quarta-feira, setembro 06, 2023

Tom Fogerty, dos Creedence Clearwater Revival, morreu há trinta e três anos...

         
Thomas Richard Fogerty, conhecido musicalmente como Tom Fogerty (Berkeley, 9 de novembro de 1941Scottsdale, 6 de setembro de 1990) foi um cantor, compositor e guitarrista, conhecido principalmente por ter sido um dos integrantes da famosa banda de rock dos Estados Unidos da América, os Creedence Clearwater Revival.
   
Carreira
Tom Fogerty ingressou na carreira musical em 1958. Assim como seu irmão John Fogerty, participava de uma banda de rock, denominada Spider Webb and the Insects, a qual chegou a assinar contrato com a gravadora Del-Fi Records, cancelado pouco tempo depois em 1959.
Após o insucesso de Spider Webb and the Insects Tom apresentou-se em concertos como cantor a solo e em algumas aparições requisitou o auxílio da banda de seu irmão, The Blue Velvets, cuja formação apresentava John na guitarra, Stu Cook no piano e Doug Clifford na bateria, banda que logo passou a integrar. Batizada de Tommy Fogerty and the Blue Velvets, a nova formação, em 1961, teve 4 discos gravados pela Scorpio Records, divisão da Fantasy Records.
Em 1966 John consegue contrato com a Fantasy Records, gravadora na qual ele já trabalhava e que exigiu a mudança de nome do grupo para The Golliwogs. O conjunto passou a ter canções escritas pelos irmãos que também realizaram duetos no vocal, união que resultou em pequenos sucessos regionais e de pouco impacto nacional. O consenso entre os integrantes pela mudança de nome resultou na formação dos Creedence Clearwater Revival, nascendo assim uma das bandas de rock mais famosas de sua época e em contraponto o desafeto entre Tom e o seu irmão.
O grupo consagrou Tom principalmente como guitarrista já que John era o vocalista principal que compunha quase todas as músicas da banda, de estilo composto pela mistura do rock com música country, fórmula que levou os Creedence Clearwater Revival ao rápido sucesso. Stu Cook era o baixista e Doug Clifford o baterista, Tom fazia vocais de acompanhamento e escreveu apenas uma música que foi gravada, "Walk on the Water". A falta de oportunidade de Tom de compor para a banda alimentava a animosidade entre os irmãos durante os anos de maior sucesso do grupo, resultando na saída de Tom no ano de 1971 depois de gravar seis álbuns de estúdio, não participando da gravação do álbum Mardi Gras, em 1972.
Logo após deixar a banda, Tom iniciou a carreira a solo. Teve músicas de maior sucesso em sua empreitada como "Goodbye Media Man" e "Joyful Resurrection", gravado com participações de Jerry Garcia e Merl Saunders. O álbum também contou com participações de seus ex-companheiros de Creedence Clearwater Revival, Stu Cook e Doug Clifford. John participou, tocando guitarra, em alguns álbuns a solo de Tom, entretanto o relacionamento entre os irmãos sempre manteve-se afetado desde a formação de Creedence Clearwater Revival.
Entre 1972 e 1977 realizou sessões de jazz com Merle Saunders e de 1976 a 1978 participou da banda Ruby, gravando 2 discos. A sua discografia a solo, apesar de vasta e bem conceituada por críticos da música, é pouco conhecido e divulgada até os dias atuais, mesmo para muitos fãs dos Creedence.
     
Morte
Faleceu no dia 6 de setembro de 1990, vítima de tuberculose e insuficiência respiratória, agravadas pelo vírus da SIDA, que Tom havia contraído através de uma transfusão de sangue. O seu irmão John Fogerty nunca mais conversou com ele, mesmo estando Tom no leito de morte. O seu corpo foi cremado e as suas cinzas espalhadas em Half Moon Bay, Califórnia, nos Estados Unidos.
    

 


E brilhavam as estrelas - Pavarotti morreu há dezasseis anos...

    
Luciano Pavarotti (Módena, 12 de outubro de 1935 - Módena, 6 de setembro de 2007) foi um cantor (tenor lírico) italiano, grande intérprete das obras de Donizetti, Puccini e Verdi, dentre outros em seu grande repertório. É reconhecido como um dos tenores que popularizaram mundialmente a ópera.
    

 


Saudades da Poesia de Pedro Homem de Mello...

(imagem daqui)

 

Pátria 

 

A Pátria não é apenas
Um corpo de bailador.
Não são duas mãos morenas
Nem mesmo um beijo de amor
Mais do que os livros que lemos,
Mais que os amigos que temos,
Mais até que a mocidade,
A Pátria, realidade,
Vive em nós, porque vivemos.

 

 

Pedro Homem de Mello

 

Roger Waters faz hoje oitenta anos...!

    
George Roger Waters (Surrey, 6 de setembro de 1943) é um músico, cantor e compositor inglês, um dos fundadores da banda de rock progressivo e rock psicadélico Pink Floyd, na qual atuou como baixista e co-vocalista. Após a saída de Syd Barrett do grupo, em 1968, Waters tornou-se o autor das letras da banda, o principal compositor e o líder conceptual do grupo. 
    
Roger Waters foi considerado o 22º melhor baixista do Milénio, numa lista divulgada pela revista Guitar, há poucos anos.
   

 


Poema para um aldrabão que caiu na asneira de fazer hoje anos...

(imagem daqui)


Mania das Grandezas

Pois bem, confesso:
fui eu quem destruiu as Babilónias
e descobriu a pólvora...
Acredite, a estrela Sírius, de primeira grandeza,
(única no mercado)
deixou-me meu tio-avô em testamento.

No meu bolso esconde-se o segredo
das alquimias
e a metafísica das religiões
— tudo por inspiração!

Que querem?
Sou poeta
e tenho a mania das grandezas...

Talvez ainda venha a ser Presidente da República...


Joaquim Namorado

terça-feira, setembro 05, 2023

Música de aniversariante de hoje...

Houve quatro sismos sentidos em Portugal continental no dia de hoje (post atualizado)


Houve três sismos, dois no Algarve e um no Alentejo, sentidos pela população local, só no dia de hoje (5 de setembro de 2023)...

Aqui fica um mapa do IPMA com o mais forte desses sismos (intensidade IV):

 

Para quem sentiu algum dos sismos, uma sugestão - vão ao seguinte link e respondam ao inquérito on line do IPMA:


https://www.ipma.pt/pt/geofisica/informe/

 

ADENDA: houve mais um sismo sentido em Portugal continental no dia de hoje, que nos fez alterar o título da publicação - desta vez o sismo foi perto de Castro Daire e São Pedro do Sul...! É provavelmente um record nacional - quase que chegamos aos Açores.

Auguste Comte, o fundador do positivismo, morreu há 166 anos...

  
Isidore Auguste Marie François Xavier Comte (Montpellier, 19 de janeiro de 1798 - Paris, 5 de setembro de 1857) foi um filósofo francês que formulou a doutrina do positivismo. Ele é considerado como o primeiro filósofo da ciência no sentido moderno do termo. Comte também é visto como o fundador da disciplina académica de Sociologia.

Influenciado pelo socialista utópico Henri de Saint-Simon, trabalhou intensamente na criação de uma filosofia positiva como tentativa de remediar o mal-estar social da Revolução Francesa, criando uma doutrina social baseada nas ciências. Comte foi uma grande influência no pensamento do século XIX, influenciando o trabalho de intelectuais sociais como Karl Marx, John Stuart Mill e George Eliot. O seu conceito de sociologia e evolucionismo social deu o tom para os primeiros teóricos sociais e antropólogos, como Harriet Martineau e Herbert Spencer, evoluindo para a moderna sociologia académica apresentada por Émile Durkheim como pesquisa social prática e objetiva.

As teorias sociais de Comte culminaram com a sua obra "Religião da Humanidade", que pressagiava o desenvolvimento de organizações humanistas e humanistas religiosas não teístas no século XIX. Comte cunhou o significado da palavra altruísmo. As ideias de Comte influenciaram as palavras Ordem e Progresso, lema da República Federativa do Brasil.
  

O pintor Mário Eloy morreu há 72 anos...

Autorretrato, circa 1936-39

 

Mário Eloy de Jesus Pereira (Algés, 15 de março de 1900 - Lisboa, 5 de setembro de 1951) foi um pintor modernista português

 


Em 1900 nasce em Algés um dos mais importantes representantes do segundo Modernismo português: Mário Eloy de Jesus Pereira. Filho de um ourives e neto de atores, herda dessa parte da família o gosto pela arte cénica, passando por uma breve aprendizagem de representação em palco.

Mário Eloy irá revelar-se essencialmente um irreverente autodidata. Em 1913 deixa o liceu para ingressar na Escola de Belas-Artes de Lisboa, que também abandonaria, dois anos mais tarde, por lhe desagradar o ensino demasiado retrógrado e academicista, numa atitude semelhante à de tantos outros da sua geração, como Bernardo Marques ou Carlos Botelho.

Nos anos que se seguem é um "adolescente, boémio e diletante, que tem como único amigo artista o futuro arquiteto Jorge Segurado".

Em 1919 cede às pressões familiares e emprega-se numa casa Bancária no Chiado, mas no final do ano parte aventurosamente para Madrid e depois para Sevilha. Visita assiduamente museus, nomeadamente o Museu do Prado. Quando finalmente cede aos apelos de regresso por parte da sua família vai trabalhar para o ateliê que Augusto Pina põe à sua disposição no Teatro D. Maria II, em Lisboa. O regresso associa-se a uma mudança de atitude; Eloy "empenha-se decididamente numa carreira. Frequenta a elite dos espíritos sensíveis que se reunia no Teatro D. Maria, […] apaixona-se por artistas e pinta os seus retratos a óleo, apropriando a estética penumbrista de Columbano Bordalo Pinheiro mas […] procurando empiricamente modernizá-la". Nesse período as oscilações de humor levam-no já à destruição de muitas obras, mas isso não o impede de evoluir, e será sobretudo o exemplo de Eduardo Viana a marcar essa fase de aprendizagem, libertando-o das limitações do claro-escuro e perspetiva tradicionais. 

Quando parte para Paris em 1925, as suas obras mais avançadas "mostravam que, apesar do autodidatismo e do temperamento instável, rapidamente pudera percorrer e já ultrapassar as possibilidades da aprendizagem lisboeta".

Em Paris tem acesso a um meio socialmente elitista. Recebe encomendas, pinta retratos e abre-se-lhe a possibilidade de uma carreira artística mais convencional; mas, simultaneamente, mergulha nos museus e nas galerias, tentando aprofundar conhecimentos. Estuda os grandes, de El Greco a Cézanne, de Van Gogh a Picasso ou Matisse.

Em 1927 expõe na galeria Au Sacre du Printemps em conjunto com dois artistas hoje esquecidos – Hélène Puciatieka e Erwin Singer –, repetindo a mesma mostra individualmente na Chez Fast dois meses mais tarde.

Não são muito numerosos os trabalhos desta fase, e o que mais importa notar é a sua progressiva "descoberta e valorização das poéticas expressionistas" de Kokoschka ou do cubismo de Picasso, influências que serão determinantes para o intenso ciclo de produção imediatamente anterior à partida para Berlim, no final de 1927, e que irá prolongar-se nos primeiros meses de permanência na Alemanha.

Os anos de 1927-1931 são passados entre Lisboa e Berlim. Eloy empenha-se em "temáticas sociais, tratadas com irrisão […] revelando [também] a primeira transmutação plástica de fantasmas pessoais".

Entretanto o seu trabalho começa a infletir; a mudança traduz-se numa acalmia a que não serão alheios os paradigmas de regresso à ordem que marcaram a arte europeia dos anos de 1920. A sua aproximação formal à arte alemã, e em especial à Nova Objetividade (Neue Sachlichkeit), não anulou, no entanto, a sua forte ligação às origens, à "maneira de ver, portuguesa e meridional" que atravessa toda a sua obra.

Em janeiro de 1929 casa-se com Theodora Severin, poucos dias depois do nascimento do seu filho Mário António. Nesse mesmo ano expõe na galeria de Berlim de Alfred Fleshteim juntamente com nomes de vulto da vanguarda europeia como Braque, Picasso, Matisse ou Giorgio de Chirico. Em 1930 participa no I Salão dos Independentes, em Lisboa, e regressa a Portugal com a família no ano imediato, ao que se seguirá uma fase de estabilidade que dura aproximadamente 4 anos.

Nas obras mais relevantes desta fase – como no autorretrato de 1930-32 –, afasta-se da intensidade expressionista anterior e opta por uma matriz próxima do Picasso neoclássico, sintetizando as suas referências principais: "o cubismo, em primeiro lugar, assumido na simplificação e geometrização da cabeça […]; o expressionismo alemão da Nova Objetividade, em segundo lugar, pela subtil inquietação que se adivinha no próprio fazer, concentrado e obsessivo".

Em 1934 expõe individualmente na Galeria UP. Em 1935 colabora na revista Sudoeste (dirigida por Almada Negreiros) e, nesse mesmo ano, é-lhe atribuído o 1º Prémio Amadeo de Souza-Cardoso na 1º Exposição de Arte Moderna do SPN. O acolhimento crítico positivo não impede, no entanto, que a sua obra seja invadida por uma insatisfação progressiva, que eclode logo em 1936, com um regresso à "instabilidade compositiva e desrealização das cores [idêntica à] de dez anos antes".

Bailarico no bairro, c.1936, é um "ponto de chegada de resolução plástica", e nele vemos confluir "diversos recursos poéticos desenvolvidos anteriormente [...]. O casario cubista, modelado por uma fria poada de azul, recorda as experiências de dez anos antes [...]. Quanto às personagens, elas refluem de dezenas de desenhos caricaturais, feitos antes e depois, a partir de memórias de Berlim e, cada vez mais, da emergência de fantasmas pessoais".

E se a dimensão alegórica das suas pinturas se intensifica na segunda metade da década de 1930 em obras como o Poeta, Da minha janela, ou A Fuga (a sua última grande pintura), essa inquietação ganha contornos mais negros quando "a perda de um centro dá lugar ao exaustivo preenchimento da superfície com formas inominadas, de pendor fantasmático", como acontece nos desenhos finais. Em 1943 António Dacosta afirmará: "A pintura de Eloy aperta como um nó cego uma humanidade atual e confusa, triste e emudecida".

No final da década de 30 e na de 40 a sua obra continua a ser apresentada publicamente em Lisboa em mostras coletivas e individuais. Mas a sua capacidade de produção é profundamente afetada pela progressão da doença de que padecia – coreia, ou Doença de Huntington, uma doença de evolução lenta mas inexorável, caracterizada por crescente descontrolo motor e demência. A pintura torna-se rara e Eloy concentra-se no desenho, que adquire um pendor marcadamente surrealizante, povoado de monstros e alusões sexuais. O desfile de figuras inclui "grosseiros nus femininos, mulheres que perderam o torso, homens lutando, cabeças deformadas".

"Os monstros que instigam o inconsciente de Eloy povoam os seus desenhos com ameaças de morte, de sofrimento, de vazio [...] . A morte, portanto, nas mais variadas manifestações. Sem faltar mesmo o momento em que se concretiza (Suicídio, cat. 322). O instante dramático em que a mulher (grávida?) levanta o punhal contra si", no meio de um grupo de figuras aterrorizadas, informes, com as "bocas abertas, em medo e gritos".

É internado em 1945 na Casa de Saúde do Telhal. Em 1950 é representado na Bienal de Veneza com duas obras, e no ano seguinte na Bienal de S. Paulo. A sua situação clínica torna-se crítica, vindo a morrer em 1951.

Encontra-se colaboração da sua autoria na revista Litoral (1944-1945).

 

Bailarico no Bairro, c.1936

 

in Wikipédia

O ator Michael Keaton faz hoje 72 anos

  
Michael John Douglas (Coraopolis, 5 de setembro de 1951), mais conhecido pelo seu nome artístico de Michael Keaton, é um ator norte-americano, mais conhecido pelos seus papéis cómicos, bem como o seu desempenho em Beetlejuice (1988) de Tim Burton. Keaton também é famoso por retratar o histórico dramático de Bruce Wayne / Batman em Batman (1989) e Batman Returns (1992), também de Tim Burton. Apareceu em outros filmes, incluindo Cars (2006) e Toy Story 3 (2010) da Pixar, onde trabalhou como dobrador

Bell Marques, o vocalista dos Chiclete com Banana, celebra hoje 71 anos

    
Washington Bell Marques da Silva (Salvador, 5 de setembro de 1952), mais conhecido como Bell Marques, é um cantor, compositor, produtor musical e multi-instrumentista brasileiro. Tornou-se conhecido como vocalista dos Chiclete com Banana, um dos primeiros grupos de axé da história, permanecendo entre 1980 e 2014 e vendendo cerca de 8 milhões de álbuns.
   

 


Al Stewart nasceu há 78 anos

  

Alastair Ian Stewart (Greenock, 5 September 1945) is a Scottish-born singer-songwriter and folk-rock musician who rose to prominence as part of the British folk revival in the 1960s and 1970s. He developed a unique style of combining folk-rock songs with delicately woven tales of characters and events from history.

Stewart is best known for his 1976 hit single "Year of the Cat", from the platinum album of the same name. Though Year of the Cat and its 1978 platinum follow-up Time Passages brought Stewart his biggest worldwide commercial successes, earlier albums such as Past, Present and Future from 1973 are often seen as better examples of his intimate brand of historical folk-rock, a style to which he returned in later albums.

Stewart appears throughout the musical history of the folk revivalist era. He played at the first-ever Glastonbury Festival in 1970, knew Yoko Ono before she met John Lennon, shared a London flat with a young Paul Simon (who was collaborating with Bruce Woodley of The Seekers), and hosted at the Les Cousins folk club in London in the 1960s.

Stewart has released 16 studio and three live albums since his debut album Bed-Sitter Images in 1967, and continues to tour extensively in the US, Canada, Europe, and the UK. His most recent release, Uncorked, was released on Stewart's independent label, Wallaby Trails Recordings, in 2009.

Stewart has worked with Peter White, Alan Parsons, Jimmy Page, Richard Thompson, Rick Wakeman, Francis Monkman, Tori Amos, and Tim Renwick, and more recently has played with Dave Nachmanoff and former Wings lead-guitarist Laurence Juber

 

in Wikipédia

 


Saudades do tempo em que Freddie (ainda) comemorava aniversários...

Sal Solo, vocalista dos Classix Nouveaux, faz hoje 62 anos


Sal Solo, born Christopher Scott Stevens (Hatfield, Hertfordshire, 5 September 1961) is an English singer. 

   

Career

Solo began his career with a band called The News, which released one 7" single on GTO Records. Then he formed the pop group Classix Nouveaux, with former members of X-Ray Spex, which became associated with the burgeoning New Romantic movement. They released three albums with EMI Records. Classix Nouveaux had number one hits in Poland, Portugal, Israel, Iceland and other countries in the early 1980s. They also had one top 20 and various other top 50 hits in the United Kingdom, including "Is It a Dream", which reached No. 11 on the UK Singles Chart. The band split in 1985. Between 1984 and 1992, he provided lead vocals for the French space rock group Rockets.

Following a pilgrimage to San Damiano in Italy, Solo embraced the Roman Catholic faith of his childhood. He had a solo hit with "San Damiano (Heart and Soul)" which reached No. 15 on the UK Singles Chart, and went to No. 1 in Poland. The song has since been recorded by several artists, including Aled Jones for his 2003 album Higher, which remained on the UK Albums Chart top 40 for several weeks, and earned a silver disc.

In 1987, Solo became active in youth ministry in the Catholic Church in the UK. During this time, he continued to write and perform new music. In the early 1990s, he released three albums of Christian music through the Christian record label, Word Records, followed by several more released independently. In 1999, he moved to Chicago, where he works with Catholic teens in the United States and other parts of the world, speaking on matters of faith and justice, and giving concerts and youth retreats.

 

in Wikipédia

 


Brad Wilk nasceu há cinquenta e cinco anos


Brad Wilk (Portland, Oregon, September 5, 1968) is an American drummer. He is best known as a member of the rock bands Rage Against the Machine (1991–2000, 2007–2011, 2019–present), Audioslave (2001–2007, 2017), and Prophets of Rage (2016–2019).

Wilk started his career as a drummer for Greta in 1990, and helped co-found Rage Against the Machine with Tom Morello and Zack de la Rocha in August 1991. Following that band's breakup in October 2000, Wilk, Morello, Rage Against the Machine bassist Tim Commerford and Soundgarden frontman Chris Cornell formed the supergroup Audioslave, which broke up in 2007. From 2016 to 2019, he played in the band Prophets of Rage, with Commerford, Morello, Chuck D, B-Real and DJ Lord. He currently plays in the band Rage Against the Machine following their reunion.

Wilk has also performed drums on English metal band Black Sabbath's final album 13, released in June 2013. He briefly played with Pearl Jam shortly after the release of their debut album Ten.
   
   

Jochen Rindt, o único campeão póstumo na Fórmula 1, morreu há 53 anos...

     
Karl Jochen Rindt (Mainz, 18 de abril de 1942 - Milão, 5 de setembro de 1970) foi um automobilista alemão radicado na Áustria. É, até os dias de hoje, o único campeão póstumo da história da Fórmula 1
 
Biografia
Jochen Rindt nasceu em Mainz, Alemanha, mas depois dos seus pais terem morrido num bombardeamento aliado, durante a Segunda Guerra Mundial, ele foi viver com os seus avós em Graz, Áustria, onde cresceu e começou a pilotar. Embora nunca se tenha naturalizado austríaco, pois permaneceu até o fim da vida com a cidadania alemã, optou por representar a Áustria.
Apesar do grande sucesso na Fórmula 2 (vencendo em 1964, por exemplo, o London Trophy), Rindt teve um início inglório na Fórmula Um. Rindt estreou pela Rob Walker Racing Team em 1964, no Grande Prêmio da Áustria. Foi a sua única corrida daquele ano. De 1965 a 1967, Rindt correu pela Cooper Car Company, conquistando 32 pontos em 29 corridas. Em 1968, Rindt pilotou pela Brabham, mas a sua temporada não teve resultados expressivos, devido a problemas técnicos.
Finalmente, em 1969, Rindt foi para a Lotus e lá obteve sucesso. Conquistou a sua primeira vitória no Grande Prémio dos Estados Unidos, em Watkins Glen. Rindt terminou o ano com 22 pontos, alcançando o quarto lugar do campeonato. A temporada de 1970 começou com uma vitória no Mónaco. Desde então, pilotando o excelente Lotus 72, Rindt venceu mais quatro Grandes Prémios naquele ano: (Holanda, França, Inglaterra e Alemanha). Durante os treinos para o Grande Prémio da Itália, em Monza, Rindt sofreu forte acidente na curva parabólica, devido provavelmente a um problema nos travões. Ele foi imediatamente levado para o hospital, mas faleceu no caminho. Rindt, que já havia vencido cinco corridas na temporada, não foi alcançado pelos seus adversários e foi declarado campeão do mundo postumamente. Essa conquista póstuma teve a contribuição do seu companheiro de equipa, Emerson Fittipaldi, que ganhou a prova seguinte, em Watkins Glen, impedindo que o belga Jacky Ickx, que corria pela Ferrari, alcançasse uma número maior de pontos que a já obtida pelo corredor austríaco. Nesta prova, Jacky Ickx foi o quarto.
O carro que Jochen Rindt utilizou nesta corrida era do seu companheiro de equipa Emerson Fittipaldi que, no treino livre, estava preparando o motor do carro que seria utilizado por Jochen Rindt. Nesse treino o carro estava sem as asas e, numa curva, não conseguiu travar, pois passou do ponto de travagem, saindo da pista e danificando por completo o carro. Ao voltar aos boxes e informando o que tinha acontecido Colin Chapman, este resolve dar o carro que pertencia a Fittipaldi, para que Rindt corresse no dia seguinte. 
    

Cavalo Louco foi assassinado há 146 anos...

 

Cavalo Louco (em dacota: Ta-sunko-witko; na ortografia padrão do dacota: Tȟašúŋke Witkó, literalmente "Seu-Cavalo-é-Louco"; em inglês: Crazy Horse; circa 18405 de setembro de 1877) foi um respeitado ameríndio sioux, líder militar da tribo dos Oglala Lakota, que lutou, com o seu povo, contra o governo federal dos Estados Unidos para preservar as terras e tradições dos dacotas, durante a segunda metade do século XIX, nas chamadas guerras indígenas nos Estados Unidos da América.
Ao lado de Touro Sentado, ele conduziu os seus guerreiros durante a batalha de Little Bighorn, evento em que morreu o célebre General Custer. Ele descendia de Búfalo Negro (também o nome de sua primeira esposa, Mulher-Búfalo Negro), um dos índios que pararam a expedição exploratória de Lewis & Clark em Bad River. Além das lutas contra a Cavalaria dos Estados Unidos, Cavalo Louco participou em inúmeras batalhas contra as tribos rivais: Crow, Shoshone, Pawnee, Blackfeet. Depois do massacre de 1864 (Sand Creek, mostrado no filme Soldier Blue) os Lakota (Sioux) juntaram-se aos Cheyenne contra a Cavalaria. Demonstrando valentia, em 1865 Cavalo Louco tornou-se Ogle Tanka (uma espécie de Senhor da Guerra dos Índios).
Em 2 de agosto de 1867, Cavalo Louco participou no ataque a Wagon Box Fight (próximo ao Forte Phil Kearny), evento da chamada guerra do chefe Nuvem Vermelha, Red Cloud (1866-1868). Depois de mineiros de Black Hills desrespeitarem o Tratado de Fort Laramie (1868), que foi assinado pelo chefe cheyenne Little Wolf para pôr fim à guerra, e matarem o índio Little Hawk, Cavalo Louco e Touro Sentado realizaram o primeiro grande ataque às tropas militares (Batalha de Arrow Creek, em agosto de 1872). Em 17 de junho de 1876, Cavalo Louco e mais de 1.500 índios atacaram o General George Crook na Batalha de Rosebud, dando início à chamada Guerra Sioux. A batalha fez com que o General Crook ficasse sob o comando do General Custer. Em 25 de junho de 1876 Custer atacou um acampamento de Lakotas e Cheyennes, dando início à Batalha de Little Bighorn, na qual morreu, juntamente com os seus homens. Cavalo Louco empreenderia a maior batalha contra a Cavalaria em 8 de janeiro de 1877, em Wolf Montain, Montana. Em 5 de maio de 1877, com o seu povo cansado e faminto, acabou por se render às tropas do General Crook em Nebraska.
Em 5 de setembro de 1877 Cavalo Louco foi morto quando era prisioneiro, atravessado por uma baioneta de um dos guardas de Camp Robinson, depois de uma suposta tentativa de fuga.
   
     
Em 1947 inicia-se a construção do monumento em homenagem a Cavalo Louco situado no monte Thunderheade em Custer (Dakota do Sul) pelo escultor Korezak Ziolkowski, no local escolhido por ele e pelo filho de Cavalo Louco, em 1940. O monumento tem 170 metros de altura e 195 de comprimento e representa Cavalo Louco montado no seu cavalo.
  

O tratado da guerra em que os japoneses venceram um país sem derrotas militares foi assinado há 118 anos

    
O Tratado de Portsmouth, formalmente encerrou a Guerra Russo-Japonesa de 1904-1905. Foi assinado em 5 de setembro de 1905 após as negociações no Estaleiro Naval de Portsmouth, perto de Portsmouth, New Hampshire, Estados Unidos.
Os delegados que assinaram o tratado de paz foram Sérgio Witte e Roman Rosen da Rússia, e Komura Jutaro e Takahira Kogoro do Japão. Fyodor Martens e outros diplomatas das duas nações hospedaram-se em New Castle, New Hampshire no Hotel Wentworth (onde o armistício foi assinado), e foram transportados de balsa através do rio Piscataqua para as negociações mantidas na base localizada em Kittery, Maine.
De acordo com esse tratado, o Japão e a Rússia concordaram em evacuar a Manchúria e devolver a soberania à China. Mas o Japão obteve a península de Liaodong (onde se encontravam Porto Arthur e Talien), e o sistema de ferrovias russo na Manchúria meridional com acesso a recursos estratégicos. O Japão também recebeu a metade meridional da ilha de Sacalina da Rússia. Apesar do Japão ter ganhado muito com o tratado, não foi tanto como a opinião pública japonesa esperava, já que a posição inicial japonesa reclamava toda a Sacalina e uma indemnização. Essa frustração causou os tumultos de Hibiya, e provocou a queda do gabinete de Katsura Taro, em 7 de janeiro de 1906.
Theodore Roosevelt foi o mediador das negociações, pelo que obteve o Prémio Nobel da Paz em 1906. Ambas as partes buscavam a paz; os russos haviam sido repetidamente derrotados e os japoneses sofriam consideráveis dificuldades financeiras. 
        
  
in Wikipédia

Josué de Castro nasceu há 115 anos...

(imagem daqui)
  
Josué Apolônio de Castro (Recife, 5 de setembro de 1908 - Paris, 24 de setembro de 1973), mais conhecido como Josué de Castro, foi um influente médico, nutricionista, professor, geógrafo, cientista social, político, escritor, ativista brasileiro que dedicou a sua vida ao combate à fome. Destacou-se no cenário brasileiro e internacional, não só pelos seus trabalhos ecológicos sobre o problema da fome no mundo, mas também no plano político em vários organismos internacionais.
Partindo de sua experiência pessoal no Nordeste brasileiro, publicou uma extensa obra que inclui: "Geografia da Fome", "Geopolítica da Fome", "Sete Palmos de Terra e um Caixão" e "Homens e Caranguejos". Exerceu a Presidência do Conselho Executivo da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), e foi também embaixador brasileiro na Organização das Nações Unidas (ONU).
Recebeu da Academia de Ciências Políticas dos Estados Unidos, o Prémio Franklin D. Roosevelt, o Conselho Mundial da Paz ofereceu-lhe o Prémio Internacional da Paz e o governo francês condecorou-o, sendo Oficial da Legião de Honra.
Logo após o Golpe de Estado de 1964, teve seus direitos políticos suspensos pela ditadura militar.
    
(...)
     
No exílio, sentiu agudamente a falta do Brasil, a ponto de declarar que "não se morre apenas de enfarte ou de glomerulonefrite crónica, mas também de saudade". Faleceu em Paris, em 24 de setembro de 1973, quando esperava o passaporte que o traria de volta ao Brasil. O passaporte chegou, porém já era tarde. O seu corpo foi enterrado no cemitério de São João Batista, no Rio de Janeiro.
    

O Massacre de Munique foi há cinquenta e um anos...

  Memorial - a inscrição, em alemão e hebraico, diz:  
 A equipa do Estado de Israel permaneceu neste edifício durante os Jogos Olímpicos de Verão de 21 agosto a 5 setembro de 1972. Em 5 de setembro, teve uma morte violenta. Honra à sua memória.
    
O Massacre de Munique também conhecido como Tragédia de Munique teve lugar durante os Jogos Olímpicos de Verão de 1972, em Munique, quando, a 5 de setembro, 11 membros da equipa olímpica de Israel foram tomados como reféns pelo grupo terrorista palestiniano denominado Setembro Negro.

O governo da RFA, então liderado pelo primeiro-ministro Willy Brandt, recusou-se a permitir a intervenção de uma equipa de operações especiais do Tzahal, conforme proposta da primeira ministra de Israel, Golda Meir.
Os onze desportistas israelitas acabaram sendo assassinados, em vários momentos do sequestro. 
   
          
Operação policial
Como se viria a constatar depois, as forças policiais alemãs estavam muito mal preparadas e a situação fugiu ao seu controle. Uma tentativa de libertação dos reféns levou à morte de todos os atletas, além de cinco terroristas e um agente da polícia alemã. Os três terroristas que sobreviveram ao ataque foram encarcerados. O governo alemão federal ficou altamente embaraçado pelo fracasso e pela demonstração de incompetência da sua polícia. A operação foi mal planeada e foi executada por agentes sem qualquer preparação especial.
A ideia da operação era eliminar os terroristas num aeroporto próximo de Munique, o Fürstenfeldbruck. No entanto, os poucos polícias colocados nas torres do aeroporto não tinham capacidade de fogo suficiente para executar a tarefa, não dispunham de comunicações de rádio entre si para coordenar os disparos e foram surpreendidos por um número de terroristas superior ao esperado.
Após um tiroteio que durou 45 minutos, entre a polícia e os terroristas, os terroristas fuzilam os atletas israelitas que estavam amarrados uns aos outros dentro de dois helicópteros, os atletas morrem fuzilados e carbonizados. A divulgação dos pormenores do atentado, seguida atentamente pelos media internacional, causou um forte abalo na imagem da Alemanha Federal no exterior. Os três prisioneiros não chegaram a ser julgados.
A 29 de outubro de 1972 foi desviado um avião da Lufthansa por um outro grupo terrorista, sendo exigida a libertação dos três terroristas aprisionados. Curiosamente, entre os passageiros desse misterioso voo da Lufthansa não havia nenhuma mulher nem criança. Os reféns eram todos homens adultos. Soldados alemães conseguiram libertar os reféns e mataram os sequestradores.
    
Consequências
Pouco depois do massacre dos atletas, o governo alemão decidiu fundar uma unidade policial contra-terrorista, o GSG 9, para lidar melhor com situações semelhantes no futuro. Esta unidade é hoje um  exemplo mundial no combate ao terrorismo.
Os três terroristas sobreviventes passaram a ser perseguidos pela Mossad e crê-se que dois deles foram assassinados. Esta operação chamou-se Ira de Deus.
Mohammed Oudeh, o terceiro terrorista e líder do sequestro, conseguiu sobreviver a um atentado contra sua vida em 1981, na cidade de Varsóvia, mas faleceu dia 3 de julho de 2010, em Damasco, capital da Síria, de falência renal.
Foi lançado em 2005 o filme Munique, dirigido por Steven Spielberg, tendo sido nomeado para cinco Óscares, incluindo melhor filme e melhor diretor. O filme conta a história da suposta operação de retaliação do governo israelita lançada logo após o massacre contra os responsáveis pelo atentado.
      

A Voyager 1 foi lançada há 46 anos...

 

Voyager 1 é uma sonda espacial norte-americana lançada ao espaço em 5 de setembro de 1977 para estudar Júpiter e Saturno prosseguindo e posteriormente para o espaço interestelar. Em 4 de setembro de 2020, a sonda somou 42 anos, 11 meses e 30 dias em operação, recebendo comandos de rotina e transmitindo dados para a Terra. A sonda foi a primeira a entrar no espaço interestelar, informação oficialmente confirmada pela NASA no dia 12 de setembro de 2013.
Inserida no programa Voyager, que previa o desenvolvimento de duas sondas de exploração inter-planetária (Voyager 1 e 2), ela tinha como objetivo a realização de um "Grand Tour" espacial, aproveitando o posicionamento favorável dos gigantes gasosos do Sistema Solar. Originalmente, porém, o Grand Tour foi desenhado para permitir visitas a apenas Júpiter e Saturno. Sua missão inicial e primária encerrou-se em 20 de novembro de 1980, após seu encontro com o sistema joviano em 1979 e o sistema saturniano em 1980.
A Voyager 1, apesar de ter sido lançada para a sua missão após a Voyager 2, seguiu uma trajetória mais favorável atingindo o seu ponto mais próximo de Júpiter em 5 de março de 1979, após o qual deu início a uma nova trajetória para interseção do sistema de Saturno ao qual chegou no dia 12 de novembro de 1980. Esta trajetória mais rápida e desenhada de forma a permitir uma posição mais favorável à observação de Io e de Titã, não permitiu à sonda a continuação da missão em direção a Úrano e/ou Neptuno. Assim, a Voyager 1, seguiu uma trajetória que a levaria a sair do Sistema Solar numa direção oposta à da sonda Pioneer 10.
Ao longo da sua missão científica, a Voyager 1 permitiu o desenvolvimento do nosso conhecimento dos sistemas de Júpiter (obtendo mais de 19 mil imagens de Júpiter e dos seus satélites) e Saturno através do envio de imagens de elevada qualidade e de outras informações obtidas através dos variados instrumentos instalados na sua plataforma. Descobriu três satélites em Saturno: Atlas, Prometeu e Pandora. Após a sua missão planetária, a Voyager 1 iniciou a fase de exploração das fronteiras do Sistema Solar denominada Voyager Interstellar Mission ou VIM, que propõe o estudo da heliosfera e da heliopausa. Espera-se, assim, que a Voyager 1 seja o primeiro instrumento humano a estudar o meio interestelar.
A par da sua gémea, a Voyager 2, lançada duas semanas antes, a 20 de agosto de 1977, a Voyager 1 possui um detetor de raios cósmicos, um magnetómetro, um detetor de ondas de plasma, e um detetor de partículas de baixa energia, todos ainda operacionais. Para além destes equipamentos, possui um espectrómetro de ondas ultravioleta e um detetor de ventos solares, já fora de operação.
  

 
Para além deste equipamento, as duas sondas carregam consigo um disco (e a respetiva agulha) de cobre revestido a ouro, contendo uma apresentação para outras civilizações, com 115 imagens (onde estão incluídas imagens do Cristo Redentor no Brasil, a Grande Muralha da China, pescadores portugueses, entre outras), 35 sons naturais (vento, pássaros, água, etc.) e saudações em 55 línguas, incluindo em língua portuguesa, feita em Portugal e no Brasil. Foram também incluídos excertos de música étnica, de obras de Beethoven e Mozart, e "Johnny B. Goode" de Chuck Berry. Atualmente, a Voyager 1 é o mais distante objeto feito pelo homem a partir da Terra, viajando fora do planeta e distanciando-se do Sol a uma velocidade relativamente mais rápida que qualquer outra sonda.
    
Saturno fotografado a 5,3 milhões de quilómetros de distância