quarta-feira, dezembro 31, 2025
John Wycliffe morreu há 641 anos
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segunda-feira, dezembro 29, 2025
São Thomas Becket foi martirizado há 855 anos...
Enquanto chanceler, Becket cobrou um imposto de proteção do reino contra invasores, uma tradição medieval cobrada de todos os proprietários de terras, incluindo igrejas e bispados, o que lhe criou dificuldades e ressentimentos do clero inglês. Becket aumentou ainda mais a sua imagem de homem secular ao tornar-se um cortesão bem sucedido e extravagante, e um alegre companheiro dos prazeres do rei. O jovem Thomas era dedicado aos interesses do seu soberano, de um modo tão firme apesar de diplomático, que quase ninguém, com a possível exceção de John of Salisbury, bispo de Chartres, duvidava da sua lealdade à coroa inglesa.
De modo a honrar o seu vassalo, e segundo o costume da época de crianças nobres serem educadas em outras casas nobres, o rei enviou o seu primogénito, Henrique, o Jovem para a casa de Becket. Posteriormente, essa seria uma das razões por que este se revoltaria contra o pai, tendo formado uma ligação emocional a Becket como figura parental. Conta-se que Henrique, o Jovem teria declarado que Becket lhe dera mais afeto paternal em um dia que o seu próprio pai durante toda a vida.
Arcebispado
Em 1162, Henrique II recompensou Becket fazendo-o arcebispo de Cantuária. A escolha terá sido olhada com desconfiança pelo clero inglês, e Thomas só conseguiu o cargo vários meses após a morte do anterior arcebispo, Teobaldo. O rei tencionava aumentar a sua influência ditando as ações do seu fiel e nomeado vassalo, e diminuir a independência e a influência da Igreja na Inglaterra.
Mas o carácter de Becket pareceu modificar-se imediatamente. Passou a viver uma vida de simplicidade e pobreza e, apesar de anteriormente ter ajudado Henrique a diminuir o poder dos bispos, passou a defender ativamente os direitos da Igreja.
Vários hagiógrafos do santo retratam-no de modos bastante diferentes: uns falam do comportamento virtuoso como parte do seu dia-a-dia de sempre (por exemplo, o uso de roupas grossas, desconfortáveis, por baixo das roupagens de cortesão); outros que a sua devoção cresceu em revolta contra o homem de paixões que era Henrique II; ainda outros acusam-no de ser motivado apenas pelos seus próprios interesses e pelo seu desejo de poder. A maioria dos relatos dos primeiros tempos de Thomas como arcebispo foram escritas depois da sua morte e influenciadas pelos respetivos ambientes políticos. As interpretações das políticas de Henrique II e do papado, e as implicações da sua canonização para ambos, foram de grande importância no jogo de poderes europeu.
Primeiro confuso com a atitude de Thomas, e depois sentindo-se traído pelo antigo companheiro, Henrique II viu o arcebispo afastar-se ainda mais quando este abandonou o seu cargo de chanceler e manteve os rendimentos das terras da Cantuária sob o seu controle. Começaram assim uma série de conflitos legais sobre a jurisdição dos tribunais seculares sobre o clero inglês. Em outubro de 1163, o rei tentou colocar a opinião e a influência dos outros bispados contra Thomas em Westminster, com o objetivo de obter a aprovação dos privilégios reais.
Em 30 de Janeiro de 1164, Henrique II da Inglaterra convocou uma assembleia no Palácio de Clarendon, em Wiltshire, onde apresentou as suas exigências em 16 constituições. Pretendia com isto diminuir a independência do clero e a influência de Roma na política inglesa. Henrique conseguiu negociar e pressionar o consentimento de todos, inclusivamente de Richer de L'aigle, o amigo de longa data da família de Thomas. Foi oficialmente exigido a Becket que assinasse as cartas do rei, caso contrário enfrentaria repercussões políticas e legais, graves para a sua pessoa e para a Igreja.
Por fim, até mesmo Becket expressou a sua disponibilidade em concordar com as constituições, mas quando chegou o momento da assinatura, recusou-se. Isto significava a guerra entre os dois poderes. Henrique instaurou um processo judicial contra o arcebispo e convocou-o a aparecer perante um concelho em Northampton, a 8 de outubro de 1164, para responder a alegações de desobediência à autoridade real e ilegalidades cometidas como chanceler do reino.
Fuga para França
Henrique perseguiu-o com uma série de editos, dirigidos também aos seus amigos e apoiantes, mas o seu rival Luís VII de França recebeu o arcebispo fugitivo e ofereceu-lhe proteção. Becket passou quase dois anos na abadia cistercense de Pontigny, até que as ameaças do rei contra a sua ordem o obrigaram a voltar a Sens.
Becket lutou com as armas legais da Igreja, pedindo ao papa Alexandre III a excomunhão de Henrique II da Inglaterra e o interdito (o equivalente à excomunhão para um território) da Inglaterra. Mas apesar de concordar com a posição do seu arcebispo, o papa preferia tentar uma solução mais diplomática. O papa e o arcebispo desentenderam-se, principalmente quando o primeiro enviou legados, em 1167 com a autoridade de agir como árbitros do conflito. Ressentido com esta limitação da sua jurisdição, e firme nos seus princípios, Becket não se submeteu aos enviados do papa, uma vez que a sua posição o obrigava a lealdade tanto com a coroa inglesa como com a Igreja.
A sua firmeza parecia ter compensado quando, em 1170, o papa parecia inclinado a promulgar o interdito contra a Inglaterra. Alarmado pela ideia, uma vez que isto implicava um conflito mais ou menos aberto com as nações europeias sujeitas a Roma, Henrique II decidiu elevar o seu filho e herdeiro Henrique, o Jovem a rei da Inglaterra, mantendo para si poder imperial. Uma vez que Becket estava no exílio, o arcebispo de York sagrou a coroação. Furioso, o arcebispo da Cantuária ameaçou excomungar o rei e todos os envolvidos na cerimónia. No entanto, seguiu-se uma débil reconciliação e Thomas voltou à Cantuária com a promessa de que poderia re-coroar o príncipe.
Assassinato
Assim que aportou em Sandwich, Kent, Becket mostrou que continuaria inflexível como sempre, excomungando os bispos envolvidos na coroação. Quando informado disto, o rei, furioso, terá dito qualquer coisa como "Não haverá ninguém capaz de me livrar deste padre turbulento?".
A maioria dos historiadores parece concordar que o rei não pretendia realmente o assassinato de Becket, apesar das suas duras palavras. Seja como for, quatro dos cavaleiros presentes (Reginald Fitzurse, Hugh de Moreville, William de Traci e Richard le Breton) terão interpretado isto como uma ordem. Responderam que sabiam como fazer isso e partiram para a Cantuária. Em 29 de dezembro de 1170, entraram na catedral e assassinaram Becket, segundo alguns nos degraus do altar, quando os monges cantavam as vésperas. Existem vários relatos contemporâneos do ato, em particular um de Edward Grim, um visitante da catedral que teria também sido ferido no ataque.
Canonização
Depois do assassinato, descobriu-se que Becket usava um cilício (neste contexto uma camisa de tecido grosso e desconfortável) por baixo das suas vestes de arcebispo. Em pouco tempo, a fiéis por toda a Europa começaram a venerar Thomas Becket como mártir, e em 1173, cerca de três anos após a sua morte, foi canonizado pelo papa Alexandre III, na Igreja de S. Pedro, em Segni.
Em 12 de julho de 1174, durante a revolta dos seus três filhos Henrique, o Jovem, Ricardo, futuro Coração de Leão e Geoffrey Plantageneta de 1173-1174, Henrique II da Inglaterra fez penitência pública junto ao túmulo de Becket, que se tornou num dos mais populares locais de peregrinação da Inglaterra até à sua destruição durante a Dissolução dos Mosteiros (1538 a 1541).
Em 1220, os restos de Becket foram transladados para um relicário na recentemente concluída Capela da Trindade, em Cambridge. O pavimento deste está hoje em dia assinalado com uma vela acesa. Os arcebispos atuais celebram a Eucaristia neste local para lembrar o martírio e a transladação.
Lendas
Depois da canonização, nasceram algumas lendas locais que, apesar de serem histórias hagiográficas típicas, também refletem a personalidade do arcebispo:
- O Poço de Becket, em Otford, Kent, foi criado quando Becket, desagradado com o gosto da água local, bateu no chão com o seu báculo (ceptro) episcopal. Teriam nascido imediatamente duas nascentes de água fresca no local.
- A ausência de rouxinóis na mesma localidade também lhe é atribuída. Becket, perturbado nas suas orações pelo seu chilrear, teria proibido para sempre os rouxinóis de cantar na cidade.
- Os bebés da cidade de Strood, também em Kent, teriam passado a nascer com caudas. Os homens de Strood tinham alinhado com o rei contra o arcebispo e, para demonstrar o seu apoio, teriam cortado a cauda do cavalo de Becket quando este passava pela cidade.
- As peregrinações à Catedral de Cantuária, para ver o túmulo de Thomas Becket, estão na origem dos Contos da Cantuária, coletânea de contos em forma lírica recolhidos e passados a escrito por Geoffrey Chaucer.
- No século XIX, Conrad Ferdinand Meyer escreveu a novela O Santo sobre o arcebispo.
- O romance Os Pilares da Terra (1989) de Ken Follett é um relato ficcional dos conflitos entre a Igreja e a nobreza, culminando no assassinato e martírio de Becket pelos homens de Henrique II da Inglaterra.
- Em 1935, T. S. Eliot escreveu a peça de teatro Assassinato na Catedral, adaptada em 1952 para o cinema.
- Também a peça de teatro Becket, de Jean Anouilh (1959), foi adaptada para um filme com o mesmo título em 1964.
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domingo, dezembro 21, 2025
Thomas Becket nasceu há 897 anos...
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terça-feira, novembro 25, 2025
Há 905 anos, com a morte do príncipe herdeiro, a Anarquia chegou à Inglaterra...
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segunda-feira, novembro 17, 2025
A rainha Isabel I de Inglaterra começou a reinar há 467 anos
Isabel I (Greenwich, 7 de setembro de 1533 - Richmond, 24 de março de 1603), também conhecida sob a variante Elisabete I ou Elizabeth I, foi Rainha da Inglaterra e da Irlanda desde 1558 até à sua morte. Também ficou conhecida pelos nomes de A Rainha Virgem, Gloriana e Boa Rainha Bess. Filha de Henrique VIII, Isabel nasceu como princesa, mas a sua mãe, Ana Bolena, foi executada dois anos e meio depois do seu nascimento e Isabel foi declarada bastarda. Mais tarde, o seu meio-irmão, Eduardo VI, deixou a coroa a Lady Jane Grey, excluindo as suas irmãs da linha de sucessão. No entanto, o seu testamento foi rejeitado, Lady Jane Grey foi executada e, em 17 de novembro de 1558, Isabel sucedeu, por morte desta, à sua meia-irmã católica, Maria I, depois de passar quase um ano presa, por suspeita de apoiar os rebeldes protestantes.
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sábado, novembro 08, 2025
Arnold Bax, compositor e poeta inglês, nasceu há 142 anos
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quarta-feira, novembro 05, 2025
A Conspiração da Pólvora foi há 420 anos...
História
Os conspiradores estavam irritados com o rei Jaime, que não concedia direitos iguais a católicos e protestantes. A conspiração começaria quando a filha de nove anos de Jaime I (princesa Isabel) seria declarada chefe de estado católica, e foi planeada em maio de 1604, por Robert Catesby. Os outros conspiradores eram Thomas Winter (também grafado Wintour), Robert Winter, Christopher Wright, Thomas Percy (também grafado Percye), John Wright, Ambrose Rokewood, Robert Keyes, Sir Everard Digby, Francis Tresham, e o criado de Catesby, Thomas Bates. O responsável pelos explosivos era um especialista em explosivos, chamado Guy Fawkes, que fora apresentado a Catesby por Hugh Owen.
Os detalhes sobre a conspiração foram contados ao principal jesuíta da Inglaterra, Henry Garnet, com a permissão de Robert Catesby, por Oswald Tesimond, outro jesuíta. Apesar da oposição de Garnet, a conspiração foi adiante, e Garnet foi sentenciado a decapitação, afogamento e esquartejamento, por traição.
Conspiração
Em março de 1605, a cave por baixo da Câmara dos Lordes foi preenchida com 36 barris de pólvora, contendo 1.800 libras de material explosivo. Como os conspiradores notaram que o ato poderia levar a morte de diversos inocentes e defensores da causa católica, enviaram avisos para que alguns deles se mantivessem à distância do parlamento no dia do ataque. Para infelicidade dos conspiradores, um dos avisos chegou aos ouvidos do Rei, o qual ordenou uma revista ao parlamento. Assim acabaram encontrando Guy Fawkes, guardando a pólvora. Ele foi preso e torturado, revelando o nome dos outros conspiradores. No final foi condenado a morrer na forca, por traição e tentativa de assassinato. Os outros participantes revelados por Guy Fawkes acabaram também sendo executados. Ainda nos dias de hoje o rei ou rainha vai até o parlamento apenas uma vez ao ano, para uma sessão especial, sendo mantida a tradição de se revistar a cave do Parlamento antes desta sessão.
Cultura popular
Foi criada um poema tradicional, em alusão à Conspiração da Pólvora:
- "Remember, remember, the 5th of November
- The gunpowder treason and plot;
- I know of no reason why the gunpowder treason
- Should ever be forgot."
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sábado, outubro 25, 2025
A Batalha de Agincourt foi há 610 anos...!
"Aquele que sobreviver esse dia e chegar a velhice, a cada ano, na véspera desta festa, convidará os amigos e lhes dirá: "Amanhã é São Crispim". E então, arregaçando as mangas, ao mostrar-lhes as cicatrizes, dirá: "Recebi estas feridas no dia de São Crispim."
in A vida do rei Henrique V, ato IV, cena III - Shakespeare
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terça-feira, outubro 14, 2025
A Batalha de Hastings foi há 959 anos
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quarta-feira, outubro 01, 2025
John Blow morreu há 317 anos
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domingo, setembro 28, 2025
Os normando invadiram a Inglaterra há 959 anos
CRONOLOGIA
- 5 de janeiro – morte do rei da Inglaterra Eduardo o Confessor, sem descendentes diretos. O seu parente mais próximo é Edgar Atheling, um rapaz de 12 anos;
- 6 de janeiro – dada a iminência de uma invasão norueguesa, a assembleia dos nobres ingleses nomeia e coroa Haroldo Godwinson, Conde de Wessex e East Anglia, como rei de Inglaterra;
- Início do Verão – Haroldo II da Noruega invade a Inglaterra com a ajuda de Tostig Godwinson, ex-Conde da Nortúmbria e irmão renegado de Haroldo I;
- 25 de setembro - Batalha de Stamford Bridge - o exército de Haroldo Godwinson derrota os invasores noruegueses; morte em batalha de Haroldo II da Noruega e Tostig Godwinson;
- 28 de setembro - Guilherme I, Duque da Normandia invade Inglaterra com 7.000 homens e 600 barcos, dando início à invasão; Haroldo inicia uma marcha forçada para sul, a fim de enfrentar a ameaça;
- 14 de outubro - Batalha de Hastings: Guilherme da Normandia derrota o exército de Haroldo I de Inglaterra, que morre na batalha.
- Uma assembleia de nobres ingleses nomeia Edgar Atheling rei de Inglaterra; Edgar e os seus regentes não são capazes de fazer frente a Guilherme e Edgar abdica das suas pretensões, pouco tempo depois, sem nunca ter sido coroado;
- 25 de dezembro - Guilherme da Normandia é coroado rei de Inglaterra, na Abadia de Westminster, dando início à Dinastia Normanda.
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quarta-feira, setembro 10, 2025
Hoje é dia de recordar Henry Purcell...
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Henry Purcell nasceu há 366 anos
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segunda-feira, setembro 08, 2025
Ricardo Coração de Leão nasceu há 868 anos
Ricardo I (Oxford, 8 de setembro de 1157 – Châlus, 6 de abril de 1199), também conhecido como Ricardo Coração de Leão, pela sua grande reputação como guerreiro e líder militar, foi o Rei da Inglaterra de 6 de julho de 1189 até 6 de abril de 1199. Também foi Duque da Normandia, Aquitânia e Gasconha, Senhor do Chipre, Conde de Anjou, Maine e Nantes e suserano da Bretanha em vários momentos durante o mesmo período. Foi o terceiro filho do rei Henrique II de Inglaterra e da rainha Leonor da Aquitânia.
Aos dezasseis anos, Ricardo comandou o seu próprio exército, acabando com rebeliões contra o seu pai em Poitou. Ele foi o principal comandante cristão durante a Terceira Cruzada, liderando a campanha depois da saída de Filipe II de França, conseguindo consideráveis vitórias contra Saladino, o líder muçulmano, mesmo não tendo conseguido conquistar Jerusalém.
Ricardo falava a língua de oïl, um dialeto francês, e a língua occitana, uma língua falada no sul da França e nas regiões próximas. Ele viveu no Ducado da Aquitânia e passou pouquíssimo tempo na Inglaterra, preferindo usar o seu reino como uma fonte de rendimentos para apoiar os seus exércitos. Era visto por seus súbditos como um herói piedoso. Ricardo permanece até hoje como um dos poucos reis ingleses mais lembrados pelo epíteto do que pelo número régio, sendo uma grande figura icónica na Inglaterra e França.
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sexta-feira, setembro 05, 2025
Sal Solo, vocalista dos Classix Nouveaux, nasceu há 64 anos
Sal Solo, born Christopher Scott Stevens (Hatfield, Hertfordshire, 5 September 1961) is an English singer.
Career
Solo began his career with a band called The News, which released one 7" single on GTO Records. Then he formed the pop group Classix Nouveaux, with former members of X-Ray Spex, which became associated with the burgeoning New Romantic movement. They released three albums with EMI Records. Classix Nouveaux had number one hits in Poland, Portugal, Israel, Iceland and other countries in the early 1980s. They also had one top 20 and various other top 50 hits in the United Kingdom, including "Is It a Dream", which reached No. 11 on the UK Singles Chart. The band split in 1985. Between 1984 and 1992, he provided lead vocals for the French space rock group Rockets.
Following a pilgrimage to San Damiano in Italy, Solo embraced the Roman Catholic faith of his childhood. He had a solo hit with "San Damiano (Heart and Soul)" which reached No. 15 on the UK Singles Chart, and went to No. 1 in Poland. The song has since been recorded by several artists, including Aled Jones for his 2003 album Higher, which remained on the UK Albums Chart top 40 for several weeks, and earned a silver disc.
In 1987, Solo became active in youth ministry in the Catholic Church in the UK. During this time, he continued to write and perform new music. In the early 1990s, he released three albums of Christian music through the Christian record label, Word Records, followed by several more released independently. In 1999, he moved to Chicago, where he works with Catholic teens in the United States and other parts of the world, speaking on matters of faith and justice, and giving concerts and youth retreats.
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Never Again...
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segunda-feira, setembro 01, 2025
O Grande Incêndio de Londres foi há 359 anos
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sábado, agosto 23, 2025
William Wallace foi executado há 720 anos...
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