O Curso de Geologia de 85/90 da Universidade de Coimbra escolheu o nome de Geopedrados quando participou na Queima das Fitas.
Ficou a designação, ficaram muitas pessoas com e sobre a capa intemporal deste nome, agora com oportunidade de partilhar as suas ideias, informações e materiais sobre Geologia, Paleontologia, Mineralogia, Vulcanologia/Sismologia, Ambiente, Energia, Biologia, Astronomia, Ensino, Fotografia, Humor, Música, Cultura, Coimbra e AAC, para fins de ensino e educação.
Seu primeiro show solo aconteceu em agosto de 1990, na Mistura Up do Rio de Janeiro.
O sucesso foi imediato, e ele passou a ser disputado por várias
gravadoras. Tem um timbre vocal de contratenor (voz
masculina aguda, cuja tessitura pode corresponder à do soprano, do alto ou do contralto) e um reportório eclético, que inclui autores tão diversos como Noel Rosa, Janis Joplin, Rolling Stones e Mozart. Sua interpretação da ária da Rainha da Noite, da Flauta Mágica é muito conhecida, tanto que foi utilizada em um comercial do Chevrolet Kadett em 1993.
Gravou pela Sony os CDs Edson Cordeiro (1992), Edson Cordeiro (1994) e Terceiro sinal (1996), que inclui uma interpretação cool de Bidu Saião e o canto de cristal, samba-enredo da Escola de Samba Beija-Flor (1995) e Ave Maria (Vicente Paiva e Jaime Redondo), do repertório de Dalva de Oliveira. Em 1994 e 1995, fez tourneés de sucesso em vários países da Europa.
Georg Friedrich Händel (Halle an der Saale, 23 de fevereiro, ou 5 de março, no calendário gregoriano, de 1685 - Londres, 14 de abril de 1759) foi um célebre compositor germânico, naturalizado cidadão britânico em 1726. Desde cedo mostrou notável talento musical, e a despeito da oposição de seu pai, que queria que fosse advogado, conseguiu receber um treino qualificado na arte da música. A primeira parte de sua carreira foi passada em Hamburgo, como violinista e maestro da orquestra da ópera local. Depois dirigiu-se para a Itália,
onde conheceu a fama pela primeira vez, estreando várias obras com
grande sucesso e entrando em contacto com músicos importantes. Em
seguida foi indicado mestre de capela do Eleitor de Hanôver, mas pouco trabalhou para ele, e esteve na maior parte do tempo ausente, em Londres. O seu patrão tornou-se posteriormente o Rei da Grã-Bretanha, como Jorge I,
para quem continuou a compor. Fixou-se definitivamente em Londres e
ali desenvolveu a parte mais importante da sua carreira, como autor de
óperas, oratórios e música instrumental. Quando adquiriu cidadania britânica adotou o nome de George Frideric Handel.
Tinha grande facilidade para compor, como prova sua vasta produção, que
compreende mais de 600 obras, muitas delas de grandes proporções,
entre elas dezenas de óperas e oratórios em vários movimentos. A sua
fama em vida foi enorme, tanto como compositor quanto como
instrumentista, e mais de uma vez foi chamado de "divino" pelos seus
contemporâneos. A sua música tornou-se conhecida em muitas partes do
mundo, foi de especial importância para a formação da cultura musical
britânica moderna, e desde a metade do século XX tem sido recuperada
com crescente interesse. Hoje ele é considerado um dos grandes mestres
do barroco musical europeu.
Messias (Messiah) (HWV 56, 1741) é um oratório de Georg Friedrich Händel
com 51 movimentos divididos em 3 partes, durando entre cerca de duas
horas e quinze minutos e duas horas e trinta minutos. Deve notar-se,
desde já, que o tempo varia em função das diferentes interpretações
(como qualquer outra composição musical que se mede por compassos e não
por minutos).
Embora o 42.º movimento (o célebre "Aleluia") seja reconhecível por
qualquer pessoa (mesmo não sabendo a que obra pertence ou que compositor
a escreveu), a obra "O Messias" não é tão conhecida na sua totalidade
como merecia. A maior parte das vezes, os programas de concertos apenas
escolhem alguns movimentos (recitativos, árias e corais), perdendo
assim o sentido integral e unitário da obra. Se a "fama" e o grau de
popularidade fossem critérios válidos de apreciação estética,
considerar-se-ia a mais famosa criação de Händel.
Por razões de economia de tempo e em virtude das práticas artísticas da
segunda metade do séc. XIX e primeira do séc. XX, algumas edições e
interpretações de "O Messias" apresentam-se divididas apenas em 2 partes
e com inúmeras variantes. A oratória foi concebida como um tríptico,
sublinhando simbolicamente a importância do nº 3 na cultura teológica.
Da mesma forma, o número de músicos pensado pelo compositor para a sua
interpretação era muito menor do que habitualmente se assiste nos
grandes concertos (rondariam os 60 músicos, incluindo coro, orquestra e
solistas). Felizmente, existem já várias interpretações e gravações que
se regem pelo rigor e respeito historicista, baseando-se em estudos
multidisciplinares de forma a reproduzirem o mais fielmente possível as
práticas musicais da época.
(...)
Em 1741, Händel recebeu um convite do Lord Lieutenant da Irlanda para
ajudar a angariar dinheiro para três instituições de caridade de Dublin
através de apresentações musicais. Embora doente nessa época, Händel
estava determinado a compor um novo oratório sacro para a ocasião,
pedindo a Charles Jennens (libretista de Saul e Israel in Egypt)
um tema apropriado. Jennens respondeu com uma criteriosa recolha de
versículos e escrituras do Velho e Novo Testamentos arranjados num
"argumento" em três partes (como ele o descreveu). O resultado foi o
mais conhecido e amado oratório de Händel. A obra estreou-se em Dublin,
no período da Páscoa, em 13 de abril de 1742.
À época, o texto suscitou controvérsia com jornais ponderando
sobre sua natureza "blasfema". A obra acabada, contudo, teve outra
recetividade, sendo elogiada em Berlim e depois em Londres. Händel fez
várias revisões subsequentes, incluindo uma versão criada em 1754 para o
"Thomas Coram's Foudling Hospital" (fundação para a educação de
crianças abandonadas à qual Händel passa a dedicar mais tempo a partir
de 1749). Atualmente ainda é um obra muito apreciada e requisitada para
os eventos natalícios, embora frequentemente apenas a 1ª Parte e o
"Aleluia" (com que encerra a 2ª Parte) sejam interpretados, não
respeitando a integridade do oratório.
O costume de o público colocar-se de pé para ouvir o coro
"Aleluia" se origina da crença de que, na estreia de Londres, o rei
George II o fez, o que obrigaria a todos a permanecerem de pé. Não há
evidências convincentes de que o rei estivesse presente ou que ele tenha
assistido a qualquer performance subsequente de O Messias; a primeira
referência da prática de permanecer em pé aparece numa carta datada de
1756, três anos antes da morte de Handel.
Georg Friedrich Händel (Halle an der Saale, 23 de fevereiro de 1685 - Londres, 14 de abril de 1759) foi um célebre compositor germânico, naturalizado cidadão britânico em 1726.
Desde cedo mostrou notável talento musical, e a despeito da oposição de seu pai, que o queria um advogado, conseguiu receber um treinamento qualificado na arte da música. A primeira parte da sua carreira foi passada em Hamburgo, como violinista e maestro da orquestra da ópera local. Depois dirigiu-se para a Itália,
onde conheceu a fama pela primeira vez, estreando várias obras com
grande sucesso e entrando em contacto com músicos importantes. Em
seguida foi indicado mestre de capela do Eleitor de Hanôver, mas pouco trabalhou para ele, e esteve na maior parte do tempo ausente, em Londres. O seu patrão mais tarde tornou-se o rei da Grã-Bretanha, como rei Jorge I,
para quem continuou a compor. Fixou-se definitivamente em Londres, e
ali desenvolveu a parte mais importante de sua carreira, como autor de
óperas, oratórios e música instrumental. Quando adquiriu cidadania
britânica adotou o nome George Frideric Handel. Tinha grande facilidade
para compor, como prova a sua vasta produção, que compreende mais de
600 obras, muitas delas de grandes proporções, entre elas dezenas de
óperas e oratórios em vários movimentos. A sua fama em vida foi enorme,
tanto como compositor quanto como instrumentista, e mais de uma vez
foi chamado de "divino" pelos seus contemporâneos. A sua música se
tornou conhecida em muitas partes do mundo, foi de especial importância
para a formação da cultura musical britânica moderna, e desde a metade
do século XX tem sido recuperada com crescente interesse. Hoje ele é
considerado um dos grandes mestres do barroco musical europeu.
Georg Friedrich Händel (Halle an der Saale, 23 de fevereiro, ou 5 de março, no calendário gregoriano, de 1685 - Londres, 14 de abril de 1759) foi um célebre compositor germânico, naturalizado cidadão britânico em 1726. Desde cedo mostrou notável talento musical, e a despeito da oposição de seu pai, que queria que fosse advogado, conseguiu receber um treino qualificado na arte da música. A primeira parte de sua carreira foi passada em Hamburgo, como violinista e maestro da orquestra da ópera local. Depois dirigiu-se para a Itália,
onde conheceu a fama pela primeira vez, estreando várias obras com
grande sucesso e entrando em contacto com músicos importantes. Em
seguida foi indicado mestre de capela do Eleitor de Hanôver, mas pouco trabalhou para ele, e esteve na maior parte do tempo ausente, em Londres. O seu patrão tornou-se posteriormente o Rei da Grã-Bretanha, como Jorge I,
para quem continuou a compor. Fixou-se definitivamente em Londres e
ali desenvolveu a parte mais importante da sua carreira, como autor de
óperas, oratórios e música instrumental. Quando adquiriu cidadania britânica adotou o nome de George Frideric Handel.
Tinha grande facilidade para compor, como prova sua vasta produção, que
compreende mais de 600 obras, muitas delas de grandes proporções,
entre elas dezenas de óperas e oratórios em vários movimentos. A sua
fama em vida foi enorme, tanto como compositor quanto como
instrumentista, e mais de uma vez foi chamado de "divino" pelos seus
contemporâneos. A sua música tornou-se conhecida em muitas partes do
mundo, foi de especial importância para a formação da cultura musical
britânica moderna, e desde a metade do século XX tem sido recuperada
com crescente interesse. Hoje ele é considerado um dos grandes mestres
do barroco musical europeu.
Messias (Messiah) (HWV 56, 1741) é um oratório de Georg Friedrich Händel
com 51 movimentos divididos em 3 partes, durando entre cerca de duas
horas e quinze minutos e duas horas e trinta minutos. Deve notar-se,
desde já, que o tempo varia em função das diferentes interpretações
(como qualquer outra composição musical que se mede por compassos e não
por minutos).
Embora o 42.º movimento (o célebre "Aleluia") seja reconhecível por
qualquer pessoa (mesmo não sabendo a que obra pertence ou que compositor
a escreveu), a obra "O Messias" não é tão conhecida na sua totalidade
como merecia. A maior parte das vezes, os programas de concertos apenas
escolhem alguns movimentos (recitativos, árias e corais), perdendo
assim o sentido integral e unitário da obra. Se a "fama" e o grau de
popularidade fossem critérios válidos de apreciação estética,
considerar-se-ia a mais famosa criação de Händel.
Por razões de economia de tempo e em virtude das práticas artísticas da
segunda metade do séc. XIX e primeira do séc. XX, algumas edições e
interpretações de "O Messias" apresentam-se divididas apenas em 2 partes
e com inúmeras variantes. A oratória foi concebida como um tríptico,
sublinhando simbolicamente a importância do nº 3 na cultura teológica.
Da mesma forma, o número de músicos pensado pelo compositor para a sua
interpretação era muito menor do que habitualmente se assiste nos
grandes concertos (rondariam os 60 músicos, incluindo coro, orquestra e
solistas). Felizmente, existem já várias interpretações e gravações que
se regem pelo rigor e respeito historicista, baseando-se em estudos
multidisciplinares de forma a reproduzirem o mais fielmente possível as
práticas musicais da época.
(...)
Em 1741, Händel recebeu um convite do Lord Lieutenant da Irlanda para
ajudar a angariar dinheiro para três instituições de caridade de Dublin
através de apresentações musicais. Embora doente nessa época, Händel
estava determinado a compor um novo oratório sacro para a ocasião,
pedindo a Charles Jennens (libretista de Saul e Israel in Egypt)
um tema apropriado. Jennens respondeu com uma criteriosa recolha de
versículos e escrituras do Velho e Novo Testamentos arranjados num
"argumento" em três partes (como ele o descreveu). O resultado foi o
mais conhecido e amado oratório de Händel. A obra estreou-se em Dublin,
no período da Páscoa, em 13 de abril de 1742.
À época, o texto suscitou controvérsia com jornais ponderando
sobre sua natureza "blasfema". A obra acabada, contudo, teve outra
recetividade, sendo elogiada em Berlim e depois em Londres. Händel fez
várias revisões subsequentes, incluindo uma versão criada em 1754 para o
"Thomas Coram's Foudling Hospital" (fundação para a educação de
crianças abandonadas à qual Händel passa a dedicar mais tempo a partir
de 1749). Atualmente ainda é um obra muito apreciada e requisitada para
os eventos natalícios, embora frequentemente apenas a 1ª Parte e o
"Aleluia" (com que encerra a 2ª Parte) sejam interpretados, não
respeitando a integridade do oratório.
O costume de o público colocar-se de pé para ouvir o coro
"Aleluia" se origina da crença de que, na estreia de Londres, o rei
George II o fez, o que obrigaria a todos a permanecerem de pé. Não há
evidências convincentes de que o rei estivesse presente ou que ele tenha
assistido a qualquer performance subsequente de O Messias; a primeira
referência da prática de permanecer em pé aparece numa carta datada de
1756, três anos antes da morte de Handel.
Georg Friedrich Händel (Halle an der Saale, 23 de fevereiro de 1685 - Londres, 14 de abril de 1759) foi um célebre compositor germânico, naturalizado cidadão britânico em 1726.
Desde cedo mostrou notável talento musical, e a despeito da oposição de seu pai, que o queria um advogado, conseguiu receber um treinamento qualificado na arte da música. A primeira parte da sua carreira foi passada em Hamburgo, como violinista e maestro da orquestra da ópera local. Depois dirigiu-se para a Itália,
onde conheceu a fama pela primeira vez, estreando várias obras com
grande sucesso e entrando em contacto com músicos importantes. Em
seguida foi indicado mestre de capela do Eleitor de Hanôver, mas pouco trabalhou para ele, e esteve na maior parte do tempo ausente, em Londres. O seu patrão mais tarde tornou-se o rei da Grã-Bretanha, como rei Jorge I,
para quem continuou a compor. Fixou-se definitivamente em Londres, e
ali desenvolveu a parte mais importante de sua carreira, como autor de
óperas, oratórios e música instrumental. Quando adquiriu cidadania
britânica adotou o nome George Frideric Handel. Tinha grande facilidade
para compor, como prova a sua vasta produção, que compreende mais de
600 obras, muitas delas de grandes proporções, entre elas dezenas de
óperas e oratórios em vários movimentos. A sua fama em vida foi enorme,
tanto como compositor quanto como instrumentista, e mais de uma vez
foi chamado de "divino" pelos seus contemporâneos. A sua música se
tornou conhecida em muitas partes do mundo, foi de especial importância
para a formação da cultura musical britânica moderna, e desde a metade
do século XX tem sido recuperada com crescente interesse. Hoje ele é
considerado um dos grandes mestres do barroco musical europeu.
Georg Friedrich Händel (Halle an der Saale, 23 de fevereiro, ou 5 de março, no calendário gregoriano, de 1685 - Londres, 14 de abril de 1759) foi um célebre compositor germânico, naturalizado cidadão britânico em 1726. Desde cedo mostrou notável talento musical, e a despeito da oposição de seu pai, que queria que fosse advogado, conseguiu receber um treino qualificado na arte da música. A primeira parte de sua carreira foi passada em Hamburgo, como violinista e maestro da orquestra da ópera local. Depois dirigiu-se para a Itália,
onde conheceu a fama pela primeira vez, estreando várias obras com
grande sucesso e entrando em contacto com músicos importantes. Em
seguida foi indicado mestre de capela do Eleitor de Hanôver, mas pouco trabalhou para ele, e esteve na maior parte do tempo ausente, em Londres. O seu patrão tornou-se posteriormente o Rei da Grã-Bretanha, como Jorge I,
para quem continuou a compor. Fixou-se definitivamente em Londres e
ali desenvolveu a parte mais importante da sua carreira, como autor de
óperas, oratórios e música instrumental. Quando adquiriu cidadania britânica adotou o nome de George Frideric Handel.
Tinha grande facilidade para compor, como prova sua vasta produção, que
compreende mais de 600 obras, muitas delas de grandes proporções,
entre elas dezenas de óperas e oratórios em vários movimentos. A sua
fama em vida foi enorme, tanto como compositor quanto como
instrumentista, e mais de uma vez foi chamado de "divino" pelos seus
contemporâneos. A sua música tornou-se conhecida em muitas partes do
mundo, foi de especial importância para a formação da cultura musical
britânica moderna, e desde a metade do século XX tem sido recuperada
com crescente interesse. Hoje ele é considerado um dos grandes mestres
do barroco musical europeu.
Messias (Messiah) (HWV 56, 1741) é um oratório de Georg Friedrich Händel
com 51 movimentos divididos em 3 partes, durando entre cerca de duas
horas e quinze minutos e duas horas e trinta minutos. Deve notar-se,
desde já, que o tempo varia em função das diferentes interpretações
(como qualquer outra composição musical que se mede por compassos e não
por minutos).
Embora o 42.º movimento (o célebre "Aleluia") seja reconhecível por
qualquer pessoa (mesmo não sabendo a que obra pertence ou que compositor
a escreveu), a obra "O Messias" não é tão conhecida na sua totalidade
como merecia. A maior parte das vezes, os programas de concertos apenas
escolhem alguns movimentos (recitativos, árias e corais), perdendo
assim o sentido integral e unitário da obra. Se a "fama" e o grau de
popularidade fossem critérios válidos de apreciação estética,
considerar-se-ia a mais famosa criação de Händel.
Por razões de economia de tempo e em virtude das práticas artísticas da
segunda metade do séc. XIX e primeira do séc. XX, algumas edições e
interpretações de "O Messias" apresentam-se divididas apenas em 2 partes
e com inúmeras variantes. A oratória foi concebida como um tríptico,
sublinhando simbolicamente a importância do nº 3 na cultura teológica.
Da mesma forma, o número de músicos pensado pelo compositor para a sua
interpretação era muito menor do que habitualmente se assiste nos
grandes concertos (rondariam os 60 músicos, incluindo coro, orquestra e
solistas). Felizmente, existem já várias interpretações e gravações que
se regem pelo rigor e respeito historicista, baseando-se em estudos
multidisciplinares de forma a reproduzirem o mais fielmente possível as
práticas musicais da época.
(...)
Em 1741, Händel recebeu um convite do Lord Lieutenant da Irlanda para
ajudar a angariar dinheiro para três instituições de caridade de Dublin
através de apresentações musicais. Embora doente nessa época, Händel
estava determinado a compor um novo oratório sacro para a ocasião,
pedindo a Charles Jennens (libretista de Saul e Israel in Egypt)
um tema apropriado. Jennens respondeu com uma criteriosa recolha de
versículos e escrituras do Velho e Novo Testamentos arranjados num
"argumento" em três partes (como ele o descreveu). O resultado foi o
mais conhecido e amado oratório de Händel. A obra estreou-se em Dublin,
no período da Páscoa, em 13 de abril de 1742.
À época, o texto suscitou controvérsia com jornais ponderando
sobre sua natureza "blasfema". A obra acabada, contudo, teve outra
recetividade, sendo elogiada em Berlim e depois em Londres. Händel fez
várias revisões subsequentes, incluindo uma versão criada em 1754 para o
"Thomas Coram's Foudling Hospital" (fundação para a educação de
crianças abandonadas à qual Händel passa a dedicar mais tempo a partir
de 1749). Atualmente ainda é um obra muito apreciada e requisitada para
os eventos natalícios, embora frequentemente apenas a 1ª Parte e o
"Aleluia" (com que encerra a 2ª Parte) sejam interpretados, não
respeitando a integridade do oratório.
O costume de o público colocar-se de pé para ouvir o coro
"Aleluia" se origina da crença de que, na estreia de Londres, o rei
George II o fez, o que obrigaria a todos a permanecerem de pé. Não há
evidências convincentes de que o rei estivesse presente ou que ele tenha
assistido a qualquer performance subsequente de O Messias; a primeira
referência da prática de permanecer em pé aparece numa carta datada de
1756, três anos antes da morte de Handel.
Georg Friedrich Händel (Halle an der Saale, 23 de fevereiro de 1685 - Londres, 14 de abril de 1759) foi um célebre compositor germânico, naturalizado cidadão britânico em 1726.
Desde cedo mostrou notável talento musical, e a despeito da oposição de seu pai, que o queria um advogado, conseguiu receber um treinamento qualificado na arte da música. A primeira parte da sua carreira foi passada em Hamburgo, como violinista e maestro da orquestra da ópera local. Depois dirigiu-se para a Itália,
onde conheceu a fama pela primeira vez, estreando várias obras com
grande sucesso e entrando em contacto com músicos importantes. Em
seguida foi indicado mestre de capela do Eleitor de Hanôver, mas pouco trabalhou para ele, e esteve na maior parte do tempo ausente, em Londres. O seu patrão mais tarde tornou-se o rei da Grã-Bretanha, como rei Jorge I,
para quem continuou a compor. Fixou-se definitivamente em Londres, e
ali desenvolveu a parte mais importante de sua carreira, como autor de
óperas, oratórios e música instrumental. Quando adquiriu cidadania
britânica adotou o nome George Frideric Handel. Tinha grande facilidade
para compor, como prova a sua vasta produção, que compreende mais de
600 obras, muitas delas de grandes proporções, entre elas dezenas de
óperas e oratórios em vários movimentos. A sua fama em vida foi enorme,
tanto como compositor quanto como instrumentista, e mais de uma vez
foi chamado de "divino" pelos seus contemporâneos. A sua música se
tornou conhecida em muitas partes do mundo, foi de especial importância
para a formação da cultura musical britânica moderna, e desde a metade
do século XX tem sido recuperada com crescente interesse. Hoje ele é
considerado um dos grandes mestres do barroco musical europeu.
Georg Friedrich Händel (Halle an der Saale, 23 de fevereiro, ou 5 de março, no calendário gregoriano, de 1685 - Londres, 14 de abril de 1759) foi um célebre compositor germânico, naturalizado cidadão britânico em 1726. Desde cedo mostrou notável talento musical, e a despeito da oposição de seu pai, que queria que fosse advogado, conseguiu receber um treino qualificado na arte da música. A primeira parte de sua carreira foi passada em Hamburgo, como violinista e maestro da orquestra da ópera local. Depois dirigiu-se para a Itália,
onde conheceu a fama pela primeira vez, estreando várias obras com
grande sucesso e entrando em contacto com músicos importantes. Em
seguida foi indicado mestre de capela do Eleitor de Hanôver, mas pouco trabalhou para ele, e esteve na maior parte do tempo ausente, em Londres. O seu patrão tornou-se posteriormente o Rei da Grã-Bretanha, como Jorge I,
para quem continuou a compor. Fixou-se definitivamente em Londres e
ali desenvolveu a parte mais importante da sua carreira, como autor de
óperas, oratórios e música instrumental. Quando adquiriu cidadania britânica adotou o nome de George Frideric Handel.
Tinha grande facilidade para compor, como prova sua vasta produção, que
compreende mais de 600 obras, muitas delas de grandes proporções,
entre elas dezenas de óperas e oratórios em vários movimentos. A sua
fama em vida foi enorme, tanto como compositor quanto como
instrumentista, e mais de uma vez foi chamado de "divino" pelos seus
contemporâneos. A sua música tornou-se conhecida em muitas partes do
mundo, foi de especial importância para a formação da cultura musical
britânica moderna, e desde a metade do século XX tem sido recuperada
com crescente interesse. Hoje ele é considerado um dos grandes mestres
do barroco musical europeu.
Messias (Messiah) (HWV 56, 1741) é um oratório/oratória de Georg Friedrich Händel
com 51 movimentos divididos em 3 partes, durando entre cerca de duas
horas e quinze minutos e duas horas e trinta minutos. Deve notar-se,
desde já, que o tempo varia em função das diferentes interpretações
(como qualquer outra composição musical que se mede por compassos e não
por minutos).
Embora o 42.º movimento (o célebre "Aleluia") seja reconhecível por
qualquer pessoa (mesmo não sabendo a que obra pertence ou que compositor
a escreveu), a obra "O Messias" não é tão conhecida na sua totalidade
como merecia. A maior parte das vezes, os programas de concertos apenas
escolhem alguns movimentos (recitativos, árias e corais), perdendo
assim o sentido integral e unitário da obra. Se a "fama" e o grau de
popularidade fossem critérios válidos de apreciação estética,
considerar-se-ia a mais famosa criação de Händel.
Por razões de economia de tempo e em virtude das práticas artísticas da
segunda metade do séc. XIX e primeira do séc. XX, algumas edições e
interpretações de "O Messias" apresentam-se divididas apenas em 2 partes
e com inúmeras variantes. A oratória foi concebida como um tríptico,
sublinhando simbolicamente a importância do nº 3 na cultura teológica.
Da mesma forma, o número de músicos pensado pelo compositor para a sua
interpretação era muito menor do que habitualmente se assiste nos
grandes concertos (rondariam os 60 músicos, incluindo coro, orquestra e
solistas). Felizmente, existem já várias interpretações e gravações que
se regem pelo rigor e respeito historicista, baseando-se em estudos
multidisciplinares de forma a reproduzirem o mais fielmente possível as
práticas musicais da época.
(...)
Em 1741, Händel recebeu um convite do Lord Lieutenant da Irlanda para
ajudar a angariar dinheiro para três instituições de caridade de Dublin
através de apresentações musicais. Embora doente nessa época, Händel
estava determinado a compor um novo oratório sacro para a ocasião,
pedindo a Charles Jennens (libretista de Saul e Israel in Egypt)
um tema apropriado. Jennens respondeu com uma criteriosa recolha de
versículos e escrituras do Velho e Novo Testamentos arranjados num
"argumento" em três partes (como ele o descreveu). O resultado foi o
mais conhecido e amado oratório de Händel. A obra estreou-se em Dublin,
no período da Páscoa, em 13 de abril de 1742.
À época, o texto suscitou controvérsia com jornais ponderando
sobre sua natureza "blasfema". A obra acabada, contudo, teve outra
recetividade, sendo elogiada em Berlim e depois em Londres. Händel fez
várias revisões subsequentes, incluindo uma versão criada em 1754 para o
"Thomas Coram's Foudling Hospital" (fundação para a educação de
crianças abandonadas à qual Händel passa a dedicar mais tempo a partir
de 1749). Atualmente ainda é um obra muito apreciada e requisitada para
os eventos natalícios, embora frequentemente apenas a 1ª Parte e o
"Aleluia" (com que encerra a 2ª Parte) sejam interpretados, não
respeitando a integridade do oratório.
O costume de o público colocar-se de pé para ouvir o coro
"Aleluia" se origina da crença de que, na estreia de Londres, o rei
George II o fez, o que obrigaria a todos a permanecerem de pé. Não há
evidências convincentes de que o rei estivesse presente ou que ele tenha
assistido a qualquer performance subsequente de O Messias; a primeira
referência da prática de permanecer em pé aparece numa carta datada de
1756, três anos antes da morte de Handel.
Georg Friedrich Händel (Halle an der Saale, 23 de fevereiro de 1685 - Londres, 14 de abril de 1759) foi um célebre compositor germânico, naturalizado cidadão britânico em 1726.
Desde cedo mostrou notável talento musical, e a despeito da oposição de seu pai, que o queria um advogado, conseguiu receber um treinamento qualificado na arte da música. A primeira parte da sua carreira foi passada em Hamburgo, como violinista e maestro da orquestra da ópera local. Depois dirigiu-se para a Itália,
onde conheceu a fama pela primeira vez, estreando várias obras com
grande sucesso e entrando em contacto com músicos importantes. Em
seguida foi indicado mestre de capela do Eleitor de Hanôver, mas pouco trabalhou para ele, e esteve na maior parte do tempo ausente, em Londres. O seu patrão mais tarde tornou-se o rei da Grã-Bretanha como Jorge I,
para quem continuou a compor. Fixou-se definitivamente em Londres, e
ali desenvolveu a parte mais importante de sua carreira, como autor de
óperas, oratórios e música instrumental. Quando adquiriu cidadania
britânica adotou o nome George Frideric Handel. Tinha grande facilidade
para compor, como prova a sua vasta produção, que compreende mais de
600 obras, muitas delas de grandes proporções, entre elas dezenas de
óperas e oratórios em vários movimentos. A sua fama em vida foi enorme,
tanto como compositor quanto como instrumentista, e mais de uma vez
foi chamado de "divino" pelos seus contemporâneos. A sua música se
tornou conhecida em muitas partes do mundo, foi de especial importância
para a formação da cultura musical britânica moderna, e desde a metade
do século XX tem sido recuperada com crescente interesse. Hoje ele é
considerado um dos grandes mestres do barroco musical europeu.
Filho de um mecânico e de uma bordadeira, passou a infância na sua
cidade natal, e dos seis aos dezasseis anos cantou no coro da igreja evangélica frequentada pelos seus pais. Fez teatro infantil e, em 1985, participou na ópera rockAmapola, de Miguel Briamonte, que mais tarde seria diretor musical dos seus discos. Em 1988 foi ator e cantor na terceira montagem brasileira da ópera rock Hair (Gerome Ragni, James Rado e Galt McDermot), dirigida por Antônio Abujamra. No ano seguinte, atuou na montagem de O doente imaginário, de Molière, dirigida por Cacá Rosset. Com essa peça, viajou pela Europa, EUA, México e América Central.
O seu primeiro show solo aconteceu em agosto de 1990, na Mistura Up do Rio de Janeiro.
O sucesso foi imediato, e ele passou a ser disputado por várias
gravadoras. As suas caraterísticas distintivas são o timbre vocal de
contratenor (voz masculina aguda, cuja tessitura pode corresponder à do soprano, do alto ou do contralto ) e um reportório eclético, que inclui autores tão diversos como Noel Rosa, Janis Joplin, Rolling Stones e Mozart. A sua interpretação da ária da Rainha da Noite, da Flauta Mágica é muito conhecida.
Gravou pela Sony os CDs Edson Cordeiro (1992), Edson Cordeiro (1994) e Terceiro sinal (1996), que inclui uma interpretação cool de Bidu Saião e o canto de cristal, samba-enredo da Escola de Samba Beija-Flor (1996) e Ave Maria (Vicente Paiva e Jaime Redondo), do reportório de Dalva de Oliveira. Em 1994 e 1995, fez tourneés de sucesso em vários países da Europa.
Georg Friedrich Händel (Halle an der Saale, 23 de fevereiro/5 de março, no calendário gregoriano, de 1685 - Londres, 14 de abril de 1759) foi um célebre compositor germânico, naturalizado cidadão britânico em 1726. Desde cedo mostrou notável talento musical, e a despeito da oposição de seu pai, que queria que fosse advogado, conseguiu receber um treino qualificado na arte da música. A primeira parte de sua carreira foi passada em Hamburgo, como violinista e maestro da orquestra da ópera local. Depois dirigiu-se para a Itália,
onde conheceu a fama pela primeira vez, estreando várias obras com
grande sucesso e entrando em contacto com músicos importantes. Em
seguida foi indicado mestre de capela do Eleitor de Hanôver, mas pouco trabalhou para ele, e esteve na maior parte do tempo ausente, em Londres. O seu patrão mais tarde tornou-se Rei da Grã-Bretanha, como Jorge I,
para quem continuou a compor. Fixou-se definitivamente em Londres, e
ali desenvolveu a parte mais importante de sua carreira, como autor de
óperas, oratórios e música instrumental. Quando adquiriu cidadania britânica adotou o nome de George Frideric Handel.
Tinha grande facilidade para compor, como prova sua vasta produção, que
compreende mais de 600 obras, muitas delas de grandes proporções,
entre elas dezenas de óperas e oratórios em vários movimentos. A sua
fama em vida foi enorme, tanto como compositor quanto como
instrumentista, e mais de uma vez foi chamado de "divino" pelos seus
contemporâneos. A sua música tornou-se conhecida em muitas partes do
mundo, foi de especial importância para a formação da cultura musical
britânica moderna, e desde a metade do século XX tem sido recuperada
com crescente interesse. Hoje ele é considerado um dos grandes mestres
do barroco musical europeu.