sábado, agosto 22, 2026
Leni Riefenstahl nasceu há cento e vinte e quatro anos...
Postado por Fernando Martins às 01:24 0 comentários
Marcadores: cinema, fotografia, Leni Riefenstahl, nazis
Henri Cartier-Bresson nasceu há 118 anos
Henri Cartier-Bresson, né le à Chanteloup-en-Brie et mort le à Montjustin, est un photographe, photojournaliste et dessinateur français. Connu pour la précision et le graphisme de ses compositions (jamais recadrées au tirage), il s'est surtout illustré dans la photographie de rue, la représentation des aspects pittoresques ou signifiants de la vie quotidienne (Les Européens). Avec Robert Capa, David Seymour, William Vandivert et George Rodger, ils fondent en 1947 l'agence coopérative Magnum Photos.
Le concept de « l'instant décisif » est souvent utilisé à propos de ses photos, mais on peut l'estimer trop réducteur et préférer celui de « tir photographique », qui prend le contexte en compte. Pour certains, il est une figure mythique de la photographie du XXe siècle, qu'une relative longévité de sa carrière photographique lui permet de traverser, en portant son regard sur les évènements majeurs qui ont jalonné le milieu du siècle.
En 2003, un an avant sa mort, une fondation portant son nom est créée à Paris pour assurer la conservation et la présentation de son œuvre ainsi que pour soutenir et exposer les photographes dont il se sentait proche. L’exposition Henri Cartier-Bresson au Centre Pompidou en 2014 a renouvelé la vision qu’on avait de lui, en montrant de façon explicite son activité militante pour le parti communiste dans la période 1936-1946.
Postado por Fernando Martins às 01:18 0 comentários
Marcadores: fotografia, fotojornalismo, Henri Cartier-Bresson
quarta-feira, junho 17, 2026
Pedrógão Grande? Não esquecemos...
Os tempos não
Os tempos não vão bons para nós, os mortos.
Fala-se de mais nestes tempos (inclusive cala-se).
As palavras esmagam-se entre o silêncio
que as cerca e o silêncio que transportam.
É pelo hálito que te conheço....no entanto
o mesmo escultor modelou os teus ouvidos
e a minha voz, agora silenciosa porque nestes tempos
fala-se de mais são tempos de poucas palavras.
Falo contigo de mais assim me calo e porque
te pertence esta gramática assim te falta
e eis por que não temos nada a perder e por que é
cada vez mais pesada a paz dos cemitérios.
in Todas as palavras - Poesia reunida (2012) - Manuel António Pina
Postado por Pedro Luna às 09:00 0 comentários
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quinta-feira, junho 11, 2026
Um monge budista auto-imolou-se, pelo fogo, em Saigão, há 63 anos...
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Postado por Fernando Martins às 06:30 0 comentários
Marcadores: Bodhisattva, budismo, Cidade de Ho Chi Minh, fotografia, guerra do Vietname, Malcolm Browne, Prémio Pulitzer, Saigão, suicídio, Thich Quang Duc, Vietname
quinta-feira, junho 04, 2026
Eduardo Gageiro, o fotojornalista que documentou o 25 de abril e o ataque de Munique, morreu há um ano...
Eduardo Gageiro (Sacavém, 16 de fevereiro de 1935 (Sacavém, 16 de fevereiro de 1935 – Lisboa, 4 de junho de 2025) foi um foto-jornalista português.
Originário de Sacavém, e um de três irmãos, os seus pais eram proprietários de uma modesta casa de pasto, onde também se vendia bacalhau e se aquecia as marmitas dos trabalhadores da Fábrica de Louça de Sacavém, que ficava defronte. Cedo começou a aviar copos de vinho aos trabalhadores da fábrica, onde também ingressou, por volta dos 11 anos, como paquete, por ordem do pai.
Com apenas 12 anos tomou de empréstimo uma máquina de plástico do irmão (Kodak Baby) e começou a receber aulas de arte e composição do escultor Armando Mesquita, trabalhador na Fábrica de Louça de Sacavém. Fotografava os trabalhadores à saída da fábrica.
Viu uma fotografia sua publicada na 1ª página do Diário de Notícias. Começou a sua atividade de repórter fotográfico em 1957 no Diário Ilustrado (1956-), e a partir daí dedicou toda a sua vida ao foto-jornalismo.
Esteve dois meses retido pela PIDE em Caxias, sendo libertado após pressão dos correspondentes da Associated Press junto do Ministro dos Negócios Estrangeiros, Rui Patrício.
Foi colaborador das principais publicações portuguesas e estrangeiras e da Presidência da República. Tem trabalhos reproduzidos um pouco por todo o mundo, com os quais ganhou mais de 300 prémios internacionais. Foi o único fotógrafo do mundo a fotografar os terroristas que sequestraram os atletas israelitas da aldeia olímpica nos Jogos Olímpicos de Munique, em 1972.
Faleceu a 4 de junho de 2025, no Hospital dos Capuchos, em Lisboa.
Principais prémios e condecorações
- 2005 - Em 5 de novembro, ganhou o Prémio Especial do Júri, a Medalha de Ouro para a melhor fotografia e a Medalha de Ouro para a melhor fotografia a preto e branco da 11ª Exposição Internacional de Fotografia Artística da China, o maior concurso de fotografia do mundo, onde participaram mais de 3500 fotógrafos de 68 países e mais de 35.000 fotografias.
- 2004 - Agraciado pelo Presidente da República Jorge Sampaio com a Ordem do Infante D. Henrique.
- 1974 - 2º prémio do World Press Photo, em 1974, na categoria Portraits.
- Cavaleiro da Ordem de Leopoldo II, da Bélgica.
Postado por Fernando Martins às 00:01 0 comentários
Marcadores: 25 de Abril, ataque de Munique, Eduardo Gageiro, fotografia, fotojornalista
segunda-feira, maio 25, 2026
Robert Capa morreu há setenta e dois anos...
Postado por Fernando Martins às 07:20 0 comentários
Marcadores: Agência Magnum, fotografia, Guerra Civil Espanhola, Hungria, II Grande Guerra, judeus, Robert Capa
sábado, maio 23, 2026
O fotógrafo Sebastião Salgado morreu há um ano...
Salgado viajou por mais de 120 países para seus projetos fotográficos. A maioria deles apareceu em inúmeras publicações de imprensa e livros. Exposições itinerantes de seu trabalho foram apresentadas em todo o mundo.
Trabalhando inteiramente com fotos em preto e branco, o respeito de Sebastião Salgado pelo seu objeto de trabalho e sua determinação em mostrar o significado mais amplo do que estava acontecendo com essas pessoas criou um conjunto de imagens que testemunham a dignidade fundamental de toda a humanidade ao mesmo tempo que protestam contra a violação dessa dignidade por meio da guerra, pobreza e outras injustiças sociais.
Salgado foi Embaixador da Boa Vontade da UNICEF. Ele recebeu o W. Eugene Smith Memorial Fund em 1982, foi membro honorário estrangeiro da Academia de Artes e Ciências dos Estados Unidos desde 1992 e recebeu a Medalha do Centenário e Bolsa Honorária da Royal Photographic Society (HonFRPS) em 1993. Foi também membro da Academia de Belas-Artes de Paris pertencente ao Institut de France com início em abril de 2016.
Nasceu na vila de Conceição do Capim, viveu sua infância em Expedicionário Alício. Graduou-se em Economia pela Universidade Federal do Espírito Santo (1964-1967). Realizou mestrado na Universidade de São Paulo e doutorado na Universidade de Paris, ambos também em Economia.
Fotografia
Salgado inicialmente trabalhou como secretário para a Organização Internacional do Café (OIC). Em suas viagens de trabalho para a África, muitas vezes encomendado conjuntamente pelo Banco Mundial, fez sua primeira sessão de fotos, nos anos 70, com a Leica da sua esposa.
Fotografar o inspirou tanto que logo depois ele tornou-se independente
em 1973, como fotojornalista e, em seguida, voltou para Paris.
Em 1979, depois de passagens pelas agências de fotografia Sygma e Gamma, entrou para a Magnum. Encarregado de uma série de fotos sobre os primeiros 100 dias de governo de Ronald Reagan, Salgado documentou o atentado a tiros cometido por John Hinckley, Jr. contra o então presidente dos Estados Unidos, no dia 30 de março de 1981, em Washington.
A venda das fotos para jornais de todo o mundo permitiu ao brasileiro
financiar seu primeiro projeto pessoal: uma viagem à África.
Seu primeiro livro, Outras Américas, sobre os pobres na América Latina, foi publicado em 1986. Na sequência, publicou Sahel: O "Homem em Pânico" (também publicado em 1986), resultado de uma longa colaboração de doze meses com a organização não governamental Médicos sem Fronteiras cobrindo a seca no Norte da África. Entre 1986 e 1992, ele concentrou-se na documentação do trabalho manual em todo o mundo, publicada e exibida sob o nome "Trabalhadores", um feito monumental que confirmou sua reputação como foto documentarista de primeira linha.
De 1993 a 1999, ele voltou sua atenção para o fenômeno global de desalojamento em massa de pessoas, que resultou em Êxodos e Retratos de Crianças do Êxodo, publicados em 2000 e aclamados internacionalmente. Na introdução de Êxodos,
escreveu: "Mais do que nunca, sinto que a raça humana é somente uma. Há
diferenças de cores, línguas, culturas e oportunidades, mas os
sentimentos e reações das pessoas são semelhantes. Pessoas fogem das
guerras para escapar da morte, migram para melhorar sua sorte, constroem
novas vidas em terras estrangeiras, adaptam-se a situações extremas…".
Em setembro de 2000, com o apoio das Nações Unidas e do UNICEF,
Sebastião Salgado montou uma exposição no Escritório das Nações Unidas
em Nova Iorque, com 90 retratos de crianças desalojadas extraídos de sua
obra Retratos de Crianças do Êxodo. Essas fotografias prestam
testemunho a 30 milhões de pessoas em todo o mundo, a maioria delas
crianças e mulheres sem residência fixa.
Sebastião Salgado foi internacionalmente reconhecido e recebeu praticamente todos os principais prêmios de fotografia do mundo como reconhecimento por seu trabalho. Fundou em 1994 a sua própria agência de notícias, As Imagens da Amazônia, que representa o fotógrafo e seu trabalho. Salgado e sua esposa Lélia Wanick Salgado, autora do projeto gráfico da maioria de seus livros, fixaram residência em Paris. O casal tem dois filhos, Juliano Salgado, nascido em 1974, e Rodrigo, nascido em 1979, que tem síndrome de Down. Juliano é cineasta e dirigiu, juntamente com o também fotógrafo Wim Wenders, o documentário O Sal da Terra, sobre o trabalho de seu pai. que foi indicado ao Óscar 2015 de melhor documentário. Em 6 de dezembro de 2017, tomou posse da cadeira n.º 1, das quatro cadeiras de fotógrafos da Academia de Belas Artes da França, substituindo Lucien Clergue, que morreu em 2014. Na cerimônia oficial de posse como imortal da Academia, recebeu o fardão e a espada, sendo o primeiro brasileiro a integrar o rol de imortais da instituição.
Ambientalismo
Ao longo dos anos, Sebastião Salgado tem contribuído generosamente com organizações humanitárias incluindo o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados, (ACNUR), a Organização Mundial da Saúde (OMS), a ONG Médicos sem Fronteiras e a Anistia Internacional. Com sua esposa, Lélia Wanick Salgado, apoia atualmente um projeto de reflorestamento e revitalização comunitária em Minas Gerais (Instituto Terra).
Vida pessoal
Casou-se com a pianista Lélia Deluiz Wanick, com quem teve dois filhos: Juliano e Rodrigo.
Em entrevista para a TV Cultura Sebastião Salgado expressou a sua paixão pelo Fluminense.
Morte
Sebastião Salgado morreu em 23 de maio de 2025, aos 81 anos de idade, em Paris, França. A causa da morte foi uma leucemia grave, desenvolvida como complicação de uma malária contraída em 2010 durante uma expedição fotográfica na Indonésia.Prémios
- Prémio Príncipe de Astúrias das Artes, 1998.
- Prémio Eugene Smith de Fotografia Humanitária.
- Prémio World Press Photo
- The Maine Photographic Workshop ao melhor livro foto-documental.
- Eleito membro honorário da Academia de Artes e Ciências dos Estados Unidos
- Prémio pela publicação do livro Trabalhadores.
- Medalha da Inconfidência.
- Medalha de prata Art Directors Oub nos Estados Unidos.
- Prémio Overseas Press Oub oí America.
- Alfred Eisenstaedt Award pela Magazine Photography.
- Prémio Unesco categoria cultural no Brasil.
- 40º Prêmio Jabuti de Literatura: categoria reportagem
- Prémio Muriqui
- Doutoramento Honoris Causa pela Universidade Federal do Espírito Santo (2016)
- Doutoramento Honoris Causa pela Universidade Federal do Acre (2016)
- Prémio da Paz do Comércio Livreiro Alemão (2019)
- Doutoramento Honoris Causa pela Universidade de Harvard (2021)
- Praemium Imperiale (2021)
Postado por Fernando Martins às 00:01 0 comentários
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sexta-feira, maio 22, 2026
Cornell Capa, irmão de Robert Capa, morreu há dezoito anos...
Postado por Fernando Martins às 00:18 0 comentários
Marcadores: Agência Magnum, Cornell Capa, fotografia
domingo, maio 03, 2026
Fernando Lemos nasceu há cem anos..
Fernando Lemos, de seu nome verdadeiro José Fernandes de Lemos (Lisboa, 3 de maio de 1926 - 17 de dezembro de 2019), foi um pintor, artista gráfico e fotógrafo luso-brasileiro.
Pertence à terceira geração de artistas modernistas portugueses.
Fixou residência no Brasil em 1953 e adquiriu nacionalidade brasileira
alguns anos mais tarde. Desenvolveu uma atividade multifacetada,
dedicando-se em particular às artes plásticas (pintura, desenho,
fotografia) e ao design (gráfico e industrial), mas também à escrita, ao
ensino, etc.
Intimidade dos Armazéns do Chiado, 1952, fotografia p/b
in Wikipédia
De quantas facas se faz o amor
De quantas facas se faz o amor
de quantas pedras se faz o vício
de quantos homens se faz o medo
de quantas noites se faz a morte
de quantas vidas se faz uma criança
de quantas ternuras se faz o tédio
de quantas horas
será feita a esperança que guardo
com sons de corpo arrastado
de quantas grutas será feita
esta humilde nas veias
que me acordam
de quantos poros será feito o mistério
de quantos gritos será feita uma religião
de quantos ossos será feita
a maldade
de quantos crimes será feita
esta lua que mal começou
e já me deixou no hábito de apurar
os sentidos
Fernando Lemos
Postado por Fernando Martins às 00:01 0 comentários
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sexta-feira, abril 17, 2026
Hoje é dia de recordar Linda McCartney...
Postado por Pedro Luna às 02:08 0 comentários
Marcadores: fotografia, Linda McCartney, Mull Of Kintyre, música, Paul McCartney, Wings
Linda McCartney morreu há vinte e oito anos...
Postado por Fernando Martins às 00:28 0 comentários
Marcadores: fotografia, Linda McCartney, música, My Love, Paul McCartney, Wings
segunda-feira, fevereiro 23, 2026
Os norte-americanos colocaram a bandeira no Monte Suribachi há 81 anos
Postado por Fernando Martins às 08:10 0 comentários
Marcadores: Batalha de Iwo Jima, fotografia, II Grande Guerra, II Guerra Mundial, Iwo Jima, Joe Rosenthal, Prémio Pulitzer
domingo, fevereiro 15, 2026
Eduardo Gageiro nasceu há 91 anos
Eduardo Gageiro (Sacavém, 16 de fevereiro de 1935) é um fotógrafo e foto-jornalista português.
Originário de Sacavém, e um de três irmãos, os seus pais eram proprietários de uma modesta casa de pasto, onde também se vendia bacalhau e se aquecia as marmitas dos trabalhadores da Fábrica de Louça de Sacavém, que ficava defronte. Cedo começou a aviar copos de vinho aos trabalhadores da fábrica, onde também ingressou, por volta dos 11 anos, como paquete, por ordem do pai.
Com apenas 12 anos tomou de empréstimo uma máquina de plástico do irmão (Kodak Baby) e começou a receber aulas de arte e composição do escultor Armando Mesquita, trabalhador na Fábrica de Louça de Sacavém. Fotografava os trabalhadores à saída da fábrica.
Viu uma fotografia sua publicada na 1ª página do Diário de Notícias. Começou a sua atividade de repórter fotográfico em 1957 no Diário Ilustrado (1956-), e a partir daí dedicou toda a sua vida ao foto-jornalismo.
Esteve dois meses retido pela PIDE em Caxias, sendo libertado após pressão dos correspondentes da Associated Press junto do Ministro dos Negócios Estrangeiros, Rui Patrício.
Foi colaborador das principais publicações portuguesas e estrangeiras e da Presidência da República. Tem trabalhos reproduzidos um pouco por todo o mundo, com os quais ganhou mais de 300 prémios internacionais. Foi o único fotógrafo do mundo a fotografar os terroristas que sequestraram os atletas israelitas da aldeia olímpica nos Jogos Olímpicos de Munique, em 1972.
Principais prémios
- 2005 - Em 5 de novembro, ganhou o Prémio Especial do Júri, a Medalha de Ouro para a melhor fotografia e a Medalha de Ouro para a melhor fotografia a preto e branco da 11ª Exposição Internacional de Fotografia Artística da China, o maior concurso de fotografia do mundo, onde participaram mais de 3500 fotógrafos de 68 países e mais de 35.000 fotografias.
- 2004 - Agraciado pelo Presidente da República Jorge Sampaio com a Ordem do Infante D. Henrique.
- 1974 - 2º prémio do World Press Photo, em 1974, na categoria Portraits.
Postado por Fernando Martins às 09:10 0 comentários
Marcadores: Eduardo Gageiro, fotografia, fotojornalista
domingo, fevereiro 08, 2026
O fotógrafo Sebastião Salgado nasceu há oitenta e dois anos...
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Sebastião Ribeiro Salgado Júnior (Aimorés, 8 de fevereiro de 1944 – Paris, 23 de maio de 2025) foi um fotógrafo documental e fotojornalista brasileiro.
Salgado viajou por mais de 120 países para seus projetos fotográficos. A maioria deles apareceu em inúmeras publicações de imprensa e livros. Exposições itinerantes de seu trabalho foram apresentadas em todo o mundo.
As suas fotos a preto e branco representam a dignidade fundamental das pessoas e são testemunhos contra a guerra, pobreza e outras injustiças sociais.
Salgado foi Embaixador da Boa Vontade da UNICEF e foi multi-premiado pelo seu trabalho.
Postado por Fernando Martins às 08:20 0 comentários
Marcadores: Brasil, fotografia, fotojornalismo, Sebastião Salgado
quarta-feira, dezembro 17, 2025
Fernando Lemos morreu há seis anos...
Fernando Lemos, de seu nome verdadeiro José Fernandes de Lemos (Lisboa, 3 de maio de 1926 - 17 de dezembro de 2019), foi um pintor, artista gráfico e fotógrafo luso-brasileiro.
Pertence à terceira geração de artistas modernistas portugueses.
Fixou residência no Brasil em 1953 e adquiriu nacionalidade brasileira
alguns anos mais tarde. Desenvolveu uma atividade multifacetada,
dedicando-se em particular às artes plásticas (pintura, desenho,
fotografia) e ao design (gráfico e industrial), mas também à escrita, ao
ensino, etc.
Des-Aceleração (1991), lajotas cerâmicas de 50 x 50 cm pintadas à revolver, formado um painel de 20 m x 2 x. Exposta na Estação Brigadeiro do Metropolitano de São Paulo
in Wikipédia
Não Há Tempo
Não há tempo
há horas
Não há um relógio
há
hábitos que
me habitam
O poema dói
o ponteiro corta
a hora que queima
a morte simula
respira
para não me distrair
Fernando Lemos
Postado por Fernando Martins às 00:06 0 comentários
Marcadores: Fernando Lemos, fotografia, pintura, poesia, Surrealismo
terça-feira, novembro 18, 2025
Daguerre, o inventor da fotografia, nasceu há 238 anos
Postado por Fernando Martins às 02:38 0 comentários
Marcadores: Daguerre, daguerreótipo, Física, fotografia, inventores
quarta-feira, outubro 22, 2025
Robert Capa nasceu há cento e doze anos...
Durante os seus estudos secundários sente-se atraído pelos meios culturais marxistas. Foi referenciado pela polícia e teve que se exilar em 1930. Vai para Berlim onde se inscreveu na Faculdade de Ciências Políticas e aproximou-se do meio jornalístico. Encontrou trabalho na "Dephot" (Deutscher Photodienst), a maior agência de jornalismo da Alemanha naquela época.
A sua carreira de fotógrafo começa no fim do ano de 1931, uma vez que aparece a fotografar Leon Trotski, no meio de múltiplas dificuldades, durante um congresso em Copenhaga. O aparecimento dos nazis e a sua ascendência e religião judaica fazem com que, em 1932, tenha que deixar Berlim, dirigindo-se para Viena e depois, Paris.
Em 1934 encontra Gerda Taro, e no ano seguinte, ambos criam o personagem Robert Capa, repórter mítico de nacionalidade norte-americana, pelo que Endre Friedmann declara-se associado a Gerda Taro, a sua primeira namorada, também fotógrafa-produtora. O nome de Robert Capa de repente fica célebre e, logo que se descobre que ele é um pseudónimo, a notoriedade do repórter está assegurada. Em 1936, Capa e Gerda Taro partem em reportagem para o meio da Guerra Civil Espanhola, onde Gerda encontra a morte no ano seguinte.
Em 1938, Capa vai à China para fotografar o conflito sino-japonês, retornando à Espanha em 1940, logo que a França cai sob o jugo nazi. Retira-se em seguida para os Estados Unidos, onde começa a trabalhar para a revista Life. Posteriormente vai para Inglaterra e depois para a Argélia.
Em junho de 1944 participa no desembarque da Normandia, o Dia D. Depois da guerra, com David Seymour, Henri Cartier-Bresson e George Rodger, funda a Agência Magnum (constituída oficialmente em 1947). Nos primeiros tempos, ocupa-se na organização da estrutura, partindo em seguida para o "terreno".
Robert Capa fotografou a Guerra Civil Espanhola, onde tirou a sua mais famosa foto ("Morte de um Miliciano" ou "O Soldado Caído" ), a Guerra Civil Chinesa e a II Guerra Mundial com lentes normais, o que fez com que ele se tornasse um dos mais importantes fotógrafos europeus do século XX.
Capa morreu na Guerra da Indochina, em 25 de maio de 1954, ao pisar uma mina terrestre. O seu corpo foi encontrado com as pernas dilaceradas, mas a câmara permanecia entre as suas mãos...
"Morte de um Miliciano" ou "O Soldado Caído"
Postado por Fernando Martins às 01:12 0 comentários
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