
domingo, setembro 13, 2026
Vítor Damas morreu há vinte e três anos...

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Marcadores: futebol, guarda-redes, Sporting, Vítor Damas
quarta-feira, agosto 12, 2026
Carlos Lopes ganhou o primeiro ouro olímpico para Portugal há quarenta e dois anos...!
| Nome completo | Carlos Alberto de Sousa Lopes | ||||||||||||||||||||||||||||||
| Modalidade | 10.000 m e Maratona | ||||||||||||||||||||||||||||||
| Nascimento | 18 de fevereiro de 1947 Vildemoinhos, Portugal | ||||||||||||||||||||||||||||||
| Nacionalidade | Portuguesa | ||||||||||||||||||||||||||||||
| Compleição | Peso: 55 kg Altura: 1,67 m | ||||||||||||||||||||||||||||||
| Clube | Sporting (1967 - 1985) | ||||||||||||||||||||||||||||||
| Período em atividade | 1967 - 1985 | ||||||||||||||||||||||||||||||
| |||||||||||||||||||||||||||||||
| Carlos Lopes Mais do que ser primeiro Herói é quem Sabe dar-se inteiro E dentro de si mesmo, ir mais além. |
- 5000 metros: 13.16,38 (Oslo - 1984)
- 10000 metros: 27.17,48 (Estocolmo - 1984)
- Maratona: 2.07.12 (Maratona de Roterdão - 1985)
- 3000 metros obstáculos: 8.39,6 (Lisboa - 1973)
- 1976 venceu o Campeonato do Mundo de corta-mato
- 1976 2º Lugar nos 5000 metros dos Jogos Olímpicos de Montreal
- 1977 2º Lugar no Campeonato do Mundo de corta-mato
- 1982 venceu os 10000 metros de Bislett Games em Oslo
- 1982 venceu a Corrida de São Silvestre de São Paulo, Brasil
- 1983 2º Lugar no Campeonato do Mundo de corta-mato
- 1983 2º Lugar na maratona de Roterdão
- 1984 venceu o Campeonato do Mundo de corta-mato
- 1984 2º Lugar no Meeting de Estocolmo, em 1º lugar ficou outro português, Fernando Mamede.
- 1984 venceu a maratona nos Jogos Olímpicos de Los Angeles, estabelecendo o recorde olímpico da prova
- 1984 venceu a tradicional Corrida de São Silvestre de São Paulo, no Brasil
- 1985 venceu o Campeonato do Mundo de Corta-mato (cross-country)
- 1985 venceu a maratona de Roterdão e quebrou o recorde mundial da prova
- 2 Campeonatos Nacionais 5000 metros (1968, 1983)
- 2 Campeonatos Nacionais 10000 metros (1970, 1978)
- 1 Campeonato Nacional 3000 metros com obstáculos (1975)
- 1972 - Munique - 5000 metros (Qualificações)
- 1972 - Munique - 10000 metros (Qualificações)
- 1976 - Montreal, Canadá - 10000 metros (Medalha de prata)
- 1984 - Los Angeles - Maratona (Medalha de ouro)
- 1983 - Helsínquia - 10000 metros (6º lugar)
- 1971 - Helsínquia - 10000 metros (33º lugar)
- 1971 - Helsínquia - 3000 metros com obstáculos (Qualificações)
- 1974 - Roma - 10000 metros (Desistiu)
- 1982 - Atenas - 10000 metros (4º lugar)
- 1976 - Chepstow, País de Gales - Medalha de ouro
- 1977 - Dusseldorf - Medalha de prata
- 1983 - Gateshead, Inglaterra - Medalha de prata
- 1984 - East Rutherford, Estados Unidos - Medalha de ouro
- 1985 - Lisboa - Medalha de ouro
Postado por Fernando Martins às 00:42 0 comentários
Marcadores: Carlos Lopes, Jogos Olímpicos, medalhas, Moniz Pereira, Sporting
domingo, agosto 09, 2026
Jordão nasceu há setenta e quatro anos...

Rui Manuel Trindade Jordão (Benguela, 9 de agosto de 1952 - Cascais, 18 de outubro de 2019) foi um antigo futebolista português, de origem angolana.
Carreira
Jordão começou por destacar-se no Sporting Clube de Benguela já como avançado e despertou a cobiça dos rivais lisboetas pela sua contratação apesar de ter sofrido uma lesão com alguma gravidade numa prova de atletismo quando não tinha ainda idade sénior (também aí se destacava, tendo sido vice-campeão dos 80 metros). Ficou conhecido como a Gazela de Benguela.
Em 1970, estreou-se nos juniores do Benfica, um ano depois saltou para o plantel principal e justificou em pleno a aposta num período áureo pelos encarnados, onde ganhou quatro Campeonatos e uma Taça em cinco temporadas até 1976.
Em 1976, depois de uma época com Mário Wilson no comando em que as águias se sagraram campeãs nacionais e foram aos quartos da Taça dos Clubes Campeões Europeus, Jordão sagrou-se o melhor marcador nacional com 30 golos em 28 jogos no Campeonato Português de Futebol (mais um do que Nené, com quem formou uma dupla temível).
Os espanhóis do Saragoça investiram 9.000 contos na sua contratação em 1976/77 onde marcou 14 golos em 33 jogos.
Jogou no Sporting Clube de Portugal, de 1977/78 a 1986/87, e no Vitória de Setúbal, de 1987/88 a 1988/89.
Apesar das lesões graves que sofreu, em especial duas onde teve fratura de tíbia e perónio, Jordão marcou um total de 184 golos em 262 jogos, tendo conquistado dois Campeonatos (o primeiro em 1980, onde foi de novo o melhor marcador da prova com 31 golos), duas Taças de Portugal e uma Supertaça de Portugal. Entre alguns dos jogos mais marcantes estiveram um dérbi com o Benfica onde apontou um hat-trick ou os cinco golos na receção ao Rio Ave na festa do título, ambos no decorrer da Temporada de 1981/82. Deixou Alvalade em 1986, já com 34 anos, para terminar a carreira, algo que sofreu uma reviravolta depois do pedido do amigo Manuel Fernandes.
Terminou a carreira em Setúbal, em 1989.
Depois de se retirar, Rui Jordão afastou-se do mundo do futebol e tornou-se pintor e escultor. Rui Jordão morreu em 18 de outubro de 2019 aos 67 anos de idade, depois de ser hospitalizado por problemas cardíacos resultantes duma doença cardíaca, rara, mais frequente em pessoas de ascendência africana. Antes de morrer, despediu-se do antigo colega José Eduardo e pediu-lhe que tomasse conta dos filhos. Fernando Gomes, Presidente da Federação Portuguesa de Futebol, disse em comunicado que estava "inigualável". Deixou quatro: filhos Paulo Jordão e Marlene Jordão, filhos do seu primeiro casamento, e Jordana e Diogo Jordão, filhos do segundo casamento.
Seleção
Foi internacional por 43 vezes, marcando 15 golos, de 1972 a 1989. Jogou na Taça Independência do Brasil, em 1972, e na fase final do Campeonato da Europa de 1984. Marcou os dois golos na meia-final com a França em que Portugal perdeu, após prolongamento, por 3-2.
Após a carreira como futebolista, Jordão tornou-se pintor.
Em 2001, concluiu Pintura e Desenho, Introdução à Historia da Arte, Historia da Arte do século XX, Temas de Estética e Teorias da Arte Contemporânea, na Sociedade Nacional de Belas Artes, em Lisboa.
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Marcadores: Angola, Benfica, futebol, Portugal, Rui Jordão, Sporting
quarta-feira, julho 01, 2026
Música adequada à data...
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Marcadores: Caetano Veloso, O Leãozinho, SCP, Sporting
É hoje...!

Queríamos dedicar este post aos nossos leitores que como eu, são adeptos do clube português com mais troféus em todas as modalidades e que faz hoje oficialmente cento e vinte anos (podia ter mais mais, mas são mesmo 120e anos - sem aldrabices na data da fundação, ao contrário de outros) nomeadamente ao meu pai (seu sócio há mais de 72 anos...!) e aos meus irmãos, duas sobrinhas e filho...!
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sábado, junho 27, 2026
Manuel Fernandes, o Eterno Capitão do Sporting, morreu há dois anos...
Manuel José Tavares Fernandes, conhecido como Manuel Fernandes (Sarilhos Pequenos, 5 de junho de 1951 – Lisboa, 27 de junho de 2024) foi um treinador e futebolista português que atuou como ponta de lança.
Quando era pequeno e a mãe o mandava para a cama, Manuel Fernandes escondia o rádio para ouvir os relatos dos jogos europeus do Sporting, às quartas-feiras à noite.
Aos 16 anos, Manuel Fernandes deslocou-se ao campo do Sarilhense, para realizar testes. Entrou para a equipa de juvenis e um ano mais tarde o treinador chamou-o para a equipa de honra do Sarilhense, que disputava o campeonato da 3ª divisão. Como fazia a ligação entre a linha média e o ataque, não podia fazer o que mais gostava, marcar golos.
No final da temporada, um espião do Barreirense convidou-o para ir jogar para a CUF, convite esse que aceitou. Passou um ano a marcar golos na equipa de reservas. Na época seguinte, com a substituição de treinador, a equipa da CUF tornou-se a equipa-revelação do Campeonato Português, classificando-se em quarto lugar. Com um golo de Manuel Fernandes, que derrotou o FC Porto, os cufistas garantiram uma participação histórica na Taça UEFA.
Surgiram convites de Alvalade, das Antas e de Belém. Aceitou o convite que lhe foi feito pelos «leões», pois lembrou-se da premonição da mãe, que lhe disse que ele haveria de jogar no Sporting, que era o clube de toda a família. Entrou para o Sporting Clube de Portugal em 1975, saindo em 1987.
Manuel Fernandes gosta de recordar dois momentos na sua carreira no Sporting: o facto de ter marcado um golo na vitória sobre a União de Leiria que deu o título na época de 79/80 e ter marcado quatro golos no célebre jogo dos 7-1 sobre o Benfica, realizado a 14 de dezembro de 1986 - "marquei quatro golos, uma sensação inesquecível, mas estou convencido que se o jogo durasse mais algum tempo... Mas, sinceramente, mais do que qualquer golo ou qualquer jogo, o maior momento de glória da minha vida foi aquele em que vesti, pela primeira vez, a camisola do Sporting".
Começou a carreira de treinador em 1988. Passou por clubes como o Estrela da Amadora, Santa Clara, Ovarense e Penafiel.
- 2 Campeonatos Nacionais (1979/80 e 1981/82)
- 2 Taças de Portugal (1977/78 e 1981/82)
- 1 Supertaça (1982/83)
- Melhor marcador do Campeonato Nacional com 30 golos (85/86)
Como treinador
- 1 Supertaça (2000-2001)
Morte
in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 00:02 0 comentários
Marcadores: Manuel Fernandes, SCP, Sporting
domingo, junho 07, 2026
Livramento morreu há vinte e sete anos...
- Campeonato Nacional (7): (1959-60, 1960-61, 1965-66, 1966-67, 1967-68, 1969-70, 1971-72, 1973-74)
- Taça de Portugal (1): (1962-63)
- Sporting
- Taça dos Campeões Europeus (1): (1976-77)
- Campeonato Nacional (1): (1976-77)
- Taça de Portugal (1): (1976-77)
- Seleção Nacional
- Campeonato do Mundo (3): (1962, 1968 e 1974)
- Campeonato da Europa (7): (1961, 1963, 1965, 1967, 1973, 1975 e 1977)
- Taça das Taças (1): (1981-82)
- Taça CERS (1): (1983-84)
- Campeonato Nacional (2): (1981-82 e 1987-88)
- Taça de Portugal (1): (1983-84)
- FC Porto
- Campeonato Nacional (1): (1998-99)
- Taça de Portugal (1): (1998-99)
- Seleção Nacional
- Campeonato do Mundo (2): (1982 e 1993)
- Campeonato da Europa (3): (1987, 1992 e 1994)
Postado por Fernando Martins às 00:27 0 comentários
Marcadores: António Livramento, Benfica, campeão, FC Porto, Hóquei em Patins, Sporting
sexta-feira, junho 05, 2026
Manuel Fernandes, o Eterno Capitão do Sporting, nasceu há 75 anos...
Manuel José Tavares Fernandes, conhecido como Manuel Fernandes (Sarilhos Pequenos, 5 de junho de 1951 – Lisboa, 27 de junho de 2024) foi um treinador e futebolista português que atuou como ponta de lança.
Quando era pequeno e a mãe o mandava para a cama, Manuel Fernandes escondia o rádio para ouvir os relatos dos jogos europeus do Sporting, às quartas-feiras à noite.
Aos 16 anos, Manuel Fernandes deslocou-se ao campo do Sarilhense, para realizar testes. Entrou para a equipa de juvenis e um ano mais tarde o treinador chamou-o para a equipa de honra do Sarilhense, que disputava o campeonato da 3ª divisão. Como fazia a ligação entre a linha média e o ataque, não podia fazer o que mais gostava, marcar golos.
No final da temporada, um espião do Barreirense convidou-o para ir jogar para a CUF, convite esse que aceitou. Passou um ano a marcar golos na equipa de reservas. Na época seguinte, com a substituição de treinador, a equipa da CUF tornou-se a equipa-revelação do Campeonato Português, classificando-se em quarto lugar. Com um golo de Manuel Fernandes, que derrotou o FC Porto, os cufistas garantiram uma participação histórica na Taça UEFA.
Surgiram convites de Alvalade, das Antas e de Belém. Aceitou o convite que lhe foi feito pelos «leões», pois lembrou-se da premonição da mãe, que lhe disse que ele haveria de jogar no Sporting, que era o clube de toda a família. Entrou para o Sporting Clube de Portugal em 1975, saindo em 1987.
Manuel Fernandes gosta de recordar dois momentos na sua carreira no Sporting: o facto de ter marcado um golo na vitória sobre a União de Leiria que deu o título na época de 79/80 e ter marcado quatro golos no célebre jogo dos 7-1 sobre o Benfica, realizado a 14 de dezembro de 1986 - "marquei quatro golos, uma sensação inesquecível, mas estou convencido que se o jogo durasse mais algum tempo... Mas, sinceramente, mais do que qualquer golo ou qualquer jogo, o maior momento de glória da minha vida foi aquele em que vesti, pela primeira vez, a camisola do Sporting".
Começou a carreira de treinador em 1988. Passou por clubes como o Estrela da Amadora, Santa Clara, Ovarense e Penafiel.
- 2 Campeonatos Nacionais (1979/80 e 1981/82)
- 2 Taças de Portugal (1977/78 e 1981/82)
- 1 Supertaça (1982/83)
- Melhor marcador do Campeonato Nacional, com 30 golos (85/86)
Como treinador
- 1 Supertaça (2000-2001)
Morte
in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 07:50 0 comentários
Marcadores: 7 a 1, 7-1, Benfica, Eterno Capitão, Manuel Fernandes, massacre, Massacre de Alvalade, SCP, Sporting
segunda-feira, maio 18, 2026
Rui Mendes foi assassinado há trinta anos - há coisas que nunca esqueceremos...
(imagem daqui)
A Taça de Portugal 1995-96 foi a 56ª edição da Taça de Portugal, competição sob alçada da Federação Portuguesa de Futebol.
A final foi realizada a 18 de maio de 1996, no Estádio Nacional do Jamor, entre o Benfica e o Sporting. O Benfica derrotou o Sporting, por 3-1, e conquistou a sua 23ª Taça de Portugal.
Durante o jogo, um adepto do Benfica assassinou com um very-light um adepto do Sporting.
(...)
Na final realizada a 18 de maio de 1996, um very-light causou a morte de um adepto do Sporting.
Um adepto benfiquista, Hugo Inácio, que então fazia parte da claque do Benfica «No Name Boys» foi considerado pela Justiça o autor do disparo que causou a morte ao adepto leonino Rui Mendes, de 36 anos. Foi condenado a quatro anos de prisão, por negligência grosseira, sentença que não se alterou após repetição do julgamento, em janeiro de 1998. Em 2000, quando lhe faltavam 15 meses e 6 dias de pena efetiva, não regressou à prisão, após uma saída precária, mas foi recapturado, em fevereiro de 2011. Em 2012 foi novamente detido por arremessar uma cadeira que atingiu um agente da autoridade, causando-lhe ferimentos na mão e na perna. Foi condenado a 18 meses de prisão efetiva e impedido de entrar em recintos desportivos durante dois anos. Em 2017 voltou a ser condenado a uma pena de prisão efetiva. Desta vez, Hugo Inácio foi punido com três anos de cadeia e proibido de frequentar recintos desportivos durante sete anos, por ter feito deflagrar uma tocha no Estádio da Luz e por ter sido detido pela PSP, já no exterior, na posse de outra.
Foi novamente detido, em 20 de janeiro de 2018, quando estava a assistir ao encontro entre o Benfica e o Desportivo de Chaves.
Postado por Fernando Martins às 00:30 0 comentários
Marcadores: assassinato, claques, Hugo Inácio, neonazis, NN, Rui Mendes, Sporting, Taça de Portugal, vergonha
sexta-feira, maio 15, 2026
O Cantinho do Morais foi há 62 anos...!
- “Virei-me para o banco e confirmei se era eu. O técnico acenou-me que sim. Lá fui. Peguei na bola com jeitinho, disse-lhe umas palavrinhas amigas, dei-lhe um beijinho… Depois, mal senti o pé a bater nela fiquei logo com a sensação de que seria golo. Parece que o tempo parou ali. Observei a trajetória do esférico, vi o Figueiredo a correr para o primeiro poste e o guarda-redes atrás dele para intercetar a eventual cabeçada do desvio, mas o destino estava traçado. A bola passou por cima dos dois e acabou por entrar junto ao segundo poste. Foi a euforia total, ainda para mais porque foi o golo que ditou a vitória e permitiu-nos trazer a taça. Não foi um golo de sorte. Ao longo da minha carreira marquei mais uns quantos da mesma maneira…”
Postado por Fernando Martins às 06:20 0 comentários
Marcadores: Cantinho do Morais, golo olímpico, Margarida Amaral, música, SCP, Sporting, Taça das Taças
domingo, maio 10, 2026
Joaquim Agostinho morreu há quarenta e dois anos...
- Em Torres Vedras, no topo do Parque Verde da Várzea foi edificado um monumento em homenagem a Joaquim Agostinho.
- No jardim da Silveira também foi construído um monumento em homenagem ao atleta e foi inaugurado a 14 de maio de 1989.
- Também em Silveira, foi dado o nome de Avenida Joaquim Agostinho à avenida onde se localizam a Junta de Freguesia bem como o cemitério onde o ciclista está sepultado.
- À avenida principal de acesso ao centro da Praia de Santa Cruz, com início na rotunda do Parque de Campismo, foi dado o nome de Avenida Joaquim Agostinho.
- Em França, na 14.ª curva do Alpe d'Huez. O busto é em bronze e em alto-relevo, tendo 1,70 m de altura, 70 cm de largura, e pesando 70 kg. Está apoiado num pedestal com três metros de altura, de granito verde. A estátua é comemorativa da sua vitória na mítica etapa com chegada ao Alpe d'Huez, em 1979, ano em que terminou o Tour em terceiro lugar pela segunda vez. Nunca outro ciclista português venceu esta etapa.
- Em Lisboa, tem uma rua com o seu nome, na zona do Lumiar.
- Sporting: 1968-1973, 1975 e 1984
- Frimatic - de Gribaldy: 1969-1970
- Hoover: 1971
- Magniflex - de Gribaldy: 1972
- Bic: 1973, 1974
- Teka: 1976, 1977
- Flandria: 1978, 1979
- Puch-Sem-Campagnolo: 1980
- Sem-France Loire: 1981, 1983
- Sporting-Raposeira: 1984
-
- Etapas míticas
- Alpe d'Huez (Tour) - 1979
- Cangas de Oniz (Vuelta); San Sebastián (Contra-relógio individual) (Vuelta) - 1974
- Torre (Volta a Portugal) - 1971, 1973
- Penhas da Saúde (Volta a Portugal) - 1970, 1971
- Solothurn Balmberg (Volta à Suíça) - 1972
- Puerto del Léon (Vuelta) - 1972
- Côte de Laffrey (Tour) - 1971
- First plan (Tour) - 1969
- Grammont (Tour) - 1971
- Manse (Tour) - 1972
- Lautaret (Tour) - 1972
- Hundruck (Tour) - 1972
- Oderen (Tour) - 1972
- Lalouvesc (Tour) - 1977
- Croix de Chabouret (Tour) - 1977
- 1968 (2º lugar)
- 1969 (7º lugar) (vencedor de 1 etapa)
- 1970 (1º lugar) (vencedor de 4 etapas)
- 1971 (1º lugar) (vencedor de 8 etapas)
- 1972 (1º lugar) (vencedor de 5 etapas)
- 1969 (8º lugar) (vencedor de 2 etapas)
- 1970 (14º lugar)
- 1971 (5º lugar)
- 1972 (8º lugar)
- 1973 (8º lugar) (vencedor de 1 etapa)
- 1974 (6º lugar)
- 1975 (15º lugar)
- 1977 (13º lugar)
- 1978 (3º lugar)
- 1979 (3º lugar) (vencedor de 1 etapa)
- 1980 (5º lugar)
- 1983 (11º lugar)
- 1973 (6º lugar)
- 1974 (2º lugar) (vencedor de 2 etapas)
- 1976 (7º lugar) (vencedor de 1 etapa)
- 1977 (15º lugar)
-
- Campeonato do Mundo de Estrada
- 1968 - 16º lugar
- 1969 - 15º lugar
- 1972 - 42º lugar
- 1973 - 20º lugar
-
- Campeonato Nacional Estrada
- 6 Campeonatos Nacionais de Estrada (1968 - 1973)
- 1 Campeonato Nacional de Perseguição Individual (1971)
- 2 Campeonatos Nacionais de contra-relógio por equipas (1968 - 1969)
Postado por Fernando Martins às 00:42 0 comentários
Marcadores: acidente, campeão, ciclismo, Joaquim Agostinho, SCP, Sporting
quarta-feira, maio 06, 2026
Maria José Valério nasceu há noventa e três anos...
Postado por Fernando Martins às 09:30 0 comentários
Marcadores: Fado, Maria José Valério, Menina dos telefones, música, Sporting, Viva o Sporting
Saudades de Maria José Valério...
Postado por Pedro Luna às 00:09 0 comentários
Marcadores: Fado, Maria José Valério, música, Olha o Polícia Sinaleiro, Sporting
quinta-feira, abril 30, 2026
Joaquim Agostinho teve a queda que lhe seria fatal há 42 anos...
Postado por Fernando Martins às 00:42 0 comentários
Marcadores: acidente, ciclismo, Joaquim Agostinho, SCP, Sporting, Volta ao Algarve
quarta-feira, abril 15, 2026
João Braga comemora hoje oitenta e um anos
(imagem daqui)
João de Oliveira e Costa Braga (Lisboa, 15 de abril de 1945), conhecido como João Braga, é um fadista português
Natural do bairro de Alcântara, filho de Óscar José da Costa Braga (1907 - 1985) e de sua mulher Maria de Lourdes de Oliveira e Costa (c. 1920 - 1988), estreou-se em público aos nove anos, como solista do coro do Colégio de São João de Brito. Em 1957 a sua família mudou-se para Cascais, vila onde começou a cantar em casas de fado amador.
Em junho de 1964 João Braga inaugura o Estribo como casa de fados, em parceria com Francisco Stoffel, mudando-se ambos para o bar Cartola, em novembro do mesmo ano. Em 1965 recebe o seu primeiro cachet (mil escudos) nas Festas de Nossa Senhora do Castelo, em Coruche. Conhece Carlos Ramos, João Ferreira Rosa e Carlos do Carmo. É convidado a cantar, juntamente com Teresa Tarouca e António de Mello Corrêa, na festa dos 50 anos de toureio de mestre João Branco Núncio.
Em 1966 abandona os estudos de Direito, que iniciara na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. É também nesse ano que Alfredo Marceneiro, à mesa da casa de fados Tipóia, lhe dita a glosa de Carlos Conde É Tão Bom Ser Pequenino, que João Braga viria a gravar em dezembro do mesmo ano.
1967 é o ano do lançamento de João Braga como intérprete profissional, com o disco É Tão Bom Cantar o Fado, a que se juntam, no mesmo ano, três EP: Tive um Barco, Sete Esperanças, Sete Dias e Jardim Abandonado; e um LP: A Minha Cor.
No mesmo ano, na televisão, João Braga estreia-se a cantar num programa apresentado por Júlio Isidro, na RTP.
Conciliando a música com as atividades de redator d'O Século Ilustrado e d'O Volante, conhece em 1968 Luís Villas-Boas, que viria a tornar-se seu produtor e parceiro na organização do I Festival Internacional de Jazz de Cascais, realizado em 1971. Ainda em 1970, porém, participa no Festival RTP da Canção e funda a revista Musicalíssimo, de que foi editor até 1974.
A 4 de outubro de 1971, em Lisboa, casou com Ana Maria de Melo e Castro (Nobre) Guedes (Lisboa, 23 de abril de 1945), irmã de Luís Nobre Guedes. Com a Revolução dos Cravos, é emitido um mandato de captura em seu nome, o que leva a família a fixar-se em Madrid, até fevereiro de 1976.
Quando voltou do exílio, abriu o restaurante O Montinho, em Montechoro, que esteve em atividade apenas durante um verão. Em 1978, regressou à capital portuguesa, integrando o elenco do restaurante de fados Pátio das Cantigas, em Lisboa, até 1982.
Desde finais da década de 70 João Braga dedica-se exclusivamente à sua carreira musical, como assinala o lançamento sucessivo de novos álbuns: Canção Futura (1977), Miserere (1978), Arraial (1980), Na Paz do Teu Amor (1982), Do João Braga Para a Amália (1984), Portugal/Mensagem, de Pessoa (1985) e O Pão e a Alma (1987).
Após o encerramento do Pátio das Cantigas, centrou a sua atividade nos concertos e na composição. Em 1984, surgiu pela primeira vez como autor de melodias, musicando os poemas de Fernando Pessoa, "O Menino da Sua Mãe" e "Prece", o fado "Ai, Amália", de Luísa Salazar de Sousa, e o poema "Ciganos", de Pedro Homem de Mello, num álbum a que chamou Do João Braga para a Amália Também a partir da década de 80 foi contribuindo para a renovação do panorama fadista, através de convites a jovens intérpretes para integrarem os seus espetáculos, como surgiu com Maria Ana Bobone, Mafalda Arnauth, Ana Sofia Varela, Mariza, Cristina Branco, Katia Guerreiro, Nuno Guerreiro, Joana Amendoeira, Ana Moura ou Diamantina.
Em 1990, o seu primeiro CD, Terra de Fados, que superou as 30 mil cópias vendidas, incluiu poemas inéditos de Manuel Alegre, que pela primeira vez escreveu expressamente para um cantor. Seguiram-se Cantigas de Mar e Mágoa (1991), Em Nome do Fado (1994), Fado Fado (1997), Dez Anos Depois (2001), Fados Capitais (2002), Cem Anos de Fado - vol. 1 (1999) e vol. 2 (2001) - e Cantar ao Fado (2000), onde reúne poemas de Fernando Pessoa, Alexandre O'Neill, Miguel Torga, David Mourão-Ferreira, Manuel Alegre, entre outros.
Além do fado, interpreta um repertório diversificado, incluindo música francesa, brasileira e anglo-saxónica. O seu emocionado estilo interpretativo é caraterizado por um timbre bem pessoal, pela primazia do texto e por uma abordagem melódica imaginativa, sempre atualizada e de constante improviso (muito «estilada», em jargão fadista).
Desde os tempos da Musicalíssimo que desenvolveu atividade na imprensa escrita, tendo sido cronista das revistas Eles & Elas e Sucesso, e dos jornais O Independente, Diário de Notícias, Euronotícias e A Capital. Em 2006, publicou o livro Ai Este Meu Coração. Participa em tertúlias desportivas na televisão, onde defende o seu Sporting Clube de Portugal.
Tem dois filhos, Filipe e Miguel Nobre Guedes Braga.
in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 08:10 0 comentários
Marcadores: Fado, João Braga, monárquicos, música, Outra Lisboa, Sporting











