sexta-feira, maio 29, 2026
Saudades de Max...
Postado por Pedro Luna às 04:06 0 comentários
Marcadores: A Rosinha dos Limões, Fado, Humor, Madeira, Max, música, Teatro de Revista
Max morreu há quarenta e seis anos...
Maximiano de Sousa ou Max (Funchal, Madeira, 20 de janeiro de 1918 - 29 de maio de 1980) foi um cantor e fadista português.
Postado por Fernando Martins às 00:46 0 comentários
Marcadores: Fado, Humor, Madeira, Max, música, Pomba branca, Teatro de Revista
terça-feira, março 10, 2026
Música para recordar um poeta aniversariante de hoje...
Pomba branca - Max
Poema de Vasco de Lima Couto e música de Max
Pomba branca, pomba branca
Já perdi o teu voar
Naquela terra distante
Toda coberta p'lo mar
Pomba branca, pomba branca
Já perdi o teu voar
Naquela terra distante
Toda coberta p'lo mar
Fui criança e andei descalço
Porque a terra me aquecia
E eram longos os meus olhos
Quando a noite adormecia
Vinham barcos dos países
E eu sorria a deus, sonhei
Traziam roupas, felizes
As crianças dos países
Nesses barcos a chegar
Pomba branca, pomba branca
Já perdi o teu voar
Naquela terra distante
Toda coberta p'lo mar
Pomba branca, pomba branca
Já perdi o teu voar
Naquela terra distante
Toda coberta p'lo mar
Depois mais tarde ao perder-me
Por ruas de outras cidades
Cantei meu amor ao vento
Porque sentia saudades
Do primeiro amor da vida
Desse instante a aproximar
Dos campos, do meu lugar
À chegada e à partida
Pomba branca, pomba branca
Já perdi o teu voar
Naquela terra distante
Toda coberta p'lo mar
Postado por Pedro Luna às 04:06 0 comentários
Marcadores: Fado, Max, música, poesia, Pomba Branca, Vasco de Lima Couto
quarta-feira, novembro 26, 2025
Hoje é dia de recordar, cantando, um poeta...
Pomba branca - Max
Poema de Vasco de Lima Couto
Pomba branca, pomba branca
Já perdi o teu voar
Naquela terra distante
Toda coberta p'lo mar
Pomba branca, pomba branca
Já perdi o teu voar
Naquela terra distante
Toda coberta p'lo mar
Fui criança e andei descalço
Porque a terra me aquecia
E eram longos os meus olhos
Quando a noite adormecia
Vinham barcos dos países
E eu sorria a deus, sonhei
Traziam roupas, felizes
As crianças dos países
Nesses barcos a chegar
Pomba branca, pomba branca
Já perdi o teu voar
Naquela terra distante
Toda coberta p'lo mar
Pomba branca, pomba branca
Já perdi o teu voar
Naquela terra distante
Toda coberta p'lo mar
Depois mais tarde ao perder-me
Por ruas de outras cidades
Cantei meu amor ao vento
Porque sentia saudades
Do primeiro amor da vida
Desse instante a aproximar
Dos campos, do meu lugar
À chegada e à partida
Pomba branca, pomba branca
Já perdi o teu voar
Naquela terra distante
Toda coberta p'lo mar
Postado por Pedro Luna às 22:22 0 comentários
Marcadores: Fado, Max, música, poesia, Vasco de Lima Couto
Hoje é dia de recordar Vasco de Lima Couto...
Noite - Max
Poema de Vasco de Lima Couto
Música de Maximiano de Sousa (Max)
Sou da noite um filho noite
Trago rugas nos meus dedos
De contarem os segredos
Nas altas fontes do amor
E canto porque é preciso
Raiar a dor que me impele
E gravar na minha pele
As fontes da minha dor
Noite companheira dos meus gritos
Rio de sonhos aflitos
Das aves que abandonei
Noite céu dos meu casos perdidos
Vêm de longe os sentidos
Nas canções que eu entreguei
Oh minha mãe de arvoredos
Que penteias a saudade
Com que vi a humanidade
A minha voz soluçar
Dei-te um copo de segredos
Onde risquei minha mágoa
E onde bebi essa água
Que se prendia no ar
Noite companheira dos meus gritos
Rio de sonhos aflitos
Das aves que abandonei
Noite céu dos meu casos perdidos
Vêm de longe os sentidos
Nas canções que eu entreguei
Postado por Pedro Luna às 19:23 0 comentários
Marcadores: Fado, Max, música, Noite, poesia, Vasco de Lima Couto
quinta-feira, maio 29, 2025
Saudades de Max...
Postado por Pedro Luna às 04:50 0 comentários
Marcadores: Fado, Humor, Madeira, Max, música, Pomba Branca, Teatro de Revista
Max faleceu há quarenta e cinco anos...
Maximiano de Sousa ou Max (Funchal, Madeira, 20 de janeiro de 1918 - 29 de maio de 1980) foi um cantor e fadista português.
Postado por Fernando Martins às 00:45 0 comentários
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segunda-feira, março 10, 2025
Poema cantado de aniversariante de hoje...
Pomba branca - Max
Poema de Vasco de Lima Couto
Pomba branca, pomba branca
Já perdi o teu voar
Naquela terra distante
Toda coberta p'lo mar
Pomba branca, pomba branca
Já perdi o teu voar
Naquela terra distante
Toda coberta p'lo mar
Fui criança e andei descalço
Porque a terra me aquecia
E eram longos os meus olhos
Quando a noite adormecia
Vinham barcos dos países
E eu sorria a deus, sonhei
Traziam roupas, felizes
As crianças dos países
Nesses barcos a chegar
Pomba branca, pomba branca
Já perdi o teu voar
Naquela terra distante
Toda coberta p'lo mar
Pomba branca, pomba branca
Já perdi o teu voar
Naquela terra distante
Toda coberta p'lo mar
Depois mais tarde ao perder-me
Por ruas de outras cidades
Cantei meu amor ao vento
Porque sentia saudades
Do primeiro amor da vida
Desse instante a aproximar
Dos campos, do meu lugar
À chegada e à partida
Pomba branca, pomba branca
Já perdi o teu voar
Naquela terra distante
Toda coberta p'lo mar
Postado por Pedro Luna às 04:50 0 comentários
Marcadores: Fado, Max, música, poesia, Pomba Branca, Vasco de Lima Couto
terça-feira, novembro 26, 2024
Hoje é dia de recordar um poeta...
Pomba branca - Max
Poema de Vasco de Lima Couto
Pomba branca, pomba branca
Já perdi o teu voar
Naquela terra distante
Toda coberta p'lo mar
Pomba branca, pomba branca
Já perdi o teu voar
Naquela terra distante
Toda coberta p'lo mar
Fui criança e andei descalço
Porque a terra me aquecia
E eram longos os meus olhos
Quando a noite adormecia
Vinham barcos dos países
E eu sorria a deus, sonhei
Traziam roupas, felizes
As crianças dos países
Nesses barcos a chegar
Pomba branca, pomba branca
Já perdi o teu voar
Naquela terra distante
Toda coberta p'lo mar
Pomba branca, pomba branca
Já perdi o teu voar
Naquela terra distante
Toda coberta p'lo mar
Depois mais tarde ao perder-me
Por ruas de outras cidades
Cantei meu amor ao vento
Porque sentia saudades
Do primeiro amor da vida
Desse instante a aproximar
Dos campos, do meu lugar
À chegada e à partida
Pomba branca, pomba branca
Já perdi o teu voar
Naquela terra distante
Toda coberta p'lo mar
Postado por Pedro Luna às 11:11 0 comentários
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Hoje é dia de recordar Vasco de Lima Couto...
Noite - Max
Poema de Vasco de Lima Couto
Música de Maximiano de Sousa (Max)
Sou da noite um filho noite
Trago rugas nos meus dedos
De contarem os segredos
Nas altas fontes do amor
E canto porque é preciso
Raiar a dor que me impele
E gravar na minha pele
As fontes da minha dor
Noite companheira dos meus gritos
Rio de sonhos aflitos
Das aves que abandonei
Noite céu dos meu casos perdidos
Vêm de longe os sentidos
Nas canções que eu entreguei
Oh minha mãe de arvoredos
Que penteias a saudade
Com que vi a humanidade
A minha voz soluçar
Dei-te um copo de segredos
Onde risquei minha mágoa
E onde bebi essa água
Que se prendia no ar
Noite companheira dos meus gritos
Rio de sonhos aflitos
Das aves que abandonei
Noite céu dos meu casos perdidos
Vêm de longe os sentidos
Nas canções que eu entreguei
Postado por Pedro Luna às 10:10 0 comentários
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quarta-feira, maio 29, 2024
Saudades de Max...
Postado por Pedro Luna às 04:40 0 comentários
Marcadores: Fado, Humor, Madeira, Max, música, Pomba Branca, Teatro de Revista
Max faleceu há quarenta e quatro anos...
Maximiano de Sousa ou Max (Funchal, Madeira, 20 de janeiro de 1918 - 29 de maio de 1980) foi um cantor e fadista português.
Postado por Fernando Martins às 00:44 0 comentários
Marcadores: A mula da cooperativa, Fado, Humor, Madeira, Max, música, Teatro de Revista
domingo, novembro 26, 2023
Hoje é dia de cantar a poesia de Vasco de Lima Couto...
Noite - Max
Poema de Vasco de Lima Couto
Música de Maximiano de Sousa (Max)
Sou da noite um filho noite
Trago rugas nos meus dedos
De contarem os segredos
Nas altas fontes do amor
E canto porque é preciso
Raiar a dor que me impele
E gravar na minha pele
As fontes da minha dor
Noite companheira dos meus gritos
Rio de sonhos aflitos
Das aves que abandonei
Noite céu dos meu casos perdidos
Vêm de longe os sentidos
Nas canções que eu entreguei
Oh minha mãe de arvoredos
Que penteias a saudade
Com que vi a humanidade
A minha voz soluçar
Dei-te um copo de segredos
Onde risquei minha mágoa
E onde bebi essa água
Que se prendia no ar
Noite companheira dos meus gritos
Rio de sonhos aflitos
Das aves que abandonei
Noite céu dos meu casos perdidos
Vêm de longe os sentidos
Nas canções que eu entreguei
Postado por Pedro Luna às 10:00 0 comentários
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Poema, em forma de música, de aniversariante de hoje...
Pomba branca - Max
Poema de Vasco de Lima Couto
Pomba branca, pomba branca
Já perdi o teu voar
Naquela terra distante
Toda coberta p'lo mar
Pomba branca, pomba branca
Já perdi o teu voar
Naquela terra distante
Toda coberta p'lo mar
Fui criança e andei descalço
Porque a terra me aquecia
E eram longos os meus olhos
Quando a noite adormecia
Vinham barcos dos países
E eu sorria a deus, sonhei
Traziam roupas, felizes
As crianças dos países
Nesses barcos a chegar
Pomba branca, pomba branca
Já perdi o teu voar
Naquela terra distante
Toda coberta p'lo mar
Pomba branca, pomba branca
Já perdi o teu voar
Naquela terra distante
Toda coberta p'lo mar
Depois mais tarde ao perder-me
Por ruas de outras cidades
Cantei meu amor ao vento
Porque sentia saudades
Do primeiro amor da vida
Desse instante a aproximar
Dos campos, do meu lugar
À chegada e à partida
Pomba branca, pomba branca
Já perdi o teu voar
Naquela terra distante
Toda coberta p'lo mar
Postado por Pedro Luna às 01:00 0 comentários
Marcadores: Fado, Max, música, poesia, Vasco de Lima Couto
segunda-feira, maio 29, 2023
Saudades de Max...
Postado por Pedro Luna às 04:30 0 comentários
Marcadores: A mula da cooperativa, Fado, Humor, Madeira, Max, música, Teatro de Revista
Max morreu há quarenta e três anos...
Maximiano de Sousa ou Max (Funchal, Madeira, 20 de janeiro de 1918 - 29 de maio de 1980) foi um cantor e fadista português.
Postado por Fernando Martins às 00:43 0 comentários
Marcadores: Fado, Humor, Madeira, Max, música, Pomba Branca, Teatro de Revista
domingo, maio 29, 2022
Saudades de Max...
Postado por Pedro Luna às 04:20 0 comentários
Marcadores: A mula da cooperativa, Fado, Humor, Madeira, Max, música, Teatro de Revista
Max morreu há quarenta e dois anos...
Maximiano de Sousa ou Max (Funchal, Madeira, 20 de janeiro de 1918 - 29 de maio de 1980) foi um cantor e fadista português.
Postado por Fernando Martins às 00:42 0 comentários
Marcadores: Fado, Humor, Madeira, Max, música, Pomba Branca, Teatro de Revista
sábado, maio 29, 2021
Hoje é dia da mula da cooperativa...!
Postado por Pedro Luna às 04:10 0 comentários
Marcadores: Fado, Humor, Madeira, Max, Mula da Cooperativa, música, Teatro de Revista
Max morreu há 41 anos...
Maximiano de Sousa ou Max (Funchal, Madeira, 20 de janeiro de 1918 - 29 de maio de 1980) foi um cantor e fadista português.
Postado por Fernando Martins às 00:41 0 comentários
Marcadores: Fado, Humor, Madeira, Max, música, Pomba Branca, Teatro de Revista


