
11 de março de 1975. O dia que fez o PS, o CDS e o PSD tremer
O Curso de Geologia de 85/90 da Universidade de Coimbra escolheu o nome de Geopedrados quando participou na Queima das Fitas. Ficou a designação, ficaram muitas pessoas com e sobre a capa intemporal deste nome, agora com oportunidade de partilhar as suas ideias, informações e materiais sobre Geologia, Paleontologia, Mineralogia, Vulcanologia/Sismologia, Ambiente, Energia, Biologia, Astronomia, Ensino, Fotografia, Humor, Música, Cultura, Coimbra e AAC, para fins de ensino e educação.

11 de março de 1975. O dia que fez o PS, o CDS e o PSD tremer
Postado por Fernando Martins às 00:05 0 comentários
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Meu nome sabe-me a areia - Amália
Composição: Alfredo Duarte / Vasco Lima Couto
Meu nome sabe-me a areia
Que cresce no rio novo
Entre as verdades que sonho
E as tristezas que transponho
Meu nome sabe-me a povo
Corro os caminhos do mundo
Como um tronco de raiz
E se canto uma saudade
Eu limito a humanidade
Aos cantos do meu país
Meu nome gastou os dias
Que eu trilho de amor ao lado
Vivo a afagar uma estrela
E no desejo de vê-la
Meu nome sabe-me a fado
Vivo a afagar uma estrela
E no desejo de vê-la
Meu nome sabe-me a fado
Postado por Pedro Luna às 22:22 0 comentários
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Planeta 9: encontrada “a evidência estatística mais forte até agora”

O Planeta X (ou Planeta 9) será um gigante gasoso semelhante a Úrano e Neptuno
Um novo estudo encontrou evidências da existência de um nono planeta – ou “Planeta 9” – na fronteira do nosso Sistema Solar.
Pode ter sido encontrada a “evidência estatística mais forte até agora” de que existe um planeta deste tipo a orbitar nas extremidades do Sistema Solar. A afirmação é do astrónomo Konstantin Bogytin, do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech), em declarações ao The Independent.
De acordo com o investigador, para chegar a esta conclusão, a equipa analisou o movimento de Objetos Transnetunianos (TNOs), isto é, corpos celestes de vários tamanhos além da órbita de Neptuno, que incluem planetas anões como Plutão e Éris.
A equipa concentrou-se em TNOs que eram ignorados devido aos seus movimentos instáveis, causados pela gravidade de Neptuno. Esta instabilidade torna os seus caminhos mais difíceis de interpretar, mas os investigadores aceitaram de bom grado o desafio.
Os dados foram então inseridos em simulações e combinados com forças conhecidas de outros planetas, estrelas que passam e a maré galáctica proveniente da Via Láctea – o impulso e a atração da própria galáxia. Foram executados dois conjuntos de simulações: um que assumia que o Planeta Nove estava onde os astrónomos pensam que poderia estar, e outro que assumia simplesmente que o Planeta Nove não existe.
“Tendo em conta os preconceitos observacionais, os nossos resultados revelam que a arquitetura orbital deste grupo de objetos se alinha estreitamente com as previsões do modelo inclusivo do P9”, escreveram os investigadores, citados pelo Science Alert.
No entanto, os investigadores admitem que ainda estamos muito longe de obter provas conclusivas de que o Planeta Nove existe.
Tentativas anteriores de o detetar, analisando os seus efeitos hipotéticos no resto do Sistema Solar, foram insuficientes. Ainda assim, à medida que surgem telescópios mais poderosos, esta questão tem cada vez mais hipóteses de ser resolvida.
Com base nos cálculos da equipa, um planeta que corresponda às características esperadas do Planeta Nove seria relativamente pequeno, com uma massa apenas cinco vezes a da Terra e uma distância cerca de 500 vezes maior do que a nossa distância ao Sol.
O artigo científico foi aceite para publicação no Astrophysical Journal Letters e pode ser consultado no arXiv .
in ZAP
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Pomba branca - Max
Poema de Vasco de Lima Couto
Pomba branca, pomba branca
Já perdi o teu voar
Naquela terra distante
Toda coberta p'lo mar
Pomba branca, pomba branca
Já perdi o teu voar
Naquela terra distante
Toda coberta p'lo mar
Fui criança e andei descalço
Porque a terra me aquecia
E eram longos os meus olhos
Quando a noite adormecia
Vinham barcos dos países
E eu sorria a deus, sonhei
Traziam roupas, felizes
As crianças dos países
Nesses barcos a chegar
Pomba branca, pomba branca
Já perdi o teu voar
Naquela terra distante
Toda coberta p'lo mar
Pomba branca, pomba branca
Já perdi o teu voar
Naquela terra distante
Toda coberta p'lo mar
Depois mais tarde ao perder-me
Por ruas de outras cidades
Cantei meu amor ao vento
Porque sentia saudades
Do primeiro amor da vida
Desse instante a aproximar
Dos campos, do meu lugar
À chegada e à partida
Pomba branca, pomba branca
Já perdi o teu voar
Naquela terra distante
Toda coberta p'lo mar
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Reinecke nasceu em Altona, na época parte do ducado de Holstein e governada, em união pessoal, pelo rei da Dinamarca, hoje um distrito de Hamburgo. Filho de Johann Peter Rudolph Reinecke, um professor de música, Carl começa a compor aos sete anos, vindo a se apresentar como pianista a partir de seus doze anos de idade.
Realizou a sua primeira excursão musical em 1843, fato que o conduziu, em 1846, a sua nomeação como Pianista da Corte de Cristiano VIII em Copenhaga, onde permaneceu até 1848. Durante o período escreveu quatro concertos para o piano e várias cadenzas para outras obras, inclusive um grande grupo publicado como seu opus 87. Escreveu também concertos para violino, violoncelo, harpa e flauta.
Em 1851 torna-se professor no Conservatório de Colônia. Nos anos seguintes foi apontado como diretor musical em Barmen, também se tornou diretor musical e académico e maestro da Singakademie de Wrocław (Breslau).
Em 1860, Reinecke é nomeado diretor da Orquestra Gewandhaus em Leipzig, onde permanece até 1895, e professor de composição e piano no conservatório da cidade. Em 1865 o Quarteto Gewandhaus apresenta pela primeira vez seu quinteto para piano e em 1892 seu quarteto de cordas em ré maior.
A obra mais conhecida de Reinecke é a sonata para flauta Ondina, mas ele é também lembrado como um dos mais influentes e versáteis músicos de seu tempo. Como professor, deu aulas para grandes nomes da música.
Após sua retirada dedicou o seu tempo à composição, inclusive de diversas óperas. Carl Reinecke morreu em Leipzig aos 85 anos.
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1º - O jogador português que mais golos marcou na história do Campeonato Nacional: 330 golos.
2º - O jogador português que mais golos marcou num só jogo em campeonatos nacionais: 9 golos contra o Leça, em 22 de fevereiro de 1942, que o Sporting venceu por 14-0.
3º - O jogador português que mais golos consecutivos num só jogo para campeonatos nacionais: 5 golos ao Vitória de Guimarães, em 8 de fevereiro de 1942.
4º - O jogador com melhor média de golos marcados pela seleção de Portugal: 14 golos marcados em 20 jogos (média de 0,7 por jogo).
5º - O jogador com mais golos marcados ao Benfica: 64 golos em 55 jogos (média de 1,2 por jogo)
6º - O jogador com mais golos marcados ao F.C.Porto: 33 golos em 32 jogos (média de 1,02 por jogo).
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