O Curso de Geologia de 85/90 da Universidade de Coimbra escolheu o nome de Geopedrados quando participou na Queima das Fitas.
Ficou a designação, ficaram muitas pessoas com e sobre a capa intemporal deste nome, agora com oportunidade de partilhar as suas ideias, informações e materiais sobre Geologia, Paleontologia, Mineralogia, Vulcanologia/Sismologia, Ambiente, Energia, Biologia, Astronomia, Ensino, Fotografia, Humor, Música, Cultura, Coimbra e AAC, para fins de ensino e educação.
Joaquim Agostinho começou a praticar ciclismo no Sporting Clube de Portugal, equipa que o descobriu ao treinar perto de Casalinhos de Alfaiata
em Torres Vedras, começando a praticar já com 25 anos de idade, mas
ainda conseguiu evoluir de tal forma que é usualmente referido como o
melhor ciclista português de todos os tempos.
A sua carreira internacional começou em 1968, depois de ter sido observado pelo director desportivo francêsJean de Gribaldy, obtendo resultados de destaque na Volta a Espanha, vários dias de amarelo e um segundo lugar final, distando apenas 11 segundos da vitória, e na Volta a França onde terminou duas vezes no pódio e venceu a mítica etapa do Alpe d'Huez.
A 30 de abril de 1984, quando liderava a X Volta ao Algarve, na 5ª. etapa. A 300 metros da meta, um cão atravessou-se no seu caminho, o que o fez cair, provocando-lhe uma fractura craniana - algum tempo depois afirmou-se que as consequências deste acidente poderiam ser menores se Joaquim levasse capacete.
Levantou-se, voltou a montar na bicicleta e terminou a etapa com a
ajuda de dois colegas. As dores persistentes na cabeça levaram-no a
ingressar no hospital de Loulé, onde o seu estado de saúde agravou-se
drasticamente. Foi evacuado de emergência, de helicóptero,
para o hospital da CUF, em Lisboa. Após 10 intervenções cirúrgicas e
de permanecer 10 dias em coma, faleceu a 10 de maio, poucos minutos
antes das 11.00 horas. Foi enterrado na sua terra natal.
No jardim da Silveira também foi construído um monumento em homenagem ao atleta e foi inaugurado a 14 de maio de 1989.
Também em Silveira, foi dado o nome de Avenida Joaquim Agostinho à avenida onde se localizam a Junta de Freguesia bem como o cemitério onde o ciclista está sepultado.
Em França, na 14.ª curva do Alpe d'Huez. O busto é em bronze e em
alto-relevo, tendo 1,70 m de altura, 70 cm de largura, e pesando 70 kg.
Está apoiado num pedestal com três metros de altura, de granito verde. A
estátua é comemorativa da sua vitória na mítica etapa com chegada ao
Alpe d'Huez, em 1979, ano em que terminou o Tour em terceiro lugar pela
segunda vez. Nunca outro ciclista português venceu esta etapa.
Em Lisboa, tem uma rua com o seu nome, na zona do Lumiar.
Carreira e vitórias
Descoberto por Jean de Gribaldy, Joaquim Agostinho competiu como profissional entre 1968 e 1984, passando pelas seguintes equipas:
Mas já na prova seguinte, o Grande Prémio da Bélgica, (ainda no autódromo de Zolder),
a rivalidade trouxe-lhe a fatalidade. Na disputa para superar o melhor
tempo feito por Pironi no treino de classificação, Villeneuve estava
na sua última volta rápida quando encontrou, numa curva de alta
velocidade, o March
de Jochen Mass a regressar para as boxes numa velocidade menor. Um
erro de cálculo fez com que as rodas dos carros tocassem e o seu
Ferrari foi lançada ao ar, seguindo-se uma sequência de capotagens que
partiu o cockpit ao meio e arremessou o corpo de Villeneuve para cima,
na direção esquerda, só parando no lado extremo da pista, ao chocar
violentamente contra a proteção. O piloto já não estava a respirar
quando a equipa de socorro chegou ao local, mas só foi, oficialmente,
declarado morto mais tarde, num hospital próximo de Lovaina.
Apesar de a tragédia no automobilismo não ser algo tão inesperado na
época - ainda menos diante do estilo de pilotagem característico de
Villeneuve - o acidente causou, entre os pilotos e principalmente junto
ao público, uma comoção que só foi igualada, doze anos depois, com a
morte de Ayrton Senna. Mesmo aqueles que tiveram as mais árduas disputas com o canadiano na pista, como o francês René Arnoux, admiravam o seu caráter simpático e amigável e a sua lealdade como competidor, mesmo com tanto arrojo.
Gilles Villeneuve deixou a esposa Joann Barthe e um casal de filhos: Melanie e Jacques Villeneuve, que foi campeão na Fórmula 1, na temporada de 1997.
Joaquim Agostinho começou a praticar ciclismo no Sporting Clube de Portugal, equipa que o descobriu ao treinar perto de Casalinhos de Alfaiata
em Torres Vedras, começando a praticar já com 25 anos de idade, mas
ainda conseguiu evoluir de tal forma que é usualmente referido como o
melhor ciclista português de todos os tempos.
A sua carreira internacional começou em 1968, depois de ter sido observado pelo director desportivo francêsJean de Gribaldy, obtendo resultados de destaque na Volta a Espanha, vários dias de amarelo e um segundo lugar final, distando apenas 11 segundos da vitória, e na Volta a França onde terminou duas vezes no pódio (3º lugar) e venceu a mítica etapa de Alpe d'Huez.
A 30 de abril de 1984, quando liderava (era o Camisola Amarela...) a X Volta ao Algarve, na 5ª. etapa, a 300 metros da meta, um cão atravessou-se no seu caminho, o que o fez cair, provocando-lhe uma fratura craniana - algum tempo depois afirmou-se que as consequências deste acidente poderiam ser menores se Joaquim levasse capacete.
Levantou-se, voltou a montar na bicicleta e terminou a etapa, com a
ajuda de dois colegas de equipa (Sporting/Raposeira). As persistentes dores na cabeça levaram-no a
ingressar no hospital de Loulé, onde o seu estado de saúde se agravou
drasticamente. Foi evacuado de emergência, fazendo 300 km de ambulância
(na altura não havia helicópteros
para transporte de doentes em Portugal, nem serviço de Neurocirurgia no
Algarve), para ser operado no hospital da CUF, em Lisboa. Após dez
intervenções cirúrgicas, de ser dado clinicamente morto 48 horas depois
da queda e de permanecer dez dias em coma, faleceu, a 10 de maio de 1984, às 09.37 horas. Foi enterrado na sua terra natal e nunca será esquecido, pelos que amam o ciclismo e o Sporting.
NOTA: caiu - mas passou a última meta envergando, duplamente, as camisolas que amava e pelas quais era conhecido, a do Sporting e a Camisola Amarela, o nosso eterno Joaquim Agostinho..!
A Curva Villeneuve, local onde Ratzenberger colidiu com seu carro no seu acidente fatal em Ímola
Carreira
Antes de correr pela Simtek - uma das equipas da Fórmula 1 em 1994 - o piloto austríaco havia participado em diversas categorias do automobilismo internacional, sobretudo no Japão e na Inglaterra. A sua chance de correr na temporada de 1994 previa um contrato de cinco corridas, para que ele mostrasse um bom desempenho.
No início da temporada dizia que não iria expor o carro a
acidentes, já que a equipa se encontrava com sérias restrições
orçamentais. No GP do Brasil, não conseguiu classificar-se; em Aida, no
Japão, obteve um bom desempenho: largou em 22º e chegou em 11º. Nos
treinos livres para o GP de San Marino,
Ratzenberger fazia uma tentativa de classificação quando, depois da
Variante Alta e a antes da curva Rivazza, a asa dianteira do Simtek
soltou-se e o piloto, sem controle do carro, chocou violentamente
contra o muro, a cerca de 308 km/h.
Ratzenberger teve fraturas múltiplas no crânio e no pescoço. Logo após o
acidente, uma tentativa de reanimação cardíaca foi feita na própria
pista. A sua morte foi anunciada oito minutos após o piloto ter dado
entrada no Hospital Maggiore de Bologna. Após o acidente, a
Simtek anunciou que não se iria retirar da corrida, alegando que Roland
gostaria que David Brabham, o seu companheiro de equipa, participasse
da corrida. Andrea Montermini, piloto de testes da Simtek, ocupou o lugar do austríaco.
As investigações do acidente geraram grande controvérsia especialmente porque, no dia anterior (sexta), Rubens Barrichelo sofreu um acidente grave e no domingo, outro piloto morreria na mesma pista: Ayrton Senna. A discussão concentrou-se na determinação da hora e local da morte de Ratzenberger. Os organizadores da corrida e da FIA
alegavam que foi levado ainda com vida para Bolonha, enquanto que os
investigadores alegam que teve morte instantânea ou, no mínimo,
ainda dentro no circuito de Ímola. Segundo as leis italianas, se um
desportista morrer durante um evento desportivo, o evento deve ser
cancelado e todo o complexo desportivo colocado à disposição dos peritos
até o final da investigação, que pode durar meses ou anos. Se isso
tivesse acontecido, a morte de Senna teria sido evitada...
Por outro lado, as autoridades afirmam que tanto a FIA como a
organização da prova tratou de retardar o anúncio da morte, para evitar o
cancelamento do evento e o consequente prejuízo que isso iria causar.
No dia seguinte, o acidente que tirou a vida de Senna seria tratado da
mesma forma...
Da esquerda para a direita: Lovell, Swigert e Haise
A Apollo XIII foi a terceira missão tripulada do Projeto Apollo com destino à Lua, mas não cumpriu a missão devido a um acidente durante a viagem de ida, causado por uma explosão no módulo de serviço, que impediu a descida no satélite natural da Terra. A nave e os seus tripulantes, entretanto, conseguiram retornar à Terra, após seis dias no espaço.
“Houston, temos um problema”
A Apollo XIII foi lançada cerca de cinco meses após a Apollo XII
ter retornado da Lua. Durante os primeiros dois dias da missão a
viagem estava tranquila, desafiando os presságios dos supersticiosos
com relação ao número 13. Às nove horas da noite, hora de Houston, centro do controle da missão e da nave espacial, do dia 13 de abril, a tripulação tinha acabado de fazer uma rotineira transmissão de TV. O comandante James Lovell e o piloto do módulo lunar 'Aquarius' Fred Haise, completavam um check in do módulo e o piloto do módulo de comando Odissey 'Jack' Swigert estava-se a preparar para ver algumas estrelas através do sextante. Com 55 horas e 55 minutos de missão, todos os três astronautas ouviram e sentiram um grande barulho nas entranhas da nave.
Durante os próximos minutos, a medida que eles e os controladores de
terra faziam uma avaliação dos prováveis danos elétricos causados na nave espacial, ficou aparente que os tripulantes estavam em sérias dificuldades. Se eles quisessem sobreviver precisariam de força, oxigénio e água
suficientes para uma viagem de quatro dias em volta da Lua e de volta a
Terra, mas sem um módulo de comando saudável esses três itens de
sobrevivência não conseguiriam durar até o fim da jornada. Além de pouca
reserva destas necessidades básicas, sem força no MC eles teriam que
contar com o Sistema de Controle Ambiental do Módulo Lunar para remover o excesso de dióxido de carbono da cabine. O módulo Aquarius carregava filtros de reserva, mas a maioria deles estavam guardados no ALSEP
(o pequeno conjunto de experimentos científicos para uso na Lua,
carregado pelo ML, apenas acessíveis pelo lado de fora), completamente
fora de alcance. Simplesmente eles não tinham filtros de hidróxido de lítio
suficientes para controlar a quantidade de dióxido de carbono expelida
pelos três astronautas. E para tornar tudo mais dramático, a
tripulação estava voando numa trajetória em direção da Lua que não os
permitiria voltar a Terra sem uma boa ignição dos motores. O motor
principal, claro, era instalado na traseira do Odissey e, sem o
suprimento de força, dava no mesmo se a tripulação o tivesse deixado em Cabo Canaveral.
A
equipe do Programa Apollo tinha grande orgulho de sua capacidade e se
houvesse um jeito de improvisar e trazer a tripulação a salvo para
casa, eles encontrariam um. A medida que eles analisavam a situação –
tanto a tripulação quanto o pessoal de terra – concluíram que haviam
tido muita sorte. Mesmo sendo uma situação desesperada, o acidente
ocorreu cedo na missão, ainda na viagem de ida. Eles ainda tinham um
módulo lunar saudável e totalmente equipado. A margem de segurança podia
ser pequena, mas o módulo tinha um motor capaz de colocá-los no
caminho de volta e carregava suficiente – desde que racionados – água, oxigénio e eletricidade para os quatro dias. Também havia abundância de filtros de metal de hidróxido de lítio no avariado Módulo de Comando e apesar deles não encaixarem diretamente dentro do Sistema de Controle de Ambiente
do Módulo Lunar Aquarius – sendo de tamanho e formatos diferentes –
certamente seria encontrado um jeito de colocá-los em uso. O 'Aquarius'
havia se tornado o barco salva-vidas da tripulação.
Uma hora após o acidente, os engenheiros de voo em Centro Espacial Lyndon Johnson em Houston,
estavam ocupados calculando freneticamente trajetórias e durações de
funcionamento dos motores, imaginando novos procedimentos de navegação
e sistemas de voo, aperfeiçoando estimativas de quanto tempo
aguentaria o equipamento em estado crítico. Oxigénio era uma das
menores preocupações da Apollo XIII. O Aquarius carregava generosos
stocks, incluindo as mochilas de sobrevivência que Lovell e Haise
deveriam usar na sua primeira AEV - atividade extra-veicular
- em Fra Mauro. Para conservar seus próprios recursos físicos – e para
minimizar o dióxido de carbono expelido – a tripulação teria que fazer
o melhor possível para despender o mínimo de esforço. Todavia, era
tranquilizador saber que eles só precisariam usar metade do seu stock
de oxigénio na volta para casa. Os suprimentos de água e força eram
muito mais críticos. Uma fração importante da energia elétrica guardada nas baterias do Módulo Lunar teria que ser usada durante a ignição do motor e, se os astronautas quisessem sobreviver na viagem de volta, teriam que poupar cuidadosamente o restante. Toda a eletrónica não-essencial deveria ser desligada e aquilo prometia tornar a viagem de volta fria e húmida.
A
grande apreensão de todos era que não parecia possível manter as
baterias do Odissey carregadas até que elas fossem necessárias para a
reentrada. Sob circunstâncias normais, as células de energia
do Módulo de Serviço eram usadas para manter carregadas as baterias do
MC e, apenas nas últimas horas da missão, quando o MS houvesse feito
seu trabalho e tivesse sido ejetado no vácuo,
antes da reentrada terrestre, elas entrariam em funcionamento.
Infelizmente, o acidente havia destruído as células de energia e a menos
que fosse descoberto um meio de usar as baterias do Aquarius para
manter a carga do Odissey, a tripulação não teria meios de controlar sua
reentrada na Terra e iria morrer da mesma maneira como se tivesse se
espatifado na Lua.
Desligando
toda a eletrónica que podiam, a tripulação poupou força para os motores
mas também cortou o consumo de água. Mesmo com a ração normal de um litro por dia,
a tripulação teria bebido menos de 10% dos 150 litros de água a bordo
do Módulo Lunar. Porém, com a força desligada, praticamente todos os
150 litros eram necessários para os purificadores manterem o
equipamento vital refrigerado; então os astronautas cortaram sua ração
para 1/5 de litro, um copo de água por dia. Eles estariam sedentos quando chegassem em casa, mas ao menos tinham uma possibilidade se salvamento.
Sobrevivência
Em grande parte, a tripulação da Apollo XIII sobreviveu à sua provação
pela simples razão de terem estoques sobressalentes de artigos vitais:
força extra, água, oxigénio e até um motor
extra. É claro que se o acidente tivesse acontecido quando Lovell e
Haise estivessem na superfície lunar ou após terem retornado à órbita
com rochas, então o retorno à Terra teria sido tragicamente diferente. Mas isso era da natureza da aventura. Aceitar o desafio do Presidente John Kennedy de pousar na Lua significava a aceitação de riscos calculados.
A questão toda da sobrevivência imediata estava agora ligada a um pequeno detalhe prosaico: como ligar os filtros de limpeza do dióxido de carbono
exalado pelos astronautas dentro do Módulo Lunar, já que o bocal
destes filtros era redondo – pois o encaixe do Módulo de Comando era
assim – e o encaixe no Aquarius era quadrado. Evidentemente, esse modo seria uma improvisação e um quebra-cabeça para os cientistas no controle da missão e ela foi feita através de uma engenhosa combinação de tubos, papelão, sacos plásticos de carga e filtros de metal do Módulo de Comando, todos presos juntos por uma boa quantidade de fita isolante cinza. Como era usual sempre que a equipe da Apollo tinha que improvisar, engenheiros
e outros astronautas no solo se ocuparam inventando soluções para o
problema e testando os resultados. Um dia e meio após o acidente, as
equipes do solo haviam desenhado e construído um dispositivo de filtragem que funcionou e eles passaram as instruções por rádio para a tripulação, cuidadosamente guiando seus passos durante cerca de uma hora.
Regresso
Com o problema do dióxido de carbono resolvido, a tripulação tinha
agora uma boa chance de voltar para casa. Com os três astronautas
viajando no espaço dentro do Módulo Lunar, com a energia racionada – a temperatura ambiente nele era de 5°C - e com toda a força do Módulo de Comando – ao qual ele era acoplado - desligada para poupar energia,
a questão era se o motor funcionaria no momento que fosse necessário,
para tirá-los da órbita da Lua e colocá-los no caminho de volta. Para
voltar para casa, os astronautas deveriam fazer duas ignições no motor. A
primeira veio cinco horas depois do acidente e foi planeada para
colocá-los numa trajetória livre de retorno, uma trajetória que os traria para casa mesmo sem uma segunda ignição.
Eles ainda estavam indo em direção da Lua e não a atingiriam por quase
mais um dia, mas com a primeira queima de motor completada com
sucesso, quando eles girassem em volta da face escura, a gravidade
lunar os colocaria no caminho de casa em vez de mandá-los para as
profundezas do espaço. A segunda ignição era necessária para trazê-los
de volta antes que os suprimentos da nave acabassem. Sem ela, havia uma
grande possibilidade de que chegassem mortos. A chave da sobrevivência
era esperar que a órbita lunar os pusesse apontando para a Terra e
então o motor fosse ligado, lhes dando o impulso que os trouxesse
direto de volta, em tempo de chegarem antes de acabarem o oxigénio e a
água a bordo. A questão era se o motor do 'Aquarius' funcionaria.
Quando chegou o momento da ignição, e quando o mundo
inteiro aguardava com a respiração suspensa, o motor ligou
perfeitamente e os colocou no caminho de volta. Quando a odisseia
terminou, eles tinham feito um trabalho soberbo, voltando
para a Terra com 20% da força do ML e 10% de água restantes. Lovell
perdeu cinco quilos de peso e estavam todos cansados, famintos,
molhados, desidratados e com frio quando aterraram. Por causa da desidratação e outros fatores, Fred Haise desenvolveu uma infeção de próstata, uma febre
de 40 graus e esteve seriamente doente por duas ou três semanas após o
retorno, mas tudo isso foi de importância secundária, porque eles
tinham voltado vivos.
Com 2.240 pessoas a bordo, o naufrágio resultou na morte de 1.523
pessoas, hierarquizando-o como uma das piores catástrofes marítimas de
todos os tempos. O Titanic provinha de algumas das mais
avançadas tecnologias disponíveis da época e foi popularmente
referenciado como "inafundável" - na verdade, um folheto publicitário
de 1910, da White Star Line, sobre o Titanic, alegava que ele fora
"concebido para ser inafundável". Foi um grande choque para muitos o
facto de que, apesar da tecnologia avançada e experiente tripulação, o Titanic
não só tenha afundado como causado tantas perdas de vidas humanas. O
frenesim dos meios de comunicação social sobre as vítimas famosas do Titanic,
as lendas sobre o que aconteceu a bordo do navio, as mudanças
resultantes no direito marítimo, bem como a descoberta do local do
naufrágio em 1985 por uma equipa liderada pelo Dr. Robert Ballard fizeram a história do Titanic persistir famosa desde então.
Comparação de tamanho entre o Titanic, um Airbus A380, um autocarro, um carro e uma pessoa
Viagem inaugural
O navio iniciou a sua viagem inaugural de Southampton, na Inglaterra, com destino à cidade de Nova York, nos Estados Unidos, na quarta-feira, 10 de abril de 1912, com o Capitão Edward J. Smith no comando. Assim que o Titanic deixou o cais, sua esteira provocou a aproximação do SS New York,
que estava ancorado nas proximidades, rompendo as suas amarras e quase
chocando com o navio, antes que rebocadores levassem o New York para longe. O incidente atrasou a partida em meia hora. Depois de atravessar o Canal da Mancha, o Titanic parou em Cherbourg, França, para receber mais passageiros e parou novamente no dia seguinte em Queenstown (hoje conhecida como Cobh), na Irlanda. Já que as instalações do porto em Queenstown eram inadequadas para um navio de seu tamanho, o Titanic
teve de ancorar ao largo (fora do porto), com pequenos botes levando os
passageiros e bagagens até ele. Quando finalmente partiu, rumo a Nova
Iorque, havia 2.240 pessoas a bordo.
Joaquim Agostinho começou a praticar ciclismo no Sporting Clube de Portugal, equipa que o descobriu ao treinar perto de Casalinhos de Alfaiata
em Torres Vedras, começando a praticar já com 25 anos de idade, mas
ainda conseguiu evoluir de tal forma que é usualmente referido como o
melhor ciclista português de todos os tempos.
A sua carreira internacional começou em 1968, depois de ter sido observado pelo diretor desportivo francêsJean de Gribaldy, obtendo resultados de destaque na Volta a Espanha, vários dias de amarelo e um segundo lugar final, distando apenas 11 segundos da vitória, e na Volta a França onde terminou duas vezes no pódio e venceu a mítica etapa do Alpe d'Huez.
A 30 de abril de 1984, quando era camisola amarela da X Volta ao Algarve, na 5ª etapa, a 300 metros da meta, um cão atravessou-se no seu caminho, o que o fez cair, provocando-lhe uma fratura craniana - algum tempo depois afirmou-se que as consequências deste acidente poderiam ser menores se Joaquim levasse capacete.
Levantou-se, voltou a montar na bicicleta e terminou a etapa com a
ajuda de dois colegas. As dores persistentes na cabeça levaram-no a
ingressar no hospital de Loulé, onde o seu estado de saúde se agravou
drasticamente. Foi evacuado de emergência, fazendo 300 km de ambulância
(na altura não havia helicópteros
para transporte de doentes em Portugal, nem serviço de neurocirurgia
no Algarve), para ser operado no hospital da CUF, em Lisboa. Após 10
intervenções cirúrgicas, de ser dado clinicamente morto 48 horas depois
da queda e de permanecer 10 dias em coma, faleceu, a 10 de maio de 1984, poucos minutos antes das 11.00 horas. Foi sepultado na sua terra natal.
Clark é reconhecido como um dos maiores talentos de desportos com motor e
um piloto versátil, capaz de competir em categorias como os Stock Car (NASCAR), carros de turismo (BTCC), em ralis, em corridas de resistência (24 Horas de Le Mans) e nas 500 Milhas de Indianápolis, onde venceu a corrida de 1965. Ele teve que perder o prestigioso Grande Prémio de Mónaco a fim de competir em Indianápolis, mas fez história ao conduzir o primeiro carro de motor central para ganhar na lendária "Brickyard",
assim como se tornar o único piloto até à data a ganhar tanto
a 500 Milhas de Indianápolis como o título da Fórmula 1 no mesmo ano.
Outros pilotos, incluindo Graham Hill, Mario Andretti, Emerson Fittipaldi e Jacques Villeneuve também ganharam ambas os títulos, mas não no mesmo ano. Ele ficou para sempre associado à marcaLotus.
Rublo (2001) com o rosto e a assinatura de Gagarin
Em 1960 Gagarin foi um dos 20 pilotos selecionados, após rigorosos testes físicos e psicológicos, para o programa espacial soviético,
e acabou por ser escolhido para ser o primeiro a ir ao espaço, pelo seu
excelente desempenho no treino, a sua origem camponesa – que dava
vantagem no sistema comunista
- a sua personalidade magnética e esfuziante e, principalmente, devido às
suas características físicas – tinha 1,57 m de altura e 69 kg – já que a nave programada para a viagem pioneira em órbita, o foguetão Vostok (que em russo significa "Oriente"), tinha um espaço mínimo para o piloto.
(...)
Após sair do programa espacial, Gagarin foi transferido para um centro de testes de aeronaves. Em 27 de março de 1968, durante um voo de treino de rotina em um caça MIG-15 sobre a localidade de Kirzhach, ele e o instrutor de voo, Vladimir Seryogin, morreram na queda do jato, num acidente nunca devidamente explicado.
Um inquérito de 1986 sugeria que a turbulência de um avião interceptador
Sukhoi Su-11 pode ter feito o avião de Gagarin sair do controle.
Gagarin e Seryogin receberam honras de Estado e foram enterrados na
muralha do Kremlin.
ci sono le tue scarpe ancora qua,
ma tu te ne sei già andata,
c'è ancora la tua parte di soldi in banca,
ma tu non ci sei più!
c'è ancora la tua patente rosa tutta stropicciata,
e nel tuo cassetto un libro letto e una winston blu...
...l'ho fumata!
ci sono le tue calze rotte la notte in cui ti sei ubriacata,
c'è ancora lì sul pianoforte una sciarpa blu,
ci sono le tue carte il tuo profumo è ancora in questa casa
e proprio lì,dove ti ho immaginata...
...c'eri tu! ah!da quando Senna non corre più...
ah! da quando Baggio non gioca più...
oh no,no!da quando mi hai lasciato pure tu...
...non è più domenica!
e non si dimentica,non si pensa,non si pensa più!
ci sono le tue scarpe ancora qua
ma tu non sei passata
ho spiegato ai vicini ridendo che tu non ci sei più
un ragazzo in cortile abbraccia e bacia la sua fidanzata
proprio lì dove ti ho incontrata...
...non ci sei più! ah!da quando Senna non corre più...
ah! da quando Baggio non gioca più...
oh no,no!da quando mi hai lasciato pure tu...
...non è più domenica!
e non si dimentica...
ora vivo da solo in questa casa buia e desolata
il tempo che dava l'amore lo tengo solo per me
ogni volta in cui ti penso mangio chili di marmellata...
quella che mi nascondevi tu...
...l'ho trovata!!
Trois jours après l'explosion, les recherches pour retrouver les
survivants sont abandonnées et une partie de la mine est condamnée, pour
étouffer l'incendie et préserver le gisement. Cette gestion de la
crise par la compagnie minière a été particulièrement mal vécue par les
mineurs et par leurs familles.
Le 30 mars, soit vingt jours après l'explosion, treize rescapés
réussissent à retrouver le puits par leurs propres moyens après avoir
erré dans le noir total sur des kilomètres, un quatorzième fut retrouvé
quatre jours plus tard. La catastrophe provoque une crise politique et
un mouvement social qui débouche sur l'instauration du repos hebdomadaire.
O avião 9M-MRO, envolvido no incidente, descolando no Aeroporto Roissy-Charles de Gaulle
Malaysia Airlines MH370 foi a identificação da rota aérea de passageiros regular e internacional entre Kuala Lumpur, na Malásia, e Pequim, na China. A rota é operada pela companhia aérea Malaysia Airlines que, a partir de 14 de março de 2014, substituiu sua identificação para Malaysia Airlines MH318.
Na madrugada de 8 de março de 2014, no horário local (tarde de 7 de março, horário UTC),
a aeronave que realizava esta rota levando 227 passageiros e 12
tripulantes, desapareceu dos radares após aproximadamente uma hora de
voo enquanto sobrevoava o Golfo da Tailândia, no Mar da China.
Até o instante do desaparecimento dos monitores de radar, a tripulação não havia relatado nenhuma anomalia com o voo. O sistema ACARS do avião também não enviou mensagens por satélite, o que deveria ocorrer automaticamente no caso de alguma falha.
Em 24 de março de 2014, o governo malaio comunicou oficialmente que o voo caiu no mar no Oceano Índico sem deixar sobreviventes.
Segundo registos feitos por satélites, o avião voou por várias horas
após desaparecer dos radares, até esgotar o combustível, com todos os
seus sistemas de comunicação desativados. Mesmo após três anos de
extensas buscas, comandadas pelos governos da Austrália, da Malásia e da China no período de 2014 a 2017, os destroços da aeronave nunca foram localizados, tornando o caso um dos maiores mistérios da aviação civil contemporânea.
(...)
No final de julho de 2015, foi encontrada uma parte da asa da aeronave no litoral da ilha de Reunião, próximo de Madagáscar.
A peça, encontrada por moradores durante uma limpeza da praia, foi
submetida a uma perícia por especialistas e identificada como sendo do
MH370. Além desta peça, foram encontradas almofadas de poltronas e
janelas de avião, que as autoridades acreditam ser também da mesma
aeronave.
Dois destroços, encontrados a 27 de dezembro de 2015 e a 27 de fevereiro
de 2016 em dois locais separados por 220 quilómetros, na costa de
Moçambique, pertencem "quase com toda a certeza" ao voo MH370. As duas
peças faziam parte da fuselagem do Boeing 777.
Os Mamonas Assassinas, anteriormente chamados de Utopia, foi uma banda brasileira de rock cómico, formada em Guarulhos, em 1990. O seu som consistia numa mistura de pop rock com influências de géneros populares, tais como sertanejo, brega, heavy metal, pagode, forró, música mexicana e vira. O único álbum de estúdio gravado pela banda, Mamonas Assassinas, lançado em junho de 1995, vendeu mais de 3 milhões de cópias no Brasil, sendo certificado com disco de diamante comprovado pela ABPD.
Com um sucesso "meteórico", a carreira da banda (sob o nome de Mamonas
Assassinas) durou pouco mais de sete meses, de 23 junho de 1995 a 2 de
março de 1996, quando o grupo foi vítima de um acidente aéreo fatal ,
sobre a Serra da Cantareira,
o que ocasionou a morte de todos os seus integrantes, causando grande
comoção no Brasil. A banda continuou influenciando a cena musical
nacional e sendo celebrada, mesmo tantos anos após o seu trágico fim.
Imagem retratando o momento da destruição do edifício, em fevereiro de 1998
O Palace II era um edifício residencial construído na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, que foi implodido no dia 28 de fevereiro de 1998,
a despeito de investigações anteriores terem encontrado como causa da tragédia um erro estrutural de cálculo (assinado por
engenheiro) nas vigas de sustentação.
Construção
O edifício Palace II foi construído pela Construtora Sersan de Sérgio Naya em 1990, com previsão de conclusão para 1995, tendo havido no entanto atraso na conclusão da obra.
Segundo os moradores, em 1996 o edifício foi interditado pela Defesa Civil após ter morrido um operário ao cair no fosso do elevador, que apresentava defeito.
A construtora já havia sido processada quatro vezes, em virtude da má construção do prédio, que não havia recebido a licença de habitabilidade da prefeitura.
Primeiro desmoronamento
O primeiro desmoronamento ocorreu às 03.00 horas do dia 22 de fevereiro de 1998, quando as colunas 1 e 2 do edifício, onde havia 44 apartamentos, desabaram. Oito pessoas morreram como resultado do incidente. Em 24 de fevereiro, a prefeitura anunciou que a implosão do edifício ocorreria dentro de 5 dias.
Segundo desmoronamento
O segundo desmoronamento ocorreu pouco antes das 13.00 horas do dia 27 de fevereiro
de 1998. Trinta minutos antes do desmoronamento, o relatório técnico
recomendava que os moradores voltassem ao edifício para recuperar os
seus bens, quando uma inexplicável coluna de água irrompe da cobertura
do 23° andar com toneladas de água. Não foi confirmado se havia ou não uma piscina nessa laje
como mostra uma foto, no entanto, assume-se que a caixa de água teria
sido drenada por razões de segurança antes do ingresso de técnicos na
instalação dos explosivos para a implosão.
Outra explicação para esse segundo desabamento é que os técnicos da
implosão, preocupados em não incomodar os vizinhos, teriam pré-instalado
uma grande quantidade de água na laje das coberturas para que na hora
da implosão libertasse o mínimo de partículas na atmosfera. Essa
providência teria sobrecarregado o limite de resistência da estrutura
fazendo parte dela ruir antes mesmo da implosão, mas essa possibilidade
foi logo descartada.
22 apartamentos foram destruídos nessa segunda queda.
Implosão
Ocorreu ao meio-dia de 28 de fevereiro de 1998. A implosão foi feita pela empresaCDI Implosões e transmitida ao vivo para todo o Brasil pela televisão.
Em 2006, a revista Hit Parader considerou Scott como o melhor vocalista de heavy metal de todos os tempos.
Iniciou a sua carreira com a banda The Spektors, logo depois formando The Valentines, onde conheceu o seu amigo Vince Lovergrove, que trabalharia no seu próximo projeto, os Fraternity;
logo após a separação do grupo, integrou os AC/DC, onde lançou sete
discos, vindo a falecer logo após o lançamento do álbum Highway to Hell, que os levou à fama mundial. Depois da sua morte foi substituído por Brian Johnson.
Biografia
As suas bandas anteriores incluíram The Spektors e The Valentines, e as duas tinham um estilo diferente do que ficou conhecido no período dos AC/DC. Outro grupo do qual participou foi o Mount Lofty Rangers.
Bon estava trabalhando como motorista da banda AC/DC, quando foi
chamado para fazer de baterista. Mas logo Bon decidiu ser o vocalista
da banda, pois dizia que o cantor era o que mais arranjava namoradas na
época.
A sua influência musical inicial veio do pai, que era músico na sua cidade natal, na Escócia. Bon tocava bateria, gaita de fole e flauta doce. Scott tocou gaita de fole em "It's a Long Way to the Top". Já na música "Seasons of Change" do Fraternity, ele foi responsável pela flauta.
As suas letras abordavam principalmente temas como mulheres, carros, bebida e curtição.
Morte
A sua morte até hoje não foi bem explicada. Após a turnê de divulgação do álbum Highway to Hell pela Europa, Bon resolveu passar uns dias em Londres,
para rever amigos. A tragédia teve início numa tradicional noite de
bebedeira, coisa a que Bon estava realmente acostumado. Bon e um amigo
seu, chamado Alistar Kinnear, foram tomar algumas bebidas no Music
Machine, um clube noturno localizado em Camden Town.
Depois de muitas rodadas, a dupla foi para Ashby Court, onde Bon
vivia naquela época. No caminho, Bon desmaiou no banco de trás do
veículo. Kinnear não deu muita importância e seguiu adiante. Quando
chegou à casa do vocalista do AC/DC, Kinnear tentou acordar Bon e
levá-lo para a cama, porém não conseguiu acordar o seu companheiro,
que estava num avançado estado de embriaguez. Kinnear desistiu da
ideia e seguiu dirigindo para seu próprio apartamento. Chegando lá,
nova tentativa frustrada de tirar o amigo bêbado do veículo. Decidiu
então deixar Bon a ‘dormir’ no banco de trás do automóvel, um Renault
5, em Overhill Road, uma estrada em Dulwich. Quando Kinnear
voltou, na manhã seguinte, para ver o seu amigo, já era tarde demais.
Bon estava morto, praticamente congelado dentro do pequeno automóvel.
Ele ainda o levou à pressa para o Kings College Hospital, de
Londres, que declarou que o músico já chegou sem vida às Urgências. O
atestado de óbito informou que Bon Scott havia falecido no decorrer de
overdose
e ‘death by misadventure’ (morte por desventura, ou por desgraça).
Nos jornais da época foi também noticiado que o músico teria sufocado
com o próprio vómito e que a baixa temperatura da madrugada e
as suas constantes crises de asma colaboraram para a tragédia,
daquela
fria manhã de 19 de fevereiro de 1980, um dos dias mais tristes do rock n’ roll. O corpo de Bon Scott foi cremado e as suas cinzas foram levadas pela sua família para o Cemitério de Fremantle, Fremantle, no estado da Austrália Ocidental.
Após a entrada de Brian Johnson
o som do AC/DC mudou, mas sem perder as suas características, perdendo
um pouco do balanço e da influência dos blues que emanavam de Bon, mas
ganhando outras que, com Bon, talvez nunca seriam exploradas. Bon
também é considerado por várias pesquisas um dos melhores cantores de
rock. Numa lista divulgada pela revista Kerrang, Bon Scott está na 5ª posição dos maiores ícones do rock.
Textos, músicas, fotos e outros materiais aqui publicados, parte sem prévia autorização, são propriedade de seus autores, que são, sempre que possível, identificados e creditados. O seu uso deve-se a razões culturais, científicas e didáticas, sem objetivo comercial ou usurpação de autoria. Pretendemos apenas expressar admiração pelos autores, contribuindo para a sua divulgação, respeitando inteiramente pedidos de retirar os seus materiais.