sábado, março 14, 2026
Marcelo Caetano demitiu Spínola e (Costa Gomes...) há cinquenta e dois anos...
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quarta-feira, março 11, 2026
Uma desgraça chamada PREC começou há 51 anos...

11 de março de 1975. O dia que fez o PS, o CDS e o PSD tremer
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Marcadores: 11 de Março de 1975, 25 de Abril, António de Spínola, PREC, revolta, revolução, Spínola
sexta-feira, fevereiro 27, 2026
Baptista-Bastos nasceu há noventa e três anos...
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domingo, fevereiro 22, 2026
Spínola publicou há cinquenta e dois anos o livro Portugal e o Futuro...
Postado por Fernando Martins às 00:52 0 comentários
Marcadores: 25 de Abril, António de Spínola, Brigada do Reumático, estado novo, Guerra Colonial, Guerra do Ultramar, II República, Marcelo Caetano, Portugal e o Futuro
domingo, janeiro 25, 2026
O general Ramalho Eanes celebra hoje 91 anos
| Candidato | votos | % | ||||
| Ramalho Eanes | 2 967 137 |
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| Otelo Saraiva de Carvalho | 792 760 |
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| Pinheiro de Azevedo | 692 147 |
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| Octávio Pato | 365 586 |
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| Candidato | votos | % | ||||
| Ramalho Eanes | 3 262 520 |
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| Soares Carneiro | 2 325 481 |
|
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| Otelo Saraiva de Carvalho | 85 896 |
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| Galvão de Melo | 48 468 |
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| Pires Veloso | 45 132 |
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| Aires Rodrigues | 12 745 |
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| Carlos Brito | desistiu | -- |
- Cavaleiro da Ordem Militar de São Bento de Avis de Portugal (19 de janeiro de 1972)
- Grande-Colar da Ordem Militar da Torre e Espada de Portugal (9 de março de 1986)
- Grã-Cruz da Ordem da Liberdade de Portugal (25 de abril de 2004)
- Grã-Cruz da Ordem Nacional da Legião de Honra de França (5 de março de 1979)
- Grã-Cruz de 1.ª Classe Civil da Ordem do Banho da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte (15 de julho de 1980)
- Grande-Colar da Ordem Nacional do Cruzeiro do Sul do Brasil (15 de julho de 1980)
- Grã-Cruz da Ordem da Classe Especial de Mérito da Alemanha (15 de julho de 1980)
- 1.ª Classe da Ordem da Estrela da Roménia (15 de Julho de 1980)
- Com Banda da Ordem da Stara Planina da Bulgária (15 de julho de 1980)
- Grã-Cruz da Ordem do Mérito Militar do Brasil (15 de julho de 1980)
- Com Diamantes da Ordem da Bandeira da Hungria (15 de julho de 1980)
- Colar da Ordem de Carlos III de Espanha (15 de julho de 1980)
- Colar da Ordem de Isabel a Católica de Espanha (15 de julho de 1980)
- Grande-Estrela da Ordem da Bandeira da Jugoslávia (18 de julho de 1980)
- Colar da Ordem Piana do Vaticano / Santa Sé (18 de julho de 1980)
- Grã-Cruz da Ordem de Mérito de Itália (3 de novembro de 1980)
- Grande-Colar da Ordem de Leopoldo II da Bélgica (7 de junho de 1982)
- Colar com Espadas da Ordem Pro Merito Melitensi da Ordem Soberana e Militar de Malta (29 de abril de 1983)
- Grande-Colar da Ordem da Bandeira da Jugoslávia (30 de maio de 1983)
- Grã-Cruz com Colar da Ordem do Falcão da Islândia (24 de novembro de 1983)
- Grande-Colar da Ordem Nacional do Leopardo do Zaire (5 de janeiro de 1984)
- Grã-Cruz da Ordem da Grande Condecoração do Nilo do Egito (28 de março de 1984)
- Grã-Cruz da Ordem de Mérito do Congo (16 de maio de 1984)
- Cavaleiro da Ordem do Leão de Ouro da Casa de Nassau do Luxemburgo (2 de janeiro de 1985)
- Grande-Colar da Ordem do Elefante da Dinamarca (24 de janeiro de 1985)
- Grã-Cruz da Ordem de Honra da Grécia (7 de fevereiro de 1986)
- Grande-Colar da Ordem de Timor-Leste de Timor-Leste (6 de agosto de 2012)
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Marcadores: 25 de Abril, 25 de Novembro, PRD, Presidente da República, Ramalho Eanes
domingo, setembro 28, 2025
A Manifestação da Maioria Silenciosa foi proibida (pela extrema-esquerda) há 51 anos...
(imagem daqui)
Maioria silenciosa é a designação pela qual ficou conhecida em Portugal a iniciativa política de alguns sectores conservadores da sociedade portuguesa, civil e militar, que decidiram organizar uma manifestação, em 28 de setembro de 1974, de apoio ao então Presidente da República General Spínola. A manifestação visava o reforço de posição política deste militar.
Dia 9 de Setembro reúnem-se para preparar a manifestação da “maioria silenciosa”, elementos dos partidos PP/MFP, PDC e PL, tendo sido escolhidos para a comissão organizadora José Filipe Rebelo Pinto, António Sousa Macedo, Manuel Sá Coutinho, Francisco de Bragança van Uden, António da Costa Félix e Manuel João Ramos de Magalhães, que viria a ser presidida por Fernando José Pereira Marques Cavaleiro, na sequência de contactos entre o Tenente-coronel António Figueiredo e o general Kaúlza de Arriaga.
No dia 10 de Setembro, nas instalações da SINASE, o tenente-coronel Figueiredo, Almeida Araújo e António Ávila reúnem-se com os membros da Comissão Organizadora da manifestação, distribuindo tarefas. A 13 de Setembro, o Partido Liberal distribui uma carta-circular apelando à participação na manifestação de apoio ao Presidente da República que seria denominada de “maioria silenciosa” e a realizar em data a anunciar.
Dia 23 o Governador Civil de Lisboa autoriza a manifestação.
Na tarde de 26 tem lugar o Concurso Hípico Internacional de Lisboa em que Spínola recebe um cartaz da “maioria silenciosa” entre os aplausos dos presentes. Nessa ocasião, Galvão de Melo, trajado de cavaleiro, declara o seu apoio à manifestação. Passados dois dias, estando ele enquanto chefe de Estado numa corrida de touros no Campo Pequeno, será a vez do cavaleiro tauromáquico José João Zoio fazer o mesmo.
No dia 27, o Brigadeiro Otelo Saraiva de Carvalho, do COPCON, e o Ministro da Defesa Mário Firmino Miguel reagem, com o conhecimento de Costa Gomes. Otelo monta uma operação visando a prisão de antigos membros da Legião Portuguesa, de pessoas ligadas ao Estado Novo e dos envolvidos na preparação da manifestação.
O Ministro da Comunicação Social lê um comunicado do Governo Provisório na Emissora Nacional, emitido de meia em meia hora. A manifestação é interditada pelo MFA. Os partidos políticos de esquerda distribuem entretanto comunicados apelando “à vigilância popular” e denunciam as tentativas contra-revolucionárias dessa minoria tenebrosa. São levantadas barricadas populares nos acessos a Lisboa e noutras localidades. Durante a noite, grupos de militares tomam o lugar dos ativistas civis. São detidas várias figuras políticas afetas ao velho regime, quadros da Legião Portuguesa e alguns manifestantes.
António de Spínola tenta, entretanto, reforçar o poder da Junta de Salvação Nacional, que comanda, e, em vão, estabelecer o estado de sítio. Em consequência disso, a Comissão Coordenadora do MFA impõe-lhe a demissão dos três generais mais conservadores do grupo: Galvão de Melo, Manuel Diogo Neto e Jaime Silvério Marques. Derrotado, Spínola demite-se, a 30 de setembro, do cargo de Presidente da República, sendo substituído pelo general Costa Gomes. No seu discurso de renúncia, Spínola denuncia certas políticas do governo e prenuncia o caos, a anarquia e “novas formas de escravatura”.
Com a “vitória sobre a reação” e a derrota da direita civil, declaradas pelo então Primeiro Ministro Vasco Gonçalves, fecha-se assim o que seria considerado o primeiro ciclo do PREC. Vários apoiantes militares de Spínola fogem para o estrangeiro.
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domingo, agosto 31, 2025
Otelo Saraiva de Carvalho nasceu há 89 anos...
Postado por Fernando Martins às 08:09 0 comentários
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quarta-feira, agosto 13, 2025
O marechal Spínola morreu há vinte e nove anos...
António Sebastião Ribeiro de Spínola (Estremoz, 11 de abril de 1910 - Lisboa, 13 de agosto de 1996) foi um militar e político português, décimo quarto presidente da República Portuguesa e o primeiro após o 25 de abril de 1974.
Postado por Fernando Martins às 00:29 0 comentários
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terça-feira, julho 01, 2025
Salgueiro Maia nasceu há oitenta e um anos...
Fernando José Salgueiro Maia (Castelo de Vide, 1 de julho de 1944 - Lisboa, 4 de abril de 1992), foi um militar português.
"Meus senhores, como todos sabem, há diversas modalidades de Estado. Os estados sociais, os corporativos e o estado a que chegámos. Ora, nesta noite solene, vamos acabar com o estado a que chegámos! De maneira que, quem quiser vir comigo, vamos para Lisboa e acabamos com isto. Quem for voluntário, sai e forma. Quem não quiser sair, fica aqui!"
A Salgueiro Maia
Aquele que na hora da vitória
respeitou o vencido
... Aquele que deu tudo e não pediu a paga
Aquele que na hora da ganância
Perdeu o apetite
Aquele que amou os outros e por isso
Não colaborou com a sua ignorância ou vício
Aquele que foi «Fiel à palavra dada à ideia tida»
como antes dele mas também por ele
Pessoa disse
Sophia de Mello Breyner Andresen
Postado por Fernando Martins às 08:10 0 comentários
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quarta-feira, junho 11, 2025
Música adequada à data...
Postado por Pedro Luna às 20:00 0 comentários
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Vasco Gonçalves morreu há vinte anos...
Ao tempo coronel, surgiu no Movimento dos Capitães em dezembro de 1973, numa reunião alargada da sua comissão coordenadora efectuada na Costa da Caparica. Coronel de engenharia, viria a integrar a Comissão de Redação do Programa do Movimento das Forças Armadas. Passou a ser o elemento de ligação com Costa Gomes.
Postado por Fernando Martins às 00:20 0 comentários
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quarta-feira, junho 04, 2025
sábado, maio 03, 2025
Hoje é dia de recordar o "companheiro" Vasco...
Postado por Pedro Luna às 10:40 0 comentários
Marcadores: 11 de março, 25 de Abril, 25 de Novembro, Carlos Alberto Moniz, comunistas, Força companheiro Vasco, Maria do Amparo, música, PREC, Vasco Gonçalves
O camarada Vasco Gonçalves nasceu há 104 anos...
Postado por Fernando Martins às 01:04 0 comentários
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Saudades de Georges Moustaki...
Postado por Pedro Luna às 00:09 0 comentários
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sexta-feira, abril 25, 2025
E já passaram cinquenta e um anos...
A liberdade
Um poema não se programa
Porém a disciplina
- Sílaba por sílaba -
O acompanha
Sílaba por silaba
O poema emerge
- Como se os deuses o dessem
O fazemos
in O Nome das Coisas (1977) - Sophia de Mello Breyner Andresen
A Salgueiro Maia
Aquele que na hora da vitória
respeitou o vencido
... Aquele que deu tudo e não pediu a paga
Aquele que na hora da ganância
Perdeu o apetite
Aquele que amou os outros e por isso
Não colaborou com a sua ignorância ou vício
Aquele que foi «Fiel à palavra dada à ideia tida»
como antes dele mas também por ele
Pessoa disse
Sophia de Mello Breyner Andresen
Postado por Pedro Luna às 05:10 0 comentários
Marcadores: 25 de Abril, Francisco Sousa Tavares, Liberdade, MFA, poesia, Salgueiro Maia, Sophia de Mello Breyner Andresen
Música adequada à data...!
Chico Buarque - Tanto Mar
Sei que está em festa, pá
Fico contente
E enquanto estou ausente
Guarda um cravo para mim
Eu queria estar na festa, pá
Com a tua gente
E colher pessoalmente
Uma flor no teu jardim
Sei que há léguas a nos separar
Tanto mar, tanto mar
Sei, também, que é preciso, pá
Navegar, navegar
Lá faz primavera, pá
Cá estou doente
Manda urgentemente
Algum cheirinho de alecrim
Foi bonita a festa, pá
Fiquei contente
Ainda guardo renitente
Um velho cravo para mim
Já murcharam tua festa, pá
Mas certamente
Esqueceram uma semente
Nalgum canto de jardim
Sei que há léguas a nos separar
Tanto mar, tanto mar
Sei, também, quanto é preciso, pá
Navegar, navegar
Canta primavera, pá
Cá estou carente
Manda novamente
Algum cheirinho de alecrim
Postado por Pedro Luna às 04:25 0 comentários
Marcadores: 25 de Abril, Chico Buarque, choro, literatura, MPB, música, samba, Tanto mar



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