quinta-feira, outubro 22, 2026
Yitzhak Shamir nasceu há 111 anos...
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sexta-feira, outubro 16, 2026
Moshe Dayan morreu há 45 anos...
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David Ben-Gurion nasceu há cento e quarenta anos
Nascido em Płońsk, então parte da Polónia do Congresso, de pais judeus polacos, emigrou para a região da Palestina do Império Otomano em 1906. Adotando o nome Ben-Gurion em 1909, ele ascendeu para se tornar o líder proeminente da comunidade judaica na Palestina Mandatária governada pelos britânicos de 1935 até ao estabelecimento do Estado de Israel, em 1948, que ele liderou até 1963, com uma breve pausa em 1954–55. O interesse de Ben-Gurion pelo Sionismo desenvolveu-se cedo em sua vida, levando-o a se tornar um importante líder sionista, e chefe executivo da Organização Sionista Mundial em 1946.
Em 14 de maio de 1948, ele proclamou formalmente o estabelecimento de Israel, e foi o primeiro a assinar a Declaração de Independência de Israel, que ele havia ajudado a escrever. Sob a liderança de Ben-Gurion, a Guerra árabe-israelita de 1948 viu a união das várias milícias judaicas nas Forças de Defesa de Israel (FDI), a vitória de Israel sobre a Liga Árabe, e a expulsão e fuga da maioria da população árabe palestina. Subsequentemente, ele ficou conhecido como o "pai fundador de Israel". Após a guerra, Ben-Gurion serviu como o primeiro primeiro-ministro de Israel e ministro da Defesa. Como primeiro-ministro, ele ajudou a construir instituições estatais, presidindo projetos nacionais destinados ao desenvolvimento do país. Ele também supervisionou a absorção de imigrantes judeus. Uma parte importante de sua política externa foi melhorar as relações com a Alemanha Ocidental por meio de um acordo de reparações como compensação pela confiscação nazi de propriedade judaica durante o Holocausto.
Em 1954, ele renunciou como primeiro-ministro e ministro da Defesa, mas permaneceu membro do Knesset. Ele retornou como ministro da Defesa em 1955 após o Caso Lavon e a renúncia de Pinhas Lavon. Mais tarde naquele ano, ele se tornou primeiro-ministro novamente, após as eleições de 1955. Ele apoiou as operações de retaliação de Israel a ataques de guerrilheiros árabes e sua invasão do Egito, junto com a Grã-Bretanha e a França, durante a Crise de Suez em 1956. Ele deixou o cargo em 1963, e se aposentou da vida política em 1970. Ele então se mudou para sua modesta "cabana" em Sde Boker, um kibutz no deserto do Neguev, onde viveu até à sua morte. Postumamente, Ben-Gurion foi nomeado uma das 100 pessoas mais importantes do século XX da revista Time.
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terça-feira, outubro 06, 2026
A Guerra do Yom Kippur começou há 53 anos
A Guerra do Yom Kippur, também conhecida como Guerra Árabe-Israelita de 1973, Guerra de Outubro, Guerra do Ramadão ou ainda Quarta Guerra Árabe-Israelita, foi um conflito militar ocorrido entre 6 e 26 de outubro de 1973, entre uma coligação de estados árabes, liderados por Egipto e Síria, contra Israel. O episódio começou com um contra-ataque inesperado do Egipto e Síria. Coincidindo com o dia do feriado judaico do Yom Kippur, Egipto e Síria cruzaram as linhas de cessar-fogo no Sinai e nos Montes Golã, respetivamente, que tinham sido ocupadas, por Israel, já em 1967, durante a Guerra dos Seis Dias.
Uma das consequências desta guerra foi a crise do petróleo, já que os estados árabes, membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) boicotaram os Estados Unidos e os países europeus que apoiavam a sobrevivência de Israel. Se a curto prazo a medida agravou a crise económica mundial, a longo prazo a comunidade internacional aprendeu a usar fontes alternativas de energia, e inclusive algumas áreas do planeta começaram a descobrir que também possuíam petróleo, como foi o caso da região do Mar do Norte, na Europa, do Alasca, nos Estados Unidos, da Venezuela, do México, da África do Sul, da União Soviética e, também, no Brasil.
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O ataque terrorista do Hamas a Israel foi há três anos...
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Imagem de satélite de incêndios generalizados em Israel, ao redor da Faixa de Gaza, em 7 de outubro de 2023
Os ataques de 7 de outubro de 2023 a Israel, ou simplesmente ataques de 7 de outubro, foram uma série de atentados coordenados e conduzidos pelo grupo militante islâmico palestino Hamas, da Faixa de Gaza, às áreas fronteiriças do sul de Israel, na manhã de sabá, data de vários feriados judaicos. Os ataques marcaram o início da guerra Israel-Hamas de 2023, quase exatamente cinquenta anos após o início da Guerra do Yom Kippur, em 6 de outubro de 1973. O Hamas e outros grupos armados palestinos nomearam os ataques como Operação Dilúvio de Al-aqsa (em árabe: عملية طوفان الأقصى, translit. ʿamaliyyat ṭūfān al-ʾAqṣā). Em Israel são chamados de Sábado Negro (em hebraico: השבת השחורה) ou Massacre de Simchat Torá (em hebraico: הטבח בשמחת תורה).
Os ataques começaram no início da manhã com o lançamento de cerca de 3 mil foguetes contra Israel e incursões de militantes em parapentes e transportados por veículos motorizados em território israelita. Militantes palestinos romperam a barreira Gaza-Israel, visando matar civis nas comunidades israelitas vizinhas e atacando bases militares. Num único dia, mais de 1 mil civis israelitas e mais de 350 soldados e polícias israelitas foram mortos em cidades próximas, kibutzim, bases militares e num festival de música perto de Re'im. Cerca de 200 civis e soldados israelitas foram levados como reféns para a Faixa de Gaza, dos quais cerca de 30 são crianças sequestradas.
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Em vermelho, regiões de Israel onde ocorreram ataques do Hamas, ainda em 7 de outubro de 2023
in Wikipédia
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quinta-feira, setembro 17, 2026
O conde Folke Bernadotte foi assassinado por terroristas sionistas há 78 anos...
O conde era membro da Casa de Bernadotte, a família real sueca. Era filho do príncipe Óscar Bernadotte, duque de Götland e conde de Wisborg (que depois perderia o título de duque de Götland, por não ter se casado com alguém pertencente à realeza ou alta nobreza - como dita a tradição nobiliárquica sueca -, mas permaneceria com o título nobiliárquico de conde de Wisborg, por este título ser do Luxemburgo) e da princesa Ebba (nascida Ebba Henrietta Munck af Fulkila, sendo filha do nobre e militar, coronel Carl Jacob Munck af Fulkila, e da baronesa Henrica Cederström). Era neto da rainha Sofia (nascida princesa de Nassau) e do rei Óscar II da Suécia e Noruega, rei dos dois países até 7 de junho de 1905; e depois somente Rei da Suécia até à data da sua morte, em decorrência da separação dos dois países na data supracitada.
O conde casou com a americana Estelle Manville, então titulada Estelle Bernadotte, condessa de Wisborg, tendo sido o primeiro membro da realeza europeia a casar-se em território americano.
Após a aprovação do Plano de Partição da Palestina, em 29 de novembro de 1947, agravaram-se os confrontos entre judeus e árabes na Palestina, então sob mandato britânico.
Em 20 de junho de 1948, o conde foi escolhido pelo Conselho de Segurança da ONU para ser o mediador entre as partes em conflito, fazer cessar as hostilidades e supervisionar a aplicação da partição territorial da Palestina Mandatária. Foi o primeiro mediador oficial da história da organização. Todavia, pouco depois do início da missão, em setembro do mesmo ano, Bernadotte foi assassinado em Jerusalém, pelo grupo sionista Lehi. A decisão de matá-lo foi tomada por Natan Yellin-Mor, Yisrael Eldad e Yitzhak Shamir, que mais tarde se tornaria o primeiro-ministro de Israel.
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Os Acordos de Paz de Camp David foram assinados há 48 anos...
Os dois Acordos de Paz de Camp David, foram dois acordos políticos, assinados pelo presidente egípcio Anwar Sadat e pelo primeiro-ministro israelita Menachem Begin, em 17 de setembro de 1978, após doze dias de negociações secretas, em Camp David, o retiro do Presidente dos Estados Unidos em Maryland. Os dois acordos-quadro foram assinados na Casa Branca e testemunhados pelo presidente Jimmy Carter. O segundo dessas acordos (Uma Estrutura para a Conclusão de um Tratado de Paz entre o Egito e Israel) levou diretamente ao tratado de paz Egito-Israel de 1979. Devido ao acordo, Sadat e Begin receberam o Prémio Nobel da Paz de 1978, compartilhado. O primeiro acordo (Um Marco para a Paz no Oriente Médio), que tratava dos territórios palestinianos, foi escrito sem a participação dos palestinianos e foi condenado pelas Nações Unidas.
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domingo, setembro 13, 2026
Os acordos de Oslo foram assinados há trinta e três anos...
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sábado, setembro 05, 2026
O Massacre de Munique foi há 54 anos...
Operação policial
Mohammed Oudeh, o terceiro terrorista e líder do sequestro, conseguiu sobreviver a um atentado contra sua vida em 1981, na cidade de Varsóvia, mas faleceu dia 3 de julho de 2010, em Damasco, capital da Síria, de falência renal.
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sábado, agosto 01, 2026
Shimon Peres nasceu há cento e três anos...
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quinta-feira, julho 30, 2026
Israel declarou Jerusalém, unilateralmente, a sua capital há 46 anos...
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sábado, julho 25, 2026
O tratado de paz Israel-Jordânia foi assinado há trinta e dois anos...
Em 1987, o ministro israelita das Relações Exteriores, Shimon Peres, e o rei Hussein tentaram secretamente arranjar um acordo de paz no qual Israel concederia a Cisjordânia à Jordânia. Os dois assinaram um acordo que define uma estrutura para uma conferência de paz no Oriente Médio. A proposta não foi consumada devido à objeção do primeiro-ministro israelita Yitzhak Shamir. No ano seguinte, a Jordânia abandonou a sua reivindicação à Cisjordânia em favor de uma resolução pacífica entre Israel e a OLP.
As discussões começaram em 1994. O primeiro-ministro israelita Yitzhak Rabin e o ministro das Relações Exteriores Shimon Peres informaram ao rei Hussein que, após os acordos de Oslo com a OLP, a Jordânia poderia ser "deixada de fora do grande jogo". Hussein consultou o presidente egípcio Hosni Mubarak e o presidente sírio Hafez al-Assad. Mubarak encorajou-o, mas Assad disse-lhe apenas para "falar" e não assinar nenhum acordo. O presidente dos EUA Bill Clinton pressionou Hussein para iniciar negociações de paz e assinar um tratado de paz com Israel e prometeu-lhe que as dívidas da Jordânia seriam perdoadas. Os esforços tiveram sucesso e a Jordânia assinou um acordo de não beligerância com Israel. Rabin, Hussein e Clinton assinaram a Declaração de Washington em Washington, D.C., em 25 de julho de 1994. A Declaração diz que Israel e Jordânia acabaram com o estado oficial de inimizade e iniciariam negociações para alcançar o "fim do derramamento de sangue e tristeza "e uma paz justa e duradoura.Postado por Fernando Martins às 00:32 0 comentários
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sábado, julho 04, 2026
A Operação Entebbe foi há cinquenta anos...
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Comandos israelitas do Sayeret Matkal após a operação
A Operação Entebbe foi uma missão de resgate contraterrorista levada a cabo pelas Forças de Defesa de Israel no Aeroporto Internacional de Entebbe em Uganda no dia 4 de julho de 1976. Uma semana antes, em 27 de junho, um avião da companhia aérea Air France com 248 passageiros havia sido sequestrada por membros da Frente Popular para a Libertação da Palestina e das Células Revolucionárias da Alemanha e desviada para Entebbe, o principal aeroporto de Uganda. O governo local apoiou os sequestradores, que receberam as boas-vindas do ditador Idi Amin. Os sequestradores separaram os israelitas e judeus dos outros passageiros e tripulação, forçando-os a entrar noutra sala Naquela tarde, 47 reféns não-israelitas foram libertados. No dia seguinte, 101 reféns não-israelitas foram libertados e partiram a bordo da aeronave da Air France. Mais de cem passageiros israelitas e judeus, juntamente com o piloto Michel Bacos (não-judeu), permaneceram reféns e foram ameaçados de morte.
A missão foi originariamente denominada de "Operação Thunderbolt", depois, foi rebatizada como "Operação Yonatan", em homenagem ao comandante do contingente militar, o tenente-coronel Yonatan Netanyahu (irmão do primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu), único militar israelita morto em combate. Porém, ficou mundialmente conhecida como "Operação Entebbe", nome do aeroporto onde se sucederam os factos, e já foi tema de inúmeros filmes e livros. É considerada por muitos especialistas como a missão de resgate mais complexa e perfeita de todos os tempos.
Essa foi a missão mais famosa da unidade de forças especiais de elite, Sayeret Matkal, cujas atividades consiste em tempos de paz, em desenvolver constantemente táticas, formação e treinamento para outras forças especiais antiterroristas estrangeiras, como o SAS (Reino Unido), GSG 9 (Alemanha), entre outros. Foi a primeira vez que Israel se mostrou ao mundo, no que toca a uma intervenção antiterrorista, longe da pátria. Dessa forma Israel mostrou que estava no topo do combate contra o terrorismo, na vertente militar.
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terça-feira, junho 30, 2026
Yitzhak Shamir morreu há catorze anos...
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quarta-feira, junho 10, 2026
A Guerra dos Seis Dias terminou há 59 anos...
Os movimentos militares de Israel durante a guerra e, em azul ardósia claro, os territórios anexados
A Guerra dos Seis Dias foi um conflito armado que opôs Israel a uma coligação de países árabes - Egito, Jordânia e Síria, apoiados pelo Iraque, Kuwait, Arábia Saudita, Argélia e Sudão. O crescimento da tensão entre os países árabes e Israel, em meados de 1967, levou ambos os lados a mobilizarem as suas tropas. O conflito de facto iniciou-se quando a força aérea israelita lançou uma grande ofensiva contra as bases da força aérea egípcia no Sinai. Israel alegou que o Egito preparava-se para fazer guerra contra si e que o ataque era uma ação preventiva. Se os países árabes realmente estavam se mobilizando para avançar contra os israelitas ou se a sua preparação era meras medidas defensivas, ainda é assunto de debates e controvérsia até aos nossos dias.
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sexta-feira, junho 05, 2026
A Guerra dos Seis Dias começou há 59 anos...
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