago de los Caballeros, na Guatemala, pelo seu trabalho na região e portanto, sendo um santo centro-americano, tinha nascido em Tenerife, Espanha.
A sua morte provocou uma onda de protestos em todo o mundo e pressões internacionais por reformas em El Salvador.
Em 1983, durante a sua primeira viagem à América Central, o Papa João Paulo II visitou o túmulo do arcebispo na Catedral de San Salvador e ajoelhou-se para rezar, apesar da oposição do governo e de alguns membros da Igreja que se opunham fortemente à teologia da libertação. Ele repetiu o gesto em 1996.
A Comissão da Verdade de El Salvador, criada pela ONU, em 1993, concluiu que o autor intelectual do assassinato foi o major, líder de esquadrão da morte e fundador do partido Aliança Republicana Nacionalista, Roberto D’Aubuisson.
Em 7 de maio de 2000, no Coliseu de Roma, durante as celebrações do Ano Jubilar, João Paulo II comemorou os mártires do século XX. Das várias categorias de mártires, a sétima consistia em cristãos que foram mortos por defenderem seus irmãos nas Américas. Apesar da oposição de alguns conservadores sociais dentro da Igreja, João Paulo II insistiu que Romero fosse incluído. Ele pediu aos organizadores do evento que proclamassem Romero "essa grande testemunha do Evangelho".
Em 2010, a Assembleia Geral das Nações Unidas proclamou o dia 24 de março como o Dia Internacional pelo Direito à Verdade acerca das Graves Violações dos Direitos Humanos e à Dignidade das Vítimas em reconhecimento à atuação de Dom Romero em defesa dos direitos humanos.[58] Naquele ano, o presidente de El Salvador, Mauricio Funes, pediu desculpas em nome do Estado pelo assassinato e declarou Romero "guia espiritual da nação".
Em 22 de março de 2011, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, visitou o túmulo de Romero durante uma visita oficial a El Salvador. O presidente irlandês, Michael D. Higgins, visitou a catedral e o túmulo de Romero em 25 de outubro de 2013, durante uma visita de Estado a El Salvador. O linguista Noam Chomsky elogia o trabalho social de Romero e frequentemente se refere ao seu assassinato. Em 2014, o Aeroporto Internacional de El Salvador foi nomeado em sua homenagem, tornando-se o Aeroporto Internacional Monseñor Óscar Arnulfo Romero y Galdámez e, posteriormente, o Aeroporto Internacional San Óscar Arnulfo Romero y Galdámez em 2018, após sua canonização.
Postado por Fernando Martins às 00:46 0 comentários
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segunda-feira, março 16, 2026
As Brigadas Vermelhas raptaram Aldo Moro há 48 anos...
Postado por Fernando Martins às 00:48 0 comentários
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domingo, março 15, 2026
Acautelai-vos com os Idos de Março... - Júlio César foi assassinado há 2070 anos...
Caio Júlio César (em latim: Caius ou Gaius Iulius Caesar ou IMP•C•IVLIVS•CÆSAR•DIVVS; Roma, 13 de julho, 100 a.C. – Roma, 15 de março de 44 a.C.), foi um patrício, líder militar e político romano. Desempenhou um papel crítico na transformação da República Romana no Império Romano.
Postado por Fernando Martins às 20:07 0 comentários
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quinta-feira, março 12, 2026
Ihor Homeniuk foi assassinado há seis anos...
Postado por Fernando Martins às 00:06 0 comentários
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domingo, março 08, 2026
Hipátia foi assassinada há 1611 anos...
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Hipátia ou Hipácia (em grego clássico: Ὑπατία; romaniz.: Hypatía; Alexandria, circa 351/370 – Alexandria, 8 de março de 415) foi uma filósofa neoplatónica do Egito Romano. Foi a primeira mulher documentada como tendo sido matemática. Como chefe da escola platónica em Alexandria, também lecionou filosofia e astronomia.
Como neoplatonista, pertencia à tradição matemática da Academia de Atenas, representada por Eudoxo de Cnido, e era da escola intelectual do pensador Plotino, que a incentivou a estudar Lógica e Matemática, no lugar de se dedicar à investigação empírica, e a estudar Direito, em vez de ciências da natureza.
De acordo com a única fonte contemporânea, Hipátia foi assassinada por uma multidão de cristãos, depois de ser acusada de exacerbar um conflito entre duas figuras proeminentes em Alexandria: o governador Orestes e o bispo de Alexandria, Cirilo de Alexandria.
Kathleen Wider refere que o assassinato de Hipátia marcou o fim da Antiguidade Clássica, e Stephen Greenblatt observa que o assassinato "efetivamente marcou a queda da vida intelectual em Alexandria". Por outro lado, Maria Dzielska e Christian Wildberg notam que a filosofia helenística continuou a florescer nos séculos V e VI, e, talvez, até a era de Justiniano.
in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 16:11 0 comentários
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