quinta-feira, fevereiro 24, 2022
El-Rei D. José I morreu há 245 anos
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O Plano de Iguala foi proclamado há 201 anos
O Plano de Iguala também conhecido como o Plano das Três Garantias (Plan Trigarante) foi proclamado em 24 de fevereiro de 1821, na fase final da Guerra da Independência do México. O plano era uma tentativa de estabelecer uma fundação constitucional para um Império Mexicano independente. Foi proclamado a partir da cidade de Iguala, no actual estado de Guerrero.
O Plano de Iguala tinha três objetivos principais:
- definição do catolicismo como religião nacional do México;
- a proclamação da independência do México;
- a igualdade social para todos os grupos étnicos e sociais do novo país.
Estes objetivos foram resumidos a Religião, Independência e União.
O México deveria tornar-se uma monarquia constitucional, tendo como modelo as monarquias europeias da altura, cuja coroa seria entregue a Fernando VII de Espanha ou, na recusa deste, a qualquer outro príncipe europeu. Para governar o novo país até à chegada de um príncipe que ocupasse o trono, o plano propunha a criação de uma Junta Governativa, e posteriormente de uma Regência encarregue de governar o país até à eleição de um novo imperador.
O plano assegurava também a igualdade de todos os habitantes do México, concedendo-lhe direitos iguais perante a justiça e em todos os aspetos das suas vidas.
As duas principais figuras por detrás do plano foram Agustín de Iturbide (que se tornaria Imperador do México) e Vicente Guerrero, líder insurgente e mais tarde presidente do México. Foi formado o exército das Três Garantias, como garante dos ideais estabelecidos no plano de Iguala, com origem na fusão das forças militares lideradas por estes dois homens. Em 24 de agosto de 1821, Iturbide e o vice-rei espanhol Juan O'Donojú assinaram o Tratado de Córdoba, ratificando o Plano de Iguala, confirmando assim a independência mexicana.
Postado por Fernando Martins às 02:01 0 comentários
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O percursionista Chris Fehn, antigo membro dos Slipknot, faz hoje 49 anos
Postado por Fernando Martins às 00:49 0 comentários
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D. João de Áustria, o vencedor da batalha de Lepanto, nasceu há 474 anos
Postado por Fernando Martins às 00:47 0 comentários
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A fase terrestre da I Guerra do Golfo começou há 31 anos
Por meses, unidades americanas estavam sendo alocadas na Arábia Saudita e, logo no começo da operação, começaram a ser atacadas pela artilharia iraquiana, além de mísseis Scud esporádicos. Em 24 de fevereiro de 1991, a 1ª e 2ª divisões de fuzileiros americanos, acompanhados pelo 1º batalhão de blindados do exército, cruzaram a fronteira kuwaitiana e se moveram em direção a capital do país. Eles encontraram trincheiras, arame farpado e campos minados, mas estas posições estavam pouco defendidas e foram superadas rapidamente em questão de horas. Houve confrontos com tanques iraquianos, contudo não houve uma grande batalha em larga escala e a resistência imposta por soldados de infantaria do Iraque foi pequena, bem abaixo do esperado. Pelo contrário, centenas de milhares de militares iraquianos preferiram se render antes de dispararem um único tiro. Mesmo assim, as defesas antiaéreas iraquianas conseguiram abater 9 aeronaves americanas. Enquanto isso, uma segunda força de invasão (formada principalmente por soldados árabes) vieram do leste, também encontrando pouca resistência e sofrendo poucas baixas.
Postado por Fernando Martins às 00:31 0 comentários
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Rosalía de Castro nasceu há 185 anos
Negra Sombra
Cando penso que te fuches,
Negra sombra que m’asombras,
Ó pé d’os meus cabezales
Tornas facéndome mofa.
Cando maxino que’ês ida
N’o mesmo sol te m’amostras,
Y eres a estrela que brila,
Y eres o vento que zóa.
Si cantan, ês tí que cantas,
Si choran, ês tí que choras,
Y-ês o marmurio d’o río
Y-ês a noite y ês a aurora.
En todo estás e ti ês todo,
Pra min y en min mesma moras,
Nin m’abandonarás nunca,
Sombra que sempre m’asombras.
in Follas Novas (1880) - Rosalía de Castro
Postado por Fernando Martins às 00:18 0 comentários
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Larry Norman morreu há catorze anos...
Larry Norman partiu às 02.45 da manhã de domingo. No sábado à tarde anterior, 23 de fevereiro, sentindo que sua partida estava próxima, ele ditou uma mensagem de despedida aos amigos e admiradores, e pediu ao seu amigo Allen Fleming que a digitasse no computador.
| “ | Eu me
sinto como um brinde numa caixa de guloseimas com a mão de Deus tentando
me alcançar. Tenho estado sob cuidados médicos por meses. Minhas lesões
estão piorando. Tenho dificuldades para respirar. Estou pronto para
voar para casa. Não vou estar por aqui por muito tempo. Não há nada que
eu possa fazer sobre isso. Meu coração está muito fraco. Eu desejo dizer
adeus a todos. No passado vocês generosamente me sustentaram com suas
orações e finanças e eu provavelmente ainda vou precisar de ajuda
financeira. Meu plano é ser sepultado em um caixão simples de pinho, com
algumas flores dentro. Eu gostaria de afastar a escuridão com meu mais
nobre esforço. Haverá informações sobre o funeral no meu website, em
caso de algum de vocês desejar comparecer. Nós não estamos certos da
data em que vou morrer. Adeus, até logo, nos veremos de novo.
Adeus, até logo, nos veremos de novo Em algum lugar além do céu Eu oro para que vocês fiquem com Deus Adeus, meus amigos, adeus. | ” |
Postado por Fernando Martins às 00:14 0 comentários
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A infanta Maria Adelaide de Bragança morreu há dez anos
Casou com Nicolaas Johannes Maria van Uden, no dia 13 de outubro de 1945, em Viena, Áustria. Do casamento, nasceram seis filhos:
- Adriano Sérgio de Bragança van Uden (1946-), casado com D. Maria de Jesus de Saldanha de Sousa e Menezes
- Nuno Miguel de Bragança van Uden (1947-), casado com D. Maria do Rosário Cayolla Bonneville
- Francisco Xavier Damiano de Bragança van Uden (1949-), casado com D. Maria Teresa Henriques Gil
- Filipa Teodora de Bragança van Uden (1951-), casada com António Manuel d' Atouguia da Rocha Fontes
- Miguel Inácio de Bragança van Uden (1954-), casado com D. Maria do Carmo Leão Ponce Dentinho
- Maria Teresa de Bragança van Uden (1956-) casada com João Ricardo da Câmara Chaves
Viveu em Viena, Áustria, trabalhando como enfermeira e assistente social. Durante a Segunda Guerra Mundial, quando havia bombardeamentos, deslocava-se durante a noite para os locais atingidos, para prestar ajuda às vítimas. Integrou um movimento de Resistência alemã, tendo sido condenada à morte pela Gestapo. O então presidente do Conselho de Ministros, António de Oliveira Salazar, interveio junto dos alemães, afirmando que Maria Adelaide era cidadã nacional. Esta intervenção da diplomacia portuguesa resultou na sua libertação e deportação imediata, tendo-se estabelecido na Suíça, onde vivia o seu irmão Duarte Nuno de Bragança. Após a guerra, a família finalmente voltou para a Áustria e casou-se com Nicolaas Johannes Maria van Uden, estudante de medicina holandês, que conhecera quando ambos socorriam as vítimas dos bombardeamentos em Viena.
Em 1949, Maria Adelaide voltou para Portugal. Enquanto isso, o marido formou-se em medicina na Universidade de Viena, especializando-se em doenças de pele. Todavia, quando Nicolaas van Uden chegou a Portugal, não lhe foi dada equivalência, pelo que não pôde exercer a profissão. Vai então trabalhar num pequeno laboratório de pesquisa na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, até que chega a oportunidade para trabalhar em parceria com a Fundação Calouste Gulbenkian. Assim nasceu o Instituto Gulbenkian de Ciência, que promove a investigação científica em diversas áreas desde os anos 50.
Originalmente, a família Van Uden instalou-se na Quinta do Carmo, em Almada. Maria Adelaide começou a trabalhar como assistente social em algumas iniciativas locais, dado que a Trafaria e o Monte da Caparica eram locais muito pobres.
Em 31 de janeiro de 2012, data do centenário do seu nascimento, foi agraciada pelo Presidente da República Aníbal Cavaco Silva com o grau de grande-oficial da Ordem do Mérito. Morreu na Quinta do Carmo, na Caparica, concelho de Almada, a 24 de fevereiro de 2012.
Postado por Fernando Martins às 00:10 0 comentários
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David Mourão-Ferreira nasceu há 95 anos
Elegia do Ciúme
A tua morte, que me importa,
se o meu desejo não morreu?
Sonho contigo, virgem morta,
e assim consigo (mas que importa?)
possuir em sonho quem morreu.
Sonho contigo em sobressalto,
não vás fugir-me, como outrora.
E em cada encontro a que não falto
inda me turbo e sobressalto
à tua mínima demora.
Onde estiveste? Onde? Com quem?
— Acordo, lívido, em furor.
Súbito, sei: com mais ninguém,
ó meu amor!, com mais ninguém
repartirás o teu amor.
E se adormeço novamente
vou, tão feliz!, sem azedume
— agradecer-te, suavemente,
a tua morte que consente
tranquilidade ao meu ciúme.
in Tempestade de Verão (1954) - David Mourão-Ferreira
Postado por Fernando Martins às 00:09 0 comentários
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Música adequada à data...
Postado por Pedro Luna às 00:07 0 comentários
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quarta-feira, fevereiro 23, 2022
Adeus que me vou embora - Zeca partiu há 35 anos...
Balada Aleixo - José Afonso
Canta sempre com razão
Mais vale ser pardal na rua
Que rouxinhol na prisão
Adeus que me quero ir
Deita cá esses teus olhos
Que me quero despedir
Amor desde que te vi
Nada mais vejo no mundo
Quando não te vejo a ti
Adeus que me quero ir
Deita cá esses teus olhos
Que me quero despedir
Postado por Pedro Luna às 23:16 0 comentários
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Música adequada à data...
Postado por Geopedrados às 22:22 0 comentários
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O geólogo José Fernando Monteiro morreu há dezassete anos
Porque os geólogos têm memória e recordam os que, dentre eles, foram importantes para a divulgação da sua área, pois uma ciência eminentemente histórica como é a Geologia não pode esquecer os que por ela labutaram e tanto lhe deram, hoje só podemos dizer: Obrigado, José Fernando Monteiro!
Postado por Fernando Martins às 17:00 0 comentários
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Gauss morreu há 167 anos
Postado por Fernando Martins às 16:07 0 comentários
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Porque um Poeta recordado nunca morre...
PERENIDADE
Mesmo depois do Tempo
ficaremos no coração aberto dos
que amamos.
E no grande silêncio que restar,
na ausência dos gestos e do olhar
ainda assim estaremos
e seremos.
Mesmo depois do Tempo
quando formos lembrança evanescente,
seremos outra forma de presença
porque o Amor subsiste
Eternamente.
in As palavras às vezes (1984) - Fernanda Seno
Postado por Fernando Martins às 15:05 0 comentários
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O músico Bezerra da Silva nasceu há 95 anos
Postado por Fernando Martins às 09:50 0 comentários
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Wilson Simonal nasceu há 84 anos
Wilson Simonal de Castro (Rio de Janeiro, 23 de fevereiro de 1938 - São Paulo, 25 de junho de 2000) foi um cantor brasileiro de muito sucesso nas décadas de 60 e 70, chegando a comandar um programa na TV Tupi, Spotlight, e dois programas na TV Record, Show em Si... Monal e Vamos S'imbora, e a assinar o que foi considerado na época o maior contrato de publicidade de um artista brasileiro, com a empresa anglo-holandesa Shell.
Postado por Fernando Martins às 08:40 0 comentários
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Elgar morreu há 88 anos
Apesar de Elgar ser visto como um típico compositor inglês, a maioria das suas influências musicais tinham origem na Europa continental. Ele sentia-se um forasteiro, não apenas numa perspectiva musical, mas socialmente. Nos círculos musicais dominados por académicos, ele era um compositor auto-didacta; num Reino Unido protestante, o seu catolicismo era visto com alguma desconfiança; e num período vitoriano e eduardiano em que a sociedade estava dividida por classes, Elgar tinha plena consciência sobre as suas origens humildes, mesmo depois de ser reconhecido. Ainda assim, casou com a filha de um oficial do exército britânico. Ela inspirou-o tanto ao nível musical como social, mas trabalhou para atingir o sucesso até aos seus quarenta anos quando, depois de uma série de trabalhos menos bem-sucedidos, o seu Enigma Variations (1899) tornou-se muito popular, tanto na Grã-Bretanha, como além-mar. No seguimento deste trabalho, compôs um trabalho coral, The Dream of Gerontius (1900), com base num texto católico que tinha causado algum desconforto no sistema anglicano na Grã-Bretanha; no entanto, esta obra veio a tornar-se, e assim continua, parte do repertório coral deste país e não só. Os seus outros trabalhos corais religiosos também foram bem recebidos, mas sem o mesmo sucesso. A primeira das suas Pomp and Circumstance Marches (1901) é bem conhecida no mundo de língua inglesa.
Nos seus cinquenta anos de idade, Elgar compôs uma sinfonia e um concerto para violino que alcançaram um enorme êxito. A sua segunda sinfonia e concerto para violoncelo não obtiveram um êxito imediato junto do público, e demoraram alguns anos até serem incluídos, com regularidade, no repertório das orquestras britânicas. A música de Elgar, nos seus últimos anos de vida, foi tornando-se cada vez mais apelativa junto das audiências britânicas. Após a sua morte, e durante alguns anos, a sua música passou despercebida. Apenas da década de 60, ajudada por novas gravações dos seus trabalhos, é que a sua música voltou a tocada com regularidade. Alguns dos seus trabalhos, em anos mais recentes, passaram a ser tocados a um nível internacional, mas a sua música continua a fazer mais parte do reportório britânico do que em outros países.
Elgar tem sido descrito como o primeiro compositor a levar a sério as gravações com um gramofone em disco de vinil. Entre 1914 e 1925, realizou uma série de gravações acústicas dos seus trabalhos. A introdução do microfone em 1925, tornou as gravações sonoras mais exactas, e Elgar fez novos registos da maioria dos seus principais trabalhos para orquestra e excertos de The Dream of Gerontius.
Postado por Fernando Martins às 08:08 0 comentários
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Hoje é dia de ouvir Poco...
Postado por Pedro Luna às 08:06 0 comentários
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A poetisa Fernanda Seno nasceu há oitenta anos
As rosas cedo secam.
E as glórias
são todas transitórias como nós.
Os louros que colhemos pelos caminhos
e essas alegrias que há nos dias,
são por causa da luz misteriosa
que faz vibrar de canto a nossa voz.
As glórias e os louvores não são para nós.
da melodia esparsa no universo
que não cabe no mais excelso verso.
Somos só os lugares de acontecer.
De tentar exprimir o Amor total.
Somos sinos.
Reflexos de vitral.
Passam por nós os sons de sinfonias,
cantares de água ou de lumes crepitantes,
centelhas de poentes,
harmonias de ciareiras distantes.
Aves intemporais pelos espaços
bebendo a luz dos astros e a cor
queremos erguer as asas
e é de rastos, que tanta vez compomos o louvor.
É sempre aquém do Sonho a nossa voz.
Tudo o que é Belo, Alto e Transcendente
está para além de nós.
Somos o chão onde se pousam estrelas.
E o brilho não é nosso. O brilho é delas.
Somos o espelho a reflectir os céus,
mas por detrás do espelho é que está Deus.
As glórias e os louvores não são para nós,
mas para quem deu acordes de infinito
à nossa breve voz!
Fernanda Seno
Postado por Fernando Martins às 08:00 0 comentários
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Steve Priest, fundador e baixo dos The Sweet, nasceu há 74 anos
Postado por Fernando Martins às 07:40 0 comentários
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O Monte Suribachi foi conquistado há 77 anos
Postado por Fernando Martins às 07:07 0 comentários
Marcadores: Batalha de Iwo Jima, fotografia, II Grande Guerra, II Guerra Mundial, Iwo Jima, Joe Rosenthal, Prémio Pulitzer
Roubaram-nos o Zeca...
Postado por Fernando Martins às 03:50 0 comentários
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Handel nasceu há 337 anos
Desde cedo mostrou notável talento musical, e a despeito da oposição de seu pai, que o queria um advogado, conseguiu receber um treinamento qualificado na arte da música. A primeira parte da sua carreira foi passada em Hamburgo, como violinista e maestro da orquestra da ópera local. Depois dirigiu-se para a Itália, onde conheceu a fama pela primeira vez, estreando várias obras com grande sucesso e entrando em contacto com músicos importantes. Em seguida foi indicado mestre de capela do Eleitor de Hanôver, mas pouco trabalhou para ele, e esteve na maior parte do tempo ausente, em Londres. O seu patrão mais tarde tornou-se o rei da Grã-Bretanha como Jorge I, para quem continuou a compor. Fixou-se definitivamente em Londres, e ali desenvolveu a parte mais importante de sua carreira, como autor de óperas, oratórios e música instrumental. Quando adquiriu cidadania britânica adotou o nome George Frideric Handel. Tinha grande facilidade para compor, como prova a sua vasta produção, que compreende mais de 600 obras, muitas delas de grandes proporções, entre elas dezenas de óperas e oratórios em vários movimentos. A sua fama em vida foi enorme, tanto como compositor quanto como instrumentista, e mais de uma vez foi chamado de "divino" pelos seus contemporâneos. A sua música se tornou conhecida em muitas partes do mundo, foi de especial importância para a formação da cultura musical britânica moderna, e desde a metade do século XX tem sido recuperada com crescente interesse. Hoje ele é considerado um dos grandes mestres do barroco musical europeu.
Postado por Fernando Martins às 03:37 0 comentários
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O pintor Joshua Reynolds morreu há 230 anos
Postado por Fernando Martins às 02:30 0 comentários
Marcadores: Inglaterra, Joshua Reynolds, pintura
Georg Muffat morreu há 218 anos
Georg Muffat (Megève, 1 de junho de 1653 - Passau, 23 de fevereiro de 1704) foi um compositor barroco.
Postado por Fernando Martins às 02:18 0 comentários
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O poeta John Keats morreu há 201 anos
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To Lord Byron
Attuning still the soul to tenderness,
As if soft Pity with unusual stress
Had touch’d her plaintive lute; and thou, being by,
Hadst caught the tones, nor suffered them to die.
O’ershading sorrow doth not make thee less
Delightful: thou thy griefs dost dress
With a bright halo, shining beamily;
As when a cloud the golden moon doth veil,
Its sides are tinged with a resplendent glow,
Through the dark robe oft amber rays prevail,
And like fair veins in sable marble flow,
Still warble, dying swan, —still tell the tale,
The enchanting tale—the tale of pleasing woe.
Postado por Fernando Martins às 02:01 0 comentários
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Paul Tibbets, o homem que lançou a primeira bomba nuclear, sobre Hiroshima, nasceu há 107 anos
Postado por Fernando Martins às 01:07 0 comentários
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Saudades de Zeca...
Postado por Pedro Luna às 00:57 0 comentários
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O Estica, da mais famosa dupla cómica, morreu há 57 anos
Postado por Fernando Martins às 00:57 0 comentários
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A fadista Katia Guerreiro faz hoje 46 anos
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Postado por Fernando Martins às 00:46 0 comentários
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