![]()
(...)
O Curso de Geologia de 85/90 da Universidade de Coimbra escolheu o nome de Geopedrados quando participou na Queima das Fitas. Ficou a designação, ficaram muitas pessoas com e sobre a capa intemporal deste nome, agora com oportunidade de partilhar as suas ideias, informações e materiais sobre Geologia, Paleontologia, Mineralogia, Vulcanologia/Sismologia, Ambiente, Energia, Biologia, Astronomia, Ensino, Fotografia, Humor, Música, Cultura, Coimbra e AAC, para fins de ensino e educação.
![]()
(...)
Postado por Fernando Martins às 03:18 0 comentários
Marcadores: barroco, Fair Oriana, Inglaterra, John Blow, música, Tell Me No More
Postado por Fernando Martins às 00:31 0 comentários
Marcadores: barroco, Giovanni Battista Bassani, Itália, música, órgão, violino
Postado por Fernando Martins às 04:55 0 comentários
Marcadores: barroco, Caravaggio, Itália, pintura, tenebrismo
Não nos traga tristeza a chuva fria
a se esgueirar nas tardes sem corola.
Sobe o chumbo (o sem cor) das coisas vivas
sufocando o clamor das vossas horas.
Sobre o ontem deitastes. Neve amiga
da pegada os sinais na terra afoga
(vede o exemplo da nuvem que destila
o fel de si na gota que se evola).
Sede o espelho, não mais. O próprio nervo
se desfaça no plano de cristal
onde a imagem enfim se compreende.
Plenitude da origem e do termo
o nimbo vos ensine o largo mar.
Sereis então o grande indiferente.
Affonso Ávila
Postado por Fernando Martins às 00:14 0 comentários
Marcadores: Affonso Ávila, barroco, Brasil, modernismo, poesia
![]()
Filho de organista na catedral de Dijon, seguiu a carreira do pai, na qual distinguiu-se desde cedo, trabalhando em várias catedrais. Não foi apenas um dos compositores franceses mais importantes do século XVIII, como também influenciou a teoria musical. O seu estilo de composição lírica pôs fim ao reinado póstumo de Jean-Baptiste Lully, cujo modelo dominara a França por meio século.
Até 1722 Rameau compusera apenas poucas e curtas peças para teclado e obras sacras, mas a publicação de seu tratado sobre harmonia naquele ano marcou o começo de um período muito produtivo, conhecendo a fama. As suas Pièces de Clavecin foram publicadas em 1724, seguidas por um novo livro de teoria, em 1726, e de obras para teclado e cantatas, em 1729. Somente aos cinquenta anos ingressou no terreno da música cénica, compondo a sua primeira ópera, Hippolyte et Aricie, um grande sucesso que lhe valeu a posição de principal operista francês de seu tempo. Escreveu várias óperas em vários géneros, sempre acolhidas com entusiasmo, e mesmo desencadeando grandes polémicas por sua ousadia, inventividade e pelas novidades que introduziu. A sua música caracteriza-se por um dinamismo que contrasta com o estilo mais estático de Lully.
Era também professor de cravo, bastante em moda na cidade de Paris da sua época. A técnica do dedilhado dos instrumentos de teclado deve muito a Rameau. Foi "Compositor da Câmara do Rei", sendo agraciado, poucos meses antes de morrer, com o título de Cavaleiro. O seu funeral foi cercado de pompa, recebendo também homenagens em muitas cidades como um compositor excecional, que orgulhava a nação.
![]()
Postado por Fernando Martins às 03:43 0 comentários
Marcadores: barroco, França, Gavotte, Jean-Philippe Rameau, música, Ópera, órgão
![]()
Postado por Fernando Martins às 00:38 0 comentários
Marcadores: barroco, Duarte Lobo, música, O magnum mysterium, polifonia, Renascimento
Postado por Fernando Martins às 02:59 0 comentários
Marcadores: barroco, Brasil, Cum Sancto Spiritu, Igreja Católica, José Maurício Nunes Garcia, música, música clássica
Postado por Pedro Luna às 22:22 0 comentários
Marcadores: barroco, Henry Purcell, Inglaterra, música, Once Twice Thrice I Julia Tried
Postado por Fernando Martins às 03:12 0 comentários
Marcadores: barroco, Itália, música, Niccolò Jommelli, Ópera, Simphonie novelle a quatro
Postado por Fernando Martins às 00:36 0 comentários
Marcadores: barroco, Henry Purcell, Inglaterra, música, Trumpet Voluntary
Postado por Fernando Martins às 00:37 0 comentários
Marcadores: Alemanha, barroco, Canon em Ré Maior, Johann Pachelbel, música, órgão
Nicolau Nasoni (em italiano: Niccolò Nasoni; San Giovanni Valdarno, Toscana, 2 de junho de 1691 – Santo Ildefonso, Porto, 30 de agosto de 1773) foi um artista, decorador e arquiteto italiano que desenvolveu grande parte da sua obra em Portugal, considerado um dos mais significativos arquitetos da cidade do Porto.
A sua obra inclui uma parte importante da arte barroca e rococó (rocaille) nesta cidade, chegando a envolver alguns dos melhores e mais significativos edifícios do século XVIII do Porto e arredores. Sobre Nicolau Nasoni subsiste ainda discussão relativamente a que obras efetivamente projetou, havendo várias cuja autoria suscita dúvidas a vários historiadores de arte.

in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 02:53 0 comentários
Marcadores: arquitecto, barroco, Nicolau Nasoni, Porto, Torre dos Clérigos
Postado por Fernando Martins às 00:28 0 comentários
Marcadores: barroco, Carlos Seixas, Concerto em Lá Maior, cravo, música, órgão
Postado por Fernando Martins às 04:48 0 comentários
Marcadores: barroco, Francesco Albani, Itália, pintura
Francisco de Matos Vieira (Lisboa, 4 de outubro de 1699 - Lisboa, 13 de agosto de 1783), mais conhecido por Vieira Lusitano, foi um pintor, ilustrador e académico de mérito da Academia de São Lucas, de Roma. Foi cavaleiro professo na Ordem de Santiago da Espada, pintor histórico da Casa Real Portuguesa e ilustrador de múltiplas obras coevas. Depois de ter estudado em Roma e de uma complicada história amorosa, acabou por falecer no Convento do Beato António, em Lisboa.
Postado por Fernando Martins às 02:43 0 comentários
Marcadores: barroco, Francisco de Matos Vieira, pintura, Vieira Lusitano

Postado por Fernando Martins às 00:28 0 comentários
Marcadores: As Quatro Estações, barroco, música, Vivaldi
Postado por Fernando Martins às 00:27 0 comentários
Marcadores: Bach, barroco, cravo, Johann Sebastian Bach, música, órgão, Tocata e Fuga

Josefa de Ayala Figueira, conhecida como Josefa de Óbidos (Sevilha, fevereiro de 1630 - Óbidos, 22 de julho de 1684), foi uma pintora portuguesa, nascida na Espanha, que viveu e produziu em Portugal.
Tendo vivido quase sempre na Quinta da Capeleira, nos arredores de Óbidos, a reputação que granjeou era de tal ordem que muitos dos que iam tomar banhos às Caldas da Rainha se desviavam de seu caminho para irem cumprimentá-la.
Era filha de Baltazar Gomes Figueira, pintor português natural de Óbidos, com obra em Évora, que foi trabalhar em Sevilha, onde veio a desposar D. Catarina de Ayala Camacho Cabrera Romero, natural da Andaluzia. Foi apadrinhada pelo pintor espanhol Francisco Herrera, El Viejo. O seu irmão Barnabé de Ayalla também foi pintor.
Em 1634, quando tinha apenas quatro anos de idade, os pais de Josefa regressam a Portugal, onde vieram a se estabelecer na Quinta da Capeleira, em Óbidos, quando a menina já tinha seis anos de idade. Ali a menina foi educada, manifestando desde cedo, vocação para a pintura e para a gravura em metal, em lâminas de cobre e prata, num género denominado como pontinho.
Foi especialista na pintura de flores, frutas e objetos inanimados. A influência exercida pelo barroco tornou-a uma artista com interesses diversificados, tendo-se dedicado, além da pintura, à estampa, à gravura, à modelagem do barro, ao desenho de figurinos, de tecidos, de acessórios vários e a arranjos florais.
Em 1653, aos 23 anos de idade, fez a gravura da edição dos Estatutos de Coimbra. Trabalhou em seguida como pintora para diversos conventos e igrejas. Na Capela do Noviciado do Convento de Varatojo havia uma excelente Nossa Senhora das Dores e, no coro, um Menino Jesus, quadros que lhe são atribuídos. Havia quadros seus no Mosteiro de Alcobaça, no Mosteiro de Cós, no Mosteiro da Batalha, em Vale Bem-Feito no Mosteiro de São Jerónimo, em Évora, onde existe um Cordeiro engrinaldado de flores, que passa por ser um dos seus melhores trabalhos.
Como retratista da Família Real Portuguesa, destacam-se os seus retratos da rainha D. Maria Francisca Isabel de Saboia, esposa de D. Pedro II, e da sua filha, a princesa D. Isabel, que foi noiva de Vítor Amadeu, duque de Saboia, a quem esse retrato foi enviado.
A Academia de Belas Artes de Lisboa também possui um quadro de Josefa de Óbidos.
O Museu Nacional de Arte Antiga, em Lisboa, a partir do ano de 2015 vai expor mais um dos seus trabalhos, que representa um Menino Jesus Peregrino associado aos Caminhos de Santiago, para se juntar aos 14 outros que já aí estavam, nessas condições, nomeadamente duas naturezas-mortas que a tornaram tão popular (Com Taça de Cristal e Com Caixas e Potes), um Menino Jesus Salvador do Mundo, uma Adoração dos Pastores e um Casamento Místico de Santa Catarina em ambiente doméstico, com a Virgem sobre um estrado, com um cesto de costura aos pés.
No concelho de Sernancelhe, freguesia de Quintela, existem também na Igreja da Sª. da Lapa minúsculos mas admiráveis trabalhos da pintora. Esta igreja onde estão expostos estes trabalhos localiza-se ao lado do Mosteiro na Serra da Lapa, no Santuário de Nossa Senhora da Lapa.
Josefa de Óbidos faleceu com cerca de 54 anos e encontra-se sepultada na Igreja de São Pedro, em Óbidos.
A pintura Maria Madalena confortada pelos Anjos foi arrematada, em janeiro de 2015, num leilão da Sotheby's, de Nova Iorque, por 269 mil dólares (238.615 euros), por Filipe Mendes, que possui uma galeria de pintura antiga em Paris. O luso-descendente doou a obra ao Museu do Louvre. O Louvre aceitou a doação, e a pintura de Josefa de Óbidos ficou exposta junto à obra "Natureza morta com peixe" do pai da pintora, Baltazar Figueira.
A obra A Sagrada Família com São João Batista, Santa Isabel e Anjos foi comprada em 29 de janeiro de 2016 pelo Museu da Misericórdia do Porto por 228 mil euros.
A obra Natureza Morta com Doces e Barros foi em abril de 2016 selecionada como uma das dez mais importantes obras artísticas de Portugal pelo projeto Europeana.
Da pintura "O Menino Jesus Romeiro" (ou Peregrino) existem oito versões. Uma destas, em 15 de dezembro de 2018, foi leiloado pela Lamas Bolaño Subastas, em Barcelona, Espanha, sendo adquirido, por um colecionador anónimo, por 110 mil euros.
A pintura datada de 1667, "Virgem Maria com o Menino Jesus ao colo", foi leiloada na Alemanha pela Plückbaum a 1 de junho de 2019, em Bona, por 220 mil euros. A obra tem uma dimensão de 23 por 29 centímetros, e foi feita sobre placa de cobre, mostrando a Virgem Maria c,m o Menino Jesus ao colo, a ser saudado por outras mulheres com crianças.
Postado por Fernando Martins às 03:42 0 comentários
Marcadores: barroco, Josefa de Óbidos, pintura
Textos, músicas, fotos e outros materiais aqui publicados, parte sem prévia autorização, são propriedade de seus autores, que são, sempre que possível, identificados e creditados. O seu uso deve-se a razões culturais, científicas e didáticas, sem objetivo comercial ou usurpação de autoria. Pretendemos apenas expressar admiração pelos autores, contribuindo para a sua divulgação, respeitando inteiramente pedidos de retirar os seus materiais.