O Curso de Geologia de 85/90 da Universidade de Coimbra escolheu o nome de Geopedrados quando participou na Queima das Fitas.
Ficou a designação, ficaram muitas pessoas com e sobre a capa intemporal deste nome, agora com oportunidade de partilhar as suas ideias, informações e materiais sobre Geologia, Paleontologia, Mineralogia, Vulcanologia/Sismologia, Ambiente, Energia, Biologia, Astronomia, Ensino, Fotografia, Humor, Música, Cultura, Coimbra e AAC, para fins de ensino e educação.
NOTA: a minha escola vai fazer a observação do Eclipse, na Escola Dr. Correia Mateus, entre as 00.00 e as 07.00 horas. A atividade, da Ciência Viva no Verão, é aberta ao público em geral, para maiores de 12 anos, estando a escola aberta e sendo realizada nos campos externos, junto à SMU (Sala Multi-Usos). Se estiver mau tempo veremos o eclipse por projeção, via Internet. Vamos ainda ver informação sobre mapas celestes, fotos do Eclipse Total do Sol e falar dos próximos eclipses. Os jovens com menos de 18 anos devem vir acompanhados por adultos seus familiares (ou, sendo alunos do agrupamento, com autorização do EE). Quem quiser pode trazer saco-cama, para dormir um bocado. Temos 3 telescópios à vossa espera - e no final haverá pequeno almoço partilhado.
É considerado por muitos críticos e fãs dos Pink Floyd como sendo a obra prima da banda, ultrapassando mesmo The Wall. O álbum foi um marco do rock progressivo com músicas que eram bem aceitas pelas rádios comerciais para execução, tais como "Money", "Time", e "Us and them". O álbum é uma ponte entre o blues rock clássico e a nova (na época) música eletrónica. No entanto são os tons mais suaves e as nuances líricas e musicais que fazem com que este álbum seja uma obra à parte.
Estima-se que 1 em cada 14 pessoas com menos de 50 anos, nos EUA tenha uma cópia deste álbum. O tema de Dark Side of the Moon terá sido em parte precipitado pela saída de Syd Barrett, um dos membros fundadores dos Pink Floyd.
O álbum contém alguns dos mais complicados usos dos instrumentos e
efeitos sonoros existentes à época, incluindo o som de alguém correndo à
volta de um microfone e a gravação de múltiplos relógios a tocar ao mesmo tempo. Uma versão quadrifónica, foi também editada com uma nova mistura. Durante as gravações os Pink Floyd desenvolveram novos efeitos tais como gravações em duas pistas das vozes e guitarras (permitindo a David Gilmour
harmonizar consigo próprio), vozes dobradas e efeitos inéditos para
aquela época, como ecos e separação dos sons entre os canais. Até hoje, Dark Side of the Moon é uma referência para os audiófilos que o usam para testar a fidelidade dos equipamentos de áudio.
Outra característica do álbum são os trechos de diálogos entre as
faixas. Os Pink Floyd entrevistaram várias pessoas, perguntando-lhes coisas
relacionadas com os temas centrais do álbum, como a violência e a
morte. O roadie "Roger The Hat" aparece em mais que uma ("giv'em a quick, short, sharp, shock…", "live for today, gone tomorrow, that's me…"). A frase no fim do álbum "there is no dark side of the moon really… matter of fact it is all dark" é do porteiro do estúdio de Abbey Road, o irlandês Jerry Driscoll. Paul McCartney foi também entrevistado mas as suas respostas foram consideradas demasiadamente cautelosas para serem incluídas
Dark Side of the Moon é o álbum que ficou por mais tempo na Billboard 200,
tendo permanecido 795 semanas consecutivas e mais de 1000 semanas no
total, pouco mais de 15 anos. O álbum chegou a nº 1 nos EUA, Bélgica e França, até em 2002,
30 anos após o seu lançamento, foram vendidas nos EUA mais de 400.000
cópias, fazendo do álbum o 200º mais vendido desse ano. Em 2003 mais de
800.000 cópias do híbrido SACD de Dark Side of the Moon foram vendidas apenas nos EUA. "Time", "Money", e "Us and them" foram bastante tocadas nas rádios (sendo o single "Money" um sucesso de vendas também).
Dark Side of the Moon foi editado em "Super Audio Compact Disc" (SACD), com uma mistura de som surround 5.1 DSD
a partir das fitas de estúdio de 16 faixas, por ocasião do 30º
aniversário do seu lançamento. Tornou-se algo surpreendente o facto de James Guthrie ter sido chamado para fazer a mistura do SACD em vez de Alan Parsons, engenheiro do LP original. Esta edição do 30º aniversário ganhou 4 prémios do "Surround Music Awards" de 2003.
The Dark Side of the Moon, o oitavo álbum de estúdio da banda britânica de rock progressivoPink Floyd, foi lançado a 1 de março de 1973.
O disco marcou uma nova fase no som da banda, com letras mais pessoais
e instrumentais menores, contendo alguns dos mais complicados usos
dos instrumentos e efeitos sonoros existentes na época, incluindo o
som de alguém correndo à volta de um microfone e a gravação de múltiplos relógios a tocar ao mesmo tempo.
Os temas explorados na obra são variados e pessoais, incluindo cobiça, doença mental e envelhecimento, inspirados principalmente pela saída de Syd Barrett,
membro que deixou o grupo em 1968 depois da sua saúde mental se ter
deteriorado. O conceito básico do disco foi desenvolvido quando a banda
estava em turnê e muito do novo material foi apresentado ao vivo muito
antes de ser gravado. A banda produziu o trabalho no Abbey Road Studios de Londres em diferentes secções em 1972 e 1973, ao lado do produtor Alan Parsons,
diretamente responsável pelo desenvolvimento dos elementos sonoros
mais exóticos presentes no disco, e a capa, que traz um prisma sendo
atingido por um feixe de luz e transformando-o num arco-íris,
foi desenvolvida para representar a iluminação de palco da banda, o
conteúdo íntimo das letras e para atender os pedidos da banda por um
trabalho "simples e marcante".
The Dark Side of the Moon foi um sucesso imediato, chegando ao topo da Billboard 200 nos Estados Unidos
e já fez mais de oitocentas e três aparições na parada desde então,
tendo vendido mais de quinze milhões de cópias e estando na lista dos
álbuns mais vendidos da história no país, também no Reino Unido e na França,
com um total de cinquenta milhões de cópias comercializadas
mundialmente até hoje. A obra também recebeu aprovação total dos fãs e
aclamação da crítica especializada, sendo considerado até hoje um dos
mais importantes álbuns de rock de todos os tempos.
É considerado por muitos críticos e fãs dos Pink Floyd como sendo a obra prima da banda, ultrapassando mesmo The Wall. O álbum foi um marco do rock progressivo com músicas que eram bem aceitas pelas rádios comerciais para execução, tais como "Money", "Time", e "Us and them". O álbum é uma ponte entre o blues rock clássico e a nova (na época) música eletrónica. No entanto são os tons mais suaves e as nuances líricas e musicais que fazem com que este álbum seja uma obra à parte.
Estima-se que 1 em cada 14 pessoas com menos de 50 anos, nos EUA tenha uma cópia deste álbum. O tema de Dark Side of the Moon terá sido em parte precipitado pela saída de Syd Barrett, um dos membros fundadores dos Pink Floyd.
O álbum contém alguns dos mais complicados usos dos instrumentos e
efeitos sonoros existentes à época, incluindo o som de alguém correndo à
volta de um microfone e a gravação de múltiplos relógios a tocar ao mesmo tempo. Uma versão quadrifónica, foi também editada com uma nova mistura. Durante as gravações os Pink Floyd desenvolveram novos efeitos tais como gravações em duas pistas das vozes e guitarras (permitindo a David Gilmour
harmonizar consigo próprio), vozes dobradas e efeitos inéditos para
aquela época, como ecos e separação dos sons entre os canais. Até hoje, Dark Side of the Moon é uma referência para os audiófilos que o usam para testar a fidelidade dos equipamentos de áudio.
Outra característica do álbum são os trechos de diálogos entre as
faixas. Os Pink Floyd entrevistaram várias pessoas, perguntando-lhes coisas
relacionadas com os temas centrais do álbum, como a violência e a
morte. O roadie "Roger The Hat" aparece em mais que uma ("giv'em a quick, short, sharp, shock…", "live for today, gone tomorrow, that's me…"). A frase no fim do álbum "there is no dark side of the moon really… matter of fact it is all dark" é do porteiro do estúdio de Abbey Road, o irlandês Jerry Driscoll. Paul McCartney foi também entrevistado mas as suas respostas foram consideradas demasiadamente cautelosas para serem incluídas
Dark Side of the Moon é o álbum que ficou por mais tempo na Billboard 200,
tendo permanecido 795 semanas consecutivas e mais de 1000 semanas no
total, pouco mais de 15 anos. O álbum chegou a nº 1 nos EUA, Bélgica e França, até em 2002,
30 anos após o seu lançamento, foram vendidas nos EUA mais de 400.000
cópias, fazendo do álbum o 200º mais vendido desse ano. Em 2003 mais de
800.000 cópias do híbrido SACD de Dark Side of the Moon foram vendidas apenas nos EUA. "Time", "Money", e "Us and them" foram bastante tocadas nas rádios (sendo o single "Money" um sucesso de vendas também).
Dark Side of the Moon foi editado em "Super Audio Compact Disc" (SACD), com uma mistura de som surround 5.1 DSD
a partir das fitas de estúdio de 16 faixas, por ocasião do 30º
aniversário do seu lançamento. Tornou-se algo surpreendente o facto de James Guthrie ter sido chamado para fazer a mistura do SACD em vez de Alan Parsons, engenheiro do LP original. Esta edição do 30º aniversário ganhou 4 prémios do "Surround Music Awards" de 2003.
ADENDA:
o álbum foi lançado a 1 de março de 1973 no Reino Unido - e a 24 de
março, do mesmo ano, no resto do mundo... Como o Reino Unido já não é o centro do mundo, é esta última data que aqui
recordamos.
The Dark Side of the Moon foi o oitavo álbum de estúdio da banda britânica de rock progressivoPink Floyd, lançado a 1 de março de 1973.
O disco marca uma nova fase no som da banda, com letras mais pessoais
e instrumentais menores, contendo alguns dos mais complicados usos
dos instrumentos e efeitos sonoros existentes na época, incluindo o
som de alguém correndo à volta de um microfone e a gravação de múltiplos relógios a tocar ao mesmo tempo.
Os temas explorados na obra são variados e pessoais, incluindo cobiça, doença mental e envelhecimento, inspirados principalmente pela saída de Syd Barrett,
membro que deixou o grupo em 1968 depois da sua saúde mental se ter
deteriorado. O conceito básico do disco foi desenvolvido quando a banda
estava em turnê e muito do novo material foi apresentado ao vivo muito
antes de ser gravado. A banda produziu o trabalho no Abbey Road Studios de Londres em diferentes secções em 1972 e 1973, ao lado do produtor Alan Parsons,
diretamente responsável pelo desenvolvimento dos elementos sonoros
mais exóticos presentes no disco, e a capa, que traz um prisma sendo
atingido por um feixe de luz e transformando-o num arco-íris,
foi desenvolvida para representar a iluminação de palco da banda, o
conteúdo íntimo das letras e para atender os pedidos da banda por um
trabalho "simples e marcante".
The Dark Side of the Moon foi um sucesso imediato, chegando ao topo da Billboard 200 nos Estados Unidos
e já fez mais de oitocentas e três aparições na parada desde então,
tendo vendido mais de quinze milhões de cópias e estando na lista dos
álbuns mais vendidos da história no país, também no Reino Unido e na França,
com um total de cinquenta milhões de cópias comercializadas
mundialmente até hoje. A obra também recebeu aprovação total dos fãs e
aclamação da crítica especializada, sendo considerado até hoje um dos
mais importantes álbuns de rock de todos os tempos.
É considerado por muitos críticos e fãs dos Pink Floyd como sendo a obra prima da banda, ultrapassando mesmo The Wall. O álbum foi um marco do rock progressivo com músicas que eram bem aceitas pelas rádios comerciais para execução, tais como "Money", "Time", e "Us and them". O álbum é uma ponte entre o blues rock clássico e a nova (na época) música eletrónica. No entanto são os tons mais suaves e as nuances líricas e musicais que fazem com que este álbum seja uma obra à parte.
Estima-se que 1 em cada 14 pessoas com menos de 50 anos, nos EUA tenha uma cópia deste álbum. O tema de Dark Side of the Moon terá sido em parte precipitado pela saída de Syd Barrett, um dos membros fundadores dos Pink Floyd.
O álbum contém alguns dos mais complicados usos dos instrumentos e
efeitos sonoros existentes à época, incluindo o som de alguém correndo à
volta de um microfone e a gravação de múltiplos relógios a tocar ao mesmo tempo. Uma versão quadrifónica, foi também editada com uma nova mistura. Durante as gravações os Pink Floyd desenvolveram novos efeitos tais como gravações em duas pistas das vozes e guitarras (permitindo a David Gilmour
harmonizar consigo próprio), vozes dobradas e efeitos inéditos para
aquela época, como ecos e separação dos sons entre os canais. Até hoje, Dark Side of the Moon é uma referência para os audiófilos que o usam para testar a fidelidade dos equipamentos de áudio.
Outra característica do álbum são os trechos de diálogos entre as
faixas. Os Pink Floyd entrevistaram várias pessoas, perguntando-lhes coisas
relacionadas com os temas centrais do álbum, como a violência e a
morte. O roadie "Roger The Hat" aparece em mais que uma ("giv'em a quick, short, sharp, shock…", "live for today, gone tomorrow, that's me…"). A frase no fim do álbum "there is no dark side of the moon really… matter of fact it is all dark" é do porteiro do estúdio de Abbey Road, o irlandês Jerry Driscoll. Paul McCartney foi também entrevistado mas as suas respostas foram consideradas demasiadamente cautelosas para serem incluídas
Dark Side of the Moon é o álbum que ficou por mais tempo na Billboard 200,
tendo permanecido 795 semanas consecutivas e mais de 1000 semanas no
total, pouco mais de 15 anos. O álbum chegou a nº 1 nos EUA, Bélgica e França, até em 2002,
30 anos após o seu lançamento, foram vendidas nos EUA mais de 400.000
cópias, fazendo do álbum o 200º mais vendido desse ano. Em 2003 mais de
800.000 cópias do híbrido SACD de Dark Side of the Moon foram vendidas apenas nos EUA. "Time", "Money", e "Us and them" foram bastante tocadas nas rádios (sendo o single "Money" um sucesso de vendas também).
Dark Side of the Moon foi editado em "Super Audio Compact Disc" (SACD), com uma mistura de som surround 5.1 DSD
a partir das fitas de estúdio de 16 faixas, por ocasião do 30º
aniversário do seu lançamento. Tornou-se algo surpreendente o facto de James Guthrie ter sido chamado para fazer a mistura do SACD em vez de Alan Parsons, engenheiro do LP original. Esta edição do 30º aniversário ganhou 4 prémios do "Surround Music Awards" de 2003.
ADENDA:
o álbum foi lançado a 1 de março de 1973 no Reino Unido - e a 24 de
março, do mesmo ano, no resto do mundo... Como UK não é o centro do mundo, é esta última data que aqui
recordamos.
The Dark Side of the Moon foi o oitavo álbum de estúdio da banda britânica de rock progressivoPink Floyd, lançado a 1 de março de 1973.
O disco marca uma nova fase no som da banda, com letras mais pessoais
e instrumentais menores, contendo alguns dos mais complicados usos
dos instrumentos e efeitos sonoros existentes na época, incluindo o
som de alguém correndo à volta de um microfone e a gravação de múltiplos relógios a tocar ao mesmo tempo.
Os temas explorados na obra são variados e pessoais, incluindo cobiça, doença mental e envelhecimento, inspirados principalmente pela saída de Syd Barrett,
membro que deixou o grupo em 1968 depois da sua saúde mental se ter
deteriorado. O conceito básico do disco foi desenvolvido quando a banda
estava em turnê e muito do novo material foi apresentado ao vivo muito
antes de ser gravado. A banda produziu o trabalho no Abbey Road Studios de Londres em diferentes secções em 1972 e 1973 ao lado do produtor Alan Parsons,
diretamente responsável pelo desenvolvimento dos elementos sonoros
mais exóticos presentes no disco, e a capa, que traz um prisma sendo
atingido por um feixe de luz e transformando-o num arco-íris,
foi desenvolvida para representar a iluminação de palco da banda, o
conteúdo íntimo das letras e para atender os pedidos da banda por um
trabalho "simples e marcante".
The Dark Side of the Moon foi um sucesso imediato, chegando ao topo da Billboard 200 nos Estados Unidos
e já fez mais de oitocentas e três aparições na parada desde então,
tendo vendido mais de quinze milhões de cópias e estando na lista dos
álbuns mais vendidos da história no país, também no Reino Unido e na França,
com um total de cinquenta milhões de cópias comercializadas
mundialmente até hoje. A obra também recebeu aprovação total dos fãs e
aclamação da crítica especializada, sendo considerado até hoje um dos
mais importantes álbuns de rock de todos os tempos.
É considerado por muitos críticos e fãs dos Pink Floyd como sendo a obra prima da banda, ultrapassando mesmo The Wall. O álbum foi um marco do rock progressivo com músicas que eram bem aceitas pelas rádios comerciais para execução, tais como "Money", "Time", e "Us and them". O álbum é uma ponte entre o blues rock clássico e a nova (na época) música eletrónica. No entanto são os tons mais suaves e as nuances líricas e musicais que fazem com que este álbum seja uma obra à parte.
Estima-se que 1 em cada 14 pessoas com menos de 50 anos, nos EUA tenha uma cópia deste álbum. O tema de Dark Side of the Moon terá sido em parte precipitado pela saída de Syd Barrett, um dos membros fundadores dos Pink Floyd.
O álbum contém alguns dos mais complicados usos dos instrumentos e
efeitos sonoros existentes à época, incluindo o som de alguém correndo à
volta de um microfone e a gravação de múltiplos relógios a tocar ao mesmo tempo. Uma versão quadrifónica, foi também editada com uma nova mistura. Durante as gravações os Pink Floyd desenvolveram novos efeitos tais como gravações em duas pistas das vozes e guitarras (permitindo a David Gilmour
harmonizar consigo próprio), vozes dobradas e efeitos inéditos para
aquela época, como ecos e separação dos sons entre os canais. Até hoje, Dark Side of the Moon é uma referência para os audiófilos que o usam para testar a fidelidade dos equipamentos de áudio.
Outra característica do álbum são os trechos de diálogos entre as
faixas. Os Pink Floyd entrevistaram várias pessoas, perguntando-lhes coisas
relacionadas com os temas centrais do álbum, como a violência e a
morte. O roadie "Roger The Hat" aparece em mais que uma ("giv'em a quick, short, sharp, shock…", "live for today, gone tomorrow, that's me…"). A frase no fim do álbum "there is no dark side of the moon really… matter of fact it is all dark" é do porteiro do estúdio de Abbey Road, o irlandês Jerry Driscoll. Paul McCartney foi também entrevistado mas as suas respostas foram consideradas demasiadamente cautelosas para serem incluídas
Dark Side of the Moon é o álbum que ficou por mais tempo na Billboard 200,
tendo permanecido 795 semanas consecutivas e mais de 1000 semanas no
total, pouco mais de 15 anos. O álbum chegou a nº 1 nos EUA, Bélgica e França, até em 2002,
30 anos após o seu lançamento, foram vendidas nos EUA mais de 400.000
cópias, fazendo do álbum o 200º mais vendido desse ano. Em 2003 mais de
800.000 cópias do híbrido SACD de Dark Side of the Moon foram vendidas apenas nos EUA. "Time", "Money", e "Us and them" foram bastante tocadas nas rádios (sendo o single "Money" um sucesso de vendas também).
Dark Side of the Moon foi editado em "Super Audio Compact Disc" (SACD), com uma mistura de som surround 5.1 DSD
a partir das fitas de estúdio de 16 faixas, por ocasião do 30º
aniversário do seu lançamento. Tornou-se algo surpreendente o facto de James Guthrie ter sido chamado para fazer a mistura do SACD em vez de Alan Parsons, engenheiro do LP original. Esta edição do 30º aniversário ganhou 4 prémios do "Surround Music Awards" de 2003.
ADENDA: o álbum foi lançado a 1 de março de 1973 no Reino Unido e a 24 de março, do mesmo ano, no resto do mundo... É esta última data que aqui recordamos.
The Dark Side of the Moon foi o oitavo álbum de estúdio da banda britânica de rock progressivoPink Floyd, lançado a 1 de março de 1973.
O disco marca uma nova fase no som da banda, com letras mais pessoais
e instrumentais menores, contendo alguns dos mais complicados usos
dos instrumentos e efeitos sonoros existentes na época, incluindo o
som de alguém correndo à volta de um microfone e a gravação de múltiplos relógios a tocar ao mesmo tempo.
Os temas explorados na obra são variados e pessoais, incluindo cobiça, doença mental e envelhecimento, inspirados principalmente pela saída de Syd Barrett,
membro que deixou o grupo em 1968 depois da sua saúde mental se ter
deteriorado. O conceito básico do disco foi desenvolvido quando a banda
estava em turnê e muito do novo material foi apresentado ao vivo muito
antes de ser gravado. A banda produziu o trabalho no Abbey Road Studios de Londres em diferentes secções em 1972 e 1973 ao lado do produtor Alan Parsons,
diretamente responsável pelo desenvolvimento dos elementos sonoros
mais exóticos presentes no disco, e a capa, que traz um prisma sendo
atingido por um feixe de luz e transformando-o num arco-íris,
foi desenvolvida para representar a iluminação de palco da banda, o
conteúdo íntimo das letras e para atender os pedidos da banda por um
trabalho "simples e marcante".
The Dark Side of the Moon foi um sucesso imediato, chegando ao topo da Billboard 200 nos Estados Unidos
e já fez mais de oitocentas e três aparições na parada desde então,
tendo vendido mais de quinze milhões de cópias e estando na lista dos
álbuns mais vendidos da história no país, também no Reino Unido e na França,
com um total de cinquenta milhões de cópias comercializadas
mundialmente até hoje. A obra também recebeu aprovação total dos fãs e
aclamação da crítica especializada, sendo considerado até hoje um dos
mais importantes álbuns de rock de todos os tempos.
The Dark Side of the Moon foi o oitavo álbum de estúdio da banda britânica de rock progressivoPink Floyd, lançado em 1 de março de 1973.
O disco marcava uma nova fase no som da banda, com letras mais pessoais e
instrumentais menores, contendo alguns dos mais complicados usos dos
instrumentos e efeitos sonoros existentes na época, incluindo o som de
alguém correndo à volta de um microfone e a gravação de múltiplos relógios a tocar ao mesmo tempo.
Os temas explorados na obra são variados e pessoais, incluindo cobiça, doença mental e envelhecimento, inspirados principalmente na saída de Syd Barrett,
membro que deixou o grupo em 1968 depois da sua saúde mental se ter
deteriorado. O conceito básico do disco foi desenvolvido quando a banda
estava em turnê e muito do novo material foi apresentado ao vivo, muito
antes de ser gravado. A banda produziu o trabalho no Abbey Road Studios de Londres em diferentes sessões em 1972 e 1973 ao lado do produtor Alan Parsons,
diretamente responsável pelo desenvolvimento dos elementos sonoros
mais exóticos presentes no disco, e a capa, que traz um prisma sendo
atingido por um feixe de luz e transformando-o num arco-íris, foi desenvolvida para simbolizar a complexidade que o som da banda escondia por trás da sua aparência simples.
The Dark Side of the Moon foi um sucesso imediato, chegando ao topo da Billboard 200 nos Estados Unidos
e já fez mais de novecentas aparições na parada desde então, tendo
vendido mais de quinze milhões de cópias e estando na lista dos álbuns
mais vendidos da história no país, também no Reino Unido e na França,
com um total de cinquenta milhões de cópias comercializadas
mundialmente até hoje. A obra também recebeu aprovação total dos fãs e
aclamação da crítica especializada, sendo considerado até hoje um dos
mais importantes álbuns de rock de todos os tempos.
The Dark Side of the Moon foi o oitavo álbum de estúdio da banda britânica de rock progressivoPink Floyd, lançado a 24 de março de 1973.
O disco marca uma nova fase no som da banda, com letras mais pessoais
e instrumentais menores, contendo alguns dos mais complicados usos
dos instrumentos e efeitos sonoros existentes na época, incluindo o
som de alguém correndo à volta de um microfone e a gravação de múltiplos relógios a tocar ao mesmo tempo.
Os temas explorados na obra são variados e pessoais, incluindo cobiça, doença mental e envelhecimento, inspirados principalmente pela saída de Syd Barrett,
membro que deixou o grupo em 1968 depois da sua saúde mental se ter
deteriorado. O conceito básico do disco foi desenvolvido quando a banda
estava em turnê e muito do novo material foi apresentado ao vivo muito
antes de ser gravado. A banda produziu o trabalho no Abbey Road Studios de Londres em diferentes seções em 1972 e 1973 ao lado do produtor Alan Parsons,
diretamente responsável pelo desenvolvimento dos elementos sonoros
mais exóticos presentes no disco, e a capa, que traz um prisma sendo
atingido por um feixe de luz e transformando-o num arco-íris,
foi desenvolvida para representar a iluminação de palco da banda, o
conteúdo íntimo das letras e para atender os pedidos da banda por um
trabalho "simples e marcante".
The Dark Side of the Moon foi um sucesso imediato, chegando ao topo da Billboard 200 nos Estados Unidos
e já fez mais de oitocentas e três aparições na parada desde então,
tendo vendido mais de quinze milhões de cópias e estando na lista dos
álbuns mais vendidos da história no país, também no Reino Unido e na França,
com um total de cinquenta milhões de cópias comercializadas
mundialmente até hoje. A obra também recebeu aprovação total dos fãs e
aclamação da crítica especializada, sendo considerado até hoje um dos
mais importantes álbuns de rock de todos os tempos.
The Dark Side of the Moon foi o oitavo álbum de estúdio da banda britânica de rock progressivoPink Floyd, lançado em 1 de março de 1973.
O disco marcava uma nova fase no som da banda, com letras mais pessoais e
instrumentais menores, contendo alguns dos mais complicados usos dos
instrumentos e efeitos sonoros existentes na época, incluindo o som de
alguém correndo à volta de um microfone e a gravação de múltiplos relógios a tocar ao mesmo tempo.
Os temas explorados na obra são variados e pessoais, incluindo cobiça, doença mental e envelhecimento, inspirados principalmente na saída de Syd Barrett,
membro que deixou o grupo em 1968 depois da sua saúde mental se ter
deteriorado. O conceito básico do disco foi desenvolvido quando a banda
estava em turnê e muito do novo material foi apresentado ao vivo, muito
antes de ser gravado. A banda produziu o trabalho no Abbey Road Studios de Londres em diferentes sessões em 1972 e 1973 ao lado do produtor Alan Parsons,
diretamente responsável pelo desenvolvimento dos elementos sonoros
mais exóticos presentes no disco, e a capa, que traz um prisma sendo
atingido por um feixe de luz e transformando-o num arco-íris, foi desenvolvida para simbolizar a complexidade que o som da banda escondia por trás da sua aparência simples.
The Dark Side of the Moon foi um sucesso imediato, chegando ao topo da Billboard 200 nos Estados Unidos
e já fez mais de novecentas aparições na parada desde então, tendo
vendido mais de quinze milhões de cópias e estando na lista dos álbuns
mais vendidos da história no país, também no Reino Unido e na França,
com um total de cinquenta milhões de cópias comercializadas
mundialmente até hoje. A obra também recebeu aprovação total dos fãs e
aclamação da crítica especializada, sendo considerado até hoje um dos
mais importantes álbuns de rock de todos os tempos.
The Dark Side of the Moon foi o oitavo álbum de estúdio da banda britânica de rock progressivoPink Floyd, lançado a 24 de março de 1973. O disco marca uma nova fase no som da banda, com letras mais pessoais e instrumentais menores, contendo alguns dos mais complicados usos dos instrumentos e efeitos sonoros existentes na época, incluindo o som de alguém correndo à volta de um microfone e a gravação de múltiplos relógios a tocar ao mesmo tempo.
Os temas explorados na obra são variados e pessoais, incluindo cobiça, doença mental e envelhecimento, inspirados principalmente pela saída de Syd Barrett, membro que deixou o grupo em 1968 depois da sua saúde mental se ter deteriorado. O conceito básico do disco foi desenvolvido quando a banda estava em turnê e muito do novo material foi apresentado ao vivo muito antes de ser gravado. A banda produziu o trabalho no Abbey Road Studios de Londres em diferentes seções em 1972 e 1973 ao lado do produtor Alan Parsons, diretamente responsável pelo desenvolvimento dos elementos sonoros mais exóticos presentes no disco, e a capa, que traz um prisma sendo atingido por um feixe de luz e transformando-o num arco-íris, foi desenvolvida para representar a iluminação de palco da banda, o conteúdo íntimo das letras e para atender os pedidos da banda por um trabalho "simples e marcante".
The Dark Side of the Moon foi um sucesso imediato, chegando ao topo da Billboard 200 nos Estados Unidos e já fez mais de oitocentas e três aparições na parada desde então, tendo vendido mais de quinze milhões de cópias e estando na lista dos álbuns mais vendidos da história no país, também no Reino Unido e na França, com um total de cinquenta milhões de cópias comercializadas mundialmente até hoje. A obra também recebeu aprovação total dos fãs e aclamação da crítica especializada, sendo considerado até hoje um dos mais importantes álbuns de rock de todos os tempos.
The Dark Side of the Moon é o oitavo álbum de estúdio da banda britânica de rock progressivoPink Floyd, lançado em 1 de março de 1973. O disco marca uma nova fase no som da banda, com letras mais pessoais e instrumentais menores, contendo alguns dos mais complicados usos dos instrumentos e efeitos sonoros existentes na época, incluindo o som de alguém correndo à volta de um microfone e a gravação de múltiplos relógios a tocar ao mesmo tempo.
Os temas explorados na obra são variados e pessoais, incluindo cobiça, doença mental e envelhecimento, inspirados principalmente na saída de Syd Barrett, membro que deixou o grupo em 1968 depois da sua saúde mental se ter deteriorado. O conceito básico do disco foi desenvolvido quando a banda estava em turnê e muito do novo material foi apresentado ao vivo, muito antes de ser gravado. A banda produziu o trabalho no Abbey Road Studios de Londres em diferentes sessões em 1972 e 1973 ao lado do produtor Alan Parsons, diretamente responsável pelo desenvolvimento dos elementos sonoros mais exóticos presentes no disco, e a capa, que traz um prisma sendo atingido por um feixe de luz e transformando-o num arco-íris, foi desenvolvida para simbolizar a complexidade que o som da banda escondia por trás da sua aparência simples.
The Dark Side of the Moon foi um sucesso imediato, chegando ao topo da Billboard 200 nos Estados Unidos e já fez mais de novecentas aparições na parada desde então, tendo vendido mais de quinze milhões de cópias e estando na lista dos álbuns mais vendidos da história no país, também no Reino Unido e na França, com um total de cinquenta milhões de cópias comercializadas mundialmente até hoje. A obra também recebeu aprovação total dos fãs e aclamação da crítica especializada, sendo considerado até hoje um dos mais importantes álbuns de rock de todos os tempos.
Em 2003, a revista especializada em música Rolling Stone colocou o álbum no segundo lugar de uma lista dos 200 álbuns definitivos no Rock and Roll Hall of Fame. Em 2010, foram lançadas duas edições, a chamada Immersion e a chamada Experience. A edição Experience possui um disco extra com o álbum tocado na integra no Wembley Empire Pool, em Londres, em 1974, veiculado pela Radio BBC. O concerto da BBC só não foi lançado na integra por ausência do lançamento oficial da musica Echoes, que existe no formato bootleg. A edição Immersion contem DVDs e CDs, além de outros itens.
Textos, músicas, fotos e outros materiais aqui publicados, parte sem prévia autorização, são propriedade de seus autores, que são, sempre que possível, identificados e creditados. O seu uso deve-se a razões culturais, científicas e didáticas, sem objetivo comercial ou usurpação de autoria. Pretendemos apenas expressar admiração pelos autores, contribuindo para a sua divulgação, respeitando inteiramente pedidos de retirar os seus materiais.