O Curso de Geologia de 85/90 da Universidade de Coimbra escolheu o nome de Geopedrados quando participou na Queima das Fitas.
Ficou a designação, ficaram muitas pessoas com e sobre a capa intemporal deste nome, agora com oportunidade de partilhar as suas ideias, informações e materiais sobre Geologia, Paleontologia, Mineralogia, Vulcanologia/Sismologia, Ambiente, Energia, Biologia, Astronomia, Ensino, Fotografia, Humor, Música, Cultura, Coimbra e AAC, para fins de ensino e educação.
Com mais de cinquenta anos de carreira musical, é reconhecido como um dos representantes da atual música popular portuguesa.
(...)
Em 1996,
a sua vida é violentamente agitada pela morte da sua mulher Maria
Fernanda, em circunstâncias trágicas, após ser atingida por uma bala na
cabeça, tendo, após inquérito, sido considerado suicídio. É pai de Ana Paula (1963) e Maria da Conceição (1964), filhas desse primeiro casamento.
Em 1997 casa-se com Maria Roseta, com quem viveu até 2009. Dessa união nasceu a filha Constança (1999).
Uma outra filha, Ângela, nasceu no início dos anos 1970, mas só foi perfilhada em maio de 2012.
É ainda avô de quatro netos: Rúben, Carlota, Rita e Jéssica.
Em 13 de julho de 2012, foi condenado a uma pena de três anos e
quatro meses, de pena suspensa, por violência doméstica e detenção de arma
proibida. Pagou ainda três mil euros de indemnização à ex-mulher e uma
coima de 400 euros por posse de um revólver sem licença. Recorreu ao Tribunal da Relação de Lisboa, que confirmou a pena. Os juízes desembargadores concluíram que Maria Roseta foi vítima de violência doméstica.
José Martins Pereira (Cinco Ribeiras, 6 de janeiro de 1898 — Terra Chã, 10 de fevereiro de 1965), mais conhecido por José da Lata,
foi um pastor de gado bravo, manobrador de touros nas corridas à corda,
que se notabilizou como cantador e improvisador popular. Uma das
personalidades que mais marcaram a cultura popular da ilha Terceira no século XX, era um extraordinário animador de festas populares, particularmente como cantador de Reis e do Rancho de matança, peças típicas do folclore terceirense, e como tocador de viola da terra.
Biografia
José da Lata foi uma figura típica da freguesia da Terra Chã, pois apesar de nascido na freguesia de Nossa Senhora do Pilar, viveu a maior parte da sua vida naquela freguesia, no Caminho para Belém, em frente da Canada dos Folhadais.
José da Lata trabalhou como pastor de gado bravo, profissão de
que surgiu a sua alcunha, como resultado de uma aposta com rapazes da
sua idade, quando apostou que amarraria uma lata nas hastes de um touro
bravo. Ganha a aposta, perante o grande feito, ficou conhecido como o
"José da Lata". Ganhou tal mestria na manobra dos toiros na típica toirada à corda que era apontado como o melhor pastor entre os pastores e um verdadeiro mestre na arte de produzir uma boa toirada.
José Martins Pereira (Cinco Ribeiras, 6 de janeiro de 1898 — Terra Chã, 10 de fevereiro de 1965), mais conhecido por José da Lata,
foi um pastor de gado bravo, manobrador de touros nas corridas à corda,
que se notabilizou como cantador e improvisador popular. Uma das
personalidades que mais marcaram a cultura popular da ilha Terceira no século XX, era um extraordinário animador de festas populares, particularmente como cantador de Reis e do Rancho de matança, peças típicas do folclore terceirense, e como tocador de viola da terra.
Biografia
José da Lata foi uma figura típica da freguesia da Terra Chã, pois apesar de nascido na freguesia de Nossa Senhora do Pilar, viveu a maior parte da sua vida naquela freguesia, no Caminho para Belém, em frente da Canada dos Folhadais.
José da Lata trabalhou como pastor de gado bravo, profissão de
que surgiu a sua alcunha, como resultado de uma aposta com rapazes da
sua idade, quando apostou que amarraria uma lata nas hastes de um touro
bravo. Ganha a aposta, perante o grande feito, ficou conhecido como o
"José da Lata". Ganhou tal mestria na manobra dos toiros na típica toirada à corda que era apontado como o melhor pastor entre os pastores e um verdadeiro mestre na arte de produzir uma boa toirada.
A sua música caracteriza-se pela utilização de instrumentos
tradicionais portugueses, como o cavaquinho e a viola braguesa. Apesar
de ter iniciado a sua carreira como músico de rock, nos grupos Petrus Castrus e Xarhanga,mais tarde, começou a dedicar-se à música tradicional portuguesa.
Destaque-se a sua colaboração com outros músicos, como os The Chieftains, Pete Seeger, Zeca Afonso, Kepa Junkera, Carlos do Carmo, Chico Buarque ou Sara Tavares.
Júlio Pereira tem 20 discos de autor e participou em dezenas de discos de outros artistas.
É um canto coral, em que alternam um ponto a sós e um coro, havendo um alto preenchendo as pausas e rematando as estrofes. O canto começa invariavelmente com um ponto dando a deixa, cedendo o lugar ao alto e logo intervindo o coro em que participam também o ponto e o alto. Terminadas as estrofes, pode o ponto
recomeçar com um nova deixa, seguindo-se o mesmo conjunto de estrofes.
Este ciclo repete-se o número de vezes que os participantes desejarem.
Esta característica repetitiva, assim como o andamento lento e a abundância de pausas contribuem para a natureza monótona do cante.
Em março de 2023 foi realizada uma homenagem de Filipe Sambado, Surma e Primeira-Dama a Fausto, na segunda semifinal da 57ª edição do Festival RTP da Canção.
Foram interpretadas as canções "O barco vai de saída", "Como um sonho
acordado", "A guerra é a guerra", "O cortejo dos penitentes" e
"Lembra-me um sonho lindo".
Morreu a 1 de julho de 2024, aos 75 anos, em Lisboa, vítima de doença prolongada.
Ana Sofia Dias da Costa Bacalhau (Lisboa, 5 de novembro de 1978), mais conhecida apenas como Ana Bacalhau, é uma cantora portuguesa queficou conhecida como vocalista do grupo Deolinda, inspirado pelo fado e pelas suas origens tradicionais.
Né Ladeiras, é o nome artístico da cantora portuguesa Maria de Nazaré de Azevedo Sobral Ladeiras (Porto, 10 de agosto de 1959).
A sua carreira musical começou realmente com a fundação, em 1974, com diversos amigos, da Brigada Victor Jara, projeto no qual tocavam sobretudo música latino-americana tendo participado em diversas campanhas de animação cultural do MFA
(Movimento de Forças Armadas) e de trabalho voluntário. O interesse
do grupo pela música tradicional portuguesa só se manifesta nos
últimos meses de 1976, após realizarem diversos espetáculos pelo país
e aí "descobrirem" as potencialidades e qualidade da nossa tradição
musical.
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